Os ministros substitutos que caíram nas graças de Lula e podem ser mantidos

Ministros que assumiram o comando de pastas após a saída dos antigos titulares para disputar as eleições ou atuar em campanhas de reeleição nos estados e na Presidência da República podem ser mantidos pelo presidente Lula no quarto mandato, a partir do ano que vem.

A coluna apurou que o petista tem demonstrado satisfação com o trabalho de ao menos dois auxiliares: a ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, que substituiu Paulo Teixeira. Ele deixou o governo para disputar uma vaga de deputado federal por São Paulo, mas não conseguiu se eleger. As informações são do Metrópoles.

Câmara Municial Recife

Por Luiz Queiroz – Capital Digital

Tem coisas na política que um amador não deve fazer. A primeira delas é se convidar para um governo sem ter sido incentivado pelo próprio para isso. Mas é o que a presidente da SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Francilene Procópio Garcia, vem fazendo nos bastidores da comunidade científica.

Tomei um baita susto quando vi o Alerta do Google anunciar a SBPC e vir essa notícia.

Bom, vamos lá.

O ex-ministro do Turismo e deputado federal eleito, Gilson Machado (Podemos), participa, em Palm Beach, nos Estados Unidos, de uma agenda política ligada ao movimento conservador internacional, ao lado de Eduardo Bolsonaro (PL), Flávio Bolsonaro (PL) e outras lideranças da direita.

Conhecido por sua lealdade e proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Gilson mantém sua trajetória de compromisso com os princípios e valores que sempre defendeu: Deus, pátria, família e liberdade. A participação no encontro, logo após as eleições de 2026, demonstra que sua atuação política continua firme, agora também voltada à organização e à formação de novas lideranças conservadoras.

Caruaru - Minha rua nova

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Nem o anúncio oficial do PP de apoio a Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) nem a proximidade com Rogério Marinho (PL-RN) no campo da oposição tiram a disposição da senadora Tereza Cristina (PP-MS). Ela segue no páreo para presidir o Senado no ano que vem.

Sobre o anúncio do PP, ela diz ter sido posição do presidente do partido, Ciro Nogueira (PI), sem consultar a bancada. Sobre Marinho, ela acredita ter mais votos do que ele. Talvez, inclusive, dentro do próprio PL. Há quem acredite que pode até ser o caso de Michelle Bolsonaro, eleita pelo PL para o Distrito Federal. Chamou a atenção o fato de Michelle não ter participado do lançamento oficial da candidatura de Marinho.

Ipojuca - Na palma da sua mão

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) prorrogou, até 31 de dezembro deste ano, a cobrança do imposto de 12% sobre a exportação de óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos. A medida entra em vigor neste sábado (7).

O Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) é o órgão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) responsável por decisões sobre medidas de comércio exterior, incluindo alterações tarifárias. A Camex é vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A cobrança foi criada neste ano como parte de um pacote de medidas do governo federal para conter os efeitos da alta do petróleo sobre os consumidores.

O pedido de continuidade da medida foi apresentado pelo Ministério da Fazenda, em parte pela permanência do cenário adverso provocado pelos conflitos no Oriente Médio e, por outro lado, pela necessidade de manter normalizado o abastecimento de derivados de petróleo, principalmente óleo diesel.

Olinda - Refis 2026

Eleito senador em 2026, Arthur Lira (PP-AL) é apontado como nome favorito para comandar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, independentemente de quem se eleger presidente da Casa em fevereiro.

Lira já se movimenta, nos bastidores, para assumir o colegiado. E a leitura de senadores da base e da oposição é de que ele pode ser atendido tanto por Rogério Marinho (PL-RN) quanto por Davi Alcolumbre (União-AP).

O melhor cenário, avaliam, seriam com a reeleição de Alcolumbre. Do lado do atual presidente do Senado, Lira pode ser um fiel da balança para atrair nomes do PP e de outros partidos, entre eles, alguns bolsonaristas.

Palmares - Creche Quilombo II

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (5) que terá uma agenda nesta sexta-feira (6) para discutir a edição da MP (medida provisória) que vai criar o Ministério da Segurança Pública.

Em transmissão ao vivo nas redes sociais, o petista disse que os ministros Wellington César Lima e Silva (Justiça) e Miriam Belchior (Casa Civil) devem participar da reunião, além de representantes das pastas voltadas à área econômica do governo. As informações são da CNN.

“A criação desse ministério é uma reinvindicação da sociedade brasileira. Não é uma coisa que acontece do dia para a noite. Temos que criar o ministério, separar o dinheiro, preparar a Polícia Militar, fazer acordo com prefeitos e estados, criar uma Guarda Municipal muito especial. […] A gente vai cuidar desse povo como ele nunca foi cuidado. É um compromisso que eu tenho. Vamos fazer acontecer a [questão da] segurança neste país”, disse.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nomeou dois assessores para seu gabinete no Senado após deixar o Brasil e seguir para os Estados Unidos, onde permanece desde o fim de outubro, depois da derrota na eleição presidencial. Entre os contratados está um ex-funcionário de seu irmão, Eduardo Bolsonaro, que perdeu o mandato de deputado federal por excesso de faltas. As nomeações foram oficializadas na quarta-feira, quando Flávio já estava há uma semana em território americano.

Um dos nomeados é Fabiano Augusto de Souza Araújo, que trabalhou no gabinete de Eduardo Bolsonaro na Câmara dos Deputados até dezembro, quando foi exonerado após a cassação do mandato do então parlamentar. Ele foi contratado para o cargo de auxiliar parlamentar pleno, com remuneração de R$ 7.642,84. As informações são do jornal O GLOBO.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) disse não temer ter que deixar os Estados Unidos após o resultado das eleições americanas de meio de mandato, cujo resultado permite que o Partido Democrata retome o controle da Câmara e do Senado. A declaração ocorreu nesta quinta-feira, durante entrevista realizada na Conferência de Ação Política Conservadora (Cpac, na sigla em inglês), um evento conservador realizado na Flórida.

— Não estou com medo. Minha situação (no país) é 100% legal, assim como o meu irmão (Flávio Bolsonaro) e sua família — disse o aliado do presidente Donald Trump ao influenciador de direita Joey Mannarino. As informações são do jornal O GLOBO.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quinta-feira (5) que o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) fugiu para os Estados Unidos para “pegar proteção” e o chamou de pé-frio: “chegou nos EUA e o Trump perdeu”.

“Enquanto eu pegava a bandeira do Brasil, aquele gesto de pegar a bandeira nacional e levantar o povo entra numa emoção, enquanto eu fazia isso, o meu adversário pegava a bandeira americana e ficava beijando. E foi correr agora, pé frio. Derrotou o Trump, chegou nos EUA e o Trump perdeu. Foi lá para pegar proteção, você vai ver a proteção que você vai ter, você vai ter que voltar para o Brasil para receber os processos que você tem”, afirmou.

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