Brasil na ONU: Não podemos aceitar que fins justifiquem os meios

O embaixador do Brasil na ONU, Sérgio Danese, disse durante reunião de urgência do Conselho de Segurança da ONU, que “não podemos aceitar que os fins justifiquem os meios”, ao comentar os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela.

“Não podemos aceitar o argumento de que os fins justificam os meios. Não tem legitimidade e abre a possibilidade de que os mais fortes definam o que é justo e o que não é justo. O uso da força na nossa região evoca capítulos da história que acreditávamos que estavam para trás, esse conflitos armados ameaçam a paz internacional e o princípio da não intervenção e tivemos isso no passado”, afirmou. As informações são da CNN.

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, se declarou inocente de todos os crimes dos quais é acusado em uma audiência em Nova York nesta segunda-feira (5).

“Sou um homem decente”, disse Maduro. “Sou inocente. Não sou culpado de nada que é mencionado aqui”, afirmou o ditador. As informações são da CNN.

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A Reuters informou, de forma equivocada, que a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez (MSV, esquerda), estaria na Rússia depois de os Estados Unidos divulgarem que o líder venezuelano Nicolás Maduro (PSUV, esquerda) havia sido capturado por forças norte-americanas. A reportagem e a operação militar foram divulgadas no último sábado. As informações são do portal Poder360.

“A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, está na Rússia, disseram neste sábado 4 fontes familiarizadas com seus movimentos, depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro foi detido por forças norte-americanas após um ataque ao país”, escreveu a Reuters.

Na realidade, Rodríguez permaneceu em Caracas, capital da Venezuela, e não foi alvo da operação. Depois da ação militar dos EUA, ela divulgou uma mensagem na televisão estatal, na qual afirmou que o governo venezuelano desconhece o paradeiro de Maduro e da primeira-dama Cilia Flores e exigiu que os Estados Unidos apresentem “prova de vida” imediata de ambos.

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Integrantes do governo do presidente Lula (PT) avaliam como grave e preocupante o episódio envolvendo a Venezuela por representar o uso direto da força com objetivo político na América do Sul – algo que, segundo interlocutores do Planalto, não ocorria no continente desde o século 20.

A leitura interna é de que o ponto central da crise não está no método da operação, nem no uso de tecnologia ou de algoritmos de localização associados ao regime de Nicolás Maduro, mas no precedente político e geopolítico aberto pela ação americana. As informações são do blog da Andréia Sadi.

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CNN

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, disse que quer trabalhar “junto” aos Estados Unidos em uma “agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional”.

“Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os Estados Unidos e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência”, afirmou Delcy em mensagem divulgada pelas redes sociais.

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O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reúne, hoje, em uma sessão extraordinária para tratar do ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Durante a reunião, o Brasil deve pedir a palavra para fazer um discurso. A reunião foi solicitada pela Colômbia após os Estados Unidos atacarem, na madrugada do sábado (3), diversos pontos de Caracas e capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

O Brasil não é membro permanente do conselho, mas pretende pedir a palavra para fazer um discurso, segundo fontes da diplomacia confirmaram à GloboNews. O representante do Brasil na Organização das Nações Unidas, Sérgio Danese, deve reafirmar a posição brasileira de que a ação militar da Casa Branca na Venezuela é uma afronta à soberania do país sul-americano, e às regras do direito internacional.

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O Critics Choice Awards 2026 de melhor filme internacional é do Brasil, é de “O agente secreto”. A produção dirigida por Kleber Mendonça Filho foi eleita pelos críticos americanos, que a escolheram em detrimento de “Foi apenas um acidente”, “A garota canhota”, “A única saída”, “Sirât” e “Belén: Uma história de injustiça”.

O anúncio da categoria foi feito antes da trasmissão televisiva do evento, marcada para as 21h no horário de Brasília e disponível na TV pelo canal TNT e pela HBO Max no streaming. No ano passado, “Ainda estou aqui” também foi indicado ao prêmio da mesma categoria, mas perdeu para “Emilia Pérez”. As informações são do jornal O Globo.

Os governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram hoje uma carta em que manifestam preocupação após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela para prender o presidente Nicolás Maduro.

Países rechaçaram ações dos EUA para capturar e prender Maduro. “Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil”, diz a carta. Minutos depois da publicação, a nota conjunta foi apagada do site do ministério das Relações Exteriores. Às 16h45, a nota foi republicada. As informações são do portal UOL.

Por Estadão Conteúdo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (4), que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, pagará ‘um preço alto’ se ‘não fizer a coisa certa’. “Se não fizer o que é certo, vai pagar um preço muito alto, provavelmente maior do que o de Maduro”, disse Trump à revista The Atlantic em uma breve entrevista por telefone.

Mais cedo, em entrevista à emissora americana CBS News, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo norte-americano irá trabalhar com as atuais lideranças da Venezuela se tomarem “as decisões certas”.

Do UOL

O uso de um navio para retirar o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, do país após a dupla ser capturada por militares dos Estados Unidos foi uma escolha possivelmente por segurança e um “truque” diplomático, segundo especialistas ouvidos pelo UOL.

EUA não divulgaram por que optaram pelo uso do navio para retirar Maduro da Venezuela. Após a captura, Maduro e a esposa foram levados por um helicóptero das Forças Armadas dos EUA até o USS Iwo Jima, um dos navios de guerra da Marinha dos EUA que estava posicionado no mar do Caribe desde o fim do ano passado.