Nas redes sociais, Lula convoca apoiadores a irem às ruas impedir ‘retrocesso’ no país

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou um vídeo selfie, nas redes sociais, hoje, em que convoca apoiadores a irem às ruas para impedir o que chama de volta do “retrocesso” no país. As informações são do portal G1.

Após o resultado do último domingo (4), integrantes da campanha de Lula passaram a defender uma presença maior do presidente nas redes sociais. No primeiro turno, o petista teve 2,3 milhões de votos a menos que o adversário Flávio Bolsonaro (PL).

“Bora, gente, pra rua, vamos conversar com as pessoas, você que gosta do Brasil, que gosta da educação, da democracia, que quer ter emprego de qualidade, continuar estudando e ver o Brasil crescer, que precisa melhorar de vida, bora pra rua”, pediu Lula. “Vamos ganhar estas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país, vamos lá gente, tá na hora”, prosseguiu o candidato do PT à reeleição.

Poder360

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, recebeu, ontem, na sede da Corte o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada da Costa, e o delegado Denis de Carli. O encontro não foi registrado oficialmente na agenda do magistrado.

Moraes é suspeito de ter atuado de forma ilegal para orientar e proteger Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. Um relatório da PF indicou que Vorcaro enviou 52 mensagens para o magistrado até o momento em que foi preso. Moraes respondia com textos e imagens de visualização única. Há uma série de documentos que indicam como foi o contato entre o magistrado e o ex-dono Master, que está preso sob suspeita de corrupção. O STF analisaria em 15 de setembro de 2026 se o ministro deveria ser investigado, mas acabou salvando o ministro por até 90 dias.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Os movimentos nesta terça-feira (6) do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, à procura dos principais líderes do Senado revelam o temor do Judiciário com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial e com o aumento da direita no Legislativo. O temor é justificado. O STF tornou-se alvo declarado do segmento que saiu à frente no primeiro turno. O plano de formar uma maioria ampla que permitisse a aprovação de processos de impeachment de ministros do Supremo consolidou-se. E há uma expectativa de que isso possa ser reverberado pelo governo Flávio, caso ele de fato vença. Mas não é só o STF quem anda preocupado. O Correio Político apurou que há enorme temor no meio diplomático com a eventual vitória de Flávio Bolsonaro. De que se imprima uma mudança história nos conceitos da diplomacia brasileira.

Não há uma explicação formal sobre por que o Brasil abre sempre a Assembleia Geral da ONU. Mas tudo indica que a tradição tem total relação com a postura diplomática brasileira. Durante a Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética, os países relutavam em fazer o primeiro discurso. O Brasil resolveu assumir esse protagonismo. Até porque foi forte aliado da ideia de se criar um mecanismo multilateral de negociação entre as nações para enfrentar os riscos do projeto totalitário da Alemanha de Adolf Hitler.

Pesou na tradição também o prestígio diplomático que tinha Oswaldo Aranha, que presidiu a assembleia de 1947, a segunda da organização. A adesão ao multilateralismo, soma-se na diplomacia brasileiro o princípio do não alinhamento ideológico a grupos de países. Se hoje o principal parceiro comercial do Brasil é a China, seria um grande erro considerar que o princípio dessa relação deu-se durante os anos de governo de esquerda com o PT. O Brasil reatou as suas relações com a China em plena ditadura militar.

O Brasil reatou com a China em 1974, quando o regime dos generais estava na sua era mais pesada e autoritária. E também quando era bem mais pesado o regime chinês. A ditadura militar permitiu também que empresas bélicas brasileiras tivessem relação com a Líbia, quando o governo dos EUA caçava de maneira implacável Muammar Kadafi. Por quê? Porque o pragmatismo sempre foi a regra.

Ou seja, mesmo o regime autoritário de direita dos generais não quebrou as tradições diplomáticas brasileiras. Agora, porém, há uma forte pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para desestimular as ferramentas multilaterais de negociação entre os países e para que sejam adotadas negociações bilaterais, país a país.

O Itamaraty teme que essa pressão prevaleça, uma vez que já é o que Trump vem procurando adotar com os demais países sul-americanos que passaram a ter governos de direita. Passando a ter uma relação menos pragmática e mais de alinhamento ao projeto de Trump, que tem claros interesses econômicos no Brasil.

Dos Estados Unidos, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio Bolsonaro, já falou em uma “faxina” no Itamaraty, uma caça às bruxas de diplomatas, que poderia se dar a partir da mudança nos eixos principais dos processos de relações internacionais brasileiras. Algo que Jair Bolsonaro chegou a ensaiar, porém de maneira tímida.

No caso de Bolsonaro, houve alguns fatores. O primeiro, sua baixa liderança internacional – foram várias as situações em que o ex-presidente parecia deslocado ao lado de outros líderes. E em seu primeiro governo Donald Trump não assumiu de forma tão incisiva a ideia de promover um movimento de “endireitamento” planetário.

Outro ponto foi a escolha de Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores. Ernesto nunca foi considerado dentro do Itamaraty um diplomata de primeira linha. Com isso, acabou sendo engolido pelos colegas mais experientes, que mantiveram a linha de condução das relações internacionais. Agora, teme-se uma ação mais concreta.

Nos Estados Unidos, não há ministro da Relações Exteriores. Quem exerce esse papel é o secretário de Estado. No caso de Trump, Marco Rubio, alguém com forte influência no governo dos EUA. O Itamaraty teme, então, que agora, esse processo aconteça com o assessoramento dele. Os punhos de renda estão eriçados…

Caruaru - Minha rua nova

A cúpula do Centrão passou a tratar a vitória de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, cujo 2° turno está marcado para 25 de outubro, como certa. As informações são do portal Metrópoles.

Integrantes do alto escalão afirmam que a decisão da Federação União-PP de declarar oficialmente apoio ao filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se deu após os resultados das urnas no 1° turno, em que Flávio recebeu 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O movimento mais significativo ocorreu na terça-feira (6/10), quando a Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), oficializou apoio a Flávio no 2° turno, diferentemente do 1° turno, quando a opção foi pela neutralidade.

A decisão foi confirmada pela senadora e líder do PP no Senado, Tereza Cristina (PP-MS), após reunião da bancada das duas siglas em Brasília. Nesta quarta-feira (7/10), há a expectativa de a Executiva Nacional formalizar a colaboração das duas siglas para tentar eleger Flávio Bolsonaro.

Durante o comunicado, Tereza informou que foi fechada questão de ordem, isto é, quando o partido determina orientação. Os que forem contra e decidirem apoiar o presidente Lula, segundo a senadora, poderão ser punidos.

O aviso serve de alerta, inclusive, para o deputado federal André Fufuca (PP-MA), recém-eleito senador pelo Maranhão. Na terça-feira, o presidente do PT, Edinho Silva, disse que procurou o ex-ministro, que sinalizou apoio pessoal a Lula

“A tendência é que ele esteja conosco, declarando apoio ao presidente Lula, mesmo com o partido tendo declarado apoio a Flávio Bolsonaro”, afirmou.

A posição nacional do Progressistas de apoiar Flávio representa mudança importante em relação ao primeiro turno. À época, o União Brasil e o PP optaram pela neutralidade na disputa nacional, embora tenham liberado seus diretórios estaduais para construir alianças próprias.

Nos bastidores, a estratégia também era uma forma de preservar espaço para negociar com qualquer um dos candidatos que chegasse ao 2° turno.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (6) que o PL, partido de Flávio Bolsonaro, age para atrapalhar a votação pelo fim da escala 6×1 no Senado. A Casa deu início às discussões sobre a PEC (proposta de emenda à Constituição) no fim do dia.

“O dia de hoje é importante porque o meu adversário vai ter que tomar uma decisão, se vai mandar a bancada do partido dele votar favorável ao fim da jornada 6×1”, disse Lula.

“Pelo que eu fui informado, eles estão tentando atrapalhar a votação para que essa votação não aconteça. E a sociedade brasileira está de olho, porque é um tema de muita vontade dos brasileiros, que mexeu com milhões e milhões de trabalhadores no país”. As informações são da Folha de S. Paulo.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O plenário do Senado Federal realizou nesta terça-feira (6) a primeira discussão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 sem redução de salário.

A sessão teve presença da maioria de senadores que apoiam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), discursos foram somente a favor da aprovação da medida.

Por outro lado, a maioria dos senadores do PL nem mesmo foi à reunião do Senado sobre o tema. Senadores aliados do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tentam evitar que a PEC seja votada e defendem que outro texto sobre o tema seja analisado. As informações são do g1.

Palmares - Forró Mares 2026

O pernambucano Antônio Rueda, que construiu sua carreira política em Pernambuco, acabou de ser eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, com 155.836 votos, na Baixada Fluminense.

Agora, segundo fontes, Rueda estaria tentando tirar um coelhinho da cartola: lançar o pernambucano Fernando Filho para a presidência da Câmara dos Deputados.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A controvérsia sobre Nossa Senhora Aparecida na campanha eleitoral deste ano ganhou novos contornos, agora envolvendo um filiado ao PT e ex-dirigente da legenda. Em dezembro de 2020, o advogado Ralph Anzolin Lichote foi ao Supremo Tribunal Federal pedir o cancelamento do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, celebrado anualmente em 12 de outubro. Lichote era filiado ao PT, foi vice-presidente do partido no diretório de Itaperuna (RJ) e tem foto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), circulando na internet.

A ADPF (arguição de descumprimento de preceito fundamental) 775 foi apresentada pela Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana e assinada por Ralph Anzolin Lichote, vice-presidente da entidade. A ação sustenta que a lei que criou o feriado “para culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida” era incompatível com a laicidade da Constituição, que proíbe que a União estabeleça cultos religiosos. As informações são do Poder 360.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

A federação formada por União Brasil e Progressistas (União Progressista) anunciou nesta terça-feira (6) apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa à Presidência da República.

Segundo a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a decisão foi tomada por unanimidade da federação e das executivas dos partidos, que se reuniram nesta terça. As informações são do g1.

UOL

Documentos do governo de Donald Trump e do Congresso americano, obtidos pelo UOL, citam o lobby feito pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) junto a autoridades dos Estados Unidos por sanções ao ministro Alexandre de Moraes e revelam detalhes do fundo secreto de US$ 1 milhão (o equivalente a R$ 5 milhões na cotação de ontem) liberado por Washington para financiar ações contra o STF (Supremo Tribunal Federal).

Batizado de “Countering Lawfare and Censorship in Brazil” (algo como “Enfrentando o lawfare e a censura no Brasil”), o programa foi patrocinado pelo Departamento de Estado e os recursos liberados no último dia 30, cinco dias antes do primeiro turno da eleição presidencial no Brasil. Irmão de Eduardo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) disputará o segundo turno contra o presidente Lula (PT).