Defesa de Bolsonaro reclama ao STF que restrição de visitas é silenciamento político

Em pedido à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Jair Bolsonaro (PL) reclama que a proibição de que ele receba visitas com fins político-eleitorais é um silenciamento político do ex-presidente.

No dia 17 de julho, o ministro Alexandre de Moraes determinou que Bolsonaro fique 90 dias sem receber visitas com esta finalidade. O prazo inclui o 1º turno das eleições presidenciais de 2026, no dia 4 de outubro. As informações são do portal G1.

Moraes também proibiu o senador Flávio Bolsonaro, filho e advogado de Jair, de visitá-lo pelo prazo de 30 dias depois de ele ler uma carta escrita por Jair em suas redes sociais. O ex-presidente está proibido de usar redes sociais, seja pelos seus próprios perfis, seja pelo de terceiros – como os filhos.

Segundo a defesa do ex-presidente, a decisão de Moraes vai além da punição que ele recebeu no julgamento da tentativa de golpe, em 2022, quando teve os direitos políticos cassados.

“Ocorre que a restrição é construída a partir de conceito absolutamente indeterminado, incompatível com as exigências inerentes ao devido processo legal”, afirmam os advogados de Jair.

Os defensores usam como exemplo uma carta escrita por Lula e lida por Fernando Haddad, em 2018, quando o atual presidente estava preso em Curitiba. À época, o petista não tinha restrições para se comunicar, enquanto Bolsonaro tem comunicação restrita após ser condenado pelo STF, segundo analisam especialistas.

A defesa de Bolsonaro argumenta ao STF que “interpretar a perda da capacidade eleitoral como fundamento suficiente para proibir visitas que objetivariam conversas sobre política ou mesmo impedir a divulgação de manifestações por qualquer meio significa acrescentar ao texto constitucional consequência jurídica que dele não decorre”.

O documento, um agravo regimental, foi entregue na tarde desta sexta-feira (24) à Primeira Turma.

Sebrae - Fazer dar certo

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta sexta-feira (24) que o governo federal vai manter as negociações com os Estados Unidos após o anúncio de novas tarifas sobre produtos brasileiros.

Em entrevista coletiva após visitar a Avibras, em Jacareí (SP), ele classificou a medida do “tarifaço” como “injusta e descabida”. Segundo Alckmin, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem orientado o governo a manter o diálogo com os norte-americanos. As informações são do g1.

“O que o presidente Lula tem destacado? Primeiro, não sair da mesa de negociação. O que depender de nós é continuar na mesa de negociação, explicitar que é injusto e descabido.”

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

A empresa de consultoria Copenhagen, para a qual o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu R$ 1 milhão em notas fiscais canceladas, não funciona no endereço informado à Receita Federal, um centro comercial em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo.

O Estadão esteve no local na manhã desta sexta-feira, 24, e constatou que, embora registrada no espaço, a Copenhagen só existe no papel (veja no vídeo acima). A consultoria está sediada na sala 47 do edifício, mas quem funciona de fato no lugar é outra firma, a Contábil Corrêa, que pertence ao mesmo dono da Copenhagen, o empresário Rogério Lourenço Novo. As informações são do Estadão.

O sócio-administrador da Copenhagen não estava no local. O funcionário que atendeu a reportagem informou que ele “estava de férias”.

Caruaru - Transparência 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta sexta-feira (24) investimentos na área de defesa “para não deixar ninguém meter o nariz no país”. Ele afirmou haver “loucos pelo mundo querendo fazer guerra” e disse que os investimentos em defesa não podem ser algo “secundário”.

“Quero ela [as Forças Armadas] bem preparada do ponto de vista de poderio, de armamento, de conhecimento cientifico e tecnológico para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância, falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz no nosso país”, disse em agenda em Jacareí (SP). As informações são da CNN.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Por Bela Megale – O GLOBO

A missão de convencer Flávio Bolsonaro a gravar um pedido público de desculpas para Michelle foi árdua. E um dos motivos tem nome e sobrenome: Carlos Bolsonaro.

Segundo articuladores da trégua, Carlos era contra qualquer recuo do irmão e foi um dos principais defensores para que Flávio mantivesse o rompimento com a ex-primeira-dama.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por Iabel Mega – CNN

Apesar dos vídeos publicados com pedidos mútuos de desculpas, Flávio Bolsonaro (PL) e Michelle Bolsonaro (PL) não se falaram em momento algum.

Os próximos passos, dizem aliados da ex-primeira-dama, dependerão de novos gestos de Flávio. Isso inclui o papel que Michelle pode desempenhar na campanha presidencial de Flávio após o convite frisado pelo senador em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (23) para que ela trabalhe com ele.

A intenção manifestada por Michelle a aliados é de colaborar com a campanha do senador à presidência da República, mas fontes pontuam que esperam a manutenção de postura de humildade de Flávio e que ambos precisarão balizar qual é o limite de cada um.

Palmares - 147 anos

O escritor Bruno Lago lançou seu segundo romance, “Paradise Supernova”, pela Editora Quimera Produções. A obra sucede “O Descobrimento da Terra”, publicado no ano passado pela Editora Tagore, e mantém a narrativa distópica adotada pelo autor em seu livro de estreia.

A história se passa em um planeta atingido pela seca, onde a rádio Paradise Supernova divulga informações sobre como sobreviver às altas temperaturas e combate as mensagens transmitidas pelo governador. Após perder a filha para a insolação, a jornalista Bianca Rodrigues deixa a rádio sob a responsabilidade do melhor amigo e atravessa o deserto formado no local onde existia o Oceano Atlântico para confrontar o governante.

Durante a jornada, Bianca conhece uma mulher que também perdeu pessoas próximas para a insolação e encontrou nas transmissões da rádio uma razão para continuar vivendo. Publicitário e especialista em redes sociais, Bruno Lago escreveu o romance após receber um convite da editora. O livro está disponível em formato digital pela Amazon e em versão impressa no site da Quimera Produções.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) provocou nesta sexta-feira (24/7), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao dizer que o petista quer fugir dos debates presidienciais. “Estou começando a achar que é pessoal. Com Flávio estava confortável, quero ver comigo”, ironizou.

Em publicação no X, o goiano relembrou que tabto ele quanto Lula partiparam da roda de conversas em 1989, e agora, 37 anos depois, o petista cogita “fugir dos debates”. As informações são do Metrópoles.

“Vamos debater segurança, saúde, educação e inovação? Vamos comparar quem enfrentou o crime organizado, combateu a corrupção e entregou resultados? Coragem, Lula. Quem quer governar o Brasil não foge do confronto nem das próprias contas”, escreveu. “Te espero lá”.

Camaragibe - A prefeitura mudou

Por Zé Américo Silva*

Ao ressuscitar o discurso contra as urnas eletrônicas, o candidato parece preparar uma justificativa para uma derrota que parte de seus próprios aliados já considera possível

Toda campanha presidencial atravessa momentos de dificuldade. A diferença está na forma de enfrentá-los. Há candidatos que respondem às adversidades ampliando o diálogo com a sociedade. Outros preferem construir uma narrativa para explicar antecipadamente um eventual fracasso.

É essa impressão que transmite Flávio Bolsonaro ao voltar a questionar a credibilidade das urnas eletrônicas, repetindo a estratégia adotada por seu pai em 2022. Não se trata de uma denúncia inédita, mas da retomada de um discurso que já foi analisado e rejeitado pela Justiça Eleitoral.

Por Malu Gaspar – O GLOBO

Enquanto a bolha bolsonarista comemora a reconciliação virtual de Michelle e Flávio Bolsonaro, aliados já articulam nos bastidores os próximos passos para virar a página e encerrar de uma vez a guerra que expôs as fissuras internas da família: o acerto de uma conversa presencial e a gravação de um novo vídeo da primeira-dama, para ser exibido neste sábado (25), na convenção nacional do PL que vai confirmar a candidatura do senador à Presidência da República.

De acordo com aliados de Michelle ouvidos reservadamente pelo blog, a presença da ex-primeira-dama na convenção nacional do PL está praticamente descartada, por conta dos cuidados de saúde exigidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que recebe uma série de medicações ao longo do dia.

“Michelle não pode ficar mais de três horas fora de casa por causa dos remédios do Bolsonaro. Ela não pode deixar o Jair só com a Laurinha”, afirma um aliado de Michelle ouvido pelo blog.