Recife e Santiago são os destinos mais visados por brasileiros para férias de julho

Recife e Santiago são, respectivamente, os destinos nacional e internacional, mais procurados por brasileiros para as férias de julho deste ano, de acordo com levantamento inédito da Decolar. A empresa registrou um aumento de 107% na procura por pacotes de viagens para o período na comparação com o ano passado. E listou ainda os 20 lugares mais visados no país e fora dele.

São eles, no Brasil: 1) Recife; 2) Maceió; 3) Porto Seguro; 4) Salvador; 5) Natal; 6) Rio de Janeiro; 7) Fortaleza; 8) João Pessoa; 9) Florianópolis; 10) São Paulo; 11) Foz do Iguaçu; 12) Navegantes; 13) São Luís; 14) Jericoacara; 15) Aracaju; 16) Caldas Novas; 17) Ilhéus; 18) Curitiba; 19) Fernando de Noronha e 20) Goiânia. As informações são do blog do Lauro Jardim.

O ranking de 2023, também elaborado pela Decolar, era liderado por Fortaleza e Rio de Janeiro, com Porto Alegre (hoje debaixo d’água) na terceira colocação. Recife, agora líder, ocupava o quarto lugar.

A lista da preferência internacional para julho de 2024 inclui: 1) Santiago; 2) Buenos Aires; 3) Bariloche; 4) Orlando; 5) Punta Cana; 6) Cancún; 7) Ushuaia (na Argentina); 8) Paris; 9) Lisboa; 10) Nova York; 11) San Andrés (na Colômbia); 12) Miami; 13) Cusco; 14) Curaçao; 15) Cartagena; 16) Roma; 17) Mendoza; 18) Montevidéu; 19) Londres e 20) Lima.

A capital chilena já estava na posição mais destacada no ano passado, assim como Buenos Aires está repetindo a “vice” no radar dos brasileiros. Já Bariloche desbancou Lisboa ao entrar no pódio.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou, hoje, as mortes do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, e do chanceler do país, Hossein Amir Abdollahian. Os dois foram vítimas de um acidente de helicóptero, no domingo (19). Em uma rede social, o petista escreveu:

“Com pesar soube da confirmação da morte do presidente iraniano Ebrahim Raisi e do seu chanceler, Hossein Amir Abdollahian e de todos os passageiros e tripulação, após a queda de seu helicóptero. Minhas condolências aos familiares de todas as vítimas, ao governo e ao povo iraniano”.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) também se manifestou e afirmou que recebeu a notícia com “profunda consternação”. “O governo brasileiro estende aos familiares do Presidente Raisi, do Chanceler Abdollahian e das demais vítimas, e ao governo e povo iranianos os mais sinceros sentimentos de solidariedade e pesar pelas irreparáveis perdas”, diz.

Ebrahim Raisi tinha 63 anos. Ele e o chanceler morreram depois que o helicóptero em que estavam caiu, em uma região montanhosa do Irã. As condições climáticas no momento do acidente eram ruins.

Raisi, que foi eleito em 2021 e tinha mandato até 2025, era a segunda pessoa mais importante do Irã, atrás apenas do aiatolá Ali Khamanei, líder supremo do país e de quem o atual presidente era um protegido e possível sucessor. O presidente e outras autoridades iranianas voltavam do Azerbaijão quando houve a queda do helicóptero. Segundo o blog da Sandra Cohen, a morte de Raisi deve disparar uma disputa feroz pelo cargo.

Os 18 anos do blog, que serão comemorados com uma grande festa na próxima quinta-feira, ao som da Super Oara, ganharam um sabor especial: um furo internacional. Fui o único em todo o mundo a noticiar a morte do presidente do Irã, Ebrahim Raisi.

Alguns acharam que era chute ou mera invenção. Mas a verdade é que recebi informação de primeira mão de uma fonte internacional extremamente confiável. Além de fontes no exterior, tenho familiares no mundo diplomático internacional, além de filhos no exterior, o que resulta em fontes em muitas partes do planeta.

O fato é que um iraniano ligado ao grupo do novo presidente do Irã, Mohammad Mokhber, teve a informação exclusiva sobre a não existência de sobreviventes no acidente de helicóptero que matou Raisi.

O Irã passou por uma guerra de 8 anos contra o Iraque, além de inúmeros outros conflitos e as autoridades são mais bem informadas do que se imagina. Ou seja, o governo iraniano sabia que todos haviam morrido, mas só podiam anunciar oficialmente depois de serem encontrados os destroços do avião e o que sobrou dos corpos.

Mas como o local da tragédia era muito recôndito e as condições meteorológicas extremamente desfavoráveis, então a demora foi de mais de 18 horas para o anúncio oficial.

Em resumo, este blog teve informação direta e séria para noticiar a tragédia. E fui o único blogueiro em todo o mundo a noticiar essa fatalidade, exatamente às 14h15, quando nem a imprensa iraniana sabia, conforme print do post que ilustra esta postagem.

Foi nesse contexto que recebi essas mensagens horas antes do anúncio oficial da morte do falecido presidente do Irã. Na verdade, essas informações vieram do gabinete do primeiro vice-presidente do Irã, que agora se tornou o novo presidente no prazo de até 50 dias, quando deverão ocorrer novas eleições.

Abaixo a mensagem:

Brother my friends tell me unfortunately the president is deceased. Will be announced in few hours”. De acordo com o Google Translate: “Irmão, meus amigos me dizem que infelizmente o presidente faleceu. Será anunciado em poucas horas”.

Já agora pela manhã, quando a imprensa brasileira e mundial deram a notícia atrasada, comecei a receber mensagens de congratulações pelo furo mundial. O renomado jornalista Fernando Rodrigues, diretor-presidente do site Poder360, escreveu:

“Bom dia, caro Magno. Parabéns pelo furo mundial”.

As pessoas não sabem o suficiente, mas tenho canais diplomáticos internacionais que desenvolvi ao longo de tanto tempo em Brasília. Além do mais, tenho familiares com grandes relações diplomáticas no mundo.

Foi nesse contexto que recebi essas mensagens horas antes do anúncio oficial da morte do falecido presidente do Irã. Na verdade, essas informações vêm do gabinete do primeiro vice-presidente do Irã, que agora se tornou o novo Presidente no prazo de até 50 dias, quando deverão ocorrer novas eleições.

Abaixo os textos: 

“Brother my friends tell me unfortunately the president is deceased. Will be announced in few hours”. 

De acordo com o Google Translate: “Irmão, meus amigos me dizem que infelizmente o presidente faleceu. Será anunciado em poucas horas”.

Por Márcio Accioly*

No dia 7 de outubro passado, um sábado, terroristas do Grupo Hamas (submissos ao Irã), surgidos do nada, realizaram um ataque maciço a um festival de música que acontecia em Israel. Eles assassinaram de imediato 260 pessoas desarmadas, a maioria jovem, cada qual com cerca de 30 anos de idade. Depois, os bem-organizados terroristas fizeram incursões no interior do país, levando centenas de reféns para o território palestino.

Nas incursões territorial, os terroristas decapitaram bebês em residências que ocuparam, colocaram alguns deles dentro de fornos micro-ondas e os ligaram, apenas para aterrorizar os seus pais com a tortura. Um total de 30 crianças foram levadas como reféns, inclusive um bebê que contava dez meses de idade à época. Um dos irmãos desse bebê, com 4 anos de idade, também foi levado.

Vejam bem: tudo aconteceu de inopino, sem aviso, sem declaração de guerra e envolvendo civis que acordaram no sábado, alheios à desgraça que ocorria. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, mobilizou de imediato todo o aparato militar do país e, juntamente com a cúpula militar, passou a estudar e elaborar um plano de ação que buscasse resgatar quase 300 pessoas levadas entre crianças e adultos, muitos deles idosos.

Israel reforçou suas fronteiras e se preparou para ofensivas militares perpetradas por inimigos, todos eles cientes da vulnerabilidade que o país vivia. Dois grupos terroristas que obedecem às ordens do Irã buscaram tirar proveito: o Hezbollah (que quer dizer “Partido de Deus”), e os Houthis, sediados no Iêmen, país a mais de 1600 km de Israel. Eles lançaram drones e mísseis contra Israel, mas deram com os burros n’água.

Israel buscou ajuda de seu principal aliado, os EUA, hoje presidido por Joe Biden, presidente fraco e desonesto. Ele é suspeito de vender segredos do país à China e à Rússia por Comissão que o investiga no Congresso norte-americano. Já se comprovou que recebeu valores oriundos da China, através de remessas bancárias dirigidas a si próprio e a membros de sua família, como o filho Hunter Biden e dois irmãos, James e Francis.

Biden construiu considerável fortuna como senador por seis vezes consecutivas pelo estado norte-americano de Delaware. Foi vice-presidente de Obama de 2009 a 2017, ano em que Trump derrotou Hillary Clinton. Ao deixar a vice-Presidência, levou diversos documentos secretos para casa, prerrogativa que pertence apenas a ex-presidentes. Trump levou documentos e foi ilegalmente processado. Mas Biden nada sofreu.

As ações deletérias de Joe Biden, cuja eleição foi discutível, enfraqueceram o país, comprometendo a situação do próprio Ocidente, já que os EUA são, de forma inegável, sua maior liderança. Ele abriu as fronteiras do país e permitiu a passagem de mais de 8 milhões de imigrantes, que hoje abarrotam ruas de suas cidades. Essa medida gera a ameaça de atos terroristas, já que não se sabe quem ingressou em solo norte-americano.

Mas o pior é que Joe Biden, em momento crucial do combate de Israel ao terrorismo do Hamas e de grupos vinculados ao Irã, negou o envio de armamentos indispensáveis às ações desenvolvidas por Netanyahu. Até mesmo integrantes do partido Democratas, considerada a esquerda que Biden representa, manifestaram preocupação em nota onde rechaçam sua posição. A derrocada do Ocidente só interessa aos esquerdistas.

Agora, drones à distância filmaram veículos com identificação da ONU, levando terroristas armados que metralham palestinos para colocar a culpa em tropas de Israel. Uma crise está instalada e isso é acontecimento recorrente que já causou, inclusive, a demissão anterior de funcionários da organização. A chamada big mídia, toda dominada por medalhões como George Soros, reduz o efeito negativo do acontecimento.

Este é o momento mais crítico, desde que o mundo conseguiu florescer com as suas várias civilizações. O exercício preferido da raça tida como inteligente é praticar o extermínio de seus semelhantes. Com o avanço inevitável da tecnologia, este exercício vai se tornando cada vez mais prazeroso e eficaz. Ainda bem que nem todos têm o acesso desejado. Certamente, por isso, o fim total venha sendo um pouco adiado.

*Jornalista em Brasília

Até o momento, só este blog deu a notícia do falecimento do Presidente do Irã: Ebrahim Raisi. Através de uma fonte diplomática internacional, recebi a notícia diretamente de um gabinete oficial do Governo do Irã.

O anúncio oficial do falecimento do chefe do governo iraniano deverá ser feito nas próximas horas.

EXCLUSIVO

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, morreu neste domingo (19). O helicóptero que transportava Raisi caiu enquanto atravessava um terreno montanhoso, sob forte neblina.

Segundo informações iniciais repassadas pela imprensa local, equipes de resgate tentavam chegar ao local onde a aeronave caiu, mas enfrenta dificuldade devido as péssimas condições climáticas na área, com muita chuva e fortes ventos.

O helicóptero em que viajava o presidente iraniano Ebrahim Raisi sofreu um acidente aéreo neste domingo (19), informou a TV estatal iraniana. Até a última atualização desta reportagem, as equipes de resgate tentavam chegar ao local, mas encontravam dificuldades devido a más condições climáticas, como chuva forte e vento.

A agência de notícias da República Islâmica (IRNA) reportou que o helicóptero caiu ao tentar aterrissar na região de Varzaqa. Também estavam na comitiva o ministro das Relações Exteriores do Irã, Hossein Amirabdollahian, o governador da província iraniana do Azerbaijão Oriental e outras autoridades.

“O estimado presidente e a empresa estavam voltando a bordo de alguns helicópteros e um dos helicópteros foi forçado a fazer um pouso forçado devido ao mau tempo e à neblina”, confirmou o ministro do Interior, Ahmad Vahidi, à TV estatal. “As equipes estão a caminho da região, mas devido ao mau tempo e à neblina pode levar algum tempo para chegarem ao helicóptero.”

A agência de notícias FARS pede que iranianos orem pelo presidente do país. A agência divulgou imagens das buscas pelo helicóptero.

Raisi estava viajando pela província iraniana do Azerbaijão Oriental. A TV estatal descreveu a área do incidente como sendo perto de Jolfa, uma cidade na fronteira com o Azerbaijão, cerca de 600 quilômetros a noroeste da capital iraniana, Teerã.

O presidente esteve no Azerbaijão na manhã de domingo para inaugurar uma barragem com o presidente do país vizinho, Ilham Aliyev. A barragem é a terceira que as duas nações construíram no rio Aras.

Nem a IRNA nem a TV estatal divulgaram qualquer informação sobre o estado de Raisi e dos outros passageiros.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, demitiu o ministro da Defesa do país, Sergei Shoigu. A demissão, confirmada neste domingo (12), acontece em um momento de intensificação do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Mais cedo, por exemplo, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, relatou que os confrontos se intensificaram na região de Kharkiv, no leste do país. No local, milhares de pessoas tiveram que deixar suas casas após os ataques russos. As informações são da Carta Capital.

Shoigu era um dos principais homens de confiança de Putin e estava no cargo há onze anos. Aos 68 anos, ele foi o mais longevo titular da Defesa russa desde o fim da União Soviética, no início dos anos 1990.

Segundo o governo russo, o agora ex-ministro vai para o Conselho de Segurança, que é um órgão consultivo.

O Kremlin não explicou o motivo pelo qual decidiu afastar o ministro da Defesa, limitando-se a dizer que o nome de Andrei Belousov foi proposto ao Parlamento para assumir a pasta.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, falou pela primeira vez sobre as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. Em comunicado, Biden disse que ele e sua esposa, Jill Biden, estão “profundamente tristes” e afirmou que seu governo está em contato com o do Brasil para enviar ajuda. 

“Nossos pensamentos e orações estão com as pessoas afetadas por esta tragédia e com os socorristas que trabalham para resgatar e fornecer cuidados médicos a famílias e indivíduos”, disse o presidente. “Os Estados Unidos estão ao lado do Brasil neste momento difícil”. As informações são do G1.

Biden não especificou, no entanto, que tipo de ajuda seu governo ofereceu, mas disse estar “em contato com nossos parceiros brasileiros”.

“Minha administração está em contato com nossos parceiros brasileiros, e os Estados Unidos estão trabalhando para fornecer a assistência necessária ao povo brasileiro, em coordenação com as autoridades brasileiras”.

A tragédia sem precedentes no Rio Grande do Sul, causada pelas enchentes e inundações provocadas pelas fortes chuvas que atingem a região, tem mobilizado governos e organismos internacionais.