Donos de cartórios são os profissionais que mais acumulam patrimônio

Poder360

Os titulares de cartórios são os profissionais com maior patrimônio médio, R$ 3,3 milhões. O dado vem de levantamento feito pela Receita Federal a partir do envio das declarações do Imposto de Renda da Pessoa Física entregues em 2026, referentes ao exercício do ano anterior.

Em seguida, na mesma base de comparação, estão membros do Judiciário –que incluem juízes, desembargadores e ministros – e do Ministério Público – promotores e procuradores –, com patrimônio médio de R$ 2,9 milhões.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Lideranças do agronegócio que acompanharam a audiência pública nos Estados Unidos para discutir o tarifaço sobre os produtos brasileiros ficaram bem cabreiros com a participação do candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro (RJ) no evento. Embora a grande maioria seja conservadora e tenda a votar em Flávio em outubro, a avaliação foi de que esse assunto não deveria ter sido politizado.

O objetivo da audiência pública era reunir representantes empresariais, tanto brasileiros quanto norte-americanos, para medir, do ponto de vista técnico e econômico, os efeitos do tarifaço. Para a turma do agronegócio, assim deveria ter continuado. E fizeram para o Correio Político uma comparação com o episódio em que o presidente Donald Trump ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para anular o cartão vermelho dado ao atacante dos EUA, Balogun.

Levantamento da Gerp, divulgado hoje, mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 45% das intenções de voto, contra 42% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em eventual disputa de 2º turno. Eles estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro, de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As informações são do portal Poder360.

A pesquisa entrevistou 2.000 pessoas de 3 a 7 de julho de 2026. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03067/2026. O estudo custou R$ 34.899. Foi pago pela Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Durante sabatina nesta terça-feira (7), o pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “inaceitável” a atuação do senador e também pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) em relação ao tarifaço imposto pelos EUA ao Brasil.

Em maio, Flávio se encontrou com o presidente dos EUA, Donald Trump, para uma reunião na Casa Branca. Poucos dias depois, o governo norte-americano anunciou um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros. Questionado se considerava o episódio como uma “traição à pátria”, Caiado respondeu:

“Isso [a legislação sobre traição à pátria] existe em todos os países democráticos, isso não é nenhuma regra nova, não! Isso aí, é você conspirar contra a economia do país. Tem uma legislação antidumping e não aplica”, disse. As informações são da CNN.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou uma nota nesta terça-feira (7) em que acusa mais uma vez o pré-candidato e senador Flávio Bolsonaro (PL) de traidor da pátria.

O senador Flávio Bolsonaro participou de audiência nos Estados Unidos sobre a aplicação de tarifas contra produtos brasileiros e dedicou parte do discurso a críticas contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e a ataques contra governos do presidente Lula e do PT. As informações são do g1.

Ele estava acompanhado do irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro — que mora nos Estados Unidos — e fez o pronunciamento em inglês.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O governo dos Estados Unidos classificou como “absurda” a hipótese levantada pelo Itamaraty de ação militar americana no Brasil.

Em nota à CNN, um porta-voz do Departamento de Estado americano rebateu o ofício assinado pelo chanceler Mauro Vieira e enviado à Câmara dos Deputados, em que o Itamaraty alerta para os riscos da classificação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do Comando Vermelho como organizações terroristas. As informações são da CNN.

“Os Estados Unidos estão tomando medidas decisivas, no exercício de sua própria autoridade soberana, para combater narcoterroristas”, afirmou o porta-voz.

Palmares - 147 anos

Representante do centro da frente ampla capitaneada pelo presidente Lula (PT), a ex-ministra Simone Tebet (PSB) prevê que a polarização nacional será a grande dificuldade do governo nas próximas eleições. Pré-candidata ao Senado por São Paulo, ela ressalta que a gestão tem bons números e índices para apresentar, enquanto a oposição estaria optando por um discurso de ódio com base em fake news.

“A polarização vai ser lamentavelmente nossa grande dificuldade. Nós estamos prontos para debater economia, mostrar números, aquilo em que avançamos. Foram quatro anos de reconstrução, de construir uma ponte para o futuro que queremos. O lado de lá não tem discurso, não tem projeto. A gente só vê o que foram aqueles quatro anos de terra arrasada, e eles querem entrar numa discussão que não interessa para ninguém, de retrocesso, numa pauta de costumes que não coloca comida na mesa do povo brasileiro, e que não pode ser trazida à baila num país tão diferente e diverso. Não posso ter a tese de que o Brasil, tão diferente na sua identidade, tenha que ter uma religião, um princípio, um determinado valor. Nós temos que aceitar as diferenças”, afirmou Tebet, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Sobre as principais pautas para o debate, a ex-ministra apontou a redução dos juros, a segurança pública e a mobilidade urbana. “Na economia vamos continuar avançando, fazendo medidas mais firmes para combater a inflação, que significa queda de juros. Esse é o grande desafio do futuro presidente da República. Precisamos baixar esses juros o mais rapidamente possível, dentro da autonomia do Banco Central, que a gente respeita, para que possamos ter não só comida mais barata alimentando o povo brasileiro, mas também maior poder aquisitivo das pessoas naquilo que é considerado básico. O resto é continuar avançando com as políticas públicas que já existem. A gente não precisa inventar a roda. E temos algumas pautas relevantes que fogem da economia, como a segurança pública, que deixou de ser um problema estadual, e a mobilidade urbana, a questão da integração do transporte coletivo”, completou.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A formação da chapa majoritária do ex-ministro Fernando Haddad (PT) para o Governo de São Paulo causou muitas tensões entre petistas e a cúpula do PSB. A composição foi fechada na semana passada, quando o presidente Lula (PT) reuniu os integrantes e fez o anúncio. As ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) serão candidatas ao Senado, enquanto o ex-governador e ex-ministro Márcio França (PSB) será vice. Segundo Tebet, a demora ocorreu devido a muitas especulações, mas os atores políticos acabaram não conversando antes do encontro com Lula.

“Na realidade, não é que havia nó. É que nós não tínhamos sentado coletivamente para decidir. Eu não tinha conversado com o (ex-governador) Márcio França (PSB), o Márcio não tinha conversado com a (ex-ministra) Marina Silva (Rede) e a Marina não tinha conversado comigo. Nós estávamos aguardando essa reunião, que foi chamada de última hora. O presidente chamou, falou que queria resolver logo. Sem mentira, a reunião não durou meia hora. Ele perguntou se o projeto era coletivo, nós falamos que era. Então o Haddad tem autonomia, e ele disse que já tinha conversado com cada um, que somos importantes para o projeto e se aceitaríamos a opção dele. Nós abrimos mão de qualquer intenção pessoal, porque nós precisamos de São Paulo para reeleger o presidente Lula, então somos consequência desse processo”, detalhou Tebet, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Camaragibe - Forró da Vila

A ex-ministra Simone Tebet (PSB-SP) avalia que o senador Jaques Wagner (PT-BA) demorou a entregar a liderança do Governo no Senado. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, apresentado por este blogueiro, ela avalia que o petista tem direito à ampla defesa e que deveria ter deixado o posto para não trazer o governo para o debate do caso do Banco Master.

“Primeiro, não foi o presidente (quem entregou o cargo), foi o próprio líder que decidiu isso depois de conversar com o presidente. E, a meu ver, fez tarde. Ele tinha que ter saído imediatamente, para dizer que isso não é verdade, que vai se afastar da liderança justamente para provar a inocência. Como qualquer pessoa, ele tem direito à ampla defesa, ao contraditório, seja de que lado for. Eu sou advogada, mas nós estamos falando de denúncias sérias e que precisam ser esclarecidas. Não acredito em contaminação do governo. Lamentavelmente, esse é o maior escândalo envolvendo o sistema financeiro de corrupção da história do Brasil. Não sei se um dia vai haver outro, porque agora vão ter que ter mecanismos legais fiscalizatórios para impedir essa contaminação, que é seríssima, mas não vejo essa contaminação do governo”, afirmou Tebet.

“Não vejo contaminação porque isso foi uma cria; foi mais um monstrengo da corrupção criado no governo passado. Nós estamos falando de algo arquitetado, e denúncias mostram que o ex-chefe da Casa Civil do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), junto com o dono do Banco Master, arquitetou um esquema. E, para se blindar, fez aquela história do porco: quando entra na lama, entra todo mundo, para um contaminar o outro. Fica todo mundo contaminado, que, assim, no sistema de controle de pesos e contrapesos, um não pode vigiar o outro, não pode controlar, não pode denunciar porque também está envolvido”, completou a ex-ministra, que disputará o Senado por São Paulo.

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com a ex-ministra do Planejamento e Orçamento e pré-candidata ao Senado, Simone Tebet (PSB), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!