A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra assinou, ontem (9), a autorização para início das obras de infraestrutura, urbanismo e paisagismo do Parque Estadual de Dois Irmãos, no Recife.
O equipamento é um dos maiores símbolos de lazer e preservação ambiental do estado, e contará com investimento total de R$ 17,9 milhões para as intervenções.
O projeto prevê a criação de parque linear, novos recintos para os animais e a reforma do Chalé do Prata para a implantação do Museu da Água. A gerente do Parque, Savia Florêncio, e o deputado estadual Wanderson Florêncio acompanharam a agenda.
A governadora seguiu para entregas em São Vicente Ferrer, no Agreste, e Condado, na Zona da Mata.
Por Danielle Romani Da Revista Continente [publicado em 01 de fevereiro de 2011] Fotos de Léo Caldas
O artista plástico José Bezerra tem um repertório de histórias que deixam o visitante embasbacado, encafifado. Jura já ter avistado – bem em frente à sua casa-ateliê, na estrada que margeia o Parque Nacional do Catimbau – o Motoqueiro sem Cabeça, figura lendária, temida por vários moradores do lugarejo perdido no meio do sertão pernambucano. “Quando ele (o motoqueiro) vem, a gente só vê o farolzão da moto e aquele rastro de fogo. É coisa rápida, depois some!”, conta Bezerra, sem nenhuma cerimônia, como se estivesse comentando sobre um corriqueiro encontro com alguém das redondezas.
O Motoqueiro não é a única entidade a fazer parte desse mundo mágico, com um quê de realismo fantástico, impregnado na pessoa e na obra do artista, que habita a zona rural da pequena vila do Vale do Catimbau, distrito de Buíque, distante 280 km do Recife. Nas suas jornadas pelo mato, garante, ainda, ter se deparado com personagens de um cortejo-fantasma, que aparecem e desaparecem na frente dos passantes num piscar de olhos, e com várias outras entidades lendárias do imaginário nordestino, a exemplo do fogo corredor e dos caiporas.
Lendo esses relatos, de longe, na cidade, qualquer um vai duvidar da veracidade e lucidez do misto de artista e visionário. Mas frente a frente, olhos nos olhos de José Bezerra, instalado no seu ateliê batizado de Jardim das Esculturas, sob um céu de azul deslumbrante e um sol de rachar coquinho, que pontua toda a extensão do Catimbau, qualquer cidadão, por um segundo, pode se dar ao luxo de pensar que, diante de tanta beleza, de tanta coisa que a vida não explica, há fatos que devem apenas ser aceitos…
José Bezerra utiliza ferramentas simples como facão, grosa, formão e serrote | Foto: Léo Caldas
Saga ficcional
Afinal, a própria trajetória de Zé Bezerra, 58 anos, é um desses enigmas. Destino, golpe de sorte ou magia divina? Certamente, algo súbito, pois, caso contrário, como explicar que um cidadão analfabeto, desvalido de posses ou amigos influentes, sem profissão, sem formação e, ao que tudo indicava, com um futuro anódino, tornou-se, de repente, aos 40 anos, um reconhecido artista plástico, dono de uma indiscutível originalidade, que o faz, atualmente, ser convidado por importantes galerias de arte do Nordeste e do Sudeste do país, além de ter inúmeros trabalhos enviados para o exterior? “Era pobre, virei rico. Era ninguém, virei um artista”, gaba-se o pequeno e agitado homem, que cativa com sua fala fácil.
A vida de José Bezerra Santos Filho, permite muitos elos com a ficção. É uma paródia às aventuras armorialistas de João Grilo e Chicó, do Auto da Compadecida, ou do lendário Pedro Malazartes. Um destino digno dos mais nobres e valentes heróis sertanejos, capazes de driblar as agruras e rudeza da dura existência local, e serem felizes. Natural de Buíque, filho de um barbeiro e de uma costureira pobres, jamais foi para a escola, e seguiria a vida comum de agricultor, se aos 17 anos não cansasse da mesmice do interior e optasse por ser um andarilho na vida. “Queria ganhar o mundo!”, conta.
Andou um bocado pelas cidades sertanejas, ora assentando trilhos de trem, ora distribuindo leite, ora fazendo biscates. Passou fome, comeu ração de porcos, lixo, sofreu um acidente que o deixou meses na cama, foi preso, amou e se juntou com muitas mulheres, teve três filhos. “Quando criança nunca tive carinho, apanhava muito, meus pais eram ignorantes, rudes. Adulto, morei na rua, passei muito aperreio, muita fome”, lembra Bezerra, que também caiu nos “braços da cachaça”, e passava 24 horas bebendo, até “beijar o chão”. E quando tudo parecia estar perdido, como estivera para centenas de outros sertanejos, teve um sonho, uma grande revelação.
O sítio do artista funciona como galeria e chama a atenção de quem passa pela região | Foto: Léo Caldas
“No sonho, um velho dizia que eu tinha que morar no Catimbau, no local onde eu encontraria três pedras amontoadas, (onde hoje habita, ele conta que encontrou essas três marcas) e ser artista, trabalhar com os elementos da terra, com os troncos de madeira da mata”, recorda José Bezerra, que, assim que acordou, resolveu cumprir a profecia.“Fui procurando os galhos. Na primeira investigada encontrei uma preguiça, depois um gambá, depois um tamanduá. Aí foi só completar os detalhes, colocar um olho, uma mão, uma boca. A natureza me dá e eu aperfeiçoo o que recebo”, ensina Bezerra, que é comparado por especialistas ao polonês Frans Krajcberg, artista cujo trabalho se destaca pelo reaproveitamento de elementos colhidos da natureza, para denunciar agressões ao meio-ambiente.
As madeiras naturais são transformadas em figuras de animais, com a ajuda de ferramentas simples como facão, grosa, formão e serrote, formando uma intrigante galeria, que fica exposta no quintal da casa onde habita, e que pode ser apreciada por todos que passam pelo local. Esse seu exótico arsenal foi admirado pelo diretor, dramaturgo e autor Zé Celso Martinez, que, como muitos, durante viagem ao Catimbau, se encantou com o trabalho de Bezerra, e convidou outras pessoas para conferirem o rico universo do artista. No pacote, vieram os jornalistas, entre eles um que entrevistou o sertanejo para uma revista do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), que foi vista por Vilma Eid, dona da Galeria Estação, em São Paulo – para quem atualmente Bezerra trabalha com exclusividade. Vilma conta que, logo depois de ver as fotos e ler a reportagem, rumou para o Catimbau, somente para conversar com o artista, de quem se tornou agente.
A rotina de trabalho não obedece a preceitos. Continua intuitiva, alimentada pelas buscas e achados na mata. “Dependendo do dia, posso fazer peças de mais de dois metros, ou uma miniatura. A inspiração vem sem pensar: aparece na hora.”O artista afirma que, depois da fama, conquistada dificilmente consegue manter um grande estoque de peças no seu quintal.
Segundo o artista, é o formato dos galhos e troncos, encontrados na mata, que lhe serve de inspiração | Foto: Léo Caldas
Indumentária
Suas únicas excentricidades, adquiridas após descobrir que a sua razão de viver era a arte, são os adereços e vestimentas que o acompanham nas exposições e contatos com o público, que tornam sua aparição uma verdadeira performance.
“Depois do sonho e da visão, tive também umas intuições de como me apresentar”, conta Bezerra, que, há 12 anos, construiu o primeiro item da exótica indumentária que veste nas apresentações em público: um chapéu com fibra de palha e cabaça. O berimbau, com duas panelas de alumínio, manejado por um cabo de um garfo e por uma tabica de madeira, veio em seguida. O colete, estilizado, é mais um complemento. Para justificar tanta imponência, criou, também, toadas e forrós próprios. “Se eu me alegro com elas, todo mundo se anima!”, diz o artista, que imita o som de animais e aves, e que afirma: “Eu quero mostrar que tenho talento, que é vigoroso meu talento!”, enfatiza.
O reconhecimento já é uma realidade. O crítico Rodrigo Naves, por exemplo, descreve o trabalho de Bezerra com as seguintes palavras. “Confinar seu trabalho ao gueto do popular significaria apenas pacificá-lo e reduzi-lo. José Bezerra não sabe sequer ler, mas há mais argúcia e clarividência em seu trabalho do que no daqueles, e são tantos, que confundem arte com erudição.” A profecia ditada no sonho, ao que parece, vem plenamente se cumprindo
O município de Condado, na Mata Norte de Pernambuco, viveu uma noite de medo e comoção ontem (9), justamente no mesmo dia em que a governadora Raquel Lyra cumpria agenda oficial na cidade. Enquanto o governo estadual promovia atos institucionais e políticos no município, moradores enfrentavam o impacto de uma chacina que deixou mortos e feridos em diferentes pontos da cidade.
De acordo com informações preliminares, uma menina e um jovem morreram após serem atingidos durante a ação criminosa. Outras três pessoas ficaram feridas e precisaram ser socorridas para unidades de saúde da região. O episódio provocou correria, desespero e ampliou o clima de insegurança entre os moradores, que relatam temor crescente diante da escalada da violência na Mata Norte.
A ocorrência teve repercussão imediata nas redes sociais e nos bastidores políticos locais, principalmente pelo simbolismo da coincidência entre a visita da governadora e a tragédia registrada no município. Enquanto a agenda oficial buscava reforçar a presença institucional do Governo do Estado na região, a população lidava com cenas de pânico e luto em plena véspera do Dia das Mães.
A Polícia Militar realizou buscas após os disparos e a investigação ficará sob responsabilidade da Polícia Civil. Até o momento, não houve divulgação oficial sobre autoria ou motivação do crime. Também não havia atualização confirmada sobre o estado de saúde das vítimas feridas.
Moradores cobraram respostas mais efetivas do poder público para conter o avanço da criminalidade na região. Condado convive há anos com dificuldades sociais e episódios recorrentes de violência, cenário que voltou a ganhar destaque diante da gravidade do caso registrado neste fim de semana.
Até a última atualização, a governadora Raquel Lyra ainda não havia se pronunciado publicamente em solidariedade às vítimas da chacina.
Olha onde, neste domingo das mães, cumpri meus 8 km da corridinha diária! Na belíssima e aconchegante pousada Vila Mara do Sertão, no coração do Vale do Catimbau, da minha amiga Marília Santos, irmã de Mauro Santos, diretor-presidente do Grupo Bandeirantes Outdoor.
Mara é uma desbravadora. Quando esteve no Catimbau pela primeira vez se encantou. Foi amor à primeira vista. Pegou todas as suas economias e montou uma excelente opção de hospedagem na região, até então extremamente carente em infraestrutura hoteleira.
Quando estive aqui pela primeira vez, há 30 dias, com minha Nayla, também me apaixonei pelo hotel e o Catimbau. E, quando se gosta, voltar é um passo certeiro e bem dado. Estamos aqui, mais uma vez, eu e minha Nayla, curtindo a natureza, o hotel e dando boas risadas com Mara, gente de bem com a vida, da melhor qualidade.
O Hotel Pousada Vila Mara do Sertão tem uma excelente estrutura: 11 quartos com ar-condicionado, cama confortável, TV, frigobar e duas varandas para abrir uma rede e relaxar apreciando o Catimbau. Tem também um bom restaurante e está apenas 1.9 km do Parque Nacional do Catimbau.
O Vale do Catimbau é um dos principais destinos do ecoturismo do Brasil, o segundo maior parque arqueológico do Brasil. A reserva possui 62.00 hectares e abriga reservas arqueológicas e a Reserva Indígena Kapinawá. Oferece excelentes trilhas para os turistas, como a do Malhador, Coqueiro, Jibóia, Brejo de São José, Igrejinha, Cerca de Pedra, Pinga, Gogó da Ema, Torres e a do Canyon.
Situada estrategicamente na entrada do Parque Nacional do Catimbau, em Buíque, Pernambuco, a Vila Mara do Sertão se apresenta, enfim, como uma opção de alojamento que busca ir além da simples oferta de um leito. A proposta é uma imersão na cultura e na paisagem do sertão, combinando uma atmosfera acolhedora com uma gastronomia que gera comentários apaixonados.
Um detalhe: o restaurante também está aberto ao público. Se você vai ao Catimbau fazer trilhas e deseja uma excelente opção para refeições, se programe para almoçar ou tomar um belo café da manhã na pousada.
O pré-candidato a governador de Pernambuco, João Campos (PSB), cumpriu agenda neste sábado (9) em Surubim, no Agreste Setentrional. Ele esteve na feira da cidade pela manhã, onde conversou com comerciantes, frequentadores e toyoteiros. A atividade também contou com a presença do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e do senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT), além de apoiadores locais.
“Surubim é uma terra muito especial, um polo na região, que representa o Agreste forte, resiliente, de um povo aguerrido. Fiquei feliz de encontrar o calor humano. Eu pude ouvir histórias bonitas e emocionantes da trajetória do nosso conjunto político, histórias que vêm de um tempo de luta, que vêm da eletrificação rural, do Chapéu de Palha. Então, é uma alegria estar aqui e estar dentro de um conjunto político em que acredito e que tem mais do que história; tem compromisso com o futuro, sobre como trazer uma qualidade de vida melhor para o nosso povo”, afirmou João, em entrevista a uma rádio local.
Ao tratar de demandas locais, o pré-candidato mencionou a falta de água como um dos principais problemas relatados por moradores. Ele também criticou a gestão estadual ao comentar a destinação de recursos para o setor. “Um erro muito grave foi ter vendido a Compesa, colocado o recurso todo na conta do estado e não ter deixado isso amarrado para investimentos específicos. Quando esse dinheiro entra na conta do estado sem focalização, perde-se a oportunidade de garantir investimentos permanentes em recursos hídricos”, opinou.
Ainda em Surubim, o pré-candidato esteve na fábrica da Pan Cristal, empresa pernambucana responsável pela produção de mais de 250 itens alimentícios. João enalteceu o empreendimento e lamentou que novas indústrias não estejam sendo atraídas ou nascendo no estado por falta de articulação da atual gestão. “O que a gente tem visto em Pernambuco são placas, tapumes e anúncios, e as coisas não acontecem. Eu fui prefeito e tirei as coisas do papel. Construímos 100 creches no Recife. Já no estado, de 250 prometidas, foram entregues apenas três. Não é só fazer compromisso. É saber executar”, disse.
João Campos também se comprometeu a construir, junto com a população, soluções para demandas históricas, como a duplicação da PE-90 e a regularização cadastral dos toyoteiros, que vêm sofrendo com a inoperância do governo estadual. “Vocês têm o meu compromisso. Vamos fazer uma escuta com a população para buscar essas soluções históricas para a região”, pontuou.
As agendas também foram acompanhadas pelo deputado Rodrigo Farias (PSB), pelo ex-deputado Danilo Cabral (PSB), pela ex-prefeita Ana Célia Farias (PSB), pelo ex-vereador Biu Farias (PSB) e vereadores e outras lideranças locais.
Após a interdição preventiva da Ponte do Cumbe, na PE-50, entre Limoeiro e Feira Nova, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento (SRHS), informou, neste sábado (9), que as chuvas registradas nas últimas 24 horas não elevaram o nível da Barragem de Carpina até a cota de 110 metros prevista no protocolo de segurança. Segundo a pasta, não há, portanto, necessidade de novas medidas de restrição no local neste momento. “No entanto, esta medição segue sendo feita de hora em hora”, diz a nota.
Veja nota na íntegra:
A Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento de Pernambuco (SRHS) informa que, em função do volume de chuvas registrados nas últimas 24 horas não terem elevado o nível de acumulação de água na Barragem de Carpina até a cota de 110 metros (conforme estabelecido no protocolo de segurança deste reservatório), não é necessária neste momento a interdição da Ponte do Cumbe, localizada na PE-50, sobre o Rio Cotunguba, ligando as cidades de Limoeiro a Feira Nova. No entanto, esta medição segue sendo feita de hora em hora pelas equipes da SRHS, Apac e Compesa e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PE), segue no local mobilizado para operar a interdição tão logo seja necessário.
Os executivos do governo de Pernambuco responsáveis pela gestão de desastres se reuniram neste sábado (9), no Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciods), para avaliar os desdobramentos das ocorrências registradas nos últimos dias e alinhar as ações das equipes estaduais com os municípios afetados.
A vice-governadora Priscila Krause conduziu a reunião e destacou que, mesmo com a indicação de diminuição das chuvas nas próximas horas, o trabalho das equipes permanece intensificado em todas as áreas mais afetadas.
“A Apac está rodando os modelos e houve uma atualização na previsão de chuvas fortes para essa madrugada de domingo, que agora poderá perder a força. Mesmo assim, estamos mobilizados com quem faz o socorro, a pronta resposta e também com quem acolhe. Defesa Civil, Bombeiros, Polícia Militar, Assistência Social e Periferia”, afirmou Priscila Krause.
A vice-governadora comentou que embora durante a semana tenha chovido numa menor intensidade, o solo ainda não secou e, em caso de precipitações mais fortes, os rios enchem mais rápido.
O Gabinete de Crise, instalado desde a última sexta (1º), também acompanha a situação das ações de ajuda humanitária aos municípios.
Solicitações
Durante a reunião o secretário-executivo de Proteção e Defesa Civil de Pernambuco, coronel Clóvis Ramalho, informou que vai seguir para a Mata Norte para atender o pedido de alguns prefeitos da região. “Há alguns locais que ainda estamos apoiando com água e estamos seguindo com duas viaturas carregadas”, comentou o coronel Ramalho.
Os executivos discutiram ações de monitoramento, assistência às famílias atingidas, suporte operacional aos municípios e acompanhamento das áreas de risco.
Alerta
O governo de Pernambuco reforça que a população deve continuar atenta às orientações dos órgãos oficiais e acionar os serviços de emergência em caso de necessidade. Participam do Gabinete de Crise a Secretarias Executiva de Defesa Civil, a Apac, o Corpo de Bombeiros, a Compesa, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), e as pastas de Recursos Hídricos, Assistência Social, Educação, Saúde e Desenvolvimento Urbano.
O deputado federal Eduardo da Fonte participou, na noite de ontem (8), da Cruzada Evangelística da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Barreiros, no Litoral Sul, ao lado do deputado estadual Adalto Santos e do prefeito Carlinhos da Pedreira.
Durante o evento, o pastor Eslijanai Carlos agradeceu a presença do parlamentar. Eduardo destacou o trabalho de evangelização da igreja e afirmou que se sente honrado em participar das cruzadas. “Agradeço toda a atenção, o carinho e, principalmente, a oportunidade de testemunhar a fé e a união do povo de Barreiros”, disse.
O pré-candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participa, neste sábado (9), de agenda em Surubim, no Agreste do Estado. O ex-prefeito do Recife percorre a feira da cidade acompanhado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e do senador Humberto Costa (PT).
Também participam da caminhada o deputado Rodrigo Farias (PSB), o ex-deputado Danilo Cabral (PSB), a ex-prefeita Ana Célia Farias (PSB) e o ex-vereador Biu Farias (PSB). Durante o percurso, João visita boxes da feira e conversa com comerciantes e toyoteiros.
O ex-prefeito de Petrolina, presidente estadual do União Brasil e pré-candidato ao Senado, Miguel Coelho, afirmou que não haverá briga com o presidente do Partido Progressistas em Pernambuco, o deputado federal e também pré-candidato a senador Eduardo da Fonte, para a formação da chapa com a governadora Raquel Lyra (PSD).
Miguel compareceu ao ato do Partido Progressistas em apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), realizado na tarde de ontem (8), na Zona Sul do Recife. No discurso, ressaltou a importância de um “projeto coletivo” e afirmou que a federação União Progressistas irá apoiar qualquer um que a governadora escolher para ser candidato à Casa Alta do Congresso Nacional.
“Eu sei, Dudu (Eduardo da Fonte), do seu projeto, como sei do meu. Quero dizer a você que quem está pronto para pedir tem que estar pronto para dar. Não vai ter briga, não vai ter diferença. O que é mais importante que o meu projeto pessoal é o projeto coletivo. (…) Por isso, (governadora) Raquel, sei que no União Progressistas o que não falta é talento. Quem você escolher para estar na sua chapa terá o apoio de todo o time”, declarou.
Miguel Coelho ainda destacou a força do bloco partidário, que vai garantir a Raquel a maior coligação e o maior tempo de guia eleitoral do estado. “Estamos firmes nesta união, para assegurar que Pernambuco possa seguir avançando junto com Raquel Lyra. Nossa missão é garantir que não tenhamos nenhum tipo de retrocesso em nosso estado. Aqui não teremos vaidades ou projetos pessoais”, destacou Miguel Coelho durante o evento, realizado no início da tarde, na Zona Sul do Recife.
O presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte, afirmou que o apoio a Raquel é incondicional. “Quem aposta que iremos nos dividir, irá quebrar a cara, porque estaremos unidos para reconduzir Raquel ao Palácio das Princesas”.