Na TV, Flávio Bolsonaro dedica propaganda às mulheres e Lula compara adversário a Milei

Na propaganda eleitoral gratuita dos candidatos à Presidência da República, hoje, Flávio Bolsonaro (PL) acenou ao eleitorado feminino, detalhando propostas voltadas às mulheres e exibindo o apoio de aliadas. Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou as medidas econômicas do candidato do PL e comemorou a aprovação do fim da escala 6×1. As informações são do portal G1.

Primeira a ser exibida, a propaganda de Flávio foi dedicada às propostas do “Brasil por Elas”, programa do plano de governo registrado na Justiça Eleitoral voltado às mulheres. O candidato mostrou depoimentos de mulheres demonstrando insatisfação com a economia, inflação e segurança pública no atual governo. “Lula promete, o Brasil sofre”, afirmou a campanha.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A polêmica em torno da possibilidade de as redes sociais estarem agindo de forma parcial nas eleições brasileiras é somente parte de um grande problema, que vem sendo há tempos alertado pelo presidente do Instituto Brasileiro para a Regulamentação da Inteligência Artificial (IRIA), Marcelo Senise. Mais e mais, o debate político e social se desloca do mundo real para o mundo virtual.

Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, se aproxima neste momento de Flavio Bolsonaro, do PL, e tenta reduzir a desvantagem do primeiro turno, isso vem se dando por uma presença maior nas ruas, mas também por uma presença maior nas redes sociais, terreno que era dominado pela direita. Há, porém, dois problemas aí. O primeiro: quanto Lula conseguirá de fato avanço no mundo virtual se os donos das empresas que o comandam têm todos perfis conservadores?

O Congresso Nacional promulgou, hoje, duas emendas constitucionais que tratam de direitos da classe trabalhadora: o fim da escala 6×1, com dois dias de descanso semanal remunerado, sem redução salarial, e a aposentadoria diferenciada dos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate às endemias (ACE).

O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) atuou pela aprovação das duas propostas e, como primeiro-secretário do Congresso Nacional, foi responsável pela leitura dos textos das emendas constitucionais durante a solenidade realizada no Plenário do Senado Federal. O parlamentar é coautor da PEC do fim da escala 6×1, apresentada em 2019, e tem trajetória de atuação na defesa dos direitos da classe trabalhadora.

Caruaru - Minha rua nova

Após as medidas anunciadas nos últimos dias, um verdadeiro pacote de bondades que vão impactar em R$ 300 bilhões as contas do Governo, pesquisas internas do PT já mostram a virada do petista no segundo turno das eleições presidenciais, marcadas para o próximo dia 25. Confira!

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Vera Magalhães – O Globo

Os jovens tomaram as ruas, os influenciadores de esquerda tomaram as redes, o presidente e o vice aprenderam a fazer vídeo selfie, a caneta sem tinta foi trocada por um carregamento de outras novinhas em folha do primeiro para o segundo turno, mas Lula pouco ou nada se moveu nas pesquisas.

A aproximação registrada da semana passada para esta se deveu, antes à perda de fôlego de Flávio Bolsonaro, na margem de erro, que a uma lufada de otimismo com o governo e com a perspectiva de um quarto mandato para o petista, e esses são aspectos cruciais para a virada inédita que ele precisa alcançar.

Olinda - Refis 2026

Ex-presidente nacional do PT no turbulento período do mensalão, Ricardo Berzoini acredita que o partido precisará passar por um novo planejamento após as eleições, independente de qual for o resultado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, ele analisou a disputa eleitoral, o envelhecimento do seu partido e os caminhos para o futuro e o próximo governo. “Temos que repensar o modelo de financiamento da previdência social e a questão da taxa de juros”, cravou.

Flávio abriu o segundo turno com quatro pontos a mais nas pesquisas, depois o presidente Lula encostou. Vai ser assim até o dia da eleição?

Pelo rumo das pesquisas e pelo que estou observando no cenário, em cada região, será uma vitória por 1%, no máximo 2%. Quem errar menos, leva. É o normal. Isso aconteceu com Dilma contra Aécio, em 2014. Quando tem segundo turno, quem chega na frente abre um pouco. Agora voltou a apertar.

Palmares - Creche Quilombo II

Poder360

Pesquisa PoderData/Aya, divulgada hoje, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatados, com 50% dos votos válidos cada um.

A pesquisa foi realizada de 13 a 15 de outubro, com 3.000 entrevistas e margem de erro de 1,8 ponto percentual. Parte das entrevistas já captou o impacto do fim da escala de trabalho 6×1, medida aprovada em definitivo pelo Congresso na quarta-feira. O levantamento mostra uma mudança no cenário desde o 1º turno.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Uma empresa do ramo de apostas online de propriedade do advogado Willer Tomaz pagou voos entre Portugal e França em 2025 para o candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, de acordo com uma investigação da Polícia Federal.

Willer é investigado sob a acusação de fazer repasses financeiros de dinheiro obtido em fraudes contra a Previdência no escândalo do INSS. Junto com Jorge Barbosa Dias, Willer é dono da Rede Loto, a primeira bet a conseguir uma licença de operação no país ainda em maio de 2023, emitida pelo governo fluminense. As informações são da Folha de S. Paulo.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O Brasil deve voltar ao posto de oitava maior economia do mundo em 2027, ultrapassando a Itália e a Rússia, segundo as projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) em sua base de dados atualizada.

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve alcançar US$ 2,796 trilhões no ano, ante US$ 2,772 trilhões da economia italiana e US$ 2,675 trilhões da russa. As informações são do jornal O GLOBO.

Por Simone Kafruni Houldine Nascimento – Poder 360

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT), afirmou nesta quinta-feira (15) que a reforma da Previdência aprovada em 2019 foi “até criminosa” por reduzir a renda de pensionistas e impor condições mais duras para a aposentadoria.

Em entrevista ao Poder360, ele disse que reformas na Previdência são sempre para “ferrar o trabalhador” e rejeitou a ideia de que sejam inevitáveis diante das projeções de déficit do sistema.