Senador sugere suspender recesso para convocar reunião sobre Venezuela

Da CNN Brasil

O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), defendeu neste sábado (3), em caso de necessidade, interromper o recesso parlamentar para debater o ataque dos Estados Unidos a Venezuela.

“Defendo, se for necessária, a convocação imediata de reuniões extraordinárias da Comissão Representativa do Congresso Nacional e da CRE [Comissão de Relações Exteriores] durante o recesso parlamentar”, disse em nota.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detalhou, na manhã deste sábado (3), os temas tratados na reunião de emergência convocada após o ataque dos EUA à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro. Segundo o ministro da Defesa, José Múcio, fronteira do Brasil com a Venezuela segue aberta, segura e “tranquila”.

“A fronteira está absolutamente tranquila. Nós já temos um contingente suficiente de homens e equipamentos para garantir segurança e dar tranquilidade. Estamos monitorando a situação o tempo todo”, declarou. As informações são do portal Metrópoles.

Toritama - Tem ritmo na saúde

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3), durante uma coletiva de imprensa, que o país norte-americano está preparado para lançar uma segunda onda de ataques contra a Venezuela, caos seja preciso.

“Nós estamos prontos para realizar um segundo — e muito maior — ataque, caso seja necessário. Então, estamos preparados para fazer uma segunda onda, se precisarmos. Nós havíamos pensado que uma segunda onda de ataque seria necessária, mas agora talvez não [seja mais]”, afirmou. As informações são do portal Metrópoles.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que os Estados Unidos vão “administrar” a Venezuela de forma interina após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro. “Nós vamos administrar o país até o momento em que pudermos, temos certeza de que haverá uma transição adequada, justa e legal. Queremos liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela”, declarou Trump em pronunciamento para detalhar a operação de captura de Maduro.

No pronunciamento, Trump também anunciou que petroleiras norte-americanas começarão a atuar em solo venezuelano. “Nossas gigantescas companhias petrolíferas dos Estados Unidos, as maiores do mundo, vão entrar, gastar bilhões de dólares, consertar a infraestrutura petrolífera que está em péssimo estado e começar a gerar lucro para o país”, disse. As informações são do portal g1.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma imagem de Nicolás Maduro vendado com óculos, de moletom e supostamente algemado, a bordo do navio USS Iwo Jima.

Trump afirmou neste sábado que ainda está decidindo sobre o futuro da Venezuela, após forças dos EUA capturarem o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na última madrugada. Trump disse ainda que Maduro e a esposa estão a caminho de Nova York, a bordo de um dos navios da Marinha norte-americana posicionados no Caribe desde o fim de 2025. As informações são do portal g1.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste sábado (3) ao The New York Times e à Fox News que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa estão a bordo do navio USS Iwo Jima, rumo a Nova York.

“Sim, eles estão em um navio do Iwo Jima”, disse Trump em uma entrevista por telefone à Fox News na manhã deste sábado (3). “Eles vão para Nova York. Os helicópteros os levaram de lá, e eles fizeram um voo agradável de helicóptero — tenho certeza de que adoraram. Mas eles mataram muita gente, lembrem-se disso”. As informações são da CNN e Reuters.

Olinda - Refis últimos dias 2025

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, retornará para Brasília neste sábado (3) em meio às discussões sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. O governo terá reunião de emergência nesta manhã no Itamaraty, na capital federal, com a participação de integrantes da diplomacia e militares.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), repudiou a ação norte-americana e afirmou, pelas redes sociais, que os Estados Unidos cometeram uma “afronta gravíssima” e ultrapassou uma “linha inaceitável”. O chefe do Executivo deve participar da reunião por videoconferência e também avalia antecipar o seu retorno para a capital federal. De recesso na Restinga da Marambaia, o presidente retornaria na terça-feira (6). As informações são da CNN Brasil.

Por Roberto Freire*

Há muito lutamos pelo fim do infame regime ditatorial de Nicolás Maduro na Venezuela. Mas sua derrubada tal como está sendo executada por intervenção direta das Forças Armadas dos EUA a mando de Donald Trump — que se imagina dono do mundo — é abusiva e viola o território e a soberania do país latino-americano, num ato que rasga com inaudita violência a Carta das Nações Unidas e tambem reduz o Direito Internacional a uma tábula rasa.

Aí está, de fato, sendo executada a nova política externa de Trump, com expressa volta da Doutrina Monroe de intervenção direta nos países dos continentes americanos com a integração de elementos clássicos do “Big Stick” ou o “Grande Porrete”. Um grave retrocesso histórico.

Entendo perfeitamente que a diplomacia deve presidir a dificeis relações entre os povos e nações, em especial, num momento difícil de conflitos e guerras espalhados por vários continentes e que estão colocando em risco a paz mundial. E não devemos esquecer o contraponto de que a agressão trumpista contra a Venezuela gera o paradoxo de também ser festejada e aplaudida pela maioria do povo venezuelano, tanto no país quanto no exílio, por ter derrubado o execrável ditador Maduro.

Brasil, e por que não, a América Latina e o mundo, aguardam o posicionamento do governo brasileiro ressaltando que o tempo é de grave preocupação para os cidadãos do mundo que prezam pela liberdade, democracia e pela paz.

*Presidente do Cidadania

O presidente da república, Luís Inácio Lula da Silva, repudiou, há pouco, o ataque de hoje dos EUA a Venezula, em suas redes sociais. Lula disse que o país norte-americano ultrapassou uma “linha inaceitável” e que os ataques representavam uma “afronta gravíssima à soberania da Venezuela”. Adiante, ele afirma que a ação “lembra os piores momentos de interferência na política da América Latina e do Caribe”.

“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.”

O presidente finalizou o texto convocando a Organização das Nações Unidas (ONU) a responder “de forma vigorosa” ao episódio e afirmou que o Brasil seguiria à disposição para o diálogo e cooperação.

O Ministério da Justiça informou que se prepara para receber um aumento de refugiados da Venezuela em território brasileiro após a ação militar dos Estados Unidos contra o país, neste sábado (3).

O governo do presidente Donald Trump realizou um ataque de grandes proporções em território venezuelano e capturou o presidente Nicolás Maduro. A operação foi confirmada pelo governo do país sul-americano. As informações são do portal g1.