De bigu com a modernidade

Vem aí um novo Chevrolet – A fábrica da General Motors em Gravataí, no Rio Grande do Sul, vai receber R$ 1,2 bilhão para a modernização da linha de montagem. O dinheiro servirá para a renovação da dupla Onix e Onix Plus e a chegada de um novo modelo, em 2026 – em um segmento, segundo o presidente da GM na América do Sul, Santiago Chamorro, “inédito”. Esta é uma das ações da primeira fase do pacote de R$ 7 bilhões que serão aplicados de 2024 a 2028, marcando o período de maior transformação da empresa no Brasil. Já há, claro, muitas especulações: esse terceiro modelo de Gravataí, conhecido como Projeto Carbon, seria um SUV compacto abaixo do Tracker, com desenvolvimento 100% brasileiro. Virá para concorrer com Fiat Pulse e Renault Kardian. Este novo carro será lançado em 2026 no Brasil e posteriormente exportado para toda a América Latina. “A escolha de Gravataí é estratégica por ser uma fábrica preparada para a produção em alto volume”, explica Chamorro. A fábrica da GM em Gravataí iniciou suas atividades em 20 de julho de 2000 e já soma mais de 4,7 milhões de unidades produzidas.

Petrolina - Destino

Saiba como anda a esportiva Rampage R/T

A versão R/T da Ram Rampage, a mais potente das picapes 100% brasileiras, até chegou ao mercado no ano passado cheia de recursos – mas tinha muitos opcionais e acessórios, encarecendo-a. Agora, a linha 2024 traz de série vários equipamentos então vendidos à parte – como a iluminação ambiente em LED, bancos do motorista e do passageiro elétricos e som premium Harman Kardon de 10 alto-falantes e 360 watts de potência. E isso a deixou bem mais requintada. Este colunista testou o modelo por mais de 2 mil quilômetros, nas boas – e caras – pedageadas de São Paulo e Goiás. Veja como anda a mais esportiva também exportada para a Argentina e o Chile. O modelo, convenhamos, é muito confortável – embora tenha menos espaço físico do que as tradicionais Chevrolet S10, Toyota Hilux ou Ford Ranger. E ainda tem acabamento superior às picapes rivais. Mas a cabine tem, com certeza, o interior mais premium possível entre as concorrentes, com acabamento acima da média, semelhante ao adotado por modelos como o Commander – da qual herda, por sinal, alguns equipamentos, como os freios a disco na traseira etc.

Esta versão, para reforçar o pacote de (muito) boas conveniências, veio, por exemplo, com capota rígida elétrica – um mimo extra de R$ 12.195 que transforma a caçamba em um porta-malas inviolável, que pode ser pode ser aberta e fechada a distância. Nela, estão todos os equipamentos básicos, digamos assim, para um carro de mais de R$ 300 mil: piloto automático adaptativo, assistente de faixa, frenagem de emergência e sete airbags e controles de estabilidade e de descida e assistente de partida em rampa. O ar-condicionado é automático de duas zonas. O freio de estacionamento é eletrônico, com retenção automática, o tal do Auto Hold. O que seria opcional em outros modelos, como espelhos com rebatimento elétrico, retrovisor interno fotocrômico e até câmera de ré, são básicos em todas as versões. Sem falar dos sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, do sensor de chuva e do acendimento automático dos faróis.

Ipojuca - IPTU 2026

Os motoristas (distraídos) e as novas tecnologias

Para muitos motoristas, usar dispositivos eletrônicos que nada têm a ver com a condução do veículo é uma prática comum. Para piorar, essas ferramentas estão se tornando mais complexas e acessíveis a cada dia que passa. Telefones celulares e computadores de bordo são bons exemplos. “Usar um smartphone enquanto dirige tornou-se uma parte normal da vida cotidiana. Porém, o número de possíveis distrações nos veículos está aumentando”, diz Lucie Bakker, diretora de Sinistros da Allianz Versicherungs-AG. “Embora muitos motoristas estejam cientes do perigo, eles não transferem essa percepção para a condução do dia a dia. É isso que está no cerne do problema e pode ser fatal. A distração ao dirigir não deve ser um hábito.” Por exemplo: mais e mais pessoas estão lendo e escrevendo mensagens de texto ao volante. “O estudo da Allianz mostra que a proporção de motoristas que pegam seus smartphones para ler ou enviar um texto aumentou quase dois terços entre 2016 e 2022, de 15 para 24%”, pontua Christoph Lauterwasser, head do Allianz Center for Technology (AZT). “Esse desenvolvimento é preocupante e perigoso. Qualquer pessoa que envie mensagens de texto enquanto dirige aumenta o risco de um acidente em mais de 50%.”

Computadores de bordo – Em 2016, apenas um terço dos motoristas possuía um veículo com display central, para operar as funções de comunicação, entretenimento e conforto (computador de bordo). De lá para cá, essa proporção aumentou para quase 50%. Cerca de metade dos entrevistados no estudo da Allianz confirmou que se distrai ao operar o computador de bordo. O risco de acidentes aumenta em 44%. Algumas funções são particularmente arriscadas. Por exemplo, aqueles que abusam de uma função de direção assistida, como o sistema de assistência à faixa, para liberar as mãos do volante por períodos mais longos, têm uma chance 56% maior de sofrer um acidente. Se o rádio for operado por meio do computador de bordo, o risco quase duplica (89%).

Caruaru - Quem paga antes, paga menos

Lei Seca: número de mortes por acidentes de trânsito cai

Na quarta-feira (19), a Lei Seca completou 16 anos e o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, (Cisa) antecipou alguns indicadores relacionados aos acidentes de trânsito atribuíveis ao álcool no Brasil. “Acompanhamos com entusiasmo a queda progressiva da mortalidade por acidentes de trânsito causados pelo consumo de álcool, mas muitos brasileiros ainda bebem e dirigem. Alterações cognitivas e motoras ocorrem mesmo que não sejam percebidas pelo condutor, por isso é perigoso qualquer consumo antes de dirigir”, avalia Arthur Guerra, psiquiatra e presidente do Cisa. Entre 2010 e 2022, houve uma diminuição de 22,7% no número de mortes (de 13.911 para 10.747), especialmente entre os homens. Em relação ao ano anterior (2021), observa-se estabilidade nos números. No entanto, a faixa etária mais impactada mudou. Em 2010, os jovens adultos de 18 a 34 anos lideravam o número de óbitos. Atualmente, a população entre 35 e 54 anos é a mais afetada. Um outro indicador importante é o comportamento de dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas, monitorado desde 2011 pelo Vigitel, levantamento do Ministério da Saúde. A edição de 2023 mostra que 5,9% da população relata beber e dirigir.  Entre aqueles de 35 a 54 anos, observa-se um aumento na prevalência, de 7% em 2011 para 7,8% em 2023. 

Além disso, no mesmo período, seis capitais registraram crescimento na condução de veículos após uso de álcool: Palmas (TO), Rio de Janeiro (RJ), Boa Vista (RO), Teresina (PI), São Luís (MA) e Campo Grande (MS). Já em 19 capitais e no Distrito Federal nota-se queda, com destaque para Natal (RN), Recife (PE) e João Pessoa (PB). ”A implementação da Lei Seca estabeleceu uma importante prática, recomendada para outros países. No entanto, a legislação sozinha não muda comportamentos. São necessárias campanhas educativas, fiscalização (como blitzen) e sanções rigorosas para quem descumprir a lei, especialmente onde os indicadores são preocupantes”, alerta Mariana Thibes, doutora em sociologia e coordenadora do Cisa. 

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A interiorização dos eletrificados

As vendas de veículos leves eletrificados em maio, segundo estudo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, mostra que há um processo de interiorização da eletromobilidade no Brasil. Nos cinco primeiros meses de 2024, os municípios do interior, excluindo as 27 capitais, foram responsáveis por quase a metade (46%) dos emplacamentos de eletrificados de todas as tecnologias no período. Em números, isso significa 29.697 eletrificados emplacados fora das capitais – do total de 64.908 no acumulado nacional do ano. Detalhe significativo: os elétricos BEV e PHEV com recarga externa emplacados no interior representaram 68% (20.250) do total de eletrificados vendidos nessas cidades (29.697), de janeiro a maio. Os 32% restantes das vendas no interior no período (9.497) foram híbridos convencionais (HEV+HEV FLEX+MHEV). Destes, os híbridos flex movidos a etanol representam 44% (4.141), os híbridos a gasolina/diesel 31% (2.936) e os micro híbridos MHEV 25% (2.370).Essas proporções são aproximadamente as mesmas registradas nas capitais (e dentro da média nacional) dos últimos meses: 68% das vendas de eletrificados são veículos plug-in e 32% são não plug-in (HEV, HEV flex e micro híbridos MHEV).

Em outras palavras: o comprador do interior demonstra a mesma preferência do comprador das capitais pelos modelos tecnologicamente mais avançados (BEV e PHEV).“Esses números são muito importantes”, comemorou o presidente da ABVE, Ricardo Bastos. “Eles indicam que a eletromobilidade é um fenômeno que se dissemina de modo uniforme em diferentes regiões do país. Já não estamos mais falando de uma tendência concentrada em algumas poucas capitais do Sudeste”, acrescentou. “No final do ano passado, vimos que a eletromobilidade se expandia para o Nordeste e Centro-Oeste. Agora, ela se espalha pelas cidades do interior”.

Palmares - IPTU 2026

GWM terá carro fabricado no Brasil

E de novo os fabricantes chineses de automóveis se tornam notícia no Brasil. Desta vez, é a GWM, que anunciou o SUV Haval H6 como o primeiro veículo da marca a ganhar a nacionalidade brasileira. O utilitário esportivo vai inaugurar a linha de montagem da marca chinesa na fábrica de Iracemápolis, no interior de São Paulo. Ela entrará em operação no segundo semestre de 2024 em regime de pré-produção para ajustes de equipamentos e verificações no processo produtivo e no controle de qualidade, mas os veículos produzidos em série só chegarão às concessionárias no primeiro semestre do ano que vem. O Haval nacional terá motorização híbrida, a exemplo da versão importada vendida aqui desde o ano passado. Por falar nisso, virá ainda este mês a nova versão híbrida plug-in mais barata da marca e do modelo: serão R$ 229 mil no período de pré-venda, mas manterá o valor até 20 de junho para o lote inicial de 1.019 unidades. São apenas R$ 15 mil a mais em relação ao H6 HEV2, sendo que a novidade será um híbrido plug-in mais completo.

A GWM, aliás, está comemorando um ano de Brasil. E com algumas novidades, como a venda direta ao consumidor, com emissão de nota fiscal direta da montadora ao consumidor final. Com isso, a margem dos concessionários ficou menor. “O uso da venda direta é um dos motivos pela qual a GWM opera com preço único em todo o país, independente da localidade, frete ou demanda”, avalia Alexandre Oliveira, diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede da GWM do Brasil. A marca chinesa iniciou suas vendas no Brasil com a linha de SUVs híbridos e plug-in Haval H6 (HEV, PHEV e GT) e, desde dezembro, vende também o elétrico ORA 03 (Skin e GT). No ano passado, de abril a dezembro, a marca chinesa vendeu 10.703 unidades da linha Haval. No acumulado de 12 meses, atingiu a liderança tanto no segmento dos híbridos, com 14.407 emplacamentos, quanto no de carros premium, acima de R$ 300 mil (4.821 unidades). A meta para este ano é vender 31 mil unidades, com crescimento de 170% sobre 2023. O número de concessionárias vai passar de 70 para 120.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Versa “esportivado” custa R$ 124 mil 

A Nissan anunciou a chegada ao Brasil, vindo do México, da variante Versa SR. Ela fica abaixo da topo de linha Exclusive e se destaca pelo visual de apelo esportivo (não tem qualquer modificação técnica ou mecânica) e preço de R$ 124 mil. Nos destaques da parte estética, elementos como aerofólio sobre a tampa do porta-malas, grade frontal escurecida, emblemas ‘SR’ gravados na carroceria, retrovisores na cor preta e bancos em tecido com detalhes em laranja. A Nissan é uma das poucas marcas japonesas a crescer com vigor este ano (as demais estão estagnadas), com 3,3% de participação em 2023, pulando para 4,1%, com Versa e Sentra dobrando suas vendas nesse período no primeiro trimestre. A motorização permanece a mesma, com o 1.6 aspirado que entrega 113cv de potência e 15,3 kgfm, combinado com o câmbio CVT que simula seis marchas. A lista de equipamentos inclui carregador de celular por indução, 6 airbags, multimídia com tela de 7 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, bancos dianteiros com tecnologia Zero Gravity, apoio de braço frontal, piloto automático, visão 360º com detector de objetos em movimento (MOD), alerta de colisão frontal (FCW), assistente inteligente de frenagem (FEB), alerta de objetos no banco traseiro, entre outros.

VersãoPreço
Versa 1.6 Sense CVTR$ 110.590
Versa 1.6 Advance CVTR$ 117.990
Versa 1.6 SR CVTR$ 123.990
Versa 1.6 Exclusive CVTR$ 132.190
Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

Chevrolet S10 ganha versão WT 

A General Motors já havia mostrado à imprensa especializada as versões mais caras da Chevrolet S10, a Z71, a LTZ e a topo de linha High Country. Agora, anuncia a S10 WT (Work Truck), cujo foco é o consumidor que a usa para o trabalho pesado. Ela substitui as configurações LS e LT e está disponível com cabines simples, dupla e chassi. O que muda, basicamente, é o visual: são elementos cromados, pintura nas maçanetas, estribos laterais, rack de teto, santoantônio e nem mesmo moldura plástica nas caixas-de-roda. Dependendo do acabamento escolhido, as rodas são de ferro. Apenas a WT com câmbio automático tem rodas de liga-leve. Claro que a reestilização garantiu novas dianteira e traseira – incluindo novo para-choque, grade, capô, faróis, lanternas e tampa da caçamba (agora com a grafia Chevrolet gravada diretamente na lataria). O conjunto de propulsão é o mesmo em toda linha: um 2.8 turbodiesel atualizado, que agora gera 207cv de potência e 52kgfm de torque (ou 46,9 kgfm com câmbio manual de 6 marchas). Outra novidade é a adoção da transmissão automática de 8 marchas, substituindo a caixa de 6 posições. A tração é 4×4. Dados de fábrica indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 9,4 segundos e consumo de 11,4 km/litro na estrada e 9,5 km/litro na cidade. Confira os preços:

Versão Preço
S10 WT chassi 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 223.620
S10 WT cabine simples 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 232.710
S10 WT cabine dupla 2.8 turbodiesel 4×4 MTR$ 247.860
S10 WT cabine dupla 2.8 turbodiesel 4×4 ATR$ 268.060

E chega, enfim, o novo T-Cross 

A Volkswagen começou a revelar há meses imagens e dados do novo T-Cross, já na linha 2025. Agora, finalmente, ele já tem data para chegar às lojas: 13 de junho. O SUV ficou mais parecido visualmente com o congênere europeu e vem em três versões: a 200 TSI, a Comfortline 200 TSI e a Highline 250 TSI. Os preços variam de R$ 143 mil e R$ 176 mil, mantendo o que era cobrado na linha 2024. Também foram mantidas as opções de motor 200 TSI e 250 TSI. O primeiro é um 1.0 turbo flex de três cilindros capaz de entregar 128 cv de potência com etanol ou 116 cv com gasolina. O torque é de 20,4 kgfm. A versão topo de linha Highline é oferecida somente com o 250 TSI, o 1.4 turbo flex de quatro cilindros capaz de entregar 150cv e 25,5kgfm. 

Ambos são acompanhados sempre por uma transmissão automática de 6 velocidades. Mas as diferenças devem ser sentidas pelo consumidor na parte interna. O painel, por exemplo, ficou mais bem cuidado, mais requintado. A multimídia recebeu uma tela mais destacada no topo. O material plástico usado, de baixa qualidade, ganhou melhor textura – e tem uma charmosa costura branca. Os painéis de porta ainda receberam porções de tecido e os bancos foram redesenhados. A marca ainda oferecerá um “Pacote Dark”, com itens como teto e rodas escurecidas. O modelo também tem mais itens de segurança, como assistente de mudança de faixa, detector de ponto cego e assistente traseiro de saída de vaga. Ainda de série, para todas as versões, faróis Full LED, além de lanternas traseiras também em LED. O VW Play está disponível em todas as configurações, agora com tela semi flutuante. O mercado de SUVs, do qual o T-Cross é líder, representa mais de 45% das vendas do país.

Brasileiro se acha bom motorista. Será?

O trânsito brasileiro é complexo. As grandes cidades têm excesso de carros em circulação e, em geral, infraestrutura inadequada. Além disso, existe uma enorme variedade de tipos de veículos em circulação. A Justos realizou uma pesquisa para entender o comportamento dos brasileiros no trânsito e o estudo revela que a imensa maioria (98%) se considera bom motorista. Mas isso nem sempre é verdade, já que grande parte dos condutores também pratica atitudes consideradas perigosas na direção. As atitudes apontadas como mais importantes para definir quem são os bons motoristas foram: ser ágil e não bater, evitar multas e infrações, e reconhecer e respeitar a sinalização de rua. Dhaval Chadha, CEO e cofundador da Justos, explica que isso confirma que muitas pessoas enxergam o trânsito como uma arena de punição, onde o objetivo de dirigir com segurança fica em segundo plano. O estudo expõe também que a maioria pratica com frequência comportamentos que tornam o trânsito mais perigoso. Pelo menos 71% afirmam que com alguma frequência seguem de perto outro veículo e para 10% essa é uma prática constante na rotina no volante. Apenas 51% dos motoristas afirmam que nunca praticam manobras perigosas, como ultrapassagens arriscadas, e 27% dos respondentes assumem que nem sempre dá a preferência para pedestres e ciclistas. 

As leis de trânsito por muitas vezes são desrespeitadas: 72% dos motoristas avançam no sinal amarelo com alguma frequência, sendo que 31% assumem fazer isso às vezes e 9% constantemente. 59% assumem que ultrapassam os limites de velocidade com alguma frequência. Enquanto 38% assumem que usam o celular enquanto dirigem com alguma frequência. Além disso, 23% assumem que esquecem de usar a seta na rotatória com alguma frequência. “É essencial mudarmos essa dinâmica do trânsito punitivo. Queremos criar reforços positivos para bons comportamentos e por isso criamos um programa de recompensas que valoriza o melhor lado dos motoristas”, explica Chadha. “Com ele, queremos mostrar que é possível ter ganhos individuais enquanto se promove uma conduta que vai também gerar um importante benefício coletivo: um trânsito mais seguro.”