Lula é aconselhado a aproveitar saída de Lewandowski para criar Ministério da Segurança Pública

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, já avisou o presidente Lula (PT) que vai deixar o cargo em janeiro. Gostaria, inclusive, que fosse nesta semana. Com isso, interlocutores de Lula estão aconselhando que ele aproveite a saída de Lewandowski para criar o Ministério da Segurança Pública. as informações são do blog do Valdo Cruz.

Lula havia avisado que pretendia criar o Ministério da Segurança Pública quando o Congresso aprovasse a PEC da Segurança. Mas, como isso só deve acontecer por volta de maio, nas melhores previsões, esperar tanto tempo assim tiraria a força da criação do ministério e ele teria pouquíssimo tempo para gerar efeitos para a campanha eleitoral.

O ano será de muitas mudanças na Esplanada dos Ministérios. O Planalto calcula que até 24 ministros podem deixar os cargos nos próximos meses para serem candidatos nas eleições deste ano.

A legislação eleitoral prevê que, para concorrer nas próximas eleições, os ministros precisam sair até seis meses antes das eleições, portanto, até 4 de abril. As informações são do blog do Camarotti.

Toritama - Tem ritmo na saúde

A TV Cultura se pronunciou após a saída de Vera Magalhães do comando do programa Roda Viva. A jornalista anunciou nesta terça-feira (6), pelas redes sociais, que deixará a emissora, onde esteve à frente da atração desde 2019. Segundo ela, a decisão partiu do canal, que teria voltado atrás na renovação do contrato para 2026.

Em nota, a emissora afirmou que o Roda Viva sempre adotou um sistema de trocas na bancada e que um novo nome será anunciado para apresentar o programa em 2026. De acordo com a TV Cultura, “um dos sucessos do programa está justamente na rotatividade de seu comando ao longo de décadas”. As informações são do Metrópoles.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

A jornalista Vera Magalhães anunciou nesta terça-feira (6), por meio das redes sociais, que deixará a TV Cultura, onde apresentava o programa Roda Viva. Segundo a apresentadora, a decisão partiu da emissora, que já havia acertado a renovação do contrato anual para 2026, mas voltou atrás.

A diretora de jornalismo do canal, Marília Assef, ainda pediu que Vera permanecesse por mais quatro meses no ar. A jornalista, no entanto, recusou o convite. As informações são do Metrópoles.

“Diante da quebra de um acordo já selado presencialmente, optei por me desligar de imediato”, compartilhou.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Após sofrer uma queda e bater a cabeça em sua cela na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília nesta terça-feira (6), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta sinais de apatia, tontura e uma queda na pálpebra esquerda, segundo o cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-mandatário.

“Fiz uma última avaliação no presidente agora, ele estava apático, uma leve queda na pálpebra esquerda, com a pressão normalizada e com sinal de tontura. Sem dor. O próximo é aguardar a liberação para a realização dos exames e imediatamente nos deslocarmos para o hospital, que está de prontidão para recebê-lo”, disse o médico a jornalistas. As informações são da CNN.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

Oriundo do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que se transformou no PPS e segue atualmente como Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire disparou críticas à esquerda brasileira. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o hoje presidente nacional da referida sigla diz que continua sendo um homem de esquerda, mas não como os aliados do presidente Lula (PT).

“Continuo um homem de esquerda, tal como fui durante toda a minha vida. Só que eu não sou daqueles que têm ideia fixa, não sou doido. Se o mundo muda, eu tenho que entender o que mudou para saber como me posicionar, com os meus valores e os meus princípios, que continuam os mesmos. Não estou dizendo que os outros não têm valores, mas que eles estão equivocados em analisar a realidade. Aqueles que se dizem de esquerda não querem perceber que o mundo do trabalho mudou, que estamos vivendo uma realidade que jogou fora toda uma ordem, inclusive internacional, que vinha vigendo”, disparou Freire.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Dois anos após ter sido afastado da presidência nacional do Cidadania, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire reassumiu recentemente o comando da sigla. Aos 83 anos, ele garante que, embora o retorno tenha caráter liminar, seguirá com os preparativos para o ano eleitoral. Freire planeja convocar um congresso extraordinário do partido, no qual deverá sair o posicionamento da sigla para a Presidência da República. O dirigente, entretanto, não esconde sua preferência pelo governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD).

“Essa decisão não será só minha. Terá que haver uma decisão do congresso, que eu imagino convocar, e que há tempo de decidir qual o nosso caminho e quem vamos apoiar com o projeto nacional. Vou lutar evidentemente para que o partido tenha uma candidatura, tal como fizemos em 2022 com Simone Tebet, que seja uma alternativa a essa polarização tóxica e embrutecedora da política brasileira, traumática, porque fratura a sociedade até o nível familiar, e é atrasada. O Brasil avança ou cresce a passos de cágado, enquanto outros países cavalgam”, disparou Freire, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

De volta à presidência nacional do Cidadania, após ter sido afastado do comando por dois anos, o ex-senador e ex-deputado federal Roberto Freire rejeita a tese de que a eleição de 2026 está quase definida. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele ressaltou que o presidente Lula (PT), candidato à reeleição e liderando as pesquisas, não é imbatível e que a vitória apertada que o petista teve sobre Jair Bolsonaro (PL) há quatro anos já deu sinais disso.

“Ele não é imbatível, e já teve riscos em 2022, que foi uma eleição da rejeição. Lembro bem o impacto que a candidatura de Simone Tebet (MDB) tinha. Percebia-se que era um quadro político, que tinha um programa, que tinha um projeto, que Lula hoje relega, de integração com a América Latina. Esse é um grande projeto para o Brasil”, exalta Roberto Freire.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou nesta terça-feira (6) detalhes dos exames que o ex-mandatário deve fazer no hospital DF Star e pediu urgência para a realização dos procedimentos.

Os detalhes sobre os exames foram apresentados logo após despacho do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que pediu mais informações à defesa e laudo médico da PF (Polícia Federal). As informações são da CNN.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal (PF) após ele bater a cabeça em uma queda.

Moraes solicitou a apresentação do laudo médico do atendimento realizado pela PF e a indicação, pela defesa, de quais exames pretende fazer, para avaliar se os procedimentos podem ser feitos na própria superintendência. As informações são do jornal O GLOBO.