Às vésperas de eleição no Brasil, Trump escancara ‘interesses vitais’ na América Latina

Por Bernardo Mello Franco
Do jornal O Globo

Donald Trump não é de esconder o jogo. Na terça-feira, deixou claro que a defesa da democracia e o combate ao narcotráfico foram só pretextos para invadir a Venezuela. “Assinamos o maior acordo de petróleo da história”, festejou, na Assembleia Geral da ONU. “Foi uma guerra, mas talvez tenha sido o maior negócio já feito. Ao vencedor, os despojos”, congratulou-se.

O presidente dos Estados Unidos avisou que não vai permitir “ameaças à América” no Hemisfério Ocidental. “Se necessário, usaremos todo o nosso poderio militar inigualável para assegurar os interesses vitais dos EUA”, informou.

O senador independente Bernie Sanders e 30 deputados democratas cobraram do governo Donald Trump explicações sobre ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil que, segundo os congressistas, levantam preocupações sobre uma possível interferência na eleição presidencial brasileira de outubro.

Os temas apresentados ao Departamento de Estado vêm sendo discutidos há meses por organizações da sociedade civil brasileira em diálogo com instituições e interlocutores nos Estados Unidos e é um resultado de uma articulação que recebeu o apoio do CEPR (sigla em inglês para Centro de Pesquisa de Política Econômica) e Washington Brazil Office.

O documento foi uma iniciativa da deputada Delia Ramirez e tem como signatários Pramila Jayapal e Chuy Garcia. No documento enviado ao secretário de Estado, Marco Rubio, os parlamentares afirmam estar preocupados com o que descrevem como uma atuação coordenada da administração Trump para pressionar autoridades brasileiras e influenciar o ambiente político do país às vésperas da votação. As informações são da Folha de S. Paulo.

A delegação dos Estados Unidos presente na 81ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) não aplaudiu, em momento algum, o discurso do presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do portal G1.

No momento do discurso estavam presentes: Howard Lutnick, secretário do Comércio dos EUA; Jamieson Greer, representante de Comércio dos EUA; e Scott Bessent, secretário do Tesouro. O presidente americano Donald Trump não estava no salão.

Caruaru - Minha rua nova

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender a soberania dos países e o princípio da não interferência em assuntos internos, no discurso de abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral da ONU. As informações são do portal G1.

“Este Conselho [de Segurança da ONU] agora deve se debruçar sobre temas determinantes sobre o futuro da humanidade. Somos chamados a optar entre o multilateralismo e o unilateralismo. Soberania ou subordinação?”, afirmou Lula.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Lula (PT) abre, hoje, os discursos da 81ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York. A fala ocorre a menos de duas semanas do primeiro turno das eleições brasileiras. Lula deve abordar temas como multilateralismo, soberania e defesa da democracia, além do processo eleitoral brasileiro diante de suspeitas e acusações de interferência estrangeira.

Será a 10ª participação de Lula na Assembleia Geral e seu último discurso do atual mandato. Pela tradição, o Brasil fala primeiro, seguido pelo país anfitrião, representado por Donald Trump. A fala do presidente está prevista para ter início às 10h. As informações são do portal Vero Notícias.

Olinda - Refis 2026

Por Mônica Bergamo
Da Folha de S.Paulo

Um relatório reservado da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) sobre “ameaças ao processo eleitoral de 2026” elevou a possibilidade de influência e interferência externa dos EUA nas eleições brasileiras a um “nível de criticidade”. O documento foi enviado à Presidência da República, ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e ao Ministério da Justiça no fim de agosto.

O texto vê uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil” e alerta que “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”.

Palmares - Creche Quilombo II

O irmão da princesa Diana, Charles Spencer, revelou uma conversa particular na qual ela teria anunciado a intenção de se divorciar do então príncipe Charles. O episódio é relembrado em seu novo livro Swan Song: Diana, My Sister, cujo primeiro trecho foi publicado pelo Daily Mail nesta quinta-feira, 17. Na obra, ele conta que os dois almoçavam no restaurante San Lorenzo, em Londres, quando Diana disse: “Vou me divorciar”. Spencer afirma que ficou surpreso, embora soubesse que o casamento enfrentava dificuldades.

A conversa teria ficado ainda mais surpreendente quando Diana explicou a decisão. “Charles, meu marido está apaixonado pelo seu mordomo”, teria dito, segundo o relato. O irmão conta que ela não chegou a mencionar o nome do funcionário e que a identidade dele não era o mais importante. “O que importava era o fim do casamento dela e dos seus sonhos”, escreveu Spencer. Diana e Charles oficializaram o divórcio em 1996. As informações são da Revista Veja.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Mariana Sanches
Do UOL

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o comentarista político bolsonarista Paulo Figueiredo afirmaram nesta quinta-feira (17) que têm mantido reuniões com integrantes do governo Trump tanto na Casa Branca quanto no Departamento de Estado, em Washington, e que relataram que o STF (Supremo Tribunal Federal) está se preparando para anular as eleições de outubro caso o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) vença.

Segundo eles, o julgamento sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, na terça-feira (15), mostrou que há uma “narrativa” sendo construída por ministros como o próprio Moraes, além de Gilmar Mendes e Flávio Dino, de que o ministro André Mendonça estaria interferindo no processo eleitoral ao conduzir o caso Master de maneira parcial. Esse seria, para eles, o argumento para anular as eleições se Flávio vencer.

“O Alexandre de Moraes está jogando a sua vida dentro desse processo. E, nesse tipo de pensamento, e eu me coloco no lugar dele, ele não hesitaria em anular uma eleição brasileira”, disse Eduardo, durante um quebra-queixo em frente ao prédio do Departamento de Estado, na manhã de hoje, pouco antes de uma das reuniões. Eles não revelam os nomes de seus interlocutores na administração Trump.

Questionados se estão transmitindo essa interpretação ao governo dos Estados unidos, responderam: “É claro que tem sido dito e é claro que tem sido perguntado”. “Quem seria ingênuo o suficiente de achar que pessoas que podem tudo vão aceitar de bom grado a eleição do Flávio Bolsonaro, o que significa a possibilidade de eles passarem o resto da vida deles na prisão?”, disse Figueiredo.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Jamil Chade
Do ICL Notícias

O governo de Donald Trump exigiu que “dissidentes políticos” fossem autorizados a participar das eleições presidenciais de 2026, no Brasil, como condição para reduzir as tarifas impostas contra bens brasileiros.

A condição fez parte de uma das propostas enviadas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda em 2025 e que lista 21 pedidos ao país. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo ICL Notícias. No documento, exigia-se ainda que pessoas que tivessem supostamente sido “arbitrariamente detidas” pudessem ser soltas para participar do pleito.

Jason Miller, um aliado do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, publicou uma imagem feita com inteligência artificial que mostra Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), com uma tornozeleira eletrônica.

O ex-conselheiro de Trump compartilhou junto com a imagem uma reportagem do jornal britânico Financial Times, que afirma que a disputa “acirrada” entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes pode ter “impacto decisivo” nas eleições presidenciais brasileiras de outubro. As informações são da CNN.

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