Lula e governadores têm um mês para realizar entregas sem risco de punição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os governadores das 27 unidades da federação têm exatos 30 dias para participar de inaugurações, fazer publicidade de obras e programas sociais ou assinar ordem de transferência voluntária de recursos para estados e municípios.

Isso ocorre porque a legislação eleitoral impõe uma série de restrições a agentes públicos nos três meses que antecedem o primeiro turno das eleições, marcado para o dia 4 de outubro. As informações são da CNN.

Caso a nova proposta de delação de Daniel Vorcaro não prospere, o dono do Master deve ser transferido da Superintendência da Polícia Federal de Brasília para um presídio comum. As informações são do portal O Globo.

Interlocutores do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça avaliam que, se houver outra recusa, Vorcaro não terá condições de permanecer na sala de Estado-Maior que ocupa hoje e irá para um presídio comum, como a Papuda, onde já ficou detido. A unidade prisional tem um esquema de segurança rígido. O contato com familiares e advogados é limitado e monitorado, além de as comunicações serem gravadas.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

O deputado federal Eduardo da Fonte (PP) é autor do Projeto de Lei 4.093/2023, que amplia o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e ao Auxílio-Inclusão para pessoas com deficiência (PCD) e pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A proposta elimina os critérios de renda familiar e de remuneração atualmente exigidos para a concessão dos benefícios.

O projeto também assegura o direito ao Auxílio-Inclusão sem limitação relacionada ao valor da remuneração recebida pelo beneficiário, incentivando a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho sem o risco de perder o apoio financeiro.

Petrolina - São João 2026

O Globo

Após dez dias de julgamento, o 2º Tribunal do Júri do Rio condenou, na madrugada de hoje, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, pelos crimes de homicídio duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo pela morte de Henry Borel. A pena total foi fixada em 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão.

Já Monique Medeiros, mãe do menino, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada pelos jurados. O Conselho de Sentença entendeu que houve negligência em sua conduta, reconhecendo a prática de homicídio culposo. Apesar disso, a juíza Elizabeth Machado Louro concedeu perdão judicial pelo crime. Monique também foi condenada por omissão em relação à tortura sofrida pelo filho. A sentença foi lida por volta de 1h da manhã.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa presidencial em São Paulo, enquanto o ex-ministro Fernando Haddad (PT) aparece a menos de oito pontos percentuais do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes. Os dados constam na pesquisa mais recente realizada pelo Instituto Badra e obtida com exclusividade pelo blog.

Na disputa pelo Planalto, Lula registra 44,2% das intenções de voto, contra 34,3% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Cabo Daciolo aparece com 2,9% e Aécio Neves, com 2,5%. Os demais candidatos não ultrapassam 2%. Outros 4,5% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 2,2% declararam voto branco ou nulo e 1,3% não souberam responder.

O levantamento também mediu a rejeição dos possíveis candidatos à Presidência da República. Flávio Bolsonaro lidera o indicador, com 33,6% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. Lula aparece em seguida, com 31,8%.

Na disputa pelo Governo de São Paulo, Tarcísio registra 36,7% das intenções de voto, seguido por Haddad, com 29%. Paulo Serra aparece em terceiro lugar, com 11,2%, enquanto Kim Kataguiri soma 8,8%. Outros 8,1% afirmaram não votar em nenhum dos candidatos apresentados, 3,2% declararam voto branco ou nulo e 3% não souberam responder.

A pesquisa também avaliou a corrida pelas duas vagas ao Senado. No primeiro cenário testado, considerando a soma do primeiro e do segundo voto, André do Prado lidera com 15,8%, seguido por Márcio França, com 15,3%. Simone Tebet registra 14,1% e Guilherme Derrite, 13,8%. Ricardo Salles aparece com 7,4% e José Aníbal, com 6,5%. Outros 12,7% afirmaram não votar em nenhum dos candidatos apresentados, 5,5% declararam voto branco ou nulo e 8,8% não souberam responder.

No segundo cenário, Simone Tebet assume a liderança, com 11,2% das intenções de voto. Em seguida aparecem André do Prado (10,4%), Guilherme Derrite (9,5%), Márcio França (7,8%), Marina Silva (7%), José Aníbal (6,1%), Paulinho da Força (4,9%) e Ricardo Salles (4,8%). Nesse cenário, 18,9% disseram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 7,9% declararam voto branco ou nulo e 11,4% não souberam responder.

Os números do Senado ganham relevância em meio às negociações para a formação dos palanques de 2026 em São Paulo. Aliados de Lula e a cúpula do PSB discutem a composição da chapa majoritária no estado, cenário em que Márcio França e Simone Tebet aparecem entre os nomes mais competitivos medidos pelo levantamento.

Para a Câmara dos Deputados, Celso Russomanno lidera com 22,5% das intenções de voto. Em seguida aparecem Ana Carolina Oliveira (12,7%), Tabata Amaral (8,9%), Baleia Rossi (8,7%), José Luiz Datena (6,7%), Delegado Palumbo (6,2%), Erika Hilton (6%), Renato Bolsonaro (4,5%), Delegado Bruno Lima (2,9%), Lucas Pavanatto (2,2%), Zé Dirceu (2,1%), Nat Boulos (1,1%) e Luna Zarattini (0,9%). Outros 7,3% afirmaram não votar em nenhum dos nomes apresentados, 3,6% declararam voto branco ou nulo e 3,7% não souberam responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de maio, com 1.500 entrevistas presenciais em 62 municípios paulistas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A amostra é composta por 53% de mulheres e 47% de homens. Em relação à faixa etária, 39% dos entrevistados têm entre 25 e 44 anos, 26% possuem de 45 a 59 anos, 25% têm 60 anos ou mais e 10% estão na faixa de 16 a 24 anos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números SP-05297/2026 e BR-05119/2026.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

Além de orientações sobre entregas antes do período eleitoral, o presidente Lula aproveitou a reunião ministerial de ontem para fazer observações a respeito da comunicação do governo.

Na parte fechada do encontro, segundo fontes do Palácio do Planalto, Lula pediu mudanças em propagandas oficiais sobre ações do governo nos estados que serão veiculadas nas próximas semanas. As informações são do portal Metrópoles.

Ao ser apresentado a vídeos sobre as propagandas que serão exibidas em São Paulo e em Minas Gerais, dois maiores colégios eleitorais do Brasil, Lula fez ao menos duas ponderações.

A primeira foi um pedido para incluir nos vídeos citações ao programa “Pé de Meia”, uma das principais novidades do terceiro mandato do petista, e a ações do governo na área de habitação.

A segunda colocação de Lula foi para que os vídeos deixem explícito que algumas das obras mencionadas nas propagandas estão sendo feitas em parceria com os governos estaduais.

Apesar dos pedidos de mudanças no material, auxiliares presidenciais ressaltam que o presidente da República aplaudiu os dois vídeos exibidos durante a reunião ministerial.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Nos últimos meses, Simone Tebet deu um cavalo de pau em sua vida. Ela deixou o Ministério do Planejamento e Orçamento, que comandava desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mudou-se de Brasília para São Paulo e trocou o MDB, partido ao qual foi filiada por três décadas, pelo PSB.

Os movimentos foram todos “acertados” previamente, como ela afirma nesta entrevista à BBC News Brasil, para disputar uma vaga no Senado por São Paulo como representante da centro-esquerda –termo que ela evita, preferindo “frente ampla” ou “campo democrático”. As informações são da Folha de S. Paulo.

Palmares - Sala lúdica

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal vai analisar no dia 16 de junho a ação penal a que ex-deputado Eduardo Bolsonaro responde por coação no curso do processo. A data foi marcada após o relator, Alexandre de Moraes, liberar o caso para julgamento. Na ocasião, os ministros vão decidir se condenam ou não o filho 03 do ex-presidente Jair Bolsonaro.

No centro do julgamento estará a denúncia da Procuradoria-Geral da República que contesta a atuação do ex-parlamentar os Estados Unidos. Segundo o Ministério Público Federal, Eduardo Bolsonaro teria trabalhado para articular sanções contra autoridades brasileiras — incluindo tarifas de exportação, suspensão de vistos e até a aplicação da Lei Magnitsky — num esforço para pressionar e intimidar o STF às vésperas do julgamento que condenou Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O governo do Brasil divulgou nesta quarta-feira (3) uma nota em que afirma discordar de maneira “profunda” das conclusões do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sobre falhas na importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

No comunicado, divulgado pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que vai recorrer a instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade para reagir a “situações de injustiça” contra o Brasil. As informações são do g1.

O comunicado do Planalto é uma resposta à investigação do escritório norte-americano que concluiu, na terça-feira (2), que 59 países, entre eles o Brasil, e a União Europeia falharam em proibir e fiscalizar a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, hoje, que não foi comunicado oficialmente pelo governo dos Estados Unidos sobre as propostas de novas tarifas comerciais a produtos brasileiros, e que pretende enviar uma nova carta a Donald Trump. As informações são do portal G1.

Ele disse que foi surpreendido pelo anúncio e que o país “não pode aceitar” o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil. “Na última reunião, quando eu estive lá […] tivemos uma conversa com o Trump de três horas, e entregamos os assuntos que o Brasil quer discutir. Na hora da relação comercial, houve uma divergência entre o meu ministro e o ministro do comércio deles, eu propus ao Trump: ‘Já que não tem acordo entre os dois ministros, vamos dar trinta dias para que eles se entendam'”.