FMO - Processo Seletivo 2024

Prefeito de João Alfredo assina novas ordens de serviços para calçamentos e abastecimento

O prefeito de João Alfredo, Zé Martins (PSB), assinou, ontem, novas ordens de serviços para os calçamentos do Sítio Capau e Vila do Capau. Na ocasião, ele também autorizou a reativação dos Sistemas de Abastecimento de Água dessas duas localidades. O evento contou com a presença do vice-prefeito Adeildo Filho (Cabôco), vereadores que fazem parte da base do prefeito, além de secretários municipais, suplentes de vereadores e lideranças.

O prefeito Zé Martins, comemorou os avanços nas localidades. “O povo do Capau e da Vila do Capau, mais conhecida como Vila de Seu Peba, necessitavam desses serviços. Muitas foram as promessas, mas graças a Deus, é o nosso time que está tirando papel e vai transformar em realidade. Serão mais de 150 famílias beneficiadas diretamente com essas obras. Aproveito também para agradecer todo carinho que recebi nesse domingo especial. Irei retribuir esses gestos com ainda mais trabalho pra melhorar a vida da nossa gente”, afirmou.

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ouvidos pelo blog da Andréia Sadi, classificaram o ato do ex-presidente Jair Bolsonaro que aconteceu neste domingo (25) na Avenida Paulista, em São Paulo, como um “grito de desespero” diante do avanço das investigações do roteiro do golpe e do temor do ex-presidente da prisão.

Na avaliação de um integrante da corte, Bolsonaro antecipou sua estratégia de defesa – que chamam de “absurdo jurídico” – para tentar criar um ambiente junto a seus apoiadores de que não havia nada de errado em discutir uma minuta de golpe de Estado.

Na admissão da existência da minuta do golpe por parte de Bolsonaro, durante seu discurso, um ministro do STF anotou: “mas como ele diz que ia submeter [a minuta] ao Congresso se, com golpe de Estado, quem garante que ia ter Congresso? Tinha uma versão [da minuta] até para prender o Pacheco [presidente do Senado]”.

Para a Polícia Federal, Bolsonaro admitiu que está liderando o golpe. E, ao pedir anistia, reconhece também crimes investigados.

Magistrados avaliam que está cada vez mais clara a mudança no entendimento de Bolsonaro e de seus aliados de que o cerco está se fechando pois, antes, falava-se no ex-presidente como autor intelectual, como se propostas de golpe fossem apresentados a ele.

No entanto, com o avanço da PF, evidencia-se que Bolsonaro estava “materializando” a proposta – nas palavras de um ministro da Corte. “Não só era ativo, como era proativo”.

Apesar de Bolsonaro ter evitado ataques ao STF, ministros viram uma terceirização de ataques, numa ação coordenada, a Silas Malafaia – chamado por integrantes da Corte, nos bastidores, de ‘ventríloquo”.

Investigadores avaliam que há limites até mesmo para um líder religioso como Malafaia e que se houver uso da igreja para ataques à democracia, ele não será poupado.

Jaboatão dos Guararapes - Dengue 2024

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Onde estava Deus naqueles dias? Por que Ele ficou em silêncio? Como pôde permitir esse massacre sim fim, esse triunfo do mal?” Exclamou o Papa Bento 16, ao visitar o antigo campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, onde foram exterminados 1,5 milhão de seres humanos, a maioria judeus, pelos assassinos nazistas ao longo da guerra mundial, de 1942 a 1944. A visita de Bento 16 aconteceu em 2006. O Papa era alemão, sagrado cardeal com o nome de batismo Joseph Ratzinger.

Bento 16 foi teólogo com altos teores filosóficos. As palavras emocionantes geraram comoção e repercutiram na Cúria Romana. Chamado de “Gólgota do mundo contemporâneo” (local do martírio de Cristo) o maldito campo de extermínio foi descrito como “um lugar de horror, de acumulação de crimes contra Deus e contra o homem que não tem comparação na história”. Confirma o pensamento atribuído a Einstein: “O Universo, não sei se é finito ou infinito; a maldade humana, sim, é infinita”.

O guru da seita vermelha realizou visita a Israel em 2010, durante seu segundo mandato. Recepcionado pelo premiê Benjamim Netanyahu, depositou flores no Museu do Holocausto em memória dos 6 milhões de judeus exterminados, por enforcamento, tiro e nas câmaras de gás. Falou, portanto, de caso pensado, não por ignorância, ao comparar a guerra de Israel contra o Hamas à tragédia do Holocausto. Faz parte do alinhamento das esquerdas radicais com os movimentos extremistas e as ditaduras comunistas. Não pede desculpas porque, como integrante do Foro de São Paulo, é aliado do Hamas.

Desculpe a falha técnica, não consigo lembrar o nome do cara, chamado de presidente, que insultou a memória do povo judeu ao nivelar o Holocausto à guerra contra o terrorismo. Lembro apenas que pertence à tradicional família Silva, da tribo de Caetés, é semianalfabeto de nascença e tem uma voz horrorosa.

Desde os tempos primevos — De Gengis Khan no Império Mongol, no século 13, de Hitler, Stálin, Pol Pot e Vladimir Putin, no mundo contemporâneo — os senhores das guerras são responsáveis por tiranias e genocídios. Reencarnação de Lúcifer, o satânico Joseph Stalin implantou o chamado Holodomor (a Fome-Terror, um Holocausto stalinista-comunista-soviético), que causou a morte de mais de 4 milhões de irmãos ucranianos por fome e inanição nos anos 1932-1933. Os ucranianos guardam a memória dessa tragédia agora sob o império do novo czar Vladimir Putin.

Perguntaram ao vermelhão sobre a situação na Venezuela, onde o ditador Nicolas Maduro, com licença da palavra, expulsou do País o Alto Comissariado da ONU para assuntos de direitos humanos. Deu um branco, ele disse que não sabia de nada. Nem desconfia que o energúmeno Maduro persegue, prende e tortura os opositores, depois de ter falido o País devido à incompetência e corrupção do regime, em nome da revolução bolivariana.

Shalom! Reza a expressão bíblica em hebraico. Paz e harmonia entre a humanidade adâmica e a criação divina.

*Periodista, escritor e quase poeta 

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Bolsonaro fez indireta ao STF

Foi um mar de gente, não dá para fazer prognósticos, mas provavelmente a expectativa de reunir 700 mil pessoas tenha sido confirmada, ontem, no ato pró-Bolsonaro na Avenida Paulista, em São Paulo. O tom do discurso do ex-presidente foi ameno. Aconselhado a evitar subir o tom contra o STF para não piorar a situação jurídica dele e de aliados, fez apenas uma citação indireta à corte e ao ministro Alexandre de Moraes.

“Quando o Estado Democrático de Direito não é respeitado, aquela minoria fabrica órfãos de pais vivos. O abuso por parte de alguns traz insegurança para todos nós”, disse. Todo mundo entendeu como uma indireta ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que foi alvo de outras manifestações de Bolsonaro. O ex-presidente é investigado em pelo menos oito inquéritos, de fake news sobre urnas eletrônicas a ataques golpistas e venda de joias do acervo da Presidência.

Ele está inelegível até 2030 e aliados já trabalham com a possibilidade de prisão dele. “Se eles te prenderem, você vai sair de lá exaltado. Se eles te prenderem, não vai ser para a tua destruição, mas para a destruição deles”, disse o pastor Silas Malafaia, organizador do ato, durante o discurso. Nas imediações da Avenida Paulista, os apoiadores evitaram mensagens contra integrantes do Judiciário e pedidos de intervenção militar.

Bolsonaro pediu expressamente para que ninguém comparecesse com “faixa e cartaz contra quem quer que seja”. Além de Bolsonaro e Malafaia, discursaram os deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Nikolas Ferreira (PL-MG), o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), e o senador Magno Malta (PL-ES). A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também falou à multidão. As falas tiveram referências bíblicas e tom de pregação.

Colete à prova de balas – Jair Bolsonaro (PL) chegou para o ato político usando um colete à prova de balas e acompanhado por seguranças. Por ser ex-ocupante do Palácio do Planalto, ele tem direito à proteção especial. Ao subir no trio elétrico de onde foram feitos os discursos, um agente usou uma “mala balística” para proteger Bolsonaro enquanto ele acenava aos apoiadores. O objeto é feito de um material que funciona como escudo contra eventuais disparos de alguns tipos de armas.

Delegação pernambucana – A comitiva pernambucana presente ao ato na Avenida Paulista, ontem, foi composta pelo presidente estadual do PL, Anderson Ferreira, seu irmão André Ferreira, deputado federal, os deputados federais Coronel Meira e Pastor Eurico e os deputados estaduais Alberto Feitosa, Renato Antunes, Abimael Santos e Joel da Harpa, além do ex-ministro do Turismo e pré-candidato a prefeito do Recife, Gilson Machado Neto.

Força dos governadores – Antes de comparecer à manifestação na Avenida Paulista, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) almoçou com os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo); de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL); e de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O encontro foi no Palácio dos Bandeirantes. Além dos governadores, também marcou presença o senador e ex-ministro Rogério Marinho (PL). “Encontro de peso. Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!”, escreveu Tarcísio, em publicação pelas suas redes sociais.

Discurso relâmpago – Mesmo proibido pelo STF de manter contato com Jair Bolsonaro, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, compareceu ao ato em desagravo ao ex-presidente e discursou por pouco mais de 20 segundos. Ele chegou ao evento por volta das 13h, duas horas antes de Bolsonaro. Foi ciceroneado até o trio elétrico pelo deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica. “Vim aqui só para falar para vocês que vocês transformaram o PL no maior partido do Brasil. Paz, saúde, liberdade. Com a família. Um beijo para todos”, disse Valdemar.

No Renova Brasil – Pré-candidato a prefeito de Bonito, pelo MDB, o advogado Ademir Alves recebeu, ontem, uma boa notícia: seu nome foi aprovado para o curso de formação e reciclagem política Renova Brasil, uma das melhores escolas do País, por onde passaram políticos de futuro da nova geração, como o prefeito do Recife, João Campos, e sua namorada Tabata Amaral, deputada federal por São Paulo, ambos do PSB, além dos deputados Felipe Rigoni (UB-ES) e Vinicius Poit (Novo-SP).

CURTAS

APUNHALADO POR LUPI – A governadora Raquel Lyra (PSDB) bateu o martelo no apoio à reeleição do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB). Como fica agora o ministro da Previdência, Carlos Lupi, que para garantir uma secretaria no Governo Raquel, acenou para Wolney que a tucana estaria no palanque do seu pai Zé Queiroz?

CAMPO DE GUERRA – A segurança nos estádios e fora deles nos jogos mais concorridos, por parte da PM, é uma vergonha. Na quarta-feira passada, jogaram uma bomba no time do Fortaleza, que saiu da Arena até o hotel sem escolta. No sábado, após a derrota do Sport para o Náutico, os Aflitos viraram um campo de guerra, sem a presença de um só policial. Que vergonha, governadora!

NO TRIBUNAL DE HAIA – Deputados de oposição abriram uma representação no Tribunal Penal Internacional contra o presidente Lula (PT). O grupo pede providências em relação às declarações do petista sobre a atuação de Israel na guerra na Faixa de Gaza. Liderados pelo deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-RS), o documento foi assinado por 68 congressistas. A representação acusa Lula de fomentar o discurso de ódio e antissemitismo.

Perguntar não ofende: Para que serviu mesmo o ato de Bolsonaro ontem em São Paulo?

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O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou mais 15 pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Até o momento, as acusações apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) resultaram em 86 condenações.

Os réus, julgados na sessão plenária virtual encerrada na última terça-feira (20), foram sentenciados pela prática dos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

A maioria do Plenário acompanhou o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, no sentido de que, ao pedir intervenção militar, o grupo do qual eles faziam parte tinha intenção de derrubar o governo democraticamente eleito em 2022. Ele observou que, conforme argumentado pela PGR, trata-se de um crime de autoria coletiva (execução multitudinária) em que, a partir de uma ação conjunta, todos contribuíram para o resultado.

As defesas alegaram, entre outros pontos, que as condutas dos réus não foram individualizadas, que os atos não teriam eficácia para concretizar o crime de golpe de Estado, que eles pretendiam participar de um ato pacífico e que não teria havido o contexto de crime multitudinário. Os réus foram presos no Palácio do Planalto, no Plenário do Senado Federal e nas proximidades do Congresso Nacional. 

Provas explícitas

O relator constatou que, entre as muitas provas apresentadas pela PGR, algumas são explícitas, produzidas pelos próprios envolvidos, como mensagens, fotos e vídeos publicados nas redes sociais. Há também registros internos de câmeras do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF e provas com base em vestígios de DNA encontrados nesses locais, além de depoimentos de testemunhas. Esse entendimento foi seguido pela maioria do colegiado.

Penas

As penas foram fixadas em 16 anos e 6 meses de prisão, para nove pessoas, e em 13 anos e 6 meses de prisão, para outras seis. Como na fixação das penas nenhuma proposta obteve maioria, as sentenças foram estabelecidas com base no voto médio.

Indenização

A condenação também abrange o pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor mínimo de R$ 30 milhões. Esse valor será quitado de forma solidária por todos os condenados, independentemente da pena.

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Depois de protocolar mais um pedido de impeachment contra o presidente Lula (PT) (esse com 139 assinaturas), a oposição bolsonarista estuda meios de denunciar o petista ao Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, nos Países Baixos.

O irônico plano esbarra sob qual crime denunciar o presidente da República. A aposta mais considerada é enquadrar Lula em um crime contra a humanidade, ao comparar o genocídio palestino promovido por Israel na Faixa de Gaza, com o holocausto judeu na Alemanha provocado por Adolf Hitler. As informações são do Blog do Noblat, do Metrópoles.

A denúncia só não foi para frente ainda, porque não há base jurídica para um pedido de julgamento. O crime contra a humanidade é uma categoria de crime internacional que envolve a prática sistemática e generalizada de atos desumanos e graves.

No caso de Lula, esse tal “ato desumano” seria uma perseguição política e religiosa contra o povo de Israel.

O TPI é responsável por julgar indivíduos acusados de crimes de genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e, desde 2018, de crimes de agressão. No entanto, para que o TPI intervenha, é necessário que o Estado onde o crime foi cometido não esteja disposto ou não seja capaz de realizar investigações e julgamentos eficazes.

Bolsonaro encrencado

Em Haia, há seis denúncias contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). São elas:

  • crimes contra a humanidade e incitação ao genocídio dos povos indígenas;
  • crime contra a humanidade e genocídio na pandemia de covid-19;
  • crime contra humanidade por contrariar determinações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotar uma postura negacionista;
  • genocídio indígena ao dar aval ao garimpo ilegal;
  • genocídio contra a população brasileira em meio à pandemia e;
  • crime contra a humanidade pelo aumento do desmatamento na Amazônia e do número de incêndios na floresta.
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A Polícia Federal desmentiu a versão apresentada pelo jornalista português Sérgio Tavares de que teria sido impedido de entrar no País por motivos políticos. Pelas redes sociais, o europeu divulgou um vídeo no qual alega que foi indevidamente impedido de entrar no Brasil, onde veio acompanhar o ato bolsonarista que aconteceu neste domingo (25), em São Paulo.

“Estou retido no aeroporto de São Paulo, todos os passageiros tiveram autorização para sair, menos eu. A Polícia Federal tem o meu passaporte retido e dizem-me que o superior me quer fazer questões. Tudo porque vim divulgar a manifestação pela democracia convocada por Bolsonaro”, escreveu o jornalista em legenda de vídeo publicado no X, antigo Twitter. As informações são da Carta Capital.

Segundo a PF, o profissional foi retido pelo setor de imigração após afirmar que teria vindo trabalhar no País, sem apresentar o visto necessário para desempenhar atividade profissional.

“Tal indivíduo teria publicado em suas redes sociais que viria ao país para fazer a cobertura fotográfica de um evento. Todavia, para isso, é necessário um visto de trabalho, o que ele não apresentou”, diz a nota da corporação.

A nota ainda afirma que o estrangeiro foi indagado sobre comentários que fez sobre a democracia no Brasil, nas quais teria afirmando que o País vive uma “ditadura do Judiciário”, além de outras afirmações na mesma linha, postadas em suas redes sociais.

Em mensagem postada ainda antes de adentrar em território brasileiro, o português disse que sua viagem ao Brasil “serviria para mostrar à Europa um gigantesco grito de revolta do povo brasileiro contra a ditadura em que o país mergulhou”.

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Antes do início do ato deste domingo (25), realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, os organizadores esperavam que cerca de 700 mil pessoas participassem da manifestação. 

Um balanço oficial da quantidade de apoiadores que estiveram presentes na Paulista ainda não foi divulgado, mas diversos vídeos que circulam nas redes sociais e que foram publicados pelos próprios bolsonaristas mostram a avenida totalmente tomada pelas pessoas. No entanto, ainda há quem diga na internet que o evento foi um fracasso de público.

Confira uma das gravações que viralizou

Belo Jardim - Patrulha noturna

Um dos braços do Governo Raquel, o PL, presidido no Estado pelo ex-prefeito de Jaboatão, Anderson Ferreira, também esteve presente hoje na Avenida Paulista. Anderson controla a Secretaria estadual de Educação e o Detran. 

Raquel loteou o Governo com o PL porque foi majoritariamente apoiada pelo bolsonarismo no segundo turno, quando não atacou Bolsonaro nem Lula, para não perder votos de ambas as seitas.

Na comemoração em São Paulo, Anderson festejou assim, citando Pernambuco: “O PL sai fortalecido, assim como todos os seus aliados. Vamos enfrentar as eleições de 2024 de cabeça erguida e sem dúvida, vamos surpreender em todo o país e, particularmente, em Pernambuco, onde temos conduzido, com o apoio de Bolsonaro e de Valdemar Costa Neto, um amplo debate para apresentar candidaturas competitivas nas principais cidades e em todo o Estado. 

Ele também destacou que o domingo, 25 de fevereiro, surpreendeu a todos que subestimaram o ex-presidente e o Partido Liberal. “Simbora, Brasil! Simbora, Pernambuco!”, deu o grito de ordem.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro parece ter ficado contente com a multidão que compareceu ao ato que foi realizado na tarde de hoje, na Avenida Paulista, em São Paulo. De saída do evento, fez questão de subir no carro que o transportava e acenou para os seus apoiadores que gritavam eufóricos.

Confira

Parlamentares do PSOL acionaram o Ministério Público de São Paulo pedindo providências em relação à hospedagem do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo estadual, na véspera do ato na Avenida Paulista, que aconteceu neste domingo (25).

Os parlamentares alegam que o prédio público foi usado indevidamente pelo governador ao oferecer a hospedagem ao ex-presidente. As informações são da Carta Capital.

No texto, os psolistas apontam que o ato viola o princípio de impessoalidade e imparcialidade da gestão pública do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“Nada justifica que o governador hospede, com dinheiro público e em um prédio com finalidade pública – pois é a sede do executivo paulista – uma pessoa que não exerce nenhum cargo público, está inelegível por inúmeras irregularidades praticadas no processo eleitoral e, ainda, responde a vários processos judiciais”, aponta o texto

Os parlamentares pedem que a Procuradoria-Geral de Justiça do Estado questione custos e finalidades da hospedagem e cobre as medidas cabíveis dos responsáveis.

O documento é assinado pelo deputado estadual Carlos Giannazi, a deputada federal Luciene Cavalcante e o vereador Celso Giannazi.

Mesmo após o presidente Lula ter dado a ordem para que nenhum membro do governo ou do PT falasse sobre o ato de Bolsonaro que aconteceu na Avenida Paulista, o deputado federal Lindbergh Farias decidiu atacar. Por meio de sua conta no X (antigo Twitter), o parlamentar falou que Bolsonaro está “desesperado porque será preso”. 

“Aos golpistas da Paulista: O presidente é Lula e a democracia venceu! O líder de vocês é inelegível, golpista e ladrão de joias. Responde por genocídio e inúmeros outros crimes. Está desesperado porque sabe que será preso”, publicou.

A manifestação em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, que começou às 15h, na Avenida Paulista, em São Paulo, foi encerrada pelo líder bolsonarista, há pouco, por volta das 16h30. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi a primeira a discursar e, bastante emocionada, abriu o evento com uma oração.

Os deputados Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer, o senador Magno Malta, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o pastor Silas Malafaia também discursaram para os milhares de apoiadores que participaram da manifestação.

Além de Tarcísio, ao menos três governadores marcaram presença no ato: Romeu Zema, de Minas Gerais; Ronaldo Caiado, de Goiás; e Jorginho Mello, de Santa Catarina. Nenhum deles pegou o microfone para falar com a multidão bolsonarista.

O ato deste domingo teve como objetivo demonstrar a força política de Bolsonaro e pressionar o STF, que tem autorizado prisões e buscas em torno da investigação de uma trama golpista. 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (25) em discurso na avenida Paulista, em São Paulo, que nenhum “mal é eterno” e que o “abuso por parte de alguns traz insegurança para todos nós”.

No restante de sua fala, toda de improviso, o ex-presidente reclamou do TSE por estar inelegível, criticou o STF pelas penas aos que participaram dos ataques de 8 de janeiro de 2023, agradeceu os presentes, lembrou da facada que sofreu em 2018 e fez um balanço de seu governo. As informações são da Folha de S. Paulo.

“Como existe um presidente sem povo ao seu lado”, disse em referência ao presidente Lula (PT). Bolsonaro disse ainda que tem levado “pancadas” e falou em “perseguição” contra ele. Neste momento, criticou a imprensa em geral e disse que jamais participou de uma trama golpista em 2022.

“O que é golpe? É tanque na rua, é arma, conspiração. Nada disso foi feito no Brasil”, disse. “Agora o golpe é porque tem uma minuta do decreto de estado de defesa. Golpe usando a Constituição? Tenha paciência”, disse o ex-presidente, ao admitir a existência de um texto nessa linha.

Confira a fala do ex-presidente

Bolsonaro ainda pediu anistia aos presos de 8 de janeiro. “Busco a pacificação para passar uma borracha no passado.”

Antes de Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato, fez críticas tanto ao STF como ao TSE em seu discurso durante o evento.

O pastor criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes durante as eleições de 2022 e fez insinuações sobre um suposto papel do presidente Lula (PT) no ataque de 8 de janeiro, organizado por bolsonaristas em 2023.

O ato atraiu milhares de pessoas. Não houve estimativa oficial pela Polícia Militar de São Paulo. Ao menos quatro quarteirões da Paulista ficaram superlotados. Havia bolsonaristas, mais espalhados, em cerca de um total de dez quarteirões da avenida.

Bolsonaro fez a declaração em cima de um trio elétrico ao lado de aliados como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que busca o apoio do ex-presidente.

O ex-presidente acumulou declarações golpistas ao longo de seu mandato e agora é alvo de uma investigação da Polícia Federal sobre uma trama golpista organizada em 2022 para impedir a posse do presidente Lula.

O ato deste domingo teve como objetivo demonstrar força política de Bolsonaro e pressionar o STF, que tem autorizado prisões e buscas em torno da investigação de uma trama golpista.

A investigação da Polícia Federal que mira Bolsonaro tem como uma de suas bases mensagens e delação do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro na Presidência da República.

Outros elementos ainda em fase de investigação são a reunião de teor golpista na qual, em julho de 2022, o então presidente sugere formas para atacar o sistema eleitoral e, já após a eleição, o papel dele na elaboração de uma suposta minuta de decreto na qual seria fundamentado o golpe de Estado.

Fora esses pontos que vieram à tona em recente operação da PF, Bolsonaro coleciona uma série de evidências anteriores de tom golpista.

O ex-presidente já foi condenado pelo TSE por ataques e mentiras sobre o sistema eleitoral, por exemplo, e é alvo de diferentes outras investigações no STF. Neste momento, ele está inelegível ao menos até 2030.

Na decisão em que autorizou as prisões de aliados do ex-presidente no início do mês, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que já está comprovada a prática de crimes contra a democracia e associação criminosa.

Caso seja processado e condenado pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito e associação criminosa, o ex-presidente poderá pegar uma pena de até 23 anos de prisão e ficar inelegível por mais de 30 anos.

Bolsonaro ainda não foi indiciado por esses delitos, mas as suspeitas sobre esses crimes levaram a Polícia Federal a deflagrar uma operação que mirou seus aliados no início do mês.

Um dos organizadores do ato, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, justificou que haveria controle rígido do uso do microfone, para que o evento não se tornasse cansativo.

O ato foi aberto com uma oração feita pela primeira-dama Michelle Bolsonaro. Entre os que discursaram, estiveram o governador Tarcísio, o senador Magno Malta (PL-ES), e os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO). O prefeito Ricardo Nunes não discursou.

Antes do evento, Bolsonaro prometeu que o ato seria pacífico e que respeitaria a Constituição Brasileira.

Bolsonaro instruiu seus apoiadores a não levarem faixas e cartazes para a avenida Paulista, em uma estratégia para minimizar tensões com o Supremo e com o ministro Alexandre de Moraes, alvo principal do ato e que preside inquéritos que podem resultar em novas condenações para Bolsonaro.

O pedido para evitar eventos paralelos e para que apoiadores não levem faixas e cartazes foi uma estratégia para evitar a ampliação do acirramento com o STF e Moraes.

Ao longo de seu mandato, Bolsonaro frequentemente criticou o STF, utilizando termos como “politicalha”, “acabou, porra”, além de acusar o tribunal de ter ligações com o PT e de ativismo político. Os ataques se intensificaram a partir de 2020, durante a pandemia da Covid-19.

Em eventos anteriores, além de criticar o STF e o Congresso, apoiadores de Bolsonaro também exibiram faixas e cartazes apoiando a ideia de um golpe de Estado no Brasil e enaltecendo a ditadura militar que ocorreu entre 1964 e 1985.

O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do ato na Paulista em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), fez críticas neste domingo (25) tanto ao STF como ao TSE em seu discurso durante o evento. O pastor criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes durante as eleições de 2022.

Ele também fez insinuações sobre um suposto papel do presidente Lula (PT) no ataque de 8 de janeiro, organizado por bolsonaristas em 2023. As informações são da Folha de S. Paulo.

A manifestação tem como objetivo que Bolsonaro se defenda das investigações que apontam a atuação dele no planejamento de um golpe de Estado para se manter no poder. Malafaia foi o idealizador do evento e o responsável pelo aluguel dos dois trios elétricos utilizados no ato.

Antes do ato, Bolsonaro havia declarado desejar que o ato fosse pacífico e que não fossem levadas bandeiras e faixas contra qualquer pessoa.

“Não vim aqui atacar o Supremo Tribunal Federal porque quando você ataca uma instituição, você ataca a república e o estado de direito”, disse o pastor. Malafaia, porém, disse que revelaria a “engenharia do mal” contra Bolsonaro.

Ele citou tensões envolvendo Alexandre de Moraes e Bolsonaro e supostas diferenças de tratamento com o então presidente. “Todo mundo sabe como foi a eleição. Podiam chamar Bolsonaro de genocida, mas não podiam chamar Lula de ex-presidiário”, disse.

Ele também citou casos de 8 de janeiro. “Golpe tem arma. Tem bomba. Uma mulher com crucifixo católica que sentou na mesa do presidente do Senado, 17 anos de cadeia”, disse.

Ele afirmou que o sangue de um homem que morreu na prisão após ser preso pelo 8 de janeiro está na mão de Alexandre de Moraes. Malafaia, depois, citou supostas diferenças de tratamento entre o MST e os manifestantes bolsonaristas.

Autor de frequentes discursos agressivos contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o pastor havia prometido uma fala mais leve durante o evento.

Em seus vídeos, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo costuma dirigir diversas ofensas a Moraes, a quem se refere como “ditador de toga”. No mais recente deles, afirmou que o ministro do Supremo persegue Bolsonaro e deveria ser preso por atentar contra o Estado democrático de Direito.

Malafaia afirmou antes do evento que haveria controle rígido do uso do microfone, para que ele não se tornasse cansativo.

O ato seria aberto com uma oração feita pela primeira-dama Michelle Bolsonaro e depois tinha previsão de discursos do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o senador Magno Malta (PL-ES), e os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO). O prefeito Ricardo Nunes (MDB), que almeja o apoio de Bolsonaro, optou por não discursar.

Caso seja processado e condenado pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito e associação criminosa, o ex-presidente poderá pegar uma pena de até 23 anos de prisão e ficar inelegível por mais de 30 anos.

Bolsonaro ainda não foi indiciado por esses delitos, mas as suspeitas sobre esses crimes levaram a Polícia Federal a deflagrar uma operação que mirou seus aliados no início do mês. A operação tem sido apontada como porta de saída por pastores que se aliaram ao ex-presidente até outro dia, mas não veem mais vantagem nessa relação.

Malafaia, porém, é um dos que continuou ao lado do ex-presidente após a derrota nas urnas e consecutivos reveses judiciais. À Folha, ele chamou os colegas de “um bando de covardes e cagões históricos”.

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-SP) disse que é preciso ser “mais persistente” que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita durante o ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na avenida Paulista, em São Paulo. 

Nikolas lembrou que Lula disputou 3 vezes a eleição para presidente e foi derrotado (1989, 1994 e 1998). Disse acreditar que um presidente de direita deve voltar à Presidência. “Nosso inimigo, persona non grata, ficou 12 anos tentando ser presidente. Nós não podemos ser menos persistentes que nosso inimigo. […] A hora mais escura antecede o amanhecer. Talvez não hoje, talvez não amanhã, mas um dia veremos um presidente de direita retornar à Presidência da República do nosso país”, declarou.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) cobrou liberdade de expressão e segurança jurídica no país neste domingo (25) em discurso na avenida Paulista e celebrou o legado do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Eu não era ninguém”, disse o governador, que ainda chamou Bolsonaro de amigo.

“Que festa bonita. Vocês estavam com saudades de vestir verde e amarelo”, disse Tarcísio. As informações são da Folha de S. Paulo.

“Viemos celebrar o verde e amarelo, o Estado Democrático de Direito e entender os seus desafios”, completou o governador, ao citar liberdade de expressão e de manifestação e sem censura.

A fala de Tarcísio ocorre no momento em que Bolsonaro é alvo de uma investigação da Polícia Federal sobre uma trama golpista organizada em 2022 para impedir a posse do presidente Lula (PT).

Aliado e ex-ministro de Bolsonaro, Tarcísio é frequentemente cobrado por aliados próximos de Bolsonaro a se posicionar publicamente em defesa do ex-presidente.

Eles avaliam que o governador, apesar de ter sido eleito com o apoio de Bolsonaro, não é de fato comprometido com as pautas bolsonaristas. Tarcísio já afirmou que não é um bolsonarista raiz e que não quer se envolver em guerras ideológicas e culturais.

Os aliados de Bolsonaro se incomodam especialmente quando o governador e o presidente Lula têm interações amistosas, como quando os dois participaram juntos de evento para selar a parceria para a construção do túnel Santos-Guarujá.

Também gerou irritação no próprio Bolsonaro quando Tarcísio disse, no fim do ano passado, que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), estava fazendo a coisa certa no governo. O ex-presidente reagiu afirmando que não estava tudo certo na sua relação com o afilhado político e que “jamais faria certas coisas que ele faz com a esquerda”.

Após a operação da Polícia Federal que atingiu Bolsonaro, investigado por uma suposta tentativa de golpe, o governador demorou uma semana para se manifestar. Quando o fez, disse que sempre estará ao lado do ex-presidente, nos momentos bons e ruins, e que não vê como Bolsonaro poderia ser responsabilizado no caso.

Interlocutores avaliam que Tarcísio está em uma situação delicada. Ao mesmo tempo que deseja descolar sua imagem das franjas mais radicais do bolsonarismo, o governador pode acabar sendo considerado um traidor se virar as costas para o ex-presidente. E, se não for leal a ele, corre o risco de disputar contra algum candidato apoiado por Bolsonaro em uma eleição futura.

Neste fim de semana, Bolsonaro se hospedou no Palácio dos Bandeirantes a convite do governador. O ex-presidente já ficou na sede do Governo de São Paulo em ao menos outras três ocasiões.

Bolsonaro convocou o ato deste domingo com o alegado objetivo de se defender das acusações imputadas contra ele e defender o Estado Democrático de Direito. Preocupado com a possibilidade de prisão em meio à investigação sobre a suposta tentativa de golpe, ele pediu que os apoiadores não levassem faixas e cartazes “contra ninguém”, em uma estratégia para evitar a ampliação do acirramento com o STF.