Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Malásia dão vitória a Lula

A Austrália, China, Coreia do Sul, Filipinas, Japão, Coreia do Norte, Timor-Leste, Malásia, Nova Zelândia, Singapura, Tailândia e Taiwan já encerraram a votação da eleição presidencial neste domingo (4). As informações são do portal G1.

Ao todo, quase 1 milhão de brasileiros estão aptos a votar no exterior. Há urnas em 186 cidades de 134 países. A maior parte dos eleitores está concentrada em países como Estados Unidos, Portugal e Japão.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu como o vencedor no primeiro turno das eleições nos postos na Austrália e Nova Zelândia. Os resultados da votação nesses dois países já foram divulgados pelos respectivos consulados, revelando uma forte presença de eleitores e uma ampla vantagem do petista.

Na Austrália, Lula somou 57,4% dos votos, contra apenas 30,7% para Flávio Bolsonaro. Foram 7,1 mil votos computados. Em 2022, Lula havia obtido 54% dos votos dos brasileiros na Austrália. Flávio ainda teve um melhor resultado que seu pai, há quatro anos. Naquele momento, Jair Bolsonaro somou 28%. As informações são do portal ICL Notícias.

No caso da Nova Zelândia, Lula venceu com ampla folga. Foram 234 dos 332 votos no país, cerca de 70%. Flávio somou apenas 19%. Renan Santos obteve um voto.

Pelo mundo, o número de eleitores brasileiros aptos a votar cresce de forma exponencial e, em apenas quatro anos, a alta foi de 32%. Para este ano, são mais de 918 mil, um volume superior aos estados de Roraima (401,5 mil), Amapá (577,5 mil) e Acre (614,4 mil).

No total, o TSE enviou as urnas eletrônicas para 186 cidades de 134 países. Além dos EUA, Portugal, com 134,8 mil eleitores inscritos, e Japão, com 88,4 mil, são os maiores colégios eleitorais de brasileiros no exterior.

Do Poder360

Canadá, Alemanha, Reino Unido e Irlanda emitiram ou atualizaram alertas de viagem ao Brasil em razão das eleições, cujo 1º turno será neste domingo (4). Ontem (2), as embaixadas dos EUA e da Austrália suspenderam os serviços temporariamente.

Os avisos recomendam cautela com aglomerações, manifestações políticas e possíveis confrontos violentos. As páginas oficias das embaixadas foram atualizadas para incluir orientações específicas sobre o período eleitoral.

Caruaru - Minha rua nova

A equipe diplomática do Palácio do Planalto foi informada com antecedência sobre a decisão dos Estados Unidos de suspender o atendimento na embaixada e nos consulados do país norte-americano em território brasileiro.

Nesta sexta-feira (2), os atendimentos presenciais na embaixada e nos consulados dos EUA no Brasil foram suspensos devido a “questões de segurança”. A interrupção dos serviços foi comunicada ainda na noite de quinta-feira (1), no site da embaixada do governo norte-americano. As informações são da CNN.

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O governo irlandês emitiu um alerta de viagem para o Brasil e usou as eleições brasileiras como justificativa para a medida. A informação foi divulgada pela Embaixada da Irlanda em Brasília nesta sexta-feira (2/10).

“Pode haver reuniões políticas, manifestações e medidas de segurança reforçadas antes, durante e depois das eleições”, diz trecho do comunicado.

No alerta, cidadãos irlandeses no Brasil foram aconselhados a evitar áreas de manifestações e grandes aglomerações. As informações são do Metrópoles.

Olinda - Refis 2026

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a dizer nesta sexta-feira (2) que acompanha de perto as eleições do Brasil, marcadas para o próximo domingo (4). Perguntado se apoia a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL), filho de seu aliado Jair Bolsonaro, o republicano não respondeu diretamente.

“Estamos de olho em tudo e vamos observar esta eleição de muito perto”, afirmou. As informações são do g1.

Palmares - Creche Quilombo II

Por Andréia Sadi – G1

A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou nesta quinta (1), junto à Polícia Federal e ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, um pedido de investigação sobre o eventual uso de dinheiro público dos EUA no financiamento de organizações e grupos que operam em território brasileiro.

O requerimento tem como base uma matéria do jornal britânico The Guardian, publicada na quarta (30), segundo a qual o Departamento de Estado dos EUA teria repassado US$ 1 milhão a entidades e grupos envolvidos na mobilização de ações contra instituições do país — em especial o Supremo Tribunal Federal (STF) — sob a justificativa de combater supostos excessos judiciais e práticas de censura.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A relação da família Bolsonaro com a política brasileira é destaque de uma reportagem na revista alemã Der Stern publicada nesta semana, antes do primeiro turno das eleições presidenciais que têm Flávio Bolsonaro (PL), filho de Jair Bolsonaro, e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como principais concorrentes.

“Os Trumps parecem uma família boazinha do subúrbio perto do clã Bolsonaro”, é o título da matéria, que aborda o grande número de membros da família do ex-presidente que resolveram fazer carreira na política. As informações são da Folha de S. Paulo.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou uma comitiva estrangeira formada por representantes de ao menos três países que irá acompanhar a votação do próximo domingo (4) no Brasil, quando os eleitores irão às urnas votar para presidente, governador, senador e deputados.

Em agosto, a entidade já havia informado que iria atuar como observadora internacional das eleições no Brasil – assim como também atuará nas eleições neste domingo no Paraguai e no Peru.

Por Bernardo Mello Franco
Do jornal O Globo

Donald Trump não é de esconder o jogo. Na terça-feira, deixou claro que a defesa da democracia e o combate ao narcotráfico foram só pretextos para invadir a Venezuela. “Assinamos o maior acordo de petróleo da história”, festejou, na Assembleia Geral da ONU. “Foi uma guerra, mas talvez tenha sido o maior negócio já feito. Ao vencedor, os despojos”, congratulou-se.

O presidente dos Estados Unidos avisou que não vai permitir “ameaças à América” no Hemisfério Ocidental. “Se necessário, usaremos todo o nosso poderio militar inigualável para assegurar os interesses vitais dos EUA”, informou.

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