FMO - Processo Seletivo 2024

Saúde materno-fetal ganha reforço de peso em Tabira

O autor e executor do projeto Materno-Fetal, o médico Pedro Pires, se uniu em uma parceria inédita para implantar, no município de Tabira, o projeto que tem como principal objetivo assegurar às gestantes com confirmação de malformação congênita, os recursos e atenção especializada.

A iniciativa visa exclusivamente reforçar a saúde das futuras mamães acompanhadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e será implantada nas 14 Unidades Básicas de Saúde de Tabira, gerando, dessa forma, avanços significativos no cuidado às gestantes, fortalecendo laços de confiança e proporcionando uma experiência mais segura e saudável para as futuras mães.

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve voltar a analisar, nesta quarta-feira, uma ação que discute se há omissão do Congresso em regulamentar o direito à licença-paternidade. A retomada do julgamento ocorre após a realização das sustentações orais e, agora, os votos os ministros serão apresentados. O primeiro ministro a votar será Cristiano Zanin.

A Constituição definiu que os trabalhadores têm direito à licença-paternidade, mas que os detalhes desse direito seriam fixados em lei. Depois, foi estabelecido que enquanto não houvesse a edição da lei, o período seria de cinco dias. Em ação apresentada em 2012, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS) afirmou que há omissão do Congresso nessa regulamentação. As informações são do O Globo.

No caso, a entidade pede para que o STF fixe um prazo para que o Congresso estabeleça uma regra sobre a licença paternidade — quantidade de dias a que os trabalhadores terão direito, por exemplo.

Regra temporária

A ação sobre licença-paternidade começou a ser julgada no plenário virtual. O relator original, ministro Marco Aurélio Mello (hoje aposentado), votou por não reconhecer a omissão. Outros sete ministros consideraram que há omissão e defenderam um prazo de 18 meses para o Congresso estabelecer uma nova regra. Houve divergências, contudo, em pontos sobre uma regra temporária e sobre a consequência de um eventual não cumprimento da ordem.

Quando o caso foi retomado no plenário físico, em novembro, a vice-procuradora-geral da República, Ana Borges Coelho, afirmou que a previsão da licença de cinco dias não afasta o dever constitucional de o Congresso editar lei sobre o tema. Ela visa apenas reduzir o dano social decorrente do prazo necessário para a regulamentação.

Discussões jurídicas

Ainda nas sustentações orais, Luciana Silva Garcia, representante da Clínica de Direitos Humanos do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), afirmou que a omissão constitucional do Legislativo, ao não equiparar os direitos entre pai e mãe, reforça o paradigma cultural da secundarização do papel da paternidade, relegando-a à indiferença e à negligência.

Em nome da Associação Elas Pedem Vista e do Grupo Mulheres do Brasil, a advogada Ana Carolina Caputo Bastos argumentou que a licença-paternidade de apenas cinco dias é demasiadamente curta para que as crianças possam contar com a presença paterna, o que compromete, inclusive, o seu desenvolvimento intelectual.

A advogada defendeu a equiparação das licenças maternidade e paternidade como forma de garantir a saúde mental e física dos pais e proteger os direitos das mulheres no mercado de trabalho.

Jaboatão dos Guararapes - Dengue 2024

O vereador do Recife Marco Aurélio Filho promove, hoje, às 14h, audiência pública na Câmara Municipal sobre o “Desabastecimento de água nas áreas periféricas do Recife”. O encontro pretende reunir representantes da Compesa, poder público, órgãos reguladores, especialistas em gestão hídrica, e moradores das áreas impactadas para discutir as razões e as possíveis soluções para o desabastecimento de água nas áreas periféricas do Recife.

“No Alto do Pascoal os moradores estão ficando dias sem água, estamos começando a festa do Morro e novamente alguns locais nas proximidades ficam sem abastecimento. A Compesa divulga o calendário, mas a água não chega no dia que é pra chegar”, pontuou o vereador em discurso na Câmara Municipal do Recife, na semana passada. As informações são do Blog da Folha.

Desde 2010, a Organizações das Nações Unidas (ONU) reconheceu o direito à água limpa e segura como um direito humano essencial para o efetivo bem-estar e qualidade de vida da população. Entretanto, são recorrentes os problemas no fornecimento de água nas áreas periféricas do Recife, afetando diretamente a vida de milhares de munícipes.

“Nossa ideia é proporcionar um espaço para o diálogo aberto e transparente, buscando identificar as causas dos problemas enfrentados pelas comunidades periféricas e, assim, cobrar medidas eficazes que possam ser implementadas para assegurar um fornecimento estável e igualitário de água para todas as regiões do Recife”, destaca o parlamentar.

Petrolina - Bora cuidar mais

O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), e a Secretária de Saúde, Catarina Tenório, assinaram a Ordem de Serviço para início das obras da Unidade Básica de Saúde do Vale do Mundaú (UBS BOA VISTA II). A empresa que executará o serviço é a AGRESERVICE, construtora garanhuense que vem realizando bons serviços no município, com qualidade e agilidade. O valor global do contrato é de quase R$ 700 mil, e o prazo para entrega da obra, 180 dias. Os serviços já começaram.

“Já são quase 40 equipamentos de saúde entregues em três anos, sejam requalificações ou construções, modernizando e dando o devido cuidado no atendimento à população. Vamos inaugurar a UBS Viana e Moura no início de 2024, e ainda temos outras em construções, são duas no Parque Fênix,  e a do bairro São José. Também vamos inaugurar em breve o primeiro Caps Infantil de Garanhuns. Na saúde, as obras também não param, no maior canteiro de obras da história do município”, afirma o prefeito Sivaldo Albino.

Ipojuca - App 153

Magno Martins – Exclusivo para a Folha de Pernambuco

Não anda bem a popularidade dos nobres senadores e deputados federais. Segundo pesquisa do Datafolha, o Congresso, representado pelas suas Casas – Senado e Câmara – é considerado ótimo ou bom por 18% dos brasileiros. Além disso, 43% consideram o desempenho do Congresso como regular, e 35% o classificam como ruim ou péssimo. Outros 4% não souberam responder ao questionamento.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 135 cidades do País na terça-feira (5). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Os resultados indicam uma estabilidade em comparação com a pesquisa anterior, realizada em setembro. Na época, 16% dos entrevistados avaliaram o trabalho dos congressistas como ótimo ou bom, 48% como regular e 33% como ruim ou péssimo.

A baixa avaliação do Congresso não é uma novidade. Desde as legislaturas da década de 1990, o Datafolha nunca identificou um momento em que a aprovação estivesse acima da reprovação ou da percepção de trabalho regular pela população. Ao longo deste ano, o Congresso se notabilizou pela aprovação de pautas econômicas e embate com outros Poderes.

Arcabouço fiscal

No primeiro semestre, os parlamentares aprovaram o arcabouço fiscal, considerado uma vitória política para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A aprovação, porém, só ocorreu após a liberação de R$ 1,1 bilhão em emendas parlamentares. A pressão por recursos ou cargos em troca de aprovação de projetos tem gerado críticas.

O conflito se estende além do Executivo, com os parlamentares entrando em choque com o Supremo Tribunal Federal (STF). O ápice do conflito ocorreu no mês passado, quando o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os poderes de ministros da Corte. O texto ainda aguarda apreciação pela Câmara.

Citi Hoteis

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, terá de fazer concessões ao Senado para aprovar a MP 1185, a das subvenções estaduais, classificada como a mais importante para o futuro da economia no ano que vem.

Na semana passada, o governo tinha os votos na Câmara dos Deputados para aprovar a medida, mas não no Senado. As informações são do Blog do Valdo Cruz, do G1.

Segundo senadores, Fernando Haddad precisa fazer concessões aos estados e ajustes no texto, além de deixar claro como ficará a desoneração da folha de pagamento.

Na Câmara, o texto já recebeu a chancela dos deputados, que agora só esperam uma sinalização do Palácio do Planalto sobre o empenho de emendas parlamentares neste final de ano.

A aposta do governo é que a comissão mista irá votar e aprovar o texto nesta semana. No plenário, o cenário otimista da equipe de Lula prevê uma votação na quinta-feira (14), mas não está descartada que a votação fique para a semana que vem.

Agenda na Câmara

De volta ao Brasil, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), tem como prioridades aprovar a reforma tributária e garantir a liberação de emendas parlamentares para seu grupo político.

No caso da reforma tributária, o relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) já analisou o texto aprovado no Senado, quer enxugá-lo, mas num formato em que ele não precisaria voltar para nova apreciação de senadores. Por isso, já está negociando com o Senado também.

Ele e Arthur Lira querem aprovar a reforma e promulgá-la ainda neste ano. No caso das emendas parlamentares, a liberação delas vai ser fundamental para aprovar a MP 1185 nesta semana pelos deputados.

Cabo de Santo Agostinho - Refis 2023

Por Juliana Albuquerque – repórter do Blog

Após o blog trazer à tona as inúmeras irregularidades em editais da Fundarpe, ao longo deste ano, o Ministério Público de Pernambuco instaurou inquérito civil contra a fundação. O objetivo é investigar do ponto de vista da improbidade administrativa, as supostas irregularidades nos procedimentos relacionados à elaboração e contratações artísticas da Fundarpe, referentes aos editais do Carnaval, das Paixões, do São João e do Festival de Inverno de Garanhuns, no ano de 2023.

Tais irregularidades, por sinal, motivaram a primeira baixa no Governo Raquel, com a saída do secretário de Cultura na época, Silvério Pessoa, às vésperas da realização do Festival de Inverno de Garanhuns e com apenas seis meses no Governo, em julho passado.

Caruaru - Geracao de emprego

Após todas as formalidades de posse como novo presidente da Argentina, Javier Milei começou a colocar em práticas promessas feitas durante a campanha. E assinou o Decreto de Necessidade e Urgência (DNU). Entre as medidas, revogou regra do aliado Mauricio Macri proibindo a nomeação de parentes diretos a cargos públicos.

A modificação se dá para que a irmã do novo presidente, Karina Milei, assuma o cargo de Secretária Geral da Presidência da Nação. A posse dela veio junto à de nove ministros e o Chefe da Casa Civil no Salão Branco da Casa Rosada. As informações são do Metrópoles.

O decreto revogado por Milei vinha de 2018 e havia sido feito pelo ex-presidente Macri, que se tornou seu principal aliado durante as eleições.

“Não poderão ser feitas nomeações de pessoas, sob qualquer modalidade, em todo o Setor Público Nacional que tenham qualquer ligação de parentesco tanto em linha direta como em linha colateral até ao segundo grau com o Presidente e vice-presidente da Nação, chefe de Gabinete de ministros, ministros e outros funcionários com categoria e hierarquia de ministro”, dizia a norma.

À época, ela não veio sem polêmica. Isso porque algumas pessoas afetadas pela regra deveriam se separar, mesmo que tivessem feito concurso público.

Milei é isento de cumprir decreto

O decreto editado agora por Milei mantém a maior parte da norma anterior. Porém, isenta o presidente da República de obedecê-la.

Não houve só essa mudança entre os primeiros atos do novo presidente. Na sua primeira ação administrativa, Javier Milei reduziu pela metade o número de ministérios. Ele assinou um decreto acabando com pastas como Cultura, Educação, Meio Ambiente e Trabalho, reduzindo o total de 18 para nove.

Belo Jardim - Patrulha noturna

Com a presença do presidente estadual da sigla, o deputado federal Eduardo da Fonte, além de várias lideranças políticas do Estado, Marinaldo Rosendo foi conduzido, ontem, durante Convenção do partido, realizada na sede da AABB, à presidência do diretório do PP de Timbaúba.

Vitória Reconstrução da Praça

A miscelânea partidária que reúne 13 siglas na base governista tem obrigado Luiz Inácio Lula da Silva a enfrentar contratempos com disputas regionais entre aliados em pelo menos nove estados. Em algumas delas até o PT, seu partido, vem pressionando o presidente a escolher lado nas desavenças, já que na maior parte das vezes ele adota postura neutra para evitar que os embates afetem o Palácio do Planalto.

As contendas, que tendem a se acirrar com as articulações para a eleição municipal de 2024, envolvem a rixa entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o senador Renan Calheiros (MDB-AL); mantêm distantes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e a bancada petista de Minas Gerais; e geram mal-estar entre o líder do governo Randolfe Rodrigues (sem partido-AP) e o seu colega Davi Alcolumbre (União-AP), entre outros. As informações são do O Globo.

O problema mais recente se deu em torno das discussões sobre a criação da CPI da Braskem, que colocaram em lados opostos Renan Calheiros e Arthur Lira, hoje aliados de Lula, mas de grupos políticos rivais em Alagoas. O emedebista foi o responsável por propor a investigação parlamentar e tem cobrado respaldo do Planalto para tirá-la do papel. Já o deputado trabalha para inviabilizar a instalação do colegiado, que deve ter entre os alvos o prefeito de Maceió, João Henrique Caldas (PL), de quem Lira é próximo.

O governo até tentou selar um armistício, mas não houve um acordo. Apesar de senadores governistas trabalharem para barrar a comissão, sob argumento de que a CPI pode amplificar a crise, Renan conseguiu convencer líderes a indicarem os integrantes do colegiado, que poderá começar a funcionar nesta semana.

Em meio à queda de braço no Congresso, o governo organizou um evento para anunciar investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Maceió, no fim de outubro, e convidou os dois aliados. Lira foi, Renan, não, para evitar a foto ao lado do rival.

Também há focos de incêndio político em Sergipe. Em maio, o senador Rogério Carvalho ficou de fora de um evento que contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo. Carvalho e Macêdo, ambos do PT, disputam espaço e tentam influenciar a escolha do candidato na capital, Aracaju, para disputar a eleição municipal do ano que vem. O ministro articula para lançar Eliane Aquino (PT), algo que é rejeitado pelo senador.

A boa relação de Lula com Rodrigo Pacheco, possível candidato ao governo de Minas em 2026, irrita uma ala do PT. Nos bastidores, integrantes do partido afirmam que o presidente dá protagonismo excessivo a Pacheco (PSD-MG), preterindo lideranças da sua própria legenda em Minas Gerais. No mês passado, por exemplo, Lula recebeu Pacheco, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Tadeu Martins Leite (MDB), para discutir a dívida do estado. Nenhum representante do PT esteve no encontro.

Depois da reunião, Pacheco apresentou um plano para ajudar a combater a crise fiscal e sugeriu federalizar empresas estatais de Minas. O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) discorda da iniciativa e apresentou um plano alternativo que consiste em um recálculo do pagamento da dívida previsto no Regime de Recuperação Fiscal.

O cenário também pode ser desfavorável para o deputado Rogério Correia (PT), que avalia concorrer à prefeitura de Belo Horizonte e deve enfrentar o PSD, partido do atual prefeito Fuad Noman e de Pacheco.

— Esse movimento (de afinamento entre Lula e Pacheco) é bom porque isola o governador Romeu Zema. O que vai acontecer depois, se Rodrigo vai ser candidato a governador ou não, é parte do futuro — minimiza Rogério Correia.

Outra reunião no Planalto que excluiu um aliado envolveu o governador do Amapá, Clécio Luís, que esteve em Brasília no último dia 23 para tratar do reajuste na conta de energia do estado. O senador Davi Alcolumbre (União-AP) participou da conversa, que ocorreu na ausência do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, excluído da agenda com o presidente.

Os dois disputam protagonismo local, numa corrida que se acirra com a proximidade das eleições municipais. Randolfe tem se aproximado do atual prefeito de Macapá, Doutor Furlan (Podemos), que é adversário de Alcolumbre.

Também há discordâncias no Ceará entre o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT), o senador Cid Gomes (PDT) e o deputado Eunício Oliveira (MDB). A disputa envolve o interesse dos três em concorrer ao Senado em 2026 e em influenciar nas eleições de 2024.

O governo também se mantém alerta ao cenário maranhense, espaço de atuação dos ministros da Justiça, Flávio Dino, e o das Comunicações, Juscelino Filho. O PSB, de Dino, e o União de Brasil, de Juscelino, devem se enfrentar na disputa pela prefeitura de São Luís. Além disso, Juscelino é o personagem principal de um inquérito em que a Polícia Federal, órgão vinculado à pasta de Dino, investiga suspeitas de desvios de emendas parlamentares. O ministro da Justiça, contudo, alega não ter interferência no trabalho dos policiais.

Embora com menos intensidade, a eleição de 2026 também tem potencial de desgastar aliados de Lula em Pernambuco. O senador Humberto Costa (PT-PE) é apontado como possível candidato a governador. Já o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, do Republicanos, articula candidatura ao Senado numa chapa em que o PSB indicaria o nome ao governo. O ministro da Pesca, André de Paula, do PSD, por sua vez, apoia a atual governadora Raquel Lyra (PSDB), e deve fazer campanha pela reeleição dela.

— Sei que estamos alinhados à governadora e nessa condição nós estaremos no palanque dela para candidata à reeleição em Pernambuco. Como vai estar Silvio, como vai estar o PT, tudo isso a gente só vai saber lá na frente – afirmou André de Paula.

Outro exemplo é um desgaste entre os senadores Irajá Abreu (PSD-TO) e Professora Dorinha (União-TO). Dorinha venceu Katia Abreu (PP-TO), mãe de Irajá, na eleição ao Senado em 2022. Ela também conseguiu indicar um nome à superintendência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Paranaíba (Codevasf) no Tocantins, cargo que era almejado pelo senador. Irajá tem demonstrado incômodo com o governo e criticou a Reforma Tributária.

Por outro lado, uma das rivalidades que o governo conseguiu esfriar foi a que envolve o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), e o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Os dois são de grupos antagônicos na Bahia. Elmar, contudo, intensificou movimentos para buscar o apoio do Planalto com o objetivo de se viabilizar como candidato a presidente da Câmara.

Por Maurício Rands*

Com Tati e Eduardo em viagem, Marina e Júlia, as duas netas, vieram passar o findi comigo e Patrícia. Tendo dormido em nossa cama, Marina acorda e, sem dizer nada, dá um beijo gostoso em cada um dos avós. Ternura dela, embevecimento nosso. Sente-se aconchegada e amada. Logo depois, vêm-me à mente outras crianças. Como esquecer daquelas que estão sendo feridas ou mortas por bombardeios? Ou que estão perdendo seus pais e avós? Crianças palestinas, aos milhares. Crianças israelenses, às centenas, com pais e avós mortos no atentado terrorista do Hamas ou tomados como reféns.

Marinas e Júlias de dois povos que sofrem vítimas de dois grupos dirigentes desumanos. Tanto o Hamas quanto a extrema-direita de Netanyahu distribuem seus horrores a partir de dogmas fundamentalistas, autoritários e supremacistas. Desumanizando o antagonista, ambos almejam a extinção do outro.

A italiana Francesca Albanese, relatora da ONU para os direitos humanos na Palestina, em entrevista ao Globo de ontem, fala de um “fracasso épico” da ONU. “Político, humanitário e jurídico”. Ela adverte que a reação-vingança de Netanyahu está promovendo a limpeza étnica da região. Está empurrando os 2,3 milhões de palestinos para o sul, para que eles novamente se tornem refugiados no Egito.

Claro que Israel tem o direito-dever de se defender dos ataques terroristas do Hamas. Mas um estado não pode defender seu povo transgredindo as normas mínimas do direito internacional. Os alvos devem ser militares. A existência de túneis por debaixo das estruturas civis não permite que um estado bombardeie indiscriminadamente a população civil.

Quando ataca hospitais, Netanyahu ultrapassa todos os limites éticos e jurídicos. Os profissionais de saúde e os civis que estejam nos hospitais, para o direito internacional, não se tornam alvos militares. Da mesma forma, quando bloqueia mantimentos, água, remédios, combustíveis e energia. E quando promove a colonização violenta da Cisjordânia, assim confirmando as acusações de que a estratégia do seu governo extremista é a de varrer os palestinos de Gaza e da Cisjordânia.

Esses crimes de guerra que estão sendo praticados pelo governo Netanyahu não são a única tática possível para obter o justo objetivo de derrotar o Hamas e resgatar os reféns. A legítima defesa não dá direito a tantos excessos. Nem pode ser exercida como vingança e punição coletiva à população civil de Gaza, depois da falha grotesca dos seus órgãos de inteligência e defesa. Não por acaso, essa tática tem críticos dentro de Israel. Como os familiares dos reféns e alguns que foram libertados.

“Você coloca a política acima do retorno dos sequestrados”, como uma das reféns libertadas disse a Netanyahu segundo o site israelense Ynet. O ex-primeiro-ministro Ehud Barak criticou a falha estratégica do governo israelense. Para ele, o objetivo deveria ser destruir a capacidade militar do Hamas e restabelecer a Autoridade Palestina em Gaza para poder negociar. As ações deveriam ser divididas em estágios e em obediência ao direito internacional. Ele adverte que a opinião pública mundial precisa ser convencida de que a reação de Israel é justa e legal.

O apoio ou a complacência dos EUA e das principais potências europeias aos crimes de guerra cometidos pelo exército israelense cria problemas futuros. Alimenta o ódio das novas gerações de palestinos e do mundo árabe. Inviabiliza potenciais mediadores para uma solução pacífica. Cria ressentimentos contra o mundo ocidental e levanta dúvidas quanto aos seus valores. Isso é ruim para as causas da democracia, da liberdade e dos direitos humanos, eixos fundantes do modelo de estado de direito desenvolvido pelos ocidentais desde o Iluminismo.

A indiferença à reação desmedida de Israel contra 2,3 milhões de civis é um fracasso diplomático e humanitário. Mas é sobretudo um fracasso moral. Que se estende a muitos brasileiros. Alguns por desinformação. Outros por acreditarem que a única tática para enfrentar o Hamas é a que Israel está praticando. Outros por acharem que o povo palestino, mesmo oprimido pela ditadura do Hamas, é culpado pelos atos terroristas. Outros, ideologizados ou sem empatia que não seja para com os seus, acham que a vida de um israelense vale mais do que a de um palestino. Desumanizam o povo antagonizado.

Há quem, por ingenuidade, negacionismo ou hipocrisia, sucumba à propaganda da extrema-direita israelense que acusa de defensor do Hamas a todos os que se insurgem contra o massacre dos palestinos e contra os crimes de guerra praticados pelo governo Netanyahu. O povo judeu teve a simpatia dos brasileiros contra a diáspora e o holocausto. Continua a ter diante do ataque do Hamas. Mas o povo palestino também precisa da nossa solidariedade contra o massacre e a tentativa de limpeza étnica que lhe está sendo imposta pelo governo israelense. Nossa solidariedade aos dois povos.

*Advogado formado pela FDR da UFPE, PhD pela Universidade Oxford

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Aprendemos nos livros de história, na aurora de nossas vidas, décadas de 1950 e 1960, que existiam três Guyanas: Guyana Inglesa, Guyana Francesa e Suriname. Vieram dos tempos da colonização europeia. A Guyana Inglesa conquistou a independência política em 1966 e tirou a palavra britânica do nome; permanece sob o manto tradicional da Commonwealth, Comunidade Britânica; o Suriname libertou-se da Holanda em 1975 e é um País soberano; a Guyana Francesa hoje é um departamento territorial da França.

A Guyiana conquistou a emancipação política por conta de revoltas populares conduzidas por líderes nativos. Sociedades sem líderes tornam-se vítimas de golpistas e aventureiros. Hoje está ameaçada de cair nas mãos de um ditador que destruiu seu próprio País, a Venezuela. O guru da seita vermelha, parceiro da ditadura bolivariana, pede bom senso entre as partes, o agredido e o agressor. Pedir bom senso a um tirano equivale a pedir a um escorpião que mude a sua natureza perversa.

Essequibo é a Ucrânia da Guyana, o alvo da agressão do ditador Maduro. Mais que desenhar a tomada de 70 por cento do território da Guyana, o déspota Maduro desenhou desde já a própria reeleição no segundo semestre de 2024. Os Estados Unidos estão caindo no conto do vigarista a acreditar em eleições presidenciais limpas para a sucessão do ditador. Facínoras só entendem a linguagem da força . O principal eleitor na Venezuela e na Guiana atualmente é a petrolífera Exxon Mobil.

O Big Brother Joe Biden poderia ser o grande eleitor na Venezuela, mas deu bobeira ao confiar nas promessas do ditador de realizar eleições limpas no próximo ano . Incrível, um cara tão velhinho, já escaldado na vida, imaginar que um amante de ditaduras poderia se regenerar. O meliante começou por tornar inelegível a oposicionista Maria Corina Machado. A diplomacia americana havia feito concessões econômicas ao regime.

O bananão Joe Biden pecou por imprevidência ao não antever a sanha criminosa e expansionista de Maduro. Depois do avanço em Essequibo, a Guyana Francesa e o Suriname vão entrar na mira. Maduro é o novo Solano Lopez, que provocou a guerra do Paraguay em 1864-1870. O inferno é o limite para os psicopatas. A ditadura bolivariana já produziu 6 milhões de refugiados e indigentes nas fronteiras. O Brazil é um paraíso diante desses flagelos.

O ditador Maduro é ficha podre na diplomacia internacional. Um capacho dele e do finado Hugo Chavez, com licença da palavra, o general Hugo Carvajal, chefe da Inteligência do Governo, foi preso na Espanha e extraditado para os Estados Unidos acusado de transações tenebrosas. O plano de Maduro é envolver o Brazil em seu labirinto. O abraço dele é abraço de afogado, um afogado traiçoeiro e venenoso feito um escorpião. A existência física do ditador Nicolas Maduro é um estorvo para a América Latina e um ultraje à memória do general libertador Simon Bolívar.

*Periodista, escritor e quase poeta 

João entre os 11 reeleitos

De 11 prefeitos com cenários favoráveis para emplacar a reeleição nas eleições do ano que vem, em levantamento feito pelo site Poder360, quatro são do Nordeste, entre eles João Campos (PSB), do Recife, que até o momento não teria um adversário que impedisse sua vitória logo no primeiro turno.

Também aparecem em situação privilegiada Cícero Lucena (PP), de João Pessoa (PB), JHC (PL), de Maceió (AL), e Eduardo Braide (PSD), de São Luís (MA). São citados ainda Adriane Lopes (PP), de Campo Grande (MS), David Almeida (Avante), de Manaus, Sebastião Melo (MDB), de Porto Alegre, Tião Bocalom (PP), de Rio Branco (AC) e Lorenzo Pazolini (Republicanos), de Vitória (ES).

Já em Salvador, o prefeito Bruno Reis (União) tem metade das intenções de voto do seu padrinho ACM Neto, a quem substituiu. Em Fortaleza, o ex-deputado Capitão Wagner, do União Brasil, aparece à frente do prefeito José Sarto (PDT), mas não venceria no primeiro turno, objeto do levantamento do site Poder360. Ele tem 38% das intenções de voto, em seguida aparece a ex-prefeita Luizianne Lins (PT), com 26%, enquanto o prefeito tem apenas 13% e é dos candidatos o mais rejeitado.

Nas duas grandes capitais – São Paulo e Rio de Janeiro – os prefeitos Ricardo Nunes (MDB) e Eduardo Paes (PSD), respectivamente, também despontam como preferidos do eleitorado. Em Belo Horizonte, o prefeito Fuad Noman (PSD), que substituiu Alexandre Kalil (PSD), aparece em quinto lugar. Ali, a briga promete entre Mauro Tramonte (Republicanos), que é apresentador de TV, e o jornalista Eduardo Costa (Cidadania).

Em Curitiba, governada por Rafael Greca (PSD), já reeleito, aparece na dianteira o deputado federal e ex-prefeito Luciano Ducci (PSB), mas quando o ex-deputado federal Deltan Dallagnol tem seu nome incluído nas pesquisas, ele bate Ducci, embora num cenário de empate. Também se apresentam competitivos o deputado federal Beto Richa (PSDB) e Rosângela Moro (União).

Ex-prefeito lidera em Natal – Em Natal, governada por Álvaro Dias (PSDB), já reeleito, o ex-prefeito Carlos Eduardo (PSD) está na liderança das pesquisas e em segundo lugar aparece a deputada federal Natália Bonavides (PT). O deputado General Girão e o comunicador Bruno Giovanni, o BG (PSDB), também são citados, mas bem distantes, no entanto, segundo a mídia potiguar, com chances de crescimento.  

Delegada na frente em Aracaju – Em Aracaju, governada pelo pedetista Edvaldo Nogueira, já reeleito, a delegada Danielle Garcia, que concorreu ao Senado nas eleições passadas pelo Podemos, lidera todos os cenários com mais de 30%, enquanto a vereadora Emília Corrêa (Patriota) aparece em segundo. Já o ex-governador Belivaldo Chagas (PSD) não passaria ao segundo turno e a atual vice-governadora, Eliane Aquino (PT), também não teria chances nos cenários postos pelo Instituto Paraná.

PL bem em cinco capitais – Partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL tem chances de emplacar cinco prefeituras de capitais: Éder Mauro – deputado federal (PL-PA), em Belém; Nikolas Ferreira – deputado federal (PL-MG), em Belo Horizonte; João Henrique Caldas, o JHC – prefeito de Maceió (AL); Janad Valcari – deputada estadual (PL-TO), em Palmas; Abilio Brunini – deputado federal (PL-MT), em Cuiabá.

Ex-prefeito preferido em Teresina – Em Teresina, capital do Piauí, o Instituto Datamax aponta o pré-candidato do União Brasil, o ex-prefeito Sílvio Mendes, na frente com 45,60%, seguido de Fábio Novo (PT) com 29,10% e o médico Paulo Márcio (MDB), com 8,20%. Já o atual prefeito, Doutor Pessoa (Republicanos), aparece com apenas 2% das intenções de votos.

Romero bate Bruno em Campina – Ex-prefeito, o deputado federal Romero Rodrigues (Podemos) lidera com 42,4% as intenções de voto na disputa para prefeito de Campina Grande, segundo o Instituto Opinião, em levantamento exclusivo para o sistema Rede Mais e o Portal MaisPB. Em segundo lugar aparece o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), com apenas 16,6%. Na sequência, vem o deputado estadual Inácio Falcão (PCdoB), com 10,5%, seguido pela senadora Daniella Ribeiro (PP), que tem 6%.

CURTAS

NA CAPITAL ALAGOANA – Dando sequência à peregrinação pelo Nordeste nos lançamentos da biografia de Marco Maciel, a nova estação, hoje, será Maceió, a charmosa capital alagoana. O evento está marcado para às 17 horas, com a presença já confirmada do ex-prefeito Rui Palmeira, filho do ex-senador Guilherme Palmeira, que foi muito amigo de Maciel.

NA CAPITAL SERGIPANA – Já amanhã, a noite de autógrafos acontece em Aracaju, capital de Sergipe. Está marcada para o Museu da Gente Sergipana, o Instituto Banese, a partir das 18 horas, com o apoio e organização do jornalista André Barros, ex-secretário de Imprensa do ex-governador Albano Franco, amigo de Maciel.

Perguntar não ofende: Quem e quando a governadora apresenta seu candidato a prefeito do Recife?

Mesmo com a criação de uma frente parlamentar sobre o tema, governistas conseguiram jogar para 2024 a votação na Câmara do projeto de lei que retoma as escolas cívico-militares, uma das prioridades da direita.

A proposta, que tramita de forma conclusiva nas comissões da Casa, chegou a entrar na pauta da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden), mas não foi votada diante da obstrução dos governistas. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

Antes do início do recesso, o colegiado só deve realizar mais uma sessão, na quarta-feira (13), para ouvir o chanceler Mauro Vieira sobre temas da agenda internacional, o que impedirá a votação do projeto em 2023.

Além da Creden, o projeto terá de ser votado por outras três comissões: Educação; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça (CCJ). Se for aprovado em todas elas, o PL segue direto para o Senado Federal.

Ofensiva bolsonarista pela escolas militares

Como noticiou a coluna, bolsonaristas no Senado iniciaram uma ofensiva para tentar “forçar” o governo Lula a retomar o programa das escolas cívico-militares, após o Ministério da Educação ter acabado com a modalidade.

Líder da oposição na Casa, o senador Rogério Marinho (PL-RN) protocolou um projeto de lei para incluir as escolas cívico-militares entre as diretrizes e bases da educação nacional.

Da Agência Brasil

O segundo grupo de brasileiros repatriados da Faixa de Gaza chegará ao Brasil na madrugada desta segunda-feira (11). A aeronave KC-30, da Força Aérea Brasileira (FAB), decolou do Cairo, capital do Egito, às 19h03 (hora local) e deve pousar às 3h20 na Base Aérea de Brasília.

O grupo é formado por 48 pessoas. Ontem (9), eles receberam autorização para cruzar a fronteira de Rafah em direção ao Egito, onde foram recepcionados por diplomatas brasileiros e embarcaram neste domingo (10) para o Brasil.

Segundo o Itamaraty, 24 pessoas que estavam na lista enviada pelo Brasil não tiveram autorização para cruzar a fronteira.

Desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em outubro, o governo brasileiro já retirou 1.524 brasileiros e palestino-brasileiros da Faixa de Gaza e de cidades israelenses. No total, a FAB já realizou 11 voos de repatriação por meio da Operação Voltando em Paz.

O primeiro grupo resgatado chegou ao país no dia 13 de novembro, também em um voo que saiu do Cairo em direção ao Brasil. Na ocasião, desembarcaram em Brasília 22 brasileiros e seus familiares palestinos.

Na manhã deste domingo (10), a Prefeitura do Recife entregou a conclusão das obras de implantação da ciclovia da Avenida Agamenon Magalhães. Iniciada em setembro do ano passado, a intervenção também contou com o programa Via Jardim, com o plantio de 150 árvores de grande porte, iniciativa que irá beneficiar as principais avenidas da cidade. O prefeito do Recife, João Campos, conferiu de perto o novo traçado.

“Temos uma nova ciclovia na Agamenon. Era uma obra muito esperada por quem pedala, seja para trabalhar, ou para lazer, porque ela garante a conexão da Zona Norte com a Zona Sul. São duas malhas cicloviárias muito grandes e essa é a principal conexão. Essa via é a que mais passa carro, moto e ônibus na cidade e faltava um espaço seguro para as pessoas passarem de bicicleta. Essa obra está entregue, funcionando de ponta a ponta, aproximadamente R$ 7 milhões investidos. O importante é saber que agora temos mais um equipamento bem feito que vai trazer segurança para quem anda de bicicleta”, destacou o prefeito João Campos.

A ciclovia fica compreendida no trecho entre a Rua Dr. Leopoldo, no bairro da Boa Vista, e a Av. Saturnino de Brito, no bairro do Cabanga. O trecho conecta bairros centrais da cidade, proporcionando uma alternativa segura e eficiente para os deslocamentos de ciclistas e pedestres entre as regiões.  O projeto representou um investimento de R$ 7,8 milhões e resultou na construção de aproximadamente 4 km de ciclovia. A rede de drenagem contou com a implantação de cerca de 650 m de tubos para a coleta de água das chuvas, evitando pontos de alagamento.

Durante a intervenção, todo o concreto da ciclovia foi pigmentado e passeios foram instalados, assim como o meio-fio e segregadores. Além disso, foram assentados 1.551 barreiras separadoras de fluxo de tráfego em todo o trecho, que vai da ponte João Paulo II até o viaduto Capitão Temudo, no Cabanga. Também foram instalados 909 gradis no entorno da ciclovia, visando aprimorar a segurança dos ciclistas. A obra foi iniciada em setembro de 2022.

A Ciclovia Agamenon é alimentada por outras rotas cicláveis, como a Graça Araújo, a Oliveira Lima e a Joana Bezerra. Também é interligada à ciclofaixa da via local da própria Agamenon Magalhães. De acordo com levantamento do Instituto da Cidade Pelópidas Silveira (ICPS), cerca de 7,5 mil pessoas circulam diariamente de bicicleta pela Agamenon Magalhães. 

A vice-presidente Cristina Kirchner foi vaiada ao chegar à sede do Congresso da Argentina neste domingo (10), onde foi realizada a cerimônia de posse do novo presidente da República, Javier Milei. Vestida de vermelho, cor que remete à esquerda política na América Latina, ela respondeu com um gesto obsceno, mostrando o dedo do meio para os apoiadores do líder ultraliberal.

Milei foi eleito em segundo turno, com 55,7% dos votos, em 19 de novembro. Neste domingo, ele chegou ao Congresso acompanhado da irmã e mentora, Karina Milei, a quem se refere como “o chefe”, “Messias” e “Moisés”.

No papel de presidente do Senado, ocupado pelos vice-presidentes da República na Argentina, Cristina é responsável por dar posse à Milei.