Impasse com governo Raquel Lyra leva auditores fiscais a cogitar greve e acende alerta na arrecadação

O impasse entre o Governo de Pernambuco e os auditores fiscais chega a um ponto crítico e preocupa não apenas a categoria, mas toda a sociedade. A condução da política fiscal do Estado, marcada por decisões unilaterais e falta de diálogo, acende um alerta sobre os riscos à arrecadação e à própria capacidade de investimento público. Não se trata de uma reivindicação isolada, mas de um debate estrutural sobre o funcionamento da Secretaria da Fazenda.

Ao longo dos últimos meses, o Sindifisco-PE tem buscado, de forma responsável, abrir canais de negociação e construir soluções equilibradas. No entanto, o que se observa é um cenário de esvaziamento institucional, com medidas que fragilizam a atuação dos auditores e comprometem a eficiência da máquina arrecadatória. Esse contexto gera insegurança e impacta diretamente a sustentabilidade financeira do Estado.

Jaboatão dos Guararapes - Coleta de Lixo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República em 2026, reforçou a candidatura do ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, ao Senado por Pernambuco. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio afirmou: “Eu quero te convocar para essa missão também, para poder disputar o seu pré-candidato no nosso Senado da República aí em Pernambuco”, ao defender que o PL ofereça ao eleitorado pernambucano “um caminho diferente” nas próximas eleições.

Petrolina - Destino

O prefeito do Recife, João Campos, lança nesta quinta-feira, às 17h, no Hotel Luzeiros, no bairro do Pina, Zona Sul da capital, a chapa ao Governo de Pernambuco. A composição tem João como candidato a governador, o empresário Carlos Costa como vice, filho do ex-deputado Silvio Costa e irmão do ministro Silvio Costa Filho, além de Humberto Costa e Marília Arraes como candidatos ao Senado.

Ipojuca - IPTU 2026

O prefeito do Recife, João Campos, deu uma demonstração clara de maturidade política ao montar uma chapa competitiva, reunindo nomes com densidade eleitoral e alinhamento ao presidente Lula, como Marília Arraes, Sílvio Costa Filho e Humberto Costa. Ao apostar no lulismo em Pernambuco, estado de grande identificação com o presidente, João também acaba deixando a governadora Raquel Lyra com poucas alternativas para o Senado, a ponto de cogitar o nome de Fernando Dueire, que não apresenta desempenho eleitoral expressivo.

Caruaru - IPTU

Por Betânia Santana – Blog da Folha

O presidente nacional do PSB e prefeito do Recife, João Campos (PSB), usou as redes sociais para sinalizar o entendimento com PT e PDT na composição de uma possível chapa para disputar o governo de Pernambuco, nas eleições deste ano.

“Excelente conversa entre os presidentes Edinho, João Campos e Carlos Lupi na construção de uma estratégia nacional, que compreende a importância dos arranjos estaduais para o fortalecimento do projeto de reeleição do Presidente Lula”, registrou em foto ao lado dos presidentes nacionais do PT, Edinho Silva, e do PDT, Carlos Lupi.

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

A governadora Raquel Lyra (PSD) pode anunciar o senador Fernando Dueire como pré-candidato à reeleição em sua chapa ainda nesta quarta-feira (18). O movimento vem sendo ventilado porque a chefe do Executivo estadual ficou com poucas opções após acordos costurados pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), seu potencial adversário nas eleições.

Mais cedo, João teria selado aliança com Marília Arraes e Humberto Costa (PT) como seus nomes para o Senado e com Carlos Costa (Republicanos), indicado pelo ministro Silvio Costa Filho (Republicanos), como pré-candidato a vice-governador. Marília e Silvio chegaram a ser sondados por Raquel para o Senado, mas decidiram permanecer no grupo de João Campos.

Palmares - IPTU 2026

Por Larissa Rodrigues – Repórter do blog

Em meio às negociações para montagem das chapas majoritárias e proporcionais que disputarão as eleições deste ano em Pernambuco, o União Brasil pode filiar a deputada federal Clarissa Tércio, que deixará o PP, e o deputado federal Fernando Rodolfo, que deixou o PL. Ambos conversam com a legenda e avaliam a possibilidade.

O União Brasil é comandado em Pernambuco pelo ex-prefeito de Petrolina (Sertão), Miguel Coelho, que está prestes a conseguir um espaço na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) para disputar uma vaga ao Senado.

Olinda - Refis últimos dias 2025

Em Brasília desde ontem para fechar as articulações para montagem da sua chapa para governador, o prefeito João Campos (PSB) terá, daqui a pouco, uma conversa com o presidente do PDT, Carlos Lupi, na companhia de Marília Arraes, que será candidata ao Senado na chapa de João, conforme acerto fechado ontem.

João já esteve com o ministro de Portos, Sílvio Costa Filho, com quem fechou a indicação do irmão Carlos Costa para compor a chapa como vice. João também esteve com o presidente do PT, Edinho Silva, e com o senador Humberto Costa, que disputa a reeleição tendo como companheira de chapa a ex-deputada Marília Arraes. Ao final dos encontros, a ideia é o grupo fazer uma foto ao lado do presidente Lula.

A primeira foto oficial da chapa – João governador, Carlos Costa vice, Humberto e Marília senadores.

Recebi, logo cedo, a informação de que o pré-candidato a governador pelo PSB, João Campos, havia batido o martelo com Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) candidatos ao Senado. O vice seria Carlos Costa (Republicanos), irmão do ministro de Portos, Sílvio Costa Filho. Uma chapa muito doméstica, primo com primo, no caso João e Marília. A justificativa é que João teria optado por uma chapa mais à esquerda para fazer uma campanha no campo ideológico, jogando a governadora Raquel Lyra (PSD) para o universo bolsonarista.

O deputado estadual Romero Albuquerque (UB) aponta mais um revés no programa de construção de creches prometido pela governadora Raquel Lyra (PSD): a desistência formal do Consórcio Creches Pernambuco 2025, formado pelas pelas Enord Engenharia e Arquitec Arquitetura, Engenharia e Construção, publicada no Diário Oficial desta quarta-feira, obrigando o estado a recomeçar o processo licitatório.

“Isso não acontece por acaso. Acontece quando o ambiente de execução é caótico, quando os prazos são irreais e quando a gestão não dá as condições necessárias para quem quer trabalhar”, disparou Albuquerque.