Eu sou um cara intelijumentsky

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Dizer que Pindorama está em guerra é redundância, é conjuntivite na vista. Este reino sempre foi bom de guerra, principalmente para matar seus compatriotas. No Arraial de Canudos houve a grande guerra, relatada em “Os Sertões” de Euclides da Cunha e na Guerra do Fim do Mundo, de peruano Vargas Llosa.

Anos 1896-1897, amontoados na localidade Monte Belo, depois chamada de Canudos, afugentados pela seca, pela opressão dos fazendeiros e da Igreja Católica retrógrada, milhares de sertanejos famélicos reuniram-se em torno do beato Antônio Conselheiro, na comunidade de Monte Belo, depois chamada de Canudos, nos grotões de Bahia. Plantavam milho e feijão, as mulheres catavam piolho nos meninos e de noite faziam os maridos gemer sem sentir dor. Mas, cometiam grandes pecados: não pagavam impostos, não assistiam às Missas, ignoravam as leis da nascente República.  Disseram que os beatos ameaçavam a estabilidade democrática da República.

Petrolina - Destino

Antonio Campos expressou, em nota, solidariedade a Danilo Cabral — que deixou hoje o comando da Sudene após pressão política de lideranças cearenses — e detalhou as medidas que pretende adotar para assegurar a retomada do trecho Salgueiro–Suape da Ferrovia Transnordestina. Confira na íntegra:

Nota de solidariedade
1. O Presidente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE, Sr. Danilo Cabral, deixou o cargo. Nossa solidariedade.

Ipojuca - No Zap

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Na Antiguidade, Sansão era um juiz dos hebreus e tinha fama de ser dotado de uma força descomunal. Era seu dote divino. Sansão também era um grande pegador de fêmeas do sexo feminino. Naquele tempo só havia dois sexos: as mulheres femininas e os marmanjos masculinos. O sexo biflex, triflex e sexo ambivalente foram inventados pela caterva vermelha como parte da ideologia de gênero.

Dalila era uma mulher do reino dos filisteus. Ela era belíssima, mas também era traíra. Com base numa emenda secreta, o rei dos filisteus fez um contrato milionário com Dalila, sem licitação para desvendar o mistério da força descomunal de Sansão. Depois de um trabalho de espionagem, ela descobriu que a força descomunal de Sansão era um dote divino, provinha de sua formosa cabeleira.     

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico este artigo ao meu colega o gênio Castro Alves, que amaldiçoou os tiranos e os perversos

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Não existe pecado do lado de baixo da Linha do Equador. Assim está escrito no imaginário popular. Ao fazer uma trilha nessas plataformas imaginárias, o argonauta Lima Barreto foi além do Horizonte: descobriu o Império dos Bruzundangas.

Todos são livres no Império dos Bruzundangas, livres feito um Uber, ou livres feito um táxi.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Reina a paz neste reino tropical e ninguém é perseguido, disse uma majestade do Império da Verdade. Quem disser o contrário padece de uma compreensão imprecisa da realidade, tipo um daltonismo ideológico. Os estrábicos enxergam duas realidades paralelas. Eu sou estrábico, zarolho de nascença, assim como existem analfabetos de nascença, segundo o guru vermelho. Atualmente, na minha idade provecta de 96 anos, o papaizinho enxerga dois abismos: o abismo da seita vermelha e o abismo do meteoro de trumpete. Vou pedir um adjutório ao Doutor Fox para regular os parafusos nas linhas de transmissão das minhas instalações ópticas.

Se Trump arremessar um meteoro na caixa dos peitos do ditador Nicolas Maduro e seus comparsas, a caterva vermelha dirá que ele é um homem mau e atentou contra a soberania do regime bolivariano, o regime que matou de fome, aterroriza a população e produziu 7 milhões de venezuelanos indigentes nas fronteiras.

Palmares - IPTU 2026

Por Gustavo Krause*

As nações se distinguem e se identificam pela adoção de diversos símbolos. Não importam a dimensão territorial ou tamanho de PIB. A identidade nacional está, orgulhosamente, inscrita nas bandeiras, hinos e rituais que atravessam gerações formando uma unidade indissolúvel — a nação — fortalecida por uma vontade contínua de pertencimento, “um plebiscito diário”, na inspirada definição do historiador francês, Ernest Renan (1823-1892), a quem Joaquim Nabuco dedicou o capítulo VII do livro de memórias “Minha Formação”.

No caso de monumentos ou estátuas, elas revelam muito mais do que está diante dos olhos. Puxam pela imaginação, provocam ressonâncias, carregadas de dinamismo e afetividade. Vai mais além quando ultrapassam o intelecto e o interesse estético: fazem a vida vibrar e se revelam como forças unificadoras.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Edinho Silva para a Folha de São Paulo

Novo presidente do PT argumenta que o Brasil precisa se unir para lidar com o tarifaço imposto por Donald Trump e discutir se quer ser um país dos privilégios ou da igualdade de oportunidades. Reações do governo à derrubada dos decretos sobre o IOF não são campanha “nós contra eles” e nem o presidente nem o PT, escreve, querem ampliar tensões com o Congresso.

O Brasil tem muitos desafios pela frente, mas alguns parecem especialmente relevantes para o próximo período.

Um deles, de imediato, é unir o país em torno das consequências deixadas pela aliança da família Bolsonaro e do bolsonarismo, que cada vez mais se caracteriza com o fascismo que se alastra no mundo, com o presidente dos EUA, Donald Trump. Trata-se de um casamento marcado pela inconsequência e pelas medidas irresponsáveis que geram danos para o povo brasileiro e para as instituições nacionais, agredindo a nossa soberania.

Por José Adalberto Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA — Senhores e senhoras, caldeirões e caçarolas — todos estão lembrados de quando, nas dobras de janeiro, ao receber convite para participar da posse de Donald Trump, Bolsonaro recebeu um não taxativo para viajar até Washington. Bolsonaro implorou, mas levou novo fora — a menos que quisesse viajar no lombo de burro ou de cavalo para economizar combustível. Desistiu. Preferiu economizar capim.

Também estão lembrados de quando Lady Janga, a finesse em pessoa, desafiou Elon Musk para uma briga de foice e mandou que ele roçasse as ostras. Mandou bloquear o perfil dele, que falava mal do chefão. Multas de $28,6 milhões para o X de Musk, mais multas de $8 milhões, mais multas diárias de $15 mil, mais $5 mil para fulano Beltran. Assim foi criado, alimentado e anabolizado o boi de fogo entre o governo do Brasil e o governo dos EUA.

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

No calendário de 1963-1964 o tempo era de evolução política e social. Choviam raios e temperaturas políticas nas cabeças dos homens e mulheres. Milhões de cérebros estavam fraturados nos comícios e esquinas. Miolos derretiam o perdiam o juízo na fervura dos debates.

O general-presidente Ernesto Geisel o falava para o deputado Ulysses Guimarães nos tempos da distensão: “Segure seus radicais que eu seguro os meus”.

Por Daniela Kresch
Do jornal O Público

Não, não estou bem. Não preciso mais ver filmes de guerra dos anos 40 ou 60 para saber o que é. É ruim. Não é glamouroso. Não é romântico. É aterrorizante ouvir explosões perto da sua casa e depois saber que houve mortos e feridos. Perto da sua casa.

Ontem mesmo, um prédio a menos de 1 quilômetro da minha casa foi alvejado por um míssil balístico do Irã. Quatro pessoas morreram, entre elas um casal de idosos, Yaakov e Hadassah Belo, cujo filho mora em São Paulo. Serei a próxima neste jogo de Batalha Naval?