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Obama sugere que Biden reavalie candidatura, afirma jornal

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama (Democrata) disse ter sérias dúvidas sobre as chances de vitória do presidente Joe Biden (Democrata) nas eleições de novembro.

Em conversas com aliados, Obama sugeriu que as perspectivas de reeleição do seu ex-companheiro de chapa “diminuíram consideravelmente” nas últimas semanas. As informações são do Washington Post.

A reportagem, publicada nesta quinta-feira, relata que Obama acredita que Biden deve “considerar seriamente a viabilidade de sua candidatura”.

Fontes próximas ao ex-presidente revelaram que Obama se considera um conselheiro de Biden e se sente protetor em relação a ele.

Obama acredita que Biden foi um bom presidente e deseja proteger seus feitos, que podem estar em risco se os republicanos assumirem o controle da Casa Branca e do Congresso no próximo ano.

O ex-presidente também demonstrou preocupação com as pesquisas eleitorais desfavoráveis a Biden, a crescente força de Donald Trump (Republicano) e a fuga de doadores da campanha do atual presidente.

A preocupação de Obama surge em um momento de crescente questionamento dentro do Partido Democrata sobre as chances de Biden derrotar Trump em novembro.

Do Poder 360.

Na conversa do prefeito do Recife, João Campos (PSB), com o presidente Lula, há pouco, em Brasília, ficou acertado que o candidato a vice na chapa do socialista será o ex-chefe de gabinete, Victor Marques, filiado ao PCdoB, partido que integra a federação com o PT e PV. Também ficou definido que o anúncio será na próxima segunda-feira.

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta quinta-feira (18) que haverá bloqueio de R$ 11,2 bilhões e contingenciamento de R$ 3,8 bilhões no Orçamento deste ano no relatório bimestral de receitas e despesas que será publicado na próxima segunda-feira (22).

“Nós vamos ter que fazer uma contenção de R$ 15 bilhões para manter o ritmo do cumprimento do arcabouço fiscal até o final do ano”, disse Haddad. Ele disse, ainda, que o detalhamento será feito no relatório de receitas e despesas. Segundo ele, o anúncio desta quinta é para “evitar especulação”.

A declaração ocorre depois de uma reunião dos ministros que integram a JEO (Junta de Execução Orçamentária) com o presidente Lula (PT). Além de Haddad, participam da reunião os ministros Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), Rui Costa (Casa Civil) e Esther Dweck (Gestão e Inovação) —integrantes da JEO (Junta Econômica Orçamentária).

Da Folha de São Paulo.

O escritor Álvaro Neves lançará seu novo livro, “SAF – Sociedade Anônima do Futebol: Um Manual para Torcedores, Clubes e Dirigentes,” na Livraria Imperatriz do Shopping Center Recife. A noite de autógrafos acontecerá no dia 14 de setembro, às 18h. No dia 09 de agosto, a obra será lançada em Buenos Aires, Argentina, na versão em espanhol.

Este é o quinto livro do autor. Trata-se de um manual didático e lúdico sobre o tema. Segundo Neves, “A transição para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) representa uma revolução silenciosa que está transformando a gestão dos clubes no Brasil. Este livro é um guia completo sobre essa transformação”.

A obra inclui uma pesquisa exclusiva com dirigentes dos principais clubes de futebol de Pernambuco, autoridades do futebol, jornalistas esportivos e um superintendente focado no desenvolvimento de micro e pequenas empresas no estado. O livro também discute as percepções e desafios na implementação do modelo SAF, além de trazer uma proposta de regulamentação e uma análise sobre as torcidas organizadas no contexto da SAF.

Por Arnaldo Santos para o Blog do IBRE

Os fundamentos históricos e condicionantes político-econômicos para o desenvolvimento tardio da Região Nordeste e o Banco do Nordeste do Brasil como ação para o projeto nacional desenvolvimentista do presidente Getúlio Vargas

De conhecimento global é o fato de que a relação de dependência econômica, científica e tecnológica do Brasil perante o mundo desenvolvido ocorreu, especialmente, à extensão de toda a primeira metade do século imediatamente anterior.

Revisitando a história desde o fim do mencionado espaço temporal, encontra-se registro da realização, já em 1947, no Rio de Janeiro, de Conferência Internacional sobre a defesa dos interesses econômicos do Brasil no Continente. No evento, os representantes nacionais cobraram ao Presidente dos EUA, Harry S. Truman, anuência para que fosse criada uma comissão bilateral com o objetivo de debater modalidades de incentivar o investimento privado no País. Propositura aceita e confirmada, organizou-se um grupo de trabalho denominado Comissão Técnica Brasil-Estados Unidos, liderada por John Abbink, representante estado-unidense, e por Otávio Gouveia de Bulhões, indicado pelo Brasil. O grupamento ficou conhecido como Missão Abbink.

Na sequência de determinação do referido grupo, já em 1949, a Missão Abbink elaborou um documento onde analisou, não só, os segmentos econômicos e as precondições para o desenvolvimento, mas, também, a participação do Estado Brasileiro e do capital estrangeiro. Esse estudo foi a primeira tentativa de assentar um plano de desenvolvimento para o Brasil, apesar de não detalhar os projetos, tampouco de estimar os recursos financeiros necessários à implementação, o que já evidenciava sua ineficiência para alcançar os objetivos pretendidos.

O Governo de Eurico Gaspar Dutra, a seu turno – e que vinha trabalhando paralelamente com os mesmos dados – também divulgou, em 1949, um conjunto de medidas a serem implementadas daquele ano até 1953. Essas medidas ficaram conhecidas como Plano Salte. O acrônimo SALTE é constituído pelas letras iniciais das palavras Saúde, Alimentação, Transporte e Energia, que compunham as áreas a serem incentivadas. 

Como, até então, não havia recursos externos para alavancar a industrialização, o Governo Dutra perfilhou uma política de crédito mais liberal, concedendo, por exemplo, empréstimos do Banco do Brasil a setores industriais considerados essenciais.

Dessa ideação resultaram algumas fábricas localizadas no Sudeste, mas nada de relevante para o Nordeste – o que reafirmava o afastamento da Região desde sempre – pelo fato de que o SALTE não previa um planejamento em escala nacional. Ainda assim, nos últimos anos do Governo sob comentário, a economia brasileira denotava índices de crescimento expressivos, de 6% ao ano. O Nordeste, entretanto, mais uma vez não se beneficiou dessa dilatação, confirmando a tradição malsã de excludência, ainda vigente na realidade em curso.

Nesse período, impõe-se enfatizar o fato de que, por décadas, as tragédias ocasionadas pelo clima no Brasil eram somente as “secas do Nordeste”, estampadas nas primeiras páginas dos jornais e na maioria dos meios de propagação coletiva em todo o Estado Nacional, que exibiam imagens de crianças esquálidas pela fome, migração em massa, animais no chão esturricado, forjando o estereótipo de um grande e oneroso locus para o País, já que a ação da elite política local se limitava, tão somente, a pressionar o Governo Federal por mais e mais recursos, sem, todavia, propor uma política de desenvolvimento para a Região. Essa atitude só contribuiu para reforçar o estigma de uma terra cada vez mais miserável!

Vale o registro de que foi na primeira metade da década de 1950, isto é, correspondente ao início do segundo Governo Vargas, que ocorreu a maior saída, até então registrada, de nordestinos desesperados para outras regiões do País, especialmente para São Paulo, o que intensificou as preocupações do Governo Federal com o flagelo regional. Nesse tempo, além da seca, a economia do Nordeste vinha de um extenso período de estagnação, com agricultura atrasada e pouco diversificada, grandes proprietários de terras, débeis relações capitalistas de produção, concentração de renda e indústria com baixíssima produtividade.

Malgrado todas essas adversidades de atraso econômico e social, baixa industrialização, falta de infraestrutura rodoviária e de transporte, energia e telecomunicações, foi que ocorreram as novas eleições. Consoante registrado na História, no dia 3 de outubro de 1950, Getúlio Vargas foi eleito Presidente da República, retornando, então, pelo voto, a ocupar a mais alçada função no País.

Vargas tomou posse em 31 de janeiro de 1951. O debate iniciado no Governo Dutra sobre estratégias de desenvolvimento econômico teve continuidade, então, com muito maior ênfase, oportunidade em que o Presidente Getúlio Vargas aventou para sua regência a decisão central acerca das políticas sobre o tema, considerando que era necessária a intervenção governamental para direcionar o crescimento econômico brasileiro, de preferência com o apoio do capital estrangeiro.

O Banco do Nordeste do Brasil como ação para o projeto nacional desenvolvimentista de Getúlio Vargas

No segundo governo Vargas, tinha curso um ambiente institucional favorável à criação de um banco como o BNB. No começo, havia sido objeto de promessas de campanha, apontando para a continuidade do desenvolvimento impulsionado pela ação estatal, que caracterizou o período ditatorial de Vargas. Secundariamente, experimentava seguimento uma filosofia desenvolvimentista de cariz institucional consubstanciada na Constituição vigente do País, com base na qual a ação do Estado era largamente protegida. Assim, neste entretempo – segundo Governo Varguista – mudava somente o ambiente político, com a redemocratização, via Carta Grande de 1946, mas o espírito desenvolvimentista impulsionado pelo Estado continuava muito robusto e, objetivamente, expresso no próprio Texto Constitucional.

Nesse âmbito de efervescência desenvolvimentista, foram instituídos dois grandes bancos estatais que mudaram a própria configuração institucional do sistema financeiro nacional – o BNDES e o BNB. As motivações, todavia, para instituir ambas as instituições financeiras foram bem diferentes. A primeira distinção foi que a ideia para implantação do BNB não surgiu de um simples plano, mas de uma filosofia de governo, expressa nos vários discursos da campanha de Getúlio Vargas à Presidência da República, que era para sustentar a continuidade do desenvolvimentismo, transportado robustamente pela ação estatal, iniciado com a Revolução de 1930. Já o BNDES aflorou da ideia de impulsionar o desenvolvimento por meio da industrialização do País e, como é farto na História, inspirado pelas análises da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos – CMBEU.

O aparecimento do BNB na ambiência regional, no início dos anos de 1950, assinala um ponto de inflexão estratégica na política até então vigente com a qual o Governo Federal cuidava dos problemas do Nordeste, onde o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (DNOCS) ocupou, por cerca de 40 anos, o lugar de efígie central daquela sucessão desenvolvimentista.

A seca de 1951-1953 registra um significado especial no argumento histórico do Banco do Nordeste do Brasil, porquanto foi depois de uma visita que o Ministro da Fazenda, Horácio Lafer, fez à Região, todavia – uma vez atingida por estiagem prolongada e devastadora –, que despontou a ideia de originar a Instituição. Assim, para o BNB, mais do que uma catástrofe em seus efeitos naturais e políticos, aquela comprida e dolorosa estiagem constituiu, também, um marco em sua trajetória.

Em 1951, conforme há pouco expresso, ocupava o Ministério da Fazenda o político e homem de negócios paulista, que participava no Recife, naquele ano, de um evento promovido por empresários ligados ao setor algodoeiro.

Depois que retornou ao Rio de Janeiro, por meio de uma Exposição de Motivos circunstanciada, Lafer propôs ao Presidente Vargas o instituto de um banco especial, que veio a representar, também, uma mudança radical nos procedimentos de apoio do Governo Nacional ao Nordeste, sob a visão de que esse amparo não devia se restringir apenas aos momentos aflitivos do povo da Região, mas ter um caráter de permanência, atuando como um instrumento transformador da economia regional.

 A seca de 1951-1953 e a formulação da proposta para a criação do Banco do Nordeste 

Alguns analistas entendem que o BNB foi originado em razão da visita que Horácio Lafer fez ao Nordeste em 1951, quando começava mais uma seca devastadora, e teria ficado bastante impressionado com o que viu – o sofrimento do povo atingido pela seca, a desarticulação do sistema produtivo regional e a impotência das políticas governamentais em decurso, mormente as de “combate às secas”, que eram remédios ineficazes para tanger aquela situação dramática.

Sobra evidente o fato de que uma decisão complexa como a de sugerir o estabelecimento de uma grande instituição financeira de desenvolvimento não haveria de ser resultado de uma impressão conjuntural do Ministro da Fazenda.

Há de se entender, então, o que motivou a formação do Banco do Nordeste, feito algo que era amadurecido, não exatamente como uma ideia de originar uma agremiação nos seus moldes, mas como fundamento para uma política sob a qual convergiam as convicções técnicas, por assim dizer, do financista Horácio Lafer, e as premissas do projeto político do Segundo Governo Varguista. A seca de 1951 patenteou, somente, um fator de precipitação, um catalisador, alguma ideação que faltava para deflagar mudanças cujos fundamentos já vinham sendo constituídos, bem antes de Getúlio Vargas assumir a Presidência pelo voto popular.

A propósito, nem a nova política para o Nordeste, que se propunha, em que o estabelecimento do BNB foi o marco zero, era, como ideia motriz, algo tão novo assim. É azado expressar o argumento de que a falência da velha política assistencialista, exercitada havia cerca de 40 anos, tinha sido constatada há várias décadas por outro titular da Fazenda, o Ministro Ruy Barbosa.

Na vigorosa advertência para a ineficácia daquele tratamento concedido aos flagelados pelas secas do “Norte” (o conceito de “Nordeste” ainda não existia), o Titular baiano do Ministério atentava para a relação entre os gastos astronômicos e os resultados pífios obtidos com aquela política oficial e a carga tributária elevada imposta aos contribuintes. Dizia ele que

As despesas com os Estados afligidos pela seca formam, no orçamento, uma voragem, cujas exigências impõem continuadamente ao País sacrifícios indefinidos. Cumpre que a política republicana, apenas consiga desvencilhar-se dos grandes problemas que envolvem a sua inauguração, busque a esse problema solução mais inteligente e menos detrimentosa para os contribuintes”. (Apud Paulo Brito Guerra,       em A civilização da seca).

 A importância do fundo das secas para a criação do BNB

A ideia de instalar o BNB era estabelecer uma instituição para gerir os recursos do chamado “Fundo das Secas”. Os recursos que formavam tal substrato financeiro foram instituídos na Carta Maior de 16 de julho 1934, cujo artigo 177 estabelecia duas diretrizes fundamentais da política de assistência do Governo Federal ao Nordeste, no tocante à defesa contra os efeitos das estiagens, conforme vêm. 

a)     A defesa contra os efeitos das secas nos então chamados Estados do Norte deveria seguir um plano sistemático de caráter permanente, sob a responsabilidade da União.

b)    Era estipulada uma quantia destinada à construção de obras e serviços de assistência de valor nunca inferior a 4% da receita tributária da União sem aplicação especial.

Sobrava estabelecido o fato de que três quartos (75%) desse percentual eram destinados ao custeio das obras normais do plano fixado, ao passo que o restante dos recursos era depositado em caixa especial, para aplicação no socorro das populações atingidas pelas secas.

Determinava-se, pois, que o importe de 4% deveria ser revisto por lei ordinária, após decorridos dez anos de seu estabelecimento.

A Constituição de 1937, que instituiu no País o regime autoritário conhecido por Estado Novo, não tratou sobre o assunto, mas, na Carta Magna de 1946, em seu artigo 198, o tema foi retomado e os recursos do Fundo passaram a ser regidos pelas regras dispostas à continuidade.

a)    Na execução do plano de defesa contra os efeitos de determinada seca do Nordeste, a União deveria aplicar, anualmente, com as obras e os serviços de assistência econômica e social, quantia nunca inferior a 3% da sua renda tributária. 

b)    Um terço daquele percentual haveria de ser depositado em caixa especial, destinada ao socorro das populações atingidas pela calamidade, sendo essa reserva, ou parte dela, passível de ser aplicada a juro módico, consoante as determinações legais, em empréstimos a agricultores e industriais estabelecidos na área abrangida pela seca.

Na manhã de hoje, em uma coletiva de imprensa realizada em Surubim, o deputado e pré-candidato a prefeito do município, Cleber Chaparral, anunciou Ana Paula como sua pré-candidata a vice-prefeita.

Chaparral destacou a experiência, competência e dedicação de Ana Paula ao serviço público. “Ana Paula tem uma trajetória de sucesso e uma forte ligação com a comunidade. Sua inclusão na nossa chapa fortalece ainda mais nosso compromisso com o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida em Surubim”, declarou Chaparral.

Ana Paula, por sua vez, agradeceu a confiança e reafirmou seu compromisso com os ideais da chapa. “Estamos unidos por um propósito maior, que é fazer de Surubim uma cidade mais justa, próspera e acolhedora para todos. Tenho certeza de que, com o apoio da população, alcançaremos grandes conquistas”, afirmou.

O Governo Federal, através do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), criou uma comissão multidisciplinar para avaliar e propor melhorias no transporte aéreo de animais. A portaria Nº 15046 foi assinada nesta quinta-feira pelo diretor-presidente da Anac, Tiago Pereira, e pelo ministro Silvio Costa Filho.

A comissão, coordenada pela Anac, busca estabelecer padrões de segurança e sustentabilidade para o transporte de pets, alinhando-se às boa práticas internacionais.

“Quando a gente olha as legislações hoje na Europa, nos Estados Unidos e outros países, há de fato um déficit real de legislações que dialogam com a ajuda de proteção animal, de transporte aéreo, de segurança. Então, o Brasil pode dar um exemplo ao mundo dessa própria legislação brasileira e a regulamentação”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho.

No próximo dia 1º, a Associação de Empresários do Brasil (AEBR), com sede no Recife e presidida pelo advogado Fernando Mendonça, comemora seu sétimo aniversário promovendo um evento para homenagear personalidades que têm contribuído para o impulso da economia brasileira, especialmente em Pernambuco.

A celebração será realizada no restaurante Spettus e contará com a presença de 250 convidados, entre empresários e políticos. Serão homenageados os empresários Eduardo Monteiro, do grupo EQM; Bernardo dos Santos Peixoto, presidente da Fecomércio, Sesc e Senac; Celso Muniz, presidente do grupo CM e sócio de centros comerciais; Mano Medeiros, prefeito do Jaboatão dos Guararapes; Luiz Alberto Carneiro, presidente emérito da Associação Comercial de Pernambuco; e a banca advocatícia do escritório Ferreira de Lima Advogados, reconhecida por sua contribuição ao setor empresarial.

Segundo Fernando Mendonça, a Associação que preside conta, hoje, com 106 associados de diversos setores, como Kicaldo, Turquesa, Masterboi, Credimoveis Novolar, Cadan, Instituto Brasília, Universo, entre outros, que têm se destacado por sua atuação em defesa dos interesses empresariais.

O evento tem a intenção de reforçar o papel da AEBR na luta por um ambiente de negócios no Brasil, diz Mendonça.

O governo do presidente Lula (PT) determinou sigilo de 100 anos na declaração de conflito de interesses do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

O documento é apresentado por autoridades à Comissão de Ética da Presidência da República e contém informações fiscais, bancárias, pessoais e patrimoniais de autoridades públicas.

Além disso, a listagem engloba também a existência de cônjuge, de companheiro ou de parente com atividades que possam suscitar conflito de interesses e a relação das atividades privadas exercidas no ano antes de assumir o cargo, entre outras informações.

A decisão foi tomada pela Comissão Mista de Reavaliação de Informações (CMRI), última instância recursal no Executivo federal para pedidos feitos com base na LAI (Lei de Acesso à Informação). Ela manteve o entendimento da CGU (Controladoria-Geral da União) de que as informações se referem à vida privada do ministro e por isso têm sigilo de 100 anos.

“Os dados pessoais presentes no documento são de acesso restrito visto que se referem a aspectos da vida privada e intimidade do titular e, portanto, não publicizáveis, independentemente de classificação das informações e pelo prazo máximo de 100 anos, a contar da sua data de produção”, diz a decisão.

A CMRI é composta por titulares de dez ministérios. Os membros titulares da comissão são os ministros da Casa Civil , Justiça, Relações Exteriores, Defesa, Fazenda, Direitos Humanos, Segurança Institucional da Presidência, Advocacia-Geral da União e Gestão e Inovação em Serviços Públicos. Os suplentes são servidores da pasta.

O sigilo de 100 anos é previsto na LAI para caso de informações privadas. O mecanismo foi usado durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que expandiu o entendimento para ocultar informações públicas.

Da Folha de São Paulo.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o país pode enfrentar um “banho de sangue” e uma “guerra civil” caso ele não seja reeleito na votação do próximo dia 28 de julho. A declaração acontece em um momento em que a oposição denúncia sofrer cada vez mais repressão por parte do governo — incluindo uma denúncia de atentado, nesta quinta-feira, feita por María Corina Machado, que foi impedida de concorrer neste ano.

“Se não quiserem que a Venezuela caia em um banho de sangue, em uma guerra civil fratricida, produto dos fascistas, garantamos o maior êxito, a maior vitória da história eleitoral do nosso povo”, afirmou Maduro em um comício realizado ontem em Caracas, acrescentando que apenas uma vitória do chavismo garantirá a “paz” no país: “Quanto mais forte for a vitória, mais garantias de paz teremos. Quanto mais fortes forem os votos, mais garantias de futuro garantiremos a estas meninas e meninos”, declarou.

O mandatário convidou ainda seus eleitores e apoiadores a festejar nas ruas no dia 28 de julho, quando prevê “resultados irreversíveis” a seu favor, embora as pesquisas apontem o diplomata Edmundo González Urrutia, candidato de consenso da oposição para enfrentar Maduro nas eleições presidenciais, como favorito.

Para analistas consultados pela CNN, Maduro usa estratégia que procura intimidar a oposição e o eleitorado devido à possibilidade de um resultado contrário ao que deseja. As pesquisas apontam que González Urrutia lidera as intenções de voto com folga.

“Faz parte da estratégia de tentar gerar medo no eleitorado caso haja alguma dúvida sobre votar na oposição ou ir votar”, explicou Eugenio Martínez, analista e diretor da Votoscopio, à CNN.

Do Jornal O Globo.

O deputado Coronel Alberto Feitosa, autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 58/2023), que prevê a destinação de 50% das emendas parlamentares para ações e serviços públicos de saúde, visitou a Santa Casa da Misericórdia e o Hospital das Clínicas nesta semana.

Na quarta-feira, Feitosa conheceu o trabalho da Santa Casa da Misericórdia. Com mais de 160 anos de fundação, a entidade mantém oito unidades em Pernambuco, atendendo 450 mil pacientes, incluindo idosos, crianças e pessoas com deficiência visual.

Nesta quinta-feira, o deputado se reuniu com a diretoria do Hospital das Clínicas, ligado à Universidade Federal de Pernambuco, que está precisando de insumos e reformas na UTI neonatal, bloco cirúrgico e centro obstétrico.

“A emenda parlamentar é um recurso que pertence ao povo pernambucano. Mais de 70% das emendas que destino são para a saúde para aquisição de equipamentos ou insumos. A exemplo do Hospital do Câncer, da Fundação Altino Ventura, Hospital Mestre Vitalino, Hospital Armindo Moura e outras instituições. A Santa Casa da Misericórdia e o Hospital das Clínicas estarão incluídas nessas emendas que irei destinar”, anunciou o deputado Coronel Alberto Feitosa.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, assinou, nesta quinta-feira, sua filiação ao Partido dos Trabalhadores (PT). Randolfe retorna ao partido ao qual foi filiado de 1990 a 2005. A ficha de filiação foi assinada ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

A volta do senador ao PT era aguardada desde o ano passado, quando Randolfe se desfiliou da Rede Sustentabilidade, partido onde esteve de 2015 a 2023. Antes, foi filiado ao PSOL de 2005 a 2015.

Com a confirmação da filiação de Randolfe ao PT, os três líderes do governo agora são petistas. Os outros são Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, e José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara dos Deputados.

No X (antigo Twitter), Randolfe disse que voltou ao PT porque, no partido, com Lula, que entendeu “que é possível construir um País mais justo”. “Voltei porque entendi que não posso esquecer de onde vim. Que aqui sou instrumento da mudança que quero para o Brasil e para o Amapá.”

Do Estadão.

O governo dos Estados Unidos afirmou ao governo brasileiro que não há informações se o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou ou não um comprovante de vacina para entrar no país, em dezembro de 2022. A informação foi repassada nesta quinta-feira pela Polícia Federal (PF) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) aguardava esse esclarecimento para decidir se denuncia Bolsonaro por um suposto esquema de fraude de cartões de vacinação.

O Departamento de Justiça americano informou ao Ministério da Justiça que o órgão que cuida da proteção das fronteiras (CBP, na sigla em inglês) não tem o registro sobre se foi apresentada algum comprovante ou mesmo alegação de que Bolsonaro e outros membros de sua comitiva tinham se imunizado contra a Covid-19.

“O CBP não possui registro do que, se algo, esses indivíduos forneceram como prova de vacinação contra a Covid, e os registros de entrada e saída não abordam se esses indivíduos alegaram que estavam vacinados ou se estavam isentos dos requisitos de vacinação”, diz o ofício.

Em março, a PF indiciou Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid e outras 15 pessoas pela suspeita de fraude nos cartões de vacina. No mês seguinte, contudo, a PGR optou por não apresentar uma denúncia, e no lugar, solicitou mais diligências.

Do Jornal O Globo.

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), está em Brasília para uma conversa definitiva com o presidente Lula sobre o fechamento da chapa que vai concorrer à reeleição. É possível que, já após a conversa, anuncie o seu vice. O nome mais cotado é o do ex-chefe de gabinete, Victor Marques. Filiado ao PCdoB, partido que faz parte da federação com o PT e PV, Victor é amigo de bancas escolares do prefeito e um dos seus estrategistas do Governo.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou nesta quinta-feira que o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não terá cortes nas área de saúde e educação para as obras já iniciadas do programa.

“O PAC está preservado, ainda que a gente precise fazer cortes temporários, contingenciamentos ou bloqueio em obra de infraestrutura, a gente faz em obra que não iniciaram ou que não iniciariam agora. Não tem nenhuma sinalização de que o PAC, especialmente na área da educação e da saúde, vai ter corte”, disse.

Tebet afirmou que, caso necessário, serão feitos contingenciamentos ou bloqueios em obras de infraestrutura que ainda não começaram, para preservar as já iniciadas. A declaração foi feita durante entrevista ao programa do governo federal Bom dia, Ministra.

Com informações da Folha de São Paulo.

A pré-candidata à Prefeitura de Olinda, Mirella Almeida (PSD), recebeu o apoio do partido Agir, reafirmado em uma reunião realizada ontem com o presidente estadual da legenda, Fábio Bernardino, e Arlindo Siqueira, líder do partido no município.

“Ter o Agir caminhando com a gente fortalece muito o palanque. É um partido que tem boa representatividade e queremos, juntos, seguir mudando a cidade de Olinda,” disse Mirella.

“Mirella tem atitude e está totalmente preparada para governar Olinda,” afirmou Fábio Bernardino.

O projeto “Xegamiga” oferece acolhimento, orientação jurídica, apoio psicológico e cursos profissionalizantes voltado para mulheres vítimas de violência. Em funcionamento desde 2020, a iniciativa já certificou mais de 500 mulheres em diversas áreas, como design de sobrancelhas, maquiagem, manicure e pedicure, cabeleireiro e gastronomia, dentre outros.

Hoje, às 18h30, o Xegamiga promove, na Livraria Jaqueira do Paço Alfândega, o evento de relançamento dos livros “Violências 1 e 2 – Dos antigos Hábitos às Novas Formas”. As obras reúnem artigos de renomados escritores sobre as diversas facetas da violência contra a mulher e ferramentas para enfrentar esse problema. Além disso, será relançada a coleção de livros “Tão Tão Aventureiro”, destinada a adolescentes e crianças.

O evento é aberto ao público e toda a verba arrecadada será revertida para a continuidade do projeto.

Para mais informações, visite nossas redes sociais do Xegamiga:

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