Brasil deve pedir a palavra em reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre Venezuela

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne, hoje, em uma sessão extraordinária para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Durante a reunião, o Brasil deve pedir a palavra para fazer um discurso. A reunião foi solicitada pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem, na madrugada do sábado (3), diversos pontos de Caracas e capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

O Brasil não é membro permanente do conselho, mas pretende pedir a palavra para fazer um discurso, segundo fontes da diplomacia confirmaram à GloboNews. O representante do Brasil na Organização das Nações Unidas, Sérgio Danese, deve reafirmar a posição brasileira de que a ação militar da Casa Branca na Venezuela é uma afronta à soberania do país sul-americano, e às regras do direito internacional.

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O Critics Choice Awards 2026 de melhor filme internacional é do Brasil, é de “O agente secreto”. A produção dirigida por Kleber Mendonça Filho foi eleita pelos críticos americanos, que a escolheram em detrimento de “Foi apenas um acidente”, “A garota canhota”, “A única saída”, “Sirât” e “Belén: Uma história de injustiça”.

O anúncio da categoria foi feito antes da trasmissão televisiva do evento, marcada para as 21h no horário de Brasília e disponível na TV pelo canal TNT e pela HBO Max no streaming. No ano passado, “Ainda estou aqui” também foi indicado ao prêmio da mesma categoria, mas perdeu para “Emilia Pérez”. As informações são do jornal O Globo.

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Os governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram hoje uma carta em que manifestam preocupação após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela para prender o presidente Nicolás Maduro.

Países rechaçaram ações dos EUA para capturar e prender Maduro. “Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil”, diz a carta. Minutos depois da publicação, a nota conjunta foi apagada do site do ministério das Relações Exteriores. Às 16h45, a nota foi republicada. As informações são do portal UOL.

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Por Estadão Conteúdo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (4), que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pagará ‘um preço alto’ se ‘não fizer a coisa certa’. “Se não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disse Trump à revista The Atlantic em uma breve entrevista por telefone.

Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo norte-americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela se tomarem “as decisões certas”.

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Do UOL

O uso de um navio para retirar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, do país após a dupla ser capturada por militares dos Estados Unidos foi uma escolha possivelmente por segurança e um “truque” diplomático, segundo especialistas ouvidos pelo UOL.

EUA não divulgaram por que optaram pelo uso do navio para retirar Maduro da Venezuela. Após a captura, Maduro e a esposa foram levados por um helicóptero das Forças Armadas dos EUA até o USS Iwo Jima, um dos navios de guerra da Marinha dos EUA que estava posicionado no mar do Caribe desde o fim do ano passado.

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Do Estadão Conteúdo

A China pediu aos Estados Unidos, neste domingo (4), a libertação imediata do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, após Washington ter realizado um ataque em Caracas e capturado o líder.

“A China pede aos EUA que garantam a segurança pessoal do presidente Nicolás Maduro e de sua mulher, que os libertem imediatamente e que parem de derrubar o governo da Venezuela”, afirmou o Ministério das Relações Exteriores da China em um comunicado, classificando o ataque como uma “clara violação do direito internacional”.

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O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa neste domingo (4) da reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) convocada para discutir a situação da Venezuela após o ataque dos Estados Unidos que capturou o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

A Celac é um bloco criado no México, em 2010, que reúne 33 países da região. A aliança busca a integração latino-americana e caribenha, além da coordenação política, econômica e social dos países. Na pauta, entram temas como desarmamento nuclear, agricultura familiar, cultura, energia e meio ambiente, com a América Latina em busca de autonomia. As informações são do portal g1.

O chanceler estava de férias até a segunda-feira (6), mas encerrou o período de recesso mais cedo e retornou a Brasília após a ação militar americana. Ele vai participar da reunião a nível ministerial por videoconferência, do Palácio Itamaraty. O evento será às 14h (horário de Brasília).

Ao menos 40 pessoas foram mortas no ataque dos Estados Unidos na Venezuela ontem, de acordo com um oficial venezuelano ouvido pelo jornal The New York Times. A ofensiva no país sul-americano permitiu a captura do ditador Nicolás Maduro, que deve ser julgado em solo norte-americano.

Segundo o periódico norte-americano, um dos ataques aéreos conduzidos por Washington na madrugada de ontem matou uma mulher de 80 anos identificada como Rosa González. Ela vivia em um apartamento localizado num bairro pobre próximo ao aeroporto de Caracas. As informações são da CNN Brasil.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova York por volta das 18h30 deste sábado (3), após ser capturado por autoridades dos Estados Unidos. A prisão ocorreu durante a madrugada, em Caracas, de acordo com o governo americano.

Mais cedo, em entrevista coletiva, o presidente Donald Trump disse que avalia os próximos passos para o país sul-americano. Ele ainda afirmou que os EUA pretendem conduzir o país por meio de um “grupo” que está em formação até uma transição de poder, sem detalhar prazos nem como esse arranjo funcionaria. As informações são do portal g1.

Também neste sábado, a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro será julgado pela Justiça americana em um tribunal de Nova York.

Segundo Bondi, o líder venezuelano e a primeira-dama, Cilia Flores — também detida pelas autoridades americanas —, foram formalmente acusados dos seguintes crimes: conspiração para narcoterrorismo; conspiração para importação de cocaína; posse de metralhadoras e dispositivos explosivos; e conspiração para posse de metralhadoras.

Do g1

“Ataque de Trump à Venezuela é ilegal e imprudente”, diz o título de um editorial publicado pelo jornal “The New York Times” neste sábado (3), horas após a ação das Forças dos Estados Unidos que terminaram com a captura do presidente Nicolás Maduro.

Na abertura, o artigo cita que Donald Trump já havia “utilizado […] um porta-aviões, pelo menos sete outros navios de guerra, dezenas de aeronaves e 15 mil soldados americanos para ataques ilegais contra pequenas embarcações que, segundo ele, transportavam drogas”.