O poder acima de qualquer poder

Por Marcelo Tognozzi
Colunista do Poder360

O país nunca viveu situação semelhante e, por isso, a dificuldade de lidar com a realidade. Estamos mergulhados na pior crise institucional da nossa História de 526 anos. O poder mudou de mãos. A democracia representativa, tal como conhecemos, perdeu o efeito prático e o governo é exercido por aqueles que não têm, nunca tiveram e não precisam de votos.

A prática cotidiana do poder nos últimos anos tem sido submissão total ao Supremo Tribunal Federal pelo Executivo e Judiciário. A governabilidade de Lula tem como fonte primária de poder não o Congresso, mas as togas do Supremo. Quando o Congresso decide contra o governo, a judicialização é a solução. Ulysses Guimarães (1916-1992) dizia não existir vazio de poder. Nele, todos os espaços são preenchidos por quem tem mais competência ou por estar no lugar certo e na hora certa. Se Executivo e Legislativo abrem mão do poder, o Supremo ocupa.

Por Gastão Cerquinha Neto*

Manter o ar das cidades limpo é um desafio crescente frente ao rápido avanço da urbanização e da industrialização. As tecnologias atuais de controle das emissões nas indústrias muitas vezes são insuficientes, fazendo atingir níveis preocupantes nos centros urbanos. A exposição contínua a essas diferentes fontes de poluição, que emitem compostos nocivos, como o ozônio e materiais particulados finos, traz graves riscos à saúde pública.

Esses poluentes penetram no sistema respiratório e causam irritação, inflamação pulmonar e estresse oxidativo, aumentando significativamente a incidência e o agravamento de doenças respiratórias crônicas e agudas, tais como asma, pneumonia e bronquite.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Por Áureo Cisneiros*

A Chapa 1 foi vitoriosa na eleição do SINPOL-PE, derrotando uma chapa que contou com forte estrutura e apoio do Governo.

O resultado das urnas deixa uma mensagem clara: os policiais civis de Pernambuco querem um sindicato independente, autônomo, combativo e verdadeiramente comprometido com a categoria.

Nossa vitória não é apenas eleitoral. É uma vitória da independência sindical, da luta e da resistência dos policiais civis que não abriram mão de defender seus direitos e sua valorização.

Agradecemos a cada policial civil que participou do processo, que acreditou na nossa proposta e que saiu de casa para votar.

Agora, passada a eleição, temos um desafio ainda maior: unir a categoria, fortalecer o SINPOL e mobilizar os policiais civis para as grandes lutas que temos pela frente, especialmente pela valorização salarial, pela implantação dos 33%, pela melhoria das condições de trabalho e pelo respeito à nossa profissão.

O SINPOL é dos policiais civis. E continuará sendo um sindicato independente e de luta!

Chapa 1 – vitória da categoria!

*Reconduzido pela 4ª vez à Presidência do SINPOL-PE.

Caruaru - Minha rua nova

Por Nickson Monteiro*

Enquanto os Policiais Penais continuam enfrentando um dos piores salários do Brasil, a situação do PCV segue sem solução e a categoria continua acumulando prejuízos, o SINPOLPEN parece estar mais preocupado com política partidária do que com as nossas reivindicações.

Falar nisso: cadê a tão falada amizade com a governadora?

O que essa proximidade trouxe de concreto para os Policiais Penais? Até agora, prejuízos e promessas não cumpridas.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O debate sobre o fim da escala 6 por 1 deixou, nos últimos dias, uma diferença cada vez mais clara entre João Campos e Raquel Lyra.

De um lado, João assumiu uma posição firme e contundente em defesa da aprovação da matéria pelo Senado. Foi às redes sociais, explicou sua posição e deixou claro que está ao lado dos trabalhadores e de uma mudança que pode representar mais qualidade de vida para milhões de brasileiros.

Do outro, mais uma vez, a governadora Raquel Lyra prefere ficar em cima do muro. Recusa-se a comentar o assunto, como se a discussão não tivesse relação com ela, com os trabalhadores de Pernambuco.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por Rinaldo Remígio*

Nas décadas de 1970 e 1980, as campanhas eleitorais, em minha singela percepção, pareciam mais pacíficas. Existiam partidos, grupos políticos e adversários, naturalmente, mas havia maior respeito nas relações. Não pretendo entrar no mérito do regime político vigente naquela época, pois o foco desta reflexão é outro: a maneira como as pessoas conviviam com as diferenças.

Não me recordo de tantos ataques, ofensas e difamações pessoais. Talvez isso também acontecesse, mas não com a intensidade e a exposição que vemos atualmente. O horário eleitoral já existia, embora tivesse outro formato e alcance, e ainda não havia as redes sociais, que hoje espalham uma informação — verdadeira ou falsa — em poucos segundos.

Palmares - Forró Mares 2026

Por Ângelo Castelo Branco*

O que mais chama atenção, uma semana depois do início da campanha eleitoral, é o silêncio das ruas do Recife. Um silêncio político que contrasta profundamente com outras eleições presidenciais.

Em campanhas passadas, Recife falava através dos carros. Os automóveis se transformavam em palanques ambulantes, cobertos de adesivos, bandeiras e manifestações explícitas de apoio aos candidatos à Presidência. Hoje, porém, as ruas parecem silenciosas. Não se veem, praticamente, adesivos de Lula. Tampouco de Flávio Bolsonaro.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Antonio Magalhães*

Os Pais da Pátria têm servido para simbolizar o papel preponderante de determinadas personalidades na formação da unidade nacional ou de sua independência. Uma visão masculina da História do Brasil. Porém, de onde eles extrairiam opiniões sensatas para tocar seus projetos e a vida em comum? Por isso quis aqui lembrar essas figuras indispensáveis, as Mães da Pátria, que deram apoio às ideias e ideais desses homens notáveis sem exercer cargos oficiais.

Longe de querer dividir este texto com feministas radicais, destaco aqui o papel importante das mulheres, não heroínas oficiais, que compartilharam com eles suas vidas com amor e companheirismo. Esposas fiéis ao casamento, às vezes numa relação com maridos infiéis, bem formadas intelectualmente, deram grande contribuição em forma de conselhos, críticas, sugestões, cuidando da administração doméstica, para que esses vultos brasileiros, hoje registrados no Panteão da Pátria, pudessem ser o que foram.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

GAZETA PERNAMBUCANA

Quando uma mulher decide por si mesma, um gesto aparentemente simples pode revelar muito mais do que aquilo que as câmeras conseguem mostrar. Treze anos depois, a cena protagonizada pela apresentadora egípcia Riham Said continua provocando uma pergunta que atravessa religiões, governos e culturas: a quem pertence o direito de decidir sobre a vida, o corpo, a consciência e a aparência de uma mulher?

O vídeo reapareceu nas redes sociais carregando uma história poderosa demais para passar despercebida. Segundo a narrativa que começou a circular, a mulher diante das câmeras seria uma jornalista afegã chamada Yasmin Qureshi que, durante um debate sobre os direitos femininos no Afeganistão, teria retirado a burca e mostrado o rosto como uma afirmação de liberdade. Era uma história pronta para emocionar. Tinha coragem, risco, opressão, uma mulher desafiando convenções e um país cuja realidade atual tornava tudo aparentemente verossímil. Existia apenas um problema, e para o jornalismo esse problema é definitivo: não foi assim que aconteceu.

A Meta informou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que retirou do ar os perfis de Renan Santos citados na decisão do ministro Dias Toffoli que restringiu parte da campanha digital do candidato do Missão à Presidência da República.

Em manifestação enviada à Corte, a empresa afirmou que tornou indisponíveis as contas e o perfil indicados na ordem judicial e que também retirou essas páginas dos sistemas de recomendação do Facebook e do Instagram. As informações são do portal G1.