Fachin defende independência e transparência do Judiciário em mensagem de fim de ano do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Edson Fachin, afirmou, hoje, que a independência e a transparência do Judiciário são “imprescindíveis” para garantir segurança jurídica e fortalecer a democracia.

A declaração foi feita em mensagem de fim de ano. Fachin, que assumiu a presidência do STF em setembro de 2025, tem defendido medidas para ampliar a transparência e fortalecer a confiança no Judiciário. As informações são do portal G1.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido da defesa de Jair Bolsonaro e não concedeu autorização para visita do sogro do ex-presidente no hospital em que o político está internado em Brasília.

Bolsonaro está em uma unidade particular de saúde da capital, onde se recupera de uma cirurgia para correção de hérnias e de procedimentos para tratar um quadro de soluços.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Mais de 46 mil presos receberam o benefício da saidinha de Natal em 2025 e deixaram os presídios para passar o fim de ano em liberdade. O número representa 6,5% dos cerca de 701 mil presos em cadeias pelo país, seja em regime fechado, semiaberto ou aberto.

Ao considerar presos em outros regimes, como a prisão domiciliar, o total de pessoas presas no Brasil chega a 937 mil, segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Caruaru - Primeiro lugar no IDEPE

Após a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicar nesta terça-feira (30) o contrato de garantia entre a União e o consórcio de bancos que foi formado para emprestar R$ 12 bilhões para socorrer a situação financeira dos Correios, a empresa recebeu o repasse de R$ 10 bilhões que eram previstos para este mês.

A confirmação foi obtida com exclusividade pelo g1.

Durante a coletiva de imprensa dos Correios de segunda-feira (29), a empresa afirmou que a expectativa era de que o recebimento do crédito de R$ 10 bilhões acontecesse até o último dia do ano (31), em função da necessidade de publicação do contrato que coloca o governo federal como avalizador do contrato de empréstimo. Os R$ 2 bilhões restantes devem ser pagos em janeiro.

Cabo de Santo Agostinho - Vem aí

Um dos campos políticos que mais cresceu na última década em disputas eleitorais – mesmo sem apresentar candidaturas competitivas – foi o chamado centrão. Ironicamente chamado de “lado sem lado”, o grupo que apoiou Jair Bolsonaro (PL) e hoje ainda figura na base do presidente Lula (PT) é quem garante a governabilidade, por vezes a um alto preço. Para o cientista político Antonio Lavareda, descobrir os rumos do centrão em 2026 é uma pergunta “instigante”.

“A resposta exata vale um milhão de dólares”, (risos). “Nós não temos uma resposta definitiva, como nada no centrão é definitivo. O centrão não é alguma coisa que tenha concretude, materialidade. Como eu digo, o centrão é uma entidade metafísica, é uma maçonaria sem loja. Ninguém jamais ouviu falar de quem é a diretoria do centrão, quem é a comissão dirigente. Não há presidente, não há o maior líder do centrão. As expressões são sempre ‘líderes do centrão’, ‘membros do centrão’, então ele é amorfo, não tem uma definição, e obviamente a marca principal dele é o pragmatismo, que por definição é contextual. Ou seja, a racionalidade se adapta às circunstâncias. E se as circunstâncias mudam, as posições mudam também. Mas acho que, a preços de hoje, se a decisão fosse nesse momento, boa parte do centrão liberará seus diretórios estaduais para apoiarem os candidatos à presidência que lhes convierem”, pontuou Lavareda, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Palmares - Natal Encantado 2025

O ano de 2026 começa praticamente dando a largada para a sucessão presidencial. E o atual ocupante da cadeira, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inicia o último ano de seu terceiro mandato com “discreto favoritismo” para a reeleição, na visão do cientista político Antonio Lavareda. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o estudioso ressaltou que o pleito ainda não está definido, mas o cenário atual seria vantajoso para o atual mandatário da República.

“Nós vamos para uma eleição no ano que vem na qual deve ser dito: hoje, Lula é o favorito, mas com ele tem um discreto favoritismo. Não é um jogo jogado, a eleição de 2026 ainda não está resolvida. Vai depender de fatores internos da própria campanha, vai depender de escândalos, se a economia vai na direção projetada, se anda de lado ou até descarrila. Não é um jogo jogado, mas o Lula começa o ano com um discreto favoritismo. Vale lembrar que das nove eleições presidenciais que nós tivemos desde 1989, quem termina o ano anterior em primeiro lugar nas pesquisas, que é como o Lula termina hoje, ganhou a eleição em seis ocasiões”, destaca Lavareda.

Olinda - Refis últimos dias 2025

“A divisão faz a força”. É com essa precisão cirúrgica que o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda define a eleição do ano que vem. Embora avalie o presidente Lula (PT) como favorito, o estudioso não vê o campo da direita desarrumado, como pregam alguns analistas políticos, e reforça o potencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), recentemente ungido como candidato do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Flávio é tão competitivo quanto seria o pai se pudesse participar da eleição. O eleitor que votaria em Jair Bolsonaro provavelmente votará em Flávio. Não vejo grandes diferenças. Essa rejeição ao Flávio diminuirá ao longo do tempo, à medida que ficar mais claro para todo o eleitorado bolsonarista que ele de fato é um candidato ungido por seu pai. Então acho que ele terá de 90% a 95% daquele segmento eleitoral que votaria no ex-presidente. Não acho que o Flávio seria inviável. O que vai definir a eleição é a rejeição ao Lula. O candidato que o enfrentar no segundo turno vai ser diretamente beneficiado por essa rejeição. Então a aprovação e rejeição do Lula hoje são as variáveis básicas para a elaboração de qualquer prognóstico que se queira estimar com relação a 2026”, detalhou Lavareda, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

A Polícia Federal concluiu nesta terça-feira (30) o depoimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e iniciou a oitiva de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília).

Após o depoimento de Costa, o próximo a ser ouvido será o diretor do BC (Banco Central), Ailton de Aquino. A PF começou nesta terça a colher presencialmente os depoimentos de envolvidos no caso Banco Master. As informações são da CNN.

A equipe médica do ex-presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (30) que ele permanece internado em cuidados pós-operatórios após ser submetido a uma nova complementação do bloqueio anestésico dos nervos frênicos.

De acordo com os médicos, Bolsonaro apresentou novos episódios de soluços, o que motivou a realização do procedimento adicional. A equipe também comunicou que o ex-presidente será submetido a uma endoscopia digestiva alta na quarta-feira (31), com o objetivo de avaliar um quadro de refluxo gastroesofágico. As informações são da CNN.

O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, afirmou que a possível candidatura do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, à Presidência da República em 2026 é, segundo ele, a que reúne melhores condições no campo político fora da polarização entre petismo e bolsonarismo. A declaração ocorre após entrevista de Leite à BBC News Brasil, na qual o governador criticou o protagonismo recorrente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições presidenciais e avaliou que a ausência de renovação de lideranças é prejudicial à democracia.

Segundo Roberto Freire, o Cidadania trabalha para consolidar o nome de Eduardo Leite como alternativa viável para a disputa presidencial, inclusive avaliando caminhos partidários caso o PSD não viabilize sua candidatura. “Precisamos deixar claro que a candidatura de Eduardo Leite é a que mais chance tem, por ser independente e não pertencer a nenhuma das facções políticas, nem lulopetista nem bolsonarista. Se não puder ser candidato pelo seu atual partido, pode vir a ser por uma federação constituída para garantir sua postulação presidencial, tudo de acordo com a legislação brasileira. Esta é a nossa atual tarefa: consolidar a candidatura de Eduardo Leite e se preparar para a campanha e a vitória”, afirmou Freire.