Previdência tem know-how de corrupção

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A Previdência Social tem know how em matéria de corrupção. Tá na veia. Tempos de 2016, um ex-ministro do Planejamento, a companheira dele e mais uma cambada de 12 camaradas viraram réus com base em investigações da Operação Custo Brasil, da Polícia Federal, desenvolvida para investigar operações criminosas em empréstimos a servidores públicos. Em seu ofício ministerial, sua excelência era especialista em planejar trambiques. A companheira dele, com mandato parlamentar, uma belezura, era um persona com moral mais ou menos ilibada. O menos ficara por conta das fraquezas humanas e desumanas. Tirando os defeitos, a belezura é uma ótima pessoa, diziam o marido e os pariceiros dela.

A bonitona foi escolhida para ser parceira do operador das operações não por seus dotes de eugenia e beleza, como se dizia antigamente nos concursos de Miss, e sim por sua fidelidade canina à seita vermelha, inclusiva aos desvios de conduta dos devotos da seita. Na defesa do indefensável, até justificou as patifarias do Petrolão, dizendo ser apenas uma bobagem. Assim vai levando a vida e passando bem, no ritmo da malandragem.

Petrolina - Destino

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A mundiça da seita vermelha hoje proclama: anistia, never jamais, em relação à mulher do batom atômico aos depredadores do 8 de janeiro. Dizem que o batom atômico tinha uma potência de 15 megaton, mais que a bomba de Hiroshima, capaz de desestabilizar as instituições democráticas de Pindorama.

Fizeram uma coleta de 8 bilhões de denários na algibeira dos aposentados e pensionistas. A explosão, igual aos mísseis de Israel na Faixa de Gaza, aconteceu debaixo das barbas dos cardeais de Brasília (BSB tem mais cardeais que no Estado do Vaticano), mas os piedosos prelados disseram que eram apenas fogos de artifício em homenagem a São João dos carneirinhos. O monarca do Pastoril encarnado disse que se houve estragos a culpa era de Bolsonaro.

Ipojuca - No Zap

Por Celso Rocha de Barros
Da Folha de S.Paulo

Caro Senador Alessandro Vieira,

Respeito muito sua atuação parlamentar. Exatamente por isso, solicito os seguintes esclarecimentos, todos referentes ao seu projeto que reduz a pena dos criminosos do 8 de janeiro.

Seu projeto altera o Código Penal para reduzir as penas dos acusados de “tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais” (artigo 359-L) e “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído” (artigo 359-M) em casos em que o réu não participou da organização do crime e cometeu seus crimes “sob a influência de multidão em tumulto”.

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

Editorial do Estadão

O presidente Lula da Silva finalmente demitiu o ministro da Previdência, Carlos Lupi, cuja permanência no cargo se tornou insustentável após a descoberta da extensão das fraudes em descontos nas aposentadorias e pensões pagas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Como costuma fazer em toda crise, Lula procrastinou na expectativa de que o escândalo esfriasse por conta própria, mas a negligência de Lupi, que já havia sido alertado do problema, deixou o governo exposto e sem respostas a dar a um público especialmente vulnerável, como é o caso de aposentados e pensionistas.

Para piorar, a oposição não teve dificuldade para conseguir as 171 assinaturas necessárias para protocolar um requerimento com vistas a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o esquema. A decisão sobre a instalação da comissão caberá ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que poderá optar por priorizá-la ou deixá-la no fim de uma lista de 12 pedidos apresentados anteriormente

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Luiz Carlos Azedo
Do Correio Braziliense

Sepultado o projeto de anistia dos envolvidos no 8 de Janeiro de 2023 pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), o PP e o União Brasil, e o PSDB e o Podemos se movimentam para ocupar o espaço vazio na centro-direita, deixado pela inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro, que convalesce ainda de uma grave cirurgia e está impedido de disputar as próximas eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Mesmo que não venha a ser condenado no processo no qual é acusado de tentativa de golpe de Estado — além de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado —, Bolsonaro já é tratado como carta fora do baralho pelas principais lideranças desses partidos.

Palmares - IPTU 2026

A ideia de propor um projeto de lei que diminui as penas dos executores do 8 de janeiro e aumenta o tempo de prisão dos mandantes da tentativa de golpe avançou no Congresso Nacional.

O próprio presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), deve assumir a autoria da proposta, que foi costurada por seu antecessor, Rodrigo Pacheco (PSD). O acordo inclui a Câmara dos Deputados e o próprio STF (Supremo Tribunal Federal).

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), vê a proposta com bons olhos, como o blog do Octavio Guedes antecipou, e, no domingo, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, deu sinal verde para a mudança legislativa: “Redimensionar a extensão das penas, se o Congresso entender por bem, está dentro de sua competência”, afirmou. As informações são do g1.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O século 20 foi o século que deu à luz a grandes vultos da humanidade terrestre. E também foi o século de personagens das trevas que fizeram eclodir duas guerras catastróficas de dimensões globais. As guerras mundiais existiram desde quando o diabo está solto na terra, no Império Romano e no Império Mongol de Gengis Khan, a encarnação da besta-fera em forma de gente. (O infeliz do Gengis Khan disse de si mesmo: “Eu sou um flagelo de Deus, e se você não cometeu grandes pecados Deus não teria enviado um castigo como eu para a terra.”

“Eu não vim trazer a paz, eu vim trazer a espada”. “Maktub” – está escrito pelo evangelista Mateus. Os estudiosos dos livros sagrados dizem que esta é uma das frases mais controversas da Bíblia.

Por Osvaldo Lyra
Do Muita Informação

ACM Neto evitava Lula
Na campanha eleitoral de 2022, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto evitava bater no então candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Ataques ao líder petista representavam a perda de votos de parte do eleitorado baiano, que tinha o histórico de “endeusar” o ex-presidente do PT. No entanto, o cenário parece ter mudado e o ex-prefeito do União Brasil passou a bater forte no agora presidente da República.

Lula não assusta mais
Quem acompanha de perto a política sabe que a mudança de estratégia de ACM Neto passa diretamente pela fragilidade do mandatário e pela queda em sua avaliação em todo o país, sobretudo na Bahia, uma das principais trincheiras do PT. Pelo visto, o resultado das últimas pesquisas que mostram as fragilidades do governo federal serviu de combustível para o dirigente do União Brasil voltar sua artilharia para Lula. O entendimento é que “a magia acabou”, ou pelo menos, não representa mais a ameaça de perder votos junto ao eleitorado baiano.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – E por falar em anistia, conhecer um pouco de história não faz mal a ninguém. Nas eras de 1935, as torcidas organizadas da caterva vermelha comunista do Brazil e da Internacional Comunista promoveram um levante golpista contra o Governo de Getúlio Vargas nos quartéis e nas ruas de Recife, Natal e Rio de Janeiro. Em Natal chegou a ser instalado um governo provisório revolucionário, de poucos dias de duração.   (Deus tende piedade de nós!).

Estima-se em cerca de 130 mortos em Recife e Natal e mais de 30 vítimas no Rio de Janeiro. A intentona ocorreu em novembro de 1935 e durou apenas uma semana. Foi derrotada pelas tropas legalistas do Exército.

Por Dora Kramer
Da Folha de São Paulo

A anistia aos golpistas de variadas espécies é o tipo do assunto a respeito do qual é mais fácil falar do que realizar. Ainda assim, seus adeptos já foram além do aceitável: conseguiram pôr o tema em pauta e paralisar o Congresso em torno dele.

Brutalizados em 8 de janeiro de 2023, os três Poderes da República são agora instados a lidar com uma proposta de perdão dos crimes aos que propugnaram pelo fim do Estado de Direito em vigor no país há parcas quatro décadas.

Fala-se na produção de um acordo entre Executivo, Legislativo e Judiciário para se chegar a meios-termos entre condenações e impunidade.