Empresários de Ouricuri são sequestrados e encontrados mortos em Exu

Os empresários e irmãos Edvaldo Salviano, de 41 anos, e Bio Salviano, de 48, foram encontrados mortos, ontem, na Serra do Exu, zona rural do município de Exu.  Segundo a Polícia, os homens foram sequestrados, no município de Ouricuri, no Sertão de Pernambuco, na manhã do domingo. As informações são do Diário de Pernambuco.

De acordo com informações repassadas à Polícia, os corpos estavam dentro de um veículo às margens da rodovia estadual PE-122 e apresentavam marcas de tiros. Equipes da Polícia Militar de Pernambuco realizaram o isolamento da área para os trabalhos de perícia do Instituto de Criminalística. Em seguida, os corpos foram encaminhados ao Instituto de Medicina Legal (IML).

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o caso foi registrado pela 202ª Delegacia de Exu como duplo homicídio consumado. Durante as diligências, um homem de 49 anos foi preso e autuado em flagrante por envolvimento no crime. “Após a aplicação das medidas administrativas, ele foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça”, destacou a PCPE.

O deputado federal Pedro Campos (PSB) anunciou, no último sábado, que fará uma dobradinha na eleição deste ano com o gestor governamental Ednaldo Moura, o ex-superintendente do Patrimônio da União em Pernambuco que concorrerá a uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Natural de Camaragibe, Ednaldo Moura é servidor de carreira do governo do estado e tem uma ligação muito forte com o PSB. Trabalhou na Controladoria Geral do Estado no governo Eduardo Campos e foi secretário-executivo de educação no primeiro mandato de João Campos na Prefeitura do Recife.

“Na eleição de 2026 eu terei outros apoios em Camaragibe, mas só vou pedir voto para um único candidato a deputado estadual no município e este candidato é Ednaldo Moura”, disse Pedro Campos ao participar de uma reunião com Ednaldo e membro da coordenação de campanha do pré-candidato.

Prestes a completar 100 partos e 1.000 pré-natais realizados, o Centro de Parto Normal (CPN) de Serra Talhada acaba de alcançar um importante reconhecimento nacional. O Ministério da Saúde publicou no dia 03 de julho, a Portaria GM/MS nº 11.903, que habilita oficialmente a unidade como Centro de Parto Normal Perihospitalar (CPNp), garantindo um investimento anual de R$ 1,56 milhão para o custeio dos serviços.

Para a prefeita Márcia Conrado a conquista fortalece a assistência materno-infantil no município e consolida o equipamento como referência na oferta de um atendimento humanizado, seguro e qualificado às gestantes. “Essa habilitação representa o reconhecimento de um trabalho sério, planejado e feito com muito cuidado com as mulheres de Serra Talhada e de toda a nossa região. Desde o início da nossa gestão, investimos para oferecer uma estrutura moderna, acolhedora e preparada para garantir um parto mais humanizado. Agora, além desse reconhecimento, conquistamos um recurso permanente que assegura a continuidade e o fortalecimento desse serviço tão importante para as famílias”, afirmou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Diário de Pernambuco

Motoristas de toyotas e vans de Caruaru interditaram, hoje, um trecho da PE-95, nas proximidades da entrada do distrito de Malhada de Pedra, em protesto contra a determinação do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) que proíbe o transporte de passageiros realizado por esses veículos em localidades atendidas por linhas regulares de ônibus.

Transitada em julgado desde 2020, essa medida voltou à tona após a Associação das Empresas de Transportes de Passageiros do Município de Caruaru entrar com uma ação na justiça pedindo que a Autarquia Municipal De Defesa Social, Trânsito e Transportes de Caruaru (AMC) realize, a partir de hoje, uma maior fiscalização do “transporte clandestino de passageiros”.

Com um dos aviões da rede estadual de saúde desviados para fazer o transporte VIP da governadora Raquel Lyra (PSD), o Governo de Pernambuco está tendo que recorrer a uma manobra para não deixar usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) desassistidos. A lacuna será coberta pela contratação de um serviço extra de transporte aeromédico de pacientes e de órgãos para transplante, prevista em edital de credenciamento publicado no Diário Oficial. A medida chama atenção, porém, por não prever a realização de um processo licitatório e por envolver um gasto de até R$ 10,7 milhões em cinco anos.

O edital relativo à inexigibilidade de licitação foi publicado em 29 de maio. Semanas depois, a Folha de S.Paulo revelou que um avião comprado em 2025 para transporte aeromédico tem sido usado por Raquel em agendas políticas, em um escândalo conhecido como “Aeroquel”. Em dezembro, enquanto o veículo estava à disposição da governadora em Brasília, o governo precisou alugar um táxi aéreo por R$ 100 mil para socorrer um paciente. A intenção de contratar o serviço extra agora é para garantir os atendimentos sem que seja preciso alugar aviões quando Raquel estiver usando uma das aeronaves do estado.

A projeção é de um gasto de R$ 179 mil por mês ou de R$ 2,14 milhões por ano, o que fará os valores envolvidos chegarem a R$ 10,7 milhões nos cinco anos de previsão do contrato. No último sábado (4), porém, a gestão estadual decidiu adiar a inexigibilidade de licitação por tempo indeterminado alegando “necessidade de avaliação de requisitos técnicos de contratação”. Os recursos para contratar o serviço seriam provenientes do Fundo Estadual de Saúde, o mesmo que, no ano passado, esteve envolvido em denúncias de favorecimento em repasses avalizados pela vice-governadora Priscila Krause (PSD) para o Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, que tem o marido dela como sócio.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Jornal do Commercio

Um dos principais destinos turísticos de Pernambuco e do mundo, o Arquipélago de Fernando de Noronha convive diariamente com desafios logísticos e ambientais para preservar suas belezas naturais. A coleta, o tratamento e a destinação correta dos resíduos sólidos figuram como alguns dos principais gargalos para manter o equilíbrio ambiental da ilha, reconhecida como Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO.

Para minimizar esses impactos, Noronha adota uma série de medidas, como a proibição gradual da entrada, uso e comercialização de plásticos descartáveis, a restrição à circulação de veículos movidos a combustíveis fósseis e a cobrança da Taxa de Preservação Ambiental (TPA), paga pelos visitantes. Apesar das iniciativas, o caminho percorrido pelo lixo até a destinação final é longo e passa por obstáculos.

Palmares - 147 anos

A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) apresenta, amanhã, um estudo técnico sobre o trecho Salgueiro–Porto de Suape da Ferrovia Transnordestina à Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). O documento traz dados sobre a viabilidade socioeconômica da obra e propõe governança para apoiar a coordenação entre os órgãos envolvidos no projeto.

A apresentação fortalece o diálogo junto ao Tribunal de Contas da União e integra os esforços de articulação técnica e institucional direcionados ao fortalecimento da infraestrutura regional, ampliando a competitividade do Nordeste.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A Vila Galé amplia sua presença em Pernambuco com a chegada do Vila Galé Reserva do Paiva Lifestyle Resort Hotel, Convention, SPA & Beach Club. O empreendimento, instalado no Paiva, no município de Cabo de Santo Agostinho, tem abertura prevista para o dia 15 de outubro de 2026, com inauguração oficial marcada para 31 de outubro. Com a operação do novo hotel, a rede portuguesa passa a contar com dois empreendimentos no estado, somando cerca de 600 apartamentos e mais de 1,3 mil leitos, fortalecendo Pernambuco como um dos principais destinos turísticos do país.

O hotel integra o Paiva, primeiro bairro planejado de Pernambuco. O local reúne diferenciais únicos, como 8,5 quilômetros de praias, dois parques públicos e 118 hectares de Mata Atlântica preservada, oferecendo uma combinação de natureza, infraestrutura e qualidade de vida. O hotel permaneceu fechado desde 2020 e passou por um amplo processo de revitalização e adequação aos padrões internacionais da Vila Galé.

Camaragibe - Forró da Vila

Ontem, o presidente da Federação União Progressista e pré-candidato ao Senado, deputado federal Eduardo da Fonte, entregou ao presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco, Pastor Ailton José Alves, sua Carta de Compromisso com os Cristãos de Pernambuco. O ato, realizado ao lado do deputado estadual e Evangelista Adalto Santos, simboliza a reafirmação do compromisso do parlamentar com a defesa da fé, da liberdade religiosa, da vida, da família e da dignidade humana. 

O documento reúne os principais compromissos assumidos por Eduardo da Fonte em defesa dos valores cristãos, destacando sua atuação parlamentar. “Ao longo dos meus vinte anos como deputado federal sempre atuei guiado pelos princípios cristãos. Esta carta representa um compromisso que assumo de continuar defendendo a liberdade religiosa, a família, a vida e o importante trabalho realizado pelas igrejas em favor da sociedade pernambucana”, afirmou Eduardo da Fonte.

A entrega foi acompanhada pelo ex-prefeito de Toritama e pré-candidato a deputado federal Edilson Tavares, pelo vice-presidente do Detran, Bruno Santos, e pelo presbítero da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE) Emanoel Estanislau.

Apesar de o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinar a suspensão cautelar do contrato de aproximadamente R$ 185 milhões firmado entre a Secretaria de Educação e a Cetus Construtora, o Governo Raquel Lyra deu prosseguimento à relação contratual. Um segundo termo aditivo, assinado em 30 de junho de 2026, prorrogou a vigência do Contrato nº 185/2025 por mais 12 meses, até 12 de junho de 2027, mantendo a empresa responsável pelos serviços de manutenção, recuperação e modernização de escolas da rede estadual. 

A decisão do TCE havia suspendido o contrato após apontamentos de possíveis irregularidades no processo licitatório, entre elas restrições à competitividade e questionamentos sobre a contratação milionária da Cetus. A medida cautelar motivou intensa disputa judicial e levou o governo a buscar no Tribunal de Justiça autorização para efetuar pagamentos referentes aos serviços já executados. 

O próprio termo aditivo reconhece que a formalização ocorreu em razão da “impossibilidade” de celebrar o documento antes do encerramento da vigência contratual, atribuindo essa situação diretamente à medida cautelar expedida pelo TCE no Processo TC nº 26100475-0. Apesar disso, o governo decidiu manter o contrato, conferindo eficácia retroativa ao aditivo a partir de 13 de junho de 2026 e convalidando todos os atos administrativos e pagamentos realizados desde então, amparando-se também em decisão liminar do Tribunal de Justiça de Pernambuco. 

Além da prorrogação por mais um ano, o aditivo acrescenta cláusulas de garantia dos serviços, preserva o direito da empresa a eventual reajuste contratual e determina a atualização da garantia prestada pela contratada para o novo período de vigência. O documento foi assinado pelo secretário de Educação, Gilson José Monteiro Filho, e pelo representante da Cetus Construtora em 30 de junho deste ano. 

Outro documento reforça que a Secretaria Executiva de Obras deu continuidade à execução do contrato. Em e-mail enviado à Cetus em 2 de julho de 2026, a Assessoria Jurídica solicita o envio da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) atualizada e da documentação necessária para renovação da garantia contratual, informando expressamente que a garantia deverá permanecer válida até 12 de junho de 2027. O pedido foi encaminhado logo após a assinatura do termo aditivo, indicando que o Estado passou a adotar providências administrativas para assegurar sua execução. 

A manutenção do contrato ocorre em um momento de forte escrutínio sobre a contratação da Cetus. Enquanto o TCE ainda analisa o mérito das irregularidades apontadas no processo, o Governo de Pernambuco optou por renovar o vínculo contratual e garantir sua continuidade, mantendo em vigor um contrato de R$ 185 milhões que permanece no centro de questionamentos dos órgãos de controle.