De bigu com a modernidade

Dez carros de até R$ 100 mil para comprar este ano 

Sair para adquirir um veículo geralmente  é uma dificuldade. Por várias razões — e especialmente por conta dos altos preços de mercado, que leva o consumidor a optar por modelos seminovos ou usados. Por isso, a OLX, classificado de autos do Brasil, apresenta uma lista de veículos com preços mais acessíveis para quem quer adquirir um veículo. “Entre os modelos de até R$ 100 mil, por exemplo, podemos encontrar carros premium seminovos. Por meio de ferramentas de filtro, o consumidor consegue encontrar os modelos desejados e escolher os que cabem no bolso”, diz Flávio Passos, VP de Autos do OLX.

Confira a lista com os modelos

Toyota Corolla – Um modelo clássico de sedã queridinho dos brasileiros, líder consolidado da categoria entre os carros seminovos e nas faixas de idade de 4 a 8 anos e 9 a 12, segundo a edição de fevereiro do Índice de Veículos Usados realizado em parceria com a Fenauto. Contam com equipamentos de tecnologia de segurança e muita qualidade devido ao seu acabamento interno. Os modelos de 2015 em diante podem ser boas sacadas.

Toyota Hilux – Uma das principais picapes atuais do mercado, chama atenção por sua resistência e pela capacidade off-road. Consumidores interessados em carros grandes, como caminhonetes, podem escolher sem medo o modelo, que pode ser encontrado nas versões de 2006 a 2018. Na plataforma é possível encontrar variações da Hilux com cabine dupla, tração 4×2, motor 2.7 flex e até 3.0 diesel.

XC90 e EX90: de R$ 640 mil a R$ 859 mil

A Volvo Cars Brasil mostrou, esta semana, os tão esperados (para quem tem mais de R$ 600 mil disponíveis) EX90, elétrico, e XC90, híbrido. Ambos – que já estão nas 49 concessionárias da marca – são referência em segurança automotiva, como é tradição na marca. Mas o EX90 é apontado pela própria como o veículo mais seguro já produzido por ela. No geral, o SUV de sete lugares combina também tecnologia avançada e luxo de sobra. Os suecos da Volvo (empresa que agora pertence à chinesa Geely) queriam encerrar a produção dos híbridos até o fim desta década. Mas, diante do que querem os clientes, decidiu renová-los. Afinal, desde fevereiro, quando abriu pré-vendas para ambos os modelos, teve resultado impressionante: 100 unidades reservadas em poucos dias.

O EX90 foi feito do zero. Com potência de 517 cv e 93kgfm de torque, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos.Tem 459 quilômetros de autonomia e pode recarregar de 10% a 80% em 30 minutos usando um carregador de 250kWh. Como foi “feito do zero”, aprimorou ainda mais o foco no conforto e na segurança. Por exemplo: o interior é também considerado pela marca como o mais silencioso já feito. Isolar praticamente qualquer ruído externo.

E quanto ao pacote de segurança, reconheça-se: é muito completo. Vem com o Lidar, um sistema muito mais eficiente que câmeras capaz de identificar objetos em até 250 metros, na chuva e na neblina. O modelo é o primeiro do mercado nacional com essa tecnologia. Obviamente, isso tem preço: a versão elétrica custará R$ 859 mil, em versão única. Como sempre, o consumidor terá várias opções de customização. São oito cores e diferentes acabamentos dos bancos.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Fiat Pulse T200 Hybrid: vale a pena pagar um pouquinho a mais?

Este colunista ficou uma semana com o Fiat Pulse híbrido, versão Impetus, topo de linha, para testes. A tradicional, exclusivamente a combustão, custa R$ 138.990, conforme consta no site da montadora italiana, na aba Monte o seu. A testada, híbrida leve, com o mesmo pacote de equipamentos, principalmente de segurança, R$ 144.990. A diferença bruta, excetuando-se aqui as inevitáveis negociações entre consumidor e concessionária, é de R$ 6 mil. Vale a pena, então, pagar esse valor a mais? Para ajudar a responder, vamos elencar aqui alguns detalhes e diferenças entre ambas.

O Pulse T200 Hybrid vem com o já conhecido e eficiente motor 1.0 de três cilindros de 130 cavalos e torque de 20,4kfgm. Ao contrário do convencional, traz também um pequeno (por isso chamado de leve) motor híbrido de 12 volts. Acrescenta ao conjunto todo apenas 4cv de potência e 1 kgfm de torque e nem mesmo consegue movimentar sozinho o veículo. Mas o 12 volts ajuda em alguns momentos, quando o motor a combustão supera os 3.500rpm, por exemplo. Esse mecanismo (cuja bateria fica embaixo do banco do motorista) substitui o alternador convencional e o motor de arranque. Por meio de uma central eletrônica específica, ele, enfim, auxilia o conjunto. Então, para o dia a dia das cidades, no chamado ciclo de consumo urbano, vale ter essa versão, sim. O motorzinho absorve energia nas frenagens e desacelerações e a gasta nas arrancadas rápidas em semáforos, por exemplo. E ainda há a adoção do start&stop, que desliga automaticamente o motor a combustão em paradas e o religa instantaneamente assim que o motorista pressiona o acelerador.

Com isso, a média de consumo – e sempre dependendo do comportamento do motorista – chega a até um pouco mais 14 km/l. Louva-se, aqui, a consciência verde, digamos assim. O Inmetro garante que é 12% mais econômico. Esse tipo de híbrido é chamado oficialmente de MHEV (da sigla em inglês Mild Hybrid Electric Vehicle). Por não ser tão cara (bastam um pequeno motor e uma mini bateria de 11 amperes), a tecnologia tem se tornado mais acessível. E, sim, mesmo em pequenas quantidades os híbridos-leves reduzem os níveis de emissões. Importante: o motor é flex, mais limpo ambientalmente que os convencionais. Não há mais diferenças entre as duas versões (só uma cor exclusiva para o híbrido) e a condução continua sendo agradável em ambas. O motor casa bem com o câmbio CVT, a direção é leve, o acabamento é sóbrio para o padrão de preço Fiat e por aí vai. O painel de instrumentos, no caso do MHEV, mostra o nível de carga e regeneração das baterias. E com informações em tempo real.

Caruaru - Minha rua nova

Tank 300: a ‘arma’ da GWM na ‘guerra’ dos SUVs híbridos off-road

A chinesa GWM pôs na última sexta (4) no ‘front’ do mercado brasileiro de SUVs o seu novo ‘carro de combate’: o Tank 300 Hi4T. E com a pretensão de vencer a guerra — ou, nesse caso específico, liderar o segmento de utilitários-esportivos on ou off-road na faixa de preços de R$ 300 mil para cima. Bem, o Tank 300 Hi4T demonstra, já de cara, capacidade de estratégia: mais de 250 brasileiros fizeram pré-reserva sem ao menos vê-lo ou sequer saber seu preço. E a meta era negociar 100 unidades. Com isso, só nesse processo arrecadou R$ 1,8 milhão. Bem, para acabar com a curiosidade: quem o reservar até o dia 30 de abril (mediante pequena entrada) vai pagar R$ 333 mil. O Tank 300 é do tipo híbrido plug-in (exige uso de tomada elétrico) e tem motor 2.0 turbo com 394 cavalos de potência, com torque de 76,4 kgfm.

Mesmo com suas 2,6 toneladas, vai de 0 a 100 em 6,2 segundos. Com nove marchas, faz 14,5km por litro na estrada e 12,5 na cidade, com os dois motores em funcionamento. O motor elétrico permite uma condução urbana bastante suave e garante pelo menos 100km de autonomia, obtida na regeneração de energia na redução da velocidade e frenagens. O SUV híbrido plug-in da GWM combina um motor 2.0 turbo a gasolina com um motor elétrico dianteiro, entregando 394 cv de potência e 750 Nm de torque. Sua bateria de 37,1 kWh garante autonomia elétrica de até 75 km (pelo padrão Inmetro) ou 106 km (pelo padrão WLTP). Com tração 4×4 (modos 2H, 4H e 4L), 9 modos de condução e condução semi autônoma nível 2+, o Tank 300 estabelece um padrão diferenciado de performance e segurança no segmento.

Ele lembra alguns off-roads que já estão no mercado, mas tem algo a mais: anda no asfalto, na lama e em outros tipos de terreno com o mesmo desempenho e com o conforto de um carro de luxo. Mas além de toda força, o Tank 300 tem um diferencial: é confortável. Não existe a possibilidade dele bater em um buraco ou qualquer outro obstáculo e passageiros e motoristas sentirem “a pancada”. Tem três camadas de vidro e de borrachas no fechamento de suas estruturas, para reduzir o ruído do motor e do próprio deslocamento do carro.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Novo motor a diesel eleva o patamar da Rampage 

A picape Rampage, fabricada em Goiana (PE), vendeu no ano passado 23,6 mil unidades — um aumento de 174% em relação a 2023. Com esse desempenho, o Brasil foi o segundo maior mercado global da Ram, atrás apenas dos Estados Unidos. No primeiro bimestre deste ano, por sinal, a Rampage já aparece em quarto lugar no ranking geral entre as compactas e médias — segmento historicamente dominado pelas Toyota Hilux, Chevrolet S10 etc. Agora, a versão diesel da marca ganha pelo mais três motivações de venda: o novo motor 2.2 turbo de 200cv, a inclusão de mais equipamentos de segurança (principalmente de auxílio à condução) e o preço, semelhante ao das equipadas com motor a gasolina.

A coluna De bigu testou a Rebel equipada com o novo motor a diesel, recém-lançada no país. É certo que esse universo picapeiro evoluiu tanto que mais as antigas saltitantes e desconfortáveis agora se parecem com carros de passeios. Mas, neste caso, o novo 2.2 da Rampage deu um upgrade na conexão entre motoristas (até os exclusivamente urbanos) e picapes. O primeiro detalhe da nova Rampage a chamar a atenção é o silêncio da cabine, motivado por um conjunto de motor e câmbio muito bem acertado — e, claro, por ajustes de vedação acústica. 

Não, não é preciso pé pesado de caminhoneiro para tirá-la da imobilidade. É uma saída suave, mas ágil e capaz de aproveitar cada um dos 45,9kgfm de torque já aos 1.500rpm. Isso garante melhor consumo, mais conforto e segurança (em largadas e ultrapassagens) e, digamos assim, menos estresse. A troca de motor faz parte das regras de adequação à legislação ambiental, mas traz ganhos significativos em relação ao anterior, um 2.0: elevação de 18% na potência e de 29% no torque, segundo os engenheiros da marca.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O trânsito e o cidadão ‘dedo-duro’ 

Está tramitando na Câmara dos Deputados uma proposta que, na busca por ampliar a fiscalização de infrações, vai tornar qualquer cidadão num agente de trânsito, permitindo que ele envie  provas para órgãos como Detrans ou DERs. As evidências ou comprovações, segundo o Projeto de Lei 62/2025, serão vídeos e fotos — que podem resultar em multas e outras penalidades. O autor, o deputado Dimas Fabiano (PP/MG), quer tornar esses registros oficiais. Isso caso, embora não se saiba ainda como, atendam aos “critérios estabelecidos” pelos órgãos reguladores. Obviamente, o Código de Trânsito Brasileiro só permite que apenas agentes ou equipamentos regulamentados como pardais e radares móveis possam autuar e multar.

O deputado até propõe algumas ideias para se evitar fraudes, por exemplo. É o caso da qualidade da imagem: vídeo e foto precisam ter nitidez suficiente para identificar claramente a infração, a placa do veículo e o local onde ocorreu o fato, e eles devem ser encaminhados por meio de plataformas criadas pelos órgãos de trânsito, garantindo controle e segurança nos envios. Nesse caso, o denunciante, ou ‘dedo-duro’, como já está sendo apelidado esse futuro cidadão, não pode ficar sob anonimato: terá que se identificar e assinar um termo de veracidade, garantindo que o material não foi manipulado.

Já pensaram na quantidade de gente querendo se vingar de algum desafeto? Denunciar a existência de um crime, como roubo ou agressões domésticas, por exemplo, é louvável. Mas infrações de trânsito? Tem certeza, Vossa Excelência? Já não bastam os olhos do Estado sobre a gente, com suas câmeras e aplicativos onipresentes? Ou mesmo das redes sociais e seus algoritmos?

Palmares - Forró Mares 2026

Conheça as novidades da linha 2025 das motos Honda 

Em 2024, a Honda renovou sua linha de motos de baixa cilindrada com modelos inéditos, como a XR 300L Tornado e Sahara 300. Além disso, apresentou importantes aperfeiçoamentos técnicos e estéticos da Pop 110i às Elite 125 e ADV 160 — além da popular CG, que chegou à 10ª geração e ganhou reformulação. Agora, a Honda anuncia novos modelos — no que, acredita, seja um marco de uma significativa renovação para o segmento de média e alta cilindrada, elevando o patamar tecnológico da empresa no segmento. O principal destaque é a Honda CB 500 Hornet, uma ‘ágil e moderna’ streetfighter.

Ela, de fato, foi referência de uma geração de motociclistas brasileiros. O design é uma das características que mais aparecem no modelo, com formas angulosas, totalmente diferentes do grupo ótico dianteiro até a rabeta. Em seguida, vem a Honda NX 500, uma crossover prática que resgata a sigla que estreou em uma das mais lendárias Honda do passado, a monocilíndrica NX 650 Dominator do final dos anos 1980. A novidade é o motor bicilíndrico herdado da CB 500X e as rodas mais leves. O da NX 500 é original, com carenagem frontal e laterais e banco com pegada mais aventureira.

E mais – A CB 650R E-Clutch é uma versão totalmente renovada da CB 650R, que estreará com a tecnologia E-Clutch, exclusividade técnica que visa tornar a pilotagem mais prática, segura e precisa. O sistema permite dispensar totalmente o uso da alavanca de embreagem para operar o câmbio de seis marchas. Caso o condutor queira usar a alavanca como em uma moto convencional, o sistema E-Clutch pode ser desligado. No estilo, permanece o conceito Neo Sports Café, com aprofundada modernização de formas, incluindo um novo painel de 5 polegadas com tecnologia TFT.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

As campeãs de roubo de cargas

O Sudeste foi a região recordista em prejuízos envolvendo roubo de carga, avançando de 82,9% em 2023 para 83,6% em 2024. São Paulo totalizou 45,8% dos sinistros, seguido por Rio de Janeiro (25%) e Minas Gerais (12,1%). O Nordeste, por sua vez, somou 11,7% dos sinistros, à frente do Sul (2%), Centro-oeste (1,8%) e Norte (0,9%). A divisão dos prejuízos se assemelha à de 2023, exceto pelo Sul, que apresentou redução de 6,5% para 2%. Os dados foram divulgados no documento “Análise de Roubo de Cargas” de 2024 da nstech, empresa de software para produção e logística.

Os números, obtidos pelas três gerenciadoras de risco do grupo, reforçam que, ainda que o Rio de Janeiro apareça em segundo lugar no ranking anual, o estado chama atenção, uma vez que o percentual de prejuízo subiu de 18,9% para 25% na comparação entre 2023 e 2024. O movimento passa a preocupar o setor, revelando uma possível tendência para 2025. Situação inédita no terceiro trimestre de 2024 foi que as incidências no Rio (45,8%) ultrapassaram São Paulo (36,6%), que era o principal polo de sinistros do país até então.

Em todo o país, o roubo de cargas continua concentrado à noite e ao longo das madrugadas (57,4%), com maior número de ocorrências às segundas-feiras (40%). As operações com cargas fracionadas (mercadorias de diversos segmentos em um mesmo veículo) e produtos alimentícios foram as mais visadas pelas quadrilhas de roubo de cargas em 2024. Juntos, estes tipos de carga representaram 72,5% dos prejuízos, percentual superior ao de 2023, quando somaram 66,7% do total sinistrado. Os eletrônicos ficaram com a terceira posição do ranking que, em 2023, era ocupada pelos cigarros (hoje, representam apenas 2,5% do prejuízo total).

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Brasil já tem 14,8 mil eletropostos em 1,4 mil municípios

O país já possui circulando nas ruas 208 mil veículos a bateria ou híbridos plug-in. Destes, 93,1 mil são totalmente elétricos e 115,3 mil, híbridos plug-in. Mas temos carregadores suficientes para eles? E onde eles estão sendo instalados? Esta semana, a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) divulgou um levantamento sobre a infraestrutura de eletromobilidade no país. Segundo a apuração da ABVE, o Brasil conta hoje com 14.827 eletropostos públicos e semi públicos.

Em comparação com o levantamento anterior, realizado em novembro do ano passado, o crescimento no último trimestre foi da ordem de 22%. Naquele mês, 1.263 municípios contavam com eletropostos ou algum tipo de infraestrutura de carregamento. Agora, esse universo foi ampliado para 1.363 localidades — uma elevação de 8%. Isso garante um índice de 14 veículos por eletroposto. Ponto positivo para o Nordeste e o Norte, que estavam ficando para trás nessa corrida. O primeiro, por exemplo, teve variação positiva de 10,9% — e agora tem 326 municípios com algum eletroposto. No Norte, o crescimento foi de 23,7%. Mas apenas 47 cidades têm ponto de carregamento.

A maioria dos eletropostos (84%, ou 12.397) é de recarga lenta, chamados de AC. Apenas 16%, 2.430, são rápidos, os DC. Vale lembrar que a oferta de carregadores rápidos tem aumentado em ritmo mais acelerado. Com relação aos 1.516 contabilizados em novembro no ano passado, o salto foi de 60%. No mesmo período, o número de carregadores lentos avançou 17% — eram 10.621 há três meses. Em Pernambuco, a cidade com mais pontos de carregamento é o Recife, com 167, seguido de Caruaru e Garanhuns (veja quadro abaixo). Na Paraíba, João Pessoa (62) e Campina Grande (60) predominam. No Ceará, Fortaleza tem 40% dos eletropostos (215), seguida de Cascavel e Eusébio.

Quase 70% dos brasileiros desejam comprar ou trocar de carro em 2025

O ano passado foi marcado por demanda aquecida e crescimento de produção e vendas no setor automotivo. E 2025 também deve registrar bons números. Segundo levantamento realizado pela Webmotors, portal de negócios e soluções para o segmento, 68% dos brasileiros desejam comprar ou trocar de carro este ano — sendo 37% ainda no primeiro semestre. O dado faz parte da Pesquisa sobre Intenção de Compra realizada anualmente com usuários da plataforma para identificar motivos e preferências na compra de carros no Brasil. Para esta edição, foram ouvidas 2.499 pessoas entre 6 e 17 de janeiro de 2025. Quando perguntados sobre como pretendem pagar pelo novo carro, o financiamento parcial é a opção mais mencionada pelos respondentes (47%). Aliás, as vendas financiadas de veículos totalizaram 563 mil unidades em janeiro deste ano, entre novos e usados, de acordo com dados da B3.

O número, que inclui autos leves, pesados e motos em todo o país, representa uma alta de 0,2% na comparação com o mesmo período de 2024. Em seguida, vem a opção por pagamento à vista (32%), financiamento total (15%) e leasing/consórcio (6%). “Esses dados reforçam a importância de ações de bancos, montadoras e concessionárias que ofereçam vantagens na compra ou troca do automóvel, como bônus na troca pelo usado, pagamento do preço da tabela de mercado ou condições de financiamento favoráveis”, explica Eduardo Jurcevic, CEO da Webmotors.

“Essas iniciativas podem impulsionar a decisão do consumidor pela compra ou troca e fomentar um ambiente mais favorável para esse negócio no país”, ressalta. Entre os motivos apontados para compra ou troca de veículo em 2025, a atualização do modelo foi a mais mencionada (36%), seguida pelo costume de trocar o carro de tempos em tempos (30%), a situação do atual veículo (25%), a necessidade de um carro mais econômico (14%) ou mais potente (13%).