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Justiça Eleitoral pune uso de deepfakes na pré-campanha eleitoral

A Justiça começou a punir o uso irregular de inteligência artificial (IA) na pré-campanha das eleições municipais, em decisões que servem para traçar um limite — até agora inédito — do que poderá ser feito na disputa eleitoral. Juízes de ao menos quatro tribunais regionais eleitorais já aplicaram multas ou determinaram a remoção de conteúdos, a maioria dos casos por uso de deepfakes, quando imagens ou áudios são manipulados para inventar declarações ou situações.

As decisões seguem o entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprovou regras para o uso da IA — a resolução afirma que a utilização deve ser identificada e proíbe qualquer uso de deepfake. O tema é uma das prioridades da gestão da presidente da Corte, Cármen Lúcia. Mas ainda há divergências sobre a forma de lidar com esses conteúdos.

Em Guarulhos, o prefeito Guti (PSD) foi multado em R$ 5 mil pelo TRE-SP, por ter publicado um vídeo que contou com IA. A postagem mostrava o prefeito numa multidão gerada artificialmente, e dizia que aquele foi “o dia que tiramos o PT do poder”. O partido acionou a Justiça Eleitoral.

Ao aplicar a punição, o juiz Gilberto Costa ressaltou que é de “conhecimento público a preocupação” do TSE com o uso da IA. “A manipulação da imagem por inteligência artificial no vídeo postado é evidente ante as falhas de imagem características do uso desta ferramenta. Todavia, não existe informação explícita e destacada de que o conteúdo foi manipulado nem da tecnologia utilizada”, escreveu.

A defesa de Guti não negou o uso de IA, mas alegou que não se tratava de propaganda eleitoral, porque não houve pedido de voto. O prefeito já foi reeleito e não pode disputar a eleição deste ano.

Em Pernambuco, a Justiça Eleitoral determinou a derrubada de um perfil no Instagram que havia publicado deepfake com uma notícia falsa sobre o prefeito de Agrestina, Josué Mendes (PSB). O vídeo usava uma imagem adulterada do editor e apresentador do Jornal Nacional, da TV Globo, William Bonner.

Em Costa Rica (MS), o empresário e pré-candidato Waldeli Rosa (MDB) foi multado em R$ 10 mil por um vídeo manipulado do atual prefeito, Cleverson Alves (PP). Um áudio comparando a população a cachorros foi colocado num vídeo do prefeito divulgado num grupo de WhatsApp. A publicação foi de um funcionário da empresa de Rosa, e ele faz parte do grupo.

Para a juíza Laísa Marcolini, foi um “caso típico de malversação da tecnologia mediante deepfake, ou seja, sobreposição de voz em vídeo (…), com potencial claro de confundir e induzir em erro”.

Elder Maia Goltzman, da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, diz que a Justiça Eleitoral está preparada para lidar com a IA, mas ressalta que a tecnologia está “sempre um passo à frente”.

“Assim como no combate à desinformação, estamos tendo que trocar a roda com o carro andando. As coisas se alteraram de maneira muito abrupta”, afirmou.

A primeira decisão judicial de repercussão envolvendo IA na campanha ocorreu em janeiro, no Paraná. A Justiça determinou que o WhatsApp impedisse o compartilhamento de áudio falso do pré-candidato Silvio Barros (PP) em que ele aparecia elogiando o atual prefeito, seu adversário.

Após a primeira decisão, o andamento da ação foi interrompido porque outra investigação sobre o caso, de caráter criminal, está em curso. Em paralelo, o WhatsApp informou à Justiça que não encontrou o conteúdo. A empresa ressalta, no entanto, que isso diz respeito só ao conteúdo original, e eventuais compartilhamentos criariam novos códigos de identificação.

Segundo o advogado de Barros, Diego Campos, a situação mostra a dificuldade de combater a desinformação dentro de aplicativos de mensagens.

“Os maiores problemas são WhatsApp, Telegram, mensagens instantâneas, que têm talvez até maior alcance que outras redes sociais. Não temos encontrado meios”, declarou.

Com informações do jornal O Globo.

O vereador de São Paulo Eliseu Gabriel (PSB) entregará no próximo dia 26 de julho ao prefeito de Recife, João Campos (PSB), o título póstumo de cidadão paulistano de Eduardo Campos, pai dele, morto após uma queda de avião quando concorria a presidente da República pelo PSB em 2014.

A homenagem foi proposta antes da morte de Campos, mas aprovada em 2015 e nunca foi entregue. A ideia é aproveitar a presença de João e de outros caciques do partido em São Paulo para a convenção do PSB que confirmará o lançamento da deputada Tabata Amaral (PSB) como candidata a prefeita da capital paulista. O evento ocorrerá no sábado, 27.

Além de João Campos, namorado da deputada, o evento deve ter as presenças do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), e de Márcio França (PSB), ministro do Empreendedorismo.

“Propus esse título ao Eduardo Campos ainda em vida, tamanha era a sua figura no cenário político. Honra para a cidade tê-lo como cidadão paulistano, mesmo que in memoriam. Eduardo foi um líder exemplar, cuja visão e dedicação inspiram gerações. Com certeza, o Brasil teria tomado outros rumos se ele estivesse entre nós”, declarou Elizeu Gabriel

Com informações do Estadão.

Por José Adalbertovsky Ribeiro, periodista, escritor e quase poeta*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Na temporada de 1998 aconteceu um festival de sofrência no reino de Pindorama. Venceu a cantiga “Eu não presto, mas eu te amo”, interpretada pelo “Dinossauro Vermelho”. O “Lobo Mau” ficou em segundo lugar. O Dinossauro e o Lobo Mau trabalham com a mesma moeda, a cara e a coroa da polarização. Eles se amam pelo avesso, nos tapetes dos poderes.

Eles combinaram: “Eu falo mal de você e você fala mal de mim. Assim vamos continuar na vitrine sem dar vez a ninguém, até os tempos infindos. Se o Dinossauro ficar gagá feito Biden será substituído por um poste tipo o Radar. Se o Lobo Mau for impedido pela arbitragem, haverá uma marionete. Assim tá combinado, do jeito que o diabo gosta.

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A torcida organizada do Dinossauro é comandada pelos devotos da seita vermelha. O Lobo Mau lidera os rebanhos da seita do gado. Quando as duas torcidas se encontram, o pau canta, barbaramente ou democraticamente. Ao lembrar a Grécia Antiga, os bárbaros juram por Zeus que frequentavam a escolinha do Professor Platão e aprenderam as lições sobre democracia relativa e regulamentação das redes sociais.

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Um parêntese: sexta maior população do mundo, quinta maior extensão territorial do planeta e nona ou oitava economia no ranking internacional, o Brazil, considerado emergente, é polo geopolítico estratégico nos cenários globalizados, noves fora todas as mazelas que infelicitam a nossa Nação. “Gigante pela própria natureza”, este é apenas um refrão ufanista.

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Há décadas e décadas o Brazil vive patinando com um crescimento econômico medíocre e em meio a bate-bocas ideológicos. Nos anos 1980 transcorreu a década perdida da estagnação econômica, sufocada pela inflação, desagregação social, aumento da pobreza e favelização, disseminação do populismo e das demagogias políticas.

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Naquela época os “Tigres Asiáticos” — Cingapura, Coréia do Sul, Hong Kong e Taiwan — davam curso ao grande salto desenvolvimentista iniciado na década de 1960, com crescimento na faixa de 10 % ao ano, na base de políticas econômicas liberais, educação, disciplina, baixos impostos e estado de bem estar social.

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Na mesma região na Ásia e com territórios mais ou menos equivalentes, a Coréia do Sul, democracia capitalista, exibe um PIB de 1,6 trilhão de dólares, e a Coréia do Norte, ditadura comunista, tem um Pibizinho de menos de 100 bilhões de dólares. Os comunistas coreanos fabricam bombas atômicas para ameaçar os capitalistas, mas são incapazes de fabricar geladeiras para os 26 milhões de habitantes. Geladeiras e rock ‘n’ roll são artefatos subversivos.

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Por que o Brazil não decola? Não decola porque não é passarinho nem avião. Os tigres asiáticos decolaram pelo impulso da livre iniciativa, planos de voo de estabilidade institucional, honestidade nas relações de mercado, mão-de-obra competente e bem remunerada.
O Brazil também não decola por conta da corrupção nos ares e em todos os andares, engrenagens dos poderes montadas para favorecer a concentração de renda nas mãos das elites e das castas parasitárias, penalidades para quem produz e sustenta os sanguessugas do poder.

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No ritmo da inércia, este reino de Pindorama vai continuar patinando com voo de galinha e as próximas gerações vão continuar dançando punk, discutindo teologias socialistas e fazendo passeatas de protesto. Comunista-raiz detesta o rock, por ser um ritmo imperialista. Se você gostar de Elvis Presley, será chamado de reacionário da direita. Se adorar a musa Madonna, nem pensar, será um bicho da ultradireita nos caminhos da perdição. Arriba, galera! Até breve!

Dois dias depois do ataque a tiros contra Donald Trump, o Partido Republicano inicia sua Convenção Nacional nesta segunda-feira no Fiserv Forum, na cidade de Milwaukee, Wisconsin (EUA). Nela, será realizada a nomeação oficial do ex-presidente como o candidato da sigla para a corrida presidencial de 5 de novembro.

Preocupações com a segurança do evento, que se estende até a quinta-feira, foram levantadas depois do atentado no comício de Trump, na Pensilvânia. A expectativa era de que o Serviço Secreto revisasse o esquema, mas agência norte-americana afirmou ontem que permanecerá com o plano já desenvolvido.

Em declaração a jornalistas, a coordenadora do Serviço Secreto para a convenção, Audrey Gibson-Cicchino, disse que a confiança no atual plano se dá porque o evento já é considerado um NSSE (sigla em inglês para National Special Security Event ou Evento Nacional de Segurança Especial, na tradução livre). A designação estabelece o nível mais alto de proteção e exige que as agências federais dos EUA forneçam todo suporte para assegurar a segurança dos participantes.

A expectativa é de que mais de 50.000 pessoas compareçam, incluindo políticos e delegados republicanos de todos os 50 Estados norte-americanos.

A CONVENÇÃO
Durante o evento, os delegados votam no candidato que obteve a maioria dos delegados durante as primárias e caucus, realizados em cada Estado. Se um candidato alcança mais da metade dos votos dos delegados, ele se torna oficialmente o candidato presidencial do Partido Republicano.

Neste caso, Donald Trump conquistou 2.268 delegados, enquanto sua única oponente, Nikki Haley, obteve 97. Durante o evento, esses delegados são obrigados a apoiar o candidato conforme os resultados das eleições locais.

A maioria dos delegados de Trump foram conquistados na Super Tuesday (Super 3ª, em tradução livre), quando mais de ⅓ dos delegados republicanos estavam em disputa. O dia é o mais importante das prévias eleitorais dos partidos Democrata e Republicano.

Espera-se que Trump aceite a nomeação presidencial com um discurso no último dia da convenção.

Com informações do Poder 360.

O presidente Lula recebe, na manhã desta segunda-feira, no Palácio do Planalto, o presidente da Itália, Sergio Mattarella.

Como a Itália é uma república parlamentar, Mattarella é o chefe de Estado do país europeu, enquanto a chefia do governo cabe à primeira-ministra Giorgia Meloni.

Lula e Mattarella terão uma reunião no Planalto, seguida de assinatura de acordos, declaração à imprensa e um almoço no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Segundo o governo brasileiros, os dois líderes discutirão a relação entre os países e temas gerais, a exemplo da a reforma das instituições de governança global, das presidências italiana no G7 e brasileira no G20 e da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza que Lula planeja lançar.

Brasil e Itália devem assinar um acordo de reconhecimento recíproco de carteiras de habilitação entre os países. Está prevista também a assinatura de memorandos de entendimento entre a Embrapa e a Universidade de Turim.

150 anos de imigração italiana
De acordo com o MRE, a viagem de Mattarella é a primeira visita de Estado ao Brasil de um presidente italiano em 24 anos. Além de Brasília, ele terá compromissos durante a semana em São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Rio Grande do Sul.

A visita ocorre no ano em que se comemora o 150º aniversário da imigração italiana no Brasil. Atualmente, segundo o MRE, o país tem mais de 35 milhões de descendentes de italianos, enquanto mais de 100 mil brasileiros vivem na Itália. As empresas italianas, conforme o MRE, geram de cerca de 150 mil empregos no Brasil.

Lula esteve na Itália em junho, onde participou como convidado da cúpula do G7. Em 2023, ele também foi ao país, quando se reuniu com Mattarella e Meloni.

Com informações do G1.

Em uma entrevista ao jornal New York Post, Donald Trump refletiu sobre como sobreviveu à tentativa de assassinato, mostrando ao repórter um grande hematoma no antebraço direito que ele disse ter sofrido quando agentes correram para o palco como “linebackers” para protegê-lo.

Ele tinha uma “bandagem branca grande e solta cobrindo sua orelha direita” durante a entrevista e sua equipe disse que o veículo não poderia tirar nenhuma foto dele, de acordo com o Post. “Era para eu estar morto”, firmou Trump. “Por sorte ou por Deus, muitas pessoas estão dizendo que é por Deus que eu ainda estou aqui”.

Trump abordou as fotos dele levantando o punho e dizendo “Lute!” enquanto tinha sangue no rosto. “Muitas pessoas dizem que é a foto mais icônica que já viram”, disse Trump. “Eles estão certos e eu não morri. Normalmente você tem que morrer para ter uma foto icônica”.

Trump também disse que apreciou a ligação que recebeu do presidente Joe Biden, de acordo com o Post, chamando-a de “ótima” e “muito simpática”. O jornal relatou que Trump sugeriu que a campanha entre eles poderia ser mais civilizada de agora em diante.

Também na entrevista, Donald Trump afirmou estar trabalhando em um novo discurso, com o objetivo de quebrar a polarização nos Estados Unidos. “Eu quero unir nosso país, mas não sei se isso é possível. As pessoas estão muito divididas”.

Com informações da CNN Brasil.

Um festival para chamar de seu

A governadora Raquel Lyra (PSDB) criou um festival para chamar de seu, como na canção “Mesmo que seja eu”, de Erasmo Carlos. Trata-se do duvidoso batismo de “Pernambuco Meu País”, cuja primeira etapa teve como cenário Taquaritinga do Norte, no último fim de semana.

Na verdade, é uma réplica mal copiada do Festival de Inverno criado pelo ex-governador Joaquim Francisco, em 1991, por sugestão de Marcílio Reinaux, de Garanhuns, por onde tudo começou tendo Jarbas Vasconcelos estendido a outras cidades com o batismo de Circuito do Frio. Envolveu mais outras cidades frias entre junho e julho, como Triunfo e a própria Taquaritinga.

Ambas concebidas dentro de uma visão de gestão pública para valorizar as cidades interioranas e movimentar a economia. Já a ideia de Raquel extrapola essa lógica, está além disso. É fruto do seu nariz enviesado e da sua forma de fazer política com o fígado. “Pernambuco meu País” foi criado para concorrer com o Festival de Inverno de Garanhuns, depois da briga dela com o prefeito Sivaldo Albino (PSB).

Até o mais ignorante e analfabeto político já entendeu assim. No ano passado, o Governo de Raquel tentou tirar os holofotes da Prefeitura de Garanhuns, parceira do Estado no Festival de Inverno desde a sua criação, em 91. Ignorou o prefeito, escolheu as atrações à sua revelia e, não se dando por satisfeita, ameaçou com um festival paralelo ao longo deste ano, o que realmente se concretizou.

Com um mês inteiro para fazer o festival que ela chamou de seu, deu a largada por Taquaritinga justamente na mesma data de Garanhuns. Transformou um evento, que seria para dar alegria ao povo, numa birra política. Tanto que políticos ligados à governadora, tradicionalmente e historicamente vistos no Festival de Inverno de Garanhuns, por lá não deram as caras, com receio de que suas presenças fossem interpretadas pela governadora como uma escolha de lado político.

Que horror! Nunca dantes na história de Pernambuco! Gestão não se faz com perseguições, picuinhas, pequenez, festas populares e canções. Também não se faz com sangue e ferro. Se faz com grandeza. Gestão é filha da política e a política, universalmente, é a ciência da liberdade.

Os excluídos – Ao invés de cuidar de festa, a governadora Raquel Lyra (PSDB) deveria olhar para o social, para quem mais precisa de governo e dar um puxão de orelha no secretário da Fazenda, Wilson de Paula, importado de fora, como a maioria do seu primeiro escalão, que excluiu 600 mil pessoas do auxílio do 13º salário pago pelo Estado no programa Bolsa Família, sob a alegação de ter feito um pente fino. O que dirão os que vão ficar sem esse extra?

Pequenez de alma – Se a governadora só deu uma nota insossa e sem emoção sobre a morte da viúva de Miguel Arraes, três vezes ex-primeira-dama do Estado, a vice-governadora Priscila Krause (Cidadania) fez pior: ignorou completamente a Dama da História, como assim ficou conhecida dona Mada, não registrando sequer um lamento de solidariedade pelas redes sociais. A grandeza ou pequenez do indivíduo, já li em algum lugar, deve ser medida pela grandeza ou pequenez da sua alma.

Estudantes abandonados – A Casa do Estudante de Pernambuco foi abandonada pelo Governo Raquel. Está há três meses sem receber os recursos que o Estado sempre repassou e que são usados pela instituição na alimentação dos estudantes, assistência odontológica e psicológica. “Muitos não têm condições de se manterem aqui. O ticket alimentação é o que mais impacta o dia a dia da gente. Quem estuda sabe que precisamos ganhar tempo, e sem o ticket fica complicado até para preparar as refeições. Nós compramos, temos que cozinhar em casa, mas não temos fogão a gás, tudo é feito na resistência elétrica e demora muito. E isso atrapalha muito o desempenho na rotina”, explicou um dos estudantes.

Defasagem orçamentária – O presidente da Casa do Estudante, João Novaes, revela que há uma defasagem muito grande no orçamento destinado à entidade. “A justificativa do governo estadual para o atraso nos repasses é que houve problemas burocráticos internos da própria Secretaria de Educação e Esportes. Uma das nossas principais reivindicações é o reajuste considerável do valor do contrato, que está defasado há anos. O valor ideal para custeio, considerando o valor de mercado, seria de quase R$ 5 milhões”, disse.

Atirador eleitor de Trump – Autoridades norte-americanas afirmaram que o homem que atirou no ex-presidente Donald Trump durante um comício na Pensilvânia, nos Estados Unidos (EUA), na tarde do último sábado, era um eleitor do Partido Republicano, da mesma sigla do candidato. Ele, porém, já doou dinheiro aos democratas, segundo informações da CNN Internacional. Identificado como Thomas Matthew Crooks, o atirador, de 20 anos, tinha registro de eleitor como republicano, de acordo com informações presentes no banco de dados de eleitores da Pensilvânia. Os dados batem com o nome, idade e endereço dele.

CURTAS

DEUS EVITOU – O ex-presidente Donald Trump afirmou, em nota, que “Deus evitou que o impensável acontecesse”. A declaração ocorreu após um homem armado atirar contra o candidato republicano em um comício na Pensilvânia, nos Estados Unidos (EUA).

REPÚDIO – O presidente Lula, ao ser informado do atentado nos Estados Unidos, assim reagiu pelas redes sociais: “O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política”.

COMPARAÇÃO – Já o deputado federal André Janones (Avante-MG) comparou o ataque a tiros sofrido pelo ex-presidente Trump com a facada em Bolsonaro. “Agora sabemos o que o miliciano foi fazer nos EUA assim que deixou a presidência. É a ‘fakeada’ fazendo escola”, escreveu.

Perguntar não ofende: Se for colocada em votação hoje, os deputados aprovam a convocação extraordinária em plena véspera de feriado?

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou, neste domingo (14), o governo de Israel de sabotar “o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio”, após um ataque israelense no sábado (13) em uma zona humanitária na Faixa de Gaza.

“O governo de Israel segue sabotando o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio. O mais recente bombardeio promovido na Faixa de Gaza vitimando centenas de inocentes é inadmissível. Agora com mais de 90 vítimas fatais e quase 300 feridos em tendas que abrigavam crianças, idosos e mulheres”, disse Lula no X (antigo Twitter). As informações são do Poder360.

“É estarrecedor que continuem punindo coletivamente o povo palestino”, falou. “Nós, líderes políticos do mundo democrático, não podemos nos calar diante desse massacre interminável”.

Para Lula, o cessar-fogo e a paz deveriam ser prioridades da “agenda internacional”: “Todos os nossos esforços devem estar centrados na garantia da libertação dos reféns israelenses e no fim dos ataques à Faixa de Gaza”.

Ataque a Gaza

Segundo o exército de Israel, o alvo do ataque era Mohamed Deif, o comandante das Brigadas al-Qassam, o braço armado do Hamas. Deif é tido como o número dois do Hamas e um dos principais mandantes dos ataques de outubro, que reacenderam o conflito na região.

O FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, afirmou neste domingo (14) que o atirador que tentou assassinar Donald Trump aparentemente “agiu sozinho”. A declaração foi feita pelo agente especial do FBI Kevin Rojek durante uma coletiva de imprensa por telefone junto com o Departamento de Justiça dos EUA.

“Também não identificamos uma ideologia associada ao caso”, acrescentou Rojek. Na coletiva, outra autoridade do FBI afirmou ainda que o incidente está sendo investigado como um potencial ato de terrorismo doméstico. As informações são do G1.

Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, foi identificado como o atirador que tentou assassinar Donald Trump. O ex-presidente dos Estados Unidos foi alvo de um atentado durante um comício na Pensilvânia, no sábado (13).

O FBI também afirmou que, até agora, não há indicações de que Crooks tinha problemas de saúde mental e que o serviço de inteligência dos EUA está focado nas motivações dele, especialmente através de suas redes sociais.

Crooks foi morto após atirar contra o ex-presidente. As autoridades afirmaram que coletaram amostras de DNA para identificá-lo. Ele morava em Bethel Park, um distrito que fica a cerca de 70 km do local do atentado, e estava registrado no sistema eleitoral do estado como republicano.

O atirador não tinha outros registros criminais na justiça norte-americana, segundo o jornal “The New York Times”. O FBI afirmou que a motivação do atentado contra o ex-presidente ainda é desconhecida.

Trump deixou o comício sangrando e foi encaminhado ao hospital, mas já recebeu alta. Um disparo atingiu de raspão a orelha do ex-presidente. O republicano teve a segurança reforçada e desembarcou em New Jersey, na madrugada deste domingo.

Os disparos também provocaram a morte de um homem que acompanhava o comício, Corey Comperatore, de 50 anos. Além disso, outros dois espectadores, também do sexo masculino, foram socorridos em estado grave e encaminhados ao hospital. Todas as vítimas são adultas.

A polícia recuperou um fuzil AR-15 semiautomático no local do atentado, segundo a Associated Press. As autoridades acreditam que o atirador agiu sozinho. Ainda assim, a investigação tentará identificar se outras pessoas estão envolvidas no crime.

O Serviço Secreto dos EUA informou que Trump está seguro e que medidas de proteção foram implementadas ao seu redor.

Durante a madrugada deste domingo, o espaço aéreo da cidade onde morava o atirador foi fechado por razões de segurança.

Realizado ontem, no Iate Clube de Serra Talhada, o encontro dos Magalhães foi um estrondoso sucesso, reunindo mais de 300 integrantes da família, entre eles o empresário Eduardo Monteiro, neto do ex-governador Agamenon Magalhães, filho ilustre da terra. 

Eduardo é filho de Dona Maria do Carmo Magalhães, filha de Agamenon. Foi casada com o ex-ministro Armando Monteiro Filho. Eduardo fez questão de atender a convocação da professora Lúcia Helena Magalhães, organizadora do evento. 

Os Magalhães têm seu tronco em Serra Talhada por meio do fazendeiro Agostinho Nunes Magalhães. “Foi um momento de extrema emoção. Revi parentes que não via há muito tempo e conheci outros da nova geração”, disse o neto de Agamenon Magalhães, bastante emocionado. 

Segundo a professora Lúcia Helena, foi o primeiro encontro da família Magalhães realizado na Capital do Xaxado. Antes, a família se reuniu em Petrolina, no Sertão do São Francisco, mas agregando uma pequena parte dos parentes.

O de Serra Talhada vai ficar marcado na história, segundo ela. “O encontro surgiu do desejo de reunir familiares que há muito tempo não se encontravam ou porque moram em outros estados ou porque se distanciaram com a correria diária, mas sentem a necessidade de estreitar os laços familiares”, disse Lúcia Helena.

A pré-candidata à prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, Clarissa Tércio, lançou a Agenda 11, neste sábado (13), em Cavaleiro, para escutar e debater com a população os desafios e soluções para a segurança pública na cidade. Durante o evento, Clarissa, que diante de inúmeros relatos dos presentes, além de testemunhar mais uma vez o sentimento de insegurança que toma conta dos jaboatonenses, falou sobre pontos de cuidado, valorização e soluções voltadas para a segurança pública, enfatizando a importância da colaboração entre especialistas e a comunidade. 

Entre os temas discutidos estavam o aumento do efetivo da Guarda Municipal, a modernização dos equipamentos de segurança e a implementação de políticas de prevenção à violência.

A pré-candidata destacou a necessidade de um diálogo aberto com a sociedade civil, ressaltando que a participação ativa dos cidadãos é essencial para a construção de políticas públicas eficazes e inclusivas. “A segurança pública é uma preocupação de todos nós. Precisamos ouvir as vozes da comunidade e trabalhar juntos para encontrar as melhores soluções para Jaboatão”, afirmou Clarissa.

Na sexta-feira (12), Clarissa participou de um encontro no Sindicato dos Guardas Municipais de Jaboatão (SindGuardas-JG), em Piedade. A pré-candidata reafirmou seu compromisso com a segurança pública ao declarar apoio ao armamento da Guarda Municipal. A proposta, que faz parte de seu plano de governo, visa fortalecer a atuação da corporação e garantir maior proteção aos cidadãos.

O presidente Lula repudiou neste sábado (13) o que classificou de atentado contra o ex-presidente Donald Trump. Ele considerou o ato como “inaceitável”.

“O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável”, declarou o presidente nas redes sociais.

Neste sábado, Trump foi retirado por seguranças do palanque onde fazia um comício na Pensilvânia. Após sons de tiros, o candidato republicano se abaixou e levantou com sangue na orelha e no rosto.

O local do comício foi abandonado com cadeiras derrubadas e fita policial amarela ao redor do palco. O caso está sob investigação.

Da Agência Brasil

O índice de preços ao consumidor (IPC) na Argentina foi de 4,6% em junho, ficando levemente acima do porcentual registrado em maio, que havia sido de 4,2%, informou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Com isso, o IPC acumulado em 12 meses teve uma ligeira queda, de 276,4% em maio para 271,5% em junho.

Entre os aumentos registrados em junho, os mais expressivos foram nos setores de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (14,3%); restaurantes e hotéis (6,3%); e educação (5,7%). Os preços de alimentos e bebidas não alcoólicas subiram 3% em relação a maio e acumulam alta de 285,1% em 12 meses. “A inflação dos alimentos despencou”, disse nesta sexta-feira Javier Lanari, vice-secretário de Imprensa do governo do presidente Javier Milei, além de ressaltar que esse é “o item que mais afeta os setores vulneráveis”. As informações são da Gazeta do Poço.

Os preços ao consumidor na Argentina em 2023 aumentaram 211,4%, a taxa mais alta desde a hiperinflação de 1989-1990. No ano anterior, a inflação foi de 94,8%. De acordo com o relatório oficial, a inflação acumulada na Argentina no primeiro semestre foi de 79,8%. As previsões de analistas privados mais recentes coletadas pelo Banco Central argentino apontam para uma inflação de 138,1% para 2024, com taxas mensais acima de 4,4% até o fim do ano. A Argentina está em meio a um plano de estabilização da economia e corte de gastos públicos, conduzido por Milei e sua equipe econômica.

Até hoje, 4 presidentes dos Estados Unidos foram assassinados. Abraham Lincoln (1809-1865), James Garfield (1831-1881), Willian McKinley (1843-1901) e John Kennedy (1917-1963). Kennedy estava em campanha pela reeleição. Reeleito, McKinley foi alvejado durante uma exposição em Buffalo, Nova York. Morreu de complicações pelo disparo.

Outros 9 presidentes sobreviveram aos atentados, a maioria deles a tiros, sendo os mais recentes: Jimmy Carter (1979) e Ronald Reagan (1981), cujo pulmão foi perfurado.

O sistema nos Estados Unidos é bruto. Os ódios sempre foram extremos. Muitas guerras e muita violência marcaram a trajetória dos políticos. Desde meados da década de 2010, a polarização e os ódios se acirraram demais, seja pela ação de uma esquerda com agenda acordada em defesa de minorias e imigrantes, seja pela reação da direita republicana representada por Trump, cuja agenda é diametralmente ridícula.

Trump tem demonstrado uma resiliência invejável. Foi acusado de cometer crimes e denunciar ateados contra a democracia, como a invasão do Capitólio. No seu julgamento em que foi acusado de subornar uma atriz pornô para que seu caso com ele não fosse revelado, a mídia americana e mundial massacrou Trump como nunca fez com um político americano. Nem Richard Nixon (1913-1994), com todo Watergate, foi tão atacado. A Suprema Corte deu a ele o alento, na sua decisão de poupá-lo do direito o faria praticado contra ele.

A incapacidade de Joe Biden de se mostrar competitivo promoveu o acerto dos ódios. E a consequência foi o atentado aos tiros neste sábado (13), no qual Trump não morreu por um triz. O tiro atingiu sua orelha, ele sentiu e se atirou ao chão instintivamente. Saiu caminhando do palanque, aclamado pela multidão. O homem que atirou nele foi morto.

É inevitável a comparação deste atestado com o que sofreu em 2018 pelo então candidato Jair Bolsonaro . A diferença fundamental é que, há 6 anos, a direita mundial não estava tão bem organizada como agora, como pudemos conferir no encontro de Balneário Camboriú (SC), na semana passada, promovido pelo CPAC (Conservative Political Action Conference). A reação será forte.

Trump tem o mérito de ter dado o 1º passo para o surgimento de uma nova e mais bem organizada mundialmente, a qual tinha sido tirada de cena pela esquerda e centro-esquerda que emergiu depois da queda do muro de Berlim. O atentado contra ele não se resume à política norte-americana, mas deve ser analisado num contexto global. Vejam, por exemplo, os atos de violência promovidos na França depois da eleição de 7 de julho.

O adido deste sábado indica onde pode chegar a escalar a violência na política americana, cuja temperatura vem subindo desde a morte de George Floyd, um homem negro morto por policiais em maio de 2020, quando Trump e Biden iniciaram a disputa pela Casa Branca. Tudo o que veio depois está encadeado e não vai parar por aí.

As consequências serão proibidas. Trump não deixará de passar em branco e cobrará uma investigação rigorosa por parte do serviço secreto, que falhou, depois que 1 ataque foi morto, assim como 1 apoiador de Trump. Ele irá globalizar este atentado, mostrando que todos os líderes de direita correm o mesmo risco, seja na Europa, Brasil ou em outros países sul-americanos. Recentemente, ele disse a políticos brasileiros que, se eleito, trataria o caso brasileiro como uma questão pessoal ao se referir às perseguições contra os apoiadores de Bolsonaro pelas autoridades do Judiciário.

Lula mandou postar nas redes sociais uma nota econômica de repúdio ao atentado. Gustavo Petro, da Colômbia, não se manifestou até as 22h30. Outros adversários de Trump na política mundial também se calaram, como o espanhol Pedro Sanchez e o francês Emmanuel Macron. Já o primeiro-ministro britânico , o trabalhista Keir Starmer, ex-trotskista, publicou no X uma dura nota condenando a violência, dizendo que “toda sociedade” é vítima deste tipo de atentado.

A partir de agora, Donald Trump, o resiliente, é um sobrevivente. Assim como Reagan, atingido por um tiro em 30 de março de 1981 no 1º ano do seu mandato, o tiro na orelha mudará o curso da história e da campanha. Reagan voltou do hospital para a Casa Branca em 11 de abril com um apetite pelo poder maior do que nunca. Exatamente o que acontecerá com Trump. A partir de agora a campanha vai pegar fogo. Literalmente.

O ataque ao ex-presidente dos EUA Donald Trump, 78 anos, deve levar a uma revisão no esquema de segurança da Convenção Nacional Republicana, que começa na segunda-feira (15) e segue até a quinta-feira (18l), no Fiserv Forum, na cidade de Milwaukee, em Wisconsin (EUA).

A expectativa é de que mais de 50.000 participem do evento que confirmará a nomeação oficial de Trump como candidato do Partido Republicano na disputa presidencial. Políticos e delegados republicanos de todos os 50 Estados norte-americanos participarão da cerimônia, que também atrairá a atenção da mídia, com jornalistas in loco. As informações são do Poder360.

O governador do Wisconsin, Tony Evers (Democrata), disse conversar com os responsáveis pela segurança da convenção. “Minha equipe e eu estamos em contato com aqueles que coordenam o planejamento de segurança da Convenção Nacional Republicana e continuaremos em estreita comunicação à medida que nos inteiramos mais sobre essa situação”, escreveu em sua conta oficial no X (ex-Twitter).

O Serviço Secreto dos EUA é o maior responsável por lidar com a segurança da convenção. Também houve um incremento no financiamento federal do evento e o valor destinado em 2024 alcança US$ 75 milhões, conforme o Wall Street Journal.

A convenção é tida como um evento especial de segurança nacional. Armas não serão permitidas em áreas com exigência de credenciamento.

A legislação do Estado de Wisconsin, no entanto, restringe a proibição de armas no entorno do perímetro de segurança.

O USA Todayreforça que o planejamento para o ato político em Milwaukee está em andamento há 1 ano e que o Serviço Secreto pode alterar todo o protocolo de segurança, mas medidas mais restritivas não foram anunciadas até o momento.

De acordo com a CBS News, o perímetro de segurança deve ser expandido pelo Serviço Secreto com “zonas-tampão” em torno do evento.

Em 12 de março, Trump assegurou os 1.215 delegados necessários para ser o candidato do Partido Republicano à Presidência do país nas eleições de novembro.

Por Fernando Castilho*

No mês de maio, o Brasil obteve um saldo positivo de 131.811 na geração de postos de trabalho com carteira assinada. No acumulado do ano (jan-maio) foram gerados 1.088.955 postos de trabalho formais. E nos últimos 12 meses o total de vagas geradas chegou a 1.674.775. Com isso, o estoque total enviado para o CAGED no mês alcançou 46.606.230 postos de trabalho formais.

Também no trimestre móvel encerrado em maio de 2024, a taxa de desocupação recuou 0,7 ponto percentual frente ao trimestre de dezembro a fevereiro de 2024 (7,8%) chegando a 7,1%. Com isso, a taxa de desocupação foi a menor para um trimestre móvel encerrado em maio, desde 2014 (7,1%). A população ocupada – o total de trabalhadores do país – atingiu novo recorde da série histórica iniciada em 2012 chegando a 101,3 milhões.

Consumo e renda

Os números mostram uma evolução importante na geração do emprego o que, naturalmente, se reflete numa maior geração de renda e consequentemente melhoria no consumo das famílias que no 1º trimestre de 2024 em relação ao 1º tri 2023 cresceu 4,4%.

Eles dão uma perspectiva positiva do quanto a economia tem potencial de crescimento, mesmo operando com uma taxa básica de juros de 10,5%, que na ponta quer dizer um custo de capital de giro pré-fixado de, pelo menos, 24,15% e 36,48%, ao ano, entre os três maiores bancos brasileiros.

Mas quando se observa com mais atenção sobre os fatores e condições que esses 1.088.955 postos de trabalho formais foram gerados nos primeiros cinco meses do ano é possível observar que o Brasil está a milhões de outros postos de trabalho que poderiam ser gerados se o custo de criação e manutenção de um emprego no Brasil não fosse tão alto.

Custo do emprego

Poucas pessoas sabem que quando uma empresa que optou pelo Simples Nacional – um regime muito utilizado entre as micro e pequenas empresas por trabalhar com alíquotas mais brandas – pagou R$ 2.000 de salário a um empregado, ela teve que desembolsar R$ 3.284,00 subtraindo 8% de INSS que o funcionário deve pagar e os 6% referentes ao vale-transporte o que, no caixa da empresa, desconta R$ 3.004,00.

No caso de uma empresa que tenha optado pelo regime de Lucro Real ou Lucro Presumido, além dos encargos assumidos no Simples Nacional, são acrescentadas outras taxas: 20% de INSS (contribuição patronal); de 1% a 3% de seguro de acidente de trabalho; 2,5% de salário educação; 20% correspondente ao descanso semanal remunerado; 8,33% correspondem ao 13º salário; 3,3% para o “Sistema S” (SEBRAE, SENAI ou SESI); 11,11% correspondente às férias, levando-se em conta um salário por ano somado de 1/3 de abono. Tudo isso eleva o custo para a empresa de R$3.400,00.

Simples Nacional

Esse conjunto de obrigações é geral já que uma empresa no Simples Nacional só é obrigada a pagar 8% de FGTS por mês, férias de um salário por ano, 1/3 sobre férias, 13° salário, 8% de FGTS do valor anual, ter uma provisão vale-transporte e vale-alimentação além da burocracia do preenchimento dos documentos contábeis acaba sendo um inibidor da contratação formal.

Então, num país como o Brasil, custos menores poderiam gerar não ter apenas 46.606.230 de vínculos formais como registrado em maio, mas pelo menos 30% de trabalhadores com carteira assinada. O que – na outra extremidade da cadeia de tributos – quer dizer que estariam pagando mais a Previdência através do mais recolhimento ao INSS.

Salário da conta

Na conta bancária do empregado ter salário maior quer dizer pagar mais INSS e Imposto de Renda. Um trabalhador que tenha sido contratado com salário de R$10 mil não recebe isso. Sobre os R$ 10 mil é descontado 27,5% (R$ 2.750,00 menos a parcela de dedução R$ R$ 869,36) e mais a contribuição do INSS que no caso desse exemplo é de 1.063,64 (14% sobre R$ 7.597,49 que é o teto de contribuição). No final, o depósito será de 7.055,72. Fora outros descontos como Plano de Saúde oferecido pela empresa e mensalidade sindical de 1% opcional.

Pejotização

O problema desse quadro de custos é que ela acaba por estimular o fenômeno da “pejotização” quando, como uma Pessoa Jurídica, o empregador pode repassar o dinheiro que seria gasto com os encargos diretamente para o funcionário. No formato PJ, o trabalhador não tem direito aos chamados benefícios sociais, como décimo terceiro e férias.

É uma situação bem diferente do regime da CLT onde o funcionário tem direito a benefícios concedidos por lei. Logo, uma situação mais vantajosa, mesmo que isso implique em uma rotina de horários mais rígida.

*Colunista do Jornal do Commercio

Após agenda em São Paulo com o prefeito Ricardo Nunes, a pré-candidata a prefeita de Olinda, Izabel Urquiza (PL), visitou um Centro de Referência IoT e Tecnologias 4.0. A visita busca soluções para serem incorporadas ao Plano de governo , que vem sendo discutido com a sociedade civil para encontrar soluções para os desafios enfrentados pela cidade. Izabel está em busca de soluções inovadoras que possam transformar a gestão municipal em diversas áreas, com um foco especial em saúde e segurança pública.

“A saúde de Olinda está na UTI e vamos mudar essa realidade. Estamos buscando as melhores práticas para implementar uma gestão eficiente e inovadora. Uma cidade inteligente não é apenas uma cidade digital, é uma cidade que usa a tecnologia para melhorar a qualidade de vida das pessoas” destacou Izabel Urquiza.

A pré-candidata tem realizado encontros e visitas com o objetivo de conhecer soluções novas para velhos problemas em cidades grandes como Olinda e ter acesso a programas e projetos que deram certo são importantes. Izabel deve voltar a São Paulo para uma agenda com o representante da ONU no Brasil sobre cidades inteligentes, Miguel Setas. “Quero elevar o nível do debate, Olinda está onde tá hoje pela falta de visão e de ter uma gestão eficiente, mas para isso precisamos que a população entenda a importância de escolher o caminho da experiência, da segurança“ concluiu a pré-candidata