A assessoria da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) divulgou, na tarde desta sexta-feira (11) uma nota à imprensa na qual esclarece que não é verdade que a chefe do Executivo recebe um salário que ultrapassa o teto constitucional.
O motivo da nota foi o comentário do ex-prefeito João Campos (PSB), que no primeiro debate entre candidatos ao governo de Pernambuco, realizado na manhã desta sexta-feira (11), afirmou que a adversária dele é “fura-teto”. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Você sabia que a candidata Raquel é fura-teto? Você sabia que a candidata, que declarou R$ 1 na sua conta corrente, recebe três vezes mais do que o salário do governador? Isso tem indícios claros de inconstitucionalidade. Se colocar tudo que recebeu nesse período, dá mais de R$ 1 milhão de forma inconstitucional”, afirmou João Campos.
“A tentativa de apresentar uma única remuneração como acúmulo é falsa e busca confundir o eleitor”, diz um excerto do documento. Leia o conteúdo da nota, na íntegra, abaixo:
NOTA DA CAMPANHA
Não procede a acusação de que a governadora Raquel Lyra recebe remuneração acima do teto constitucional.
Ao assumir o Governo de Pernambuco, Raquel optou por não receber o subsídio de governadora e manteve exclusivamente a remuneração do cargo efetivo de procuradora do Estado, conquistado por concurso público. Portanto, não há acúmulo de salários nem soma de remunerações.
A opção está prevista no art. 6º da Lei Estadual nº 18.139/2023, norma geral e impessoal, aprovada pela Assembleia Legislativa e atualmente em vigor.
A tentativa de apresentar uma única remuneração como acúmulo é falsa e busca confundir o eleitor.
Pernambuco precisa discutir o que realmente importa: creches, hospitais, segurança e resultados. A campanha da governadora está pronta para esse debate.
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