‘Celebro pequenas vitórias’, diz Michelle após decisão de Moraes que autorizou prisão domiciliar de Bolsonaro

A ex-primeira-dama e Presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, comemorou a decisão desta terça-feira do ministro Alexandre de Moraes que autorizou ao ex-presidente Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar. Outros nomes da direita também celebraram a mudança de regime, mas criticaram medidas anunciadas por Moraes, como a previsão de uma reavaliação da situação de Bolsonaro dentro de 90 dias.

“Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo. Sou esposa e mãe, e clamei muito a Deus para que nos ajudasse, para que ele pudesse ir para casa e receber o cuidado necessário. O amanhã pertence a Deus”, escreveu Michelle em uma publicação no Instagram. As informações são do jornal O GLOBO.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) formou maioria nesta terça-feira (24) no julgamento que pode tornar o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) inelegível.

Após o voto divergente do ministro Nunes Marques, que se posicionou contra a condenação, os ministros Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha votaram pela cassação do mandato e pela inelegibilidade, acompanhando a relatora, ministra Isabel Gallotti.

Com isso, o placar chega a 4 votos a favor da condenação e um contra, formando maioria na Corte para condenar o ex-governador do Rio. As informações são da CNN.

Petrolina - Destino

O ex-ministro José Jorge, do Tribunal de Contas da União, deu uma demonstração de prestígio no lançamento da sua biografia, há pouco, em Brasília. Reuniu um robusto pedaço do poder federal: ministros, senadores, deputados federais e um expressivo contigente da colônia pernambucana na corte.

O livro foi escrito pelo jornalista Ângelo Castelo Branco, que também esteve presente e fez um discurso breve sobre a obra. Dei uma passadinha lá para pegar o meu autógrafo. A noite de autógrafos foi no salão nobre do TCU.

Ipojuca - IPTU 2026

Aos 81 anos, o ex-senador Álvaro Dias (MDB) tem capítulos importantes da política nacional frescos na memória. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, relembrou diversas histórias com importantes nomes da República, como Tancredo Neves, e citou diversos pernambucanos, entre Sérgio Guerra, Marco Maciel, Marcos Freire, Jarbas Vasconcelos e Miguel Arraes. Do mito, rememorou uma visita que fez e ouviu uma de suas famosas tiradas a respeito dos quinze anos que passou exilado na Argélia, devido aos tempos sombrios da Ditadura Militar.

“Pernambuco produziu belíssimas figuras. Eu convivi com algumas, como meu amigo Jarbas Vasconcelos e Miguel Arraes. Uma vez eu fiz uma visita a Arraes e perguntei como tinha sido a sua experiência na prisão, na época da ditadura. Ele falou que todo político deveria ficar preso pelo menos um ano. Porque ele estudou bastante e aprendeu bastante (risos). Eu nunca mais esqueci. Também tinha o Marcos Freire, que teve uma bela presença no Congresso Nacional, daqueles tempos áureos, em que não era uma casa de caixeiros viajantes, e sim de legisladores e combatentes, fiscais do estado”, contou.

Caruaru - IPTU

Aliado do governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o ex-senador Álvaro Dias (MDB) lamentou a decisão do gestor de não disputar a Presidência da República. Para o emedebista, a história se repete e teria relação com a polarização estabelecida nacionalmente entre o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A decisão de Ratinho foi comunicada por ele ontem ao dirigente nacional da legenda, Gilberto Kassab, após ter sido escolhido internamente e pontuar com 7% das intenções de voto nas pesquisas.

“Eu diria para você que é da história do Paraná. Todos os governadores do Paraná sonharam ser presidente da República e anunciaram candidaturas, mas nenhum deles disputou a eleição. Quando eu disputei, em 2018, já tinham transcorridos 29 anos do tempo em que governei o estado, então já muito distante dos efeitos publicitários de uma gestão no cargo executivo. E as dificuldades são impostas pela polarização atual. Certamente foi o que demoveu o governador Ratinho Júnior da ideia de disputar a eleição”, disse Dias, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o ex-senador Álvaro Dias, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!

Palmares - IPTU 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (24) o PL (Projeto de Lei) Antifacção, com veto sobre a equiparação de penas entre integrantes e não integrantes faccionados. O texto estabelece um marco legal para o combate ao crime organizado no Brasil.

Ao lado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), em evento em Brasília, Lula decidiu barrar apenas o trecho que extendia as penas às pessoas envolvidas com integrantes faccionados. Integrantes do governo pressionaram para que o texto não desse brecha para criminalização de movimentos sociais e protestos. As informações são da CNN.

A proposta aprovada na Câmara aumenta as penas para crimes ligados a facções — que podem chegar a 40 anos — e cria novos mecanismos de combate, como um banco nacional para identificar esses grupos.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Em 2004, o então juiz Sergio Moro escreveu um artigo: “Considerações sobre a Operação Mani Pulite”. Moro tecia diversos elogios à Operação Mãos Limpas, na Itália, prenunciando que seu desejo seria ter aqui uma operação igual para chamar de sua.

Ele a teve: a Operação Lava Jato. Depois, sabemos que a Lava Jato acabou anulada quando se descobriu que Moro combinava com os procuradores o rumo das investigações para condenar seus alvos. Mas, para além da combinação, muito se criticou tanto a Mãos Limpas quanto a Lava Jato pelo uso, digamos, heterodoxo, de caminhos judiciais para alcançar seus objetivos. Um desses usos heterodoxos muito criticados era a estratégia para obter delações premiadas.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passe a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia.

Após esse período, serão reavaliados os requisitos para que Bolsonaro permaneça ou não em prisão domiciliar humanitária.

“O ambiente domiciliar é o mais indicado para preservação de sua saúde, uma vez que, conforme literatura médica, devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias”, diz a decisão de Moraes.

Além disso, Bolsonaro precisará utilizar tornozeleira eletrônica e estará proibido de utilizar smartphones, celulares, telefones ou outros meios de comunicação, mesmo que por meio de terceiros. O ex-presidente também não poderá utilizar redes sociais e gravar vídeos ou áudios.

Moraes atendeu à manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se posicionou a favor da flexibilização de regime em razão do quadro de saúde do ex-presidente.

Moraes entendeu que o local onde Bolsonaro cumpre pena, conhecido como Papudinha, tem plenas condições de garantir a “saúde e dignidade” do ex-presidente.

Prestes a deixar o Ministério de Portos e Aeroportos após mais de três anos no comando da pasta, o ministro Silvio Costa Filho foi homenageado, hoje, pelo setor hidroviário brasileiro. Em audiência pública para discutir ações estratégicas para o fortalecimento do setor, Costa Filho recebeu uma placa alusiva pelas iniciativas estruturantes que fortaleceram o transporte hidroviário no país.

A homenagem partiu da Agência de Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias e dos Corredores de Exportação (Adecon), entidade brasileira fundada em 2006 para fomentar o transporte hidroviário e a logística de exportação. A frente do Ministério, o ministro de Lula avançou em ações concretas como a criação da Secretaria Nacional de Hidrovias, estabelecida com o objetivo de dar maior prioridade às políticas públicas voltadas ao desenvolvimento das vias navegáveis brasileiras.