O Armagedom à moda brasileira

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Dragões da maldade, guerreiros santos e profanos, serpentes, traíras, vampiros, touros miúras e sapos vermelhos irão deflagrar a guerra do Armagedom, domingo dia 30, na  boca da urnas, revela o periodista Adalbertovsky em seu sermão apocalíptico.

Com olhos de telescópio, o Doutor Alvacir Fox viaja até as muralhas do Kremlin e afirma que o czar Vladimir Putin, senhor das guerras e das trevas, decretou o Armagedom na Ucrânia. Ouçam o sermão do periodista Adalbertovsky:      

As trombetas proclamam: aproxima-se o dia da guerra no Armagedom à moda brasileira, a batalha final do bem contra o mal na boca das urnas. Pintados de urucum vermelho de guerra, os devotos da seita do bode rouco agitam bandeiras da cor de brasa. Touros miúras da seita do gado soltam fogo pelas ventas e movem-se enfurecidos. Os dragões da maldade, guerreiros santos e profanos, cobradores de dízimos, brocháveis e imbrocháveis, bodes roucos, vampiros e a mundiça em geral dançam em torno das fogueiras das ambições do poder.                                 

Depois da guerra de Tróia nas urnas do Planalto Central em 2018, as tropas auriverdes fizeram a travessia do mar vermelho para libertar o reino de Pindorama da tirania da seita do cordão encarnado. O mar vermelho estava infestado de sapos barbados, serpentes, traíras, vampiros, escorpiões, lobisomens, pais de chiqueiro, comunistas e outros insetos.

O sapo barbado propõe desfazer a travessia do mar vermelho para voltar às cenas da escravidão. Ele jura que o petrolão e o mensalão nunca existiram, nós é que tivemos um pesadelo. E o pesadelo continua. La garantia soy yo, afirma o Dr. Chuchu.                             

Matrix, o cérebro da intelligentsia de esquerda, rege a Nova Ordem Mundial (NOM) politicamente correta. Dizem que comunismo são fantasmas do passado. Vejamos. O Foro de São Paulo foi criado por Lula e Fidel Castro em 1990 depois da queda do muro de Berlim para lutar contra “o domínio imperialista” e implantar o socialismo na América Latina.

Que tal a censura sob o apelido de regulamentação da mídia?! Veículos conservadores são censurados. O pau que dá nos Chicos conservadores não dá nos Franciscos das esquerdas.  E a ideologia de gênero na mídia e nas escolas?! O estímulo aos conflitos entre grupos sociais faz parte da luta de classes pregada pela esquerda-raiz. De canetada em canetada as esquerdas avançam em suas guerrilhas revolucionárias. O apoio às ditaduras comunistas insere-se nas diretrizes da “integração continental” preconizadas pelo Foro de São Paulo. Estudem, bichos, pesquisem.

O capitão tem todos os defeitos do mundo, menos um: é anticomunista, isto o redime diante dos pecados do Foro de São Paulo.

Arriba, leitores Magnaneanos, pernambucanos, gregos e troianos!  

*Periodista e escritor

Dedico este artigo ao meu colega o gênio William Shakespeare: “Há mais mistérios no tutano das tripas e das pesquisas eleitorais do que supõe nossa vã filosofia”  

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

CPX-MONTANHAS DA JAQUEIRA – Como são fabricadas as salsichas e as pesquisas eleitorais? Mistérios do além. Há mais mistérios no recheio das salsichas e das pesquisas eleitorais do que supõe a filosofia do meu colega, o gênio William Shakespeare. Quem desvendar as cavernas dessas entidades ganhará o Prêmio IgNobel de ciências ocultas.

A margem de erro das pesquisas eleitorais é o buraco negro da guerra nas estrelas. Nem microscópios eletrônicos e os telescópios Hubble e James Webb são capazes de viajar nos buracos negros das pesquisas eleitorais e das salsichas. Pesquisas, linguiças e salsichas são farinha do mesmo saco.

O Ibope era uma linguiça eleitoral que mergulhou no buraco negro da margem de erro e virou suco. Mas ele dizem “tô nem aí”, o importante é o tilintar de moedas sonantes. Uma senhora estocadora de ventos orgânicos, caricatura do bode rouco chamada Dilma, cujo sobrenome esqueço, foi eleita senadora de Minas Gerais, segundo as tripas das pesquisas de 2018. Mas, esqueceram de combinar com as urnas e ela ficou em quarto lugar no Estado. Os institutos profetizaram naquele ano que o poste Radar seria eleito presidente e o capitão malvado perderia no segundo turno para todos os adversários. O poste foi desenergizado e o radar desconectado do sistema.

O limite da margem de erro das salsichas e das linguiças é a dor de barriga ou diarreia. O limite da margem de erro das pesquisas é a falta de credibilidade. Mas antes disso o estrago está feito na cabeça dos eleitores e nas candidaturas e os institutos já lavaram as burras financeiras. E eles seguem impunes. Algumas pesquisas para presidente se alimentam de salsichas e mortadelas vermelhas. Não tem nada de margem de erro, é margem de manipulação de caso pensado no compasso do tilintar de moedas.

Salsichas e linguiças fazem parte do gênero de alimentos chamados de embutidos. Pesquisas eleitorais também são artigos embutidos. As tripas das pesquisas são preenchidas com recheios misteriosos, benfazejos ou malfazejos. Ai é onde mora o perigo. As tripas gaiteiras das pesquisas espalham maldades. São as margens de erro mal-assombradas.

O fedor nas tripas das pesquisas vem de longe. Em 1985, nas eleições para a prefeitura de São Paulo, um sociólogo chamado Fernando Cardoso foi anunciado na antevéspera como prefeito eleito na disputa com Jânio Quadros. Ancho da vida, FHC sentou-se e foi fotografado na cadeira do prefeito. Deu chabu. Jânio foi eleito e ao tomar posse desinfetou a cadeira, dizendo que ali sentaram-se “nádegas contaminadas”.

Arriba, leitores Magnaneanos, consumidores de salsichas e pesquisas, gregos e troianos!

*Periodista e escritor

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A humanidade adâmica está em guerra desde o dia em que Caim matou Abel com um tiro no coração. O sangue de Abel continua a jorrar nos rios, nas montanhas, nas planícies, nas florestas. E nunca mais houve paz nas entranhas da terra.

Lúcifer, aquele que transporta luz, era um anjo belo que ocupava lugar de honra nas esferas celestiais. Por ambição, resolveu desafiar os poderes do Criador. Arcanjo poderoso que amava o Supremo de todo o coração (o Supremo Criador do Universo, não o supremo pecaminoso de Brasília), Mika-El (Miguel) mobilizou as legiões celestiais para combater as falanges do Mal. Houve uma batalha do Bem contra o Mal no Reino dos céus.  Eis os guerreiros de Deus diante do dragão da maldade, da serpente original, de Lúcifer e de seus demônios.

Ao ser desafiado por Lúcifer, o arcanjo Mika-El cravou-lhe uma espada flamejante no peito. Os Anjos caídos foram derrotados e fugiram para as trevas. Ainda hoje vagueiam entre as trevas e a humanidade adâmica para disseminar o mal. No céu também existe guerra. Serpentes são seres humanos e desumanos.

De Gengis Khan aos satânicos Stalin, Hitler, Fidel Castro, Mao Tse-Tung, Pol Pot do Camboja.  Nicolas Maduro e Putin, os senhores da guerra são filhos de Caim e dos Anjos caídos. Nazismo e comunismo se nivelam em genocídios na história da humanidade. O nazismo foi erradicado, os fantasmas do comunismo continuam presentes e ameaçam se concretizar.

O comunismo é uma serpente mutante segundo os ciclos históricos. A seita vermelha do bode rouco é a incubadora do ovo da serpente comunista. Eles se fazem de defuntos pra pegar o coveiro. O comissário Dirceu, treinado pelo serviço secreto da ditadura cubana, está na moita, não dá um pio, para não espantar a galera. A mídia amestrada faz de conta que não acontece nada. Quando o ovo eclode e a caterva vermelha se instala no poder, a primeira providência é censurar a mídia, em nome da liberdade de imprensa, conforme prometido pelo bode rouco. Isto não são delírios conspiratórios, são dados de realidade, vide bula os regimes totalitários de Cuba, Venezuela e Nicarágua.

No Continente africano, a fome ancestral, as guerras tribais e coloniais, as tiranias corruptas, as doenças e epidemias e a escravidão do passado representam a vitória das forças do mal e o triunfo dos Anjos caídos.

Os ingênuos costumam dizer que o bem sempre vence. Quanta Inocência e ilusão! O mal venceu o bem durante três séculos e meio de escravidão de seres humanos e ainda hoje há heranças de servidão no planeta. Esta é uma maldição eterna na história da humanidade. Também às atrocidades e mortes cometidas por comunistas e nazistas contra dezenas de milhões de seres humanos jamais serão perdoadas.

Se o bode rouco ganhasse as eleições (Zeus nos livre), o imposto sindical voltaria e os pelegos parasitas ficariam felizes; o programa Mais Médicos seria reeditado para financiar a ditadura comunista assassina de Cuba. Vade retro, bode rouco d’uma figa!

Arriba, leitores Magnaneanos, gregos e troianos!

*Periodista e escritor

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Nos tempos traumáticos do pós-guerra na Europa, o cineasta italiano Vittorio de Sica produziu o filme “Ladrões de Bicicleta – Ladri di bicicletti – 1948)”. Foi um sucesso de bilheteria e de público, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Reflete o drama humano e social do desemprego, as dores em família e as angústias sociais. Se eu tivesse a maestria de um Celso Marconi Medeiros Lins ou do meu saudoso amigo Amin Stepple Hiluey, ia escrever uma crônica formidável. Mas, vou apenas rabiscar umas garatujas sobre o enredo do filme.

Lembrei do filme nestes tempos politicamente corretos quando há tantas roubalheiras, tantos ladrões e tanto desemprego. Pior, os ladrões são proibidos de serem chamados de ladrões, principalmente se forem ricos, e só poderão ser presos na enésima instância, em nome da presunção de inocência dos corruptos. Sobre o filme de Vittorio de Sica, eu juro pelas barbas de profeta do guru Celso Marconi e em memória do meu amigo Amin Stepple, eu juro que é muito bom, humano e comovente.

O gênero é chamado de neorrealismo no pós-guerra, o realismo cruel do dia a dia. Para dar mais realismo às cenas o filme é protagonizado por pessoas comuns das ruas, e não por atores profissionais. O personagem Antônio Ricci era um cara desempregado. Uma multidão de aglomera em torno de um funcionário que anuncia vagas para algum emprego ou subemprego. Antônio Ricci consegue vaga para trabalhar como colador de cartazes nas ruas da cidade. Para tanto, precisava de uma bicicleta, o seu passaporte de inclusão social. A mulher de Antônio, Maria, vende os enxovais da família e objetos do casal para resgatar uma bicicleta que estava penhorada.

O filho Bruno, de 8 anos, que engraxava sapatos na rua acompanha o pai nessa epopeia de vida. Para complicar ainda mais a situação, a bicicleta de Antônio é roubada. Imersos em suas angústias, Antônio Ricci e o filho perambulam pelas ruas de Roma na vã tentativa de encontrar a bicicleta. No desespero, tentou roubar uma bicicleta e foi detido. O policial comoveu-se com a presença do seu filho e o liberou.

No final perdeu a bicicleta, perdeu o emprego, perdeu os enxovais da família e perdeu as ilusões. Tornou-se um deserdado na vida. O desemprego é a pior forma de solidão social. Ladrões de bicicletas, ladrões de enxovais, ladrões de petróleo, ladrões de emendas, ladrões de chuchu, ladrões de emendas, de orçamentos secretos e ladrões de sonhos, sonhos de padaria e sonhos de coração, são todos da mesma laia.

MEU LIVRO PLANETA PALAVRA – O médico, poeta e acadêmico Alvacir Raposo, o Doutor Fox, escreveu prefácio para meu novo livro e abordou principalmente o capítulo de “Quase poesias”. Com seu sismógrafo poético, detectou terremotos cardíacos: Ele citou o seguinte verso: “Desilusão, desilusão/ Ela abalou as placas tectônicas do meu coração”. O doutor Fox é consagrado nas artes das musas poéticas e no ofício de Hipócrates, pai da medicina.

Arriba, leitores Magnaneanos, paraibanos e pernambucanos, gregos e troianos!

*Periodista e escritor

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA –  Olha só quem aflorou no recinto! O filósofo The Gaule, meu amigo de infância desde os tempos inocentes da Rainha da Borborema. Dizei-nos, filósofo, de quem será o seu voto secreto para presidente nesta Ilha de Vera Cruz, Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz?

The Gaule me disse que não revela seu voto secreto, nem morto. Ora, grande estadista, você já morreu em 1970, depois de ter sido considerado herói na França, Europa, Bahia e nesta Capitania da Nova Lusitânia. Nosso herói respondeu, meio invocado: “Morri para você, que é um ingrato, mas permaneço vivo no coração da galera”.

Depois de saber que já havia morrido, The Gaule abriu seu coração. Disse que jamais votaria num descondensado que quer voltar à cena do crime. Neste reino politicamente correto de Pindorama os viventes podem ser incriminados por obras, palavras ou pensamentos antidemocráticos.

O mau olhado e os pensamentos secretos antidemocráticos estão previstos no novo código eleitoral politicamente correto, segundo os doutores infravermelhos. The Gaule disse que as eleições no Brazil são muito sérias, os eleitores são muito sérios, os descondenados, flagrados em assalto aos cofres públicos na operação LavaJato, são muito sérios, os comedores de chuchu são muito sérios, nosso céu tem mais estrelas encarnadas, nossos corruptos são mais gentis.

Pense em duas criações muito sérias, multipartidárias e de autoria do Congresso Nacional: o Fundo Partidário e o Orçamento Secreto. Não falta dinheiro para suprir esses fundos bilionários, só falta dinheiro para pagar o piso salarial de enfermeiros e profissionais de saúde.

LIVRO PLANETA PALAVRAS – Números são infinitos, palavras são mais infinitas que números. Este é o título do meu novo livro, que está quentinho, saindo do forno.  O livro é dedicado “aos meus primos da família dos Primatas: Os símios, gorilas, orangotangos, Chipan–Zés, e a todos os Zés da humanidade brasileira”. O prefaciadores são o escritor, poeta e jornalista Zé Nêumanne Pinto e o médico e poeta Alvacir Raposo, o popular Doutor Fox.

Nêumanne já mandou brasas e brisas: “Diretamente das montanhas da Jaqueira, Adalbertovsky assumiu profecia, provocação e descrição de quase tudo, inclusive verso, em seu novo livro”. O Doutor Fox analisa as palavras com olhos de lince. Estou preparando o enxoval para a publicação do livro. 

Arriba, leitores Magnaneanos, Adalbertovskyanos, gregos e troianos!

*Periodista e escritor

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Nos tempos inocentes dormir era “cair nos braços de Morfeu”, o Deus do sono da mitologia grega. Nesta era de pecados cibernéticos, Morfeu mordeu o fruto proibido do silício, conectou-se com os descendentes de Caim e os senhores da guerra e transformou-se em Matrix, a divindade cibernética cujos raios cósmicos magnetizam os delírios da humanidade adâmica. Matrix é um dragão habitante do lado escuro da lua.

Os fluidos de Matriz influenciam doidos mansos e doidos de hospício. Dois mansos são filhos de lua. Doidos de hospício são doentes da alma e merecem compaixão. Os fanáticos religiosos revivem os Torquemadas dos tempos da Inquisição.  Os inquisidores queimaram viva a camponesa Joana dos Arcos porque disseram que ela era impura. Impuros são mercadores dos templos que ainda hoje operam no mercado dos dízimos em nome da fé.

Fanáticos políticos e religiosos são Avis Rara em termos percentuais na sociedade, por se tratar de uma enfermidade mental. Na maioria dos casos são vivaldinos e oportunistas com pele de Barrabás.

Noutros tempos os comunistas, emissários das trevas, exportavam revoluções, para a África e América Latina. Aprenderam com Gramsci a exportar ideias deletérias. “Não ocupem quartéis, ocupem escolas”, eis o lema gramsciano. O Império da China Comunista importa commodities, soja, ferro, proteínas. Exporta vírus, morcegos e mangaios para o Brazil e para o globo terrestre. Pior, exporta o micróbio deletério da ditadura comunista com economia capitalista, chamado de “Um País, dois sistemas”.

A feira de Wuhan é uma feira de mangaios comunistas. Se os magistrais Onildo Almeida e Sivuca visitassem a China escreveriam a música “A feira de mangaios de Wuhan”, na voz de Clara Nunes: “Fumo de rolo, arreio de cangalha.. morcego, galinha assada, de tudo que há no mundo… faz gosto a gente ver … boneco de Vitalino que são conhecidos inté no sul .. /pra bicada com morcego assado … / menino comunista sai daqui me deixa trabalhar”.

Se tivessem nascido na China, Sivuca e Onildo seriam mandarins da música oriental, Chu-EnLai Sivuca e Ching Ling Onildo.

Hasta la vista, leitores Magnaneanos, monarquistas, republicanos, paraibanos, gregos e troianos!

*Periodista e bicho-grilo

José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o naturalista inglês Charles Darwin, autor da teoria da seleção natural e Evolução das Espécies

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Na Era Paleozóica os Trogloditas promoviam os festivais Grunhidos In Caverna. Os instrumentos musicais eram feitos de porretes, ossadas de dinossauros e caveiras de tiranossauros.  Para se divertir eles exerciam o ofício de canibais, se devoravam uns aos outros. Veio daí a inspiração para festivais tipo Rock in Rio, na base de grunhidos, mungangas e canibalismos culturais.

Havia vários partidos no Brazil na Era da Pedra Lascada. A saber, os Partidos dos Trogloditas Vermelhos, dos Brucutus Comedores de Chuchu, dos Dinossauros Mamadores, Neandertales do Centrão e dos Dragões da Seita do Gado. O Homem de Java foi criado foi criado há 100 mil anos pelo roqueiro Raul Seixas e pretendia ser a terceira via de uma sociedade alternativa, mas não vingou. O bicho maluco beleza morreu sentado no trono de uma caverna com a boca escancarada cheia de dentes de porcelana. Raul era um profeta com barbas de pai de chiqueiro.

Trogloditas da Pele Vermelha e os Brucutus da Terra dos Muros Baixos eram dois fingidores. Fingiam tão completamente que chegavam a fingir que eram adversários, quando deveras eram cúmplices de maracutais. Eles eram inimigos ferozes do Dragões da Seita.

Os Trogloditas de Pele Vermelha e os Brucutus da Terra dos Muros Baixos fizeram um pacto de amor para abocanhar o baú da felicidade em Brasília. Eu te amo, Troglodita da pele vermelha. Eu adoro você, metamorfose ambulante comedor de chuchu, disseram na noite de núpcias. E cantaram a cantiga de He-Man: “Nós temos a força, somos invencíveis. Unidos venceremos a seita do gado contaminada pela brucelose”. A mundiça vermelha delirou de emoção.

As trombetas anunciam: dia 2 de outubro, dia de lua crescente, acontecerá a guerra do Armagedom nas urnas em Brasília. Haverá mísseis, foices, martelos, coices, pedradas, pontapés, macumbas, quizílias, chute na canela, rasteiras, emboscadas, trairagens e promessas, para decidir os destinos desta Terra de Vera Cruz, a terra da verdadeira Cruz.

Um parêntese: a deputada Janaina Pascoal revelou um segredo das cavernas do poder: disse que os homens da capa preta tiraram da cadeia o Troglodita da Seita Vermelha por ser um nome capaz de derrotar nas urnas o Dragão da Seita do Gado. Desde então o Mecanismo foi acionado para garantir a vitória do Troglodita Vermelho e derrotar o Dragão da Seita do Gado. Não por acaso, o candidato opositor da Seita Vermelha atrai todos os raios e tempestades. Se ganhar a eleição, será um milagre brasileiro.

Hasta la vista, leitores Magnaneanos, brasilianos, pernambucanos, paraibanos, gregos e troianos!

*Periodista e bicho-grilo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o filósofo grego Platão, autor dos Diálogos e fundador da Academia de Atenas

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A gente somos todos Hominídeos navegantes no Império GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon. Viajamos nos parafusos dos satélites estratosféricos e nas nuvens de silício da Internet, pilotadas por Steve Jobs, Mark Zuckerberg e Elon Musk. O Doutor Google, o novo Oráculo de Delfos, é nosso provedor e seremos todos sábios. Viemos da Caverna de Platão e mais recentemente da Galáxia de Gutenberg, dos linotipos de chumbo da Imprensa. O chumbo dissipou-se no éter e tornou-se nuvens digitais.

Tempos recente um soberano das torres imperiais proclamou, monocraticamente, que a Internet deu voz aos imbecis. Quanta empáfia. Faltou incluir a si mesmo. O genial Nelson Rodrigues já havia dito algo semelhante, com criatividade e sem prepotência.

A Caverna de Platão, na Antiguidade, era uma alegoria sobre as sombras da ignorância e lampejos de sabedoria. A humanidade Adâmica permanece na Caverna de Platão, inclusive as excelências ministeriais. A República de Platão seria governada por filósofos do bem e a Justiça conduzida por sábios em busca da felicidade das almas.

Por favor, leitores Magnaneanos, não digam para ninguém que eu estou preconizando uma república filosófica platônica, para eu não ser acusado de insuflar manifestações antidemocráticas. Aliás, eu nem conheço o filósofo Platão pessoalmente. Nem tenho o número do celular dele, dou minha palavra de honra. (A filosofia de Platão, aliás, de Aristóteles, aliás, de Sócrates, aliás, de Voltaire, aliás, de Diderot, aliás, de Santo Agostinho, pode ser considerada hoje uma manifestação antidemocrática).

Você não imagina, meu querido Platão, como seu nome tem sido invocado em vão para maltratar a democracia. De sua filosofia restauram apenas os inocentes amores platônicos em nossa adolescência. Mas, a galera jovem hoje prefere os “amores ficantes”, tipo rodízio. Se o freguês ou a freguesa gostar do produto, depois repete a degustação.

“Um fantasma ronda a Europa”, dizia o Manifesto Comunista de Karl Marx publicado em 1848, referindo-se aos ideais igualitários do comunismo. O ovo de serpente germinou e eclodiu na revolução bolchevique da União Soviética em 1917. Desde então o comunismo fracassou em todos os hemisférios, mas a mundiça vermelha insiste em propagar a seita. O comunismo é um vírus mutante. O novo nome da pandemia chama-se globalismo, sob a pele do socialismo. Tem comunista que nem sabe que é comunista.

Após fracassar em Cuba, na Venezuela e na Argentina, o ovo da serpente de esquerda comunista ameaça eclodir no Brazil. Não se trata de teoria da conspiração, o Foro de São Paulo é um dado de realidade.

Hasta la vista, leitores Magnaneanos, platoneanos, republicanos, pernambucanos, paraibanos, gregos de Atenas e troianos!

*Periodista e bicho-grilo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Longe de mim falar mal pelas costas e dizer o nome de um cara condenado em três instâncias por uma dúzia de juízes e desembargadores, mesmo porque o próprio se autoproclamou, monocraticamente, a alma mais honesta deste reino de Carochinha. Não digo o nome do fulano, digo apenas que ele pertence à ilustre família Silva, assim ninguém vai saber a quem me refiro, pois existem muito milhares de Silvas nestas terras tropicais. As paredes têm ouvidos, olhos e línguas ferinas.

Silva prometeu que se for eleito presidente da República dos Índios Caetés, cidade pequena, porém decente do meu amigo Zé da Luz, irá regular, a bem dizer, irá censurar ou meios de comunicação em nome da verdade politicamente correta.

Never jamais direi o nome do Doutor Chuchu, um paulista da gema, autor da declaração de que o fulano Silva pretende voltar ao cenário do crime para cometer novas patifarias. O Doutor Chuchu tornou-se uma metamorfose ambulante, uma mistura de Raul Seixas com Rita Lee. Ele vive a cantar na Pauliceia Desvairada: Volta, Silvinha, paz e amor. I love you. A gente faz amor por telepatia e eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre o Petrolão e as patifarias no BNDES.

Por falar em metamorfose, minhas retentivas guardam a memória: nas eleições para governadores em 1982, no Rio de Janeiro, quando ainda não havia urnas eletrônicas, a empresa Proconsult foi contratada pelo TRE-RJ para fazer a totalização dos votos dados em cédulas de papel. Mancomunada com o SNI, criou o chamado “diferencial Delta”, para fraudar a apuração e desviar voto do candidato Leonel Brizola em favor do candidato governista Moreira Franco.

O Briza, que não alisava o SNI nem os esquemas governistas, criou um sistema de apuração paralela.  O velho Briza sentiu cheiro um cheiro de maracutaia e botou a boca no trombone. A fraude foi desmoralizada, ele ganhou a eleição.

Uma história puxa outra. Naqueles idos de 1982, o ex-exilado Miguel Arraes, assim feito Brizola, alimentava a expectativa de ser candidato a governador em Pernambuco. Mas, vingou a candidatura de Marcos Freire, bancada principalmente por Jarbas Vasconcelos e consolidada ao longo do tempo. Lembro uma frase atribuída a Miguel Arraes naquela época: “Brizola é mais perigoso do que eu. Por que ele pode e não eu?!” Se no è vero, è ben trovato”, se não é verdade, é bem provável. Hoje uma meninada disputa o Governo do Estado.

Hasta la vista leitores Folhapeanos, eduardeanos, pernambucanos, gregos e troianos.

*Periodista e bicho-grilo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o sábio Nelson Rodrigues, autor da descoberta de que somente os profetas enxergam o óbvio

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O bem-aventurado Nelson Rodrigues, um sábio, proclamou, nas margens do Rio de Janeiro, fevereiro e março, que subdesenvolvimento não se improvisa, é obra de séculos. Este pensamento é verdadeiro em todas as latitudes e merece um título de USP. Com antenas parabólicas no cérebro, Nelson profetizou a ruína do comunismo em todas as latitudes, e até em Marte, o planeta vermelho. “Só os profetas enxergam o óbvio”, sentenciou do alto das montanhas da Serra das Russas e dos Russos.

As esquerdas são cavernosas, vieram das cavernas. A prática é o critério da verdade, este é um princípio da dialética. A prática comprova que as teorias socialistas e comunistas levaram à degradação todos as nações onde foram implantadas, da União Soviética à Cuba, Venezuela, Argentina e Coreia do Norte.

A China Continental adotou a tirania do regime comunista e o modelo capitalista de Estado. Com uma população de 1 bilhão 400 milhões de humanoides robotizados, o sistema comunista chinês ameaça dominar o mundo. Os integrantes da cúpula do PCC são todos milionários. Mas, a caterva vermelha insiste no autoengano. As religiões pregam a salvação das almas. O marxismo preconiza, sem provas, o assalto aos céus para distribuir justiça social, o igualitarismo e prover a riqueza das nações. Mas, o céu não é perto.

Se alguém disser a você que o comunismo acabou, bata na madeira e reze três Ave-Marias. O comunismo é um bicho mutante. Nasceu como um percevejo nas barbas de Karl Marx, transformou-se num escorpião na cabeça de Antônio Gramsci e hoje se apresenta como um lobisomem pregoeiro do globalismo na pele de um inocente cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo. O novo nome do comunismo é globalismo. Eles se fazem de mortos pra pegar o coveiro.

Dizem que Gramsci, o cabeção, foi um dos animais políticos mais feios da Itália no século passado, uma verdadeira marmota, se é que existem animais feios na natureza. A feiura de Gramsci assustava as pessoas.  As crianças corriam assustadas nas ruas com medo daquele papafigo. Hoje as teorias revolucionárias gramscianas assustam a humanidade. O credo vermelho não desiste jamais. Vide a bula da ditadura comunista em Cuba, que perdura há 63 anos, desde 1959. Fidel, com licença da palavra, e seus comparsas transformaram os cubanos em veganos, não comem carne, nem peixe, nem aves. Nem têm papel higiênico para limpar os coliformes comunistas. 

A Coreia do Sul exibe pujança em tecnologia, prosperidade econômica e social, em contraste com a indigência de sua irmã a Coreia do Norte, ditadura comunista falida, militarizada e fanatizada. A caterva vermelha sente saudades do muro de Berlim.

Hasta la vista, leitores Magnaneanos, sul-coreanos, pernambucanos, gregos e troianos.

*Periodista e bicho-grilo