Senado recebe encontro para discutir participação feminina e compromissos para eleições de 2026

O Senado Federal sediará, nesta quinta-feira (21), o encontro “Mulheres que Pensam o Brasil”, iniciativa que reunirá parlamentares, juristas e lideranças civis para debater propostas voltadas à participação feminina na política e à construção da chamada “Carta das Mulheres para a Política”. O documento deverá reunir compromissos a serem apresentados a partidos e futuros candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026.

O evento é organizado por redes e movimentos como Quero Você Eleita, Instituto Global ESG, Elas Pedem Vista e Elas no Poder. Entre os nomes confirmados estão as senadoras Leila Barros e Damares Alves, a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Delaíde Miranda Arantes, a ex-ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luciana Lóssio, a diretora de administração e finanças do Sebrae Nacional, Margarete Coelho, e a presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Adriane Perin.

A programação prevê debates sobre violência política de gênero, participação das mulheres nos espaços de poder e os impactos da inteligência artificial nas eleições. O grupo também discutirá um projeto de lei que propõe direcionar multas eleitorais para um fundo voltado à formação de lideranças femininas e de grupos minorizados. “Precisamos tornar a participação das mulheres na política e espaços de poder uma pauta de Estado, um dos principais temas da eleição presidencial”, afirmou a advogada e cientista política Gabriela Rollemberg, uma das organizadoras do encontro.

Sebrae - Esquenta semana do MEI

Adversária da governadora Raquel Lyra (PSD) nas eleições de 2022, a ex-deputada e atual pré-candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), revelou que gostaria de ter a gestora no palanque do presidente Lula (PT). Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, Marília afirmou que lamentava a postura “em cima do muro” de Raquel e chegou a citar o tio dela, o ex-ministro Fernando Lyra, um dos artífices da reabertura democrática do país nos anos 1980, para reforçar que o povo reconhece quem não assume um lado.

“O próprio tio da governadora dizia que o povo identifica bem quem está do lado de lá e quem está do lado de cá. E está bem afirmado quem defende o projeto do presidente Lula, quais as lideranças políticas que historicamente estiveram do lado de cá. E, do lado de lá, tem muita gente que defende Bolsonaro com ela (Raquel). Gilson Machado (Podemos), que foi ministro de Bolsonaro, Mendonça Filho, que agora está no PL, e o próprio Anderson Ferreira (PL), que é diretamente ligado a Bolsonaro, estão no palanque da governadora, entre tantas outras forças políticas. É uma pena isso”, afirmou Marília.

Jaboatão dos Guararapes - Operação Chuvas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou para uma plateia de empresários em São Paulo (SP), hoje, que ninguém vai impor “na marra” o fim da escala 6×1 no Brasil. “Não fiquem assustados. A escala 6×1 é uma coisa que é necessária porque hoje o povo quer mais tempo pra ficar em casa, para lazer, para estudar, para namorar. É normal. A sociedade tem avançado muito […]. Enquanto tiver trabalhador, a gente tem que respeitá-los”, disse. 

“A jornada de trabalho vai ser aplicada levando em conta a especificidade de cada categoria, ninguém vai impor na marra. É preciso a gente respeitar a realidade de cada profissão, de cada setor econômico, para a gente fazer as coisas que resultem no benefício que nós queremos para a sociedade”, ponderou o presidente. As informações são do portal G1. 

Petrolina - Destino

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã 

Se irá mesmo fazer isso, e quando, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não decidiu. Mas ele tem mesmo vontade de indicar outra vez o advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). A resposta oficial de Messias é que não comenta essa hipótese, e que a escolha é “prerrogativa do presidente”.  

Mas o Correio Político apurou que a vontade de Lula é reenviar o nome de Messias. A avaliação de Lula é que a insistência seria uma reafirmação de que essa escolha cabe a ele. É verdade. Mas essa postura parece ignorar a outra ponta. É prerrogativa do Senado aceitar. O que, então, se avalia: vale a pena Lula cutucar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), com vara curta? 

Ipojuca - Na palma da sua mão

Portal Brasil247

A publicação feita pela governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), sobre a Transnordestina provocou forte desconforto no Palácio do Planalto. A avaliação de integrantes do governo federal é de que a gestora estadual tentou atribuir a si mesma o eventual “destravamento” das obras da ferrovia em Pernambuco, sem mencionar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nem o papel do Governo Federal no projeto.

Segundo relatos de bastidores em Brasília, o incômodo aumentou pelo fato da governadora, em vez de destacar o caráter institucional da iniciativa ou citar a participação do Governo Federal, preferiu uma linguagem mais voltada às redes sociais, utilizando uma animação de Neymar produzida por inteligência artificial. Auxiliares presidenciais interpretaram o gesto como uma tentativa de apagar o protagonismo histórico de Lula na criação e retomada da Transnordestina.

Caruaru - São João na Roça

Levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, divulgado hoje, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48,9% das intenções de voto em um eventual 2º turno contra 41,8% do senador Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa foi realizada depois da divulgação de mensagens em que o congressista pede dinheiro a Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

A pesquisa entrevistou 5.032 eleitores do Brasil de 13 a 18 de maio. A margem de erro é de 1 ponto percentual e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-06939/2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 75.000 e foi pago com recursos próprios. Lula vence em todos os cenários de 2º turno testados pela AtlasIntel na pesquisa de maio.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (18) que o Brasil precisa acelerar o mapeamento e a exploração de terras raras e minerais críticos no país.

Terras raras são um grupo de 17 elementos químicos amplamente utilizados na indústria de tecnologia devido a propriedades magnéticas e ópticas, por exemplo. Apesar do nome, os itens não são necessariamente raros, mas de difícil extração, pois aparecem dispersos e misturados a outros minerais. São componentes importantes para smartphones, turbinas, baterias e para a defesa militar. As informações são do g1.

O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo e enfrenta o desafio de evoluir para a etapa industrial (liderada pela China, que concentra 90% do processamento de terras raras no mundo).

Palmares - Casa Azul

O PT (Partido dos Trabalhadores) elencou três “estados-problema” no cenário eleitoral de 2026: Goiás, Minas Gerais e Maranhão.

Nas três unidades federativas, o partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem dificuldade na formação de palanques. As informações são da CNN.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Um ato da mesa do Senado Federal impede que o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, seja analisado para uma vaga ao Supremo Tribunal Federal ainda 2026.

O ato editado em 2010 prevê a proibição de apreciação de um indicado rejeitado pelo plenário naquela mesma sessão legislativa. No Senado, sessão legislativa corresponde ao ano de trabalho do Congresso. O que diz o artigo 5 do texto: “É vedada a apreciação, na mesma sessão legislativa, de indicação de autoridade rejeitada pelo Senado Federal”. As informações são do jornal O GLOBO.

O governo, no entanto, avalia que há brechas possíveis e margem para negociação. Um dos argumentos é de que a norma não consta na Constituição Federal. Também apontam que um ato da mesa diretora, não necessariamente repercute nas regras do regimento interno.

O pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), marcou uma reunião com deputados federais para esta terça-feira (19).

A intenção é alinhar com a bancada estratégias importantes para a pré-campanha, após a divulgação do áudio em que ele pede dinheiro para financiar um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. As informações são da CNN.