Irã nomeia Alireza Arafi como líder supremo interino após morte de Ali Khamenei

O aiatolá Alireza Arafi foi eleito neste domingo (1) líder supremo interino do Irã, um dia após a morte do aiatolá Ali Khamenei, segundo agências estatais iranianas. Arafi assumirá temporariamente a chefia do país e comandará o processo de escolha do novo líder supremo, função central no sistema político iraniano.

A nomeação foi confirmada pelo Conselho de Discernimento do Interesse do Estado, responsável por mediar decisões estratégicas. “O Conselho de Discernimento do Interesse do Estado elegeu o aiatolá Alireza Arafi como membro do conselho interino de liderança”, afirmou o porta-voz Mohsen Dehnavi em publicação na rede X. O conselho interino também contará com representantes do Executivo e do Judiciário até a definição do sucessor permanente. As informações são do portal g1.

O grupo provisório conduzirá o país até que a Assembleia dos Peritos “eleja um líder permanente o mais rápido possível”. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, afirmou que o processo deve ser concluído rapidamente e que um novo líder supremo será escolhido em “um ou dois dias”. Arafi foi selecionado horas depois de três altas autoridades assumirem temporariamente a liderança institucional do país.

Entre os integrantes do comando interino estão o presidente Masoud Pezeshkian, o chefe do Judiciário Gholamhossein Mohseni-Ejei e um jurista do Conselho dos Guardiões. Khamenei morreu após um bombardeio coordenado pelos Estados Unidos e Israel contra o complexo presidencial onde ele estava, na madrugada de ontem, no horário de Brasília. A morte foi confirmada oficialmente pelo governo iraniano ainda à noite.

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Do Brasil 247

O economista Jeffrey Sachs afirmou que o assassinato do líder supremo iraniano Ali Khamenei pelos governos de Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, e de Benjamin Netanyahu pode desencadear uma guerra de grandes proporções, com potencial de se transformar em um conflito global. A declaração foi feita em entrevista concedida à jornalista Liu Xin, da CGTN, logo após a morte de Khamenei.

Segundo Sachs, trata-se de um episódio de extrema gravidade, que ultrapassa os limites de uma ação militar pontual. “Este é um desastre, evidentemente. O assassinato de um líder de outro país não é algo trivial. Esta é uma guerra que provavelmente se tornará uma guerra generalizada no Oriente Médio, e pode se espalhar para uma guerra global”, afirmou.

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O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou neste domingo (1) que a morte do líder supremo Ali Khamenei é uma “declaração de guerra contra os muçulmanos” e falou em “vingança legítima” contra os Estados Unidos e Israel.

“O assassinato do grande comandante da comunidade islâmica é uma guerra aberta contra os muçulmanos, especialmente os xiitas em todas as partes do mundo. (…) A República Islâmica do Irã considera a vingança e a responsabilização dos autores e mandantes deste crime um dever e um direito legítimo”, afirmou Pezeshkian em pronunciamento oficial lamentando a morte de Khamenei. As informações são do portal g1.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei. A confirmação foi publicada pelo presidente norte-americano nas redes sociais.

“Khamenei, uma das pessoas mais perversas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para aqueles de muitos países ao redor do mundo que foram mortos ou mutilados por Khamenei e sua gangue de bandidos sedentos de sangue”, disse Trump na Truth Social. As informações são do portal Metrópoles.

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Por Mariana Sanches
Do UOL

Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.

O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.

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O ataque coordenado dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, no início da manhã deste sábado (28), deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana com base em informações da rede humanitária Crescente Vermelho.

Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. As informações são do portal g1.

Do Metrópoles

Ataques de Israel teriam resultado na morte do ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour. Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã na madrugada deste sábado (28), após semanas de tensão.

A confirmação do ataque ocorrido na madrugada deste sábado foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, e pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Os mísseis foram lançados “para eliminar ameaças”, segundo Katz.

Um ataque atribuído a Israel deixou 57 alunas mortas neste sábado (28) em uma escola em Minab, na província iraniana de Hormozgan, perto do estreito de Ormuz, segundo a agência de notícias iraniana IRNA.

O governador do condado, Mohammad Radmehr, disse à IRNA que outros 60 estudantes ficaram feridos — 53 deles ainda estão sob escombros. Radmehr acrescentou que os trabalhos de resgate estão em andamento. As informações são do portal g1.

O governo brasileiro condenou o ataque realizado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado (28). Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) expressou grave preocupação diante da situação. “Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”.

Segundo a pasta, o Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil. As informações são do portal Metrópoles.

“As embaixadas do Brasil na região acompanham os desdobramentos das ações militares, com particular atenção às necessidades das comunidades brasileiras nos países afetados”, disse o texto.

Além disso, o governo recomendou que os brasileiros na região estejam atentos às orientações de segurança das autoridades locais e afirmou que o embaixador do Brasil em Teerã está em contato direto com a comunidade brasileira, a fim de transmitir atualizações sobre a situação e orientações de segurança.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva discute internamente uma manifestação oficial sobre o ataque lançado neste sábado pelos Estados Unidos, com apoio de Israel, contra alvos no Irã. A avaliação é que ainda não está claro o impacto total da ofensiva — característica que tem levado Brasília a adotar uma postura de acompanhamento cauteloso antes de anunciar um posicionamento definitivo.

Integrantes do governo brasileiro afirmam que a situação é delicada e acompanhada com cautela. A expectativa é que o Itamaraty deverá divulgar uma nota ao longo do dia. As informações são do jornal O Globo.