A queixa de Lula sobre a omissão de seu ministro na crise entre Mendonça e PF

Por Bela Megale – O GLOBO

Lula está acompanhando os desdobramentos da crise instalada entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e a Polícia Federal por causa das investigações dos desvios no INSS. No foco do imbróglio estão os inquéritos que miram Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente.

Entre as queixas de Lula está a omissão do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, na crise. O presidente disse a aliados que a atuação do ministro da Justiça estava apagada e cobrou que ele colocasse um freio de arrumação no problema. Lula deixou claro que não há ganho algum para o governo no embate entre a PF e seu chefe, Andrei Rodrigues, e um integrante do Supremo num caso envolvendo seu filho.

Sebrae - Fazer dar certo

O candidato ao governo de São Paulo pelo PT (Partido dos Trabalhadores), Fernando Haddad, comentou nesta quinta-feira (6) as recentes aberturas de três inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em conversa com jornalistas, o ex-ministro da Fazenda defendeu a investigação contra o empresário e afirmou que a resolução do caso e transparência “é fundamental”. As informações são da CNN.

“Eu acho que todos nós temos que nos colocar à disposição com transparência sobre a nossa vida pessoal. Isso é de interesse público, toda transparência é fundamental”, declarou em evento em Iguape, no litoral sul paulista.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Um dia depois de encerrar meses de procura por uma mulher para a vice com a escolha do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), o senador Flávio Bolsonaro (PL) atribuiu aos partidos que decidiram não aderir à sua candidatura a responsabilidade pelo desfecho da composição. O presidenciável afirmou nesta quinta-feira que manteve a preferência por uma mulher ao longo das negociações, mas disse que, embora os principais quadros das legendas tenham se aproximado de sua campanha, os “caciques” partidários não autorizaram as alianças.

— Todas as mulheres que foram cogitadas para serem minha vice estão do meu lado. Sem exceção. Todas elas estão participando de alguma forma dessa pré-campanha, colaborando com ideias e dando opiniões. Estou ouvindo todo mundo. Os principais quadros de todos os partidos vieram para nós. Não apenas quem estava sendo cogitado para vice. Quem não veio foram os caciques, os partidos — afirmou Flávio ao podcast Market Makers. As informações são do jornal O GLOBO.

Caruaru - Transparência 2026

O presidente de honra do Cidadania, Roberto Freire, criticou o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, realizado na noite da última terça-feira (4), na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A reunião, que também contou com o ministro Cristiano Zanin, marcou uma tentativa de reaproximação entre Lula e Alcolumbre após meses de rompimento. Questionado sobre a conversa, o senador limitou-se a dizer que o conteúdo era “segredo”.

Em publicação no X, antigo Twitter, Freire afirmou que negociações reservadas entre representantes dos Três Poderes contrariam os princípios democráticos. “Articulações políticas em jantares no lusco-fusco e com sussurros e segredos entre representantes dos Três Poderes, ao arrepio das leis e liturgias, são incompatíveis com a democracia. A independência dos Poderes exige transparência e nunca acordos de bastidores”, escreveu.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A Polícia Federal (PF) concluiu nesta quinta-feira (6/8), um novo inquérito sobre fraudes em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e indiciou seis pessoas pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações e organização criminosa. A informação foi confirmada pelo Metrópoles.

Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto; o ex-procurador-geral do órgão Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; e o ex-diretor de Benefícios André Paulo Félix Fidelis. As informações são do Metrópoles.

Segundo a investigação, o grupo é suspeito de manipular informações nos sistemas do INSS para viabilizar a concessão irregular de benefícios previdenciários em favor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). As alterações teriam permitido a liberação de aposentadorias com base em dados falsificados.

O relatório foi entregue ao ministro André Mendonça, relator do inquérito da Farra do INSS. O caso foi revelado em uma série de reportagens do Metrópoles.

De acordo com os investigadores, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) alertou a PF sobre a saída de R$ 26.457.531,95 das contas da confederação para 15 pessoas físicas e jurídicas ligadas aos setores de turismo, alimentação e eventos, além de federações estaduais vinculadas à Contag.

O que chamou a atenção foi o fato de as movimentações terem sido realizadas de forma fracionada, em uma suposta tentativa de dificultar o rastreamento dos recursos. Ainda assim, o modus operandi despertou suspeitas no Coaf, que acionou a PF. Com a entrega do relatório, caberá ao ministro André Mendonça encaminhar o caso para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Este é o segundo relatório final da PF envolvendo integrantes da cúpula do INSS. Em 14 de julho, a corporação concluiu outro relatório e indiciou 47 pessoas, entre elas o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A defesa de Anderson Gustavo Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, protocolou nesta quinta-feira (6/8), no Supremo Tribunal Federal, uma Revisão Criminal contra a condenação que lhe impôs 24 anos de prisão na Ação Penal 2.668, o processo que julgou o chamado “Núcleo 1” da trama golpista de 2022-2023. Eles pedem que o ex-ministro seja absolvido por falta de provas.

A peça, assinada pelos advogados Eumar Roberto Novacki e Raphael Vianna de Menezes, pede a distribuição por dependência ao ministro Nunes Marques, relator da revisão criminal movida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, sob o argumento de que os dois casos foram julgados com base no mesmo conjunto de provas e acusações do chamado “Núcleo 1”.

Palmares - 147 anos

Em documentos apresentados nesta quinta-feira, a defesa do candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Supremo Tribunal Federal (STF) e colocou seu material genético à disposição para a realização de um exame de DNA, como forma de rebater a acusação de estupro de vulnerável apresentada por parlamentares. No Supremo, os advogados pediram ao ministro Gilmar Mendes que a comparação genética seja realizada em até 72 horas. Gaspar nega ter cometido o crime e afirma que o teste comprovará sua inocência. As informações são do jornal O GLOBO.

As duas iniciativas buscam acelerar uma definição sobre o caso. À PGR, a defesa pediu que seja feita a comparação genética, que seja estabelecido um prazo curto para a conclusão do procedimento preliminar e que, caso seja descartado o vínculo genético e não surjam outros elementos, o caso seja arquivado. Ao STF, Gaspar autorizou o compartilhamento do material genético que já está sob guarda da Justiça e pediu que Gilmar determine a realização do exame em até 72 horas.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Houldine Nascimento – Poder360

O vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores e prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, disse nesta 4ª feira (5.ago.2026) que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, mora em “condições precárias na Espanha”. O filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é alvo de 3 inquéritos da PF, que envolvem suspeita de tráfico de influência no Planalto.

“Conheço o Fábio Lula. É uma cara que vive em condições espartanas, precárias na Espanha. Imagina, um presidente que está há 3 mandatos, se os filhos tivessem cometido ilicitudes, hoje era para esse cara estar rico”, disse em entrevista ao Poder360. Lulinha vive em Madri, capital espanhola.

Quaquá afirmou ter uma relação pessoal com o empresário e disse que o aconselhou. “Disse isso para ele: apesar de todo sofrimento que se passa com essas acusações, o que vai ficar dessa história toda após as eleições é que o Fábio Lula vive em condições médias do brasileiro e que não é um cara rico. Não se utilizou do fato de ser filho do presidente da República para enriquecer. Isso vai ficar claro no fim do processo”, declarou. Além de ser alvo dos inquéritos sobre tráfico de influência, Lulinha é suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS.

O dirigente petista reconheceu que as investigações da PF trazem desgaste para a campanha de Lula, que tentará a reeleição neste ano. “Ruído sempre cria porque, infelizmente, a política brasileira é feita na antessala das delegacias. Essa pauta falso moralista tomou conta do país. Em uma disputa eleitoral, tudo é explorado”, afirmou.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu nesta quinta-feira (6) condenar administrativamente o ministro Marco Buzzi após acusações de assédio sexual feitas por duas mulheres. Foi aplicada a pena máxima para magistrados que é a perda do cargo.

Esta é a primeira vez que o plenário do STJ pune um de seus colegas com a perda do cargo. Apesar da decisão, a expulsão definitiva do ministro depende de confirmação pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Até que isso ocorra, Buzzi permanecerá afastado das funções, mas recebendo um salário proporcional ao tempo de serviço. As informações são da CNN.

A candidata ao Senado por Pernambuco, Marília Arraes, integra a campanha nacional Vivas e Livres, uma mobilização que reúne 14 candidatas ao Senado nas Eleições 2026 em torno do compromisso de fortalecer o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra meninas e mulheres no Brasil. A iniciativa foi articulada pela ex-deputada federal Áurea Carolina, de Minas Gerais, e reúne lideranças de diferentes estados e trajetórias políticas em defesa de uma agenda comum para ampliar a proteção às mulheres.

Além de Marília Arraes e Áurea Carolina, participam da campanha Marina Silva (São Paulo), Manuela d’Ávila (Rio Grande do Sul), Benedita da Silva (Rio de Janeiro), Mônica Benício (Rio de Janeiro), Marília Campos (Minas Gerais), Anandreia Trovó (Rondônia), Eliziane Gama (Maranhão), Érika Kokay (Distrito Federal), Gizelle Freitas (Pará), Isaura Lemos (Goiás), Luizianne Lins (Ceará) e Sônia Godeiro (Rio Grande do Norte).