O candidato ao Governo de Pernambuco e líder da Frente Popular, João Campos (PSB), participou, ontem (28), de uma caminhada pelas ruas da Vila Santa Luzia, na Torre, no Recife. Ao lado do prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), e de lideranças políticas, João conversou com moradores durante o percurso.
Em seu discurso, o candidato afirmou que não pretende transformar a disputa eleitoral em uma guerra de ataques. “A gente não vai perder tempo perseguindo adversário. Não vai perder tempo com gabinete do ódio, com dinheiro público, porque isso é crime. Enquanto eles gastam tempo tentando manchar a imagem de pessoas sérias, a gente gastou o nosso tempo fazendo vaga de creche, fazendo hospital, fazendo rua e obra de encosta”, afirmou.
Leia maisJoão também afirmou ter dado prioridade às áreas periféricas durante sua gestão. “Eu tive a coragem de colocar 80% do dinheiro da Prefeitura na periferia da cidade. Quando eu tenho a oportunidade de governar e de fazer, eu coloco em primeiro lugar o povo. É desse jeito que vai ser em Pernambuco”, disse.
Para o prefeito do Recife, Victor Marques, a candidatura de João representa a continuidade da gestão municipal em âmbito estadual. “Se João fez muito em Recife, Pernambuco saberá o que é ele no governo trabalhando pelas pessoas”, afirmou.
Na sequência da agenda, João participou da inauguração do comitê do candidato a deputado federal Charlles de Tiringa, em Casa Amarela, no Recife. O ato reuniu apoiadores e lideranças políticas. Durante o evento, João afirmou que, à frente do Governo de Pernambuco, não pretende usar dificuldades políticas ou administrativas como justificativa para deixar de realizar ações necessárias à população.
“Vocês não vão me ver um dia botando dificuldade como governador do Estado, dizendo que eu não fiz porque está difícil, que eu não fiz porque a política não ajudou ou porque a situação não era fácil. Difícil, sabe o que é difícil? Difícil é a vida do povo que precisa lutar para sobreviver”, afirmou. “A vida de quem tem que governar não tem que ser nem fácil, nem difícil. Tem que ser uma vida com coragem e com força para resolver o que fazer. E é assim que a gente vai fazer”, concluiu.
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