Por José Edson de Moura*
Hoje, dia 7, é celebrado o primeiro centenário de nascimento de Dona Maria do Carmo Monteiro, data que convida Pernambuco a relembrar e reverenciar a trajetória de uma das mais distintas figuras humanas de sua história recente.
Filha do ex-governador Agamenon Magalhães, Dona Maria do Carmo herdou valores que nortearam toda a sua vida: dignidade, discrição, senso de dever e profundo compromisso com a família e com a sociedade pernambucana.
Ao lado de seu esposo, Armando Monteiro Filho, desempenhou papel silencioso, porém essencial, como sustentáculo humano de uma trajetória que marcou o desenvolvimento econômico do estado. Sua presença firme e serena foi decisiva no apoio às iniciativas que contribuíram para a consolidação e modernização do setor sucroalcooleiro em Pernambuco.
Inserida em uma tradição familiar que remonta a Antônio de Queiroz Monteiro, pioneiro na implantação de usinas de açúcar no estado, e do Ex. Governador de Pernambuco Agamenon Magalhães, pai de Dona Maria do Carmo, foi testemunha e partícipe de um período de grande relevância para a economia pernambucana.
Na atualidade, esse legado encontra continuidade na atuação de Eduardo Monteiro (filho de Dona Maria do Carmo Monteiro) que, à frente do grupo EQM, mantém viva a tradição de contribuição ao desenvolvimento regional, expandindo suas atividades para além do setor sucroenergético, inclusive no campo da comunicação, com a Folha de Pernambuco.
As celebrações em homenagem ao centenário de Dona Maria do Carmo Monteiro contaram com missa solene e momentos comemorativos que reuniram familiares, amigos e representantes da sociedade, em reconhecimento à sua vida exemplar.
Mais do que uma data simbólica, o centenário de Dona Maria do Carmo representa a reafirmação de valores que permanecem atuais: a força da família, a elegância no agir e a contribuição silenciosa, porém duradoura, para o progresso de Pernambuco.
*Médico

















