Maria Arraes cobra investigação sobre suposta espionagem política pela Polícia Civil de Pernambuco

A deputada federal Maria Arraes usou as redes sociais, na manhã de hoje, para questionar quem teria dado ordem para que a Polícia Civil de Pernambuco espionasse adversários políticos da atual gestão do Governo do Estado.

A denúncia, revelada pelo programa Domingo Espetacular, exibido na noite do último domingo (25), aponta a existência de um grupo formado por delegados e agentes da Polícia Civil de Pernambuco que teria monitorado o secretário de Administração da Prefeitura do Recife, Gustavo Monteiro, e seu irmão, Eduardo Monteiro, que também é servidor municipal.

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A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a operação citada na reportagem veiculada pelo Domingo Espetacular, da TV Record, ontem, teve origem em uma denúncia anônima sobre suposto recebimento de propina por parte de um servidor, mas destacou que nenhum inquérito foi instaurado por falta de indícios mínimos de crime.

Já a Prefeitura do Recife repudiou a atuação policial, classificando-a como ilegal e abusiva. O secretário de Articulação Política e Social, Gustavo Monteiro, afirmou estar abalado com o monitoramento e declarou que avalia acionar a Polícia Federal.

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O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino (PSB), emitiu uma nota fazendo duras criticas e cobrando respostas à governadora Raquel Lyra (PSD) sobre a “perseguição política” e a “investigação paralela” denunciadas, ontem, em rede nacional pela TV Record. Segundo a nota, uma operação clandestina teria sido montada com uso da estrutura da Polícia Civil, sem ordem judicial ou inquérito, para monitoramento com fins eleitorais. Confira abaixo o documento na íntegra:

“Desde o início de nossa gestão em Garanhuns temos sentido os efeitos da perseguição política e administrativa por parte do Governo Raquel Lyra, mas o que se noticia agora, nunca vimos nada igual.

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Foi ao ar uma reportagem da TV Record que revela denúncias sérias sobre a possível atuação de uma polícia paralela contra adversários políticos no Governo de Pernambuco, com indícios de perseguições, monitoramento ilegal e uso político da estrutura policial. O deputado estadual Cayo Albino (PSB) postou um vídeo em suas redes sociais questionando quem deu a ordem para a investigação paralela.

Segundo a matéria, documentos internos, trocas de mensagens e depoimentos apontam que ações da Polícia Civil teriam sido direcionadas por interesses políticos, inclusive em um contexto de disputa eleitoral.

“Não vamos aceitar que a força policial seja utilizada como instrumento de perseguição política. Quem exerce poder deve responder pelos seus atos, sempre dentro da lei e com respeito às instituições. A sociedade pernambucana merece transparência, respeito ao Estado de democrático de Direito e assegurar a proteção de quem pensa diferente”, afirmou o parlamentar.

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Araripina segue avançando com trabalho, articulação e resultados concretos. O prestígio político do prefeito Evilásio Mateus, aliado à parceria com o deputado federal Fernando Filho, resultou em mais duas importantes conquistas para o município: a implantação de cobertura 5G nos distritos de Nascente e Bom Jardim do Araripe.

A iniciativa foi viabilizada em articulação direta com o Ministério das Comunicações e vai transformar a realidade de comunidades que, por anos, conviveram com a ausência ou precariedade do sinal de telefonia móvel. No distrito de Nascente, a cobertura existente é insuficiente e instável. Já em Bom Jardim do Araripe, não há qualquer tipo de cobertura de telefonia móvel, o que limitava o acesso da população a serviços básicos, comunicação e oportunidades.

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Por que uma polícia criada para proteger o cidadão estaria sendo usada para espionar adversários políticos, principalmente em ano eleitoral? Se não há mandado judicial, se não existe inquérito instaurado, se não há crime tipificado, por que agentes do Estado estariam monitorando servidores da Prefeitura do Recife? Quem autorizou esse tipo de “nova missão” fez isso com base em que fundamento legal?

Desde quando a relevância eleitoral passou a justificar a continuidade de investigações arquivadas por ausência de provas? Qual é o limite entre investigação legítima e perseguição política? Quando policiais chamam um secretário municipal de “alvo” em grupos internos, isso é linguagem técnica ou vocabulário de espionagem? Que tipo de democracia admite que adversários políticos sejam tratados como inimigos internos?

Se hoje a espionagem atinge auxiliares do prefeito do Recife, João Campos, amanhã quem será considerado o próximo “alvo”? É aceitável que policiais sigam servidores públicos, fotografem, monitorem rotinas e instalem rastreadores sem autorização judicial? Que Estado de Direito permite vigilância sem processo, sem juiz e sem defesa?

Que tipo de “inteligência” atua fora da lei? Quando agentes relatam pressão interna para cumprir ordens ilegais, estamos diante de casos isolados ou de um método institucionalizado? Qual o impacto disso na confiança da população em uma Polícia Civil com mais de 200 anos de história?

Quem ganha quando a polícia deixa de servir à sociedade e passa a servir a interesses políticos? Por que um inquérito contra um prefeito foi reaberto na canetada, no meio de uma eleição? Se policiais que se recusam a participar dessas ações sofrem retaliação, quem está protegendo quem age corretamente? Por que a inteligência, tão mencionada, não atuou no combate ao crime, a exemplo das brigas de torcida de ontem?

Como falar em eleições livres se o aparato estatal é usado para intimidar, vigiar e constranger? Que precedente se cria quando o Estado aceita a espionagem política como prática normal? Até onde vai essa lógica se não for interrompida agora? Que garantias restam ao cidadão comum se o pensamento divergente passa a ser tratado como ameaça? O que o ex-ministro da justiça e fiel antagonista contra a ditadura, Fernando Lyra, diria de casos assim?

E, diante de tudo isso, a pergunta que não quer calar: isso ainda é democracia ou já é polícia paralela com espionagem institucionalizada? Quem deu a ordem final para a polícia agir assim? Clique aqui e confira a denúncia feita pela TV Record

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Uma longa reportagem exibida pela TV Record, no programa Domingo Espetacular de hoje (25), trouxe à tona um conjunto de denúncias de extrema gravidade envolvendo a atuação da Polícia Civil de Pernambuco durante a gestão da governadora Raquel Lyra. O material apresentado reúne documentos internos, trocas de mensagens entre policiais, além de depoimentos públicos e sob sigilo que apontam para o provável uso político da estrutura policial, perseguição a servidores que se recusaram a cumprir ordens consideradas ilegais e práticas de arapongagem, consolidando a presença de uma “polícia paralela” contra adversários políticos do governo estadual, em um contexto diretamente relacionado à disputa eleitoral.

A reportagem destaca que entre os principais alvos das ações denunciadas está o prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, líder com ampla vantagem em todas as pesquisas de intenção de voto sobre a corrida eleitoral em Pernambuco. O fato de o prefeito aparecer indiretamente em duas das denúncias, segundo a TV Record, reforça a suspeita de que investigações e operações teriam sido direcionadas não por critérios técnicos ou jurídicos, mas por interesses políticos, especialmente em um cenário pré-eleitoral.

Do blog Dantas Barreto

Pré-candidato à Presidência da República pelo partido Novo, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, quer ser um dos nomes da direita na disputa deste ano, mas sem se colocar como representante do legado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista coletiva, neste domingo (25), no Recife, Zema disse que concorda em muitas questões com Bolsonaro e em outras não.

Apesar de o pré-candidato do PL ser o senador Flávio Bolsonaro e ter outros nomes do mesmo campo querendo se candidatar, o mineiro garante que a direita não está dividida. Zema participou do Encontro Estadual do Novo e foi ovacionado como futuro presidente do Brasil. Sobre a decisão do ex-presidente indicar o filho para concorrer à Presidência pelo PL, Romeu Zema disse que faz parte da democracia. “É um direito dele. Ele está totalmente certo ao escolher uma pessoa que tem potencial”, respondeu.

Do Diário de Pernambuco

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, afirmou na tarde deste domingo (25) que o estado “não tolera” os episódios de violência registrados antes do jogo Santa Cruz x Náutico. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram homens vestindo camisas do Santa Cruz agredindo outros dois homens com pedaços de pau e pontapés.

Em postagem nas redes sociais, Raquel classificou os agressores como criminosos e afirmou que determinou prioridade à Polícia Civil para identificar e responsabilizar os envolvidos. “É a paz que deve marcar o nosso futebol”, declarou a governadora.

O cantor pernambucano Geraldo Maia gravou, no último domingo (18), a canção “Estácio, Holly Estácio”, de Luiz Melodia. Além do compositor da canção, a música ganhou destaque na interpretação de Maria Bethânia, no LP “Drama” (1972), e agora recebe uma nova leitura na voz de Geraldo Maia.

A gravação ocorreu no Estúdio Ninja, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Para embalar a interpretação de Geraldo Maia, o arranjo aposta na sobriedade do violão de Daniel Bruno, reforçando o caráter intimista da canção.

Confira: