Michelle Bolsonaro ameaça não concorrer ao Senado e pressiona Flávio após crise

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro disse a parlamentares aliados que desistiu de concorrer ao Senado. A ameaça de abadono da corrida eleitoral, segundo relatos de quem esteve com Michelle nos últimos dias, foi feita porque ela se sente “esgotada” e está preocupada com a repercussão que a briga pública entre ela e o pré-candidato do PL a presidente, Flávio Bolsonaro.

O entorno de Michelle diz que vai tentar articular para que ela reveja a intenção. As informações são do jornal O GLOBO.

Na quarta-feira da semana passada, Michelle publicou dois vídeos nas redes sociais em que fez uma série de críticas a Flávio. Ela disse que foi “maltratada e desrespeitada” pelo senador do PL e que ele foi ríspido com ela.

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou nesta terça-feira (30) e consolidou a maioria de votos a favor da liberação de parte dos chamados “penduricalhos”.

Em março, o STF havia estabelecido critérios para o pagamento das verbas indenizatórias pagas a magistrados, procuradores e promotores, o fixando em 35% do teto constitucional, que corresponde ao valor da remuneração dos ministros do Supremo – atualmente em R$ 46.366,19. As informações são do g1.

Segundo esse entendimento, os penduricalhos ficaram limitados a até R$ 16.228,16.

Petrolina - São João 2026

Os rumos do Brasil atual poderiam ter sido diferentes se as reformas de base tocadas na gestão do ex-presidente João Goulart tivessem sido concluídas. Essa é a visão do neto dele, Christopher Goulart, nascido dois meses antes da morte do ex-mandatário do país, em 1976. Lançando um livro em que conta e analisa momentos da vida do Brasil, Christopher avalia que as circunstâncias da época, entre elas governar em um mandato parlamentarista, criaram muitas dificuldades que originariam a deposição de Jango e o golpe militar de 1964.

“O Brasil hoje seria outro se o Jango tivesse dado continuidade às reformas de base. Vale lembrar que, mesmo em um regime presidencialista, ele somente governou o país por um ano e dois meses. Antes governava no regime parlamentarista. Quando ele assumiu, os generais não permitiram que ele fosse nomeado ou ingressasse no cargo que lhe era de direito, pela Constituição de 1947. Aí você vê o delírio, vê o que tem algo de podre. Ele foi eleito vice-presidente democraticamente, quando os votos eram separados. Jânio renunciou, a consequência era o presidente assumir. E três lunáticos que representavam as Forças Armadas e setores conservadores disseram que ele não podia assumir. A voz deles era mais importante que a Constituição da República? E, quando ele avançou nas reformas de base que já estavam acontecendo, foi deposto. Não porque era fraco. E a ideia dele era levar isso para a população”, contou Christopher Goulart, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Getúlio Vargas para mim é a maior figura pública de toda a história e ninguém chega perto. Jango é um herdeiro de Vargas. E é muito pouco definir Getúlio unicamente como ditador, porque ele não é. Vargas é um revolucionário que depois foi eleito em 1951. E vale dizer que a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) se deu exatamente no período do Estado Novo. Com Vargas, o Estado deixou de ser oligárquico, deixou de ser do café com leite e passou a ter as bases que hoje governam o país”, completou.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Lideranças nacionais com trajetórias marcantes, o ex-presidente João Goulart (1919-1976) e o ex-governador Leonel Brizola (1922-2004) eram cunhados, gaúchos e donos de personalidades bem distintas. O advogado e escritor Christopher Goulart, neto do ex-presidente, ressalta a importância de ambos para a história da democracia brasileira e destaca o papel do avô para evitar conflitos armados no Brasil nos anos 1960.

“Sempre digo que é preciso pontuar os contextos. Jango (João Goulart) era um líder nacional; a caneta dele pesava mais. Brizola era um grande líder, que tinha sua representação muito vinculada ao Rio Grande do Sul. Quando se tem uma responsabilidade maior, o buraco é mais embaixo. Tenho orgulho de dizer que meu avô evitou duas guerras civis no Brasil, por exemplo”, destacou Christopher, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.

“Jango não aceitou um brasileiro morto em função da manutenção dele no cargo de presidente. Esses são os detalhes que precisam ser exaltados da pessoa dele. Ele podia ter ficado mais tempo no poder, mas levaria o país a uma guerra e ele não quis isso. Meu avô tinha muito mais informações que o Brizola, sabia dos movimentos. O Brizola muitas vezes jogava para a torcida. Não é bem assim que funciona a coisa. Eles eram estilos diferentes. Brizola era mais aguerrido e meu avô mais conciliador, mais do diálogo. Eram dois grandes líderes que disputavam espaço na época; havia os janguistas e os brizolistas. Enfim, eram estilos muito diferentes”, completou o neto de Jango, que recentemente lançou o livro E Manchado de Sangue Terás que Crescer: Uma Vida de Lutas.

Caruaru - São João que o mundo reconhece

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (30) ter tido uma conversa “muito boa” com a nova líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE). Ele afirmou que a parlamentar tem papel “muito importante” na interlocução dos poderes.

“Reconheço a sua capacidade de articulação. Quero dizer a V. Exa. [Teresa Leitão] e ao Brasil que fiquei muito feliz com a reunião que tivemos na manhã de hoje. Tenho convicção absoluta de que compreendeu absolutamente o papel do chefe de Poder e presidente do Congresso Nacional. E, nesta condição, V. Exa. tem uma missão muito importante nesta interlocução”, disse em plenário nesta tarde. As informações são da CNN.

A reunião foi a primeira desde que a parlamentar foi indicada pelo governo na semana passada para assumir o cargo no lugar do senador Jaques Wagner (PT-BA), alvo de operação da Polícia Federal sobre o caso do Banco Master. O encontro desta manhã também contou com a presença do ministro da Secretaria das Relações Institucionais, José Guimarães, responsável pela articulação do Planalto com o Congresso Nacional.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Vivi, hoje, na gravação do podcast Direto de Brasília, com o advogado e escritor Christopher Goulart, um momento histórico da vida nacional quando reuni ele e o pai, João Vicente Goulart, filho e neto do ex-presidente João Goulart, deposto do poder em 1964 pelo golpe militar.

Eles me deram autografado o livro E manchado de sangue terás que crescer – uma vida de lutas, de autoria do neto Christopher Goulart. A obra, publicada pelo selo Minotauro (Alta Books), mistura memórias pessoais e a saga da família com a trajetória e o legado político de seu avô, o ex-presidente deposto pelo golpe militar de 1964.

Em 416 páginas, o autor traz um resgate histórico que também se originou a partir das investigações do Inquérito Civil Público sobre a morte de Jango.

Palmares - 147 anos

A cerimônia em que Ronaldo Caiado (PSD) oficializará Gilberto Kassab como candidato a vice-presidente, nesta quarta-feira, deverá ocorrer sem a presença da maior parte dos governadores da própria legenda. Ao menos quatro chefes de Executivo estaduais do PSD não devem comparecer ao evento, em Brasília. Outros dois não responderam à reportagem até a publicação deste texto.

A solenidade ocorre em uma semana considerada decisiva para os governadores. Na sexta-feira entram em vigor as restrições previstas pela legislação eleitoral, levando chefes de Executivo a concentrar inaugurações, entregas de obras e agendas administrativas nos estados. Nos bastidores, porém, integrantes do PSD reconhecem que as ausências também refletem a dificuldade de Caiado em converter a candidatura oficial do partido em apoio efetivo entre as principais lideranças da legenda. As informações são do jornal O GLOBO.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Em abril, quando se discutia a confusa situação no Rio de Janeiro, que faz com que o estado esteja ainda sendo governado pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes fez uma dura crítica à então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, sobre a situação.

“Demorou demais”, disse Gilmar Mendes. E ele ainda criticou o pedido de vista feito pelo ministro Flávio Dino. “Temos que metrificar esses pedidos de vista”, disse. E emendou que a mesma demora teria acontecido também no caso de Roraima. Curioso que seja agora o mesmo Gilmar Mendes, decano do STF, quem cria com um pedido de vista uma situação que torna incerta não apenas uma, mas todas as eleições brasileiras.

Camaragibe - Forró da Vila

A Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) divulga, amanhã, um webinário sobre como o mercado de aquecimento, ventilação, ar-condicionado e refrigeração no Brasil (mais conhecido como AVAC-R) se comportou no primeiro semestre.

O evento apresentará a análise econômica do primeiro semestre, com dados atualizados sobre o desempenho do setor, impactos do cenário econômico e as perspectivas para orientar o planejamento estratégico das empresas de julho a dezembro. Conforme os organizadores, consiste em uma oportunidade para gestores, engenheiros, empresários e profissionais do setor tomarem decisões com base em informações confiáveis e tendências de mercado.

O novo líder da maioria na Câmara dos Deputados, Silvio Costa Filho (Republicanos), participa, hoje, da reunião de líderes partidários e o presidente da Câmara, Hugo Motta, a partir das 15h. Na ocasião, serão discutidos projetos prioritários para o segundo semestre. Entre as pautas estão projetos nas áreas econômica, de segurança e de regulamentação digital. Após o encontro, Silvio Costa Filho concederá entrevista coletiva à imprensa.

A reunião marca o início da definição da agenda legislativa para o segundo semestre de 2026, período em que a Câmara deverá concentrar esforços na apreciação de propostas consideradas estratégicas para o país. A expectativa é de que os líderes discutam o calendário de votações, a construção de consensos entre as bancadas e a prioridade para matérias de interesse do governo federal e do Congresso Nacional.

Entre os temas que devem ser debatidos estão projetos voltados ao fortalecimento da economia, ao aprimoramento da segurança pública e à regulamentação dos mercados digitais. Também devem entrar na pauta propostas relacionadas ao ambiente de negócios, inovação, modernização da legislação e medidas com impacto direto na geração de empregos e no desenvolvimento econômico.

Como líder da maioria, Silvio Costa Filho terá a missão de dialogar com os diferentes partidos, contribuindo para a articulação política e para a construção de acordos que permitam o avanço das principais matérias em tramitação na Câmara dos Deputados. A expectativa é que sejam anunciadas as principais propostas que deverão ser apreciadas pelo Plenário ainda neste segundo semestre.