A Sala do Empreendedor de Araripina participou, na última terça-feira, do Encontro Estadual da Rede de Atendimento ao Empreendedor, realizado em Recife, e foi reconhecida com o Selo Sebrae de Referência em Atendimento, Categoria Ouro, a mais alta certificação estadual, pelo desempenho de excelência no atendimento aos empreendedores ao longo de 2025.
O encontro, promovido pelo Sebrae Pernambuco, reuniu Agentes de Desenvolvimento e Atendentes das Salas do Empreendedor de diversas regiões do estado, em um momento de integração, troca de experiências, valorização das boas práticas e reconhecimento dos serviços que se destacaram no apoio ao empreendedorismo.
Durante a programação, ocorreu a cerimônia oficial de entrega do selo, que certifica as salas a partir de critérios técnicos e metodológicos, considerando indicadores como eficiência, qualidade do atendimento, compromisso com o empreendedor e impacto das ações desenvolvidas. A conquista do Selo Ouro evidencia o trabalho consistente e qualificado realizado pela equipe da Sala do Empreendedor de Araripina.
A Sala do Empreendedor é uma iniciativa desenvolvida em parceria entre a Prefeitura Municipal de Araripina e o Sebrae, com o objetivo de apoiar microempreendedores individuais e pequenos empresários. O espaço oferece orientação, serviços de formalização e regularização, além de ações estratégicas que contribuem para o fortalecimento e o desenvolvimento da atividade empreendedora no município.
A Polícia Civil de Pernambuco confirmou formalmente a inexistência de qualquer procedimento investigativo que amparasse a chamada “Nova Missão”, operação de inteligência que levou ao monitoramento de aliados do prefeito do Recife, João Campos (PSB).
Em ofício encaminhado ao escritório Lacerda e Trindade Advogados Associados, a corporação admite que não houve registro de boletim de ocorrência, instauração de Verificação Preliminar de Informação (VPI), designação formal de delegado ou agente, nem abertura de processo administrativo ou criminal relacionado ao caso.
O documento, assinado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Pernambuco, Felipe Monteiro Costa, reconhece ainda que não foram gerados números no Sistema Eletrônico de Informações (SEI), não houve comunicação ao Judiciário e que inexiste qualquer auto ou relatório técnico formal sobre a operação. Segundo o ofício, a “missão de inteligência” foi encerrada sem confirmação de ilícitos, razão pela qual não teria havido produção de relatório final ou formalização de peças de convicção.
As informações reforçam as suspeitas de monitoramento indevido já destacadas em despacho do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou à Polícia Federal a apuração do caso. Para o ministro, há indícios de uma possível “operação clandestina” da Polícia Civil pernambucana, durante a gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), voltada ao rastreamento e ao reconhecimento facial de integrantes do entorno político de João Campos.
O caso ganhou repercussão após reportagem da TV Record revelar que, em setembro do ano passado, agentes da Polícia Civil seguiram o carro do secretário de Articulação Política e Social do Recife, Gustavo Monteiro, e de seu irmão, Eduardo Monteiro. Um equipamento rastreador teria sido instalado no veículo enquanto ele estava estacionado nas proximidades de um supermercado da capital pernambucana.
À época, a Polícia Civil afirmou que a ação foi desencadeada a partir de uma denúncia anônima sobre suposto pagamento de propina a um servidor municipal, mas que, diante da ausência de indícios, o inquérito não chegou a ser instaurado. No ofício agora divulgado, porém, a corporação reconhece que a denúncia sequer foi protocolada em sistemas oficiais, tendo sido recebida fisicamente, em envelope.
Para a Prefeitura do Recife, a confirmação da inexistência de qualquer procedimento formal comprova que a atuação dos policiais foi “ilegal, inconstitucional e imoral”. A gestão de João Campos sustenta que houve uso político da estrutura da Polícia Civil, em um contexto de disputa eleitoral antecipada, já que Campos e Raquel Lyra devem se enfrentar na eleição para o governo de Pernambuco neste ano.
No despacho que motivou a investigação da PF, Gilmar Mendes destacou que o uso de instrumentos técnicos de vigilância, sem controle judicial e com possível finalidade política, representa afronta direta a princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade e inviolabilidade da intimidade. Embora tenha afirmado que, por ora, não é possível atribuir responsabilidade direta às mais altas autoridades do Executivo estadual, o ministro ressaltou que os alvos do monitoramento integram o núcleo político do principal adversário da atual governadora.
A pesquisa do Instituto Datafolha divulgada hoje mostra que o prefeito do Recife, João Campos (PSB), venceria em primeiro turno uma eventual disputa pelo Governo de Pernambuco. O socialista teria 53,4% dos votos válidos, derrotando com larga vantagem a atual governadora (39,8%), o vereador Eduardo Moura, do Novo (5,7%), e o ex-vereador Ivan Moraes, do PSOL (1,1%).
No cenário estimulado, quando são consideradas todas as possibilidades de voto, João Campos lidera com 47% da preferência do eleitorado, também com grande margem em relação à governadora Raquel Lyra (35%). Eduardo Moura pontuou com 6%, e Ivan Moraes, com 1%. Brancos e nulos foram 10%, e não souberam ou não responderam, 2%.
Embora mostre que João Campos seria eleito em primeiro turno e que Raquel Lyra não conseguiria a reeleição, a pesquisa se aproxima de números verificados em outras sondagens encomendadas em Caruaru, que costumam dar peso maior à amostra local, onde a governadora tem melhor desempenho. Um levantamento interno vazado em setembro, por exemplo, equiparou mais de dez localidades rurais da Capital do Agreste a municípios autônomos. A pesquisa também havia sido contratada em Caruaru.
O levantamento do Datafolha aplicou 1.022 questionários entre os dias 2 e 5 de fevereiro e foi registrado com o número PE-09595/2026. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança, de 95%.
Uma das principais lideranças do PT em Pernambuco, o senador Humberto Costa afastou a possibilidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subir no palanque à reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), que tem feito gestos ao governo.
“Temos uma boa relação com a Raquel Lyra, que é boa gestora, mas também temos uma relação histórica com o PSB. A tendência é estarmos com João Campos”, afirmou. As informações são da CNN.
Um crime brutal foi desvendado pela Polícia Civil de Pernambuco, na Zona da Mata Norte do estado. O caso envolve uma disputa familiar entre um tio e um sobrinho.
Segundo a polícia, o sobrinho matou o tio, queimou um carro e carbonizou o corpo dele. As informações são do Diario de Pernambuco.
Em seguida, sequestrou a mulher do tio, exigiu a transferência de dinheiro por PIX e acabou matando essa mulher e jogando o cadáver no canavial.
Tudo isso foi descoberto pela equipe da Delegacia de Itambé, que realizou, nesta quinta (5), a Operação Heres.
Na ação, foram expedidos quatro mandados de busca e apreensão e dois de prisão. O sobrinho está foragido. O comparsa que ajudou a praticar o duplo latrocínio foi preso.
Além do duplo homicídio, a dupla é apontada como responsável pelo crime de extorsão qualificada pela restrição de liberdade da vítima. Ou seja, um sequestro.
“O crime teria sido provocado por uma dívida entre o tio e o sobrinho”, afirmou o delegado Felipe Pinheiro.
Os crimes ocorreram no dia 11 de janeiro deste ano, nos municípios de Tracunhaém e Itambé.
Um dos corpos foi encontrado carbonizado no interior de um veículo incendiado, enquanto uma mulher foi localizada sem vida em um canavial, na zona rural de Itambé.
A polícia ressaltou que os crimes foram praticados com “extrema violência”.
As investigações, coordenadas pelo delegado Felipe Pinheiro, da Delegacia de Itambé, indicam que o crime foi planejado, “demonstrando uma atuação premeditada e organizada”.
A operação contou com a participação de 25 policiais civis e foi realizada nos municípios de Carpina/PE e Campina Grande/PB, com o apoio da assessoria do Núcleo de Inteligência da Zona Norte (NIZN/DINTEL).
O secretário municipal de Defesa Social do Cabo de Santo Agostinho, coronel Julierme Veras de Moura, divulgou nota após a repercussão de levantamento do Poder360, republicado por este blog, que apontou o município na 4ª posição entre as cidades mais violentas do país em 2025, considerando o recorte de municípios com mais de 100 mil habitantes. No comunicado, o secretário argumenta que o critério utilizado altera a percepção estatística e afirma que o Cabo apresentou redução nos indicadores de violência letal em 2025, segundo dados do Observatório Municipal de Segurança Pública e da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE).
“A divulgação de dados estatísticos sobre violência letal impacta diretamente a percepção pública, a formulação de políticas e a reputação institucional dos municípios envolvidos. É o caso da relação publicada em janeiro pelo portal Poder360 e replicada por este conceituado blog na data de hoje, que aponta o município do Cabo de Santo Agostinho como quarto no ranking de cidades mais violentas, pois aplica-se o recorte dos municípios com mais de 100 mil habitantes, e esse recorte termina por modificar a percepção da realidade estatística.
Conforme registros do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), o Cabo de Santo Agostinho apresentou, em 2024, uma taxa de 73,3 homicídios por 100 mil habitantes. No entanto, dados de 2025, oriundos do Observatório Municipal de Segurança Pública do Cabo de Santo Agostinho, corroborados pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), indicam uma redução expressiva desse indicador para 64,69 homicídios por 100 mil habitantes no ano citado. Esse resultado, por si só, seria um demonstrativo de que a criminalidade violenta reduziu consideravelmente na cidade, no curto período de um ano.
Diante da matéria, procedeu-se a uma verificação direta na mesma base de dados mencionada pelo Poder360 (levando em consideração todos os municípios independentemente da quantidade de habitantes), realizando-se um comparativo objetivo das taxas de homicídio entre municípios brasileiros, com especial atenção à região Nordeste. Tal análise revela que há um número significativo de cidades com taxas substancialmente superiores à do Cabo de Santo Agostinho.
*A partir dessa verificação, observa-se o seguinte ranking decrescente de taxas de homicídio por 100 mil habitantes, considerando apenas os municípios da região Nordeste:
Varjota (CE) – 144,69
Cariré (CE) – 121,00
Itabela (BA) – 101,39
Amontada (CE) – 97,25
Maranguape (CE) – 96,33
Pres. Tancredo Neves (BA) – 84,77
Santa Cruz Cabrália (BA) – 83,87
Ilha de Itamaracá (PE) – 80,76
Maribondo (AL) – 78,74
Dias d’Ávila (BA) – 78,35
Maracanaú (CE) – 77,60
Pacatuba (CE) – 74,11
Una (BA) – 72,20
São Miguel dos Campos (AL) – 67,44
Camamu (BA) – 65,70
Ipubi (PE) – 65,57
Itambé (PE) – 65,52
Caucaia (CE) – 65,00
Cabo de Sto Agostinho (PE) – 64,69
Moreno (PE) – 62,44*
Dessa forma, sem desconsiderar a gravidade do fenômeno da violência letal e a necessidade permanente de aprimoramento das políticas públicas de segurança, o que vem sendo feito pela gestão do Prefeito Lula Cabral, é imprescindível apresentar outras realidades estatísticas, que ao final correspondam mais à realidade dos números. A ausência desses cuidados compromete a qualidade da informação, induz a conclusões equivocadas acerca da cidade e não contribui para um olhar mais acurado para identificar onde a criminalidade violenta está realmente aumentando em Pernambuco.
No Cabo de Santo Agostinho, em 2025, tivemos uma forte redução dos índices de violência letal, na ordem de 11,32% em relação ao ano anterior, e também tivemos uma redução de 21,2% nos crimes violentos contra o patrimônio e, atualmente, estamos com 350 dias sem feminicídio na nossa cidade“.
*O Coronel Julierme Veras de Moura é secretário Municipal de Defesa Social do Cabo de Santo Agostinho e Especialista em Segurança Pública pela SENASP
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) decidiu arquivar o pedido de impeachment apresentado contra a governadora Raquel Lyra (PSD). A determinação foi tomada pelo presidente da Casa, o deputado Álvaro Porto (PSDB), que acolheu integralmente o parecer nº 060/2026 da Procuradoria-Geral da Casa.
De acordo com a decisão, o pedido não atendeu aos pressupostos técnico-jurídicos de admissibilidade exigidos pela Constituição Federal e pela Lei nº 1.079/1950, que trata de crimes de responsabilidade. Com isso, o arquivamento foi definido ainda na fase preliminar do processo.
A Alepe ressaltou que a deliberação não representa análise do mérito da denúncia nem constitui juízo definitivo sobre os fatos narrados. Trata-se, segundo a Casa, de uma providência formal e jurídica, própria do controle de admissibilidade que cabe à Presidência do Legislativo estadual, com o objetivo de garantir a segurança jurídica e preservar o caráter excepcional do instrumento do impeachment.
A decisão será publicada no Diário Oficial do Estado, na edição desta sexta-feira. Confira, abaixo, a nota da Alepe na íntegra:
NOTA À IMPRENSA
A Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco informa que o Presidente da Casa, Deputado Álvaro Porto, no exercício de suas atribuições constitucionais e regimentais, acolheu integralmente o parecer n0 060/2026 exarado pela Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa, determinando o arquivamento do pedido de impeachment apresentado em face da Governadora do Estado.
A decisão, que será publicada do Diário Oficial de amanhã, foi fundada na ausência de pressupostos técnico-jurídicos de admissibilidade, conforme exigem a Constituição e a Lei nº 1.079/1950. Ressalte-se que tal deliberação não importa em análise do mérito da denúncia, nem configura qualquer juízo definitivo acerca dos fatos narrados. Trata-se de providência preliminar, de natureza formal e jurídica, inerente ao controle de admissibilidade que compete à Presidência da Assembleia Legislativa, destinada a preservar a racionalidade do processo político-constitucional, a segurança jurídica e a excepcionalidade do instituto do impeachment.
Esclarece-se, ainda, que o arquivamento do pedido não impede a apuração dos fatos narrados, seja no âmbito da própria Assembleia Legislativa, no exercício de suas competências fiscalizatórias, seja por outros órgãos de controle e fiscalização, a quem compete, nos termos da legislação vigente, a análise de eventuais irregularidades administrativas ou de outras naturezas.
Um incêndio atingiu um estabelecimento comercial no município de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, na tarde desta quinta-feira (5). O Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE) foi acionado por volta das 15h para atender a ocorrência.
O fogo ocorreu em um depósito de tecidos localizado em um edifício de quatro pavimentos. Para o atendimento, foram mobilizadas cinco viaturas, sendo três de combate a incêndio, uma de resgate, uma de salvamento e uma de comando operacional. As informações são do Diario de Pernambuco.
O advogado da deputada Socorro Pimentel (UB) enviou nota a este blog, nesta quinta-feira (5), explicando que a deputada não recebeu dinheiro algum de forma indevida do Estado. A parlamentar é líder da bancada do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e teve registrados, no Portal da Transparência, pagamentos de salários como médica efetiva da rede pública, mesmo afastada do cargo para cumprir o mandato de deputada. O acúmulo de funções ocorreu entre julho de 2024 e março de 2025.
Os registros, no entanto, são erros administrativos e todo o valor pago de forma equivocada para Socorro Pimentel foi devolvido ao erário, garantiu Raphael Souto, da equipe jurídica da parlamentar. O profissional enviou um texto explicativo a este blog e documentos que confirmam a devolução dos valores (veja os anexos).
A Secretaria de Administração do Estado (SAD), inclusive, enviou ofício à deputada hoje, informando que, em julho de 2024, o Estado realizou uma mudança no sistema de gestão de pessoas, que inclui a folha de pagamento.
“Como é comum nesse tipo de mudança, os meses após a implantação são de estabilização e ajustes. Cumpre ressaltar ainda que Vossa Senhoria foi afastada para exercício de mandato eletivo, não tendo recebido nenhum valor no período indicado, à exceção do mês de agosto de 2024 (primeiro mês após a mudança), cujos valores foram devidamente restituídos ao erário. É importante salientar que o Portal da Transparência retrata as folhas geradas mês a mês. No entanto, na época, por limitações técnicas, a funcionalidade de bloqueios e suspensões não aparecia, dando margem a interpretações equivocadas”, diz o ofício (veja anexo).
Confira o texto do advogado da deputada Socorro Pimentel:
“Embora o Portal da Transparência registre a existência de lançamentos referentes a diversos meses, apenas um único pagamento efetivo foi realizado, no ano de 2024, em razão de erro administrativo da própria Secretaria de Estado. Os demais lançamentos não se converteram em pagamentos, tendo sido bloqueados administrativamente tão logo a inconsistência foi identificada pela Secretaria, justamente para impedir a continuidade do equívoco.
Ademais, o valor mencionado na matéria corresponde a montante bruto, enquanto o que efetivamente foi depositado, uma única vez, se refere ao valor líquido, após os descontos legais obrigatórios. Não houve, portanto, recebimento reiterado, nem percepção continuada de valores, tampouco qualquer conduta dolosa ou de má-fé por parte da deputada.
Importante destacar que esse pagamento isolado ocorreu sem qualquer ciência prévia da parlamentar, permanecendo integralmente parado em conta bancária que já não era mais utilizada, por se tratar da antiga conta salário vinculada à Secretaria de Saúde do Estado. A inexistência de movimentação financeira comprova, de forma objetiva, que a deputada não tinha conhecimento da existência do crédito, circunstância que só veio a ser identificada quando da organização da documentação necessária à apresentação da Declaração Anual de Ajuste do Imposto de Renda.
Identificada a inconsistência, foram adotadas imediatamente todas as providências administrativas cabíveis, com comunicação aos órgãos competentes. Após despacho interno da própria Secretaria Estadual, o valor foi devolvido integralmente ao erário, em parcela única, por meio de DAE (Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais).
Para viabilizar esse procedimento, o saldo existente na conta da deputada foi transferido para a conta bancária deste advogado, exclusivamente com a finalidade de efetuar o pagamento do DAE correspondente, o que foi feito de forma imediata, regular e plenamente documentada, não havendo qualquer proveito pessoal ou retenção indevida de valores.”
O deputado federal Felipe Carreras acompanhou, nesta quinta-feira (5), o início das obras de pavimentação asfáltica de ruas no município de Lajedo, no Agreste pernambucano. A visita ocorreu ao lado do prefeito Erivaldo Chagas e do presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), deputado Álvaro Porto, além de vereadores e integrantes da gestão municipal. Segundo as informações divulgadas, as obras estão sendo viabilizadas por um investimento de R$ 4 milhões destinado por Carreras por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
A pavimentação deve beneficiar diversas vias do povoado de Santa Luzia, com impacto na circulação de veículos e pedestres e melhoria no acesso a serviços públicos. “Essa é uma parceria que tem compromisso com as pessoas. Cada obra que sai do papel melhora a vida de quem mora aqui, gera desenvolvimento e traz mais dignidade para o dia a dia da população”, afirmou Felipe Carreras. A presença de Álvaro Porto na agenda também foi destacada como sinal de alinhamento institucional em apoio às ações no município.