Terra de Vera Cruz vive os flagelos de Pandora

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Estamos diante da maior fraude financeira da República, no caso do Banco Master, da ordem de 40 a 50 bilhões. Se considerados os satélites do Master, o montante vai além do 50 bi. Numa comparação simplória, o Petrolão que abalou os pilares da República idos de 2015, arrombou os cofres da Petrobras em “apenas” 6 bilhões. Gangsters, esta é a palavra exata. Nem mais, nem menos.

A delação está na ordem do dia. Vejamos. Haverá a recuperação de bilhões de recursos fraudados e desviados para entidades fantasmas ou não? Este é o X do problema, o antigo Twitter do problema. Verbas de 200 milhões, 300 milhões ou 400 milhões em malversação utilizadas para o pagamento de consultorias fajutas serão devolvidas? Nunca jamais. Entonce, qual a serventia das delações? Apenas para render notícias a mídia e livrar os quadrilheiros da cadeia?

Minhas antenas sensitivas, que possuem poderes proféticos, estão dizendo que os aiatolás da corrupção serão poupados de todos os castigos. É fácil ser profeta no Brazil. Aprendi com meu guru Nelson Rodrigues que só os profetas enxergam o óbvio. Estou dizendo apenas o óbvio ululante, que todos os corruptos serão perdoados. Vocês que são brasileiros, aguarem o próximo escândalo de corrupção, ainda mais bilionário.    

Observadores de Brasília revelam-se estarrecidos com a magnitude desse terremoto financeiro. Em pouco tempo cooptou uma rede de parcerias com os aiatolás da República. Cada lance do cara era na base dos milhões ou dezenas de milhões. Cunhado e comparsa do gângster movimentou 400 milhões… Que tal uma saidinha com a namorada?! Rolou uma mansão e depósito de milhões numa offshore. A namorada não namora mais, não beija mais. Também nem lembra de offshore. Devolver a grana, nem pensar, ela não é otária.

Subitamente, não mais que subitamente, o banqueiro mega corrupto aciona o modo desespero. Esmurrou as paredes no presídio. Chorou. Mandou espalhar que não aguenta uma cadeia prolongada. Quer fazer delação, urgentemente. Denunciar todos os laços de corrupção. Aliás, denunciar alguns laços de corrupção. É falso. Jogo de cena. Credibilidade zero.

Se a justiça funcionasse, a delação seria dispensável; não entrou em modo desespero coisa nenhuma. Entrou no modo esperteza. Quer salvar boa parte do que roubou e se livrar da cadeia, ou pegar uma cadeia de araque. Não cogita delatar a si mesmo para devolver o que roubou. Quem lida com 40 bilhões, 50 bilhões, se salvar 10 bilhões estará no lucro.

Pandora, a primeira mulher criada por Zeus, recebeu a oferta de um Jarro contendo todas as maldições que atormentam a humanidade. No fundo do Jarro havia a esperança.  O Jarro não poderia ser aberto, para que não se consumassem as maldições antes que sobrevinha a esperança.  O Brazil está vivenciando a fase das maldições e a esperança continua distante. No fundo do Jarro de Pandora, existe apenas a esperança de que os escândalos são grandes demais para serem abafados.

*Periodista, escritor e quase poeta

Sebrae - Fazer dar certo

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A Constituição de Cuba, de 2019, consagra o regime comunista e o sistema de partido único como cláusulas pétreas. A repressão também é clausula de pedra. A “longa manus” de Tramp, através do ministro Marco Rubio, vai assumir o que resta da ilha-presidio de Cuba libre.

Um pouco de história não faz mal a ninguém. A ditadura comunista vem da tomada de poder pelos guerrilheiros de Sierra Maestra em 1959. Fidel Castro, Raul Castro, Ernesto Guevara e Camilo Cienfuegos eram dos principais líderes da guerrilha. Eles lutavam contra a ditadura corrupta de Fulgencio Batista. Trocaram a ditadura por outra pior.

Naquela época os guerrilheiros tinham uma aura de libertários e depois entraram na onda do comunismo, pois era chique combater o “imperialismo ianque”. Não dava para imaginar que Fidel e o comparsa dele Ernesto Guevara eram psicopatas que usavam o manto da utopia comunista.

A tomada de poder de Cuba pelos guerrilheiros de Sierra Maestra aconteceu em meio à Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética. Os EUA deram bobeira e Cuba entregou-se aos braços dos comunistas. A então poderosa União Soviética passou a sustentar Cuba como sua amante teúda e manteúda. Nas décadas seguintes a pequena Ilha de Cuba, quase do tamanho de Pernambuco (110 mil km quadrados contra 98 mil km quadrados), tornou-se símbolo da resistência ao império capitalista.

O líder supremo de Cuba, aiatolá Fidel Castro, exercia os ofícios que mais lhe emocionava: comandar o fuzilamento de “contrarrevolucionários” no paredon e fazer discursos de quatro e até sete horas de duração. Eis a proeza de um psicopata. Está escrito, quem quiser pode consultar o Google. Estima-se o fuzilamento de mais de 3.500 contrarrevolucionários a mando do aiatolá Fidel.  

O psicopata zero 2, o aventureiro argentino Ernesto Guevara, adorava fuzilar pequenos agricultores e “maricones”, os gays. A cada fuzilamento dava uns pulinhos e gritava: “Hay que fuzilar los maricones pero sem perder la ternura jamais”. Se não tivesse morrido nas selvas da Bolívia hoje seria apenas um traficante de cocaína das Farc.    

Além de fazer discursos, botar a mão na massa para governar e adotar medidas administrativas, nem pensar. Cuba era governada ao deus-dará, movida pelos recursos fartos da URSS. O chamado ouro de Moscou servia até para financiar grupos rebeldes de esquerda na África e na América Latina. Quando o bloco soviético desmoronou e a fonte secou, em 1989, Cuba entrou na sua primeira grande crise.

O pseudo filósofo francês Jean Paul Sartre sofismou que o inferno são os outros. Logo a caterva vermelha proclamou que a culpa era do embargo americano. Falso. A decadência é inerente aos regimes comunistas. A Venezuela navegava num mar de petróleo e fracassou. A antiga Alemanha Oriental nunca sofreu embargo e faliu.

Valeu a pena a busca pela utopia igualitária nesses 60 anos? O líder supremo de Cuba, aiatolá Fidel Castro, e seus fantoches deixaram um legado de pobreza, repressão e fanatismo.

*Periodista, escritor e quase poeta

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Alô alô galera! Bom dia. Boa tarde. Boa noite. Boa madrugada. Boa insônia para quem ainda não está entregue nos braços de Morfeu. E por falar na guerra do cowboy Donald Tramp contra os aiatolás do Irã, apresento a vocês o personagem Bad Bunny, o Coelhinho Malvado. O nome de batismo dele é Benito Antonio Martinez Ocasio, nascido na cidade de Bayamon, ilha caribenha de Porto Rico, território associado dos Estados Unidos da América.

O jovem Benito trabalhava como empacotador num supermercado na capital. Ele entrou na engrenagem do show business e virou o Bad Bunny, o coelhinho malvado, cantor de regae e também chamado de latin trap.

Foi bafejado pela fortuna e a sorte, segundo os preceitos filosóficos de Maquiavel. A virtude de sorte (Virtù) deve ser usada pelo príncipe para modular o eixo da fortuna, afirma o advogado Walber Agra.

O que tem a ver o Coelho Malvado com o cowboy Donald Tramp? Tudo a ver. Pra começar, Bad Bunny não seria Bad Bunny se não tivesse nascido num território americano. Ao apresentar-se recentemente no intervalo do show Super Bowl, o maior espetáculo esportivo da América, ao lado de celebridades tipo Lady Gaga, o Coelhinho Malvado levou um esculacho do cowboy Tramp. O cowboy disse que a performance dele representava afronta à grandiosidade da América. Erradíssimo. Não é para qualquer um levar um esculacho de Donald Tramp. Virou celebridade.

A figura emblemática do Coelhinho Malvado representa um hino de louvor à grandeza da América. Ao invés de hostilizar, Tramp deveria exaltar a figura do porto-riquenho Bad Bunny, a concretude do sonho americano de prosperidade e democracia. Queira ou não queira, eles são irmãos da América, um irmão-raiz e o outro irmão agregado ou adotivo.

Qual é a tua, bicho? Ele revela ser heterossexual e diz que prefere mulheres fêmeas do sexo feminino. Agora que virou celebridade se define como do “sexo fluído”.  Depende da corrente elétrica, corrente continua ou corrente alternada. A onda politicamente correta revogou as leis da genética do frade Gregor Mendel que definiu os cromossomos sexuais XX feminino e XY masculino. Hoje depende da tensão elétrica de 220 volts ou 110 volts. O sexo fluído vareia confirme seja corrente continua ou corrente alternada. O cara liga na tomada, tecle 1 ou tecle 2.

Bad Bunny e bichos similares são mercadorias fabricadas pelo show business do entretenimento. Talento pessoal é o que menos importa nesse cardápio. O show business faz a cabeça da boiada.

Falência de Cuba – País caribenho assim feito Porto Rico, Cuba padece da falência múltipla dos órgãos de serviços essenciais. Os ditadores da ilha-presídio, o maior presídio ao ar livre do planeta, responsabilizam o embargo dos  Estados Unidos pelo colapso. A acusação faz parte da filosofia de que “o inferno são os outros”. A Venezuela dispunha de um mar de petróleo e entrou em decadência. “Viva a revolução!” dizem os comunistas como palavras de ordem para salvar o regime. Em vão. O ditador de plantão Diaz-Canel funciona como fantoche. Cuba continua sendo governada pelo fantasma do psicopata Fidel Castro, com licença das palavras.

*Periodista, escritor e quase poeta

Caruaru - Transparência 2026

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Monsieur The Gaule Lavoisier Ribeirovsky é parisiense da gemada do ovo, nascido e criado às margens do Rio Sena, distrito de Bodocongó nos Campos Elíseos da Borborema.

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Olha só quem aflorou no recinto! O cientista político Monsieur The Gaulle. Porta-estandarte do bloco Chanteclair Careca do INSS, este ano ele fez um tour no Planalto Central, girou na Pauliceia Desvairada e deu um rolê nesta cidade lendária. Está elaborando tese de doutorado “O Brazil da gandaia carnavalesca é muito sério”. O canto do Chanteclair Careca incandesceu o Arrebol.

Ei pessoal, eis moçada, o canto do Chanteclair Careca do Arrebol eletriza as multidões, feito os transformadores da Celpe. Movidos por uma potência sexual de 69 kV, galináceos machos do sexo masculino emprenharam 69.999 donzelas debaixo dos altos coqueiros, no meio das pontes e nas marquises. Daqui a nove meses nascerão os bruguelos com sangue de Ziriguidum.

Como manifestação cultural do espírito carnavalesco, este ano foram depredados e incendiados apenas 40 busões. Feito um espetáculo de happening, os galináceos tocavam fogo nos ônibus e entoavam hinos de guerra tipo os hooligans.

A força de gravidade do bicho arrastou, segundo os cálculos trigonométricos de The Gaulle, 2.625.212 galináceos na avenida, nas ladeiras da Av. Guararapes, nos roçados da Av. Conde da Boa Vista. Os bichos ficaram pendurados nos postes, nas gambiarras, nas coberturas, desde a divisa com a Parahyba até o Estado de Alagoas e os mares de Fernão de Noronha. Havia até galináceos extraterrestres nas torres da antiga Igreja dos Martírios, que já foi demolida há muitos anos, e nos mangues feito Caranguejo, em homenagem a Chico Science.

Era galináceos machos do sexo masculino, galináceos machos do sexo feminino, do sexo neutro, sexo biflex, galináceos fêmeas do sexo flex, do sexo duplex, uma profusão de galináceos de todos os sexos.

Fiéis à regra de roubar um celular para comprar uma cervejinha, foram surrupiados mais de 10 mil smartphones. De tal modo os galináceos consumiram mais de 10 toneladas de líquidos espirituosos, marijuanas e alcaloides das folhas dos Andes. Isto é que são manifestações culturais, dizem os intelectuais de cabeça feita.         

Próximo ano as excelências vão triplicar os salários, haverá novos escândalos de corrupção e os blocos de carnaval arrastarão milhões de extraterrestres felizes da vida. Feliz é o desembargador do Rio Grande do Norte que embolsou R$ 384 mil de vencimentos depois do carnaval. Esta gente fala em justiça e direito. Eu vos direi com fé de ofício: os penduricalhos das excelências nunca jamais serão eliminados. Nem mortos. Faz um pix pra eu, excelência!

Energizados com corrente contínua de 240 watts, os meliantes roubaram 55.555 smartphones para comprar umas cervejinhas, umas pedras da Cracolândia e folhas de marijuana. As bocas de fumo operaram em ritmo de punk.  

Está na hora de repetir a sentença do meu ídolo, o lindo pensador Roberto Campos: “O Brazil não corre o menor risco de dar certo”. Tá no sangue verde-amarelo. Ziriguidum cabroeira!

*Periodista, escritor e quase poeta

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O cérebro acelerado do genial dançarino/compositor Michael Jackson vivia atormentado por insônia. Usava anestésicos para dormir. Naquela noite fatal um médico incompetente administrou uma overdose do anestésico propofol nas veias de Michael. Ele dormiu profundamente, mais que profundamente, e acordou na eternidade. No seu inventário De-Lovely, o sublime Cole Porter imaginou Deus como sendo um dançarino, o dançarino das galáxias. Michael Jackson bailava na lua (moonwalk), entre o céu e a terra. Michael era um negrinho do pastoreio abençoado por Deus e bonito por natureza.

O nome dele neste reino de Pindorama é Michael Jackson do Pandeiro, paraibano da gema da Serra da Borborema.

Esta terra de Vera Cruz, a terra de verdadeira Cruz, está sob efeito de anestésicos, tipo propofol, morfina e xilocaína. A nação vive anestesiada e não se dá conta. Os atuais donos do Congresso dobraram a meta de escândalo da arapuca Master, aliás, minto, perpetuaram o escândalo do Master sob a forma de emendas parlamentares.

Abrakadraba! Bruxas e bruxos, feiticeiros, caboclos mamadores, alquimistas, maloqueiros e quizumbeiros reuniram-se num serpentário em encruzilhada em Brasília para buscar a fórmula do crime perfeito, o crime que não é crime. Assim foram recolhidas num caldeirão de enxofre as catrevagens dos porões do Congresso. Adicionaram piolhos de cobra dos meliantes do INSS. Somaram os substratos de corrupção no INSS. Banco Master e dos Correios, mais os legados do Petrolão e do Mensalão. O caboclo mamador pronuncia as palavras mágicas: quizílias pé de pote vai fungar no teu cangote. Pariu! Assim foi criado o crime perfeito das emendas parlamentares bilionárias. O crime que não é crime, o crime sem castigo. Os criminosos são os Zé Manés que trabalham para pagar impostos para pagar as emendas.

Vorcaro semeia vulcões de corrupção no Brazil.

Estamos falando de um estupro no Orçamento da União. Ou que seja um estupro consentido. Dirão que as emendas irão contemplar os municípios dos rincões não alcançados pelos poderes públicos. Mentira. A maior parte dos recursos destinam-se a obras superfaturadas e vão parar nos bolsos dos caboclos mamadores e seus apaniguados ou em contas no Exterior. Haja uma sangria desatada de recursos públicos.

Somados aos escândalos, centenas de bilhões de denários da corrupção resultam no atraso econômico e na miséria social deste País. Como exemplo singelo, os milhares de zumbis e drogados que perambulam nas ruas refletem os efeitos colaterais da corrupção. Corrupção é corrupção partido.       

Daqui a 30 anos, quando eu estiver com 125 anos, já bem velhinho e nos trinques, com nova namorada popozuda, continuarei escrevendo sobre corrupção em Brasília e nas Prefeituras e o sistema político estará a cada dia mais corrupto e corruptor até o tutano. Tá no sangue auriverde. Repito a sentença do meu guru o economista Roberto Campos: o Brazil não corre nenhum risco de um dia dar certo. Quem concorda comigo levante o braço. Hasta la vista, cabroeira!

+Periodista, escritor e quase poeta

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Existe um ditado de que as maiores mentiras são cometidas depois das pescarias, antes dos casamentos e durante as guerras. Na verdade, a mentira tem pernas longas e cabeludas e caminha com botas de sete léguas.

A mentira matar da história é dizer que o Bem sempre vence. Taí Barrabás que não me deixa mentir. Barrabás vive.

Palmares - Forró Mares 2026

BLOG DO ROBERTO ALMEIDA

É comum, nas redes sociais, simpatizantes da oposição acusarem a governadora Raquel Lyra de bolsonarista.

Na verdade ela nunca se declarou desse campo político.

O que colabora com a ideia é o fato da governadora, em 2022, não ter apoiado a candidatura de Lula.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Os devotos da seita vermelha e os rebanhos bovinos movem as forças de gravidade em torno dos seus astros. Aonde a vaca vai, o boi vai atrás. Assim funciona a lei da gravidade. O que seria do azul se não fosse o amarelo! O que seria do guru vermelho e do rei do gado se não fosse a polarização!? Seriam apenas bezerros desmamados. Eles padecem da fadiga dos materiais.

Adivinhão! Quem te contou que o Véio do Pastoril Encarnado é o principal interessado na manutenção da candidatura de Flávio Bolsonaro como seu rival na disputa presidencial. Sem Bolsonaro seria quebrado o círculo de ferro da polarização e o vermelhão ficaria sem discurso. Não se admirem se um dia um beija-flor apresentar uma pesquisa dizendo que Flávio conquistou a dianteira das preferências populares. São as artimanhas do sistema para fazê-lo navegar nas ilusões eleitorais. Os babões não contam esses babados para Flávio com medo de levar uns cascudos dele.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por José Adalbertovsky Ribeiro

Dedico este lindo artigo ao meu colega o Prêmio Nobel de Literatura Gabriel Garcia Marques Ribeiro, que descreveu o caudilho ditador em seu labirinto

MONTANHAS DA JAQUEIRA — O ex-ditador Nicolas Maduro é uma caixa de Pandora. Ele guarda mil demônios no coração. São os demônios do roubo, da tortura, da tirania e da traição ao seu povo. A costela dele Cília Flores conhece os segredos das flores do mal, de que falava o poeta Charles Baudelaire.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Petróleo e cocaína são drogas alucinógenas. Produzem delírios de poder. Maduro e Tramp são viciados em petróleo. Maduro costumava injetar cheirar e injetar barris de petróleo nas veias. Em seus delírios, depois de cheirar carradas de óleo de pedra, Maduro dançava rumba, requebrava as cadeiras e cantava a cantiga dos drogaditos da Cracolândia no Palácio Miraflores:

“Eu vou cantar uma linda canção. Tô doidão, tô doidão, bicho tô doidão. Bicho tô doidão. Porque o cowboy Donald Tramp roubou minha mina dentro do salão”.

O cowboy Tramp sempre foi viciado em drogas pesadas, tipo petróleo, dólar e periguetes do cardápio do finado Epstein. À primeira vista periguetes são mercadorias palatáveis e a preços módicos, mas os efeitos colaterais custam caro. Quando chegam neste reino tropical os gringos se deixam fascinar pelas periguetes e caem na gandaia.

Os presidentes americanos são conhecidos pelo vício de cheirar barris e mais barris de petróleo. São drogas produzidas nas Arábias e também na Venezuela. Nessa onda às vezes os bichos ficam doidões com mania de guerra. Bill Clinton também tinha o vício de degustar estagiárias no Salão Oval da Casa Branca.

O comunismo é uma droga sintética criada por Karl Marx e Friedrich Engels, uma dupla intelectual altamente periculosa. Karl era inimigo ferrenho do trabalho e se tremia todo quando ouvia falar esta palavra.  Mas gostava de ter amigos ricos. Daí fez amizade com Friedrich Engels, filho de uma família de industriais alemães de quem se tornou parceiro e que financiava suas farras e foi seu provedor durante toda a vida. O marxismo e o materialismo dialético são culturas as mais inúteis e enganosas das ciências humanas.

A dupla Karl Marx e Engels escreveu o “Manifesto Comunista”, de 1884, e o livro “O Capital” para se vingar da sociedade capitalista na época. Na verdade, o capitalismo daqueles tempos era muito perverso e eles tinham lá suas razoes.  A criação da droga chamada comunismo foi um dos capítulos mais nefastos da história da humanidade. Produz mais vítimas fatais que as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki.

Os genocidas Joseph Stalin, na URSS, Mao Tse-tung, na China Continental, e Pol Pot, no Camboja, eram viciados na droga do comunismo e foram responsáveis pelo extermínio de mais de 60 milhões  de criaturas. A droga do nazismo, do satânico Adolf Hitler, matou mais de 6 milhões de judeus nos campos de concentração. Foi quando o Papa Bento XVI perguntou, no campo de concentração de Auschwitz, diante do triunfo do mal: “Onde  estava Deus?”

O psicopata Fidel Castro usou a droga do comunismo, versão do Caribe, para fuzilar 3 mil cubanos e matar outros 10 mil nas prisões. Os cubanos hoje morrem de fome no dia a dia.   

Em termos de letalidade a droga do comunismo só pode ser comparada ao Yersinia pestis, o vírus da peste negra que exterminou um terço da população mundial na Idade Média.

*Periodista, escritor e quase poeta