Lula defende relação com Jaques Wagner: “Não posso fazer política vivendo de ilações todo santo dia”

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (27), durante entrevista da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, que não pretende romper politicamente com o senador Jaques Wagner (PT-BA) por causa das suspeitas envolvendo o aliado no caso Banco Master. “Não posso fazer política vivendo de ilações todo santo dia”, afirmou.

Lula defendeu que eventuais responsabilidades sejam estabelecidas a partir das apurações da Polícia Federal e da Justiça e afirmou que não considera uma investigação suficiente para atribuir culpa. Jaques Wagner nega ter recebido vantagens do Banco Master ou atuado em favor da instituição.

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira da série de sabatinas da TV Globo com presidenciáveis. O petista é o quarto entrevistado da série. Ao início da entrevista, o petista foi questionado sobre as suspeitas envolvendo o filho Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha.

— Não tem nenhuma acusação. São ilações, ilações e ilações criadas de telefonemas. Eu conheço isso muito bem porque já vivi isso. Se o Fabio cometeu qualquer ilícito, ele terá que pagar como qualquer cidadão — respondeu Lula, que continuou — Não vou afastar delegado da PF, não farei qualquer movimento para acobertar filho, como outros já fizeram. As informações são do jornal O GLOBO.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quinta-feira (27) da série de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. A conversa será exibida ao vivo logo após o Jornal Nacional, diretamente dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro.

A entrevista será conduzida pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli. Além da TV Globo, o público poderá acompanhar a transmissão pela GloboNews e pelo g1. As informações são do g1.

Caruaru - Transparência 2026

Pernambucano e ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira ressaltou, em entrevista ao podcast Direto de Brasília, a importância do Nordeste para o país. Porém, acredita que a região precisa de mais desenvolvimento e “não apenas de programas sociais”. “É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, disparou o ex-dirigente.

“O Nordeste é uma região de muitas potencialidades, e tem um perfil eleitoral mais à esquerda, o que é natural porque as desigualdades sociais são mais profundas. Ou seja, há espaço para a esquerda crescer. Mas o desejo da população é de um desenvolvimento econômico que se reflita sobre a vida social de todos. Não é viver apenas de programas sociais. Esse é o pior dos mundos. O que precisamos é de desenvolvimento estrutural, melhorar a industrialização. E o Nordeste tem vantagem, pode atrair indústrias modernas, tem crescido nas energias renováveis, pode ir muito além e mudar a situação econômica e social da região. Acho que é um desejo do eleitor brasileiro, de progresso. O verdadeiro desenvolvimento dispensa a ajuda do Estado e, sim, dá educação de qualidade, que coloca o filho do pobre no mesmo patamar de disputa do filho do rico. É lamentável que ainda precisemos de ajuda do Estado”, afirmou Siqueira.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O ex-presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, defende uma mudança estrutural para o Brasil nos próximos quatro anos. Aliado ao presidente Lula (PT), após conduzir os socialistas em episódios como o impeachment, o ex-dirigente defende que a esquerda da qual as siglas fazem parte volte a ocupar o papel de destaque que sempre teve para transformar a sociedade brasileira, o que veio perdendo nos últimos anos.

“Não podemos ser apenas a força da defesa do status quo. A esquerda sempre foi a força de transformação. Hoje quem está propondo transformação é a extrema direita. O Brasil é um país de desigualdades sociais imensas, e a esquerda tem um papel extraordinário para reduzir isso, mas precisa repensar vários de seus dogmas, não pode continuar sendo a esquerda dos anos 1960 e 1970. Estamos encerrando um ciclo com o presidente Lula, que já deu sua colaboração, mas também é preciso que surjam novas lideranças. O capitalismo se renova permanentemente, e a esquerda precisa se renovar. Mas precisamos realçar que as grandes conquistas no Brasil vieram do lado da esquerda. Mas hoje você não tem um governo de transformações”, disparou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Ex-presidente nacional do PSB por 11 anos, o pernambucano Carlos Siqueira lançou recentemente o livro “O novo perfil eleitoral do Brasil – como vota o brasileiro”. Na obra, ele fala sobre as mudanças ocorridas nos últimos anos e como isso repercutiu em uma diminuição do espaço das esquerdas e o avanço do centro e da extrema-direita no país.

“Houve uma diminuição de espaço, estamos conscientes disso. Tanto que precisamos nos aliar às forças de centro e, às vezes, até com a direita. A esquerda nunca foi majoritária no Brasil, mas há espaço para as forças políticas de esquerda. Mas na América do Sul, estamos cercados. Existem apenas Brasil e Uruguai, o resto todo é de direita, e alguns de extrema-direita”, lamentou Siqueira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Há vários fatores pelos quais a direita e a extrema-direita ganharam espaço, sobretudo a partir de 2018, com a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Ele politizou e ideologizou a política brasileira muito claramente, porque ele colocou valores extremamente conservadores, que estavam adormecidos em uma parcela da população, que encontrou eco naquele discurso conservador. Acredito que a esquerda brasileira tem muitas possibilidades de continuar no poder, depende da reeleição do presidente Lula (PT). Mas a esquerda precisa se autorrenovar, porque o mundo mudou, as forças do trabalho mudaram em todo o sistema capitalista e precisamos nos atualizar”, analisou.

Palmares - Forró Mares 2026

Por Heron Cid – Mais PB

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, em entrevista nesta quinta-feira (27) ao podcast Direto de Brasília, parceiro da Rede Mais e Rádio POP FM, projetou que o ex-governador João Azevêdo (PSB) será eleito senador “por justiça do eleitor paraibano”.

“João Azevêdo fez um grande governo, que provavelmente será eleito e nós esperamos que seja o senador mais votado da Paraíba, e eu acho que será por justiça do eleitor paraibano”, citou o dirigente partidário.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Anthony Santana – Blog da Folha

Na semana em que as pesquisas mostraram o candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, em segundo lugar nas intenções de voto, a equipe de redes sociais do socialista recebeu de volta a estrategista de redes sociais Mariah Queiroz Costa Silva.

Desde 2025 ela atuava como secretária de Estratégia e Redes Sociais do governo federal e também era responsável por cuidar das redes sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Leituras sobre desempenhos podem ser bem relativas. Se um determinado desempenho foi um completo desastre, não há o que se discutir. Quando não é, pode levar a conclusões diferentes. Para muitos analistas, o candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, não foi bem na sabatina de 40 minutos no Jornal Nacional.

Foi evasivo, fugiu de perguntas e questionamentos feitos pelos jornalistas Cesar Tralli e Renata Vasconcelos, respondendo muitas vezes não exatamente ao que perguntavam, mas dizendo o que queria. Essa, porém, não foi a avaliação da cúpula do PSD. Para o partido de Caiado, ao contrário, a performance de Caiado na sabatina teria atingido o seu objetivo, falando principalmente para o eleitorado de direita que Caiado pretende tirar do candidato do PL, Flávio Bolsonaro. É Flávio o adversário de Caiado no primeiro turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto de primeiro e segundo turno em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do Brasil e considerado o mais decisivo (onde todos os presidentes eleitos desde a redemocratização venceram), segundo aponta pesquisa do Real Time Big Data divulgada hoje. Para fazer o levantamento, o instituto ouviu 2. 000 eleitores do estado entre os dias 22 e 26 de agosto, gerando um documento com margem de erro de dois pontos, cujo índice de confiança é de 95%.

No primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto, cinco pontos à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que tem 34%. Nenhum outro candidato chega a atingir dois dígitos. As informações são da Revista Veja.