Trump: “Era para eu estar morto”

Em uma entrevista ao jornal New York Post, Donald Trump refletiu sobre como sobreviveu à tentativa de assassinato, mostrando ao repórter um grande hematoma no antebraço direito que ele disse ter sofrido quando agentes correram para o palco como “linebackers” para protegê-lo.

Ele tinha uma “bandagem branca grande e solta cobrindo sua orelha direita” durante a entrevista e sua equipe disse que o veículo não poderia tirar nenhuma foto dele, de acordo com o Post. “Era para eu estar morto”, firmou Trump. “Por sorte ou por Deus, muitas pessoas estão dizendo que é por Deus que eu ainda estou aqui”.

Trump abordou as fotos dele levantando o punho e dizendo “Lute!” enquanto tinha sangue no rosto. “Muitas pessoas dizem que é a foto mais icônica que já viram”, disse Trump. “Eles estão certos e eu não morri. Normalmente você tem que morrer para ter uma foto icônica”.

Trump também disse que apreciou a ligação que recebeu do presidente Joe Biden, de acordo com o Post, chamando-a de “ótima” e “muito simpática”. O jornal relatou que Trump sugeriu que a campanha entre eles poderia ser mais civilizada de agora em diante.

Também na entrevista, Donald Trump afirmou estar trabalhando em um novo discurso, com o objetivo de quebrar a polarização nos Estados Unidos. “Eu quero unir nosso país, mas não sei se isso é possível. As pessoas estão muito divididas”.

Com informações da CNN Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou, neste domingo (14), o governo de Israel de sabotar “o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio”, após um ataque israelense no sábado (13) em uma zona humanitária na Faixa de Gaza.

“O governo de Israel segue sabotando o processo de paz e o cessar-fogo no Oriente Médio. O mais recente bombardeio promovido na Faixa de Gaza vitimando centenas de inocentes é inadmissível. Agora com mais de 90 vítimas fatais e quase 300 feridos em tendas que abrigavam crianças, idosos e mulheres”, disse Lula no X (antigo Twitter). As informações são do Poder360.

“É estarrecedor que continuem punindo coletivamente o povo palestino”, falou. “Nós, líderes políticos do mundo democrático, não podemos nos calar diante desse massacre interminável”.

Para Lula, o cessar-fogo e a paz deveriam ser prioridades da “agenda internacional”: “Todos os nossos esforços devem estar centrados na garantia da libertação dos reféns israelenses e no fim dos ataques à Faixa de Gaza”.

Ataque a Gaza

Segundo o exército de Israel, o alvo do ataque era Mohamed Deif, o comandante das Brigadas al-Qassam, o braço armado do Hamas. Deif é tido como o número dois do Hamas e um dos principais mandantes dos ataques de outubro, que reacenderam o conflito na região.

O FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, afirmou neste domingo (14) que o atirador que tentou assassinar Donald Trump aparentemente “agiu sozinho”. A declaração foi feita pelo agente especial do FBI Kevin Rojek durante uma coletiva de imprensa por telefone junto com o Departamento de Justiça dos EUA.

“Também não identificamos uma ideologia associada ao caso”, acrescentou Rojek. Na coletiva, outra autoridade do FBI afirmou ainda que o incidente está sendo investigado como um potencial ato de terrorismo doméstico. As informações são do G1.

Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, foi identificado como o atirador que tentou assassinar Donald Trump. O ex-presidente dos Estados Unidos foi alvo de um atentado durante um comício na Pensilvânia, no sábado (13).

O FBI também afirmou que, até agora, não há indicações de que Crooks tinha problemas de saúde mental e que o serviço de inteligência dos EUA está focado nas motivações dele, especialmente através de suas redes sociais.

Crooks foi morto após atirar contra o ex-presidente. As autoridades afirmaram que coletaram amostras de DNA para identificá-lo. Ele morava em Bethel Park, um distrito que fica a cerca de 70 km do local do atentado, e estava registrado no sistema eleitoral do estado como republicano.

O atirador não tinha outros registros criminais na justiça norte-americana, segundo o jornal “The New York Times”. O FBI afirmou que a motivação do atentado contra o ex-presidente ainda é desconhecida.

Trump deixou o comício sangrando e foi encaminhado ao hospital, mas já recebeu alta. Um disparo atingiu de raspão a orelha do ex-presidente. O republicano teve a segurança reforçada e desembarcou em New Jersey, na madrugada deste domingo.

Os disparos também provocaram a morte de um homem que acompanhava o comício, Corey Comperatore, de 50 anos. Além disso, outros dois espectadores, também do sexo masculino, foram socorridos em estado grave e encaminhados ao hospital. Todas as vítimas são adultas.

A polícia recuperou um fuzil AR-15 semiautomático no local do atentado, segundo a Associated Press. As autoridades acreditam que o atirador agiu sozinho. Ainda assim, a investigação tentará identificar se outras pessoas estão envolvidas no crime.

O Serviço Secreto dos EUA informou que Trump está seguro e que medidas de proteção foram implementadas ao seu redor.

Durante a madrugada deste domingo, o espaço aéreo da cidade onde morava o atirador foi fechado por razões de segurança.

O presidente Lula repudiou neste sábado (13) o que classificou de atentado contra o ex-presidente Donald Trump. Ele considerou o ato como “inaceitável”.

“O atentado contra o ex-presidente Donald Trump deve ser repudiado veementemente por todos os defensores da democracia e do diálogo na política. O que vimos hoje é inaceitável”, declarou o presidente nas redes sociais.

Neste sábado, Trump foi retirado por seguranças do palanque onde fazia um comício na Pensilvânia. Após sons de tiros, o candidato republicano se abaixou e levantou com sangue na orelha e no rosto.

O local do comício foi abandonado com cadeiras derrubadas e fita policial amarela ao redor do palco. O caso está sob investigação.

Da Agência Brasil

O índice de preços ao consumidor (IPC) na Argentina foi de 4,6% em junho, ficando levemente acima do porcentual registrado em maio, que havia sido de 4,2%, informou nesta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Com isso, o IPC acumulado em 12 meses teve uma ligeira queda, de 276,4% em maio para 271,5% em junho.

Entre os aumentos registrados em junho, os mais expressivos foram nos setores de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (14,3%); restaurantes e hotéis (6,3%); e educação (5,7%). Os preços de alimentos e bebidas não alcoólicas subiram 3% em relação a maio e acumulam alta de 285,1% em 12 meses. “A inflação dos alimentos despencou”, disse nesta sexta-feira Javier Lanari, vice-secretário de Imprensa do governo do presidente Javier Milei, além de ressaltar que esse é “o item que mais afeta os setores vulneráveis”. As informações são da Gazeta do Poço.

Os preços ao consumidor na Argentina em 2023 aumentaram 211,4%, a taxa mais alta desde a hiperinflação de 1989-1990. No ano anterior, a inflação foi de 94,8%. De acordo com o relatório oficial, a inflação acumulada na Argentina no primeiro semestre foi de 79,8%. As previsões de analistas privados mais recentes coletadas pelo Banco Central argentino apontam para uma inflação de 138,1% para 2024, com taxas mensais acima de 4,4% até o fim do ano. A Argentina está em meio a um plano de estabilização da economia e corte de gastos públicos, conduzido por Milei e sua equipe econômica.

Até hoje, 4 presidentes dos Estados Unidos foram assassinados. Abraham Lincoln (1809-1865), James Garfield (1831-1881), Willian McKinley (1843-1901) e John Kennedy (1917-1963). Kennedy estava em campanha pela reeleição. Reeleito, McKinley foi alvejado durante uma exposição em Buffalo, Nova York. Morreu de complicações pelo disparo.

Outros 9 presidentes sobreviveram aos atentados, a maioria deles a tiros, sendo os mais recentes: Jimmy Carter (1979) e Ronald Reagan (1981), cujo pulmão foi perfurado.

O sistema nos Estados Unidos é bruto. Os ódios sempre foram extremos. Muitas guerras e muita violência marcaram a trajetória dos políticos. Desde meados da década de 2010, a polarização e os ódios se acirraram demais, seja pela ação de uma esquerda com agenda acordada em defesa de minorias e imigrantes, seja pela reação da direita republicana representada por Trump, cuja agenda é diametralmente ridícula.

Trump tem demonstrado uma resiliência invejável. Foi acusado de cometer crimes e denunciar ateados contra a democracia, como a invasão do Capitólio. No seu julgamento em que foi acusado de subornar uma atriz pornô para que seu caso com ele não fosse revelado, a mídia americana e mundial massacrou Trump como nunca fez com um político americano. Nem Richard Nixon (1913-1994), com todo Watergate, foi tão atacado. A Suprema Corte deu a ele o alento, na sua decisão de poupá-lo do direito o faria praticado contra ele.

A incapacidade de Joe Biden de se mostrar competitivo promoveu o acerto dos ódios. E a consequência foi o atentado aos tiros neste sábado (13), no qual Trump não morreu por um triz. O tiro atingiu sua orelha, ele sentiu e se atirou ao chão instintivamente. Saiu caminhando do palanque, aclamado pela multidão. O homem que atirou nele foi morto.

É inevitável a comparação deste atestado com o que sofreu em 2018 pelo então candidato Jair Bolsonaro . A diferença fundamental é que, há 6 anos, a direita mundial não estava tão bem organizada como agora, como pudemos conferir no encontro de Balneário Camboriú (SC), na semana passada, promovido pelo CPAC (Conservative Political Action Conference). A reação será forte.

Trump tem o mérito de ter dado o 1º passo para o surgimento de uma nova e mais bem organizada mundialmente, a qual tinha sido tirada de cena pela esquerda e centro-esquerda que emergiu depois da queda do muro de Berlim. O atentado contra ele não se resume à política norte-americana, mas deve ser analisado num contexto global. Vejam, por exemplo, os atos de violência promovidos na França depois da eleição de 7 de julho.

O adido deste sábado indica onde pode chegar a escalar a violência na política americana, cuja temperatura vem subindo desde a morte de George Floyd, um homem negro morto por policiais em maio de 2020, quando Trump e Biden iniciaram a disputa pela Casa Branca. Tudo o que veio depois está encadeado e não vai parar por aí.

As consequências serão proibidas. Trump não deixará de passar em branco e cobrará uma investigação rigorosa por parte do serviço secreto, que falhou, depois que 1 ataque foi morto, assim como 1 apoiador de Trump. Ele irá globalizar este atentado, mostrando que todos os líderes de direita correm o mesmo risco, seja na Europa, Brasil ou em outros países sul-americanos. Recentemente, ele disse a políticos brasileiros que, se eleito, trataria o caso brasileiro como uma questão pessoal ao se referir às perseguições contra os apoiadores de Bolsonaro pelas autoridades do Judiciário.

Lula mandou postar nas redes sociais uma nota econômica de repúdio ao atentado. Gustavo Petro, da Colômbia, não se manifestou até as 22h30. Outros adversários de Trump na política mundial também se calaram, como o espanhol Pedro Sanchez e o francês Emmanuel Macron. Já o primeiro-ministro britânico , o trabalhista Keir Starmer, ex-trotskista, publicou no X uma dura nota condenando a violência, dizendo que “toda sociedade” é vítima deste tipo de atentado.

A partir de agora, Donald Trump, o resiliente, é um sobrevivente. Assim como Reagan, atingido por um tiro em 30 de março de 1981 no 1º ano do seu mandato, o tiro na orelha mudará o curso da história e da campanha. Reagan voltou do hospital para a Casa Branca em 11 de abril com um apetite pelo poder maior do que nunca. Exatamente o que acontecerá com Trump. A partir de agora a campanha vai pegar fogo. Literalmente.

O ataque ao ex-presidente dos EUA Donald Trump, 78 anos, deve levar a uma revisão no esquema de segurança da Convenção Nacional Republicana, que começa na segunda-feira (15) e segue até a quinta-feira (18l), no Fiserv Forum, na cidade de Milwaukee, em Wisconsin (EUA).

A expectativa é de que mais de 50.000 participem do evento que confirmará a nomeação oficial de Trump como candidato do Partido Republicano na disputa presidencial. Políticos e delegados republicanos de todos os 50 Estados norte-americanos participarão da cerimônia, que também atrairá a atenção da mídia, com jornalistas in loco. As informações são do Poder360.

O governador do Wisconsin, Tony Evers (Democrata), disse conversar com os responsáveis pela segurança da convenção. “Minha equipe e eu estamos em contato com aqueles que coordenam o planejamento de segurança da Convenção Nacional Republicana e continuaremos em estreita comunicação à medida que nos inteiramos mais sobre essa situação”, escreveu em sua conta oficial no X (ex-Twitter).

O Serviço Secreto dos EUA é o maior responsável por lidar com a segurança da convenção. Também houve um incremento no financiamento federal do evento e o valor destinado em 2024 alcança US$ 75 milhões, conforme o Wall Street Journal.

A convenção é tida como um evento especial de segurança nacional. Armas não serão permitidas em áreas com exigência de credenciamento.

A legislação do Estado de Wisconsin, no entanto, restringe a proibição de armas no entorno do perímetro de segurança.

O USA Todayreforça que o planejamento para o ato político em Milwaukee está em andamento há 1 ano e que o Serviço Secreto pode alterar todo o protocolo de segurança, mas medidas mais restritivas não foram anunciadas até o momento.

De acordo com a CBS News, o perímetro de segurança deve ser expandido pelo Serviço Secreto com “zonas-tampão” em torno do evento.

Em 12 de março, Trump assegurou os 1.215 delegados necessários para ser o candidato do Partido Republicano à Presidência do país nas eleições de novembro.

O ex-presidente e candidato Donald Trump se pronunciou sobre  o atentado que sofreu durante um comício na cidade de Butler, Pensilvânia, nos Estados Unidos, na tarde deste sábado (13). Trump lamentou as mortes ocorridas no evento.

Trump explicou que sentiu um zumbido após ser atingido e percebeu que estava sangrando muito. Em seu pronunciamento, ele agradeceu ao Serviço Secreto Americano e à polícia pelo rápido atendimento. O candidato republicano também enviou suas condolências às famílias das vítimas do atentado, uma pessoa morta e outra gravemente ferida. As informações são do Portal IG

Em sua declaração, Trump disse:

“Quero agradecer ao Serviço Secreto dos Estados Unidos e a todas as forças de segurança pela rápida resposta ao tiroteio que acabou de acontecer em Butler, Pensilvânia. Mais importante, quero estender minhas condolências à família da pessoa que foi morta no comício e também à família de outra pessoa que ficou gravemente ferida. É incrível que um ato como esse possa acontecer em nosso país. Nada se sabe até o momento sobre o atirador, que agora está morto. Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita. Percebi imediatamente que algo estava errado, pois ouvi um zumbido, tiros, e senti a bala rasgando minha pele. Houve muito sangramento, então percebi o que estava acontecendo. DEUS ABENÇOE A AMÉRICA!”

O atirador envolvido em um incidente no comício de Donald Trump na Pensilvânia foi “neutralizado”, neste sábado (13), de acordo com várias fontes policiais.

Jornalistas que estavam no local relataram que ouviram “uma série de fortes explosões ou estrondos” antes que agentes do Serviço Secreto corressem em direção a Trump.

Ele saiu com um ferimento na orelha e estava sangrando. Também gritou de volta para a multidão e ergueu o punho.

De acordo com o porta-voz de Trump, Steven Cheung, o ex-presidente “está bem”. “O presidente Trump agradece às autoridades e aos socorristas pela sua ação rápida durante este ato hediondo. Ele está bem e está sendo examinado em um centro médico local. Mais detalhes virão”, disse Cheung em comunicado.

Posteriormente, o ex-presidente foi levado para um veículo e retirado do local.

Da CNN 

Sons parecidos com os de tiros foram ouvidos no comício de Donald Trump na cidade de Butler, estado da Pensilvânia, neste sábado (13). O evento foi interrompido.

O candidato presidencial republicano levantou o punho enquanto foi escoltado até um veículo pelo Serviço Secreto dos EUA, mostraram imagens de vídeo do evento. As informações são do G1.

Um vídeo mostra o que parece ser sangue na orelha de Trump e que atiradores se posicionaram no telhado perto do palco onde Trump estava.

O presidente dos Estado Unidos e candidato à reeleição, Joe Biden, disse que ainda não foi informado sobre o incidente.