A Frente Popular de Pernambuco, coligação liderada pelo candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB), ingressou, nesta quinta-feira (17), com uma notícia de fato junto ao Ministério Público Eleitoral de Pernambuco (MPE-PE) para cobrar a investigação sobre um suposto envolvimento do policial civil Uberdan de Menezes Matos Júnior com a campanha da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD).
O nome de Uberdan veio à tona após o episódio de um suposto roubo de bandeiras da campanha de Raquel para serem utilizadas no ato do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), realizado nesta quarta-feira (16) no Bairro do Recife. Na ocasião, o policial abordou um suposto autor do ato criminoso e chegou a disparar contra o homem, que foi detido pela Polícia Militar. As informações são do Diario de Pernambuco.
De acordo com o documento apresentado, Uberdan possui ligação com a empresa Rede de Negócios e Produção de Eventos Ltda., que consta em plataformas oficiais da Justiça Eleitoral como a principal fornecedora da campanha de Raquel Lyra.
A notícia-crime diz que o servidor público constava como sócio-administrador do empreendimento até setembro deste ano, quando a função passou a ser ocupada por Sandra Nazaré Chagas do Amaral, mãe do policial.
A coligação pede a apuração de “interposição de pessoa para ocultar a continuidade do vínculo societário do policial, além de apropriação de recursos de campanha e possível lavagem de dinheiro”.
A coligação também alega que a Rede de Negócios e Produção de Eventos estaria inapta para contratações e que, com base na Lei 8.112/90, servidores públicos não poderiam ser administradores de empresas privadas.
Em coletiva na tarde desta quinta (17), o advogado Edgar Moury, representante jurídico da campanha de Raquel, negou a ligação da candidata com Uberdan e afirmou que não se pode “aceitar que narrativas desviem o foco do que aconteceu”, ao defender que o fato mais relevante seria o suposto roubo de bandeiras.
Já a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) afirmou em nota que a Corregedoria Geral do órgão instaurou um inquérito para apurar a atuação do policial civil no caso.
O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP/UP) defende a proibição de contas em redes sociais para menores de 14 anos no Brasil. A proposta está no Projeto de Lei nº 5.316/2026, apresentado com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP), que altera o ECA Digital e obriga as plataformas a adotar mecanismos de verificação de idade. O texto também prevê que, a partir dos 14 anos, as contas permaneçam vinculadas a um responsável legal.
O debate ganhou novo impulso após a Comissão Europeia apresentar, nesta quinta-feira (17), o EU KIDS Act, que proíbe o acesso de menores de 13 anos às redes sociais e estabelece 15 anos como idade mínima para a criação de contas próprias, com regras intermediárias para adolescentes de 13 e 14 anos. “Estamos propondo estabelecer uma idade mínima para as contas e responsabilizar as plataformas pela verificação, sem impedir que crianças continuem tendo acesso à internet para estudar, aprender e buscar informação”, afirmou Eduardo.
Gordinho Bolado, cantor e produtor de brega funk responsável pelo jingle “Raquel é ProMax”, usado pela campanha de Raquel Lyra (PSD), declarou apoio a João Campos (PSB) nesta sexta-feira (18). Ao lado do candidato e de Anderson Neiff, o artista apresentou uma nova versão da música, com o refrão “40 é ProMax, ProMax”.
Nunca uma eleição presidencial no Brasil esteve atrelada a um outro poder, o Judiciário, cuja crise no Supremo Tribunal Federal pode interferir no resultado do pleito. Até a imprensa internacional tem conduzido seu noticiário nessa direção.
O britânico Financial Times, um dos principais jornais de economia do mundo, descreve a crise no STF como uma “disputa acirrada” entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Ressalta que está “lançando uma sombra sobre a disputa” entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O jornal cita analistas ao informar que a crise no STF é potencialmente prejudicial a Lula na disputa eleitoral. Um analista afirma que existe uma percepção em parte do eleitorado brasileiro de que Alexandre de Moraes está de alguma forma alinhado ao lado do governo.
“Embora Lula não tenha sido acusado no caso do banco Master, o episódio atinge um ponto sensível do veterano líder de esquerda, que no passado foi preso por corrupção em condenações posteriormente anuladas”, afirma o jornal londrino.
O jornal segue informando que Flávio Bolsonaro tem tentado tirar proveito da situação ao renovar as exigências pela destituição de Moraes, que condenou seu pai. ‘Um voto em Lula é um voto em Moraes’, disse ele a apoiadores na semana passada, relata o jornal.
O jornal destaca que Flávio foi citado no escândalo do Master, que é tema de inquérito no STF, após revelações em maio de que ele pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme Dark Horse — algo que o senador disse não ser ilegal.
Apesar dessas revelações, Flávio reduziu nas últimas semanas a diferença nas pesquisas de opinião, chegando a um empate técnico com Lula. O jornal cita analistas ao dizer que a crise no STF é potencialmente prejudicial a Lula na disputa eleitoral. Afirma que existe uma percepção em parte do eleitorado brasileiro de que Alexandre de Moraes está de alguma forma alinhado ao lado do governo.
“O episódio manchou a credibilidade de uma instituição aclamada internacionalmente nos últimos anos por defender o Brasil contra uma tentativa de golpe militar de Jair Bolsonaro, após sua derrota eleitoral para Lula em 2022”, diz o jornal. “Isso também revitalizou a direita brasileira, que há muito acusa Moraes de perseguir injustamente conservadores e restringir a liberdade de expressão.”
“O episódio levou o tribunal à beira de um colapso institucional e alimentou apelos por uma reforma do Judiciário”, acrescenta. “Isso também revitalizou a direita brasileira, que há muito acusa Moraes de perseguir injustamente conservadores e restringir a liberdade de expressão”, completa.
EMPATE TÉCNICO – A nova pesquisa Datafolha não mostrou mudança significativa no cenário eleitoral em função da crise no STF. Nem Flávio Bolsonaro, após a revelação de que é investigado em inquérito relacionado ao caso envolvendo Daniel Vorcaro, teve alteração nos índices. O levantamento, realizado entre terça-feira e quinta-feira, mostrou Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, o mesmo percentual da rodada anterior. Flávio Bolsonaro passou de 35% para 36%, dentro da margem de erro. No segundo turno, os dois repetiram os números da pesquisa anterior: Lula com 46% e Flávio com 44%.
Empatados na rejeição também – A pesquisa não é ruim para o presidente Lula. Ele permanece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro e no segundo turnos. A avaliação do governo teve ligeira melhora no ótimo e bom, ainda que a avaliação negativa continue maior e o “desaprova” é maior do que o “aprova”. Esse é o ponto a melhorar nos poucos dias que restam. O empate na rejeição, com 47% para cada um dos dois candidatos, é o retrato dessa eleição: a batalha de rejeições. Flávio Bolsonaro se mostra um competidor difícil e resiliente. Quadro ainda indefinido a 17 dias do primeiro turno. O empate técnico mostra que a luta será voto a voto. Ganha quem conseguir mobilizar mais seus eleitores e os independentes.
Aumento do Bolsa questionado – A decisão do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de anunciar um reajuste do Bolsa Família em meio à disputa pelo Palácio do Planalto é considerada uma medida “eleitoreira” e que pode ter sua validade questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de acordo com especialistas em direito eleitoral. Economistas também contestam a medida. José Márcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos e professor titular do Departamento de Economia da PUC-Rio, afirma que os efeitos colaterais poderão ser mais desequilíbrio nas contas do governo e mais inflação. Ele pondera ainda que, no patamar atual de transferência, o programa pode acabar servindo de desincentivo ao trabalho.
Bandeiras manipuladas – A equipe jurídica da Coligação Pernambuco de Coração, liderada pela governadora Raquel Lyra (PSD), diz ter elementos de que bandeiras da candidata teriam sido usadas no ato de Flávio Bolsonaro por uma ação orquestrada pela direção do PSB. “Militantes falsos, vestidos com as cores partidárias da governadora, foram cooptados pela militância do PSB, pela direção da campanha do PSB, para criar um falso fato eleitoral, de maneira a vincular a governadora à candidatura à presidência [de Flávio Bolsonaro] com a qual ela não tem nenhuma conexão”, disse o advogado Edgar Moury Neto.
O ataque de Lula – O presidente Lula (PT) afirmou, ontem, em entrevista para a Rádio Itatiaia, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, está utilizando o cargo na Corte para “fazer política”. “O André Mendonça estava utilizando o cargo dele de relator para fazer política, está provado. Estava fazendo denúncia seletiva, divulgando apenas aquilo que interessava para ele”, declarou. Sobre Alexandre de Moraes, Lula declarou que o magistrado sofre oposição do bolsonarismo por ter “defendido a democracia” durante as eleições de 2022 e o julgamento de tentativa de golpe de Estado.
CURTAS
BOLSA 1 – O reajuste do Bolsa Família anunciado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 17 dias do primeiro turno colocou o seu adversário Flávio Bolsonaro, candidato do PL, diante de um dilema sobre como reagir à medida.
BOLSA 2 – Embora o candidato classifique o aumento como “ilegal” e diga que o petista tenta tirar proveito eleitoral do benefício, sua campanha avalia que não pode atacar frontalmente o programa sem correr o risco de ser associado à ideia de retirar ou reduzir recursos destinados à população de baixa renda.
NEGOCIAÇÕES – O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, passou a receber ministros em seu gabinete ao longo do dia de ontem em mais uma rodada de conversas em meio à crise interna na Corte, após o impasse no julgamento desta semana e uma nova troca de acusações envolvendo integrantes do tribunal.
Perguntar não ofende: Alexandre de Moraes pode derrotar Lula?
O segundo debate entre os candidatos a governador de Pernambuco, encerrado há pouco, trouxe, na realidade, o mesmo cenário do confronto anterior: de um lado, um João Campos (PSB) convicto, assertivo e propositivo; do outro, uma Raquel Lyra, que vem acumulando dificuldades em sabatinas e confrontos públicos.
A expectativa em torno da participação da governadora era grande, mas ela não conseguiu controlar seu nervosismo, gaguejou e, em alguns momentos, como no embate sobre a empresa de ônibus do seu pai, da qual foi sócia, chegou, verdadeiramente, a ser nocauteada por um João bem informado sobre as condições da empresa e do grupo, além dos trabalhadores prejudicados.
Raquel não apresentou novidades, não respondeu de forma convincente às perguntas e voltou a demonstrar dificuldades para defender o seu governo e justificar o que não foi feito ao longo dos últimos quatro anos.
Um dos pontos altos do debate voltou a ser a educação. A promessa de 250 creches, que esteve entre as principais bandeiras da campanha de 2022, continua distante de ser cumprida. Até agosto, apenas 14 unidades haviam sido entregues, e a própria governadora já passou a projetar a conclusão da meta para 2027.
Mais uma vez, a governadora preferiu olhar para o futuro como se não tivesse um passado a explicar. O problema é que, em uma eleição, promessas precisam necessariamente ser confrontadas com aquilo que foi realizado, ou deixado de realizar, durante o período em que se esteve à frente do governo.
Na segurança pública, o contraste também apareceu. Em quatro anos, Raquel não inaugurou nem uma delegacia, e as delegacias da mulher deixaram de funcionar 24 h. Consequentemente, o Estado teve aumento do feminicídio em escala preocupante. Neste caso, ficou claro que o importante não é apenas defender as mulheres, mas fazer por elas.
Na saúde, o fechamento de cerca de 1.200 leitos foi novamente um dos temas que marcaram o confronto, sem resposta da governadora. E o debate terminou de forma melancólica quando entrou em cena a situação da empresa de ônibus pertencente ao pai de Raquel. A empresa encerrou as atividades depois de acumular dívidas trabalhistas, deixando trabalhadores afetados pelo passivo acumulado.
O episódio também levantou questionamentos sobre a falta de fiscalização, em um contexto no qual a empresa recebeu benefícios ao longo dos anos e acabou tendo suas atividades encerradas. Raquel integrou o quadro societário até 2018. A gestão estadual nega qualquer favorecimento à empresa.
Ao final, o debate da Cultura reforçou uma diferença que vem aparecendo nos confrontos entre os candidatos: João manteve uma linha de discurso baseada na defesa do que pretende fazer e na cobrança pelos resultados do atual governo; Raquel, por sua vez, voltou a ser confrontada com promessas e problemas que permanecem sem uma resposta definitiva.
A disputa eleitoral está longe de acabar e ainda haverá outros embates que poderão contribuir para definir os rumos da eleição. Mas, na noite da Cultura, a montanha novamente parecia muito maior do que o resultado apresentado por Raquel.
Em um trecho do primeiro embate direto entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) no debate realizado nesta quinta-feira (17), os dois discutiram sobre a área de segurança pública.
A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) foi questionada, no terceiro bloco do debate desta quinta-feira (17), sobre os planos para ampliar o abastecimento de água em Pernambuco após a concessão dos serviços da Compesa. Em resposta ao jornalista Ian Sobral, Raquel citou investimentos do programa Águas de Pernambuco, obras em andamento e recursos públicos e privados previstos para os próximos anos, mas não afirmou se a tarifa cobrada dos consumidores será mantida. O encontro é promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste.
Responsável por comentar a resposta, o candidato Ivan Moraes (PSOL) chamou atenção justamente para esse ponto. “O jornalista deu à candidata a oportunidade de mais uma vez olhar para você e garantir que a tarifa d’água não vai aumentar, mas ela não teve condições de fazer”, afirmou. Ivan, que se posiciona contra a concessão dos serviços, defendeu a manutenção da Compesa sob controle público e argumentou que a empresa tem capacidade de buscar recursos para ampliar o abastecimento.
O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) protagonizaram um dos principais embates do segundo bloco do debate desta quinta-feira (17), em Caruaru, promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, em parceria com o Diario de Pernambuco e a TV Nova Nordeste. Raquel questionou o socialista sobre a redução do ISS para empresas de apostas durante sua gestão na capital e disse que as bets representam um problema social, econômico e de segurança pública. “As pessoas estão deixando de comprar comida para fazer uma aposta no celular”, afirmou. João respondeu que é pessoalmente contrário às apostas, mas sustentou que a mudança tributária elevou a arrecadação municipal com a atividade de cerca de R$ 80 mil para R$ 80 milhões.
Na sequência, o ex-prefeito resgatou a denúncia revelada pelo Metrópoles sobre pagamentos feitos pela advogada Maria Eduarda Lucena, que trabalhou para a Aposta Ganha, a internautas que publicavam comentários favoráveis a Raquel e críticos a ele nas redes sociais. A reportagem apontou repasses de R$ 75 por semana e mostrou mensagens com orientações sobre o teor das postagens. “Eu queria lhe perguntar se a candidata entrou com ação contra a advogada […] que confirmou que estava pagando via Pix para pessoas que me atacavam na rede social”, disse. A governadora classificou a fala como “mais uma acusação irresponsável” e voltou a questionar a política tributária adotada pelo Recife para o setor.
O tema reapareceu no fim do terceiro bloco. Nos segundos finais do comentário à resposta de Ivan Moraes (PSOL) sobre política penitenciária, João afirmou que a Justiça havia considerado falsa uma declaração de Raquel sobre as bets. “Eu quero aproveitar esses últimos segundos para comunicar à candidata Raquel que a Justiça acaba de decidir que a afirmação feita sobre as bets é falsa”, declarou. Em seguida, mencionou André Teixeira, primo da governadora, e disse que ele teria autorizado, neste ano, publicidade de casas de apostas em ônibus. “O primo dela, André Teixeira, que está aqui, autorizou a publicidade de bet nos ônibus este ano. O que é que ela acha disso?”, questionou.
Após a confusão registrada mais cedo entre apoiadores de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), um vídeo feito na noite desta quinta-feira (17), em Caruaru, mostra pedras dentro de mochilas usadas por militantes identificados com material da campanha da governadora. As imagens foram registradas durante a mobilização em torno do debate entre os candidatos ao Governo de Pernambuco, promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste.
O candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) rebateu, durante o debate desta quinta-feira (17), promovido pela TV Nova Nordeste em parceria com o Diario de Pernambuco e a Rádio Cultura do Nordeste, as acusações feitas pela governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) sobre o episódio envolvendo material de campanha no ato de Flávio Bolsonaro (PL), realizado na quarta-feira (16), no Recife. Raquel usou parte de suas considerações iniciais para relacionar o caso a pessoas ligadas ao PSB. “Pessoas ligadas ao PSB foram pegas roubando material nosso, colocando militantes supostamente nossos, com camisas roxas, mas que não eram ligados à nossa campanha”, afirmou.
A governadora voltou ao assunto no primeiro bloco, ao responder a uma pergunta sobre a judicialização da disputa eleitoral, e disse que vem recorrendo à Justiça contra o que classificou como uma ação coordenada de “fake news” e “incitação à violência”. João, responsável por comentar a resposta, afirmou que também vem sendo alvo de ataques. “Eu estou aqui para fazer um bom debate. Apresentamos propostas, mais do que qualquer outra candidatura, sempre falando de futuro, respeitando as pessoas”, declarou. Em seguida, a equipe do socialista pediu direito de resposta, concedido pela banca jurídica.
No minuto adicional, João rejeitou qualquer associação de sua campanha com o episódio das bandeiras e voltou a cobrar Raquel sobre as denúncias envolvendo um suposto “gabinete do ódio” no entorno do Governo do Estado. “Eu faço política respeitando as pessoas, o debate no campo das ideias. Fazer uma ilação em torno disso não é responsável”, afirmou. O ex-prefeito disse ainda que entrou com ação judicial contra Amisadai Andrade da Silva, ex-servidor estadual citado nas acusações de ataques digitais, e questionou se a governadora também havia acionado judicialmente o ex-auxiliar.