Em nota, Álvaro Porto repudia arapongagem e diz que Governo do Estado deve explicações

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto (PSDB), repudia, em nota abaixo, o uso da estrutura da Polícia Civil de Pernambuco para realizar espionagem contra o secretário de Articulação do Recife, Gustavo Monteiro, como revelou denúncia apresentada, ontem, pelo programa Domingo Espetacular, da Rede Record. Para Porto, a prática remonta a outros tempos, causa indignação e deve ser investigada e explicada pelo Governo do Estado.

Nota

Como presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, não posso e não devo me silenciar diante de fato tão grave. Precisamos juntos, todos os estamentos da sociedade organizada, repudiar e demonstrar a mais profunda indignação diante do uso de agentes do Estado para perseguirem adversários políticos ao arrepio da lei na mais completa violência contra o estado de direito.

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Assista ao trailer da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém com a participação dos artistas Dudu Azevedo (Jesus), Beth Goulart (Maria), Marcelo Serrado (Pilatos) e Carlo Porto (Herodes). O filme, que também faz uma homenagem a Plínio Pacheco, idealizador e construtor da cidade teatro onde acontece o espetáculo, foi dirigido pelo cineasta pernambucano Eduardo Morotó.

No vídeo, além de cenas com os personagens principais, são mostradas passagens com o ator Kiko Melo no papel de Plínio Pacheco à frente da construção da Nova Jerusalém, coordenado os ensaios e na máquina de escrever criando os textos para a encenação da Paixão de Cristo.

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Diário de Pernambuco

A Polícia Civil de Pernambuco foi alvo de uma denúncia de espionagem contra o secretário de Articulação do Recife, Gustavo Monteiro, auxiliar do prefeito João Campos (PSB). Reportagem exibida pelo Domingo Espetacular, da TV Record, ontem, diz que agentes da corporação monitoraram a rotina do secretário e chegaram a instalar um rastreador em um veículo da prefeitura também usado pelo irmão dele, Eduardo Monteiro.

Hoje, em uma coletiva de imprensa para tratar do assunto, o secretário de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), Alessandro de Carvalho, disse que é “falsa a narrativa de espionagem”. Segundo o secretário, houve uma apuração preliminar a partir de uma denúncia anônima.

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O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, anunciou, ontem, durante a 42ª Festa de São Sebastião, na Vila do Cruzeiro, em Quipapá, a destinação de R$ 1 milhão – recursos de emendas – para a conclusão do calçamento do bairro.

Ao lado do prefeito Pité, de vereadores e do pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto, o deputado destacou que, assim como em 2020, quando prometeu e enviou verbas para o início de obras estruturadoras da vila, designará novo volume de recursos para o local.

“É compromisso nosso, palavra do deputado Álvaro Porto. Para mim, vale a palavra, a gratidão”, disse o deputado. Ele lembrou que o povo de Quipapá esteve com ele em todas as eleições que disputou para a Assembleia e também elegeu Alvinho Porto, seu filho, prefeito do município, em 2020.

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A deputada federal Maria Arraes usou as redes sociais, na manhã de hoje, para questionar quem teria dado ordem para que a Polícia Civil de Pernambuco espionasse adversários políticos da atual gestão do Governo do Estado.

A denúncia, revelada pelo programa Domingo Espetacular, exibido na noite do último domingo (25), aponta a existência de um grupo formado por delegados e agentes da Polícia Civil de Pernambuco que teria monitorado o secretário de Administração da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro, e seu irmão, Eduardo Monteiro, que também é servidor municipal.

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A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a operação citada na reportagem veiculada pelo Domingo Espetacular, da TV Record, ontem, teve origem em uma denúncia anônima sobre suposto recebimento de propina por parte de um servidor, mas destacou que nenhum inquérito foi instaurado por falta de indícios mínimos de crime.

Já a Prefeitura do Recife repudiou a atuação policial, classificando-a como ilegal e abusiva. O secretário de Articulação Política e Social, Gustavo Monteiro, afirmou estar abalado com o monitoramento e declarou que avalia acionar a Polícia Federal.

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O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), emitiu uma nota fazendo duras criticas e cobrando respostas à governadora Raquel Lyra (PSD) sobre a “perseguição política” e a “investigação paralela” denunciadas, ontem, em rede nacional pela TV Record. Segundo a nota, uma operação clandestina teria sido montada com uso da estrutura da Polícia Civil, sem ordem judicial ou inquérito, para monitoramento com fins eleitorais. Confira abaixo o documento na íntegra:

“Desde o início de nossa gestão em Garanhuns temos sentido os efeitos da perseguição política e administrativa por parte do Governo Raquel Lyra, mas o que se noticia agora, nunca vimos nada igual.

Foi ao ar uma reportagem da TV Record que revela denúncias sérias sobre a possível atuação de uma polícia paralela contra adversários políticos no Governo de Pernambuco, com indícios de perseguições, monitoramento ilegal e uso político da estrutura policial. O deputado estadual Cayo Albino (PSB) postou um vídeo em suas redes sociais questionando quem deu a ordem para a investigação paralela.

Segundo a matéria, documentos internos, trocas de mensagens e depoimentos apontam que ações da Polícia Civil teriam sido direcionadas por interesses políticos, inclusive em um contexto de disputa eleitoral.

“Não vamos aceitar que a força policial seja utilizada como instrumento de perseguição política. Quem exerce poder deve responder pelos seus atos, sempre dentro da lei e com respeito às instituições. A sociedade pernambucana merece transparência, respeito ao Estado de democrático de Direito e assegurar a proteção de quem pensa diferente”, afirmou o parlamentar.

Araripina segue avançando com trabalho, articulação e resultados concretos. O prestígio político do prefeito Evilásio Mateus, aliado à parceria com o deputado federal Fernando Filho, resultou em mais duas importantes conquistas para o município: a implantação de cobertura 5G nos distritos de Nascente e Bom Jardim do Araripe.

A iniciativa foi viabilizada em articulação direta com o Ministério das Comunicações e vai transformar a realidade de comunidades que, por anos, conviveram com a ausência ou precariedade do sinal de telefonia móvel. No distrito de Nascente, a cobertura existente é insuficiente e instável. Já em Bom Jardim do Araripe, não há qualquer tipo de cobertura de telefonia móvel, o que limitava o acesso da população a serviços básicos, comunicação e oportunidades.

Por que uma polícia criada para proteger o cidadão estaria sendo usada para espionar adversários políticos, principalmente em ano eleitoral? Se não há mandado judicial, se não existe inquérito instaurado, se não há crime tipificado, por que agentes do Estado estariam monitorando servidores da Prefeitura do Recife? Quem autorizou esse tipo de “nova missão” fez isso com base em que fundamento legal?

Desde quando a relevância eleitoral passou a justificar a continuidade de investigações arquivadas por ausência de provas? Qual é o limite entre investigação legítima e perseguição política? Quando policiais chamam um secretário municipal de “alvo” em grupos internos, isso é linguagem técnica ou vocabulário de espionagem? Que tipo de democracia admite que adversários políticos sejam tratados como inimigos internos?

Se hoje a espionagem atinge auxiliares do prefeito do Recife, João Campos, amanhã quem será considerado o próximo “alvo”? É aceitável que policiais sigam servidores públicos, fotografem, monitorem rotinas e instalem rastreadores sem autorização judicial? Que Estado de Direito permite vigilância sem processo, sem juiz e sem defesa?

Que tipo de “inteligência” atua fora da lei? Quando agentes relatam pressão interna para cumprir ordens ilegais, estamos diante de casos isolados ou de um método institucionalizado? Qual o impacto disso na confiança da população em uma Polícia Civil com mais de 200 anos de história?

Quem ganha quando a polícia deixa de servir à sociedade e passa a servir a interesses políticos? Por que um inquérito contra um prefeito foi reaberto na canetada, no meio de uma eleição? Se policiais que se recusam a participar dessas ações sofrem retaliação, quem está protegendo quem age corretamente? Por que a inteligência, tão mencionada, não atuou no combate ao crime, a exemplo das brigas de torcida de ontem?

Como falar em eleições livres se o aparato estatal é usado para intimidar, vigiar e constranger? Que precedente se cria quando o Estado aceita a espionagem política como prática normal? Até onde vai essa lógica se não for interrompida agora? Que garantias restam ao cidadão comum se o pensamento divergente passa a ser tratado como ameaça? O que o ex-ministro da justiça e fiel antagonista contra a ditadura, Fernando Lyra, diria de casos assim?

E, diante de tudo isso, a pergunta que não quer calar: isso ainda é democracia ou já é polícia paralela com espionagem institucionalizada? Quem deu a ordem final para a polícia agir assim? Clique aqui e confira a denúncia feita pela TV Record