Flávio Bolsonaro chega à Globo para debate

A TV Globo realiza nesta sexta-feira (23) o debate presidencial com os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), que disputam o segundo turno das Eleições 2026.

Ao chegar aos Estúdios Globo, Flávio falou que a expectativa é “a melhor possível”. “Espero mais uma vez mostrar aos brasileiros que nossas propostas são as melhores, que o Brasil tem dois caminhos para escolher”.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, em entrevista a um podcast nos EUA nesta sexta-feira (23), que é a favor de que o irmão, o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), deixe o Brasil se perder a eleição. Na mesma entrevista, ele colocou em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas brasileiras.

Eduardo participou ao vivo, no estúdio, do programa “Louder with Crowder”, apresentado pelo comentarista político Steven Crowder. Em 2021, o norte-americano teve o canal no YouTube suspenso por uma semana por divulgar alegações falsas sobre a eleição presidencial dos EUA de 2020. As informações são do g1.

CARTA CAPITAL

Em 2019, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) fez declarações polêmicas a respeito do desaparecimento de Fernando Santa Cruz, pai de Felipe Santa Cruz, advogado que presidiu a Ordem dos Advogados do Brasil entre 2019 e 2022. Ao criticar a instituição, Bolsonaro afirmou: “um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, eu conto para ele”, insinuando que o advogado “não gostaria de ouvir a resposta”.

As declarações foram proferidas como forma de retaliação e constrangimento à OAB, após a entidade ter defendido as prerrogativas do advogado de Adélio Bispo dos Santos, autor do atentado a faca contra ao então candidato à presidência da República, em setembro de 2018.

Estudante de Direito e funcionário público, Fernando Santa Cruz foi preso por agentes do DOI-Codi em 23 de fevereiro de 1974, aos 26 anos, e nunca mais foi visto. Em 2008, CartaCapital identificou o coronel Homero César Machado como um dos responsáveis pela tortura e desaparecimento de Fernando. Quatro anos depois, o ex-delegado Cláudio Guerra afirmou que Fernando e outros presos políticos foram incinerados na Usina Cambahyba, no Rio de Janeiro.

Caruaru - Minha rua nova

Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Politicas e Econômicas (Ipespe) e divulgada nesta sexta-feira (23/10) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 50,5% dos votos válidos, em uma vantagem numérica sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem 49,5%, na corrida pelo Palácio do Planalto.

O cenário configura empate técnico entre os dois candidatos, que disputam o 2º turno das eleições no próximo domingo (25/10). As informações são do Metrópoles.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Segundo a pesquisa Alfa Inteligência divulgada nesta sexta-feira (23), o candidato Flávio Bolsonaro (PL) tem 52% dos votos válidos no 2º turno.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por sua vez, pontua com 48%.

Olinda - Refis 2026

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou a remoção de uma publicação do canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”, gerida pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que reúne cerca de 2,1 milhão de seguidores.

Bellizze considerou que houve uso de inteligência artificial sem o aviso exigido pela legislação, além da divulgação de informações descontextualizadas. A decisão, liminar, atendeu em parte a um pedido da coligação do presidente Lula (PT). As informações são da CNN.

Palmares - Creche Quilombo II

Metrópoles

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, disse, hoje, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá tratar de propostas durante o debate da TV Globo e que a campanha “não vai aceitar” o que chamou de “provocações e agressões” do adversário, Flávio Bolsonaro (PL).

O petista e o senador se enfrentam no último debate antes do segundo turno das eleições na noite desta sexta em um momento em que o Datafolha, divulgado na quinta (22/10), mostrou uma disputa muito acirrada. Nos votos válidos, onde são excluídos nulos, brancos e indecisos, Flávio tem 50,54% e Lula aparece com 49,46%.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu, hoje, que o canal de WhatsApp “Exército do Lula” não poderá voltar a ser suspenso por uma decisão administrativa da Presidência da Corte. As informações são do portal G1.

Com isso, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, não poderá usar as atribuições administrativas da Presidência para tirar o canal do ar ou limitar seu funcionamento. Uma eventual nova restrição, no entanto, ainda poderá ser determinada em um processo judicial.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

No último dia de propaganda eleitoral gratuita na TV, hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou que o Brasil está melhor do que quando assumiu e defendeu a continuidade de seu projeto. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) se apresentou como a opção de mudança e pediu aos apoiadores que mobilizassem familiares e amigos para votar.

A campanha de Lula também retomou críticas ao histórico do adversário e apontou riscos de cortes em programas sociais. “Ele não diz onde, mas a gente sabe que vai implicar salário, aposentadoria e programas sociais como Farmácia Popular e o Bolsa Família”, afirmou a narração do programa de Lula sobre a proposta de corte de gastos de Flávio Bolsonaro.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Lá no século 18, Montesquieu lançou a ideia do sistema de freios e contrapesos entre os poderes. Estabeleceu um modelo no qual cada um dos poderes serve de barreira para os outros, estabelecendo um equilíbrio entre eles. Já discutimos por aqui que, no Brasil de hoje, os poderes da República estão desequilibrados.

Nesse sentido, o cientista político André Cesar e o advogado Alvaro Maimoni, da Hold Assessoria, começam a observar que pode estar se ensaiando um movimento de criação de um sistema de freios e contrapesos dentro de um só dos poderes, o Legislativo. Diante do grande avanço eleitoral da direita, mais especificamente, do PL, o Centrão ensaia esse movimento de contenção absoluta desse grupo. O Centrão vem comandando o Congresso desde que Eduardo Cunha se elegeu presidente da Câmara em 2015. “O Centrão não há de querer ser fagocitado pela direita”, observa André.

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