Brasil bate Haiti por 3×0 e vira líder do grupo

A seleção brasileira cumpriu seu papel, na noite de sexta-feira (19), e conquistou uma vitória muito tranquila sobre o Haiti. Diante de um adversário que jamais pontuou na história da Copa do Mundo, impôs sua evidente superioridade técnica para triunfar por 3 a 0, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, placar definido ainda no primeiro tempo.

Em busca de seu primeiro título mundial em 24 anos, a equipe verde-amarela de futebol busca o sucesso que os atletas do Brasil vêm obtendo no surfe, com oito dos últimos 11 troféus no circuito masculino. E foi subindo em uma prancha imaginária que Matheus Cunha celebrou as duas primeiras bolas na rede. As informações são da Folha de S. Paulo.

Jaboatão dos Guararapes - Refis 2026

O governo federal editou nesta sexta-feira (19) uma medida provisória que condiciona o registro profissional de futuros médicos à aprovação no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).

Pela nova regra, estudantes que ingressarem no curso de medicina após a publicação da MP precisarão atingir um nível mínimo de proficiência para obter inscrição nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) e exercer a profissão. As informações são do g1.

O Enamed já existe desde 2025 e era utilizado para avaliar a qualidade dos cursos de medicina e selecionar candidatos para programas de residência médica. Agora, passa a ter também a função de verificar se o formando atingiu o desempenho mínimo considerado necessário para atuar como médico.

Petrolina - São João 2026

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou nesta sexta-feira (19) que a Polícia Civil do Distrito Federal colha o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito sobre a arma de fogo apreendida em uma blitz no início da semana.

A pistola, registrada no nome de Bolsonaro, estava no carro de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que atua na segurança do ex-presidente. A arma foi apreendida por não estar acompanhada do certificado de registro. As informações são do g1.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta sexta-feira (19), decreto que prevê o bloqueio imediato de recursos financeiros de bets ilegais – empresas de apostas de quota fixa que funcionam irregularmente no mercado. Após o congelamento pelos bancos e o fim de um processo legal, o dinheiro será transferido para o Fundo Nacional de Segurança Pública, para ser utilizado no combate ao crime organizado no país.

O Decreto nº 13.033/2026 foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

De acordo com o Ministério da Fazenda, a medida foi possível com a aprovação, pelo Congresso Nacional, da Lei Antifacção. Um dos mecanismos previstos é o “perdimento de bens”. As informações são da Agência Brasil.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

Patrícia Moraes Machado – JORNAL OPÇÃO

Quem passa de carro, mesmo numa velocidade de 40 ou 60 km, às vezes não percebe uma outra Brasília. Nos canteiros centrais, com árvores e grama, moram, em pequenas barracas improvisadas, dezenas, talvez centenas, de famílias. São adultos, adolescentes e crianças. Pobres de várias partes do país, inclusive da própria capital da República. A impressão que se tem é que o governo de Celina Leão, do pP (de Ciro Nogueira), não tem um olhar, aquele que gesta dignidade, para tais pessoas. A gestora do Distrito Federal parece atribuir pouca ou nenhuma importância àqueles que, em vez de “cidadãos”, são “meros indivíduos” não assistidos pelo governo.

José Roberto Arruda, que planeja ser candidato a governador do Distrito Federal pelo PSD, tem um olhar agudo tanto para os pobres de Brasília quanto pelos moradores do Entorno do Distrito Federal. Ele pergunta: de que adianta ter uma Brasília rica cercada por vizinhos pobres, desassistidos? Arruda está atento às pessoas, ouvindo-as com mais paciência, humildade percepção.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aliados e lideranças do PT (Partido dos Trabalhadores) pressionam o senador Jaques Wagner (PT-BA) a tomar a iniciativa de deixar a liderança do governo no Senado até a semana que vem.

A avaliação é que o presidente resiste em demitir sumariamente ministros e auxiliares envolvidos em investigações, e que isso seria ainda mais difícil no caso do senador, de quem é amigo pessoal. As informações são da CNN.

Palmares - 147 anos

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

A nona fase da Operação Compliance Zero, que atingiu em cheio o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), trouxe de volta à discussão a famosa “solução Hargreaves”, muitas vezes comentada e nunca mais repetida. Em 1997, o então ministro da Casa Civil de Itamar Franco, Henrique Hargreaves, foi envolvido em denúncias na CPI do Orçamento.

Itamar resolveu afastá-lo até o fim das investigações. Hargreaves só retornou ao cargo quando não restavam mais suspeitas sobre ele. Itamar considerou que não se tratava de uma sentença antecipada de culpa, mas de uma decisão que preservava o governo da crise e fazia com que o acusado se defendesse sem usar os poderes e influência do Estado.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A operação que atingiu o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, criou um problema político para o Planalto ao atingir em cheio uma das principais narrativas do PT: a de que o caso Master seria um escândalo restrito a adversários da direita e do Centrão.

Nos bastidores do governo, a orientação desde o início do dia era clara: Jaques Wagner precisava explicar os pagamentos sob investigação e colocar o cargo à disposição para evitar que o caso contaminasse o governo e o partido.

A avaliação de integrantes do Planalto era de que o afastamento deveria ter ocorrido ainda no ano passado, justamente para impedir que a crise ganhasse novas proporções. As informações são do blog da Andréia Sadi.

Por isso, causou perplexidade a declaração de Wagner de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria lhe pedido para “ficar firme”, por considerar que ele estaria sendo alvo de perseguição. Na avaliação de auxiliares do governo, a fala vincula diretamente o presidente à decisão e dificulta a estratégia que vinha sendo construída para separar o governo da situação do senador.

A tendência agora é o PT tentar se descolar do caso e concentrar a responsabilidade na situação individual de Jaques Wagner. O cálculo político é preservar o governo e evitar que o escândalo comprometa ainda mais a agenda do Planalto.

Do lado das investigações, porém, a mensagem da Polícia Federal e do ministro André Mendonça é de que a apuração seguirá avançando. Celulares apreendidos, depoimentos e o material já coletado pelos investigadores são considerados peças centrais da investigação.

Entre investigadores e integrantes do Judiciário, a avaliação é de que o conteúdo reunido até agora ajuda a explicar tanto a pressão para enfraquecer a operação quanto a dimensão do escândalo. Nos bastidores, o caso é tratado como uma investigação de alcance suprapartidário, capaz de atingir personagens de diferentes campos políticos, da esquerda à direita.

Camaragibe - Forró da Vila

A sinalização de que o PL poderia lançar uma candidatura própria ao Governo de Pernambuco, após reunião entre o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e o dirigente estadual Anderson Ferreira, encontrou uma barreira de peso dentro do próprio partido: o senador Flávio Bolsonaro. Candidato do PL à disputa presidencial de 2026, Flávio teria deixado claro, segundo informações de bastidores, que sua preferência é pela manutenção de uma aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD), descartando a abertura de uma nova frente de disputa no Estado.

A avaliação é de que o campo político que apoia uma eventual candidatura presidencial do PL já possui em Pernambuco uma estrutura consolidada ao redor de Raquel Lyra, reunindo lideranças como a deputada federal Clarissa Tércio, os deputados federais Mendonça Filho e Coronel Meira, além do ex-ministro Gilson Machado. O lançamento de uma candidatura própria da legenda poderia fragmentar esse grupo e enfraquecer a construção de um palanque competitivo para a eleição nacional.

Vestindo uma camiseta preta com o slogan “Brasil sem medo” e cercado por forte aparato de segurança, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato à presidência da República pelo PL, apresentou nesta quinta-feira (18), em São Paulo, um plano de medidas para a segurança pública que deverão ser adotadas caso seja eleito.

É o primeiro evento do tipo feito pela pré-campanha do parlamentar, que aparece como principal nome da oposição contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas. As informações são da CNN.