Ministro de Israel chama Lula de antissemita ‘apoiador do Hamas’ e associa presidente a líder supremo do Irã

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, criticou, hoje, o presidente Lula (PT), chamou-o de antissemita “apoiador do Hamas” e o associou ao líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei. As acusações foram feitas em uma publicação em português em sua conta oficial no X. Veja abaixo:

“Agora, ele [Lula] revelou sua verdadeira face como antissemita declarado e apoiador do Hamas ao retirar o Brasil da IHRA – o organismo internacional criado para combater o antissemitismo e o ódio contra Israel – colocando o país ao lado de regimes como o Irã, que nega abertamente o Holocausto e ameaça destruir o Estado de Israel. Como Ministro da Defesa de Israel, afirmo: saberemos nos defender contra o eixo do mal do islamismo radical, mesmo sem a ajuda de Lula e seus aliados”, afirmou Katz.

O Ministério das Relações Exteriores israelense anunciou, ontem, que vai “rebaixar” as relações diplomáticas com o Brasil após o Itamaraty ter ignorado a indicação de um novo embaixador.

Jaboatão dos Guararapes - Conexão Cidadã
Petrolina - Destino

No programa de hoje, comentei a derrota do Governo na composição da CPI Mista do INSS, que começa amanhã sob controle da oposição. Em uma das maiores perdas recentes para a base aliada, o Planalto viu escapar tanto a presidência quanto a relatoria da comissão. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) foi eleito presidente por 17 votos a 14, derrotando o candidato governista Omar Aziz (PSD-AM), indicado por Davi Alcolumbre. Já a relatoria ficou com o deputado Alfredo Gaspar (UB-AL), ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, e não com o nome defendido pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.

O resultado deu à oposição o comando absoluto da CPI, que terá 32 membros e pode funcionar por até seis meses.

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Camaragibe - Refis 2025
Cabo de Santo Agostinho - Vem aí
Caruaru - Agosto Lilás
Toritama - Tem ritmo

Por Heron Cid – Mais PB

Merval Pereira, em O Globo, sobre o fim melancólico do PSDB, partido que governou duas vezes o Brasil: “Quando for escrita a história deste período, vai-se descobrir que ele foi uma fracassada tentativa de exercício do poder pelos social-democratas. O que vinha a ser esse poder, não se sabe direito. Sabe-se contudo, que o ocaso dos tucanos coincide com uma polarização pobre, pedestre e primitiva.”

Palmares - Forró Mares

Pela primeira vez desde sua fundação, em 1988, o PSDB não governará nenhum dos 26 Estados nem o Distrito Federal. O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, era o último da sigla à frente de uma unidade da Federação. Ele filiou-se, na última semana, ao PP. Os governadores Raquel Lyra (Pernambuco) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) já haviam trocado o partido pelo PSD um pouco antes neste ano de 2025. Eles haviam sido eleitos pelo PSDB em 2022.

Os tucanos chegaram a vencer em 8 Estados em 2010, seu auge. O primeiro governador tucano eleito foi Ciro Gomes (CE), em 1990. A saída do governador sul-mato-grossense não foi uma surpresa. Ele já havia sinalizado que desejava deixar o partido e estava sendo cortejado pelo PSD e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro. O PSDB teve seus melhores desempenhos nos Estados quando o PT esteve no poder, de 2003 a 2016. Soube aproveitar sua situação como oposição. Ganhou terreno em regiões mais conservadoras.

Em São Paulo, os tucanos venceram todas as eleições para o governo de 1994 até 2018. Perderam em 2022 para Tarcísio de Freitas (Republicanos), que teve o apoio de Bolsonaro. Os tucanos tiveram seus tempos de glória no fim do século 20. Governaram o Brasil por 2 mandatos, com Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Tiveram uma das maiores bancadas do Congresso Nacional e chegaram a comandar 18% das cidades brasileiras.