‘Exerci o cargo com zelo e dignidade’, diz Lewandowski em carta de demissão

Em carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o pedido de exoneração do cargo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, diz que exerceu o cargo com “zelo e dignidade”. E alega que a decisão de deixar a pasta é de “caráter pessoal e familiar”.

“Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos”, escreveu. As informações são da CNN.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na manhã desta quinta e entregou sua carta de demissão. Segundo dois auxiliares do petista, ele deve deixar o cargo até esta sexta-feira, 9. A integrantes do ministério, Lewandowski já havia dito que sua intenção era ficar apenas até essa data.

Os dois falaram antes da cerimônia no Palácio do Planalto que marcou os três anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro. O ministro discursou no evento e desceu a rampa do Palácio ao lado de Lula. As informações são do jornal O GLOBO.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para abater parte da pena por meio da leitura de livros, no âmbito da execução penal em curso na Corte. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

No pedido apresentado ao STF, a defesa do ex-presidente solicita que ele seja incluído no programa de remição de pena pela leitura, previsto na Lei de Execução Penal e regulamentado por resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As informações são do jornal O GLOBO.

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A oposição apresentou um requerimento para pedir a realização ainda em janeiro de uma sessão do Congresso Nacional para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A iniciativa é da deputada Carol De Toni (PL-SC) e tem apoio de outros membros da bancada bolsonarista na Câmara e no Senado. As informações são da CNN.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou integralmente, nesta quinta-feira (8), o projeto de lei que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados por atos golpistas, inclusive pelos episódios de vandalismo de 8 de janeiro de 2023. A proposta ficou conhecida como PL da Dosimetria.

A decisão do presidente, no entanto, pode ser revista no Congresso. Os parlamentares podem manter ou derrubar o veto presidencial. Para a derrubada, são necessários 257 votos de deputados e 41 de senadores.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, hoje, a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na condução dos processos sobre os atos golpistas. Segundo Lula, a Corte “não se submeteu aos caprichos de ninguém”.

“Esse ato de hoje é uma exaltação a esse momento que estamos vivendo, de manutenção do Estado Democrático de Direito. Ao acompanhar o comportamento da Suprema Corte, que foi um comportamento magistral, e que não se submeteu aos caprichos de ninguém, e que pode permitir que quando você exerce a democracia a gente pode ver as coisas acontecerem da forma mais previsível possível”, disse.

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O gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou, hoje, um balanço que aponta que 179 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 estão presos atualmente. As informações são do portal G1.

Esse número inclui pessoas que estiveram na Praça dos Três Poderes no dia dos atos de vandalismo em Brasília e também os integrantes dos principais núcleos da trama golpista, como “crucial”, composto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados.

O balanço foi divulgado pelo STF no dia em que os atos golpistas de 8 de Janeiro completam três anos. Em 2023, apoiadores de Bolsonaro descontentes com a vitória de Lula nas eleições invadiram e depredaram as sedes dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O Palácio do Planalto e o STF vão sediar eventos sobre os atos golpistas, criticando as ações antidemocráticas e defendendo as instituições brasileiras.

Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avisaram ao Palácio do Planalto que não vão comparecer ao evento em memória do 8 de janeiro de 2023 para deixar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à vontade para anunciar o veto ao projeto de redução de penas dos condenados na ação penal do golpe.

O anúncio do veto hoje, quando o governo faz evento em defesa da democracia e contra os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, foi confirmado ao blog do Valdo Cruz pelos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

Novas mensagens em posse da Polícia Federal (PF) revelam que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, mandou entregar uma encomenda em um apartamento alugado pelo empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. As informações são do colunista Tácio Lorran, do portal Metrópoles.

Em 6 de outubro de 2024, o Careca do INSS enviou, para um de seus funcionários, o print de uma conversa com o endereço do prédio residencial em Moema, São Paulo, solicitando que fosse entregue um “medicamento” no local. Em seguida, o lobista acrescenta que a entrega deve ter o nome de Renata Moreira, esposa de Lulinha, como destinatária. A coluna teve acesso às mensagens.

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes não participará da cerimônia em memória aos 3 anos do 8 de Janeiro, promovida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), hoje, no Palácio do Planalto. Moraes está em recesso. Tampouco participa do ato no Supremo.

A ausência chama atenção. Moraes foi o relator da Ação Penal sobre tentativa de golpe de Estado e conduziu as investigações dos ataques de 8 de Janeiro. Ele votou pela condenação de todos os envolvidos na trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são do portal Poder360.