EUA confirmam tarifa sobre trabalho forçado; Brasil terá alíquota de 12,5%

O USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) confirmou nesta quinta-feira (23) a aplicação de uma nova tarifa contra 60 países que teriam se beneficiado comercialmente de produtos ligados ao trabalho forçado.

As alíquotas são de 10% para países que, segundo o USTR, “se comprometeram a adotar e a aplicar efetivamente proibições à importação de trabalho forçado”; e de 12,5% para países que não teriam adotado tal proibição. As informações são da CNN.

O Brasil acabou atingido pela alíquota mais elevada, como adiantado pelo analista de Internacional da CNN Brasil, Lourival Sant’Anna.

Alguns produtos foram isentos desse novo episódio de tarifaço. São eles:

  • Materiais informativos, doações e bagagem acompanhada;
  • Todos os artigos e partes de artigos sujeitos às tarifas da seção 232;
  • Matérias-primas que, se sujeitas às tarifas adicionais propostas, poderiam levar à indisponibilidade do fornecimento interno nos EUA;
  • Produtos que poderiam causar perturbações em toda a economia se sujeitos às tarifas adicionais propostas;
  • Certos produtos que não podem ser cultivados ou produzidos em quantidades suficientes nos Estados Unidos ou obtidos de outras fontes;
  • Produtos que, se isentos dessas tarifas, incentivariam as economias a promulgar e aplicar efetivamente uma proibição de importação de trabalho forçado;
  • Artigos para os quais as tarifas adicionais podem não contribuir substancialmente para a eliminação dos atos, políticas e práticas considerados passíveis de ação nas investigações.

A nova alíquota entra em vigor à 01h01, no horário de Brasília, desta sexta-feira (24). Mercadorias que já estejam em trânsito para os EUA poderão entrar no país sem cobrança adicional até terça-feira (28).

Sebrae - Fazer dar certo

A Justiça italiana apontou falta de informações concretas sobre a assistência médica no sistema penitenciário do Brasil como o principal fundamento para anular a extradição de Carla Zambelli (PL-SP) e determinar uma nova análise do caso no início de julho.

No documento, a Corte de Cassação da Itália afirma que as autoridades brasileiras não detalharam se a Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, teria condições de oferecer o acompanhamento médico constante e especializado exigido pelo quadro de saúde de Zambelli. As informações são da CNN.

Os juízes, por outro lado, rejeitaram os argumentos da defesa de que a ex-deputada seria alvo de perseguição política e de que o processo relacionado ao episódio de perseguição armada teria sido conduzido por um tribunal parcial, o STF (Supremo Tribunal Federal).

A íntegra da decisão, obtida pela CNN, mostra que a Corte entendeu serem insuficientes as garantias diplomáticas apresentadas pelo governo brasileiro.

Embora o Brasil tenha informado que Zambelli teria acesso ao sistema público de saúde e que a embaixada italiana poderia acompanhar sua situação, os magistrados consideraram que as informações eram genéricas e não esclareciam como seria assegurado, na prática, o tratamento médico da ex-deputada.

Segundo os juízes, a defesa apresentou documentos indicando que Zambelli possui um quadro clínico que demanda acompanhamento contínuo.

A Corte também afastou a alegação de perseguição política. Segundo o acórdão, não foram identificados elementos que indiquem que a condenação de Zambelli tenha sido motivada por razões políticas ou que tenha havido violação às garantias do devido processo legal.

Os juízes ainda rejeitaram o argumento de parcialidade do STF.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

O núcleo duro da campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda tenta reverter a decisão da federação PP-União Brasil de se manter independente na disputa presidencial. O grupo acredita na possibilidade de aliança com o Republicanos, que também caminha para a neutralidade. As informações são do blog do Camarotti.

Com o PP, uma das estratégias cogitadas pelo grupo é apelar para a “lealdade incondicional” declarada pelo senador Ciro Nogueira a Jair Bolsonaro. Os emissários querem sensibilizar Ciro de que a prisão do ex-presidente seria injusta e só poderia ser revertida com a eleição de Flávio.

Caruaru - Transparência 2026

O senador Izalci Lucas lança oficialmente a sua pré-candidatura a deputado federal pelo PL-DF para as eleições deste ano. A decisão reflete um reposicionamento estratégico diante da conjuntura política e das diretrizes do partido nacional, reafirmando seu compromisso inegociável com a população do Distrito Federal e do Brasil. Embora o projeto de concorrer ao Governo do Distrito Federal permaneça como um sonho apenas adiado, Izalci destaca que o momento exige pragmatismo e trabalho contínuo nos espaços de grande impacto decisório.

“O nosso sonho não acabou, apenas foi adiado. Não desisti de ser governador do Distrito Federal, mas diante da posição do PL Nacional, entendo que a hora de realizarmos este sonho ainda irá chegar. Não posso e não vou ficar parado enquanto o nosso ‘quadradinho’ pede socorro e clama por dias melhores. A Câmara dos Deputados precisa de nomes capacitados e comprometidos para destravar pautas históricas que estão paradas e que afetam diretamente o DF e a Região Metropolitana”, declarou.

Com vasta experiência legislativa e reconhecida atuação nas áreas de Educação, Ciência, Tecnologia, Inovação e Desenvolvimento Social, Izalci Lucas levará para a Câmara Federal a liderança necessária para defender os interesses da capital federal e fortalecer a bancada no Congresso Nacional.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O governo de Donald Trump comentou, hoje, as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o secretário Marco Rubio. Na última segunda (20), Lula afirmou que, se Rubio quiser apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, “que venha, que monte um comitê”. Questionado pelo portal G1, um porta-voz do Departamento de Estado se limitou a afirmar que os Estados Unidos estão interessados na “liberdade de expressão” e na “integridade do processo democrático” no Brasil.

“Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil”, diz a nota. O tom adotado pelo governo Trump ressoa com o do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na última terça (21), Flávio atacou as urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A família Bolsonaro tem Marco Rubio como aliado nos EUA.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O detalhe pode ter passado quase despercebido no noticiário. Mas movimentou intensamente os bastidores do PSD. No meio de uma pesquisa sem maiores novidades, a Real Time Big Data aponta a possibilidade de vitória do candidato do partido, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado num eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

É uma possibilidade dentro da margem de erro, mas Caiado aparece à frente: 44% contra 43%. É o único cenário na pesquisa (e também em todas as outras recentes) em que Lula não é o vencedor nos cenários pesquisados. O problema de Caiado é conseguir chegar a esse segundo turno, porque ele é apenas o quarto no cenário de primeiro turno, com 7% das intenções de voto, atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que tem 33%, e de Renan Santos (Missão), com 9%. Na Real Time Big Data, Lula lidera com 40%.

Palmares - 147 anos

O novo pacote de tarifas anunciado pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve provocar impactos significativos na economia de Pernambuco. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), aproximadamente 60% das exportações pernambucanas destinadas ao mercado norte-americano serão afetadas pelas novas medidas, o que representa um universo de cerca de US$ 130 milhões em vendas ao exterior.

O cenário preocupa especialmente porque Pernambuco possui uma economia fortemente industrializada e uma pauta exportadora diversificada. Entre os produtos atingidos estão açúcar, uva fresca, inhame, peixes e sucos, além de boa parte da produção da fruticultura irrigada do Vale do São Francisco. A manga ficou de fora da lista de sobretaxas.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Metrópoles

Os partidos do chamado “Centrão” caminham para formalizar posição de neutralidade nas eleições presidenciais deste ano, nas convenções realizadas até 5 de agosto. A prioridade será investir recursos e esforços nas eleições ao Congresso Nacional. Assim, as legendas ficarão fora dos palanques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Muitos dos partidos, inclusive, foram cortejados pelos dois lados dos presidenciáveis que estão à frente nas pesquisas. Algumas legendas até mantêm espaços na Esplanada dos Ministérios do Governo Lula, mesmo que, após a desincompatibilização, os cargos em primeiro escalão tenham reduzido de forma significativa.

De toda maneira, Brasil afora, as siglas do Centrão estão ora mais próximas, ora mais distantes de Lula e Flávio, a depender do contexto local.

Nos estados em que Lula tende a ter maior vantagem eleitoral – no Nordeste, por exemplo –, pré-candidatos do Centrão a vagas no Congresso, por mais que sejam próximos de Flávio Bolsonaro, têm sido cautelosos ao declarar apoio, sob pena de prejudicar a própria candidatura. O pragmatismo tem prevalecido.

O PT foi mais discreto nos avanços para acordos federais com partidos do Centrão. Anteriormente, Lula distribuiu ministérios a legendas de centro para garantir a governabilidade e o avanço de pautas no Congresso. Agora, já com foco nas eleições, preferiu mirar parcerias mais à esquerda para formar o palanque nacional.

Esse cenário, no entanto, não quer dizer que, em nível local, a legenda do atual presidente não esteja buscando proximidade com nomes mais ao centro. A ideia é ter mais visibilidade dentro dos estados ao projeto de reeleição.

Camaragibe - A prefeitura mudou

O candidato ao governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) foi às redes sociais nesta quarta-feira agradecer o apoio do PL à sua postulação ao Executivo estadual. O tucano disse estar “profundamente honrado” com a homologação da aliança e disse estar reunindo forças para o combate à violência e à corrupção. A postulação de Ciro foi pivô de um embate na legenda, que posicionou publicamente a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro contra o presidenciável Flávio Bolsonaro.

No vídeo, Ciro acena para o presidente estadual do PL, deputado André Fernandes, e o deputado estadual Alcides Fernandes, que deve compor a chapa de Ciro em uma das vagas ao Senado. As informações são do jornal O GLOBO.

— Nosso estado está passando por um momento muito grave. Nos últimos doze anos, o Ceará viu disparar a violência e a corrupção. O governo do estado abandonou o nosso povo. Esse problema pede que sejamos capazes, como o PL está demonstrando de forma exemplar, de colocar de lado nossas diferenças — afirmou Ciro.

O pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) afirmou nesta quarta-feira (22) que as urnas eletrônicas do Brasil são “confiáveis”, mas defendeu que exista algum tipo de “recibo” impresso na hora do voto.

“Bom eu já fui interpelado diversas vezes sobre urna eletrônica. Tudo que puder ser feito para melhorar a confiabilidade é bom, principalmente comprovante escrito. Fui eleito e reeleito pela urna eletrônica e considero o sistema confiavel”, disse em conversa com jornalistas, momentos antes de participar do evento Brasil de Ideias Mulher, organizado pelo Grupo Voto e Clube da Lu. As informações são da CNN.

O ex-governador de Minas Gerais também defendeu a implementação de uma amostra impressa dos votos que, segundo ele, serviria para “confirmar o digital com o físico”.