Câmara dos EUA aprova ajuda à Ucrânia e sanções à Rússia, contrariando Trump

Mais de uma dezena de parlamentares republicanos desafiaram sua própria liderança — e o presidente Donald Trump — ao votar com os democratas pela aprovação de um importante projeto de lei que destina bilhões de dólares em ajuda à Ucrânia e impõe duras sanções à Rússia.

A Câmara dos Representantes aprovou o pacote por 226 votos a 195. A medida endurece as restrições contra a Rússia com novas sanções aos setores de petróleo e gás e representa a primeira grande iniciativa pró-Ucrânia durante o segundo mandato de Trump. As informações são da CNN.

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (2) uma resolução que limita os poderes do presidente Donald Trump e busca encerrar a guerra contra o Irã.

O texto foi aprovado por 215 votos a 208. Quatro republicanos se juntaram aos democratas e votaram a favor da medida. A resolução ainda precisa ser aprovada pelo Senado e não depende de sanção de Trump. As informações são do g1.

Na prática, o Congresso quer impedir que Trump volte a atacar o Irã sem autorização dos parlamentares. O resultado da votação reflete a crescente preocupação no Capitólio e de republicanos com o conflito.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, que não foi comunicado oficialmente pelo governo dos Estados Unidos sobre as propostas de novas tarifas comerciais a produtos brasileiros, e que pretende enviar uma nova carta a Donald Trump. As informações são do portal G1.

Ele disse que foi surpreendido pelo anúncio e que o país “não pode aceitar” o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil. “Na última reunião, quando eu estive lá […] tivemos uma conversa com o Trump de três horas, e entregamos os assuntos que o Brasil quer discutir. Na hora da relação comercial, houve uma divergência entre o meu ministro e o ministro do comércio deles, eu propus ao Trump: ‘Já que não tem acordo entre os dois ministros, vamos dar trinta dias para que eles se entendam'”.

Caruaru - Transparência 2026

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O cientista político Benedito Tadeu Cesar, professor aposentado da Universidade do Rio Grande do Sul (URGS), observa que o entrevero com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne ao mesmo tempo os dois temas principais do debate eleitoral brasileiro: segurança pública e aumento do custo de vida. Trump recebeu o candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ), no Salão Oval da Casa Branca.

Dois dias depois, classificou o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Se tivesse parado aí, considera Tadeu Cesar, talvez fosse um tento importante para Flávio. Mas uma semana depois, Trump ameaça o Brasil com um novo tarifaço de 25% por razões diversas, inclusive o Pix.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O Globo

A degustação de uísques e charutos que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ofereceu ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e vários outros políticos e autoridades em Nova York em maio de 2024 não foi a única extravagância que ele promoveu nos Estados Unidos naquele período.

Ao todo, Vorcaro gastou pelo menos R$ 11,9 milhões em valores da época na organização de eventos para entreter políticos e autoridades que estavam na cidade naqueles dias – além da prova de bebidas e charutos, um jantar e uma festa com mulheres com fantasias prateadas que ficou conhecida como a “noite das astronautas”.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou, nesta terça-feira (2), que o Brasil é uma exceção em uma região repleta de aliados dos Estados Unidos.

A declaração foi dada durante um depoimento do chefe da diplomacia dos EUA ao Comitê de Relações Exteriores do Senado. As informações são da CNN.

“Agora temos neste hemisfério uma coalizão de países amigos – mais de uma dezena – que se alinharam para trabalhar não apenas nas questões de segurança que todos temos em comum, mas também na prosperidade econômica, que andam de mãos dadas”, afirmou Rubio.

Palmares - 147 anos

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) disse, hoje, ter pedido a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que não taxasse as empresas brasileiras. O Escritório de Comércio dos Estados Unidos propôs nesta terça a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos do Brasil. Na semana passada, Flávio esteve em Washington e se reuniu com Trump e com auxiliares do presidente americano.

“Nas três reuniões que nós tivemos, com o presidente Trump, o vice-presidente [J.D.] Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio, eu pedi expressamente: não taxem as empresas brasileiras. É um pedido que eu fiz, expresso, a eles”, afirmou Flávio Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já esperava uma recomendação de aumento de tarifa de importação pelos Estados Unidos por alegadas práticas desleais da parte do Brasil, como anunciado na madrugada de hoje. Mas, acredita haver espaço para negociação, e recebeu com alívio a lista de exceções. Nela, estão incluídos café e carne, além de aeronaves e peças.

Por outro lado, se as negociações falharem, o presidente Lula vai responsabilizar o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pela medida, e usar o PIX para defender a posição brasileira. Na avaliação da equipe presidencial, incluir o PIX ajuda o discurso do Brasil de perseguição política por parte de uma ala do governo Trump. As informações são do blog do Valdo Cruz.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deseja conversar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para insistir em um trabalho de cooperação no combate ao crime organizado, com objetivo de evitar qualquer tipo de medida que venha a prejudicar o sistema financeiro nacional.

Ainda não há uma data para essa conversa, mas Lula também quer evitar novos aumentos de tarifas na importação de produtos brasileiros. As informações são do blog do Valdo Cruz.

O cientista político Antonio Lavareda encontra-se em Portugal como palestrante convidado do XIV Fórum de Lisboa, de hoje até quarta-feira, e que tem como tema global “Nova Ordem Internacional, Tecnologia e Soberania: Desafios Democráticos e Sociais”.

Lavareda íntegra a pauta “Integridade Eleitoral no Século XXI: Influência, Interferência e Proteção da Democracia” que reúne nomes reconhecidos, entre outros, como Estela Aranha, Ministra do TSE, Paulo César Salomão Filho, Desembargador Eleitoral, Fernando Cabral, do Tribunal Eleitoral do Rio, Laís Bergstein, advogada, Gaspard Estrada, Conselheiro da Global LSE, Hélio Silveira, presidente da Câmara de Direito Eleitoral da OAB/SP entre outros.

O encontro é anual e neste 2026 movimenta mais de 470 debates e apresenta além de 70 painéis. Do Brasil, a cada ano seguem influentes participações como Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Flávio Dino, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. O Fórum de Lisboa reforça a sua posição como um dos principais espaços de reflexão e diálogo sobre os desafios contemporâneos da democracia, da economia, da tecnologia e das instituições públicas.

A dimensão internacional do Fórum 2026 reflete-se na qualidade e diversidade das presenças. Entre os grandes destaques do evento Thomas Friedman, colunista do The New York Times, vencedor de três Pulitzer, reconhecido pelas suas análises sobre geopolítica, globalização e inovação tecnológica e Joel Mokyr, vencedor do Prémio Nobel das Ciências Económicas e professor da Northwestern University, uma das maiores autoridades mundiais em história.

O Fórum de Lisboa é idealizado pelo Ministro do STF Gilmar Mendes e organizado conjuntamente pelo IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa), pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pela FGV (Fundação Getulio Vargas).