Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o ex-governador do Piauí e ex-senador Hugo Napoleão (PSD) defendeu a importância de uma terceira via para quebrar a polarização da corrida presidencial entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Segundo o político, é ruim para o país ficar refém de uma “dicotomia”, mas admite que o tempo hábil para surgir um nome é difícil. Ele avalia que o nome mais indicado seria o do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que disputará a reeleição.
“Não sou da dicotomia entre Lula e Flávio Bolsonaro. O melhor para mim de todos, por ser um homem extremamente correto, é o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que é candidato à reeleição em São Paulo. Esse seria um nome ímpar, mas infelizmente não disputará a Presidência da República agora”, ponderou Napoleão.
Ele também fez afagos ao correligionário Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás e que está concorrendo ao Palácio do Planalto. “Meu partido hoje está com Ronaldo Caiado, que é uma excelente pessoa, foi um brilhante administrador, mas acho que é um pouco conservador demais. Ao passo que o PT é um pouco à esquerda demais. Caiado é naturalmente conservador demais. O que o Gilberto Kassab (presidente nacional do PSD) até não é, mas, de qualquer maneira, eu aguardo as convenções do partido para poder me manifestar”, completou.
Ex-ministro, ex-senador e ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão (PSD) tem uma larga experiência na vida pública. E é por conta disso que analisa que o Brasil está em vias de “novos rumos”. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Napoleão vislumbra um cenário difícil para o presidente Lula (PT), que busca o quarto mandato, especialmente no Nordeste.
“Vislumbro uma situação difícil nas eleições. No Piauí, o presidente Lula teve 75% dos votos, foi a maior maioria, digamos assim, para usar um pleonasmo. Não creio que já esteja tanto assim, não obstante o bom governador do PT, Rafael Fonteles, mas não creio e não quero que esteja tanto assim”, avaliou o ex-governador, que foi mais enfático ainda contra a reeleição do presidente.
“No Piauí eu sinto que também já não é mais tanto assim. É preciso mudar, alterar, mas não a dicotomia esquerda-direita, entre Flávio Bolsonaro (PL) com Lula. Vamos por outra alternativa. O país está muito mal. Devo dizer que nunca houve um déficit orçamentário tão grande quanto agora, aliás não havia até os dois primeiros governos do presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff (PT). Ela terminou com o impeachment por causa disso, em 2016. Foi por causa do déficit orçamentário. Gastam tudo no que podem, no que não podem e não devem. O ex-presidente Michel Temer (MDB) consertou, depois o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com Paulo Guedes na Fazenda, ajustou o país, devolveu o Brasil à normalidade e voltou o superávit. Aí entrou Lula em 2023, veio o déficit de novo”, disparou Hugo Napoleão.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’, de hoje, em parceria com a Folha de Pernambuco, será o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, que também já foi ministro e senador. Na pauta, o cenário nacional e o lançamento do seu novo livro autobiográfico, marcado para o próximo mês, “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”.
A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
Nascido em Portland, nos Estados Unidos, Napoleão é advogado. Foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de Estado e, por dois mandatos alternados, governador do Piauí. Atualmente, ele é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e pertence à Academia Piauiense de Letras (APL).
Napoleão iniciou sua carreira profissional com um estágio na Procuradoria-geral de Justiça da Guanabara, passando depois à condição de assessor jurídico do Banco Denasa de Investimentos S/A (1968) e a membro do Escritório de Advocacia Nunes Leal (1971) interrompendo sua trajetória profissional em razão de seu ingresso na política.
Em 1980, ingressou no PDS e foi eleito governador do Piauí em 1982, o primeiro escolhido por sufrágio popular após vinte anos, tendo como adversário o senador Alberto Silva (PMDB). Em 14 de maio de 1986 renunciou ao cargo em favor de Bona Medeiros. Em novembro daquele ano foi eleito senador pelo Piauí chegando ao posto de presidente nacional do Partido da Frente Liberal (PFL) alguns anos mais tarde.
Entre outubro de 1987 e janeiro de 1989 sua vaga no Senado Federal foi ocupada pelo escritor Álvaro Pacheco, visto que fora nomeado ministro da Educação pelo presidente José Sarney acumulando por um breve período o cargo de ministro da Cultura. Em 1994 foi reeleito senador e tornou-se o primeiro político piauiense a romper a marca do meio milhão de votos. Nesse novo mandato foi escolhido por seus pares líder do PFL no Senado Federal.
Em 1998 foi candidato a governador pela coligação Avança Piauí, mas foi derrotado pelo médico Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa. Mesmo vencido, impetrou uma ação de impugnação de mandato eletivo contra seu adversário por abuso de poder econômico, tese afinal aceita pelo Tribunal Superior Eleitoral que cassou Mão Santa em 6 de novembro de 2001, com base na denúncia formulada por sua coligação. Em 2002, saiu candidato á reeleição, mas foi derrotado por Wellington Dias.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’, de hoje, em parceria com a Folha de Pernambuco, será o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, que também já foi ministro e senador. Na pauta, o cenário nacional e o lançamento do seu novo livro autobiográfico, marcado para o próximo mês, “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”.
A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
Nascido em Portland, nos Estados Unidos, Napoleão é advogado. Foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de Estado e, por dois mandatos alternados, governador do Piauí. Atualmente, ele é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e pertence à Academia Piauiense de Letras (APL).
Napoleão iniciou sua carreira profissional com um estágio na Procuradoria-geral de Justiça da Guanabara, passando depois à condição de assessor jurídico do Banco Denasa de Investimentos S/A (1968) e a membro do Escritório de Advocacia Nunes Leal (1971) interrompendo sua trajetória profissional em razão de seu ingresso na política.
Em 1980, ingressou no PDS e foi eleito governador do Piauí em 1982, o primeiro escolhido por sufrágio popular após vinte anos, tendo como adversário o senador Alberto Silva (PMDB). Em 14 de maio de 1986 renunciou ao cargo em favor de Bona Medeiros. Em novembro daquele ano foi eleito senador pelo Piauí chegando ao posto de presidente nacional do Partido da Frente Liberal (PFL) alguns anos mais tarde.
Entre outubro de 1987 e janeiro de 1989 sua vaga no Senado Federal foi ocupada pelo escritor Álvaro Pacheco, visto que fora nomeado ministro da Educação pelo presidente José Sarney acumulando por um breve período o cargo de ministro da Cultura. Em 1994 foi reeleito senador e tornou-se o primeiro político piauiense a romper a marca do meio milhão de votos. Nesse novo mandato foi escolhido por seus pares líder do PFL no Senado Federal.
Em 1998 foi candidato a governador pela coligação Avança Piauí, mas foi derrotado pelo médico Francisco de Assis de Moraes Souza, o Mão Santa. Mesmo vencido, impetrou uma ação de impugnação de mandato eletivo contra seu adversário por abuso de poder econômico, tese afinal aceita pelo Tribunal Superior Eleitoral que cassou Mão Santa em 6 de novembro de 2001, com base na denúncia formulada por sua coligação. Em 2002, saiu candidato á reeleição, mas foi derrotado por Wellington Dias.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Esta semana, meu podcast ‘Direto de Brasília’, em parceria com a Folha de Pernambuco, terá dupla exibição. Amanhã, como de costume, vai ao ar a entrevista com o ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, que também já foi ministro e senador. Na quarta-feira, a convidada é a líder do Governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE).
Na pauta de Napoleão, o cenário nacional e o lançamento do seu novo livro autobiográfico, marcado para o próximo mês, “O Parnaíba Tem Feitiço (A Vida de um Piauiense)”. A obra reúne memórias pessoais e políticas do autor, que construiu uma trajetória marcante na vida pública brasileira, narrando episódios de sua infância, formação e das décadas dedicadas ao serviço público.
Nascido em Portland, nos Estados Unidos, Napoleão é advogado. Foi duas vezes senador, três vezes deputado federal, três vezes ministro de Estado e, por dois mandatos alternados, governador do Piauí. Atualmente, ele é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e pertence à Academia Piauiense de Letras (APL).
Na pauta da nova líder do Governo na Casa Alta, as pautas-bombas colocadas em votação pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, o distensionamento da relação de Alcolumbre com o presidente Lula e as eleições.
Teresa é professora, pedagoga e sindicalista. Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), foi deputada estadual por cinco mandatos em Pernambuco. Formada em Pedagogia pela Universidade Católica de Pernambuco, em 1975, iniciou sua carreira profissional na rede estadual de ensino. Ingressou no movimento sindical em 1984 como diretora da Associação dos Orientadores Educacionais de Pernambuco (AOEPE). Em 1993, foi eleita presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe).
Filiada ao PT desde 2000, foi eleita em 2002 à Assembleia Legislativa de Pernambuco com 23 mil votos. Sendo reeleita em 2006 com 37 mil votos, 2010 com 39 mil, 2014 com 38 mil e em 2018 com 31 mil votos. Na Assembleia, presidiu a Comissão de Educação e Cultura da casa. Nas eleições de 2022, foi eleita senadora por Pernambuco, tornando-se a primeira mulher da história a representar o estado no Senado Federal.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
Meu podcast Direto de Brasília, agora em fase itinerante, em parceria com a Folha de Pernambuco, começa, hoje, por Fortaleza, uma série pelo Nordeste, região para a qual o programa é transmitido por 165 emissoras de rádio. O start se dá com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), candidato à reeleição nas eleições de outubro.
Gravado, ontem, no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o podcast será exibido, excepcionalmente, hoje, o segundo em uma semana, tendo em vista que o programa é semanal, com episódios sempre às terças-feiras.
O governador me recebeu em alto estilo no seu gabinete. Foi provocado a falar sobre os mais variados assuntos que estão na mídia estadual e nacional, como a polêmica incineração de 290 mil pés de maconha em Acopiara, no interior do Estado, que já resultou no afastamento de dois delegados do caso.
Falou também da sua sucessão, atacou Ciro Gomes, seu principal adversário, por ter feito uma aliança no campo bolsonarista, e disse já ter pesquisas que ultrapassou o tucano. Ele garantiu que virou o jogo e Ciro será derrotado em outubro.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, Elmano advogou jurídica e politicamente por sindicatos e movimentos sociais. Iniciou sua carreira política em 1996, quando candidatou-se a vereador de Baturité. Depois de assumir, entre 2011 e 2012, a Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza na gestão da prefeita Luizianne Lins, disputou cargos no executivo e no legislativo cearenses, sendo eleito deputado estadual em 2014 e 2018 e governador em 2022.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Meu podcast Direto de Brasília, agora em fase itinerante, em parceria com a Folha de Pernambuco, começa, hoje, por Fortaleza, uma série pelo Nordeste, região para a qual o programa é transmitido por 165 emissoras de rádio. O start se dá com o governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), candidato à reeleição nas eleições de outubro.
Gravado, ontem, no Palácio da Abolição, sede do Governo do Ceará, o podcast será exibido, excepcionalmente, hoje, o segundo em uma semana, tendo em vista que o programa é semanal, com episódios sempre às terças-feiras.
O governador me recebeu em alto estilo no seu gabinete. Foi provocado a falar sobre os mais variados assuntos que estão na mídia estadual e nacional, como a polêmica incineração de 290 mil pés de maconha em Acopiara, no interior do Estado, que já resultou no afastamento de dois delegados do caso.
Falou também da sua sucessão, atacou Ciro Gomes, seu principal adversário, por ter feito uma aliança no campo bolsonarista, e disse já ter pesquisas que ultrapassou o tucano. Ele garantiu que virou o jogo e Ciro será derrotado em outubro.
Formado em Direito pela Universidade Federal do Ceará, Elmano advogou jurídica e politicamente por sindicatos e movimentos sociais. Iniciou sua carreira política em 1996, quando candidatou-se a vereador de Baturité. Depois de assumir, entre 2011 e 2012, a Secretaria Municipal da Educação de Fortaleza na gestão da prefeita Luizianne Lins, disputou cargos no executivo e no legislativo cearenses, sendo eleito deputado estadual em 2014 e 2018 e governador em 2022.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
Representante do centro da frente ampla capitaneada pelo presidente Lula (PT), a ex-ministra Simone Tebet (PSB) prevê que a polarização nacional será a grande dificuldade do governo nas próximas eleições. Pré-candidata ao Senado por São Paulo, ela ressalta que a gestão tem bons números e índices para apresentar, enquanto a oposição estaria optando por um discurso de ódio com base em fake news.
“A polarização vai ser lamentavelmente nossa grande dificuldade. Nós estamos prontos para debater economia, mostrar números, aquilo em que avançamos. Foram quatro anos de reconstrução, de construir uma ponte para o futuro que queremos. O lado de lá não tem discurso, não tem projeto. A gente só vê o que foram aqueles quatro anos de terra arrasada, e eles querem entrar numa discussão que não interessa para ninguém, de retrocesso, numa pauta de costumes que não coloca comida na mesa do povo brasileiro, e que não pode ser trazida à baila num país tão diferente e diverso. Não posso ter a tese de que o Brasil, tão diferente na sua identidade, tenha que ter uma religião, um princípio, um determinado valor. Nós temos que aceitar as diferenças”, afirmou Tebet, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
Sobre as principais pautas para o debate, a ex-ministra apontou a redução dos juros, a segurança pública e a mobilidade urbana. “Na economia vamos continuar avançando, fazendo medidas mais firmes para combater a inflação, que significa queda de juros. Esse é o grande desafio do futuro presidente da República. Precisamos baixar esses juros o mais rapidamente possível, dentro da autonomia do Banco Central, que a gente respeita, para que possamos ter não só comida mais barata alimentando o povo brasileiro, mas também maior poder aquisitivo das pessoas naquilo que é considerado básico. O resto é continuar avançando com as políticas públicas que já existem. A gente não precisa inventar a roda. E temos algumas pautas relevantes que fogem da economia, como a segurança pública, que deixou de ser um problema estadual, e a mobilidade urbana, a questão da integração do transporte coletivo”, completou.