Xico Sá e o bombástico livro sobre a morte de PC Farias no podcast da próxima quarta

O podcast ‘Direto de Brasília’ da próxima semana será excepcionalmente na quarta-feira, ao invés da terça, por causa da concorrida agenda do jornalista e escritor Xico Sá. O programa é uma parceria deste blog com a Folha de Pernambuco, com transmissão para 165 emissoras de rádio no Nordeste.

Xico vai falar da sua mais recente obra, o livro ‘O Tesoureiro: o esquema de corrupção, a fuga espetacular e a morte de PC Farias’. A obra mistura perfil, reportagem e memórias que revisitam a trajetória de Paulo César Farias, o PC Farias, tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello.

Sebrae - Fazer dar certo

Ao encerrar, ontem, o podcast Direto de Brasília com o ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, o presenteei com a caneca institucional alusiva aos festejos dos 20 anos do blog. Pereira é paulista, mas seus pais nasceram no Ceará, Estado com o qual acabou criando um elo sentimental. Ele assumiu a pasta com a saída do também paulista Márcio França (PSB), ex-governador de São Paulo, que entrou na chapa como vice do candidato a governador pelo PT, Fernando Haddad.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Lançada em fevereiro de 2025, a plataforma Contrata+Brasil, do governo federal, promoverá uma “revolução social” a partir de uma iniciativa no Recife. Essa é a visão do ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira (PSB). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele prometeu uma grande expansão no serviço, com a inclusão de ofertas de poderosos órgãos como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, INSS e Correios, além de unidades da rede escolar que recebam verbas federais.

“O Contrata+Brasil é uma ferramenta que procura conectar serviços públicos com empreendedores, inclusive pequenos e médios. Estamos fazendo nos próximos dias uma grande expansão dos serviços federais. Banco do Brasil, Caixa, INSS, Correios e todas as escolas que recebem dinheiro federal vão começar a ofertar serviços nessa plataforma. Além disso, estamos expandindo o cadastramento dos Microempreendedores Individuais (MEIs) também, que hoje são 5,9 milhões e podem ser contratados por um serviço no Contrata+Brasil. É uma forma diferente de lidar com essas necessidades, que pode desenvolver muito esses pequenos empreendedores”, destacou Paulo Pereira.

Caruaru - Transparência 2026

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Ipojuca - Na palma da sua mão

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, a recente ida do ministro ao Congresso para a defesa da atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O ‘Direto de Brasília é uma parceria deste Blog com a Folha de Pernambuco.

Na ocasião, o ministro também vai alertar a glamourização excessiva do setor. Segundo ele, há uma visão romântica sobre abrir o próprio negócio. Ele ressalta que a atividade envolve riscos altos, forte carga de estresse, tensão e instabilidade financeira.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, é o entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje. Na pauta, a recente ida do ministro ao Congresso para a defesa da atualização do teto de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O ‘Direto de Brasília é uma parceria deste Blog com a Folha de Pernambuco.

Na ocasião, o ministro também vai alertar a glamourização excessiva do setor. Segundo ele, há uma visão romântica sobre abrir o próprio negócio. Ele ressalta que a atividade envolve riscos altos, forte carga de estresse, tensão e instabilidade financeira.

Palmares - 147 anos

No final de julho, o governo Lula (PT) lançou o Plano Brasil Soberano 3, oferecendo R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas pelo novo tarifaço imposto pelos Estados Unidos, além da crise com o Oriente Médio. Instituído por medida provisória, o programa terá recursos advindos do Tesouro Nacional e do BNDES. Apesar de elogiado, o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, classificou a iniciativa como um “paliativo” e disse que “não resolve” o problema da economia brasileira.

“É um paliativo, porque, na realidade, a taxa de juros do Brasil é enorme. É a segunda ou terceira maior do mundo, realmente um absurdo. Esse paliativo diminui um pouco esse custo financeiro, mas não resolve o problema, que é de produção e estrutural. Ajuda as empresas a se manterem durante algum tempo com o financiamento, mas vai ter um custo, que é mais baixo do que os juros hoje, mas também não é sem custo. Se você considerar uma empresa que não está conseguindo produzir nem vender seu produto e que tem uma margem pequena, esse custo é muito alto ainda”, afirmou Robson, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Segundo o ex-presidente da CNI, o Plano Brasil Soberano 3 pode contribuir “por um escasso período” com essas empresas, mas o problema só será resolvido com um conjunto de outras medidas. “Temos que aumentar a produtividade, a produção, o mercado. Nós temos que ter outras medidas dentro do programa da indústria nacional, do programa da nova indústria. Temos que ter outras ações além dessas, um conjunto de ações que precisam ser tomadas. O Brasil Soberano é um remédio que não vai resolver o problema da doença da indústria nesse momento. Se ela sair da UTI, ficará no hospital e poderá voltar para a UTI”, completou.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Nas últimas semanas, o Governo Lula (PT) anunciou que usaria a Lei da Reciprocidade como instrumento de pressão contra os Estados Unidos, em função do tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump. No entanto, na avaliação do ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, a estratégia não é a mais correta, porque “não trará nenhum benefício” ao país.

“Não sou a favor de adotar a Lei da Reciprocidade, porque não vai nos levar a absolutamente nada. Não vai trazer nenhum benefício para a economia brasileira. E isso não é adotar uma postura passiva, é ser realista. Temos que adotar uma postura de negociar. Os motivos alegados pelo governo americano para esse tarifaço são frágeis, não são consistentes, podem ser rebatidos, demonstrados, discutidos. Quando você entra numa negociação, você está disposto a levar suas ideias, mas também a aceitar algumas colocações. Então essa negociação é importante”, afirmou Robson, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Quais são os problemas que os americanos alegam? São os problemas do PIX, essas coisas. Então nós temos que chegar lá e mostrar para eles a realidade econômica brasileira. Agora, tem que negociar, e negociar quer dizer dar alguma coisa e receber outra coisa. Me parece que o governo do presidente Trump quer negociar. Isso depende de nós também termos essa intenção e partirmos para essa discussão”, completou.

A Lei da Reciprocidade foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2025 e regulamentada por decreto. Ela permite ao Brasil adotar contramedidas comerciais e diplomáticas a países ou blocos econômicos que imponham barreiras, restrições ou tarifas alfandegárias unilaterais e injustificáveis aos produtos nacionais. O uso da medida foi anunciado pelo Governo Lula como resposta ao novo tarifaço de 12,5% aos produtos brasileiros, comunicado por Trump no mês passado. Todavia, o Brasil também informou que não deixaria a mesa de negociações com o governo americano.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O governo brasileiro teria demorado a agir e abrir negociações após o tarifaço imposto pelos Estados Unidos no início do ano. Essa é a avaliação do mineiro Robson Andrade, ex-presidente da poderosa Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o empresário e uma das principais lideranças do segmento defendeu a negociação, pois os argumentos brasileiros são favoráveis a um entendimento com o presidente americano Donald Trump.

“Eu sou a favor da negociação. Acho que é o único caminho que temos para realmente resolver essa questão do tarifaço, que foi decidida de maneira unilateral e baseada em levantamentos ou em informações que não são corretas. E, como as informações deles não são corretas, o Brasil tem um grande espaço para abrir essa negociação. Agora, acho que estamos agindo tarde, já devíamos ter agido desde antes, quando havia uma ameaça concreta. Não era uma ameaça que a gente poderia relegar. O Brasil tinha que ter começado e aberto essas negociações antes. Acho que retardamos, e agora estamos correndo atrás do prejuízo”, afirmou Robson.

“Nós podíamos ter, de uma maneira bem prática e pragmática, sentado à mesa e levado nossas argumentações, e iríamos saber quais eram as questões levantadas pelo governo americano. Essas questões poderiam ter sido refutadas de maneira elegante e concreta, e a gente poderia hoje estar numa situação em que não teríamos esse tarifaço de 25% que foi imposto pelo governo americano”, completou.

Robson reforçou que o Brasil é democrático e soberano, mas precisa “fazer o dever de casa”. “A gente tem que ir lá, discutir, negociar. Não temos que ter receio dessa negociação. Temos que chegar, colocar na mesa o que podemos ceder e o que nós queremos em troca”, concluiu.

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Robson Andrade, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!