O senador Humberto Costa (PT-PE) participou, nesta sexta-feira (6), no Bairro do Recife, de uma mesa de debate do Estuário Mercado de Cinema sobre a regulação das plataformas de streaming no Brasil. O encontro ocorreu no Núcleo de Empreendedorismo e Residência Digital (Nerd), do Porto Digital, e reuniu produtores, realizadores e profissionais do setor, além de Ulisses Brandão, conselheiro da Brasil Audiovisual Independente, e João Vieira Jr., da Carnaval Filmes.
Durante o debate, Humberto abordou propostas em discussão no Congresso Nacional, entre elas a cobrança da Condecine sobre serviços de vídeo sob demanda, a presença mínima de conteúdo brasileiro nos catálogos e regras para o intervalo entre a exibição de filmes nos cinemas e a chegada às plataformas. O senador também defendeu apoio à produção independente e à regionalização dos investimentos. “Qual é o sentido do fundo do audiovisual? É que sirva exatamente pra você estimular a produção, estimular a produção independente, estimular quem deseja apresentar um projeto e não quer estar vinculado a um streaming”, afirmou.
Humberto, que apresentou em 2023 uma proposta sobre o tema, defendeu que a regulamentação seja votada ainda este ano. “Pernambuco é um estado que é conhecido pela qualidade do trabalho que é feito no audiovisual, com grandes diretores e filmes que fizeram grande sucesso e que marcam a nossa diversidade cultural”, disse. Segundo o parlamentar, o setor também tem peso econômico pela geração de empregos e pela movimentação de recursos nos estados e municípios.
A Polícia Civil de Pernambuco realizou uma coletiva de imprensa, hoje, para apresentar detalhes da investigação que envolve o deputado estadual eleito Emerson Freitas (MDB), réu pelos crimes de extorsão majorada, exploração de prestígio e lavagem de capitais. O processo tramita na 15ª Vara Criminal de Pernambuco. Somadas, as penas máximas previstas para os três crimes podem ultrapassar 20 anos de reclusão.
Segundo o delegado do Grupo de Operações Especiais (GOE), Jorge Pinto, responsável pela investigação, o parlamentar teria utilizado o alcance de suas redes sociais, onde reúne mais de um milhão de seguidores, para exigir pagamentos de pessoas envolvidas com atividades criminosas em troca de não publicar ou retirar conteúdos que as relacionassem a práticas ilícitas.
De acordo com a investigação, as cobranças incluíam pagamentos em espécie, a exemplo de R$ 20 mil, além de valores mensais para impedir novas publicações. Também foram identificadas transferências via Pix realizadas para contas de terceiros.
O inquérito, inicialmente, foi instaurado para investigar possíveis práticas criminosas de organizações criminosas, incluindo denúncias sobre supostos toques de recolher. Durante as diligências, a Polícia Civil identificou relatos de pessoas que afirmaram ter sido vítimas de extorsão atribuída ao deputado eleito.
Jorge Pinto explicou que Emerson entrou no radar da investigação por ser um dos principais responsáveis por impulsionar, nas redes sociais, as informações sobre os supostos toques de recolher. No decorrer das apurações, porém, os investigadores identificaram denúncias de práticas que extrapolavam o objeto inicial do inquérito.
“(O inquérito) foi aberto para apurar condutas criminosas perpetradas supostamente por organizações criminosas e, de maneira fortuita, a gente descobre esses crimes que estariam sendo praticados pelo indiciado. E por que a vinculação desse indiciado com o objeto inicial do inquérito? Porque ele era o principal impulsionador dessas matérias que estavam sendo veiculadas na época da abertura do inquérito policial, que seriam supostamente esses toques de recolher emanados por organização criminosa”, explicou o delegado.
Um dos episódios identificados pela Polícia Civil ocorreu em um mercado no Recife, onde Emerson teria recebido R$ 20 mil em espécie para deixar de publicar conteúdos contra uma pessoa envolvida com a criminalidade violenta.
“Um encontro se deu em um mercado aqui na capital, onde o indiciado recebeu em mãos R$ 20 mil e, como contraprestação, ele não mais realizaria qualquer publicação em desfavor de uma pessoa envolvida com a criminalidade violenta”, relatou Jorge Pinto.
Provas e falsa influência
Além dos depoimentos reunidos no inquérito, a Polícia Civil afirma ter encontrado provas técnicas a partir da análise de dados extraídos de aparelhos celulares. Segundo Jorge Pinto, o material contém conversas nas quais o próprio investigado exigiria pagamentos em dinheiro para não realizar publicações nas redes sociais.
“Além da farta prova testemunhal já documentada no inquérito, a gente tem uma prova técnica muito robusta, obtida a partir da análise de dados de celular, onde o próprio indiciado mantém conversas diretas e muito claras exigindo pagamento em dinheiro de pessoas envolvidas com a criminalidade em troca de seu silêncio em suas redes sociais”, afirmou.
A investigação também identificou que Emerson alegava ter influência sobre integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público. Segundo o delegado, o parlamentar prometia interferir no andamento de processos e investigações em curso, oferecendo às vítimas a possibilidade de paralisação dos procedimentos em troca de novos pagamentos.
Jorge Pinto afirmou, no entanto, que essa influência não existia e seria utilizada como argumento para convencer as vítimas a realizar os pagamentos. “Ele utilizava de uma falsa influência perante membros da magistratura e do Ministério Público como forma de obter novos benefícios. Condicionava a suposta paralisação de processos ou de investigações em andamento perante o Ministério Público ao novo recebimento de valores. Só que essa influência nunca existiu, era mais um engodo que ele utilizava para mentir para essas vítimas e obter toda essa vantagem ao longo de dois anos”, declarou.
A investigação também apontou uma relação de proximidade entre o deputado eleito e pessoas apontadas como lideranças de facções criminosas, especialmente na Zona Norte do Recife. Segundo Jorge Pinto, os valores cobrados variavam conforme o grau de proximidade com o investigado. Áudios reunidos pela polícia indicariam que pessoas sem relação próxima com ele eram submetidas a cobranças maiores.
O delegado também mencionou semelhanças entre o modo de atuação identificado no caso e uma investigação conduzida em 2023. Ele, porém, não entrou em detalhes sobre o procedimento anterior, que ainda tramita sob segredo de Justiça. Para Jorge Pinto, houve uma escalada na gravidade das condutas, especialmente pela tentativa de atribuir influência indevida sobre instituições públicas.
Servidora
Uma servidora do Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE), amiga do deputado eleito, também foi indiciada no inquérito. Segundo a Polícia Civil, ela teria disponibilizado a própria conta bancária para receber valores destinados a Emerson, funcionando como intermediária nas movimentações financeiras.
De acordo com Jorge Pinto, a mulher tinha conhecimento ou, ao menos, condições de saber que os recursos poderiam ter origem criminosa. Mesmo após ser alertada sobre a possibilidade de o investigado receber dinheiro de pessoas envolvidas com o tráfico de drogas, ela teria continuado recebendo os valores.
A servidora responde por lavagem de capitais, permanece em liberdade e também se tornou ré após o recebimento da denúncia pela Justiça.
Perseguição
O delegado-geral da Polícia Civil de Pernambuco, Felipe Monteiro, também participou da coletiva e afirmou que a instituição decidiu apresentar sua versão diante da repercussão do caso e das manifestações do investigado, de sua defesa e de outras pessoas nas redes sociais.
“Essa coletiva é importante para a gente restabelecer a verdade dos fatos, mostrar exatamente o que foi a operação e o que, de fato, foi feito pelo trabalho do GOE nesse primeiro momento, e desmistificar algumas coisas que estão sendo passadas nas redes sociais, na mídia, por outras pessoas e que não dizem respeito exatamente ao objeto dessa investigação”, afirmou.
Felipe Monteiro também afastou a possibilidade de motivação política ou perseguição contra o deputado eleito. Segundo ele, a investigação trata de crimes que teriam sido praticados de maneira reiterada, e não de uma apuração relacionada às denúncias de supostos toques de recolher.
“O que está mostrado aqui é a prática de uma série reiterada de crimes. A gente fez questão de trazer os crimes em que ele está envolvido, como extorsão, e mostrar esses eventos narrativos equivocados para que não tenha nenhuma dúvida do que é que a gente está combatendo e do que é que a Polícia Civil foi atrás”, declarou.
Segundo o delegado-geral, os fatos que chegaram ao conhecimento da polícia mais recentemente apontam para a continuidade das condutas e o surgimento de novas vítimas.
“Os fatos que apareceram no passado foram tratados devidamente no passado e os responsáveis foram responsabilizados. Mas o que aconteceu depois, e Jorge deixou muito claro aqui, mostrando, é que os fatos do passado nunca ficaram no passado. Eles continuaram sendo praticados de forma reiterada, com novas vítimas”, afirmou.
Questionado sobre possíveis consequências da prisão e da investigação para a diplomação de Emerson Freitas, Felipe Monteiro explicou que a atuação da Polícia Civil se limita à apuração criminal, mas que os fatos podem ter desdobramentos em outras esferas.
Judiciário
Durante a coletiva, Jorge Pinto afirmou que a investigação não identificou participação de magistrados ou integrantes do Ministério Público em qualquer esquema de corrupção. “De forma absolutamente segura, nós tivemos todo o cuidado em checar essas informações. Fizemos o levantamento de todos os processos criminais em curso e já arquivados e não constatamos qualquer tipo de irregularidade”, afirmou.
O delegado acrescentou que alguns dos processos citados tiveram andamento regular e resultaram em condenações. Segundo ele, a análise não apontou interferência indevida por parte de integrantes do Judiciário.
Jorge Pinto também explicou os procedimentos adotados para cumprir o mandado de prisão preventiva, expedido em 29 de outubro, contra Emerson. Ainda de acordo com o delegado, a medida foi solicitada à Justiça diante do risco de reiteração criminosa, considerando a existência de uma investigação anterior, de 2023, e a continuidade das práticas nos anos de 2024 e 2025.
Após tentativas de localizar o investigado nos endereços que costumava informar como domicílio, a Polícia Civil solicitou um mandado de busca domiciliar. O delegado rebateu questionamentos sobre o cumprimento da ordem em um imóvel que seria de um terceiro.
“Essa casa até poderia ser de terceiro, mas o próprio réu teria fornecido voluntariamente uma declaração de próprio punho onde apontava esse endereço como sendo seu local de domicílio. Então, a polícia não entrou na casa de ninguém sem levantamento de informações, havendo indicativos concretos de que lá ele pudesse se encontrar”, afirmou.
O delegado também negou que o investigado tenha sido impedido de acessar os elementos da investigação ou que tenha sofrido cerceamento de defesa. Segundo ele, três advogados foram constituídos ao longo do procedimento e os dois primeiros tiveram acesso integral ao material documentado no inquérito.
Jorge Pinto afirmou que o terceiro advogado também recebeu acesso aos autos antes do interrogatório de Emerson. Além disso, os dados brutos extraídos dos aparelhos celulares foram disponibilizados à defesa e continuam acessíveis para consulta.
Sobre o conhecimento do mandado de prisão, o delegado afirmou que a ordem estava inserida no Banco Nacional de Mandados de Prisão, o que tornou pública a informação e permitiu sua rápida circulação em grupos de mensagens e redes sociais.
A prefeita de Olinda, Mirella Almeida, iniciou mudanças na composição do primeiro escalão da gestão municipal. As primeiras alterações envolvem as secretarias de Fazenda e de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Cynthia Ramos assume a pasta da Fazenda, enquanto Maria do Socorro Sá Rodrigues Gonçalves passa a comandar a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.
As mudanças fazem parte de um processo de reorganização administrativa que terá continuidade nos próximos dias, alcançando outras secretarias e cargos da estrutura municipal.
As mudanças fazem parte do planejamento da gestão para fortalecer a estrutura administrativa, aprimorar os processos internos e garantir mais eficiência na execução das políticas públicas. A proposta é integrar experiências e competências técnicas às necessidades do município, qualificando os serviços prestados à população e dando continuidade às ações prioritárias da Prefeitura de Olinda.
Depois do susto em 2022, o deputado federal Felipe Carreras (PSB) reposicionou o mandato para o interior do estado. E deu muito certo. Só tinha Sivaldo Albino (Garanhuns) o apoiando em 2022 e durante o mandato acrescentou mais 9, totalizando 10 prefeitos. Foi o deputado federal mais votado em todas as cidades governadas por eles e também em Brejo da Madre de Deus (onde foi apoiado por 3 vereadores e o deputado estadual eleito Fábio Aragão).
Das 11 cidades onde foi deputado federal majoritário, Felipe Carreras quebrou o recorde de votação para o cargo em 6 delas. Felipe não teve apoio político em 2022 em nenhum destes municípios onde foi majoritário em 2026, à exceção de Garanhuns. Isso é a demonstração de que o seu trabalho, respaldado por uma forte articulação em Brasília, chegou antes da votação e teve o reconhecimento da população.
Mantendo a disciplina que o fez quase dobrar a votação de uma eleição para a outra, Felipe Carreras não sossegou e já esteve essa semana com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin e com o ministro da saúde, Alexandre Padilha, tratando de temas de interesse dos seus municípios.
A repercussão do amplo, produtivo e democrático debate sobre o pós-eleição, ontem, na Câmara de Caruaru, que deu sequência ao primeiro evento em Olinda, três dias após a eleição presidencial de segundo turno, tem gerado efeitos positivos para envolver a sociedade pernambucana na temática.
A presidente da OAB, Ingrid Zanella, acabou de me ligar. Quer levar a instituição a um grande debate sobre o assunto, no auditório da instituição, no Recife. Muito bom a sociedade despertar. Isso é cidadania!
A sucessão da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São José do Egito promete reeditar uma disputa que marcou o início da administração do prefeito Fredson Brito. Dois anos depois de uma eleição movimentada por mudanças de apoio, desistências e rompimentos políticos, os bastidores da Casa Legislativa voltam a registrar articulações em torno de diferentes candidaturas.
Na disputa anterior, o envolvimento político de Fredson foi registrado pela imprensa regional. Em dezembro de 2024, o Blog Nill Júnior noticiou que o então prefeito eleito havia articulado uma maioria em torno do vereador Aldo da Clips, movimento que naquele momento enfraqueceu a candidatura de Albérico Tiago, parlamentar reeleito para o quarto mandato.
A composição, entretanto, não resistiu às reviravoltas dos últimos dias daquele ano. Albérico retirou sua candidatura e passou a apoiar Romerinho Dantas, enquanto Aldo desistiu para apoiar Vicente de Vevéi. O resultado foi a eleição de Romerinho, em 1º de janeiro de 2025, por sete votos contra seis.
A vitória representou uma derrota política para a composição apoiada pelo prefeito eleito e foi seguida pelo rompimento entre Fredson e Albérico, até então integrantes do mesmo grupo político.
Agora, com a aproximação do biênio 2027–2028, os nomes de Romerinho Dantas, Aldo Lima e Patrícia de Bacana voltam a movimentar as conversas sobre o comando do Legislativo municipal.
Segundo relatos de bastidores, Fredson também estaria acompanhando as articulações da nova sucessão, desta vez com menor exposição pública. A extensão de sua participação e os apoios efetivamente definidos ainda precisam ser esclarecidos.
A disputa ocorre em um momento de maior projeção regional do prefeito, que coordenou a campanha de Raquel Lyra no Pajeú e passou a ter seu nome associado a outras articulações políticas, incluindo a sucessão no CIMPAJEÚ.
O cenário coloca novamente em evidência uma questão que acompanha a política de São José do Egito: até onde vai a influência do Executivo na escolha de quem preside um Legislativo constitucionalmente independente?
A resposta dependerá das alianças que se consolidarem nas próximas semanas. A experiência de 2024, contudo, deixou uma lição: no xadrez político egipciense, maiorias anunciadas nem sempre são maiorias confirmadas nas urnas.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Caruaru, vereador Jorge Quintino (Podemos), também fez uma avaliação positiva da palestra ministrada por mim, ontem, na Casa Legislativa, sobre o cenário político brasileiro após as eleições presidenciais. O parlamentar acompanhou o debate, promovido por iniciativa do presidente da Câmara, Bruno Lambreta (PSDB), que reuniu vereadores, secretários municipais, advogados, radialistas e lideranças políticas. Segundo Quintino, o debate pós-eleição deveria ser levado a todas as casas legislativas do Estado. Confira!
O ex-prefeito de Caruaru, Tony Gel (PSB), saiu encantado, ontem, da Câmara de Vereadores do município, com a palestra que proferi sobre a leitura do resultado das eleições presidenciais, seguida de um amplo debate, no qual ele e o filho Toninho Rodrigues, empresário, deram importantes contribuições para o debate pegar fogo. Veja nesta vídeo o que ele falou sobre o evento!
O presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, vereador Luciano Pacheco (MDB), enviou, há pouco, ao blog, um vídeo convocando os servidores do município para o protesto que acontecerá, hoje, às 10h, em frente ao Sassepe, contra a interrupção dos atendimentos no hospital Memorial Arcoverde. Confira!
Acabou, há pouco, na Câmara de Vereadores de Caruaru, um debate espetacular sobre o Brasil que saiu das urnas nas eleições de 2026. A convite do presidente da Casa, Bruno Lambreta (PSDB), fiz, nesta noite, uma leitura do resultado eleitoral, da surpreendente virada do presidente Lula (PT) no segundo turno e do novo desenho político que começa a se formar no País.
Foi uma noite de muito diálogo, troca de ideias e participação. Levei ao plenário algumas das questões essenciais para entender o atual momento político: como ficou a composição do Congresso, quais partidos saíram fortalecidos das urnas e, principalmente, como será a relação de Lula com um Legislativo de perfil mais conservador e de centro-direita. O debate de Caruaru deu sequência à discussão que iniciei recentemente na Câmara de Olinda.
Com o secretário de Articulação Política, Osmarino Lamartine; o secretário-executivo de Articulação Política, Pedro Moura; e o secretário-executivo Daniel SantosCom o secretário de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal, Fagner dos Animais, e o primeiro vice-presidente da Câmara de Caruaru, Professor Jorge QuintinoO ex-prefeito de Caruaru e ex-deputado federal e estadual Tony Gel (PSB) durante fala na tribuna da Câmara de Vereadores de CaruaruO amigo Cleonildo Painha, diretor-geral da Faculdade Vale do PajeúO público presente
Tive ainda a satisfação de reencontrar amigos e lideranças importantes de Caruaru e da região. Estiveram presentes Cleonildo Painha, diretor-geral da Faculdade Vale do Pajeú; o ex-prefeito de Caruaru e ex-deputado federal e estadual Tony Gel (PSB); o secretário de Articulação Política, Osmarino Lamartine; o secretário-executivo de Articulação Política, Pedro Moura; o secretário-executivo Daniel Santos; o secretário de Sustentabilidade e Bem-Estar Animal, Fagner dos Animais; o primeiro vice-presidente da Câmara, Professor Jorge Quintino (Podemos); e o ex-vereador Allyson da Farmácia.