Não digo um viva à Argentina, mas ao craque Lionel Messi, o dono do jogo contra a Inglaterra, mais uma vez. Estou torcendo pela Argentina. Messi merece encerrar sua brilhante carreira com a taça nas mãos.
Não digo um viva à Argentina, mas ao craque Lionel Messi, o dono do jogo contra a Inglaterra, mais uma vez. Estou torcendo pela Argentina. Messi merece encerrar sua brilhante carreira com a taça nas mãos.
Portal CNN
O chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer, disse a interlocutores do governo Lula (PT) que já levou para o presidente Donald Trump a recomendação final de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros, mas sinalizou um aumento da lista de exceções.
Na última reunião entre os dois países, realizada ontem, Greer deu as negociações por encerrado e reclamou da falta de empenho por parte do Brasil.
Leia maisConforme esses relatos, os argumentos de Greer foram imediatamente rebatidos por autoridades como o ministro Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) e pelos embaixadores Mauricio Lyrio (um dos principais negociadores do Itamaraty) e Audo Faleiro (assessor internacional da Presidência da República).
Eles enfatizaram a falta de argumentos técnicos dos Estados Unidos para subsidiar a investigação no âmbito da Seção 301, como as acusações sobre aumento do desmatamento no Brasil, quando os números referentes à Amazônia indicam o contrário.
As autoridades brasileiras lembraram ainda que, quando colocaram na mesa a possibilidade de reduzir as tarifas de importação sobre etanol em troca de mais acesso ao açúcar no mercado americano, o USTR descartou qualquer chance de isso ocorrer.
Greer disse, segundo duas fontes ouvidas pela CNN, que não haverá uma “lista dinâmica” de exceções às novas tarifas. Isso foi entendido como um aviso de que, diferentemente das alíquotas aplicadas em 2025, não haverá aumentos graduais da lista de produtos isentos.
O chefe do USTR, no entanto, afirmou ter “tomado nota” dos argumentos apresentados pelo setor privado e pelo governo brasileiro sobre uma ampliação das exceções já na divulgação do tarifaço.
Na última reunião, os auxiliares presidenciais enfatizaram o perfil de boa parte do comércio bilateral, com subsidiárias de empresas americanas exportando peças e partes “made in Brazil” para suas matrizes nos Estados Unidos.
A tese teria sido bem aceita pelo USTR, gerando forte expectativa no governo Lula de que mais produtos industrializados possam escapar da taxação. Hoje, o tarifaço atingiria 21% das exportações brasileiras para os Estados Unidos (em valores). Há otimismo em reduzir esse impacto.
No fim do encontro virtual, Greer demonstrou disposição em manter o canal aberto para tratativas com o governo brasileiro. Ouviu, antes do término, a seguinte frase das autoridades brasileiras: “Nós estamos aqui”.
Leia menos
As empresas Rumble e Trump Media pediram à Justiça dos Estados Unidos que mantenha a ação contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). A manifestação desta terça-feira (14) contesta uma solicitação da AGU (Advocacia-Geral da União) para que o processo contra o magistrado seja arquivado.
No pedido, os advogados alegam que Moraes extrapolou sua autoridade ao enviar ordens por e-mail diretamente a empresas americanas para remoção de perfis e entrega de dados. Segundo a petição, determinações judiciais brasileiras não podem produzir efeitos nos Estados Unidos sem os mecanismos de cooperação previstos em tratados internacionais. As informações são da CNN.
Leia maisA Rumble e a Trump Media, ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alegam que a ação é movida contra Moraes em caráter pessoal, e não contra o Estado brasileiro.
“Os autores processaram Moraes em sua capacidade individual porque ele agiu em sua capacidade individual, e esta ação é direcionada a ele pessoalmente. Ao enviar ordens por e-mail que supostamente vinculavam empresas americanas nos Estados Unidos, fora dos canais previstos em tratados e contrárias à lei americana, ele excedeu qualquer papel judicial e agiu ultra vires. Esta ação busca reparação por esses atos ilícitos. O fato de ele ter o status de juiz não faz do Brasil a verdadeira parte em questão”, cita a petição.
Na semana passada, a Justiça dos Estados Unidos rejeitou solicitação do governo brasileiro e garantiu mais uma semana para que as empresas Rumble e Trump Media se manifestassem até esta terça-feira (14).
A decisão foi registrada por Mary S. Scriven, juíza distrital no estado da Flórida, e contraria uma solicitação da AGU (Advocacia-Geral da União). O órgão, que representa o governo brasileiro no processo, pedia que a Justiça dos EUA determinasse uma resposta da Rumble e da Trump Media até terça-feira (7).
Em 23 de junho deste ano, a Justiça dos Estados Unidos negou o pedido da Rumble e da Trump Media para que Moraes fosse declarado revel no processo movido pelas empresas contra o magistrado. Na mesma decisão, a juíza autorizou a atuação da AGU no processo como representante de Moraes.
Em maio, Moraes foi notificado judicialmente, por e-mail, para responder ao processo movido pela rede social Rumble e pela Trump Media & Technology Group, nos Estados Unidos.
O processo foi aberto em fevereiro no Tribunal Federal da Flórida sob a acusação de que o magistrado brasileiro teria promovido censura ilegal contra discursos políticos de usuários alinhados à direita brasileira, como o influenciador Allan dos Santos.
Segundo as empresas, decisões do ministro obrigando a Rumble a remover contas de figuras brasileiras violariam a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que protege a liberdade de expressão.
Os autores da ação também afirmam que Moraes determinou que a plataforma mantivesse representação legal no Brasil para o cumprimento de ordens judiciais.
Embora a Trump Media não tenha sido alvo direto das decisões do STF, a empresa argumenta que depende da infraestrutura tecnológica da Rumble para o funcionamento da Truth Social.
Leia menos
Poder360
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em pelo menos 62 oportunidades desde o início de seu 3º mandato – em 1º de janeiro de 2023.
A 1ª vez que mencionou negativamente o norte-americano no período foi em 18 de janeiro de 2023. O presidente dos EUA à época era Joe Biden (Partido Democrata) e Trump ainda não havia retornado à Presidência. “A gente não pode voltar à anormalidade que o Trump criou nos EUA”, disse Lula em entrevista à GloboNews.
Leia maisA relação entre os líderes é marcada por altos e baixos. A tensão se instaurou em 2025, no 1º ano do 2º mandato de Trump. Se deu depois de o governo dos Estados Unidos anunciar o tarifaço contra produtos brasileiros. No ano passado, Lula criticou Trump publicamente ao menos 15 vezes.
Depois de um período de tranquilidade entre os 2, a relação voltou a ficar estremecida em 2026. Em maio, o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou a classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como organizações “terroristas”. As duas facções receberam as designações de “terroristas globais especialmente designados” e foram enquadradas como “organizações terroristas estrangeiras”.
Um mês depois, em junho, o USTR (United States Trade Representative) sugeriu que os EUA apliquem uma taxa adicional ao Brasil. A decisão final é de Trump e deve ser anunciada na 4ª feira (15.jul.2026).
Lula intensificou as críticas a Trump com os novos imbróglios. Falou mal do presidente norte-americano em 42 situações só nos 6 primeiros meses de 2026. A mais recente foi na 2ª feira (13.jul.2026), quando chamou a taxa cobrada pelos Estados Unidos para embarcações que navegam no estreito de Ormuz de “pirataria”. Eis o que declarou:
“Hoje, tem um tweet de Trump dizendo que vai desobstruir o estreito de Ormuz, dizendo que vai desobstruir, mas cada navio o dono do petróleo tem que pagar 20% para ele. […] Antigamente, isso se chamava pirataria, um Estado importante como os EUA, por muito tempo combateu a pirataria, não volte agora a virar pirata. Não tem que cobrar, é da responsabilidade deles, não estava fechado, não foi o Brasil que inventou a guerra, foi ele [Trump] que inventou a guerra. […] É muito delicado a gente perceber que os EUA provocam uma guerra e, agora, começam a cobrar pelo navio que vai atravessar pela segurança dele. Não é comum, normal, democrático. É anormal ganhar dinheiro em cima da desgraça”, declarou o presidente.
Leia menos
As sucessivas ondas de calor registradas em diferentes regiões do planeta, especialmente no Hemisfério Norte, acompanhadas pelo aumento das internações, da mortalidade e dos prejuízos econômicos, consolidaram a climatização como um tema estratégico de saúde pública.
Diante desse cenário, governos, universidades, centros de pesquisa e o setor produtivo intensificaram o debate sobre a ampliação do acesso aos sistemas de climatização, ao mesmo tempo em que aceleram o desenvolvimento de tecnologias voltadas à eficiência energética e à redução dos impactos ambientais.
Leia maisEmbora o consenso sobre a gravidade do problema seja crescente, ainda existem divergências quanto ao papel do ar-condicionado diante das mudanças climáticas. De um lado, especialistas defendem políticas públicas que ampliem o acesso à climatização em residências, escolas, hospitais e ambientes de trabalho, especialmente para proteger idosos, crianças e pessoas com doenças crônicas. De outro, críticos alertam para o aumento da demanda por energia e impactos ambientais decorrentes desses aparelhos.
Pesquisadores destacam, entretanto, que a discussão não deve ser limitada ao consumo de energia. A prioridade deve ser preservar vidas por meio da adoção de soluções cada vez mais eficientes, sustentáveis e tecnologicamente avançadas.
Qualidade do ar passa a ocupar posição central
Para a Sociedade Brasileira de Meio Ambiente e Controle da Qualidade do Ar de Interiores (Brasindoor) — sociedade científica sem fins lucrativos cujo objetivo é promover estudos, pesquisas e o desenvolvimento de políticas públicas e normas técnicas relacionadas à qualidade do ar em ambientes fechados — os desafios impostos pelo calor extremo vão além do conforto térmico. A qualidade do ar interior tornou-se um fator determinante para a saúde coletiva, sobretudo porque a população permanece aproximadamente 90% do tempo em ambientes fechados.
Considerando que um adulto respira mais de 10 mil litros de ar diariamente, a renovação adequada do ar e a correta filtragem de contaminantes deixam de representar apenas requisitos de conforto para se transformarem em medidas essenciais de prevenção de doenças respiratórias, aumento da produtividade e promoção do bem-estar.
Segundo a entidade, sistemas de climatização projetados conforme as normas técnicas vigentes, associados à renovação mecânica do ar, à filtragem eficiente e à manutenção periódica dos equipamentos, contribuem significativamente para reduzir a concentração de partículas, microrganismos e poluentes presentes nos ambientes internos.
A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) também ressalta que, durante períodos de baixa umidade relativa do ar, a utilização criteriosa de umidificadores pode contribuir para o conforto respiratório, desde que os equipamentos sejam higienizados regularmente e utilizados conforme as orientações dos fabricantes.
Evolução tecnológica mudou o conceito de eficiência energética
Para o presidente do Departamento Nacional de Ar-Condicionado (DNAC) da ABRAVA, o engenheiro João Manuel Aureliano, especialista em engenharia de climatização, a percepção de que o ar-condicionado representa necessariamente um grande consumidor de energia já não corresponde à realidade tecnológica do setor.
Segundo ele, a ampla adoção da tecnologia inverter marcou uma transformação significativa na eficiência dos equipamentos. “Os modernos sistemas de climatização utilizam compressores e motores acionados por inversores de frequência, que ajustam continuamente sua capacidade conforme a carga térmica do ambiente. Isso elimina ciclos constantes de liga e desliga, reduz expressivamente o consumo de energia elétrica e proporciona maior estabilidade operacional”, explicou.
Aureliano destacou que essa evolução foi acompanhada por avanços importantes na engenharia dos equipamentos. “Compressores de alta precisão, novas geometrias de trocadores de calor, ventiladores mais eficientes, controles eletrônicos sofisticados e fluidos refrigerantes com menor impacto ambiental elevaram significativamente o desempenho energético dos sistemas atuais”.
Complementando, ele acentuou que a inteligência artificial representa a mais recente etapa dessa transformação tecnológica. “Sensores inteligentes monitoram continuamente temperatura, umidade, qualidade do ar, ocupação dos ambientes e padrões de utilização. Essas informações permitem ajustes automáticos capazes de maximizar o conforto térmico, reduzir o consumo energético e aumentar a vida útil dos equipamentos.”
O diretor acrescentou que os sistemas de climatização deixaram de operar de forma isolada. “A climatização passou a integrar o ecossistema energético das edificações. Hoje, os equipamentos se comunicam com sistemas prediais inteligentes, redes elétricas e plataformas de automação, contribuindo para uma gestão energética mais eficiente e sustentável.”
Para o especialista, o antigo estigma de que o ar-condicionado é um dos grandes vilões da conta de energia vem sendo progressivamente superado pela inovação tecnológica e pela evolução dos critérios de eficiência energética.
Calor extremo exige respostas imediatas
O aumento da frequência e da intensidade das ondas de calor levou diversos países a tratarem a climatização como infraestrutura essencial para a proteção da saúde pública. Na França, autoridades sanitárias vêm alertando para o crescimento das mortes registradas durante episódios de calor extremo, sobretudo entre idosos e pessoas em situação de maior vulnerabilidade que permanecem em residências sem climatização adequada.
Situação semelhante também vem sendo observada na Itália, na Alemanha, no Reino Unido e em outros países europeus, que discutem medidas para ampliar o acesso à climatização em escolas, hospitais, instituições de longa permanência e moradias populares.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que os eventos climáticos extremos tendem a se tornar cada vez mais frequentes, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à adaptação das cidades, à proteção das populações vulneráveis e à melhoria da infraestrutura urbana.
Brasil também acelera ações
No Brasil, o Ministério da Saúde anunciou a elaboração de um plano nacional para fortalecer a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos impactos provocados pelas mudanças climáticas, incluindo investimentos previstos de R$ 9,8 bilhões. Entre as medidas estudadas estão protocolos específicos para enfrentamento das ondas de calor, ampliação das ações preventivas e fortalecimento das orientações destinadas à população.
A preocupação é justificada pelos resultados de estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e pela Universidade Federal da Bahia, que estimou que mais de 120 mil mortes ocorridas entre 2000 e 2019 estiveram associadas às ondas de calor no país. Segundo a pesquisadora Beatriz Oliveira, da Fiocruz, o trabalho inovou ao integrar, em escala nacional, a frequência, a intensidade e a duração das ondas de calor com análises detalhadas sobre seus impactos nas internações hospitalares e na mortalidade.
Os resultados reforçam evidências científicas já consolidadas e demonstram que o calor extremo deixou de representar apenas um desafio climático para se tornar uma das principais questões de saúde pública deste século.
Nesse contexto, investir em climatização eficiente, qualidade do ar interior, inovação tecnológica e infraestrutura resiliente significa, acima de tudo, investir na preservação da vida. Motivo pelo qual o Brasil também tem seu Plano Nacional de Qualidade do Ar Interior – o PNQAI.
Leia menos
Na véspera da decisão sobre aplicação ou não do tarifaço de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros, o ex-ministro do Turismo e Cultura e pré-candidato a deputado federal, Gilson Machado, conseguiu uma nova reunião, por conferência, com o Philip Butler, conselheiro geral no escritório do representante de Comércio dos Estados Unidos. Também esteve presente na audiência, o senador Shane David Jett.
Gilson Machado representa a VALEXPORT, associação em defesa dos fruticultores do Vale do São Francisco. Desde segunda passada, Gilson Machado está nos Estados Unidos com a missão de defender a não tarifação sobre as uvas de mesa que são produzidas no Vale e importadas pelos EUA.
Leia maisNa última segunda-feira, Gilson entregou na sede do Trade Representative (USTR), órgão responsável por conduzir as investigações comerciais dos EUA, o documento da VALEXPORT com detalhamento sobre a qualidade do produto, a cadeia produtiva e a relação de tarifa já existente com os Estados Unidos. No dia seguinte, Gilson foi recebido pelo Philip Butler durante a audiência pública contra a tarifação. “A nova reunião de hoje foi esclarecedora para mais informações sobre a nossa produção do Vale do São Francisco e desta vez com a presença do senador Shane Jett, que tem demonstrado interesse em defender a boa relação com o Brasil”, explicou Gilson
Gilson mais uma vez destacou a importância da parceria econômica com Pernambuco e Bahia na exportação das uvas durante a entressafra americana e a qualidade insubstituível das uvas de mesa produzidas as margens do Rio São Francisco. “Estou otimista que amanhã, 14/07, data que foi colocada como prazo de resposta dos EUA, teremos uma boa notícia”, disse otimista, Gilson Machado.
Leia menos
Por AFP
O número de mortes provocadas pelo duplo terremoto que atingiu a Venezuela em 24 de junho superou 4.300, informou ontem (11) o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. “O número de venezuelanos e venezuelanas que faleceram por ação direta dos terríveis terremotos de 24 de junho é de 4.333”, disse Rodríguez em uma entrevista coletiva.
O balanço anterior era de 4.118 mortos e 16.740 feridos — o número de feridos não foi alterado. Os terremotos potentes afetaram Caracas e principalmente o estado vizinho de La Guaira, onde os acampamentos de famílias que ficaram sem casa estão espalhados por estádios, praças e calçadas.
De acordo com Rodríguez, mais de 19.000 desabrigados estão nos acampamentos. Voluntários venezuelanos e estrangeiros prestam atendimento médico em unidades instaladas em áreas abertas e distribuem alimentos. Rodríguez evitou falar sobre o número de desaparecidos, uma cifra que, segundo a ONU, pode chegar a 50.000.
O ministro da Defesa, José Mucio, se encontrou nesta quarta-feira (8) com o subsecretário de Defesa para Assuntos de Política dos Estados Unidos, Elbridge Colby, para discutir sobre a classificação do governo norte-americano em classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Segundo nota divulgada pelo Ministério da Defesa, as duas partes falaram sobre uma eventual colaboração para combater o narcotráfico no Brasil. A “reunião ocorreu em clima de cordialidade e com convergência de opiniões”, segundo documento. As informações são do Blog da Folha.
Leia maisA reunião bilateral aconteceu no Peru, durante a XVII Conferência de Ministros de Defesa das Américas (CMDA), que reúne representantes de todos os países das Américas. ” Os EUA pontuaram que buscam parceiros no continente para atuar nesse combate e disseram que veem no Brasil um grande parceiro em potencial”, diz trecho da nota.
Leia menos
O governo dos Estados Unidos classificou como “absurda” a hipótese levantada pelo Itamaraty de ação militar americana no Brasil.
Em nota à CNN, um porta-voz do Departamento de Estado americano rebateu o ofício assinado pelo chanceler Mauro Vieira e enviado à Câmara dos Deputados, em que o Itamaraty alerta para os riscos da classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho como organizações terroristas. As informações são da CNN.
“Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas, no exercício de sua própria autoridade soberana, para combater narcoterroristas”, afirmou o porta-voz.
Leia maisA nota também alega que as facções criminosas brasileiras agora operam em território americano e que, por isso, os Estados Unidos devem defender seu povo.
Por fim, o porta-voz rebate a hipótese levantada pelo chanceler brasileiro no ofício à Câmara: “Alegações vagas de intervenção servem, muitas vezes, de pretexto para auxiliar e acobertar alguns dos grupos mais violentos do mundo”.
O Itamaraty respondeu no dia 1° de julho a questionamentos da Câmara sobre a decisão dos EUA de classificar PCC e CV como organizações terroristas. O documento oficial alerta para possíveis implicações para os cidadãos brasileiros e para possibilidades de ação militar dos EUA no Brasil.”
Tal aplicação pode ocorrer com amplo grau de discricionariedade, dada a amplitude dos termos adotados na legislação de contraterrorismo daquele país, com sérias possibilidades de implicações para cidadãos brasileiros nos planos financeiro, migratório e penal. Finalmente, há a possibilidade de uso de força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”, destaca a mensagem.
O ofício do chanceler brasileiro ainda argumenta que a classificação “não trará benefícios concretos para a cooperação internacional entre EUA e Brasil no enfrentamento do crime organizado”, já que, para o governo brasileiro, a classificação das facções como organizações criminosas transnacionais já permitiria a cooperação no combate ao crime.
A CNN entrou em contato com o Itamaraty para comentar a declaração do porta-voz do Departamento de Estado, mas ainda não obteve resposta.
Leia menos
O senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato do PL à Presidência, afirmou, hoje, durante audiência nos Estados Unidos que debate a possível aplicação de novas tarifas contra produtos brasileiros, que a medida beneficiaria Lula em um ano eleitoral.
Durante pronunciamento feito em inglês na audiência, Flávio repetiu argumentos que apresentou em uma manifestação enviada ao Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) na semana passada. As informações são do portal G1.
Nesse documento, o presidenciável do PL pediu o adiamento do tarifaço para depois das eleições e disse que Lula se fortalecia politicamente com o embate com os Estados Unidos.
