TCU não pode fiscalizar a liquidação do Banco Master, esclarece ministro Augusto Nardes

A polêmica envolvendo o Banco Master tem gerado muitos rumores em Brasília quanto à atuação dos órgãos de controle. O ministro e ex-presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, apontou que a atribuição de fiscalizar é do Banco Central, que por sua vez é fiscalizado pela corte de contas. Mas a liquidação do Banco Master, segundo ele, não cabe ao TCU.

“Vou direto ao ponto. Quem cabe fiscalizar o Banco Master é o Banco Central. E cabe ao Banco Central ser fiscalizado pelo TCU. Se o Banco Central cometeu algum equívoco, o TCU pode penalizá-lo. Cheguei a falar com o ministro Jonatas de Jesus, que é o relator desse caso, para deixar amadurecer um pouco mais. E aí aconteceu toda essa polêmica, o TCU teve a postura de avaliar bem a situação para depois tomar uma decisão. Porque no caso do Banco Master, tem interessados que são muito fortes, envolve inclusive dois ministros do Supremo Tribunal Federal, então é uma situação muito delicada, tem que ir com muito cuidado. O limite do TCU é fiscalizar a parte do Banco Central, se ele deixou de fiscalizar ou não fiscalizou corretamente, para depois definir uma punição para os gestores do Banco Central, respeitando a autonomia do Banco Central”, explicou Nardes, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tratou da possibilidade de o candidato a vice na chapa à reeleição ser do MDB durante uma conversa com ele e outro parlamentar do partido em um encontro no fim do ano passado, na Granja do Torto.

Lula admitiu publicamente pela primeira vez na semana passada a hipótese de mudar a composição da chapa ao afirmar que o vice Geraldo Alckmin terá um “papel a cumprir” na eleição em São Paulo. Um dos cotados para vice, caso a função caiba ao MDB, é o ministro Renan Filho (Transportes), filho de Renan Calheiros. As informações são do jornal O GLOBO.

Ipojuca - No Zap

Relator das chamadas pedaladas fiscais, que culminaram no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, nega que houve corrupção por parte da petista naquele episódio. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Nardes reconheceu que a ex-chefe do Executivo nacional não chegou a “botar dinheiro no bolso”, mas sustenta que houve crime de responsabilidade.

“As pedaladas não foram uma corrupção, mas foi desvio daquilo que a lei estabelece. Foi um desvio fiscal nos fundos de pensão, com impacto que faz com que você perca a credibilidade. Nós perdemos 8% do PIB entre 2015 e 2016. Imagina crescer 8% negativo, para baixo”, considerou o ministro do TCU.

Caruaru - IPTU 2026

Em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira, no Palácio do Planalto, o prefeito do Recife e presidente do PSB, João Campos, reforçou ao petista a intenção do partido de manter Geraldo Alckmin como seu vice na disputa eleitoral deste ano. A conversa durou cerca de uma hora, e Campos disse ter saído dela “animado” e “seguro” quando à parceria eleitoral entre os PT e PSB.

— Os dois vão construir isso da melhor forma, há uma relação de carinho e respeito entre eles. Não cabe um interlocutor, não é um presidente de partido que vai tratar disso — afirmou Campos a jornalistas na saída do encontro. Apesar disso, diz ser “importante para o partido a manutenção do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa”. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Palmares - Pavimentação Zona Rural

O ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União, que ganhou fama nacional como relator das pedaladas da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), resultando no impeachment da sucessora de Lula (PT), é o meu convidado do podcast ‘Direto de Brasília’, programa em parceria com a Folha de Pernambuco, de hoje. Ele vai falar sobre os limites daquela corte nas investigações no Banco Master e o escândalo que envolve políticos graúdos e dois ministros do Supremo Tribunal Federal.

Olinda - Refis últimos dias 2025

A CPS (Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (10), um projeto que institui o “Programa Minha Primeira Arma”.

De autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS), a ideia é facilitar o acesso à primeira arma de fogo no país com intuito de fortalecer a legítima defesa.

O projeto prevê a isenção de tributos federais como o IPI (Imposto de Importação), PIS e CONFINS para aqueles que adquirirem a primeira arma de fogo de uso permitido. As informações são da CNN.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu nesta terça-feira que o mundo está “sedento” por uma “virada à direita menos ideológica e mais tradicional”. A declaração ocorreu no contexto da repercussão internacional da entrevista do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) à mídia francesa na qual acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“No Oriente Médio virou notícia em hebraico e árabe; na França também está na mídia em francês, inglês e espanhol. O mundo está sedento por uma virada à direita, racional, lógica, menos ideológica e mais tradicional focada naquilo que já deu certo e respeita nossas culturas”, escreveu Eduardo nas redes sociais. As informações são do jornal O GLOBO.

O Superior Tribunal de Justiça, reunido em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira (10), decidiu, por unanimidade, pelo afastamento cautelar do ministro Marco Buzzi.

Ele é investigado por importunação sexual após ser acusado por uma jovem de 18 anos (veja abaixo). Uma nova denúncia foi feita ao Conselho Nacional de Justiça nesta segunda-feira (9). A mulher já prestou depoimento à Corregedoria do CNJ. As informações são do g1.

A Justiça da Itália negou nesta terça-feira (10) o recurso para que o julgamento de extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli fosse reiniciado. A defesa da aliada de Bolsonaro solicitou a troca dos juízes responsáveis pelo julgamento, alegando falta de imparcialidade.

Com a decisão, a retomada julgamento sobre a extradição da ex-parlamentar ao Brasil foi marcada para a manhã desta quarta-feira (11). As informações são da CNN.