Já estou a caminho da agora verdadeiramente minha Triunfo, a cidade mais bela do Sertão nordestino, para receber logo mais, em sessão na Câmara de Vereadores, as 19 horas, o título de Cidadão Honorário.
Meu amor por Triunfo começou na adolescência. Morando em Afogados da Ingazeira, subia a serra da cidade do frio em cima de um caminhão para jogar bola. Meu pai não deixava. Morria de medo de um acidente. Naquela época, a serra mais perigosa do que hoje. Era de chão batido, cheia de buraco e curvas assombrosas.
Leia maisEu dizia ao velho que ia na boleia, mas não era verdade. Agarrada num terço, mamãe ficava contando as horas para ver o caminhão cheio de “aborrecentes” adentrar na rua que morávamos de volta. Eu era lateral direito do time. Marcelo, meu irmão, centroavante. Triunfo, mais tarde, virou meu refúgio de turismo, relax, uma paixão sem limites.
Meu título, por insistência dos amigos Rogério Mota, embaixador triunfense, e João Batista, ex-prefeito do município, de tanto lerem meus textos propagando a cidade, foi, finalmente, apresentado pelo vereador José Carlos Solon (Podemos), aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal.
Já sou cidadão honorário de 82 municípios pernambucanos, inclusive Recife, o que me honra muito e dignifica meus serviços prestados como jornalista e comunicador. Mas ser filho na pia batismal triunfense é uma emoção inigualável para o meu sofrido coração.
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