Lideranças do PL têm feito um alerta a Cláudio Castro diante da briga do governador do Rio de Janeiro com o presidente do partido, Valdemar Costa Neto, e com bolsonaristas da legenda.
Em conversas reservadas, caciques do PL alertam Castro que brigar com Valdemar e bolsonaristas pode fazer o atual governador fluminense trilhar caminho parecido com o de seu antecessor, Wilson Witzel.
Segundo lideranças do PL, Castro precisa ter em mente que a derrocada de Witzel começou quando o então governador do Rio comprou briga com Jair Bolsonaro e seus fiéis seguidores. As informações são do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Rompido com o então presidente da República e sua base de apoio, Witzel não conseguiu se segurar no cargo quando enfrentou um processo de impeachment na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Exonerações
Nas últimas semanas, Castro não apenas irritou bolsonaristas do PL, como também testou a paciência de Valdemar, ao exonerar de cargos no governo apadrinhados do dirigente e do presidente da sigla no Rio, Altineu Côrtes.
O governador entrou em rota de colisão com Valdemar e Altineu desde a disputa pela presidência da Alerj, quando os dois dirigentes do PL apoiaram um nome diferente do defendido por Castro.
Já bolsonaristas têm se irritado com as articulações de Castro para as eleições à Prefeitura do Rio de 2024. O governador defende a candidatura de seu secretário de Saúde, Dr. Luizinho (PP).
Aliados de Jair Bolsonaro no PL, por sua vez, articulam outros nomes. Entre eles, o do ex-ministro e deputado federal Eduardo Pazuello, o do ex-ministro Braga Netto e o do senador Flávio Bolsonaro.
Também irritou bolsonaristas a recente aproximação de Castro com o ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT). O pedetista quer disputar a prefeitura da cidade em 2024, quando o PL aposta no deputado Carlos Jordy.
Eleições 2026
Na avaliação de aliados de Valdemar no PL, os movimentos de Castro para 2024 visam pavimentar a candidatura dele ao Senado em 2026, quando encerrará seu segundo mandato no governo estadual.
Bolsonaristas e aliados de Valdemar ponderam, contudo, que a candidatura do governador ainda precisa ser debatida, pois tanto Flávio quanto o senador Carlos Portinho (PL-RJ) pretendem disputar reeleição em 2026.
Irritado, Castro exige que o comando do PL no Rio permita sua permanência na sigla. Interlocutores de Valdemar, no entanto, consideram difícil ele atender ao pedido e já classificam a saída do governador da legenda como inevitável.
A aposta entre políticos fluminenses é que, se sair mesmo do PL, Castro acabará se filiando ao Progressistas, de Ciro Nogueira, ou ao União Brasil, de Luciano Bivar.
A mais recente rodada de pesquisa do Datafolha desenha com precisão a mudança de rota na disputa pelo Governo de Pernambuco: com a margem de erro de três pontos percentuais, os 47% de Raquel Lyra contra os 42% de João Campos colocam os dois líderes em um empate técnico real no limite da amostragem, reabrindo de vez uma corrida que muitos davam como precoce definição.
Mais do que a simples flutuação de dígitos, o que a pesquisa reflete é a recompensa de uma escolha tática e comportamental certeira do candidato do PSB. Em disputas acirradas, o instinto inicial de muitas campanhas acuadas costuma ser a retração ou o refúgio na vitimização.
João Campos optou exatamente pelo caminho inverso. No lugar de assumir o papel de vítima dos ataques ou das circunstâncias, assumiu a linha de frente. Chamou para si o peso da liderança, impondo um ritmo combativo e autônomo que devolveu energia à militância e restabeleceu sua posição como verdadeiro protagonista do processo eleitoral.
Essa guinada fica ainda mais nítida no contraste de tom com a adversária. Enquanto a largada da campanha governista apostou repetidamente em um semblante pesado, emotivo e de queixas, João contrapôs com sorriso no rosto, disposição e calor popular nas ruas.
Trocou o ressentimento pela proximidade física com o eleitor e por uma agenda robusta de futuro.
O crescimento nas intenções de voto não veio do vazio, mas da articulação de compromissos concretos que conversam direto com o bolso e as carências da população: a isenção total do IPVA para motos de até 180 cilindradas, a interiorização do exitoso Embarque Digital para formar jovens na economia do futuro e a promessa da construção de quatro novos grandes hospitais regionais para destravar a saúde no Estado.
Esse reposicionamento atingiu o ápice no primeiro grande confronto direto em Caruaru. No debate que colocou os postulantes cara a cara, João desmontou a blindagem moral da gestão estadual com precisão cirúrgica ao escancarar a questão do supersalário de Raquel. Ao demonstrar que a governadora acumulava remunerações e penduricalhos que chegam a quase três vezes o teto constitucional permitido, o candidato tirou a atual mandatária da zona de conforto e colocou a coerência do discurso oficial sob xeque.
A fotografia do Datafolha, portanto, não é um acidente estatístico. É o retrato de uma campanha que soube recalcular a rota, abandonar posturas defensivas e se colocar, com propostas nas mãos e coragem no microfone, como a alternativa viável para liderar Pernambuco.
DEBATE – Para acompanhar os desdobramentos desse confronto direto e ver os candidatos frente a frente discutindo suas propostas e divergências, assista ao debate entre Raquel Lyra e João Campos ocorrido ontem em Caruaru num pool de emissoras liderado pela rádio Cidade FM, do grupo do empresário Adolfo da Modinha. O vídeo é fundamental, porque traz a íntegra do primeiro embate cara a cara dos principais concorrentes ao governo estadual, em que o embate sobre remunerações e prioridades de gestão foi travado ao vivo.
Fujona e sem resposta para nada – Depois de levar uma verdadeira saraivada de cobranças de João Campos (PSB), candidato da oposição, a governadora Raquel Lyra (PSD) preferiu não enfrentar, pela segunda vez no mesmo dia, as perguntas que exigem respostas sobre o seu governo, cancelando sua ida ao debate da Nova TV, em Olinda. Para Raquel, seria o debate chuchu: sem respostas, sem posição e sem clareza, exatamente como tem sido sua estratégia. Ela não tem resposta para a saúde, para a segurança, para a falta de água, para sua relação com os bolsonaristas, em resumo, não tem respostas para nada.
Tarcísio se mantém na frente – Em São Paulo, maior colégio eleitoral do País, a nova pesquisa do Instituto Datafolha de ontem mostra que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, continua na liderança da disputa com 49% das intenções de voto. Fernando Haddad (PT), principal adversário, aparece em segundo lugar com 29%. O levantamento mostra um crescimento de ambos os candidatos. Na pesquisa anterior, feita em agosto, Tarcísio tinha 44% e Haddad 27%. Os outros candidatos não passam de 3% das intenções de voto.
Paes firme no Rio – Já no Rio de Janeiro, o ex-prefeito Eduardo Paes, candidato do PSD a governador, segue na liderança da disputa pelo governo do Rio de Janeiro, com 43% das intenções de voto no primeiro turno, segundo a pesquisa Datafolha. Apesar da dianteira, Paes viu o aliado de Flávio Bolsonaro e presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), Douglas Ruas (PL), reduzir a distância ao subir seis pontos percentuais na disputa e chegar a 25%. No levantamento anterior, em 22 de agosto, Paes tinha 41% e Ruas, 19%.
Cleitinho avança em Minas – A nova pesquisa do Datafolha para o governo de Minas Gerais mostra o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança, com 37% das intenções de voto. Em seguida, aparecem o ex-prefeito Alexandre Kalil (PDT) e o deputado Patrus Ananias (PT), com 11% e 13%, respectivamente. Na pesquisa anterior, Cleitinho aparecia com 32%, enquanto os candidatos do PT e PDT apareciam empatados com 12% cada.
CURTAS
MASTER 1 – Do presidente Lula (PT) ao se manifestar ontem, mais uma vez, sobre a crise no STF envolvendo o escândalo Master: “O povo brasileiro precisa saber a verdade. Abertura total do sigilo. Quem não deve não teme.”
MASTER 2 – “O ministro André Mendonça está certo, gente. Ele está sendo juiz. E, assim, eu queria muito que todos no Supremo fossem iguais ao André Mendonça, que não pesassem para lado nenhum. Investiga tudo, todo mundo, com transparência. Mostra para a imprensa, mostra para o povo, vamos ver quem é que está certo — afirmou Flávio Bolsonaro, por sua vez, durante agenda em Manaus.
FIM DO SIGILO – O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, acolheu pedidos feitos pela Procuradoria-Geral da República e pelo ministro Alexandre de Moraes e solicitou ao ministro André Mendonça que levante, em até 24h, todo o sigilo sobre o caso do Banco Master. Mendonça tornou parte do processo público na noite de quinta-feira (10), mas manteve sob sigilo a investigação do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) por causa do dinheiro recebido pelo banqueiro Daniel Vorcaro para supostamente financiar o filme Dark Horse.
Perguntar não ofende: No debate da Globo, Raquel também não vai responder às perguntas?
A campanha pela reeleição do presidente Lula (PT) realiza, neste domingo (13), uma série de mobilizações em diferentes regiões de Pernambuco com o mote “Dia 13 com Lula nas ruas”. A convocação envolve diretórios municipais, militantes, candidaturas proporcionais, movimentos populares, lideranças e apoiadores, com ações previstas na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão. Entre as atividades estão caminhadas, bandeiraços, panfletagens, adesivaços, oficinas, porta a porta e encontros com eleitores.
Segundo o coordenador estadual da campanha em Pernambuco, deputado Carlos Veras (PT), a proposta é ampliar a presença da candidatura no Estado. “O dia 13 será uma demonstração da força da nossa militância e do carinho que Pernambuco tem pelo presidente Lula. Vamos ocupar as ruas, conversar com as pessoas, defender a soberania, a democracia e os direitos do povo brasileiro”, afirmou.
Entre as agendas confirmadas estão ações no Recife, Caruaru, Arcoverde, Olinda, Paulista, Petrolândia, Toritama, Vitória de Santo Antão, Jaboatão dos Guararapes e outros municípios. Na capital, a programação inclui adesivaço durante a Parada da Diversidade, pedalada com saída do Parque da Jaqueira, bandeiraço no Pina e caminhada na Várzea. As atividades começam pela manhã e seguem ao longo do dia em diferentes pontos do Estado.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) foi a um supermercado no Recife para criticar os preços de produtos básicos durante o governo do presidente Lula (PT). Acompanhado de consumidoras, o parlamentar percorreu os corredores e registrou valores de itens como feijão, macarrão, café e sabão. Uma das clientes, ao mostrar um pacote de mortadela, afirmou: “Essa aqui foi a picanha que Lula prometeu”. Outra relatou que o feijão passou de R$ 6 para R$ 8,99 e o macarrão de R$ 1,75 para R$ 2,99.
Feitosa também criticou a carga tributária embutida nas compras e afirmou que, em uma conta de R$ 330, cerca de R$ 180 corresponderiam a impostos. “R$ 180 que você poderia usar para comprar comida”, declarou. O deputado ainda mencionou o valor do Bolsa Família e disse que o benefício chegou a R$ 600 durante o governo Bolsonaro e não teve novo reajuste na atual gestão.
O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu a investigação contra o senador e seu aliado Flávio Bolsonaro (PL).
O governador afirmou à imprensa que “ninguém está acima da lei”. “A gente vai recuperar a credibilidade com transparência, investigação e responsabilização. É isso que a gente defende. Isso vale para todo mundo. Isso vale para o Flávio, pro Lulinha, Careca do INSS, pro Master”, disse Tarcísio. As informações são do UOL.
Após agenda de campanha, o candidato foi questionado sobre Flávio ser investigado no caso Dark Horse, filme que conta a história de seu pai Jair Bolsonaro. “Tudo tem que ser passado a limpo. Eu defendo transferência absoluta”, disse o governador. O senador é aliado de Tarcísio e conta com a popularidade do governador para atrair votos no estado de São Paulo.
Segundo Tarcísio, o candidato à Presidência do PL tem prestado os esclarecimentos. “Se aparecer alguma coisa nova, pode ter certeza que ele estará pronto para dar esclarecimentos”, disse. Para o governador, as pessoas estão “cansadas” com a crise desencadeada no STF. “O brasileiro tem o direito de saber o que está acontecendo e a gente precisa investigar à exaustão”.
“Qual é o nosso desejo? Que tudo venha às claras. O Master é um grande escândalo nacional. As pessoas estão exaustas. Existe no Brasil uma situação de exaustão ética. As pessoas estão descrentes da política e quanto mais transparência a gente tiver, melhor. Aquilo que tá hoje, que faz parte dos inquéritos, que foi investigado pela polícia, tem que virar público. As pessoas têm que saber o que aconteceu” — Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.
A abertura de um inquérito para investigar a atuação de Flávio no financiamento do “Dark Horse” se tornou pública hoje após André Mendonça atender o pedido do presidente do STF. Edson Fachin solicitou ao ministro e relator da investigação do Master a quebra do sigilo dos processos relacionados ao banco.
Mendonça autorizou a Polícia Federal investigar Flávio, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias (PL-SP). Os agentes apuram suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) subiram o tom nesta sexta (11) e passaram a afirmar que, se um pedido de investigação contra Alexandre de Moraes for julgado na sessão de 15/9 sem que o mesmo aconteça com André Mendonça, não sobrará ‘pedra sobre pedra’ no debate.
Eles afirmam que diversos magistrados da Corte já foram alvos de denúncias, inclusive de envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, e que, se for para passar o STF a limpo, será oportuno, no mesmo dia, discutir os ‘podres’ de todos os outros que estarão presentes no debate. As informações são da Folha de S. Paulo.
Um dos magistrados deu como exemplos as novas denúncias de envolvimento financeiro de Dias Toffoli com o mesmo Vorcaro com quem Moraes teve relações, e as revelações de que Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro Kassio Nunes Marques, recebeu recursos de uma consultoria tributária abastecida com dinheiro do Banco Master e da JBS.
De acordo com a Folha, a Consult Inteligência Tributária recebeu R$ 18 milhões das duas empresas, e contratou o escritório do filho do ministro por R$ 281,6 mil no período. Ele tem 25 anos.
Os mesmos ministros afirmam também que o próprio André Mendonça vai ser instado, na sessão, a explicar em detalhes o encontro que teve com Daniel Vorcaro a pedido de um advogado, em março do ano passado.
Dizem ainda que Mendonça será questionado sobre a possibilidade de abrir as contas do Iter, o instituto educacional que ele inaugurou depois que assumiu o cargo no STF e que faturou R$ 4,8 milhões de contratos públicos em 2025, quando tinha apenas um ano de funcionamento.
A instituição tem contratos também com empresas privadas.
Citam ainda a relação social de Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, com Daniel Vorcaro. Ele foi ao Sambódromo do Rio de Janeiro a convite do ex-banqueiro e participou com ele de uma degustação de uísque.
“Vamos investigar todos de uma vez”, afirma um magistrado.
A única solução possível para que se chegue a um acordo mínimo entre os magistrados para estancar a crise, disseram magistrados à coluna, é o presidente da Corte, Edson Fachin, colocar em votação tanto o pedido de investigação contra Moraes por envolvimento com Vorcaro quanto o pedido de investigação contra Mendonça por abuso de autoridade.
Defendem ainda que Fachin assuma a relatoria das investigações contra o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, afastando Mendonça do caso.
OUTRO LADO
André Mendonça deixou neste mês a sociedade do Iter, que afirma nunca ter distribuído lucro. Sobre o encontro com Vorcaro, ele diz que a iniciativa partiu do ex-banqueiro, que se limitou a ouvi-lo e que votou contra as posições defendidas por ele em demandas no STF.
Rodrigo Fux afirma que nunca advogou para Vorcaro.
O ministro Kassio Nunes Marques disse, na época da revelação dos repasses de uma consultoria tributária a seu filho, que não tinha relação alguma com Vorcaro.
Dias Toffoli diz, em nota, que “jamais manteve ou teve direta ou indiretamente recursos no exterior” e que “jamais realizou qualquer operação direta ou indiretamente nas Ilhas Virgens Britânicas”, negando revelações feitas nesta sexta (11) pela revista Piauí.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Leila do Vôlei (PDT) mantêm a liderança na disputa por duas vagas ao Senado pelo Distrito Federal, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11).
Michelle tem 21% das intenções de voto no cenário estimulado, enquanto Leila apresenta 18%. A diferença se dá na margem de erro, que é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, quadro considerado como empate técnico.
A candidata do PDT também empata tecnicamente com Bia Kicis (PL), que apresenta 15% das menções, e Erika Kokay (PT), com 14%. As informações são da Folha de S. Paulo.
Na pesquisa Datafolha anterior, divulgada em 21 de agosto, Michelle apresentava 19% das intenções de voto, superando Leila (16%), Erika (12%) e Bia Kicis (11%).
Sebastião Coelho (Novo), Professor Guilherme Amorim (UP) e Ronaldo Fonseca (PSD) têm 2% das intenções cada. Já Tiago (Agir), Guto Felício dos Santos (PSDB), Marley (Avante), Avenir Rosa (Democrata) e David Horn (PCO) apresentam 1% cada, enquanto Zanata (PSTU) não pontuou.
O percentual de candidatos declarando intenção de voto branco, nulo ou em nenhum candidato caiu de 16% para 11% entre as duas pesquisas. Os indecisos são 9%, ante 14% do levantamento passado.
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, o percentual de indecisos caiu de 67% para 49% desde o fim de agosto. Michelle foi de 8% para 15% das menções, enquanto Bia Kicis subiu de 4% para 11%.
Em seguida, Leila apresenta 7% das menções, ante 5% na pesquisa anterior, e Erika Kokay variou de 4% para 6%. O percentual de eleitores que desejam votar branco ou nulo se manteve em 8%.
Entre eleitores de Celina Leão (PP), que lidera em intenções de voto na disputa ao governo do DF, Michelle (31%), Bia Kicis (24%) e Leila (13%) têm mais menções de voto. Kokay aparece com 8%.
Na parcela que declara voto em Arruda, Michelle (24%) e Leila (23%) são as mais citadas, seguidas por Bia Kicis (15%) e Erika Kokay (12%). Já entre o eleitorado de Grass, 40% das intenções de voto são direcionadas para Erika Kokay, enquanto 38% mencionam voto em Leila.
O instituto ouviu 910 eleitores do Distrito Federal de terça-feira (8) a esta sexta (11). O levantamento está registrado com os códigos DF-06055/2026 e BR-04623/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e foi encomendado pela Folha e TV Globo.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A assessoria da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) divulgou, na tarde desta sexta-feira (11) uma nota à imprensa na qual esclarece que não é verdade que a chefe do Executivo recebe um salário que ultrapassa o teto constitucional.
O motivo da nota foi o comentário do ex-prefeito João Campos (PSB), que no primeiro debate entre candidatos ao governo de Pernambuco, realizado na manhã desta sexta-feira (11), afirmou que a adversária dele é “fura-teto”. As informações são do Blog da Folha.
“Você sabia que a candidata Raquel é fura-teto? Você sabia que a candidata, que declarou R$ 1 na sua conta corrente, recebe três vezes mais do que o salário do governador? Isso tem indícios claros de inconstitucionalidade. Se colocar tudo que recebeu nesse período, dá mais de R$ 1 milhão de forma inconstitucional”, afirmou João Campos.
“A tentativa de apresentar uma única remuneração como acúmulo é falsa e busca confundir o eleitor”, diz um excerto do documento. Leia o conteúdo da nota, na íntegra, abaixo:
NOTA DA CAMPANHA
Não procede a acusação de que a governadora Raquel Lyra recebe remuneração acima do teto constitucional.
Ao assumir o Governo de Pernambuco, Raquel optou por não receber o subsídio de governadora e manteve exclusivamente a remuneração do cargo efetivo de procuradora do Estado, conquistado por concurso público. Portanto, não há acúmulo de salários nem soma de remunerações. A opção está prevista no art. 6º da Lei Estadual nº 18.139/2023, norma geral e impessoal, aprovada pela Assembleia Legislativa e atualmente em vigor.
A tentativa de apresentar uma única remuneração como acúmulo é falsa e busca confundir o eleitor.
Pernambuco precisa discutir o que realmente importa: creches, hospitais, segurança e resultados. A campanha da governadora está pronta para esse debate.
Segundo a pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (11), o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de Minas Gerais com 37% das intenções de voto no primeiro turno.
Ele é seguido pelo deputado federal Patrus Ananias (PT) e pelo ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), com 13% e 11%, respectivamente. As informações são da CNN.
Na sequência, Mateus Simões (PSD), o vereador por Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB) e Flávio Roscoe (PL) aparecem empatados, todos com 4%.
O professor Túlio Lopes (PCB) teve 3%. Rafael Duda (PSTU), Ben Mendes (Missão) e Henrique Áreas (PCO) tiveram 1%, cada. Indira Xavier (UP) não pontuou.
Os eleitores indecisos somam 10%, e os que votariam em branco e nulo são 11%.
Segundo Turno Na simulação de segundo turno entre Cleitinho e Kalil, o senador aparece na liderança, com 54% das intenções de voto, contra 29% de Kalil.
Nesse cenário, 11% dos entrevistados afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 6% não souberam responder.
Em outra simulação de segundo turno, desta vez entre Cleitinho e Patrus, a vantagem do candidato do Republicanos é ainda maior. Cleitinho registra 59% das intenções de voto, enquanto Patrus aparece com 24%.
Nesse cenário, 12% dos eleitores declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, e 5% disseram não saber em quem votariam.
Metodologia A pesquisa Datafolha entrevistou 1.204 eleitores de Minas Gerais entre os dias 8 e 10 de setembro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O levantamento foi contratado pelo jornal Folha de S.Paulo e Grupo Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo MG-01611/2026.
A cerca de três semanas para o início das eleições, pesquisa Datafolha mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 46% das intenções de voto ao Planalto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que marca 44%. O cenário é de empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Já 8% declaram voto branco ou nulo, enquanto 1% está indeciso. Na rodada anterior, o petista tinha os mesmos 46%, enquanto o bolsonarista alcançava 44%.
O Datafolha mostra também situação de empate técnico no segundo turno entre Lula e Augusto Cury (Avante). O petista lidera contra o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o ativista Renan Santos (Missão).
A pesquisa foi realizada em meio aos desdobramentos mais recentes da crise no Supremo Tribunal Federal (STF). Os pesquisadores foram às ruas entre terça-feira, dia em que o ministro André Mendonça afastou Andrei Rodrigues da função de diretor-geral da Polícia Federal (PF), e sexta-feira, quando parte do sigilo do Caso Master foi derrubada.
O levantamento foi contratado pela “Folha de S. Paulo” e pelo grupo Globo. Foram entrevistadas 2.002 pessoas entre os dias 8 e 11 de setembro. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi cadastrada junto à Justiça Eleitoral com o código BR-01833/2026.
Nova pesquisa Datafolha ao governo do Distrito Federal divulgada nesta sexta (11) mostra a atual chefe do Executivo da capital federal, Celina Leão (PP), na liderança isolada, com 40% das intenções de voto.
Em segundo lugar há um empate técnico entre José Roberto Arruda (PSD), com 17% das menções, e Leandro Grass (PT), com 16% As informações são da Folha de S. Paulo.
Na pesquisa anterior ao governo do DF, divulgada em 21 de agosto, Celina tinha 30% das intenções de voto, contra 28% de Arruda e 11% de Grass.
O levantamento atual também mostra Paula Belmonte (PSDB) com 6% das intenções. Na sequência, Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo) têm 3% das menções cada. Professor Robson Raymundo (PSTU) apresenta 2% e Professora Samara Mineiro (UP) tem 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
O Datafolha também avaliou um cenário sem Arruda entre os nomes apresentados ao eleitor. Isso porque o TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) decidiu de forma unânime, em 3 de setembro, barrar a candidatura do candidato do PSD. O ex-governador tenta reverter a decisão no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
No cenário sem Arruda, a atual governadora vai a 45% e amplia a vantagem sobre o segundo colocado, Leandro Grass, que aparece com 19%.
Já na disputa para duas vagas ao Senado pelo DF, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a Leila do Vôlei (PDT) mantêm a liderança, com 21% e 18% das intenções, respectivamente. Ambas subiram dois pontos percentuais desde agosto.
No levantamento atual, Leila empata tecnicamente com Bia Kicis (PL), que apresenta 15% das menções, e Erika Kokay (PT), com 14%. O percentual de intenção de voto nulo ou branco ao Senado caiu de 16% para 11%, e de indecisos foi de 14% a 9%.
A pesquisa Datafolha mostra que Celina Leão tem a preferência de 34% dos eleitores que votariam em Arruda. Outros 15% dos votos do candidato do PSD migrariam para Grass, enquanto 11% beneficiariam Paula Belmonte; 18% dos eleitores de Arruda dizem que preferem votar branco ou nulo, caso ele não participe.
Na pesquisa espontânea de intenções de voto, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Celina tem 30% das menções, ante 21% em agosto, seguida por Arruda, que oscilou dentro da margem de erro, de 12% para 11%. As menções a Grass subiram de 6% para 11% entre as duas pesquisas.
O levantamento ainda aponta Arruda rejeitado por 33% dos eleitores, que não votariam nele de jeito nenhum no primeiro turno. No mesmo patamar, considerando a margem de erro, Celina e Grass têm rejeição de 28% dos entrevistados cada.
O instituto ouviu 910 eleitores de todas as regiões do Distrito Federal de terça-feira (8) a esta sexta (11). O levantamento está registrado com os códigos DF-06055/2026 e BR-04623/2026 no Tribunal Superior Eleitoral e foi encomendado pela Folha e TV Globo.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
2º turno
O Datafolha simulou três cenários de segundo turno na disputa pelo governo do Distrito Federal. No embate entre Celina e Arruda, a governadora tem 51% das intenções, contra 34% do oponente. Outros 13% dos eleitores estão indecisos e 2% votariam em branco ou nulo.
Celina tem 56% das intenções na eventual disputa contra Grass no segundo turno. O petista tem 30% das menções. Há ainda 12% de votos em branco ou nulo e 3% de indecisos.
Na disputa entre Arruda e Grass, o candidato do PSD tem 46% das intenções de voto, contra 34% do petista, enquanto 18% votam em branco ou nulo e 2% estão indecisos.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) segue na liderança das intenções de voto para o governo estadual, mas vê o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), reduzir a distância, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (21) pelo Datafolha.
Paes registra 43% das intenções de voto, ante 25% de Ruas. A diferença entre os dois, que era de 22 pontos percentuais há três semanas, agora está em 18 pontos. As informações são da Folha de S. Paulo.
O ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) aparece em terceiro, com 10%. Ele teve o registro de sua candidatura indeferido pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) nesta sexta, após a conclusão da pesquisa. Ele pode recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para tentar manter o nome na urna.
Declararam estar indecisos 3%, enquanto 9% dos entrevistados afirmaram que pretendem anular o voto ou deixá-lo em branco —uma queda em relação aos 16% do último levantamento.
Desconsiderando os eleitores que não optaram por um candidato, Paes tem 49% dos votos válidos, ante 28% de Ruas. Pelas regras eleitorais, vence no primeiro turno o postulante que obtiver mais da metade dos votos válidos.
Neste cálculo, a diferença, que era de 28 pontos percentuais (51% x 23%), caiu para 21.
Contratada pela Folha e pela TV Globo, a pesquisa do Datafolha, registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número RJ- 09217/2026, ouviu 1.204 eleitores de terça-feira (8) a esta sexta. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou menos.
Em um terceiro patamar estão todos os demais candidatos, empatados tecnicamente. O coronel aposentado da PM João Jacques Busnello (Missão), o vereador Willian Siri (PSOL), empresário André Marinho (Novo) e o sindicalista Cyro Garcia (PSTU), aparecem com 2% cada um. Juliete Pantoja (UP) e Luan Monteiro (PCO) registram 1%.
Os dados da pesquisa indicam que Ruas conseguiu avançar mais entre os eleitores que se declaram bolsonaristas. Neste recorte, o candidato do PL subiu de 33% para 48% —a margem de erro neste recorte é de cinco pontos percentuais. Entre os petistas, Paes oscilou positivamente (de 59% para 65%) e Ruas, negativamente (7% para 5%).
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistado indica o nome de preferência antes de receber as opções de candidatos, a maior parte (40%) se declara indecisa.
Paes tem o maior percentual de citações (29% contra 21% verificado há três semanas), seguido de Ruas (13% contra 8% do levantamento anterior) e Garotinho (4% antes 3% da última pesquisa). Siri foi mencionado por 1% dos entrevistados, enquanto 6% se referiram a outros políticos. Declararam que vão invalidar o voto (nulo ou branco) 7%.
O Datafolha também pesquisou, pela primeira vez, as intenções de voto num possível segundo turno entre Paes e Ruas.
Na disputa entre Paes e Ruas, 54% dos entrevistados optaram pelo ex-prefeito, enquanto 34% escolheram o presidente da Alerj. Neste cenário, 10% disseram que não escolheriam nenhum deles e 2% se disseram indecisos.
A avaliação do governo interino do desembargador Ricardo Couto está estável em relação à última pesquisa, divulgada há três semanas.
Consideram a gestão boa ou ótima 27% dos entrevistados (eram 28%), regular, 39% (eram 38%) e ruim ou péssima, 17% (eram 16%).
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