Haddad reitera que não pretende disputar eleição em 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou, hoje, que não pretende se candidatar a nenhum cargo eletivo em 2026, apesar da insistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que dispute uma vaga por São Paulo. As informações são do portal Poder360.

A declaração foi feita em entrevista ao Uol News. Segundo Haddad, o tema vem sendo tratado diretamente com Lula desde a semana passada, em conversas que ele classificou como pessoais e respeitosas. “Eu disse em todas as ocasiões que não pretendia me candidatar em 2026. Isso vale para qualquer cargo”, afirmou.

Jaboatão dos Guararapes - IPTU 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só terá um mês para analisar sugestões da sociedade e de plataformas digitais antes de definir as novas regras das eleições de 2026. A mudança mais aguardada está relacionada ao uso da inteligência artificial (IA) nas campanhas.

Enquanto as normas não saem, proliferam nas redes sociais conteúdos adulterados, relacionados principalmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que disputará o quarto mandato, e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Palácio do Planalto. As informações são do portal Estadão.

Toritama - Tem ritmo na saúde

Por Tales faria – Correio da Manhã

A esquerda está apostando todas as fichas em um único candidato ao Palácio do Planalto: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Se ele vencer no primeiro turno, tudo bem. Mas o grande risco é de a eleição ir para o segundo turno. E é nisso que o bolsonarismo aposta.

Escolhido pelo pai como seu candidato a presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) revelou a estratégia em vídeo de 5m32s divulgado na tarde deste sábado, 17, nas suas redes sociais. Ele pediu que os eleitores parem de bater nos possíveis candidatos de direita e de centro-direita, que deverão se unir “no tempo certo”:

Caruaru - IPTU 2026

O ex-presidente Michel Temer lamentou a morte do ex-ministro Raul Jungmann, confirmada ontem, em Brasília. “Um brasileiro que soube servir ao país. Por onde passou deixou sua marca. Fosse como ministro da Reforma Agrária, ministro da Defesa e Segurança Pública, fosse como grande parlamentar. Tristeza no plano cívico, saudades no plano pessoal. Descanse em paz, Raul!”, escreveu.

Na gestão de Temer, Jungmann comandou o Ministério da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil. Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente do Ministério do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. As informações são do portal G1.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A TV Cultura anunciou, na última sexta-feira, que o jornalista Ernesto Paglia será o novo apresentador do programa Roda Viva, uma das atrações mais tradicionais da televisão brasileira. As informações são do portal CNN.

O jornalista irá estrear no comando do programa em fevereiro de 2026, logo após o Carnaval. O Roda Viva, que em 2026 completa 40 anos, é conhecido por debates sobre temas sociais, culturais, econômicos e políticos com convidados de destaque, tanto do Brasil quanto do exterior.

Palmares - Pavimentação Zona Rural

Por Lauro Jardim

Do jornal O Globo

Morreu agora há pouco, em Brasília, aos 77 anos, o ex-ministro e ex-deputado federal por três mandatos Raul Jungmann. Ele estava internado no DF Star e lutava havia anos contra um câncer no pâncreas.

O ex-ministro chegou a ficar internado por longo tempo. Mas foi para casa recentemente e já estava sob cuidados paliativos. No fim de semana, voltou ao hospital.

Jungmann foi ministro cinco vezes. No governo FHC, foi ministro do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. No governo Temer, ocupou o Ministério da Defesa e em 2018 foi o primeiro ministro da Segurança Pública do país (o cargo, que agora Lula promete recriar, foi extinto no governo Bolsonaro).

Pernambucano, Jungamnn começou a militar na política no PCB, com o partido ainda na clandestinidade. Depois, ajudou a fundar o PPS, onde ficou até 2018.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Do UOL

Relator no STF do caso do Banco Master, o ministro Dias Toffoli tem parentes que fizeram negócio com investigados no processo, mas uma eventual saída do caso dependeria do próprio Toffoli ou de o Supremo ser provocado a agir por algum dos envolvidos no processo.

Episódios revelados pela imprensa levaram a questionamentos e cobranças para que Toffoli se afaste do caso. Até o momento, porém, ele segue como relator.

Do jornal O Globo

Após se enfrentarem na eleição para a prefeitura de Goiânia em 2024 — marcada por ataques e um racha na direita —, o grupo político do governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (União Brasil), e integrantes do PL agora negociam uma aliança no estado para o pleito deste ano. Enquanto aliados de Caiado se movimentam em prol da pré-candidatura do vice-governador, Daniel Vilela (MDB), ao Palácio das Esmeraldas, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro busca com a movimentação costurar uma chapa forte para disputar o Senado.

Caiado tratou da possível composição no estado em um encontro no fim de dezembro com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), escolhido pelo pai para a corrida ao Planalto. “Foi uma conversa madura sobre o cenário nacional e local. Falamos sobre manter as conversas que devem se intensificar e afunilar em 2026. E as decisões serão tomadas no tempo certo e com maturidade política”, afirmou Vilela.

Em artigo publicado hoje no jornal New York Times, o presidente Lula (PT) criticou os bombardeios dos Estados Unidos à Venezuela e a captura de Nicolás Maduro, em 3 de janeiro. “Esse hemisfério nos pertence”, escreveu Lula. O artigo de opinião publicado hoje no NYT aborda o ataque dos EUA sem precedentes a um país da América do Sul.

Lula definiu a ação na Venezuela como “mais um capítulo lamentável na contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida”. Entretanto, em nenhum momento o presidente brasileiro cita o nome do seu homólogo norte-americano, Donald Trump. As informações são do portal UOL.

O Governo Federal lançou o Tela Brasil, uma plataforma pública de streaming gratuita voltada à ampliação do acesso à cultura e à valorização do audiovisual nacional. Desenvolvido em parceria pelo Ministério da Cultura (MinC) e pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal), o aplicativo já pode ser baixado na Play Store e, neste primeiro momento, está disponível para aparelhos com sistema Android.

A iniciativa reúne em um só espaço produções brasileiras de diferentes formatos, como filmes, séries, documentários e animações, funcionando como uma vitrine para o cinema e a produção independente do país. O acesso é simples e não exige pagamento: basta que o usuário faça login com a conta gov.br para assistir aos conteúdos disponíveis.

Apesar de já estar acessível ao público, o Tela Brasil ainda passa por ajustes. A versão atual aparece na loja como “em desenvolvimento”, o que indica que novas funções e melhorias devem ser incorporadas nos próximos meses, até a liberação de uma versão mais estável. A proposta é fortalecer a circulação de obras nacionais e ampliar o contato da população com produções que, muitas vezes, ficam fora do circuito das grandes plataformas comerciais.

O lançamento ocorre em um contexto de maior visibilidade do cinema brasileiro, impulsionado pelo reconhecimento internacional de produções recentes, como “Ainda estou aqui” (2024) e “Agente secreto” (2025). Com a nova plataforma, a expectativa do governo é criar uma janela permanente para a exibição de títulos clássicos e contemporâneos do acervo público, aproximando ainda mais o público da diversidade cultural produzida no país.