FMO - 99% dos Professores com mestrado

Governo Trump rebate fala de Lula e diz se interessar pela integridade do processo eleitoral no Brasil

O governo de Donald Trump comentou, hoje, as falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o secretário Marco Rubio. Na última segunda (20), Lula afirmou que, se Rubio quiser apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, “que venha, que monte um comitê”. Questionado pelo portal G1, um porta-voz do Departamento de Estado se limitou a afirmar que os Estados Unidos estão interessados na “liberdade de expressão” e na “integridade do processo democrático” no Brasil.

“Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil”, diz a nota. O tom adotado pelo governo Trump ressoa com o do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. Na última terça (21), Flávio atacou as urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A família Bolsonaro tem Marco Rubio como aliado nos EUA.

Sebrae - Fazer dar certo

Por Rudolfo Lago – Correio da Manhã

O detalhe pode ter passado quase despercebido no noticiário. Mas movimentou intensamente os bastidores do PSD. No meio de uma pesquisa sem maiores novidades, a Real Time Big Data aponta a possibilidade de vitória do candidato do partido, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado num eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

É uma possibilidade dentro da margem de erro, mas Caiado aparece à frente: 44% contra 43%. É o único cenário na pesquisa (e também em todas as outras recentes) em que Lula não é o vencedor nos cenários pesquisados. O problema de Caiado é conseguir chegar a esse segundo turno, porque ele é apenas o quarto no cenário de primeiro turno, com 7% das intenções de voto, atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que tem 33%, e de Renan Santos (Missão), com 9%. Na Real Time Big Data, Lula lidera com 40%.

Jaboatão dos Guararapes - Trabalho em todo lugar 2026

Por Antonio Magalhães*

Planos de governo de candidatos ao Executivo sempre foram confundidos com promessas de campanha. Na verdade, o tem a ver esta confusão? Nenhum deles jamais foi cumprido como se propôs. O primeiro é apenas um papelório de 20 a 300 páginas com platitudes e generalizações para cumprir a obrigatoriedade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e as promessas são pura lábia dos disputantes. Um “eu prometo…” virou folclore político.

Toda desculpa de amarelo é comer barro, diz a expressão popular. Já a alegação para a falta de cumprimento do compromisso que foi registrado e gritado em praça pública é outra desfaçatez, impedido, segundo os enganadores, por uma combinação de fatores institucionais, políticos e orçamentários. Os redatores de muitos desses planos nunca deram importância a estas barreiras porque a intenção era mesmo manipular emoções e sonhos que sabiam que não iam ser concretizados. Coisa da má política.

A ponto de o plano de governo de Lula na campanha presidencial de 2022 parecer um deboche:  em documento de 21 páginas, o candidato à Presidência pelo PT defendeu a revogação do teto de gastos, revisão do regime fiscal e combate à fome e pobreza. Quatro anos depois o resultado foi invertido. Pipocaram os gastos do governo, cresceram exageradamente os impostos fechando empresas e extinguindo empregos, a inflação comeu o orçamento doméstico e a pobreza continuou.

De acordo com o programa de Lula em 2022, para o país voltar a crescer e sair da crise não especificada, o Brasil precisaria, na época, de normalidade e respeito institucional, com ‘observância integral’ à Constituição Federal, que estabelece os direitos e obrigações de cada poder, de cada instituição, de cada um de nós. “Nosso compromisso democrático pressupõe o diálogo permanente e respeitoso entre os poderes da República e entre os entes da Federação”, registrava o documento. Um momento fantasia: nem foram respeitados os direitos civis nem dadas garantias e liberdades individuais.”

Pelo mesmo plano de governo petista seria instituída ainda de forma inédita no Brasil uma política de Estado de prevenção e combate à corrupção e de promoção da transparência e da integridade pública.” Faremos com que o combate à corrupção se destine àquilo que deve ser: instrumento de controle das políticas públicas para que os serviços e recursos públicos cheguem aonde precisam chegar”, uma iniciativa vista depois a que não deu em nada, diante de tantos escândalos financeiros do atual governo, INSS, Banco Master…

E até mesmo a questão policial, que produz hoje graves ruídos na relação diplomática do Brasil com os Estados Unidos, estava inserida no plano de governo de Lula. O documento propôs, na época, a colocação em prática de uma nova política sobre as drogas no país, “focada na redução de riscos, prevenção e assistência ao usuário”. Ao mesmo tempo, o plano apostava na desarticulação das organizações criminosas por meio do fortalecimento da investigação e da inteligência. Outro momento fantasia.

Como vem acontecendo durante o período eleitoral, os planos de governo funcionam como documentos de intenção e marketing político, mas poucos têm compromisso com a verdade e podem expor a capacidade deles de serem concretizados.

Como o do marinheiro de primeira viagem, o pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro tem crédito junto ao eleitor que vai observar se o seu plano de governo vai ser cumprido ou não. O senador foi claro quando estabeleceu sua diretriz para o grande problema que afeta o país: a segurança pública. Procura buscar uma solução para a falta de propósito de Lula na área. Se o atual presidente se esquivou de apoiar as classificações de narco terroristas das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho, relevando o combate a elas, o Bolsonaro Júnior, como o pai, vai topar essa briga.

Está inscrito no seu plano de governo, já anunciado, o enquadramento penal das facções criminosas, a construção de mais cinco presídios federais, pretende dobrar os investimentos federais em segurança, determinar a castração química para estupradores, promover a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e atuar para o endurecimento de penas para roubo, furto e receptação. Furtar celular para tomar uma cervejinha vai dar cana braba. Outros detalhes estão nas suas redes sociais.

Enquanto fecha a diretriz do combate à inflação, outro grave problema nacional, o pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro (PL) apresentou o programa que estimula a economia e busca da prosperidade entre as mulheres. Chama-se o ‘Brasil por Elas’, com propostas voltadas à inclusão digital, proteção, qualificação profissional e apoio financeiro ao segmento. De acordo com o senador, o projeto tem foco na realidade das mulheres brasileiras, especialmente das mães, e busca reconhecer o papel feminino na formação da família e na administração do orçamento doméstico.

Pelo programa será criada a Central da Mulher, plataforma digital que reunirá serviços de proteção, qualificação e acesso a políticas públicas. O sistema contará com a assistente virtual MarIA, baseada em inteligência artificial. Para viabilizar o acesso à plataforma, a proposta prevê internet gratuita para 70 milhões de mulheres em situação de vulnerabilidade. “A internet é o futuro, e ela precisa estar na palma da mão”, afirmou Daniela Marques, ex-presidente da Caixa Econômica e colaboradora na área econômica do plano de governo do PL.

“Já conversamos com várias operadoras de internet móvel que têm interesse em fazer essa parceria. Uma inclusão de verdade para mulheres e idosos”, acrescentou.

O pré-candidato do PL deixou claro na sua mais recente entrevista na web que chega à convenção partidária neste fim de semana sem muita conversa mole e fofoca sobre sua disposição para disputar o cargo de presidente da República. Seu programa de governo vai ser totalmente exposto e discutido – segurança pública, inflação, saúde, educação, meio ambiente…

Porque ninguém suporta mais andar nas ruas com medo de ser assaltado por bandidos e morto por um celular, ter seu orçamento doméstico comido pela alta de preços, morrer em fila de espera em hospitais, ser vítima de uma educação capenga orientada pelos discípulos de Paulo Freire ou ver o seu meio ambiente destruído pelo descaso governamental. Chegou a hora da luta nas urnas eletrônicas – espero com os votos registrados em papel. Vamos lá, Brasil. É isso.

*Jornalista

Caruaru - Transparência 2026

Ao contrário do que foi divulgado, há pouco, com base numa informação da colunista Betânia Santana, a governadora Raquel Lyra (PSD) escolheu o deputado Eduardo da Fonte (PP), presidente estadual da Federação União Progressista, para compor a sua chapa para o Senado, e não Miguel Coelho.

Quanto a Miguel, ela tentou convencer Eduardo da Fonte para aceitar que o ex-prefeito de Petrolina concorra com candidatura avulsa, mas a legislação não permite nem as regras da federação.

Raquel também pediu para a Federação remarcar a data da sua convenção, marcada inicialmente para 5 de agosto. Quer que seja feita antes da convenção do PSD, o seu partido, marcada para 2 de agosto.

Ipojuca - Na palma da sua mão

O novo pacote de tarifas anunciado pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros deve provocar impactos significativos na economia de Pernambuco. Segundo a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), aproximadamente 60% das exportações pernambucanas destinadas ao mercado norte-americano serão afetadas pelas novas medidas, o que representa um universo de cerca de US$ 130 milhões em vendas ao exterior.

O cenário preocupa especialmente porque Pernambuco possui uma economia fortemente industrializada e uma pauta exportadora diversificada. Entre os produtos atingidos estão açúcar, uva fresca, inhame, peixes e sucos, além de boa parte da produção da fruticultura irrigada do Vale do São Francisco. A manga ficou de fora da lista de sobretaxas.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Do G1/PE

Pelo menos sete pessoas morreram em um grave acidente envolvendo um caminhão e uma van do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) da Prefeitura de Petrolândia, na madrugada de hoje, na rodovia PE-360, entre os municípios de Floresta e Ibimirim, no Sertão de Pernambuco. O acidente aconteceu por volta das 5h, segundo a Polícia Civil.

De acordo com a Prefeitura de Petrolândia, os pacientes estavam sendo transportados para Arcoverde, também no Sertão de Pernambuco. Pelo menos nove pessoas estavam na van, incluindo o motorista. Ao todo, sete pessoas morreram no acidente: seis ocupantes da van e o motorista do caminhão. A ocorrência ainda está em andamento. As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas.

Palmares - 147 anos

O 25º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) condenou o vereador do Recife Eduardo Moura (Novo) a pagar indenização por danos morais a uma mulher por tê-la exposto de maneira vexatória em seu perfil do Instagram nas redes sociais. As informações são do Diário de Pernambuco.

Além da indenização, a sentença determina ainda que o vereador realize uma retratação pública em suas redes pelas violações promovidas à imagem da mulher. Conforme consta no processo, a autora da ação foi filmada pelo parlamentar, no dia 21 de maio, ao deixar a Unidade da Família (USF) Skylab, no bairro da Iputinga, durante uma fiscalização realizada no local, quando ocorreu uma discussão relacionada à gestão municipal.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Por Renata Bezerra de Melo – Diário Político

A agenda foi marcada quando os ânimos já estavam acirrados internamente no PP, mas parece já ter tido a função de baixar a temperatura interna na sigla. Às 10h desta quinta-feira (23), a governadora Raquel Lyra recebe, no Palácio das Princesas, o presidente estadual do PP, Eduardo da Fonte, que preside a Federação União Progressista no estado, e também o deputado federal Lula da Fonte (PP).

O encontro se dá após Raquel ir à mesa com deputados e prefeitos da legenda, cujo café da manhã fora marcado para as 8h, antes mesmo que a direção estadual fosse comunicada, o que acabou gerando duras reações, nos bastidores, dos próprios convidados. Coube a eles levar a notícia do convite a Eduardo e a Lula da Fonte, que, até então, não haviam sido chamados para o encontro.

Camaragibe - A prefeitura mudou

Revi, ontem, num animado e excelente almoço, o meu amigo José Jorge Vasconcelos, ministro aposentado do Tribunal de Contas da União. Nosso reencontro ficou mais divertido ainda com as presenças do empresário Agostinho Gomes e do enólogo Alberto Porpino, amigos comuns, frequentadores do Boteco Porto Ferreiro.

José Jorge é um grande, dileto e fraterno amigo. Homem público de mãos limpas, da escola Marco Maciel, de quem foi secretário de Habitação. Por onde passou – e foram muitos cargos, até virar ministro do TCU – José Jorge nunca teve seu nome envolvido em falcatruas.

A manhã de hoje é de chuva e tempo fechado no Recife e outras cidades da Região Metropolitana. Em alguns pontos, moradores sofrem com alagamentos.

Na Avenida Caxangá, Zona Oeste da capital pernambucana, foram registrados pontos de acúmulo de água na altura do viaduto e próximo ao Country Club. As informações são do portal FolhaPE.

Outros pontos de alagamento também foram observados nas avenidas Mascarenhas de Moraes e Dois Rios, na Zona Sul do Recife, e Antônio de Góis, na Zona Sul.

Três regiões de Pernambuco — Região Metropolitana do Recife, Mata Norte e Mata Sul — estão sob alerta laranja de chuvas emitido pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

Segundo a agência, um canal de umidade intensificou a instabilidade no estado, o que favorece o acumulado de chuvas.

Metrópoles

Os partidos do chamado “Centrão” caminham para formalizar posição de neutralidade nas eleições presidenciais deste ano, nas convenções realizadas até 5 de agosto. A prioridade será investir recursos e esforços nas eleições ao Congresso Nacional. Assim, as legendas ficarão fora dos palanques do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Muitos dos partidos, inclusive, foram cortejados pelos dois lados dos presidenciáveis que estão à frente nas pesquisas. Algumas legendas até mantêm espaços na Esplanada dos Ministérios do Governo Lula, mesmo que, após a desincompatibilização, os cargos em primeiro escalão tenham reduzido de forma significativa.

De toda maneira, Brasil afora, as siglas do Centrão estão ora mais próximas, ora mais distantes de Lula e Flávio, a depender do contexto local.

Nos estados em que Lula tende a ter maior vantagem eleitoral – no Nordeste, por exemplo –, pré-candidatos do Centrão a vagas no Congresso, por mais que sejam próximos de Flávio Bolsonaro, têm sido cautelosos ao declarar apoio, sob pena de prejudicar a própria candidatura. O pragmatismo tem prevalecido.

O PT foi mais discreto nos avanços para acordos federais com partidos do Centrão. Anteriormente, Lula distribuiu ministérios a legendas de centro para garantir a governabilidade e o avanço de pautas no Congresso. Agora, já com foco nas eleições, preferiu mirar parcerias mais à esquerda para formar o palanque nacional.

Esse cenário, no entanto, não quer dizer que, em nível local, a legenda do atual presidente não esteja buscando proximidade com nomes mais ao centro. A ideia é ter mais visibilidade dentro dos estados ao projeto de reeleição.

Um governo sem entregas

Após quase quatro anos, a gestão de Raquel Lyra (PSD) mostra que é conjugada no futuro do pretérito. Em praticamente todas as áreas, as explicações do governo são de que faria e aconteceria, mas que não avançou por conta da oposição. Esse retrato ficou bem evidenciado em levantamento produzido pelo portal G1 sobre as promessas dos governadores.

Os dados mostram que Raquel tentará a reeleição este ano sem ter cumprido nem metade dos compromissos que assumiu em 2022. O mais emblemático é o da construção de creches. A autointitulada “Racreche” da campanha de quatro anos atrás prometeu 250 equipamentos, mas só entregou 11.

O vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB) afirmou, em evento em São Paulo na noite desta quarta-feira (22) que, caso a negociação com os Estados Unidos sobre o tarifaço não avançar, a Lei de Reciprocidade não deverá ser aplicada. Segundo ele, “não é este o objetivo” do governo brasileiro, e sim “resolver o problema”.

“Nós temos uma Lei de Reciprocidade aprovada por unanimidade, [mas] a ideia não é fazer retaliação, a ideia é buscar solução. A Lei de Reciprocidade é um instrumento importante, que o governo tem que adequar, tem que avaliar, está na mesa. Mas este não é o objetivo. O objetivo não é fazer guerra comercial, é resolver o problema”. As informações são do g1.

O candidato ao governo do Ceará Ciro Gomes (PSDB) foi às redes sociais nesta quarta-feira agradecer o apoio do PL à sua postulação ao Executivo estadual. O tucano disse estar “profundamente honrado” com a homologação da aliança e disse estar reunindo forças para o combate à violência e à corrupção. A postulação de Ciro foi pivô de um embate na legenda, que posicionou publicamente a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro contra o presidenciável Flávio Bolsonaro.

No vídeo, Ciro acena para o presidente estadual do PL, deputado André Fernandes, e o deputado estadual Alcides Fernandes, que deve compor a chapa de Ciro em uma das vagas ao Senado. As informações são do jornal O GLOBO.

— Nosso estado está passando por um momento muito grave. Nos últimos doze anos, o Ceará viu disparar a violência e a corrupção. O governo do estado abandonou o nosso povo. Esse problema pede que sejamos capazes, como o PL está demonstrando de forma exemplar, de colocar de lado nossas diferenças — afirmou Ciro.

O pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) afirmou nesta quarta-feira (22) que as urnas eletrônicas do Brasil são “confiáveis”, mas defendeu que exista algum tipo de “recibo” impresso na hora do voto.

“Bom eu já fui interpelado diversas vezes sobre urna eletrônica. Tudo que puder ser feito para melhorar a confiabilidade é bom, principalmente comprovante escrito. Fui eleito e reeleito pela urna eletrônica e considero o sistema confiavel”, disse em conversa com jornalistas, momentos antes de participar do evento Brasil de Ideias Mulher, organizado pelo Grupo Voto e Clube da Lu. As informações são da CNN.

O ex-governador de Minas Gerais também defendeu a implementação de uma amostra impressa dos votos que, segundo ele, serviria para “confirmar o digital com o físico”.

O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro.

A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador. O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contabil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA. As informações são da CNN.

A Federação União Progressista, formada pelo PP e pelo União Brasil, decidiu pela neutralidade na disputa presidencial de 2026 e não dará apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A decisão foi tomada após reunião realizada na noite anterior, conduzida por Ciro Nogueira com outros dirigentes da legenda, e deve ser formalizada nos próximos dias.

No encontro, integrantes do partido avaliaram que a maioria da federação defende a neutralidade como forma de preservar as escolhas individuais dos estados. Segundo apuração de Caio Junqueira, Ciro Nogueira já indicava que 90% dos diretórios do PP eram favoráveis à neutralidade. As informações são da CNN.

O diretório do PP no Estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, havia se posicionado a favor do apoio a Flávio Bolsonaro como gesto para tentar reverter o cenário nacional, mas a iniciativa não foi suficiente.