Ex-ministro de Lula é deportado do Panamá após pergunta sobre ditadura

Ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social durante o segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Franklin de Souza Martins relatou, ontem, ter sido detido, na última sexta-feira (6/3), no Panamá, e deportado para o Brasil. As informações são do portal Metrópoles.

Segundo Martins, ele faria, na sexta, conexão no aeroporto panamenho de Tocumen, durante viagem para Guatemala. Na cidade, o ex-auxiliar de Lula participaria, por três dias, de seminário promovido pela iniciativa Reconstruindo estados de bem-estar social nas Américas, na Universidade Rafael Landívar.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Os colombianos vão às urnas neste domingo (8) para eleger um novo Congresso e participar de consultas partidárias que definirão alguns candidatos à Presidência. A votação é considerada um teste para a eleição presidencial marcada para 31 de maio, com possível segundo turno em 21 de junho.

Segundo a Reuters, cerca de 41,2 milhões de eleitores estão aptos a votar. Eles escolherão 102 senadores e 182 deputados entre mais de 3.000 candidatos, em uma disputa marcada pela fragmentação partidária — cenário que deve obrigar o próximo presidente a governar por meio de coalizões.

Petrolina - Destino

O Irã anunciou neste domingo (8) que definiu um sucessor para o líder supremo Ali Khamenei, morto em um bombardeio de Estados Unidos e Israel no fim de fevereiro, no início da ofensiva contra o país.

Segundo a agência de notícias Mehr, o sucessor foi escolhido pela Assembleia de Peritos — órgão responsável por eleger o líder supremo da República Islâmica. A informação foi confirmada pelo membro do conselho Ahmad Alamolhoda. O nome do escolhido, porém, ainda não foi divulgado. “O líder supremo já foi escolhido”, afirmou. As informações são do portal g1.

Ipojuca - IPTU 2026

Tem um fenômeno impressionante mexendo com a política britânica. E a vitória de Hannah Spencer, uma encanadora e gesseira do norte da Inglaterra tem tudo a ver com isso.

Os dois partidos tradicionais, o Conservador e o Trabalhista, que dominam a política do país há mais de um século estão murchando. É uma reviravolta surpreendente que está acontecendo agora. Na última eleição, em 2024, o Partido Trabalhista teve uma vitória histórica: pegou 63% das cadeiras do parlamento. E agora, um ano e meio depois, está em terceiro lugar nas pesquisas. As informações são do portal g1.

Caruaru - São João na Roça

A emissora estatal iraniana afirmou nesta quinta-feira (5) que drones disparados pela Guarda Revolucionária do Irã atingiram o porta-aviões USS Abraham Lincoln, dos Estados Unidos, que participa da guerra operando no mar da Arábia, perto de Omã.

A emissora estatal não forneceu detalhes sobre a afirmação. As forças iranianas já haviam declarado anteriormente ter atingido a embarcação americana, mas o Pentágono declarou na ocasião que os “mísseis lançados sequer chegaram perto”. As informações são da Folha de S. Paulo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump elogiou a operação militar americana no Irã e disse que “praticamente tudo foi destruído” ao se referir às instalações militares iranianas.

“Eles não têm Marinha. Ela foi destruída. Eles não têm Força Aérea. Ela foi destruída. Eles não têm sistemas de detecção aérea. Isso foi destruído. O radar deles foi destruído. E praticamente tudo foi destruído”, disse o presidente na Casa Branca, durante um encontro com o chanceler alemão Friedrich Merz.

Trump acrescentou: “Estamos indo muito bem. Temos um grande exército e eles estão fazendo um trabalho fantástico”. As informações são da CNN.

Palmares - IPTU 2026

Por Houldine Nascimento – Poder 360

O assessor especial da Presidência da República e principal conselheiro de política externa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Celso Amorim, disse que o Irã não deve se submeter a uma grande potência depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel que atingiram a capital iraniana, Teerã, no sábado (28). A ação resultou na morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei.

“O Irã não vai desaparecer, nem vai se render, nem se prestará a ter um regime que seja títere de qualquer outra grande potência. Agora, exatamente como as coisas vão se passar, eu não sei. Não sei se já havia algum entendimento com alguém da guarda revolucionária. Eu sei que o Irã é um país importante, com personalidade, e eu acho que ele vai reagir a qualquer tentativa de dominação absoluta”, declarou em entrevista ao Poder360 no domingo (1º).

O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, hoje, à GloboNews que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio.

“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou o embaixador. Ao ser questionado sobre o que seria “o pior”, Amorim mencionou um possível alastramento do conflito na região.

Por Estadão Conteúdo

Os dirigentes da Fifa realizaram “reuniões de crise”, ontem, para discutir possíveis repercussões na Copa do Mundo dos ataques militares dos Estados Unidos e Israel ao Irã, de acordo com o jornal britânico The Times.

Os encontros ocorreram após a assembleia geral da International Board (IFAB), órgão responsável pela regulamentação das regras do futebol, sobre mudanças que serão incorporadas a partir da Copa do Mundo.

Por AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (1) que 48 líderes iranianos morreram até o momento na ofensiva contra a república islâmica iniciada ontem por Estados Unidos e Israel.

“Ninguém pode acreditar no sucesso que estamos tendo, 48 líderes desapareceram de uma só vez. E isso está avançando rapidamente”, declarou Trump em entrevista à Fox News, segundo foi citado.

O presidente dos Estados Unidos declarou que “conversará” com os dirigentes iranianos, sem detalhar quando ou quem seriam seus interlocutores, segundo uma entrevista à revista The Atlantic divulgada hoje.

“Eles querem conversar, e eu aceitei conversar, então conversarei com eles. Deveriam ter feito isso antes”, disse o republicano, segundo as declarações reproduzidas pelo veículo. “Alguns daqueles com quem estávamos negociando morreram”, acrescentou Trump, que considerou que os dirigentes iranianos “queriam ser espertos demais”.