Colômbia vai às urnas hoje após campanha marcada pela violência e embate entre esquerda e direita

A Colômbia vai às urnas neste domingo (31) para escolher o sucessor do presidente Gustavo Petro em uma eleição marcada pela violência e pela polarização política. Ao todo, 11 candidatos disputam o primeiro turno.

Petro está no poder desde 2022, e a Constituição colombiana não permite a reeleição presidencial. O partido dele, o Pacto Histórico, aparece entre os favoritos por causa de avanços sociais promovidos pelo governo, mas enfrenta desgaste por dificuldades no combate ao crime organizado. As informações são do g1.

Na mira da Polícia Federal (PF), que enviou parecer à Procuradoria-Geral da República (PGR) para abertura de investigação sobre a remessa de milhões de dólares para o fundo Havengate, supostamente para financiar o filme Dark Horse — que narra a versão da extrema direita sobre Jair Bolsonaro (PL) —, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conta com a blindagem de Donald Trump para evitar a quebra de sigilo que pode revelar um esquema de lavagem de dinheiro do clã nos EUA.

Mensagens reveladas pelo The Intercept Brasil mostram que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediu para Thiago Miranda, que atuava junto com Daniel Vorcaro, para “enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual”. As informações são da Revista Fórum.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Deputados federais do PSOL e da Rede Sustentabilidade acionaram a PGR (Procuradoria-Geral da República) para pedir a apuração da atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nos Estados Unidos.

Na representação, os parlamentares afirmam que o senador teria atentado contra a soberania nacional ao solicitar ao governo norte-americano a classificação das facções PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas. As informações são da CNN Brasil.

Caruaru - Transparência 2026

Por Igor Gadelha
Do Metrópoles

O governo Lula descarta buscar diálogo com a gestão Donald Trump no curto prazo para reverter a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas.

A ordem inicial do Palácio do Planalto é para que o Itamaraty e outros ministérios examinem com lupa os efeitos da medida para o Brasil antes de tentar qualquer contato com integrantes da gestão Trump.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Surpreendido pela decisão do governo Trump de classificar PCC e Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não gostou da medida e pretende fazer uma defesa da soberania nacional. As informações são do blog do Valdo Cruz.

Lula também avalia fazer um telefonema para conversar diretamente com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o assunto. Auxiliares do presidente brasileiro entendem que Trump pode não ter participado diretamente da formulação da medida, e que a decisão foi influenciada pela ala mais radical do governo norte-americano.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou nesta quinta-feira a decisão dos Estados Unidos de classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

“Grande dia”, disse o senador nas redes sociais. As informações são do jornal O GLOBO.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos informou nesta segunda ter designando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGTs) e pretende designar ambos os grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs), efetivamente a partir de 5 de junho de 2026.

Palmares - 147 anos

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (28) que classificou o Comando Vermelho e o PCC (Primeiro Comando da Capital) como “Terroristas Globais Especialmente Designados”.

O comunicado, assinado pelo secretário Marco Rubio, também afirma que os EUA pretendem designar os dois grupos criminosos como Organizações Terroristas Estrangeiras a partir do dia 5 de junho. As informações são da CNN.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A viagem de Flávio Bolsonaro (PL) ao entorno de Donald Trump tem, na avaliação de aliados e adversários, um objetivo político claro: tentar buscar a foto para mudar o foco da crise envolvendo sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.

A estratégia é produzir imagem de força política, influência internacional e discurso ligado à segurança pública, numa tentativa de construir uma agenda positiva após o desgaste provocado pelo caso Vorcaro. As informações são do blog da Andréia Sadi.

Flávio Bolsonaro não queria que a viagem fosse dominada por perguntas sobre o banqueiro ou sobre dinheiro citado nas investigações.

O problema, porém, é que a crise não sai do radar porque seguem sem resposta perguntas centrais

A Polícia Federal quer investigar a declaração de Valdemar Costa Neto de que Flávio Bolsonaro teria ido buscar “o restante do dinheiro” na casa de Daniel Vorcaro relacionado ao filme.

A fala abriu nova frente de preocupação jurídica porque investigadores avaliam possíveis indícios de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

Isso porque a suspeita envolve um agente público supostamente pedindo vantagem indevida a um agente privado.

Na avaliação de investigadores, para a configuração do crime de corrupção passiva não é necessário, necessariamente, um ato formal de ofício como contrapartida diretaAgora, a PF deve tentar descobrir:

·      se houve entrega de dinheiro;

·      qual era a origem dos recursos;

·      quem participou;

·      e qual foi o destino desse dinheiro.

Depois da repercussão, Valdemar tentou fazer um “veja bem” para reduzir danos políticos internos.

O episódio ainda criou uma “crise dentro da crise” para Flávio Bolsonaro porque quem levantou publicamente essa suspeita foi justamente Valdemar Costa Neto, principal dirigente do PL.

Mas, nos bastidores, aliados de Flávio avaliam que a fala acabou ampliando o desgaste político e abrindo uma nova frente de pressão jurídica sobre o caso Vorcaro.

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (26) que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas.

A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa logo após o encontro entre os dois em Washington. O senador disse que viajou até os Estados Unidos após ser convidado para se reunir com Trump na Casa Branca. As informações são do g1.

Flávio afirmou que conversou com Trump sobre diferenças entre um eventual governo liderado por ele e a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o senador, o presidente norte-americano não declarou apoio à pré-candidatura dele.

Senador e presidenciável, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desembarca nos Estados Unidos, na manhã de hoje, com a expectativa de um encontro com o presidente Donald Trump. As informações são do portal Metrópoles.

A reunião está prevista para acontecer amanhã. Segundo aliados de Flávio, o convite partiu da Casa Branca. Ainda não há, contudo, confirmação oficial da agenda.

No fim de semana, um fato deixou assessores do senador brasileiro com pé atrás. Trump cancelou a ida ao casamento do próprio filho, na Flórida, para ficar em Washington DC focado no acordo com o Irã. O americano está focado nas negociações para um acordo de paz com os iranianos. No sábado (23/5), ele disse que o acerto já foi em grande parte negociado e que os detalhes devem ser anunciados em breve.

O temor dos aliados de Flávio é de que essa questão do Irã acabe dominando a agenda de Trump nesta semana e leve o atual chefe da Casa Branca a desmarcar ou a adiar o encontro com o senador brasileiro.

Caso isso aconteça, a avaliação na campanha do Flávio é de que a narrativa ficará ruim para o político brasileiro, que planejava usar o encontro com Trump para tentar superar a crise de imagem recente.

A intenção de Flávio é usar a reunião para ofuscar as revelações dos contatos do senador com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e para tentar demonstrar prestígio no cenário internacional.