Após tarifaço, STF reage a críticas dos EUA e diz que decisões da Corte não se submetem a “pressão ou condicionamento de natureza externa”

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, divulgou nesta quinta-feira uma nota pública em resposta às recentes manifestações do governo dos Estados Unidos sobre decisões da Corte brasileira. No texto, o tribunal afirma que atua exclusivamente com base na Constituição Federal e ressalta que continuará exercendo suas funções “sem qualquer influência, pressão ou condicionamento de natureza externa”.

A manifestação ocorre após documentos oficiais do governo americano relacionarem decisões do Judiciário brasileiro às medidas adotadas pelo presidente Donald Trump, incluindo o anúncio de tarifas sobre produtos brasileiros. Sem mencionar diretamente o governo dos Estados Unidos ou o chamado “tarifaço”, Fachin afirma que a nota busca “assegurar a correta compreensão do conteúdo, do alcance e dos limites” da jurisprudência do STF. As informações são do jornal O GLOBO.

Sebrae - Fazer dar certo

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, classificou, hoje, como “inaceitáveis” e “ofensivas ao povo brasileiro” declarações recentes do Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Ele também afirmou que Rubio ataca de “forma grosseira e arrogante” um chefe de Estado de um “país amigo”, no caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O chanceler deu as declarações, no Itamaraty, horas depois de os Estados Unidos confirmarem a aplicação de novas tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Vieira se referiu a afirmações de Rubio que, na madrugada desta quinta, disse que as políticas econômicas do governo de Lula são “ruins para os americanos e ruins para os brasileiros”. Rubio também acusou o petista de não negociar de boa-fé com os Estados Unidos.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou ministros, há pouco, para discutir a posição do governo sobre a decisão dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, o que vem sendo chamado de novo “tarifaço”.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior e o chanceler Mauro Vieira estão reunidos no Planalto para discutir o tema com o presidente. O governo anunciou que fará um pronunciamento à imprensa sobre o tema durante a tarde.

Caruaru - Transparência 2026

Poder360

Levantamento do PoderData/Aya, divulgado hoje, mostra que 17% dos eleitores brasileiros só escolhem um candidato na disputa presidencial por rejeitarem os demais. Para 61%, o voto é definido pelas propostas apresentadas pelas candidaturas. O PoderData/Aya fez a seguinte pergunta: “Sobre sua opção de voto no 1º turno, qual é o motivo principal que o leva a escolher seu candidato?”.

Os dados são de pesquisa realizada de 12 a 15 de julho. O estudo mostra empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual 2º turno nas eleições de outubro.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Do G1

O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu, na manhã de hoje, aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada. Ainda não há informações sobre o velório e enterro do jornalista.

Um dos grandes nomes do telejornalismo brasileiro, Renato Machado teve uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo, onde marcou gerações de telespectadores. Foi apresentador do Bom Dia Brasil, do Jornal da Globo e do RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional, trabalhou como correspondente internacional e repórter especial e recebeu indicação ao Emmy Internacional.

Entre 1996 e 2010, ele foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, período em que ajudou a reformular o telejornal. Ao lado de Leilane Neubarth e, posteriormente, de Renata Vasconcellos, adotou um formato mais dinâmico, com maior interação entre os apresentadores, entradas ao vivo de repórteres e comentaristas e um uso mais amplo do estúdio.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

No dia seguinte ao anúncio da tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, confirmado pelos Estados Unidos, assessores presidenciais classificaram, hoje, o tarifaço norte-americano como “ideológico” e “político” e uma tentativa equivocada de ajudar Flávio Bolsonaro (PL). As informações são do portal G1.

Integrantes do governo também rebatem as declarações de que o Brasil não negociou as tarifas. Entendem ainda que a decisão já estava tomada desde o ano passado, quando o presidente Donald Trump publicou uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Palmares - 147 anos

Poder360

Levantamento PoderData/Aya, divulgado hoje, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 40% das intenções de voto contra 34% do senador Flávio Bolsonaro (PL) no cenário de 1º turno para a eleição presidencial de outubro. O resultado amplia a vantagem do petista sobre o adversário e os afasta de um empate técnico pela margem de erro de 2 pontos do levantamento.

Na sequência, aparecem os pré-candidatos Renan Santos (Missão), com 6%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), com 4% cada um. Augusto Cury (Avante) tem 3%. Todos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

Os dados foram coletados de 12 a 15 de julho de 2026, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.400 entrevistas em 685 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o nº BR-00059/2026.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em entrevista ao Flow Podcast não ter mais nenhuma relação com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Ao ser questionado sobre o vídeo em que a esposa de Jair Bolsonaro direciona críticas a ele, o parlamentar disse não ter assistido o material para “não se contaminar”.

— É uma questão de bom senso e de fidelidade à escolha do nosso líder, que é o presidente Jair Bolsonaro. Eu nunca pressionei pra entrar pra campanha ou pra não entrar, vem a hora que quer, vem se quiser também, porque assim, eu tô dando o meu melhor, eu sei qual caminho que eu tenho que seguir. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - A prefeitura mudou

A pesquisa Quest, divulgada nesta quarta-feira (15), com o senador Flávio Bolsonaro (PL) caindo para 28% das intenções de voto, ante 40% do presidente Lula (PT), surpreendeu alguns observadores da cena política nacional. No entanto, para a líder do governo no Senado, a pernambucana Teresa Leitão (PT), o quadro ainda não reflete a real queda do pré-candidato adversário.

“Acho que a pré-candidatura do senador Flávio tem mostrado uma certa resiliência, porque era para estar menos do que isso. Significa que a extrema direita existe no Brasil, mas também tem fracassado muito na plataforma político-eleitoral. Qual é a plataforma de Flávio Bolsonaro para governar o Brasil? Submissão a Donald Trump. E o brasileiro não está gostando disso”, disparou Teresa, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Recém-nomeada como líder do governo no Senado, a pernambucana Teresa Leitão (PT) elencou três pautas tidas como essenciais para sua nova função neste semestre. Além de colaborar para o distensionamento da relação entre o presidente Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), a parlamentar se debruçará sobre matérias que tramitam na Casa Alta e espera vê-las aprovadas até o final do ano. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Teresa elencou as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) da Escala 6×1 e da Segurança Pública, além do Projeto de Lei dos Minerais Críticos e Estratégicos, como missões a cumprir.

“São as três prioridades legislativas do presidente Lula. Elas estão em níveis diferentes, não de importância, mas de tramitação. Cada uma tem a sua importância para aquilo a que se destinam. A PEC 6×1 é a que tem maior apoio popular. Apesar de toda a campanha empresarial contrária, ela se mantém firme e forte com 70% de aprovação. E também se relaciona com a posição mais efetiva do presidente do Senado. É sobre ela, inclusive, que estou dedicando as minhas forças, principalmente nesse momento final de semestre legislativo. Se a gente destravar, ela vai para a Comissão de Constituição e Justiça e caminhará rapidamente. Temos dois dias”, apontou Teresa Leitão.