FMO

26/01


2020

Crise entr Moro e Bolsonaro: Maia eleito bode expiatório

Redes sociais elegem Maia como bode expiatório de crise entre Moro e Bolsonaro. Consultoria mostra que apoiadores de Moro e Bolsonaro colocam culpa em presidente da Câmara.

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados Foto: Jorge William / Agência O Globo
Época - Por Guilherme Amado

Uma análise da consultoria Bites sobre a recriação do Ministério da Segurança mostrou que apoiadores de Sergio Moro e de Jair Bolsonaro tentaram baixar o fogo colocando a culpa em um terceiro personagem, Rodrigo Maia.

Os dois lados consolidaram os esforços em torno da hashtag #cassacaodeRodrigoMaiaJa, colocando Maia como o articulador da ideia de esvaziar Moro — o que não guarda nenhuma relação com os fatos (não que isso importe para os seguidores do ministro da Justiça e muito menos os do presidente).

Foram 91.476 tuítes entre a quinta-feira (23) e as 17h30 da sexta-feira (24) sobre Maia nesse contexto de acusação, o equivalente a 85% de todos os posts produzidos em torno do deputado nos últimos sete dias.

Segundo a Bites, as buscas no Google associando o presidente da Câmara ao termo cassação cresceram 850% desde quinta-feira.

"Enquanto Maia recebia a culpa e se tornava alvo de de memes na Internet, Bolsonaro não sofreu reprimenda dos seus aliados. Apenas foi alertado que em time que está se ganhando não se mexe", escreveu Manoel Fernandes, diretor da Bites.

 


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Governo de PE - Redução nos Homicídios

26/01


2020

Regina afinada com o governo Bolsonaro

Regina Duarte com Fabio Wajngarten

A atriz com o sorriso que é sua marca registrada, busca saber qual será sua autonomia na | Reprodução

O Globo - Coluna de Lauro Jardim 
Por Gabriel Mascarenhas

Regina Duarte demonstra a cada movimento estar afinada com o governo Bolsonaro.

Numa conversa privada, Regina disse que a imprensa está perseguindo Fabio Wajngarten, o chefe da Secom acusado de conflito de interesses entre suas empresas e o cargo que exerce.


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acolher

26/01


2020

E a apuração do vazamento de óleo nas praias do NE, Ricardo Salles?

Como ficou a apuração do vazamento de óleo nas praias do Nordeste, Ricardo Salles?

Foto: Marcos Corrêa/PR/09.07.2019

Por Ancelmo Gois


Como ficou a apuração dos responsáveis pelo vazamento de óleo em mais de 2 mil quilômetros do litoral das praias do Nordeste, em setembro? E o navio grego Bouboulina, acusado de ser o responsável pelo vazamento? Esse ministro Ricardo Salles produz mais espuma do que chope.


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Prefeitura de Serra Talhada

25/01


2020

Nota baixa em corrupção: Moro insiste na prisão em 2ª instância

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Por Estadão Conteúdo

A nota ruim do Brasil no ranking da corrupção fez o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) retomar um tema que considera fundamental no combate a malfeitos - a prisão em segunda instância, enterrada em novembro pelo Supremo Tribunal Federal

"Combater a corrupção é agenda de País, não só de Governo", postou Moro em sua conta no Twitter.

Segundo o ministro, 'um primeiro passo fundamental é retomar a execução da condenação em segunda instância por emenda constitucional ou por lei ou por ambos'.

"Só assim condenados por corrupção podem ser, na prática, punidos", alerta.

Moro fez referência aos indicadores da Transparência Internacional, segundo os quais o Brasil ficou em 106.º lugar e teve os mesmos 35 pontos de 2018 - a pior desde o início da série histórica -, apesar da Operação Lava Jato e de tantas outras de combate a fraudes e desvios de recursos públicos promovidas pela Polícia Federal e pela Procuradoria da República.

O Brasil se iguala à Costa do Marfim, Macedônia, Mongólia, Albânia, Egito e Argélia.

"Indicadores da Transparência Internacional mostram como é difícil mudar a percepção sobre corrupção", escreveu o ministro. "Nota no Brasil não melhorou nos últimos anos apesar dos avanços da Lava Jato e de 2019. Isso significa que precisamos fazer muito mais, inclusive no Congresso."


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25/01


2020

Queiroz vai explorar suposta ilegalidade na colheta de provas

Ex-assessor pretende afirmar que mensagens de celular apreendido não podem ser consideradas.

Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro Foto: Reprodução/SBT

Época - Por Guilherme Amado

Fabrício Queiroz pretende expor o que considera uma ilegalidade na colheita de provas do Ministério Público (MP) no inquérito que o investiga.

Queiroz avalia que o pedido do MP para a busca e apreensão de dezembro traz a senha para um futuro pedido de prisão contra ele: o celular de outra ex-assessora de Flávio Bolsonaro, Danielle Mendonça.

Apreendido durante a operação Os Intocáveis, que investigou a atuação de milicianos na Zona Oeste do Rio, o aparelho trazia mensagens em que ela diz a uma amiga que há muito tempo vinha “incomodada com a origem desse dinheiro”, referindo-se ao que recebia do gabinete.

Com outra amiga, ela confirmava a ilegalidade dos pagamentos que recebia.

Entretanto, segundo Queiroz, a Polícia Civil não tinha autorização para apreender o celular de Danielle, apenas o de seu marido, Adriano Nóbrega, acusado de pertencer a um grupo de extermínio, que está foragido.

Portanto, na avaliação do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, nada que consta do celular poderia ser usado como prova.

Em resposta à coluna, o MP do Rio afirmou que na operação Intocáveis "foram expedidos pelo Judiciário três mandados de busca e apreensão em endereços vinculados ao capitão Adriano, com autorização expressa para apreender qualquer bem, inclusive celulares, que tivessem relação com o crime".

O órgão afirmou também ter "verificado um encontro fortuito de provas" na análise dos celulares encontrados na residência do capitão e que, por isso, "solicitou ao Juízo da operação Intocáveis o compartilhamento de provas, tendo sido adotado o procedimento normativo regular".


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Prefeitura de Limoeiro

25/01


2020

MG: Defesa Civil confirma 30 mortes por causa de temporal

Ainda de acordo com a Defesa Civil, há sete feridos, 2.620 desalojados e 911 desabrigados em Minas Gerais.

Corpo de adolescente é resgatado no bairro Jardim Teresópolis, em Betim — Foto: Danilo Girundi/TV Globo

Por G1 Minas


A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais informou, neste sábado (25), que 30 pessoas morreram em decorrência das chuvas que atingem o estado nos últimos dias. O número foi atualizado em um boletim divulgado às 18h30.

Ainda de acordo com a Defesa Civil, há 7 feridos, 17 desaparecidos, 2.620 desalojados e 911 desabrigados em Minas Gerais. De acordo com o coordenador adjunto do órgão, tenente-coronel Flávio Godinho, os locais de cada morte serão divulgados ainda nesta noite.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Edgar Estevo, afirmou que houve mortes em Belo Horizonte, Ibirité e Betim. Ele não detalhou, entretanto, o número de mortes por cidade. Ainda de acordo com o coronel, os óbitos ocorreram em deslizamentos de terra e soterramentos.

Confira a íntegra aqui: Defesa Civil confirma 30 mortes em MG por causa da chuva


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Banner de Arcoverde

25/01


2020

Presidente do BNDES vai falar

Montezano vai falar

Adriano MachadoAdriano Machado | Reuters

O Globo - Coluna de Lauro Jardim
Por Gabriel Mascarenhas

À distância, Gustavo Montezano já percebeu o tamanho do problema criado pela auditoria de R$ 48 milhões responsável por tentar abrir a célebre caixa-preta do BNDES.

Montezano vai convocar um entrevista coletiva assim que chegar de Davos, neste fim de semana, para dar suas explicações sobre os milhões atirados ao ralo.


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25/01


2020

Construção civil deve fechar 2020 com saldo positivo em PE

Foto Leo Caldas/ Titular/Site:observatoriodorecife.org.br

Do Diario de Pernambuco - Por Luciana Morosini

As perspectivas para a construção civil são positivas para este ano, puxadas principalmente pela melhora na economia brasileira e pelo cenário de juros baixos. Segundo expectativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor deve apresentar crescimento de 3% em 2020, com potencial de gerar entre 150 mil e 200 mil postos de trabalho formais até dezembro. As estimativas positivas, inclusive, englobam também o mercado de luxo, que já tiveram um desempenho bom em 2019 e que deve fechar este ano em alta em Pernambuco.

Segundo José Maria Miranda, diretor da imobiliária Paulo Miranda Exclusive, braço de luxo da empresa, o ano passado foi positivo, fechando na casa dos dois dígitos, inclusive com novos lançamentos. "Os produtos se valorizam mais com a escassez deles e a gente consegue perceber que o mercado de luxo sempre continuou se valorizando. Ele sofre menos com as intempéries da economia porque os clientes deste tipo de imóvel são menos impactados. Tivemos lançamentos de imóveis com mais de 300 metros quadrados e com rápida absorção, teve opção na avenida Boa Viagem, local bastante valorizado", explica.

Confira a íntegra aqui:


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