Novo concurso da Dataprev tem oportunidades em 7 capitais

Por Luiz Queiroz – Capital Digital

A distribuição detalhada das vagas do novo concurso da Dataprev, publicada hoje (03) no Diário Oficial da União, revela que a empresa direcionou sua política de contratação para áreas consideradas estratégicas para a transformação digital do governo federal. O quadro consolidado mostra que as oportunidades estão espalhadas entre sete cidades: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, João Pessoa, Natal e Florianópolis. E reforçam a prioridade para profissionais ligados ao desenvolvimento de sistemas, infraestrutura tecnológica, inteligência da informação e segurança cibernética.

Ao todo, o concurso oferece 212 vagas imediatas e 1.611 vagas para cadastro de reserva, totalizando 1.823 oportunidades. A maior parte destina-se ao cargo de Analista de Tecnologia da Informação, enquanto 30 vagas em cadastro de reserva são destinadas ao cargo de Analista de Processamento.

Tecnologia

A principal aposta da Dataprev está no perfil de Desenvolvimento de Software, responsável pelo maior quantitativo de oportunidades. São centenas de vagas distribuídas entre todas as unidades da empresa, com destaque para Fortaleza, João Pessoa, Natal e Florianópolis, que concentram o maior número de contratações imediatas para essa especialidade.

O segundo maior grupo de oportunidades está em Inteligência da Informação, área voltada à análise de dados, ciência de dados e produção de inteligência para apoio às políticas públicas.

Na sequência aparecem os perfis de Arquitetura, Engenharia e Sustentação Tecnológica, responsáveis pela infraestrutura computacional da estatal, além de Gestão de Serviços de TIC, que dará suporte à operação dos ambientes tecnológicos utilizados pelo governo federal.

Outro destaque é a área de Segurança Cibernética e Proteção de Dados, cuja abertura de vagas ocorre em um momento em que o governo federal amplia investimentos em proteção de sistemas críticos, identidade digital e combate a ataques cibernéticos.

Distribuição

O quadro mostra uma estratégia de descentralização das equipes técnicas.

  • Brasília mantém forte presença por concentrar a administração central da empresa e a interação direta com órgãos do governo federal.
  • O Rio de Janeiro continua como um dos principais polos da Dataprev, recebendo vagas em praticamente todos os perfis.
  • Fortaleza aparece como um dos maiores centros de desenvolvimento de software da empresa, recebendo o maior quantitativo de vagas imediatas para essa especialidade.
  • João Pessoa, Natal e Florianópolis também passam a exercer papel relevante na expansão das equipes técnicas, especialmente nas áreas de desenvolvimento, inteligência de dados e infraestrutura.
  • São Paulo concentra vagas principalmente para perfis especializados em tecnologia e gestão.

Áreas administrativas

Embora a tecnologia concentre praticamente todas as vagas imediatas, o edital também contempla diversas áreas de apoio institucional. Há oportunidades para cadastro de reserva em:

  • Advocacia;
  • Administração e Governança;
  • Comunicação Social;
  • Contabilidade;
  • Engenharia;
  • Gestão Econômico-Financeira;
  • Analista de Processamento.

Esses profissionais poderão ser convocados durante o período de validade do concurso, conforme a necessidade operacional da empresa.

Prioridades

A distribuição das vagas evidencia quais competências a Dataprev considera estratégicas para os próximos anos.

Entre elas estão:

  • desenvolvimento de software para sistemas governamentais;
  • inteligência e tratamento de grandes bases de dados;
  • arquitetura e sustentação de infraestrutura tecnológica;
  • segurança cibernética e proteção de dados;
  • gestão de serviços de tecnologia.

A concentração das oportunidades nessas áreas acompanha o processo de expansão dos serviços digitais do governo federal. A Dataprev é responsável por plataformas críticas utilizadas pela Previdência Social, INSS, Ministério da Gestão, Ministério da Fazenda e diversos outros órgãos da administração pública, o que exige reforço permanente em equipes de desenvolvimento, infraestrutura e segurança da informação.

O quadro consolidado também demonstra uma característica importante do concurso: apesar do número relativamente reduzido de vagas para contratação imediata, o elevado volume de cadastro de reserva indica que a empresa pretende utilizar a seleção como banco de talentos para futuras convocações ao longo da validade do certame, permitindo ampliar rapidamente seu quadro técnico conforme a evolução dos projetos de transformação digital do Estado brasileiro.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Para além dos ataques, o que mais irrita Michelle Bolsonaro e suas aliadas, como a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), é o risco de interrupção de um trabalho que vinha sendo feito desde 2018 para a consolidação do voto feminino de direita no país. Curiosamente, a primeira constatação de como era o perfil da mulher eleitora brasileira veio de um trabalho da esquerda: a formação do CadÚnico, o cadastro que organiza as famílias que têm direito ao Bolsa Família e aos demais benefícios sociais.

O cadastro mostrou que a maior parte das famílias de baixa renda hoje é comandada por mulheres. E a maioria dessas mulheres é conservadora, especialmente porque grande parte hoje está vinculada a alguma denominação evangélica e é a partir dela que se organiza na sua comunidade. Tratava-se de um público pronto para ser politicamente atraído pela direita.

Candidato à reeleição em 2022, a equipe de Jair Bolsonaro constatou que a sua maior dificuldade estava na conquista do voto feminino. Montou-se, então, o movimento Mulheres com Bolsonaro, que teve Michelle e Damares Alves como principais expoentes. O movimento percorreu o Brasil, não apenas angariando apoios femininos para Bolsonaro, mas identificando mulheres que poderiam se tornar líderes políticas nas suas regiões. Michelle ainda não presidia o PL Mulher.

Conforme disse ao Correio Político uma pessoa que acompanhou de perto esse movimento, buscou-se nas diversas regiões mulheres que já exerciam liderança nas suas comunidades, embora em muitos casos talvez nem soubessem disso. Nos casos mais óbvios, pastoras evangélicas, presidentes de associações. Mas também donas de casa respeitadas pela vizinhança. O grupo começou a estimular essas mulheres a entrar na vida política. Michelle consegiu aumentar em mais de 40% a presença feminina no PL.

“Nós sabemos que não vai ser um caminho fácil, que vai haver muitos desafios, mas nós te daremos a mão”. De acordo a fonte, era esse o discurso feito por Michelle, Damares e outras para atrair as lideranças femininas. O grande problema a partir do desfecho no qual Michelle saiu do comando do PL Mulher seria: isso não aconteceu. Ao final, as decisões que prevaleceram acabaram sendo tomadas por homens.

Quando Flávio Bolsonaro afirma que o fato de não conquistar a maioria dos votos femininos acontece por falta de competência, ele não deixa de ter razão. De acordo com o último Censo, o Brasil tem hoje mais de 25 milhões de mulheres evangélicas. Elas representam de 50 a 60% do total de pessoas que têm essa religião. Se ele lidera entre os evangélicos, há um problema.

Michelle ficou com a desconfiança de que Paulo Figueiredo era ali uma espécie de ventríloquo do seu enteado, embora Flávio tenha depois desautorizado o neto do último general da ditadura. Se Michelle está certa e o raciocínio misógino predomina, ignora o candidato do PL um cálculo político que é mais que óbvio.

Somando-se tudo, mulheres comandam a maioria das famílias de baixa renda. Na maioria, são evangélicas. Entre os evangélicos, elas são maioria. Paulo Figueiredo está, assim, recomendando que se ignore o trabalho de conquista de um eleitorado que vai decidir o pleito de outubro. Ou seja, seu raciocínio significa derrota.

A estupidez do raciocínio de Paulo Figueiredo, no caso, prosseguiria mesmo na sugestão de que mulheres casadas votariam melhor que as solteiras porque seguiriam a ordem política dada pelo marido. Voltando aos dados do Censo, 51% dos lares brasileiros hoje são comandados por mulheres. Não há maridos. Todas as decisões são delas.

Esse percentual, segundo ainda o Censo, é maior na população de baixa renda. Entre as famílias hoje comandadas por mulheres, 69,9% vivem com uma renda domiciliar até um salário mínimo. Ao contrário do achismo do voto errado nos Estados Unidos, esses números são estatística. Essas mulheres são as donas dos seus votos.

Assim, se a maior parte dessas mulheres hoje apoiam, segundo o que dizem as pesquisas, a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, isso talvez não seja porque são, na sua maioria, de esquerda. Mas porque o segmento de direita da política, com o qual boa parte delas talvez mais se identificasse, simplesmente dispensa o seu voto.

Petrolina - São João 2026

BLOG DA ANA FLOR – G1

Um grupo de mulheres conservadoras que atuam na política avaliam entrar com uma ação nos Estados Unidos contra indivíduos que elas afirmam fazerem parte de um “gabinete do ódio” que vem disseminando ataques nas redes sociais. Elas alegam que os autores são brasileiros ligados ao bolsonarismo.

Um nome citado por elas é do influencer Allan dos Santos, seguidor de Olavo de Carvalho e foragido da justiça brasileira.

Os ataques engrossaram os motivos para Michelle Bolsonaro gravar o vídeo divulgado na semana passada em que também critica o enteado, senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Ipojuca - Na palma da sua mão

O Partido Liberal deve manter e utilizar os materiais de propaganda gravados por Michelle Bolsonaro, mesmo após a ex-primeira-dama deixar o comando do PL Mulher.

Ela deixou a presidência da ala feminina da sigla, nesta semana, após atritos com o senador e pré-candidato à Presidência pelo partido, Flávio Bolsonaro (RJ). As informações são da CNN.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

O ex-ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União, promoveu, ontem, mais um excelente forró em Brasília, repetindo o estrondoso sucesso dos anos anteriores. Tudo começou quando Jorge era senador e fazia o forrobodó em seu apartamento, na 309 Sul.

Mas o evento cresceu demais, a partir do segundo ano, levando o anfitrião a transferir para um clube e mais recentemente no salão da Igrejinha, da 109 Sul, que lotou ontem.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por Bela Megale – O GLOBO

Os funcionários que trabalhavam na estrutura do PL Mulher nacional com Michelle Bolsonaro estão se desligando da sigla. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, disse que todos estão de aviso prévio.

— Eles estão de aviso prévio para organizarem a vida antes de sair — disse Valdemar à coluna.

A decisão de extinguir o PL Mulher foi do próprio presidente do PL após o acerto de que Michelle deixaria o comando da instituição. Valdemar disse à ex-primeira-dama que não tinha ninguém à altura dela para ocupar o cargo. O martelo foi batido na reunião que tiveram na terça-feira (30).

Palmares - 147 anos

A viagem que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fará na próxima semana aos Estados Unidos marcará a sexta ida do senador ao país apenas neste ano e reforçará uma das principais apostas de sua pré-campanha: a aproximação com o governo Donald Trump e com o movimento conservador internacional. Nos bastidores, porém, cresce entre aliados a avaliação de que a campanha precisa agora voltar parte de seus esforços para dentro do Brasil, acelerando a montagem dos palanques estaduais e ampliando a presença justamente nas regiões onde o bolsonarismo historicamente enfrenta maiores dificuldades eleitorais.

Desde que lançou sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, Flávio já percorreu 17 unidades da Federação. No mesmo período, fez cinco viagens aos Estados Unidos: a primeira, em janeiro, quando tentou uma agenda com o secretário de Estado Marco Rubio; a segunda, em fevereiro, quando passou o carnaval no país; a terceira, em março, para participar da Conservative Political Action Conference (CPAC), no Texas; e outras duas em maio, primeiro para encontros com empresários e, dias depois, para uma reunião com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Agora, embarca novamente para Washington, onde participará, no próximo dia 6, de uma audiência pública promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) sobre a proposta de sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a família Bolsonaro nesta quinta-feira (2) após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedir que os Estados Unidos suspenda as taxações anunciadas contra o Brasil. Segundo o pré-candidato à Presidência, a imposição das tarifas representaria uma “vitória política” para o governo de Lula.

Nas redes sociais, Lula afirmou que o Brasil “não está à venda” e que defender o adiamento das tarifas para depois das eleição é uma traição à pátria. As informações são da CNN.

Camaragibe - Forró da Vila

O senador Flávio Bolsonaro (PL) enviou um documento ao USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) no qual afirma que a confirmação do tarifaço de 25% proposto pelo órgão daria ao governo Lula (PT) uma “vitória política”.

“As tarifas propostas dariam ao atual governo brasileiro exatamente a vitória política que ele vem buscando, ao mesmo tempo em que puniriam a economia americana e os próprios brasileiros que defendem uma relação mutuamente benéfica com os Estados Unidos”, disse Flávio, pré-candidato do PL à Presidência. As informações são da Folha de S. Paulo.

Com base nesse argumento, o senador pediu ao USTR que suspenda a aplicação de sobretaxas ao país, ao menos até a realização das eleições presidenciais no Brasil.

Por Felipe Fernandes – g1

O cantor Gusttavo Lima cancelou, por duas vezes, o show que faria em Surubim, no Agreste de Pernambuco, durante a programação de São João. A primeira apresentação, marcada para 18 de junho, foi cancelada sob a alegação de descumprimento do contrato pelos contratantes. A segunda, no último sábado (27), foi cancelada sob a alegação de intoxicação alimentar.

Publicamente, a história foi contada assim: o artista disse que estava com uma “diarreia absurda”, pediu perdão ao público e informou que iria devolver o cachê da apresentação. “Galera de Surubim, mil desculpas por não comparecer ao show de hoje. Intoxicação alimentar. Traduzindo, caganeira mesmo”, publicou nas redes sociais.

Do outro lado, o prefeito Cleber Chaparral (União Brasil) subiu ao palco da festa e chamou o cantor de “ladrão” após ser informado da segunda desistência. No dia seguinte, contestou a afirmação de que o cachê havia sido devolvido integralmente.