Fachin diz que decisão de Dino sobre Andrei afronta Presidência do STF

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, afirmou nesta quarta-feira (9) que a decisão do ministro Flávio Dino que determinou a reintegração de Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal afrontou a competência da Presidência da Corte.

Na decisão, Fachin escreveu que a medida tomada por Dino “arrosta a competência desta Presidência” e também “infirma decisão tomada por outro Ministro da Corte”. As informações são da CNN.

Dino havia determinado a reintegração de Andrei e do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada, depois que ambos foram afastados por decisão do ministro André Mendonça.

Sebrae - Fazer dar certo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva procurou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar da crise enfrentada pela Corte, agravada com o vaivém de decisões sobre a permanência de Andrei Rodrigues na direção-geral da Polícia Federal (PF). Lula vinha compartilhado com ministros mais próximos a ele a impressão de que o presidente da Corte, Edson Fachin, precisava tomar as rédeas do conflito interno. As conversas ocorreram com ao menos com dois magistrados.

De acordo com interlocutores, Lula avaliava que Fachin poderia perder força internamente se demorasse a agir. Na tarde desta quarta-feira, o presidente do Supremo tomou uma série de decisões, entre elas o agendamento para a próxima terça-feira, dia 15, de julgamento para tratar de um relatório da Polícia Federal (PF) que mostra troca de mensanges entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes. Além disso, Fachin assumiu a investigação do chamado inquérito das fake news, retirando Moraes da função, e suspendeu as decisões que tratavam sobre o afastamento de Andrei Rodrigues, ao mesmo tempo que manteve o integrante da corporação no cargo. As informações são do jornal O GLOBO.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Edson Fachin, decidiu nesta quarta-feira (9) suspender as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino sobre o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Fachin afirmou que Moraes e Mendonça estavam deliberando sobre questões correlatas, com base em provas comuns, o que evidencia “risco concreto de decisões contraditórias e de tumulto processual”. As informações são da Folha de S. Paulo.

Caruaru - Minha rua nova

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou, hoje, o acordo de delação premiada de Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”. A decisão está sob sigilo.

O empresário, conhecido como Mineiro, afirmou em sua delação – assinada com a PGR em 8 de agosto – que era responsável por “gerar” dinheiro vivo para a equipe de Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. O dinheiro era entregue em malas e, segundo o empresário, seria usado para pagamentos de propina.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente Lula (PT) defendeu, hoje, a quebra completa dos sigilos bancários dos envolvidos nas investigações do caso Master, como uma resposta à crise sem precedentes instalada na cúpula do Judiciário.

“Diante da gravidade do maior crime financeiro da história do Brasil, o povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário”, escreveu Lula, nas redes sociais. Confira!

Olinda - Trabalhando para superar desafios

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que amplia a aplicação da Lei Maria da Penha representa uma mudança relevante na forma como a violência contra a mulher é compreendida e enfrentada no país. Pelo novo entendimento, medidas protetivas podem ser aplicadas em casos de violência baseada em gênero mesmo quando a situação ocorre fora do ambiente doméstico e não existe relação familiar ou afetiva entre a vítima e o agressor.

Para a advogada Karenina Moreno, a mudança amplia significativamente as possibilidades de proteção. Segundo a advogada, situações envolvendo ameaças, perseguição ou agressões praticadas por colegas de trabalho, vizinhos ou até mesmo desconhecidos podem passar a ser analisadas sob a perspectiva da Lei Maria da Penha quando houver relação com a condição de mulher da vítima. Esta semana, Karenina recebeu o apoio do jurista José Paulo Cavalcanti Filho para a eleição do Quinto Constitucional em Pernambuco.

Palmares - Forró Mares 2026

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, hoje, a imediata reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) e de Leandro Almada da Costa à chefia da Diretoria de Inteligência Policial da corporação.

A decisão atende a um pedido formulado por Andrei Rodrigues dentro de um processo que já estava tramitando no STF e ocorre um dia depois de o ministro André Mendonça determinar o afastamento dos servidores. As informações são do portal G1.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

CNN Brasil

O deputado federal e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), declarou apoio ao candidato à Presidência Augusto Cury (Avante). O congressista disse que a ideia é fugir da polarização envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

A federação Renovação Solidária, formada pelo Solidariedade e pelo PRD, declarou independência no primeiro turno das eleições. Neste contexto, os políticos da sigla poderiam declarar apoio a qualquer candidato à presidência.

“Eu, como pessoa física, faço meu apoio pessoal. Eu não aguento mais essa polarização. Eu não iria votar no Lula de jeito nenhum. E também não iria votar no Flávio. Na prática, eu estava pensando em anular o voto. Mas apareceu alguém que pode representar o que eu penso: sair da polarização e discutir o Brasil pra valer, os problemas do Brasil”, disse Paulinho.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

A decisão ocorre um dia depois do afastamento pelo ministro André Mendonça dos dois servidores. Segundo Dino, houve ilegalidade do Partido Novo para pedir cautelares penais. Mais informações em instantes.

A decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, tem como base argumentos e entendimentos jurídicos que ganharam força no Supremo Tribunal Federal nos últimos anos, muitos deles defendidos pelo ministro Alexandre de Moraes durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Um dos principais exemplos é a referência feita por Mendonça ao caso de 2020 em que Moraes suspendeu a nomeação de Alexandre Ramagem para o comando da PF. Na ocasião, o ministro considerou haver indícios de desvio de finalidade na escolha feita por Bolsonaro e decidiu intervir, apesar de a indicação do diretor-geral ser uma prerrogativa presidencial.

Agora, Mendonça adota raciocínio semelhante para justificar o afastamento de Andrei Rodrigues. As informações são do portal G1.

A decisão também retoma a discussão sobre qual instância do STF deve analisar casos de grande repercussão. A Advocacia-Geral da União acionou o ministro Edson Fachin para defender que o caso seja levado ao Plenário, formado pelos 11 ministros da Corte, e não permaneça em uma das Turmas.

O argumento remete a mudanças de entendimento adotadas pelo Supremo em diferentes momentos, do mensalão à Lava Jato e aos processos envolvendo Bolsonaro.

Outro debate retomado é o da atuação de ministros em investigações posteriormente julgadas pela própria Corte. A discussão surgiu com o inquérito das fake news, conduzido por Alexandre de Moraes desde 2019, e voltou à tona após o uso de relatórios produzidos pelo Tribunal Superior Eleitoral em investigações conduzidas pelo ministro.

Críticos apontam uma sobreposição entre as funções de investigar e julgar, questionamento semelhante ao que também foi feito em relação à atuação do então juiz Sergio Moro na Lava Jato.

O que se observa agora é que interpretações e soluções jurídicas criadas em momentos específicos da vida política brasileira continuam sendo utilizadas em novos cenários. Para críticos desse processo, o problema é que inovações adotadas para responder a determinadas conjunturas acabam gerando insegurança jurídica quando passam a servir de precedente em situações distintas.

Segundo essa avaliação, decisões judiciais devem seguir os parâmetros previstos em lei e evitar improvisações, “gambiarras” ou inovação, justamente para preservar a previsibilidade e a estabilidade do sistema jurídico.