Uma das principais queixas do governo federal estaria com os dias contados. É o que garante o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz (PDT), sobre a polêmica fila do INSS. De acordo com o auxiliar do presidente Lula (PT), essa fila já foi reduzida em 80%, e até o final deste mandato estará zerada.
“De janeiro para cá, fizemos um trabalho hercúleo, dedicado, com participação de todos. Foi uma promessa do presidente Lula zerar essa fila. E promessa dada é documento assinado, temos que cumprir. Estamos encarando da forma mais séria para entregar esse número. Somente em março, concedemos 890 mil benefícios. Foi o maior volume da história em um mês. E numa fila em que você tinha dois milhões de processos, hoje temos 390 mil, é relativamente pouco. Nos próximos meses já vamos trazer a fila zerada”, afirmou Wolney.
O ministro aproveitou para esclarecer que a fila do INSS não é física, mas virtual. E há um prazo de 45 dias, estabelecido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), para que o pedido seja considerado em fila. “Temos 1,3 milhão de pedidos. Enquanto eles estão no prazo de 45 dias, não são considerados na fila. Os processos estão sendo tratados, estão no fluxo, não há paralisação. O que temos que fazer é colocar todo esse fluxo sendo respondido no prazo de 45 dias. Isso não acontecia. Em janeiro havia 1,8 milhão de pedidos com mais de 45 dias, e esse número veio caindo até os 390 mil atuais. Esse é o tamanho da fila. O que podemos e estamos cuidando é do processo acima de 45 dias. Quando resolvermos, a fila estará zerada, não existirá mais represamento, só fluxo. Vamos zerar a fila nos próximos meses”, completou. Para tal missão, Wolney destacou a contratação de 500 novos peritos do INSS, a estruturação de 800 salas de perícia conectadas, um plano de incentivos aos servidores por produção e os mutirões que renderam mais de 300 mil atendimentos somente no primeiro semestre de 2026.

















