empetur

16/01


2017

Minha cidade é linda

Bodocó, no Sertão pernambucano, a 640 km do Recife, é destacada neste quadro de hoje em foto de arquivo deste blog. Na imagem, a Igreja Matriz de São José, um dos principais atrativos turísticos do município. Conhecida como Terra do leite e do queijo e também do grande cantor e compositor Flávio Leandro, Bodocó foi o segundo distrito do município de Granito, fundado no início do século XX por Antônio Peixoto de Barros.

Em 1924 foi elevado à categoria de primeiro distrito e Granito deixa de ser sede e passa a ser distrito de Bodocó. Em 1934, com a extinção do distrito de Leopoldina, o território foi dividido entre Bodocó (então Granito), Salgueiro e Serrinha (hoje Serrita). Pelo decreto lei estadual 92, de 31 de março de 1938, o município de Granito passa a se denominar Bodocó.

O topônimo Bodocó é de origem incerta. Há algumas versões: a primeira afirma ser devido à abundância da planta aquática de nome Bodocó; a segunda atribui o nome a uma tribo indígena de nome Bodorocó, cuja existência carece de registros. Por fim, aponta-se a existência do riacho Bodocó, afluente do rio Brígida.

A cidade é mencionada na canção "Coroné Antônio Bento", que integra o primeiro LP de Tim Maia, de 1970. A música conta a história do casamento da filha de um "coronel", que dispensa o sanfoneiro e chama um músico do Rio de Janeiro para animar a festa. A canção é de autoria de Luís Wanderley e João do Vale.

A cidade também consta na música de Luiz Gonzaga – Pau de Arara. E ganhou mais fama nos últimos dias na voz de Flávio Leandro, grande talento da música sertaneja, que continua morando numa fazenda em terras de Bodocó. Faça uma foto bonita da sua cidade e nos envie para postagem neste quatro pelo e-mail [email protected].


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Governo PE

16/01


2017

A charge do dia


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FMO

16/01


2017

Chapeuzinho Vermelho perdeu a virgindade

Chapeuzinho Vermelho perdeu a virgindade, segundo o bicho-grilo Adalbertovsky. O que aconteceu? “A musa da caterva vermelha perdeu o selo de castidade quando brincava com seus anões nas cavernas do poder. E agora? O sapo das barbas da cor de brasa está tirando onda de ser candidato a presidente neste ano de 2017 ou 2018 para tirar o Brazil das trevas criadas por eles mesmos. Tirar onda de candidato faz parte da filosofia das peladas de futebol de que a melhor defesa é o ataque.  

“A radicalização está nos ares, nos mares, nos bares, nos hangares, em todos os lugares onda canta o carcará e onda cantava o sabiá. Mas, o governo ainda não embarcou nessa psicosfera, como dizem os espíritas, ou espiritualistas. Radicalização atrai radicalização, ou repressão, ou o Brazil embarca na rota do imponderável.

“O presidente Michel Temer tem legitimidade igual àquela da jararaca vermelha que o antecedeu. Ela perdeu a legitimidade nas capoeiras da vida. Lacradas as urnas, legitimidade se conquista ou se perde no exercício do poder. Depois de pintar e bordar e sangrar o coração do Brazil durante 13 anos, os bezerros vermelhos desmamados agora querem dar lições de governança.

“As esquerdas demagógicas e as seitas ideológicas cometeram apropriação indébita ao se apropriarem das bandeiras da justiça social. Corrupção e incompetência não redimem pobreza. Ao contrário, são fontes de desagregação e exclusão social.” A crônica do bicho-grilo Adalbertovsky “A virgindade do Chapeuzinho Vermelho” está postada na íntegra no Menu Opinião. Meta os peitos! 


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Comentários

Wellington Antunes

Os vermelhos de novo e nada sobre as maravilhas do governo golpista? Nada sobre a ligação criminosa Temer/Gedel/Cunha? Esse bicho-grilo com essa obsessão é uma piada. Faz-me rir. Kkkkkkk



16/01


2017

Coluna da segunda-feira

    Jarbas só é forte com Câmara forte

Nas eleições de 2018, duas vagas para o Senado estarão sendo renovadas em cada Estado da Federação. Em Pernambuco encerram seus mandatos os senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Humberto Costa (PT), ambos eleitos na chapa do ex-governador Eduardo Campos (PSB) em 2008. Já vindo de um mandato bem-sucedido, Eduardo puxou pela sua força indiscutível os dois representantes para a Casa Alta.

Eleição de Senado não se traduz pela potencialidade do candidato. É medida pelo prestígio do cabeça de chapa, o candidato a governador. Exemplos disso existem aos montes. Em 1986, mito e quase beatificado pelo exílio, Miguel Arraes arrastou o usineiro Antônio Farias e o padre Mansueto de Lavor. Fez o milagre de tirar o Senado das mãos do ex-governador Roberto Magalhães, que largou na frente apresentando-se quase que imbatível aos olhos de muitos.

Em 1990, Joaquim Francisco, eleito governador, puxou Marco Maciel. Oito anos depois, Jarbas Vasconcelos elegeu José Jorge, que sequer pontuava nas pesquisas, inicialmente. Episódios eleitorais assim se reproduzem em todo território nacional porque raros são os postulantes ao Senado que emplacam mandatos sem contar na chapa com um candidato a governador de grande densidade eleitoral.

As eleições de 2018 se abrem em Pernambuco com um cenário para o Senado que foge à esta regra. Candidato à reeleição, o governador Paulo Câmara (PSB) não possui a força, hoje, dos ventos uivantes para puxar os dois senadores. Como escrevi na coluna de sábado passado, tem pela frente o desafio de mostrar nos próximos dois anos a que veio. Seu governo não tem charme, é insípido e inodoro.

Para a sua chapa ao Senado já existe um nome praticamente certo: o deputado Jarbas Vasconcelos, indicado pelo PMDB. A segunda vaga é uma grande incógnita. Jarbas não é menino nem nasceu ontem na política para compreender que sua eleição, pelo histórico traçado acima, não depende exclusivamente dele. Quem elege senador é governador forte, vale repetir. Uma das raras exceções a contrariar esta tese foi Carlos Wilson, que impediu Arraes em 94 de eleger os dois senadores. Roberto Freire chegou lá, mas Armando Monteiro Filho perdeu para Wilson, o Cali, como era mais conhecido.

No campo da oposição, dois dos quatro ministros pernambucanos enxergam o horizonte de 2018 sonhando com o Senado: Mendonça Filho, da Educação, e Bruno Araújo, de Cidades. Perderam o costume de tomar o cafezinho das três da tarde no Palácio das Princesas, compartilhando o poder estadual.  Nem sentem mais o cheiro torrado do café quente e o mais provável é serem abraçados pelo senador Armando Monteiro, se este vier mesmo a se transformar no nome capaz de construir em torno dele a chamada nova oposição.

Armando governador, Mendonça e Bruno senadores, eis uma chapa que parece competitiva. Resta saber o que Armando fará para se desvincular do PT, seu aliado nas duas últimas eleições - governador em 2014, que disputou e perdeu com João Paulo candidato a senador, e 2016, quando, mais uma vez, se vestiu de vermelho apostando novamente em João Paulo, desta vez derrotado por Geraldo Júlio.

DÍVIDAS– O deputado Guilherme Coelho (PSDB) se integrou a um grupo de parlamentares para pressionar o Governo Temer a ter celeridade no processo de renegociação das dívidas dos agricultores. A lei já foi regulamentada e está normatizada pelo Banco do Nordeste, que já iniciou as renegociações com os produtores. Porém, o BB ainda não está oferecendo os descontos. “Muitos agricultores que têm dívidas já estão procurando a instituição para renegociar os débitos. O que nós acordamos hoje é que enquanto o banco não estiver operando, esses agricultores não podem ser inscritos no Serasa, no SPC e Cadin pelos débitos atrasados que a lei ampara”, alertou Guilherme.         

Livre do reajuste Em Ipojuca, o prefeito interino Irmão Ricardo (PTC) garante que o aumento das passagens de ônibus não atingirá os usuários do município, mesmo estando na Região Metropolitana. “A nossa cooperativa ainda está em processo de legalização e, portanto, não poderá fazer acréscimo ao valor do serviço prestado à população”, diz ele, para acrescentar: “Sabemos que no início do ano, as famílias têm muitos compromissos que oneram bastante os orçamentos como pagamentos de IPTU, IPVA, livros escolares, compras de final de ano, entre outros”.

 

Servidor sem pagamentos– Em Paudalho, na Zona da Mata, os servidores da Prefeitura estão numa terrível pindaíba. O novo prefeito Marcelo Gouveia (PSD), além de não assumir nenhum compromisso com o pagamento do salário atrasado de dezembro, comunicou que só efetuará o pagamento deste mês se a justiça acatar o mandado de segurança suspendendo o bloqueio da conta única impetrado pelo INSS, cuja dívida já beira a casa dos R$ 55 milhões por irresponsabilidade do ex-prefeito José Pereira (PSB).

Presídios armados– Refletindo a crise carcerária enfrentada pelo sistema penitenciário do Estado, mais que dobrou, no ano passado, o número de armas de fogo encontradas por agentes em inspeções nos presídios em comparação com 2015. Segundo a Secretaria Executiva de Ressocialização de Pernambuco (Seres), foram encontradas 50 armas de fogo em 2016, contra 21 achadas no ano anterior, um aumento de 138%. No ano passado, representantes de organizações denunciaram a situação dos presídios e apontaram a permanência de violações dos direitos humanos. Ainda de acordo com a Seres, foram apreendidos 145 quilos de drogas ao longo de 2016, com média de mais de 12 quilos por mês, em cadeias estaduais. Também foram encontrados 2.736 aparelhos celulares.

A primeira obraO prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), ganhou uma aliada de peso ao início da sua gestão: a poderosa Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco – Codevasf. Em menos de 15 dias, já entregou a primeira obra da sua gestão: o sistema de abastecimento de água da Agrovila Massangano, contemplando 340 famílias, investimento de R$ 1 milhão, através de emenda do deputado Fernando Filho, seu irmão, licenciado desde que assumiu o Ministério de Minas e Energia. "Temos apenas 13 dias de governo, assumimos uma Prefeitura que não estava como deveria estar. Isso que estamos inaugurando é fruto de parceria”, afirmou.

CURTAS

BILHETE SALGADO- A partir de hoje, o valor unitário do estacionamento rotativo Zona Azul utilizado no Recife deixa de ser R$ 1 e passa a custar R$ 3. O reajuste de 200% foi anunciado sexta-feira passada pela Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU). De acordo com a presidente Taciana Ferreira, a medida tem o objetivo de corrigir a defasagem acumulada do preço cobrado pelo talão, que custava R$ 10 desde 1998.

PMDB INDICA – O vice-governador Raul Henry (PMDB) assume, hoje, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, mas sem acumular a presidência de Suape, como era o formato anterior. O que se sabe, no entanto, é que o novo comandante do porto passa pelo crivo de Henry e do PMDB – leia-se Jarbas Vasconcelos.

Perguntar não ofende: Quem assume a Secretaria de Desenvolvimento Social no lugar de Isaltino? 


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Comentários

N. Power

Esses golpistas , que hoje puxam o saco de temer , vão ter de \"rebolar\" para conseguirem um mandato popular em 2018.

Nehemias Fernandes Jaques

VEM BOMBA: Camargo Corrêa vai delatar Temer, Mendonça Filho e Romero Jucá, revela grande imprensa. Eita!

Nehemias Fernandes Jaques

PRISÃO LOTADA ENRIQUECE AMIGO DE TUCANO. Os presídios superlotados enriquecem fornecedores de quentinhas que, em sua grande maioria, são ligados a políticos do PSDB.

Nehemias Fernandes Jaques

BOMBA: PCC informa que fará ataques em todo o estado de SP na próxima terça.

Josinaldo Nunes de Araújo

Só fazendo uma correção na informação. Em 98 a eleição era para apenas um senador e o eleito foi José Jorge na chapa de Jarbas Vasconcelos. Naquele ano Marco Maciel não disputou a reeleição pois foi eleito vice presidente na chapa de Fernando Henrique Cardoso.


Supranor 1

16/01


2017

Outro impeachment?

Apareceu na Câmara na semana passada um sujeito, de terno, avisando à segurança que viera tomar posse como presidente da República.

A tentativa de golpe logo foi contida, e três policiais legislativos o acompanharam de volta à saída.

Enquanto isso, operadores do mercado que visitam investidores estrangeiros relatam que cresceram muito as perguntas sobre a chance de Lula voltar ao Planalto em 2018.

No Congresso, a cada dia, mais focos de resistência à reforma da Previdência de Temer.

A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) tenta manter os benefícios a pessoas com deficiência de baixa renda. “Temos de buscar o olhar humano”, diz. (Com informações da coluna Painel – Folha de S.Paulo - Natuza Nery)


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Banner - Hapvida

16/01


2017

PT estuda limpeza interna: corrupção de filiados

O PT estuda a criação de uma comissão especial de investigação para apurar denúncias de enriquecimento pessoal de filiados envolvidos em casos de corrupção. A proposta faz parte do texto Luta Contra a Corrupção, de autoria de Valter Pomar, uma das que vão embasar os debates do 6º Congresso Nacional da legenda marcado para abril.

O congresso é visto como a tentativa do PT de se reconstruir depois da devastação provocada pela Operação Lava-Jato, o impeachment de Dilma Rousseff e a derrota histórica nas eleições municipais de 2016.

O jornal O Estado de S. Paulo teve acesso aos sete textos elaborados por integrantes da Comissão de Teses, formada por nomes de peso do partido como Marco Aurélio Garcia, Luiz Dulci e André Singer, entre outros, que codificou centenas de colaborações. As teses vão nortear o 6º Congresso.

A leitura das teses preliminares revela a intenção de uma guinada radical tanto no campo ético quanto do ponto de vista político, programático e de organização interna do partido. 

Na tese sobre Estratégia, o jornalista Breno Altmann sugere a elaboração de um novo programa partidário que serviria de base para um eventual novo governo petista, com propostas como a substituição da Lei do Impeachment pela possibilidade de um referendo revogatório constitucional, proibição de bancos privados, limites regionais para propriedades rurais, desmilitarização da polícia, descriminalização do aborto, mandato de 8 anos para juízes dos tribunais superiores e a criação de uma Lei de Meios com a criação de um Fundo de Defesa da Liberdade de Imprensa e do horário sindical gratuito na TV. (Do Diario de Pernambuco)


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SESI

16/01


2017

8 mais ricos: fortuna igual à de 3,6 bilhões de pessoas

O empresário espanhol Amancio Ortega, do grupo detém a Zara, é o homem mais rico do mundo

Folha de S.Paulo – Fernanda Mena

Oito dos homens mais ricos do mundo concentram o mesmo patrimônio de 3,6 bilhões de pessoas –a metade mais pobre da humanidade, que detém 0,25% da riqueza global líquida.

O dado consta no relatório "Uma economia humana para os 99%", que será divulgado nesta segunda (16), em Davos, na Suíça, e foi elaborado pela Oxfam, entidade que reúne diversas organizações não governamentais,

O documento se baseia nas informações do "Credit Suisse Wealth Report 2016" e na lista de super-ricos da revista "Forbes" e evidencia o aumento da desigualdade econômica extrema.

Segundo o relatório, nunca se produziu tanta riqueza, mas ela se concentra no grupo que compõe o 1% mais rico da população mundial, cuja renda aumentou 182 vezes mais que a dos 10% mais pobres entre 1988 e 2011. Com isso, a entidade estima que o mundo terá seu primeiro trilhardário em apenas 25 anos.

Quatro anos atrás, o próprio Fórum de Davos identificou o aumento da desigualdade econômica como uma ameaça à estabilidade social no planeta. O FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial também já elaboraram documentos em que alertavam para o fato de essa desigualdade extrema prejudicar o crescimento ao suprimir a demanda, o que compromete a economia como um todo.

Leia mais: Oito mais ricos têm patrimônio igual ao de 3,6 bilhões de pessoas


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Senai 4.0

16/01


2017

Governo de SP exportou PCC para os Estados

Folha de S.Paulo - Rogério Gentile

A organização criminosa PCC surgiu em 1993 num presídio de segurança máxima de Taubaté, no interior paulista. Cerca de 23 anos depois, possui ramificações em todos os Estados brasileiros, com mais ou menos força.

O crescimento espantoso possui várias explicações, mas não há como ignorar o fato de que ele foi facilitado por uma polêmica política de transferência de presos perigosos. São Paulo exportou o PCC para outras regiões do país.

Segundo o Ministério Público de SP, em outubro de 2014, a facção tinha cerca de 10 mil criminosos afiliados, 26% deles fora do Estado. Hoje, quando trava uma guerra com outras quadrilhas para dominar rotas e monopolizar o tráfico de drogas no país, possui cerca de 21,5 mil "batizados", 64% deles para além da fronteira original.

Os dados são naturalmente imprecisos, dada a óbvia dificuldade para apurá-los, mas incontáveis escutas telefônicas mostram a intenção estratégica da facção de se espalhar pelas cinco regiões do Brasil –o PCC já "batizou" cerca de 3,5% da população carcerária, calculada em torno de 607 mil pessoas. Parece pouco, mas é quase o número total de funcionários da Volkswagen no Brasil.

MIGRAÇÃO

Leia reportagem na íntegra: Governo de SP 'exportou' PCC para outros Estados ao transferir presos


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Naipes

16/01


2017

Despesas de Collor e Renan com correios disparam

Os gastos dos senadores Fernando Collor (PTC-AL) e Renan Calheiros (PMDB-AL) com Correios dispararam em 2016 em relação a 2015.

No caso do ex-presidente da República, o desembolso passou de R$ 50 mil para R$ 110 mil. Já o presidente da Casa usou R$ 10 mil para entrega de correspondência em 2015 e R$ 85 mil em 2016.

Na soma de todos gabinetes, os gastos com Correios no Senado aumentaram de um ano a outro de R$ 2,9 milhões para R$ 3,1 milhões, corrigidos pela inflação.

As despesas com correspondência entram na rubrica "outros gastos" do Senado. Cada parlamentar tem um limite de verba conforme o seu Estado de origem.

Para aqueles com domicílio eleitoral em Alagoas, como Renan e Collor, o limite por mês variou entre R$ 7.500 e R$ 6.000 aproximadamente no ano passado –R$ 90 mil por ano. Membros da Mesa têm direito a mais R$ 1.300 mensais.

Procuradas, as assessoria de ambos os senadores não responderam aos questionamentos da reportagem sobre o motivo do aumento.

Embora o Brasil tenha altos índices de engajamento em rede social, mais de 40% da população ainda não tem acesso à internet, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

A situação se acentua no Nordeste, base eleitoral de Renan e Collor. Lá, 55% da população está offline.

COM LUPA

O gabinete de Collor, que sofreu impeachment em 1992, é um dos mais caros ao Senado. No ano passado, ele usou o limite da cota parlamentar a que um senador de Alagoas tem direito, R$ 420 mil.

Desse total, R$ 315 mil foram usados em serviços de segurança privada.  (Folha de S.Paulo - Thais Bilenki)

Leia mais: Despesas de Renan e Collor com Correios disparam 


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16/01


2017

TRF mantém ou endurece penas dadas por Moro

Folha de S.Paulo – Reynaldo Turollo JR.

O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), responsável por julgar os recursos de decisões do juiz Sergio Moro na Lava Jato, manteve ou endureceu as penas dos réus em 70% dos casos.

Até o momento, Moro condenou 83 pessoas. Destes, o TRF-4 analisou as apelações referentes a 23 condenados –apresentadas por eles ou pelo Ministério Público Federal.

Dos 23, 8 tiveram as penas mantidas, e outros 8, endurecidas (70%). Outros 4 condenados acabaram absolvidos pelo tribunal (17%), enquanto 3 (13%) tiveram suas penas diminuídas.

O levantamento foi feito pela Folha com auxílio da assessoria da Justiça Federal do Paraná e levou em conta apenas casos em que já houve condenação e análise da apelação –foram excluídos habeas corpus e decisões sobre prisões preventivas.

Para entidades de magistrados, como a Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), que já divulgou notas de apoio à atuação de Moro, o índice de confirmação das decisões na segunda instância revela a "isenção e capacidade" do juiz que conduz a Lava Jato.

Já advogados de réus apontam para um Judiciário receoso de contrariar a opinião pública, que tende a clamar por mais punições, mesmo que à revelia das leis.

Continue lendo aí: TRF mantém ou endurece penas dadas por Sergio Moro na Lava Jato ...


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16/01


2017

R$ 4,8 milhões: senadores dobram gasto com gabinetes

Folha de S.Paulo – Thais Bilenki

Apesar de o Brasil enfrentar uma grave recessão, os senadores dobraram os gastos de seus gabinetes em Brasília com combustível, viagens, alimentação e Correios entre 2014 e 2016.

Levantamento feito pela Casa a pedido da Folha revela um salto de R$ 2,4 milhões, em 2014 (em valores atuais), para R$ 4,8 milhões, em 2016.

Com a rubrica "gastos extras", o Senado custeia o consumo em Brasília de combustível, material de limpeza, papelaria, alimentação, Correios e as viagens oficiais, autorizadas pela Casa.

Há limites para cada serviço, nem sempre cumpridos.

Os R$ 2,4 milhões gastos a mais seriam suficientes para construir quatro escolas com boas instalações ou remunerar por um ano 60 professores com o piso da categoria.

A rubrica dos gastos extras não está incluída na cota parlamentar a que cada senador tem direito, em geral usada em seu Estado de origem.

Essa cota se destina a arcar com todo tipo de atividade do senador em seu Estado, como viagens de ida e volta de Brasília à base eleitoral, aluguel de escritório, alimentação e segurança privada.

No caso dessa verba para os Estados, os gabinetes, juntos, gastaram R$ 24 milhões, queda de 11% sobre 2014. A verba varia de R$ 21 mil no Distrito Federal a R$ 44 mil no Amazonas.

EXTREMOS

A forma de conduzir as contas de gabinete varia enormemente no Senado.

Ciro Nogueira (PP-PI), por exemplo, é um dos mais dispendiosos. Seu gabinete custou aos cofres públicos, em 2016, R$ 560 mil, mais o salário de R$ 34 mil e auxílios como o de moradia de R$ 5.500 mensais.

Leia reportagem na íntegra: Senadores dobram gasto com funcionamento de gabinetes


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16/01


2017

Crise queima longe do fim e Temer quer ação

O massacre de sábado no Rio Grande do Norte firmou no Planalto a convicção de que a crise prisional está longe do fim.

E elevou a pressão para que a reunião com secretários estaduais, na terça (17), apresente medidas concretas para enfrentá-la.

Antes, Michel Temer e Alexandre de Moraes (Justiça) devem bater o martelo sobre novas frentes de atuação.

Na quarta, o presidente reúne governadores para tratar do assunto. Quer partilhar responsabilidades para tirar a crise de dentro do palácio. (Painel - Folha de S.Paulo - Natuza Nery)


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bm4 Marketing 3

16/01


2017

A incompetência, uma praga em nossas estatais

Juiz afasta por falta de qualificação seis vice-presidentes dos Correios indicados pelo governo Temer

ÉPOCA - Ruth de Aquino

Um juiz federal em Brasília mandou afastar seis vice-presidentes dos Correios. Por falta de qualificação técnica. Em outras palavras, por incompetência para o cargo.

Quem indicou os seis dos oito vice-presidentes (e para que os Correios precisam mesmo de oito vice-presidentes?) foi a Casa Civil do presidente Michel Temer.

Quem pediu o afastamento foi a Associação dos Profissionais dos Correios, cansada de pagar o pato pelo aparelhamento da empresa.

A base do pedido foi a recente Lei das Estatais, em vigor desde junho do ano passado.

Como o Brasil é, historicamente, um país que valoriza o Q.I. (Quem Indica), foi necessário aprovar uma lei que estipula o óbvio. Tenta-se evitar, nas empresas estatais, as indicações políticas que beneficiam o amiguinho, o afilhado ou o parente de alguém importante ou muito chegado, numa troca amoral de favores.

Continue lendo: A incompetência, uma praga em nossas estatais


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16/01


2017

Novo alerta para uma faxina ministerial

Itamar Garcez - Blog Os Divergentes

A Operação Cui Bono?, da Polícia Federal, serve como novo alerta para o presidente Michel Temer se antecipar às futuras denúncias e trocar alguns sabujos de seu time. A corrupção na Caixa Econômica Federal, conforme denunciou o Ministério Público, atingiu em cheio o ex-ministro Geddel Vieira Lima – afora o ex-deputado Eduardo Cunha, já encarcerado.

O afastamento de Geddel da Secretaria de Governo em novembro de 2016, após ser flagrado traficando interesses imobiliários pessoais dentro da máquina estatal, livrou o Palácio do Planalto de novo constrangimento, já que a acusação divulgada nesta sexta, 13, é muito mais grave do que a anterior. A íntima ligação do ex-ministro com o presidente da República deixaria mais uma vez o Planalto exposto.

Como se sabe, o mandato-tampão de Temer tem sido pródigo por abrigar auxiliares diretos flagrados ou suspeitos de maracutaias. Tendo isto em vista, Os Divergentes já registrou que o presidente pode aprender com os escândalos já divulgados para se prevenir contra os que estão em curso ou aguardar desgaste vindouro.

Quase nada pode fazer o mandatário contra a divulgação de novas denúncias. Mas, por prudência, pode se antecipar e afastar preventivamente os que provavelmente serão alcançados pelas investigações policiais e partilham do convívio presidencial.

Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, e Moreira Franco, formalmente um secretário mas, na prática, um dos mais poderosos auxiliares presidenciais, são alvos recorrentes de denúncias. Temer tem condições de saber diretamente de ambos se estão envolvidos em malfeitos.

Caso os preserve de demissões profiláticas é porque confia que ambos estão limpos. Porém, se houver suspeitas melhor convidá-los a retirar-se do recinto palaciano do que ser forçado a ejetá-los em meio a uma das operações policiais que estão no forno.

Se é que não estão prontas para serem servidas. O jornalista Daniel Pereira, da revista Veja deste fim de semana, informa que 40 executivos e controladores da gigante Camargo Corrêa preparam-se para se tornar delatores.

De acordo com o magazine, “200 políticos vão aparecer na lista da propina“. Dado o tamanho da base governista de Temer provável encontrar nela aliados enrolados com a polícia.


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15/01


2017

A falência do Estado e a dádiva ao criminoso

Josias de Souza

[...]

O Datafolha informou, há três meses, que 57% dos brasileiros concordam com a máxima segundo a qual “bandido bom é bandido morto.” Quer dizer: as facções criminosas não estão senão satisfazendo a vontade da maioria. Produzem novos carandirus sem a participação da Polícia Militar. É como se as facções unissem o útil ao agradável. Defendem seus territórios e seus negócios. Simultaneamente, atendem à demanda social por sangue.

Nesse contexto, só os chatos, com seu humanismo arcaico, ainda pedem providências e punições. Só os ingênuos, com seu horror postiço, ousam manter o ponto de exclamação entre seus hábitos. Atentas ao sonho da sociedade brasileira de avançar rumo à Idade Média, as facções criminosas já não querem só comida. A bandidagem também quer diversão e arte. A falência do Estado dá ao criminoso condições para oferecer ao país seu vernissage semanal de cadáveres sem cabeça.


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