Secom diz que 70 mil estiveram na Esplanada em desfile do 7 de Setembro

Por Estadão Conteúdo

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) disse que 70 mil pessoas estiveram no desfile de Sete de Setembro que ocorreu na Esplanada dos Ministérios na manhã desta segunda-feira em Brasília. O evento foi marcado pelo clima de campanha a partir de gritos de apoiadores que ocuparam as arquibancadas montadas pela Esplanada dos Ministérios.

Como mostrou o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), a plateia se animou mais pelo mascote do Sistema Único de Saúde (SUS), o Zé Gotinha, e os servidores da saúde, e também por lembranças à Copa do Mundo Feminina, que será sediada no Brasil no ano que vem.

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), liberou neste domingo (6) o caso que envolve o ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para julgamento no plenário da Suprema Corte.

Com a liberação, cabe agora ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, pautar o caso. Ainda não há data estabelecida. O plenário deve decidir se será aberta uma investigação contra o magistrado. As informações são da CNN Brasil.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

Do Correio Braziliense

Senadores de partidos que integram a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) engrossaram a lista de parlamentares que assinaram um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Jorge Kajuru (PSB-GO) e Leila Barros (PDT-DF) estão entre os 20 signatários da denúncia protocolada pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE).

O movimento leva o pedido para além do campo da oposição, que tradicionalmente concentra as iniciativas contra Moraes no Senado. PSB e PDT integram a base de sustentação do governo Lula. Além de Kajuru e Leila, a representação reúne nomes como Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Damares Alves (Republicanos-DF), Tereza Cristina (PP-MS), Carlos Portinho (PL-RJ), Marcos Pontes (PL-SP) e Wilder Morais (PL-GO).

Caruaru - Minha rua nova

Da CNN Brasil

O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello disse, em entrevista à CNN ontem (5), que “se arrependimento matasse não estaria aqui” sobre ter apoiado o nome do ministro Alexandre de Moraes à Suprema Corte. A fala ocorre após terem sido tornadas públicas trocas de mensagens entre o Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do extinto Banco Master.

“Os fatos que vieram à balha são seríssimos. Quando caiu o avião e morreu o ministro Teori Zavasck, […] eu disse que o presidente Temer tinha um homem talhado para o cargo: professor universitário, membro do Ministério Público, secretário de segurança do prefeito Kassab, secretário de governo do governador Geraldo Alckmin, ministro da justiça. […] Se arrependimento matasse eu não estaria aqui hoje conversando com vocês”, afirmou Mello.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse, hoje, que a gravidade da crise na Corte e atuação dos integrantes da instituição “não autoriza atalhos” na Justiça. Segundo o magistrado, a resposta institucional ao que foi revelado nesta semana será “firme”.

“Nenhuma autoridade está acima da Constituição. Nenhum poder está acima da lei, e nenhum interesse circunstancial pode se sobrepor. A gravidade dos fatos não autoriza atalhos”, destacou Fachin. As informações são do portal Metrópoles.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Coluna do Estadão

Os crimes imputados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao colega André Mendonça pela condução dos casos Master e INSS têm como penas, em tese, a perda do cargo, suspensão de direitos políticos e detenção.

Em documento enviado, na noite de ontem, ao presidente da Corte, Edson Fachin, Moraes acusou Mendonça de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Para fazer a acusação, no entanto, usou um relatório da Polícia Federal (PF) apócrifo que se define como “sem valor probatório”.

Palmares - Forró Mares 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, hoje, uma reforma no Poder Judiciário e afirmou que pretende discutir mudanças na estrutura da Justiça brasileira ao longo do próximo ano, se for reeleito. As informações são do portal G1.

Ao discursar durante cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente disse que a medida é necessária para fortalecer a confiança da população nas instituições. Mencionou também que todos, independentemente do cargo, devem seguir a lei.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Há um meme circulando nas redes sociais que coloca Daniel Vorcaro, do Banco Master, naquela seção “Reclame Aqui”, que há nas páginas do Procon. Então, ali, ele protesta que pagou R$ 130 milhões para o escritório de advocacia da mulher de um ministro do Supremo e nem assim conseguiu se livrar de ser preso.

O impressionante é que há muito de verdade na piada. No depoimento que deu na semana passada para o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, Vorcaro quase fez o mesmo desabafo. Ali, ele disse que se “aproximou de pessoas poderosas” porque imaginava que assim iria se blindar. Gastou os tubos na mais inacreditável rede de proteção que já se viu na história da República. Mas ainda mais inacreditável é o fato de que, mesmo assim, Vorcaro não atingiu seu objetivo. O Banco Central decretou a intervenção do Master, e Daniel Vorcaro está preso.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, retirou do âmbito do inquérito das fake news o pedido do ministro Alexandre de Moraes para abrir um processo contra o também ministro da Corte, André Mendonça.

Na decisão, Fachin determinou que a Procuradoria-Geral da República e o ministro André Mendonça se manifestem, no prazo de até cinco dias, sobre o pedido de Moraes, e transferiu os casos para a Presidência da Corte. As informações são do portal G1.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, ontem, escalar a crise com seu colega de toga ministro André Mendonça, ao usar o Inquérito das Fake News para acusá-lo de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade na condução das operações Sem Desconto e Compliance Zero. Moraes, porém, fundamentou sua acusação de “fortes indícios” dos crimes em um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) repleto de ressalvas.

O documento da corporação classifica suas próprias análises com grau de confiança “baixo” ou “moderado”, mas, na decisão de Moraes, tais hipóteses foram tratadas como fatos consumados na conduta do magistrado. Um dos pontos centrais da decisão refere-se ao suposto direcionamento de investigações por parte de Mendonça para atingir o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).