Mendonça homologa delação de empresário responsável por ‘gerar’ dinheiro vivo para Daniel Vorcaro

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou, hoje, o acordo de delação premiada de Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”. A decisão está sob sigilo.

O empresário, conhecido como Mineiro, afirmou em sua delação – assinada com a PGR em 8 de agosto – que era responsável por “gerar” dinheiro vivo para a equipe de Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. O dinheiro era entregue em malas e, segundo o empresário, seria usado para pagamentos de propina.

O presidente Lula (PT) defendeu, hoje, a quebra completa dos sigilos bancários dos envolvidos nas investigações do caso Master, como uma resposta à crise sem precedentes instalada na cúpula do Judiciário.

“Diante da gravidade do maior crime financeiro da história do Brasil, o povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário”, escreveu Lula, nas redes sociais. Confira!

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, hoje, a imediata reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal (PF) e de Leandro Almada da Costa à chefia da Diretoria de Inteligência Policial da corporação.

A decisão atende a um pedido formulado por Andrei Rodrigues dentro de um processo que já estava tramitando no STF e ocorre um dia depois de o ministro André Mendonça determinar o afastamento dos servidores. As informações são do portal G1.

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou a reintegração do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

A decisão ocorre um dia depois do afastamento pelo ministro André Mendonça dos dois servidores. Segundo Dino, houve ilegalidade do Partido Novo para pedir cautelares penais. Mais informações em instantes.

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Onze diretores da Polícia Federal manifestaram, por meio de uma nota, seu “total apoio” ao diretor-geral afastado Andrei Rodrigues e colocaram seus cargos à disposição para o delegado William Marcel Murad, diretor-geral substituto. O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (8), algumas horas depois da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que determinou o afastamento preventivo de Rodrigues e de Leandro Almada, da Diretoria de Inteligência do órgão.

“Para que fique absolutamente claro, repudiamos toda e qualquer tentativa de imputar a eles ou à Polícia Federal uma atuação não republicana. Tais acusações, desprovidas de fundamento, afrontam a história, a credibilidade e o compromisso institucional que sempre pautaram suas condutas. Neste ato, colocamos nossos cargos à disposição do Diretor-Geral substituto”. As informações são do portal G1.

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Por Luiz Queiroz – Capital Digital

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) deu o passo final para transformar em ferramenta institucional do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) um aplicativo desenvolvido pelo próprio Estado para comunicações seguras. O “msg gov”, concebido como alternativa ao uso de mensageiros comerciais como o WhatsApp nas comunicações governamentais sensíveis, passa a ter regras específicas de segurança, acesso e utilização pelos órgãos que integram o sistema de inteligência brasileiro.

A decisão amplia a institucionalização de um projeto que vinha sendo desenvolvido pela ABIN em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

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Metrópoles

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, na manhã de hoje, para manter a decisão do ministro André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, do cargo.

Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus entendimentos e acompanharam integralmente a decisão do relator. Antes da maioria, o decano Gilmar Mendes havia pedido vista (mais tempo de análise) no julgamento.

Com a interrupção de Gilmar, a análise do caso foi suspensa, mas o afastamento imediato continua em vigor. O ministro Dias Toffoli se declarou impedido de votar. Nesta manhã, Mendonça ordenou o afastamento preventivo de 90 dias do diretor-geral da Polícia Federal. O magistrado afirmou ter sido alvo de “monitoramento sistemático e ilegal” da corporação por mais de 30 dias.

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Treze ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) divulgaram uma carta aberta pedindo ao presidente, Edson Fachin, uma “rigorosa apuração” dos fatos que envolvem a Corte.

Eles classificam o atual momento do STF como “a mais aguda crise de sua história” e, ainda segundo a carta, o que vem comprometendo o prestígio e a autoridade do Tribunal, a confiança do povo e a estabilidade das instituições democráticas.

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Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

Os analistas de pesquisa gostam de usar um número mágico para avaliar as possibilidades de reeleição dos “incumbentes”, como chamam aqueles que disputam o cargo no mandato. O número mágico é 47%. Nessa avaliação, candidatos que têm uma aprovação abaixo de 47% teriam probabilidade muito baixa de reeleição. Por esse raciocínio, essa parece ser a situação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo a Genial/Quaest divulgada no dia 2, ele tem 45% de aprovação. O CEO e fundador do Instituto Indexa, Arilton Freres, tem cautela quanto a essa conclusão automática. “O Brasil tem circunstâncias muito próprias que precisam ser levadas em consideração antes de se adotar um padrão automático de experiências no exterior”, disse ele ao Correio Político. Para ele, a polarização política tornou a disputa eleitoral brasileira uma competição de rejeições.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, hoje, o afastamento preventivo do diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial da corporação, Leandro Almada da Costa.

A decisão impõe ainda a abertura imediata de procedimentos investigatórios criminais e administrativo-disciplinares na Corregedoria da PF para apurar as circunstâncias de produção de relatórios de inteligência que monitoravam autoridades.

Mendonça determinou também a suspensão de qualquer produção ou compartilhamento de relatórios de inteligência voltados a analisar a atuação funcional de magistrados, da advocacia pública ou da atividade de polícia judiciária.

O ministro solicitou a convocação de uma sessão virtual extraordinária da Segunda Turma do STF para referendar a decisão ainda nesta terça.