Com mulheres à frente em dez estados, Senado pode bater recorde de eleitas

A rodada de pesquisas mais recentes da Quaest nos estados indica que o Senado pode ter a maior eleição feminina de sua história este ano. É o que mostra levantamento realizado pelo cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), com base nos dados do instituto. A análise aponta haver hoje 15 mulheres em situação de favoritismo na corrida por uma das duas cadeiras da Casa em disputa em cada local, enquanto outras 14 têm candidaturas competitivas, em um panorama que abrange tanto nomes à esquerda quanto à direita.

Caso pelo menos dez candidatas sejam eleitas ao Senado em outubro, o país já igualará o pleito de 2014 como o com maior proporcionalidade de mulheres alçadas à Casa (18,5%). Na ocasião, cinco dos 27 senadores eleitos eram mulheres. As informações são do jornal O GLOBO.

Já em números absolutos, o recorde pertence às eleições de 2002 e 2010, quando oito senadoras foram eleitas. A marca também pode ser quebrada daqui menos de um mês.

O senador Carlos Viana (PSD-MG) denunciou nesta quarta-feira (16) o fechamento físico do plenário do Senado Federal. Segundo o parlamentar, as portas foram trancadas por ordem direta do presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Viana aponta que a medida foi adotada para impedir debates sobre pedidos de impeachment de ministros do STF e coibir críticas à conduta da Mesa Diretora. Diante do episódio, o senador pediu o afastamento de Alcolumbre da presidência do Senado e a convocação do Conselho de Ética. As informações são da Revista Veja.

Em publicação na rede social X, o parlamentar cravou o rompimento com a presidência: “O diálogo acabou no momento em que a porta foi trancada”.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

O deputado federal Zé Trovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais. As informações são do g1.

Caruaru - Minha rua nova

Por Leandro Magalhães – SBT News

A ministra aposentada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon afirmou ao SBT News que a reputação de Alexandre de Moraes está “irremediavelmente perdida” diante das suspeitas que o envolvem no caso Master. Para ela, o magistrado não tem condições de assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) no próximo ano.

“O ministro, seja afastado ou não, está com a sua reputação irremediavelmente perdida”, afirmou Eliana durante participação no News Noite desta quarta-feira (16). “Depois da sessão de ontem, ficou pior ainda. Não há salvação. Está, efetivamente, com um problema gravíssimo em matéria de reputação.”

Moraes passou a ser alvo de questionamentos após a Polícia Federal identificar, nas investigações sobre o Banco Master, referências ao ministro e um contrato de R$ 130 milhões firmado entre a instituição financeira e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. Os indícios levaram o STF a discutir, na terça-feira (15), a abertura de uma apuração sobre a conduta do magistrado.

Conforme tradição da Corte, que adota um sistema de rodízio, o ministro mais antigo e que ainda não assumiu a posição ocupa o cargo. Atualmente, Moraes é o segundo na fila, logo após Fachin, que não pode ser reeleito. Embora Moraes seja, de fato, o próximo da fila, a confirmação de quem será o próximo presidente da Corte só será definida em julho do ano que vem. Não há registros na imprensa sobre a suposta confirmação de Moraes como presidente da Corte em 2027.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O deputado federal Pedro Campos (PSB) reagiu a um vídeo com a chamada “Flávio Bolsonaro dança ‘passinho do Jamal’ durante agenda no Recife”, no qual o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aparece dançando em seu comício, no Centro do Recife, acompanhado do candidato a senador Mendonça Filho (PL), na noite de ontem (16): “Tá mais pra passinho do Vorcaro”, disparou.

“Segundo que o candidato de Flávio Bolsonaro e de Raquel nunca dançou bregafunk em canto nenhum. Aí agora tá tendo que dançar bregafunk junto com Flávio no palco. Vou dizer uma coisa pra vocês: é melhor parar que tá ficando ridículo”, concluiu, em referência a Mendonça Filho.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (17), um reajuste de 15% nos benefícios do programa Bolsa Família. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e estabelece a recomposição do poder de compra com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado entre março de 2023 e agosto de 2026.

Com a atualização, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio pago às famílias sobe de R$ 675 para R$ 777. A renda mínima por integrante da família subiu de R$ 142 para R$ 164. Os novos valores passam a vigorar na folha de pagamentos de outubro. As informações são do Brasil de Fato e da CNN.

Palmares - Forró Mares 2026

Por Mariana Sanches
Do UOL

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e o comentarista político bolsonarista Paulo Figueiredo afirmaram nesta quinta-feira (17) que têm mantido reuniões com integrantes do governo Trump tanto na Casa Branca quanto no Departamento de Estado, em Washington, e que relataram que o STF (Supremo Tribunal Federal) está se preparando para anular as eleições de outubro caso o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) vença.

Segundo eles, o julgamento sobre a abertura de investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, na terça-feira (15), mostrou que há uma “narrativa” sendo construída por ministros como o próprio Moraes, além de Gilmar Mendes e Flávio Dino, de que o ministro André Mendonça estaria interferindo no processo eleitoral ao conduzir o caso Master de maneira parcial. Esse seria, para eles, o argumento para anular as eleições se Flávio vencer.

“O Alexandre de Moraes está jogando a sua vida dentro desse processo. E, nesse tipo de pensamento, e eu me coloco no lugar dele, ele não hesitaria em anular uma eleição brasileira”, disse Eduardo, durante um quebra-queixo em frente ao prédio do Departamento de Estado, na manhã de hoje, pouco antes de uma das reuniões. Eles não revelam os nomes de seus interlocutores na administração Trump.

Questionados se estão transmitindo essa interpretação ao governo dos Estados unidos, responderam: “É claro que tem sido dito e é claro que tem sido perguntado”. “Quem seria ingênuo o suficiente de achar que pessoas que podem tudo vão aceitar de bom grado a eleição do Flávio Bolsonaro, o que significa a possibilidade de eles passarem o resto da vida deles na prisão?”, disse Figueiredo.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Jamil Chade
Do ICL Notícias

O governo de Donald Trump exigiu que “dissidentes políticos” fossem autorizados a participar das eleições presidenciais de 2026, no Brasil, como condição para reduzir as tarifas impostas contra bens brasileiros.

A condição fez parte de uma das propostas enviadas ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda em 2025 e que lista 21 pedidos ao país. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo ICL Notícias. No documento, exigia-se ainda que pessoas que tivessem supostamente sido “arbitrariamente detidas” pudessem ser soltas para participar do pleito.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Por Agência O Globo

A equipe econômica vai apresentar ao presidente Lula, nos próximos dias, a proposta de um novo programa para a redução do endividamento das famílias. Em entrevista exclusiva ao jornal “Extra”, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, antecipou que a ideia é fazer uma espécie de “leilão” para que o governo viabilize a recompra, com deságio, de dívidas antigas dos consumidores.

Mas, diferentemente do que o ocorreu no Desenrola 1, no início do mandato de Lula, o consumidor não teria de fazer essa renegociação na plataforma. O próprio governo realizaria o leilão.

Do Poder360

Levantamento AtlasIntel/Bloomberg divulgado nesta quinta-feira (17) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 47,2% das intenções de voto contra 46,8% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual 2º turno da corrida presidencial. Brancos, nulos e os que não sabem em quem votar somam 6%.

O levantamento entrevistou 5.018 eleitores, de 11 a 16 de setembro de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06221/2026. Custou R$ 75.000,00, pagos com recursos próprios.