Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, receberam nesta terça-feira (9/6), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), representantes das principais entidades e empresas do setor sucroenergético brasileiro, que reconheceram os avanços alcançados pelo país com a política de biocombustíveis conduzida pelo Governo do Brasil. Durante o encontro, as lideranças também manifestaram apoio à proposta de ampliação da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% (E32), que deverá ser submetida ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nos próximos dias. As informações são do Ministério de Minas e Energia.
Segundo Silveira, a ampliação da mistura permitirá ampliar o consumo de combustível renovável produzido no país, fortalecer a segurança energética nacional e reduzir a necessidade de importação de gasolina em aproximadamente 454 milhões de litros. A proposta atende a uma demanda do setor e está respaldada por estudos técnicos realizados após a aprovação da Lei do Combustível do Futuro.
“São políticas públicas focadas no desenvolvimento do país. É segurança energética, é modicidade no preço do combustível, é descarbonização, é mais emprego, mais renda e mais desenvolvimento nacional”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.
Leia maisA ampliação para o E32 também contribuirá para evitar a emissão de cerca de 552 mil toneladas de CO₂ equivalente, reforçando o compromisso do Brasil com a descarbonização da matriz energética. A expectativa é que a proposta seja apreciada pelo CNPE nos próximos dias, dando continuidade à estratégia do governo federal de fortalecer a participação dos combustíveis renováveis na matriz energética brasileira.
Durante a reunião, os representantes do setor destacaram os resultados alcançados pela política do Combustível do Futuro, considerada um marco para a expansão dos combustíveis renováveis no Brasil. As lideranças também reconheceram o histórico de incentivo aos biocombustíveis construído ao longo dos governos do presidente Lula, apontando a agenda como fundamental para consolidar a liderança brasileira na transição energética global.
Participaram da agenda o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros do Governo do Brasil e representantes da União Nacional do Etanol de Milho (UNEM), do SINDAÇÚCAR Nordeste, da Siamig e da Única.
O encontro também serviu para reforçar o reconhecimento do setor às políticas públicas implementadas pelo governo federal para impulsionar os biocombustíveis, incluindo o Combustível do Futuro, o desenvolvimento do mercado de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), o avanço da captura e armazenamento de carbono e outras iniciativas voltadas à descarbonização da economia brasileira. As lideranças também destacaram o momento positivo vivido pela bioenergia nacional, impulsionado pela expectativa de uma safra recorde de etanol em 2026/2027.
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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou nesta terça-feira (9) que deve submeter, nos próximos 15 dias, uma resolução ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) para avaliar o aumento da mistura do etanol anidro de 30% para 32%, por determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em 24 de junho de 2025, o CNPE aprovou o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 27% para 30%, conhecido como E30. A medida entrou em vigor em 1° de agosto do ano passado. As informações são da CNN.
Leia maisPassado menos de um ano, a possibilidade de mais um aumento de 2% já havia sido anunciada pelo ministro Silveira em abril.
A afirmação aconteceu após reunião com o presidente e demais associações e empresários do setor de energia. Segundo Silveira, a reivindicação realizada hoje deve permitir um maior debate sobre o tema da segurança energética e descarbonização no país.
O ministro também ressaltou que, com o aumento de 2%, 450 milhões de litros de gasolina deixarão de ser importados. “Com isso, podemos nos tornar autossuficientes, deixando de ser necessária a importação de gasolina e minimizando também os impactos da guerra”, afirmou.
Evandro Gussi, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), também presente na reunião e coletiva de imprensa, desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, a diferença entre o preço do etanol e gasolina fez com que brasileiro economizasse R$ 2 bilhões.
“O Brasil deixou de gastar R$ 8 bilhões com importação de gasolina durante esse período”, afirmou.
Gussi também ressaltou que o etanol custa, em média, R$ 2,40 menos do que o litro da gasolina e, com o aumento de 2% na mistura, isso também deve ser refletido nos valores e trazer redução ao consumidor. Além disso, segundo o presidente da UNICA, a mistura de 32% já foi testada “com sucesso” quando a mistura foi elevada para 30%.
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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã
Não foi uma iniciativa do presidente do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), determinar uma intervenção no diretório do Distrito Federal. O pedido foi feito pelo grupo integrado pelo deputado federal Rafael Prudente. A partir do pedido, ficam suspensas decisões do presidente do partido no DF, o deputado distrital Wellington Luiz, até que a Executiva Nacional resolva o que fazer numa reunião que fará na quinta-feira (11).
Baleia criou ainda uma comissão, presidida pelo deputado Isnaldo Bulhões (AL) para avaliar a situação. Para uma experiente liderança emedebista ouvida pelo Correio Político, uma tremenda confusão, “motivada por meros interesses particulares”, que deveria ter sido evitada.
Leia maisEsse emedebista lembra que foi o próprio ex-governador Ibaneis Rocha quem construiu a aliança que levou Celina Leão a ser sua vice-governadora. No primeiro governo Ibaneis, seu vice-governadora era Paco Britto, hoje no Avante. “Muda agora o comando do governo e aí a saída é querer mudar tudo a quatro meses da eleição? Não vai dar certo”, vaticina. “Conflitos fazem parte da política, e eles se resolvem conversando”.
Ao contrário de partidos com comando central forte – caso, por exemplo do PSD com Gilberto Kassab – no MDB é muito respeitada a decisão regional. Então, foi decisão de Ibaneis Rocha compor a aliança de centro-direita que o levou à reeleição em 2022 e o aproximou do ex-presidente Jair Bolsonaro naquela eleição. “Querer criar um quadro diferente agora não vai dar certo”, considera o emedebista ouvido pelo Correio da Manhã. “Partir às pressas para uma candidatura própria vai fazer o partido perder votos”, avalia.
Na avaliação desse emedebista, se o partido optar por uma candidatura própria sem planejamento, poderá vir a perder votos que afetarão seu desempenho nas eleições proporcionais. “Menos votos é um deputado distrital a menos, é ficar, talvez, sem deputado federal”, alerta. “Eu sempre fui a favor de candidaturas próprias, mas isso não foi construído assim”.
“O plano de Ibaneis era eleger Celina, se eleger senador e, quem sabe, voltar ao governo depois”, diz o emedebista. “Agora, vemos projetos pessoais querendo prevalecer sobre os interesses do partido”, critica. Ele não é contra a candidatura de Ibaneis ao Senado. Mas não pode ser ela a definir toda a estratégia.
Não é possível saber se a decisão do MDB a essa altura irá na direção defendida por esse emedebista. Na verdade, ao compor a aliança com Celina foi Ibaneis quem determinou que o presidente do partido no DF fosse Wellington Moraes. Naquele momento, Ibaneis não tinha muita relação com Rafael Prudente.
A aproximação com Rafael Prudente deu-se na mesma medida em que cresceu a briga de Ibaneis Rocha com Celina Leão. Antes mesmo dele deixar o governo, a ideia de ter Prudente como candidato a governador começou a ser testada. Especialmente depois que o PL indicou que não daria espaço a Ibaneis.
Quando o PL indicou que faria uma chapa pura tendo como candidatas Michelle Bolsonaro e a deputada Bia Kicis, Ibaneis reagiu fortemente. Nesse momento, começou a cogitar Rafael Prudente. Quando em maio Ibaneis anunciou rompimento com Celina, ao seu lado estava o presidente nacional do partido, Baleia Rossi.
Alguns dias depois, porém, Ibaneis recuou e voltou a falar de diálogo com Celina Leão. O emedebista ouvido pelo Correio Político não vê a essa altura outro caminho prudente senão seguir unido a Celina Leão. Mas será a Executiva Nacional, a partir do relatório da comissão presidida por Isnaldo Bulhões.
“O que vai acontecer até outubro a essa altura é imprevisível”, considera o político. “Há espaço para diversas candidaturas de centro-direita?”, questiona. “É possível garantir se José Roberto Arruda [PSD] irá até o fim?, continua. “Que o senador Izalci Lucas [PL] será candidato ao governo?”. “Calma ou todos perdem”.
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) também pode negar, hoje, a proposta de delação de Daniel Vorcaro. O ex-banqueiro já recebeu uma primeira recusa da Polícia Federal (PF) e passou a tentar uma segunda proposta, que também deve ser negada na PF.
No caso da PGR, ainda não há negativa declarada, mas nos bastidores da investigação aceitar a delação é considerada a hipótese menos provável. Isso porque, segundo apurou o blog da Camila Bomfim, ou Vorcaro não entrega o fato inteiro ou não tem as provas para corroborar o que ele diz.
Leia maisAs versões contadas por ele vão perdendo embasamento a cada operação deflagrada sobre o caso Master e a cada nova descoberta de informações a partir do celular dele. Investigadores afirmam que uma parte da documentação que poderia confirmar alguns pontos da delação de Vorcaro ele não tem mais acesso.
Isso porque esses documentos estão na contabilidade do Master, banco que foi liquidado e saiu do controle de Vorcaro. Agora, está sob a gestão de um liquidante. Além disso, há uma percepção que Vorcaro joga com o tempo, porque não há limite de prazo para a delação e, se essa proposta de agora não for aceita, ele pode fazer uma nova tentativa, apresentando mais provas.
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Poder360
O ex-governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto, Ronaldo Caiado (PSD), afirmou, hoje, que o Brasil passa por “um processo que se aproxima de uma ‘mexicanização’ da política brasileira” ao falar sobre segurança pública. Em declaração ao programa Jornal em Foco, no canal do YouTube da revista Veja, Caiado disse que “o narcotráfico invade a economia formal do Brasil”.
O termo equipara o Brasil ao México, país em que cartéis de tráfico de drogas se infiltram, de forma sistêmica, no governo para proteger as rotas de tráfico e seus interesses. Os grupos utilizam a corrupção, o financiamento a candidatos apoiadores e atentados contra opositores como ferramentas para dominar a política local.
Leia maisO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), classificou, no fim de maio, o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras, a pedido do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Durante o 2º mandato de Trump, 6 países da América Latina receberam o título: México, Venezuela, Haiti, Equador, El Salvador e Brasil. O México lidera o ranking regional com 6 registros; destes, 5 são cartéis de narcotráfico: Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, Cartel del Golfo e Carteles Unidos.
A classificação causou descontentamento entre governistas e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que avaliam que a denominação pode facilitar intervenções unilaterais norte-americanas no país, principalmente em instituições financeiras. Por outro lado, aliados de Flávio Bolsonaro comemoraram a medida.
Na sua entrevista, Caiado afirmou que, “amanhã, toda economia formal e os poderes constituídos serão dominados por facções criminosas” e disse que, se eleito, tomará providências: “No dia 5 de janeiro, ao tomar posse, um dos projetos que encaminharei ao Congresso Nacional é classificar o PCC e o CV como terroristas”. Segundo o pré-candidato, a medida irá “resgatar o Brasil e devolvê-lo ao povo de bem”.
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O jornalista e apresentador José Luiz Datena decidiu encerrar o contrato com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para ser candidato nas eleições de 2026. A decisão foi comunicada pelo jornalista à atual presidente da EBC, Antonia Pelegrino, durante conversa por telefone no fim de semana. As informações são do portal Metrópoles.
Com a decisão, Datena seguirá na programação da EBC até 30 de junho, data-limite em que emissoras de rádio e TV podem transmitir programas apresentados por pré-candidatos. O jornalista foi contratado pela EBC no início de 2026. Atualmente, ele apresenta um programa diário de entrevistas na Rádio Nacional e outro programa semanal na TV Brasil.
O ex-senador e ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Jorge receberá o título de Doutor Honoris Causa do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), a mais alta honraria acadêmica concedida pela instituição. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração do instituto em reconhecimento à sua trajetória no serviço público e às contribuições prestadas ao fortalecimento das instituições brasileiras.
Na justificativa da homenagem, o IDP destaca a atuação de José Jorge como deputado federal, senador da República por Pernambuco e ministro do Tribunal de Contas da União, ressaltando seu papel no aprimoramento da administração pública, da transparência e dos mecanismos de controle do Estado. A solenidade de entrega do título terá data e local divulgados posteriormente.
Em viagem ao Peru, para acompanhar as eleições presidenciais do país, o ex-ministro do Empreendedorismo Márcio França (PSB) enviou, há pouco, ao blog, um vídeo comentando como está a disputa naquela nação. Recentemente, França foi convocado pelo presidente Lula (PT) para ser o candidato a vice-governador de São Paulo na chapa do pré-candidato Fernando Haddad (PT). Até então, ele ainda não decidiu se desistirá da sua própria pré-candidatura ao Senado, o martelo deve ser batido na sua volta ao Brasil.
As festas de São João tendem a esvaziar o Congresso Nacional em junho todos os anos. Em 2026, porém, o impacto pode ser maior, com reflexos sobre o calendário de votações importantes para o ano eleitoral.
É o caso de matérias de diferentes áreas, como a trabalhista, cuja pauta principal é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1, e a econômica, como o Projeto de Lei Complementar (PLP) que busca baratear os combustíveis. As informações são do Metrópoles.
Leia maisO Senado acumula o maior número de projetos estratégicos que aguardam o despacho do presidente da casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deverá reunir os líderes partidários nos próximos dias para dar andamento à pauta.
Aliados tanto do senador amapaense, quanto do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentam destravar o andamento das matérias estratégicas para os próximos meses e superar o desgaste entre os dois líderes dos Poderes.
O fim da escala 6×1 está no centro dessas negociações, já que é citada como “prioridade zero” por líderes do governo na Casa. Por outro lado, a oposição tenta segurar o avanço da proposta e pleiteia a criação de comissão especial, que não está prevista no regimento.
Alcolumbre disse, na última sessão, que reunirá os líderes para estipular o rito que considerar “razoável” e que o Senado não pode se comportar como casa “carimbadora” dos projetos provenientes da Câmara dos Deputados, mesmo temas “polêmicos” aquém do período eleitoral de 2026.
Aliados ouvidos pelo Metrópoles descartam a possibilidade de estender a discussão com uma comissão especial e pontuam que Alcolumbre tem garantido que deverá dar andamento à proposta dentro dos limites do regimento, com votação prevista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois no plenário.
Além da redução da jornada de trabalho, o Senado precisa debater sobre a exploração dos minerais críticos, a PEC da Segurança Pública, o uso do fundo social do pré-sal para financiar a renegociação de dívidas rurais, pauta que ainda divide o governo e a bancada do agro e que deve chegar ao plenário esta semana.
O baixo quórum no Senado ainda tem deixado entre as pendências a indicação de autoridades. É o caso da ida do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Benedito Gonçalves para ser corregedor-nacional de Justiça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A indicação chegou ao plenário em 20 de maio, mas teve de ser adiada por falta de quórum.
As festas de São João compõem o calendário de parlamentares especialmente das bancadas do Nordeste, que retornam às suas bases para as festividades todos os anos, mas esses eventos ganham ainda maior importância durante o ano eleitoral.
Na Câmara, o cenário é de pauta com menos pendências estratégicas. O principal embate gira ao redor do projeto de lei complementar sobre o uso de receitas extraordinárias do petróleo para conter dos combustíveis diante da guerra no Irã.
No entanto, o substitutivo acabou acoplando benefício fiscal de R$ 600 milhões para produtores de etanol, além de mecanismos de compensação ao querosene de aviação (QAV). O projeto foi fruto de negociação com o Ministério da Fazenda, mas ainda enfrenta resistência dentro da base do governo por estender isenções de impostos a setores.
Apesar de ter dado andamento rápido à 6×1, a Câmara também precisará debater nos próximos meses o projeto de lei das especificações. O PL nº 1838/2026, enviado pelo governo, deverá ser a base para as regras de cada segmento para a redução da jornada de trabalho.
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