A emoção de subir as escadarias do Museu do Ipiranga 204 após o grito da independência

De passagem por São Paulo, visitei o Museu do Ipiranga, às vésperas dos 204 anos da Independência do Brasil, celebrados na próxima segunda-feira, 7 de setembro.

Subir as escadarias de um lugar diretamente ligado a esse capítulo da história brasileira foi emocionante. Para quem estiver em São Paulo, recomendo a visita.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse, hoje, que a gravidade da crise na Corte e atuação dos integrantes da instituição “não autoriza atalhos” na Justiça. Segundo o magistrado, a resposta institucional ao que foi revelado nesta semana será “firme”.

“Nenhuma autoridade está acima da Constituição. Nenhum poder está acima da lei, e nenhum interesse circunstancial pode se sobrepor. A gravidade dos fatos não autoriza atalhos”, destacou Fachin. As informações são do portal Metrópoles.

Coluna do Estadão

Os crimes imputados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao colega André Mendonça pela condução dos casos Master e INSS têm como penas, em tese, a perda do cargo, suspensão de direitos políticos e detenção.

Em documento enviado, na noite de ontem, ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes acusou Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Para fazer a acusação, no entanto, usou um relatório da Polícia Federal (PF) apócrifo que se define como “sem valor probatório”.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, hoje, uma reforma no Poder Judiciário e afirmou que pretende discutir mudanças na estrutura da Justiça brasileira ao longo do próximo ano, se for reeleito. As informações são do portal G1.

Ao discursar durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente disse que a medida é necessária para fortalecer a confiança da população nas instituições. Mencionou também que todos, independentemente do cargo, devem seguir a lei.

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Há um meme circulando nas redes sociais que coloca Daniel Vorcaro, do Banco Master, naquela seção “Reclame Aqui”, que há nas páginas do Procon. Então, ali, ele protesta que pagou R$ 130 milhões para o escritório de advocacia da mulher de um ministro do Supremo e nem assim conseguiu se livrar de ser preso.

O impressionante é que há muito de verdade na piada. No depoimento que deu na semana passada para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, Vorcaro quase fez o mesmo desabafo. Ali, ele disse que se “aproximou de pessoas poderosas” porque imaginava que assim iria se blindar. Gastou os tubos na mais inacreditável rede de proteção que já se viu na história da República. Mas ainda mais inacreditável é o fato de que, mesmo assim, Vorcaro não atingiu seu objetivo. O Banco Central decretou a intervenção do Master, e Daniel Vorcaro está preso.

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, anunciou que o Governo Federal conseguiu zerar a fila de pedidos por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), alcançando uma das principais metas estabelecidas para a pasta desde que assumiu o ministério, em maio de 2025.

Ao tomar posse, Wolney recebeu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a missão de recuperar a credibilidade da Previdência Social e do INSS. Entre os principais desafios estava justamente reduzir o tempo de espera dos brasileiros que aguardavam a análise de seus requerimentos.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou do âmbito do inquérito das fake news o pedido do ministro Alexandre de Moraes para abrir um processo contra o também ministro da Corte, André Mendonça.

Na decisão, Fachin determinou que a Procuradoria-Geral da República e o ministro André Mendonça se manifestem, no prazo de até cinco dias, sobre o pedido de Moraes, e transferiu os casos para a Presidência da Corte. As informações são do portal G1.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, ontem, escalar a crise com seu colega de toga ministro André Mendonça, ao usar o Inquérito das Fake News para acusá-lo de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução das operações Sem Desconto e Compliance Zero. Moraes, porém, fundamentou sua acusação de “fortes indícios” dos crimes em um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) repleto de ressalvas.

O documento da corporação classifica suas próprias análises com grau de confiança “baixo” ou “moderado”, mas, na decisão de Moraes, tais hipóteses foram tratadas como fatos consumados na conduta do magistrado. Um dos pontos centrais da decisão refere-se ao suposto direcionamento de investigações por parte de Mendonça para atingir o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu um procedimento para esclarecer se há nulidade nas ações do ministro André Mendonça ao pedir que a Polícia Federal intensificasse apurações sobre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o ministro Alexandre de Moraes.

Fachin dá cinco dias para que os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o PGR, Paulo Gonet, se manifestem sobre o caso.

O que Fachin pede explicações:

·      Se a PF investigou pessoas com foro de prerrogativa de maneira irregular;

·      eventuais indícios de que credenciais de acesso institucional tenham sido usadas para avaliar documento estritamente particular e de que informações sujeitas ao sigilo judicial foram reveladas a pessoa investigada;

·      as circunstâncias em que se deu o despacho do ministro André Mendonça, que determinou a apresentação da identificação de pessoas com prerrogativa de foro

·      medidas, no exercício do controle externo da atividade policial, que foram tomadas para zelar pela observância estrita à Loman.

A decisão de Fachin é uma resposta ao parecer da PGR que pediu nulidade da decisão de André Mendonça sobre as conversas entre Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro; e ao pedido de André Mendonça para levar o caso ao plenário do STF.

Fachin afirma que cabe ao presidente do STF “zelar para que a possível apreciação colegiada seja feita, a tempo e modo, com o elevado senso de responsabilidade que os fatos reclamam, sempre assegurando o respeito às garantias constitucionais do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”.

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais indeferiu, nesta quinta-feira (3), o registro da candidatura de Eduardo Cunha (Republicanos) ao cargo de deputado federal. A decisão da Corte foi por unanimidade. Cabe recurso.

O relator do caso, desembargador Sálvio Chaves, analisou as impugnações ao registro de candidatura apresentadas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e pela candidata a deputada estadual Roberta Lopes Alves (PL). As informações são do g1.