De bigu com a modernidade

Lei Seca: número de mortes por acidentes de trânsito cai

Na quarta-feira (19), a Lei Seca completou 16 anos e o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, (Cisa) antecipou alguns indicadores relacionados aos acidentes de trânsito atribuíveis ao álcool no Brasil. “Acompanhamos com entusiasmo a queda progressiva da mortalidade por acidentes de trânsito causados pelo consumo de álcool, mas muitos brasileiros ainda bebem e dirigem. Alterações cognitivas e motoras ocorrem mesmo que não sejam percebidas pelo condutor, por isso é perigoso qualquer consumo antes de dirigir”, avalia Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Cisa. Entre 2010 e 2022, houve uma diminuição de 22,7% no número de mortes (de 13.911 para 10.747), especialmente entre os homens. Em relação ao ano anterior (2021), observa-se estabilidade nos números. No entanto, a faixa etária mais impactada mudou. Em 2010, os jovens adultos de 18 a 34 anos lideravam o número de óbitos. Atualmente, a população entre 35 e 54 anos é a mais afetada. Um outro indicador importante é o comportamento de dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas, monitorado desde 2011 pelo Vigitel, levantamento do Ministério da Saúde. A edição de 2023 mostra que 5,9% da população relata beber e dirigir.  Entre aqueles de 35 a 54 anos, observa-se um aumento na prevalência, de 7% em 2011 para 7,8% em 2023. 

Além disso, no mesmo período, seis capitais registraram crescimento na condução de veículos após uso de álcool: Palmas (TO), Rio de Janeiro (RJ), Boa Vista (RO), Teresina (PI), São Luís (MA) e Campo Grande (MS). Já em 19 capitais e no Distrito Federal nota-se queda, com destaque para Natal (RN), Recife (PE) e João Pessoa (PB). ”A implementação da Lei Seca estabeleceu uma importante prática, recomendada para outros países. No entanto, a legislação sozinha não muda comportamentos. São necessárias campanhas educativas, fiscalização (como blitzen) e sanções rigorosas para quem descumprir a lei, especialmente onde os indicadores são preocupantes”, alerta Mariana Thibes, doutora em sociologia e coordenadora do Cisa. 

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

A interiorização dos eletrificados

As vendas de veículos leves eletrificados em maio, segundo estudo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, mostra que há um processo de interiorização da eletromobilidade no Brasil. Nos cinco primeiros meses de 2024, os municípios do interior, excluindo as 27 capitais, foram responsáveis por quase a metade (46%) dos emplacamentos de eletrificados de todas as tecnologias no período. Em números, isso significa 29.697 eletrificados emplacados fora das capitais – do total de 64.908 no acumulado nacional do ano. Detalhe significativo: os elétricos BEV e PHEV com recarga externa emplacados no interior representaram 68% (20.250) do total de eletrificados vendidos nessas cidades (29.697), de janeiro a maio. Os 32% restantes das vendas no interior no período (9.497) foram híbridos convencionais (HEV+HEV FLEX+MHEV). Destes, os híbridos flex movidos a etanol representam 44% (4.141), os híbridos a gasolina/diesel 31% (2.936) e os micro híbridos MHEV 25% (2.370).Essas proporções são aproximadamente as mesmas registradas nas capitais (e dentro da média nacional) dos últimos meses: 68% das vendas de eletrificados são veículos plug-in e 32% são não plug-in (HEV, HEV flex e micro híbridos MHEV).

Em outras palavras: o comprador do interior demonstra a mesma preferência do comprador das capitais pelos modelos tecnologicamente mais avançados (BEV e PHEV).“Esses números são muito importantes”, comemorou o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “Eles indicam que a eletromobilidade é um fenômeno que se dissemina de modo uniforme em diferentes regiões do país. Já não estamos mais falando de uma tendência concentrada em algumas poucas capitais do Sudeste”, acrescentou. “No final do ano passado, vimos que a eletromobilidade se expandia para o Nordeste e Centro-Oeste. Agora, ela se espalha pelas cidades do interior”.

Petrolina - Destino

GWM terá carro fabricado no Brasil

E de novo os fabricantes chineses de automóveis se tornam notícia no Brasil. Desta vez, é a GWM, que anunciou o SUV Haval H6 como o primeiro veículo da marca a ganhar a nacionalidade brasileira. O utilitário esportivo vai inaugurar a linha de montagem da marca chinesa na fábrica de Iracemápolis, no interior de São Paulo. Ela entrará em operação no segundo semestre de 2024 em regime de pré-produção para ajustes de equipamentos e verificações no processo produtivo e no controle de qualidade, mas os veículos produzidos em série só chegarão às concessionárias no primeiro semestre do ano que vem. O Haval nacional terá motorização híbrida, a exemplo da versão importada vendida aqui desde o ano passado. Por falar nisso, virá ainda este mês a nova versão híbrida plug-in mais barata da marca e do modelo: serão R$ 229 mil no período de pré-venda, mas manterá o valor até 20 de junho para o lote inicial de 1.019 unidades. São apenas R$ 15 mil a mais em relação ao H6 HEV2, sendo que a novidade será um híbrido plug-in mais completo.

A GWM, aliás, está comemorando um ano de Brasil. E com algumas novidades, como a venda direta ao consumidor, com emissão de nota fiscal direta da montadora ao consumidor final. Com isso, a margem dos concessionários ficou menor. “O uso da venda direta é um dos motivos pela qual a GWM opera com preço único em todo o país, independente da localidade, frete ou demanda”, avalia Alexandre Oliveira, diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM do Brasil. A marca chinesa iniciou suas vendas no Brasil com a linha de SUVs híbridos e plug-in Haval H6 (HEV, PHEV e GT) e, desde dezembro, vende também o elétrico ORA 03 (Skin e GT). No ano passado, de abril a dezembro, a marca chinesa vendeu 10.703 unidades da linha Haval. No acumulado de 12 meses, atingiu a liderança tanto no segmento dos híbridos, com 14.407 emplacamentos, quanto no de carros premium, acima de R$ 300 mil (4.821 unidades). A meta para este ano é vender 31 mil unidades, com crescimento de 170% sobre 2023. O número de concessionárias vai passar de 70 para 120.

Ipojuca - IPTU 2026

Versa “esportivado” custa R$ 124 mil 

A Nissan anunciou a chegada ao Brasil, vindo do México, da variante Versa SR. Ela fica abaixo da topo de linha Exclusive e se destaca pelo visual de apelo esportivo (não tem qualquer modificação técnica ou mecânica) e preço de R$ 124 mil. Nos destaques da parte estética, elementos como aerofólio sobre a tampa do porta-malas, grade frontal escurecida, emblemas ‘SR’ gravados na carroceria, retrovisores na cor preta e bancos em tecido com detalhes em laranja. A Nissan é uma das poucas marcas japonesas a crescer com vigor este ano (as demais estão estagnadas), com 3,3% de participação em 2023, pulando para 4,1%, com Versa e Sentra dobrando suas vendas nesse período no primeiro trimestre. A motorização permanece a mesma, com o 1.6 aspirado que entrega 113cv de potência e 15,3 kgfm, combinado com o câmbio CVT que simula seis marchas. A lista de equipamentos inclui carregador de celular por indução, 6 airbags, multimídia com tela de 7 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, bancos dianteiros com tecnologia Zero Gravity, apoio de braço frontal, piloto automático, visão 360º com detector de objetos em movimento (MOD), alerta de colisão frontal (FCW), assistente inteligente de frenagem (FEB), alerta de objetos no banco traseiro, entre outros.

VersãoPreço
Versa 1.6 Sense CVTR$ 110.590
Versa 1.6 Advance CVTR$ 117.990
Versa 1.6 SR CVTR$ 123.990
Versa 1.6 Exclusive CVTR$ 132.190
Caruaru - São João na Roça

Chevrolet S10 ganha versão WT 

A General Motors já havia mostrado à imprensa especializada as versões mais caras da Chevrolet S10, a Z71, a LTZ e a topo de linha High Country. Agora, anuncia a S10 WT (Work Truck), cujo foco é o consumidor que a usa para o trabalho pesado. Ela substitui as configurações LS e LT e está disponível com cabines simples, dupla e chassi. O que muda, basicamente, é o visual: são elementos cromados, pintura nas maçanetas, estribos laterais, rack de teto, santoantônio e nem mesmo moldura plástica nas caixas-de-roda. Dependendo do acabamento escolhido, as rodas são de ferro. Apenas a WT com câmbio automático tem rodas de liga-leve. Claro que a reestilização garantiu novas dianteira e traseira – incluindo novo para-choque, grade, capô, faróis, lanternas e tampa da caçamba (agora com a grafia Chevrolet gravada diretamente na lataria). O conjunto de propulsão é o mesmo em toda linha: um 2.8 turbodiesel atualizado, que agora gera 207cv de potência e 52kgfm de torque (ou 46,9 kgfm com câmbio manual de 6 marchas). Outra novidade é a adoção da transmissão automática de 8 marchas, substituindo a caixa de 6 posições. A tração é 4×4. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e consumo de 11,4 km/litro na estrada e 9,5 km/litro na cidade. Confira os preços:

Versão Preço
S10 WT chassi 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 223.620
S10 WT cabine simples 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 232.710
S10 WT cabine dupla 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 247.860
S10 WT cabine dupla 2.8 turbodiesel 4×4 ATR$ 268.060
Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

E chega, enfim, o novo T-Cross 

A Volkswagen começou a revelar há meses imagens e dados do novo T-Cross, já na linha 2025. Agora, finalmente, ele já tem data para chegar às lojas: 13 de junho. O SUV ficou mais parecido visualmente com o congênere europeu e vem em três versões: a 200 TSI, a Comfortline 200 TSI e a Highline 250 TSI. Os preços variam de R$ 143 mil e R$ 176 mil, mantendo o que era cobrado na linha 2024. Também foram mantidas as opções de motor 200 TSI e 250 TSI. O primeiro é um 1.0 turbo flex de três cilindros capaz de entregar 128 cv de potência com etanol ou 116 cv com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm. A versão topo de linha Highline é oferecida somente com o 250 TSI, o 1.4 turbo flex de quatro cilindros capaz de entregar 150cv e 25,5kgfm. 

Ambos são acompanhados sempre por uma transmissão automática de 6 velocidades. Mas as diferenças devem ser sentidas pelo consumidor na parte interna. O painel, por exemplo, ficou mais bem cuidado, mais requintado. A multimídia recebeu uma tela mais destacada no topo. O material plástico usado, de baixa qualidade, ganhou melhor textura – e tem uma charmosa costura branca. Os painéis de porta ainda receberam porções de tecido e os bancos foram redesenhados. A marca ainda oferecerá um “Pacote Dark”, com itens como teto e rodas escurecidas. O modelo também tem mais itens de segurança, como assistente de mudança de faixa, detector de ponto cego e assistente traseiro de saída de vaga. Ainda de série, para todas as versões, faróis Full LED, além de lanternas traseiras também em LED. O VW Play está disponível em todas as configurações, agora com tela semi flutuante. O mercado de SUVs, do qual o T-Cross é líder, representa mais de 45% das vendas do país.

Palmares - IPTU 2026

Brasileiro se acha bom motorista. Será?

O trânsito brasileiro é complexo. As grandes cidades têm excesso de carros em circulação e, em geral, infraestrutura inadequada. Além disso, existe uma enorme variedade de tipos de veículos em circulação. A Justos realizou uma pesquisa para entender o comportamento dos brasileiros no trânsito e o estudo revela que a imensa maioria (98%) se considera bom motorista. Mas isso nem sempre é verdade, já que grande parte dos condutores também pratica atitudes consideradas perigosas na direção. As atitudes apontadas como mais importantes para definir quem são os bons motoristas foram: ser ágil e não bater, evitar multas e infrações, e reconhecer e respeitar a sinalização de rua. Dhaval Chadha, CEO e cofundador da Justos, explica que isso confirma que muitas pessoas enxergam o trânsito como uma arena de punição, onde o objetivo de dirigir com segurança fica em segundo plano. O estudo expõe também que a maioria pratica com frequência comportamentos que tornam o trânsito mais perigoso. Pelo menos 71% afirmam que com alguma frequência seguem de perto outro veículo e para 10% essa é uma prática constante na rotina no volante. Apenas 51% dos motoristas afirmam que nunca praticam manobras perigosas, como ultrapassagens arriscadas, e 27% dos respondentes assumem que nem sempre dá a preferência para pedestres e ciclistas. 

As leis de trânsito por muitas vezes são desrespeitadas: 72% dos motoristas avançam no sinal amarelo com alguma frequência, sendo que 31% assumem fazer isso às vezes e 9% constantemente. 59% assumem que ultrapassam os limites de velocidade com alguma frequência. Enquanto 38% assumem que usam o celular enquanto dirigem com alguma frequência. Além disso, 23% assumem que esquecem de usar a seta na rotatória com alguma frequência. “É essencial mudarmos essa dinâmica do trânsito punitivo. Queremos criar reforços positivos para bons comportamentos e por isso criamos um programa de recompensas que valoriza o melhor lado dos motoristas”, explica Chadha. “Com ele, queremos mostrar que é possível ter ganhos individuais enquanto se promove uma conduta que vai também gerar um importante benefício coletivo: um trânsito mais seguro.”

Novo Chevrolet Trailblazer chega sem aumento de preço: R$ 368,5 mil 

A Chevrolet acaba de divulgar detalhes sobre o renovado SUV grande Trailblazer, que chega à linha 2025, agora em maio, sem aumento de preço, mesmo com algumas evoluções. Em versão única, a topo de linha High Country muda o design e segue basicamente o estilo da picape S10. Ganhou, por exemplo, painel digital de 8 polegadas e nova central multimídia de 11 polegadas. O motor, embora tenha recebido melhorias técnicas, continua sendo o 2.8 turbodiesel de 205 cavalos de potência e torque de 52kgfm. A transmissão, automática de 8 velocidades, é nova e trabalha com tração 4×4 com reduzida. Dados do Inmetro divulgados pela GM mostram consumo de 9,2 km/l na cidade e de 11,2 km/l na estrada – algo em torno de 12% mais eficiente do que a configuração anterior. A aceleração de 0 a 100 km/h agora é feita em 9,5s (1s a menos que o modelo anterior). O modelo também ganhou aprimoramentos na suspensão e na direção elétrica e adotou novos revestimentos internos.

Mas, como destaque, vale ressaltar a lista de equipamentos de série relacionada aos sistemas de auxílio à condução: alerta de tráfego cruzado traseiro e de ponto cego, frenagem automática, alerta de colisão frontal, controle de saída de faixa, comutação automática dos faróis, etc. Sem falar no alerta de pressão dos pneus, faróis de LED, sensores de estacionamento, câmera de ré, etc. “É um automóvel brutalmente pronto para tudo, com novas soluções de engenharia que elevam principalmente o nível de conforto e dirigibilidade”, diz Paula Saiani, diretora de Marketing de produto da GM América do Sul. Enquanto a S10 utiliza suspensão traseira por feixe de molas, própria para carga, o Novo Trailblazer conta com uma suspensão do tipo multilink – ideal para transportar pessoas com mais comodidade.

 

C3 Aircross Shine, topo de linha: ágil e bonito, mas bem espartano

Depois do relativo sucesso do renovado compacto C3, que a retirou do quase traço no ranking brasileiro de marcas, a Citroën trouxe de volta o SUV (ou crossover) C3 Aircross, com mais espaço interno e até a possibilidade de 7 lugares com uma terceira fila de bancos. É, agora, a segunda opção para os consumidores desse segmento também chamado de minivans: a outra é a recém-anabolizada Chevrolet Spin, que ganhou itens tecnológicos e ficou bem mais charmosa – embora tenha mantido o velho motor 1.8. Como o C3 Aircross vai sair? A coluna testou a Shine, versão topo de linha, que custa R$ 136.590, e faz algumas ponderações. Apesar do preço desta versão, o projeto tanto do C3 quanto do C3 Aircross é ‘popular’: tem versão de R$ 74.790 (C3 Live manual) ou R$ 112.990 (entrada do Aircross). Com isso, a marca quer atender com espaço e bom conjunto de motor e câmbio aqueles clientes que jamais poderiam (ou gostariam de) desembolsar em torno de R$ 150 mil por um veículo. Vale a pena? Se fosse apenas pela beleza, embora algo subjetivo, valeria de pronto. O modelo é bonito, imponente, moderno, posição de dirigir alta (razão-mor na hora de um compra de automóvel hoje) etc. Mas, para garantir o preço é preciso economizar: por R$ 136,6 mil, a Shine não tem sequer chave-canivete, são apenas quatro airbags e o acabamento é, na melhor das hipóteses, básico, austero, limitado.

Em compensação, tem porte (4,3m de comprimento) de Hyundai Creta, Nissan Kicks, Honda HR-V, Renault Duster e por aí vai. É um dos maiores entre-eixos desse segmento-fenômeno, o dos SUVs compactos. Tem, ainda, um motor moderno e econômico. Confira, então, abaixo, a avaliação do modelo. A versão testada é homologada para cinco lugares. Mas, na verdade, é sempre ideal se carregar quatro pessoas, pois a do meio vai sofrer inevitavelmente na maioria dos modelos. Noves fora isso, o espaço é bom. Mesmo no banco traseiro, com o dianteiro regulado (manualmente) para um condutor de 1,79m. A capacidade do porta-malas é 493 litros.

 

Picape Strada Ultra 1.0 turbo de 130cv: como anda o ‘foguetinho’? 

A picapinha Fiat Strada chegou ao mercado brasileiro em 1998. Desde então, só dá alegrias aos gestores e acionistas da Fiat, liderando de forma consistente as vendas e sendo campeã de todas as categorias (fechou 2023 com mais de 120 mil unidades). Pois bem: e como anda a versão com motor 1.0 turbo? De antemão, pode-se garantir: muito bem. Por isso, entenda melhor. O motor, que garante um bom conjunto de potência e torque, é um turbo 200 flex – que a deixou com a primazia de ser a primeira picape compacta turbo flex no mundo. São até 130cv e torque de 20,4 kgfm, garantindo que o modelo vá de 0 a 100km/h em apenas 9,5 segundos, sendo o mais rápido entre os concorrentes. 

Ele tem de três cilindros, que estreou no Pulse, foi para o Fastback, e se ajusta rapidamente às  demandas do motorista de forma bem ativa mesmo. E a versão ainda vem também com o chamativo botão vermelho Sport no volante. Com ele acionado, a picape fica ainda esperta – principalmente em vias planas. Não à toa, ganhou o apelido de ‘foguetinho’ nas redes sociais. Afinal, vale relembrar: esse propulsor é bem melhor que o 1.3 Firefly, o aspirado usado na versão Endurance, por exemplo: são 23 cv e 6,7 kgfm a mais de oferta de potência e torque. Essa motorização é combinada com o câmbio automático CVT com opção de 7 marchas e mais outros dois modos de condução (automático e manual).