“Vou ser um governador que vai bater recordes em gestão e investimentos”, diz João

Em discurso durante a convenção que oficializou sua candidatura ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) afirmou que não será um “governador de paletó e gravata”. O candidato disse que pretende estar onde o povo está e que será o governador dos investimentos e da cultura, mas também do “passinho” e do “piseiro”, em referência aos eleitores da periferia, que abraçam seu projeto político desde 2020. Confira!

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Por Mônica Moraes – especial para o Blog

A presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), no evento da Frente Popular, no Recife, está dando o que falar e não é por acaso. Ver um nome de projeção nacional de perto, ao lado das lideranças locais, manda um recado claríssimo: Pernambuco está no centro do mapa político nacional. Para os militantes, ver o vice-presidente no palanque é aquele gás que faltava para esquentar a campanha e mostrar que o projeto local tem as portas escancaradas em Brasília.

Alckmin traz para mesa aquele perfil mais moderado, que conversa super bem com o empresariado, com a turma de centro e com quem ainda está em cima do muro. Este movimento ajuda a Frente Popular a furar a bolha, transmitindo uma sensação de firmeza e estabilidade. No fim das contas, foi um tiro calculado e certeiro para mostrar musculatura bem na hora em que o jogo começa a afunilar.

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O candidato do PSB ao Governo de Pernambuco, João Campos, acaba de subir ao palco montado na área externa do Clube Internacional do Recife para o ato que oficializa a sua candidatura, da chapa majoritária e dos candidatos à uma vaga na Alepe e no Câmara Federal. Cercado de aliados e militantes, joão fez fotos antes dos discursos oficiais.

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A comitiva do candidato ao Governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, acaba de chegar ao Clube Internacional do Recife, onde acontece, neste momento, a convenção que oficializa o seu nome para as eleições deste ano. A movimentação na praça em frente ao clube é intensa.

Imagens: cortesia.

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Em sua fala, há pouco, durante a convenção da Frente Popular de Pernambuco, o candidato a deputado federal Fernando Ferro (PT) destacou a luta contra a extrema direita no Brasil e a importância do voto nos candidatos que estão alinhados com a reeleição do presidente Lula (PT). Confira!

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Por Mônica Moraes – especial para o Blog

Apesar de não ser candidato nas eleições deste ano, Adilson Gomes, pessebista histórico e fortemente ligado às famílias Arraes e Campos, foi ovacionado, há pouco, na convenção do PSB. Atualmente, ele está como secretário-geral do partido em Pernambuco e articulador político, dedicando-se somente à coordenação de campanhas e à direção partidária.

Em sua breve fala, Adilson fez duras críticas à gestão de Raquel Lyra (PSD) e reforçou o compromisso em seguir trabalhando para mudar a gestão do Estado.

Camaragibe - A prefeitura mudou

Por Mônica Moraes – especial para o Blog

O presidente estadual do PSB, deputado Sileno Guedes, abriu, há pouco, oficialmente, a convenção da Frente Popular de Pernambuco, no Clube Internacional do Recife. O congresso partidário, que segue até amanhã (2), reúne lideranças dos nove partidos da coligação para deliberar sobre as candidaturas majoritárias e proporcionais rumo às eleições de outubro.

À frente do diretório estadual do PSB desde 2011 e articulador histórico da Frente Popular, Sileno fez o anúncio dos nomes que compõem a chapa única da coligação e o público aguarda a fala dos candidatos da majoritária.

Por Mônica Moraes – especial para o Blog

A foto exposta na entrada do espaço onde acontece a convenção da Frente Popular para confirmar o nome de João Campos (PSB) como candidato ao Governo de Pernambuco, hoje, tem muito mais estratégia do que parece. A opção de identidade não foi estética e sim tática.

Como a pesquisa Genial/Quaest revela um descompasso entre a aprovação de Lula (55%) e o conhecimento do eleitor sobre o apoio dele a Campos (44%), a Frente Popular usa a convenção como vitrine para nacionalizar a disputa: ao colocar Lula literalmente no mesmo plano de Campos, e não como coadjuvante, a coligação tenta transformar a força eleitoral do presidente em Pernambuco em transferência direta de voto.