A equipe jurídica do candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) anunciou que está ingressando com uma série de ações em diferentes órgãos contra a suposta existência de um “gabinete do ódio” comandado pelo governo Raquel Lyra (PSD) contra o candidato socialista.
Em entrevista coletiva no Novo Hotel, no Recife, na manhã de hoje, o advogado da Frente Popular, Rafael Carneiro, listou pelo menos cinco eixos de supostos crimes eleitorais envolvendo abuso de poder político e econômico por parte da campanha da governadora.
“Não são acusações nossas, são fatos graves que revelam a efetiva existência de um gabinete do ódio financiado pelo governo do estado de Pernambuco. Revelam a atuação direta da própria governadora. São vídeos, registros públicos, áudios, tudo isso muito bem documentado”, disse.
De acordo com o advogado, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) envolve o uso de ônibus de prefeituras para levar militantes para a convenção que oficializou a candidatura de Raquel à reeleição.
Menciona, ainda, o caso de arapongagem contra um secretário do ex-prefeito João Campos pela Polícia Civil do estado, o uso de aeronaves do governo com finalidades eleitorais, o uso de slogans do governo e gastos em publicidade em um período de restrições eleitorais, além da suposta milícia digital organizada pelo governo.
A Globo decidiu fazer mais uma mudança importante em sua área esportiva. A emissora recontratou, após três anos, o narrador esportivo Rembrandt Júnior. Ele havia deixado a empresa em 2023 após 23 anos de casa e retorna a partir de setembro.
Rembrandt será narrador de jogos da Globo em TV aberta para o estado de Pernambuco e fará transmissões no SporTV, canal esportivo da emissora na TV paga. Sua reestreia acontecerá em um jogo do Náutico na Série B do Campeonato Brasileiro.
Dênis Medeiros, que ocupava a vaga de narrador da Globo no Recife, será deslocado para o Rio de Janeiro. Ele passa a ser narrador do SporTV e no Premiere também no próximo mês, em vaga que era de Sergio Arenillas, dispensado no último mês de julho.
Em nota enviada à coluna, a Globo confirma as mudanças. “A partir de setembro, Rembrandt Júnior assume o comando das transmissões do futebol na TV Globo no Recife, acompanhando os clubes locais e alguns confrontos do futebol nordestino”, afirma a empresa.
Na próxima sexta (28), Rembrandt se despede da TV Tribuna, afiliada da Band em Pernambuco, onde comandava a versão local do Jogo Aberto, além de narrar alguns eventos esportivos.
Nos seus anos de Globo, ele ficou conhecido pela cobertura de campeonatos regionais, como a Copa do Nordeste e torneios estaduais. Ele é o narrador dos times pernambucanos e nordestinos, mas já trabalhou no Campeonato Carioca e Paulista, por exemplo.
Na Globo, participou de seis Copas do Mundo, entre 2002 e 2022, e chegou a narrar partidas de seleções relevantes no cenário mundial como a da Inglaterra e a do Japão.
Pai sempre atento e envolvido com o dia a dia dos filhos tem que acompanhar o desempenho deles, principalmente o escolar. Acabei de fazer a inscrição do meu filho João Pedro em mais uma excursão pedagógica maravilhosa, a Rota da civilização do açúcar, do colégio Saber Viver.
Li atentamente o roteiro e adorei. Acho que será um belo aprendizado prático para meu filho, que está no sétimo período. Ele e sua turma vão conhecer a relação histórica entre a Mata Atlântica e a cana de açúcar. Vão conhecer e provar cana caiana, cana roxa, cana fita, todas boas de chupar.
O grupo irá até Vicência, na Zona da Mata, a 87 km do Recife. No roteiro, os engenhos Vicencinha, Jundiá e Água Doce, além da capela de São Joaquim. O engenho Vicencinha é reconhecido como parte da rica história açucareira de Pernambuco. Seus antigos casarões são do período colonial e imperial, integrados a chamada área de “Maravilhas de Pernambuco”.
A segunda visita é ao Engenho Jundiá, que preserva a casa-grande e senzala do século XIX. Pertenceu tradicionalmente à família Correia de Oliveira Andrade e preserva importantes traços da arquitetura do ciclo da cana-de-açúcar no Nordeste.
O conjunto arquitetônico inclui a Casa Grande, capela, moita e a casa de purgar (onde o açúcar era branqueado e secado). Abriga um museu com mais de 120 anos de história, que expõe fotos antigas, móveis e objetos preservados da família.
Na entrada da propriedade, destaca-se um imponente pé de Sapucaia (árvore nativa da Mata Atlântica) com idade estimada entre 350 e 400 anos. Em seguida, tem uma visita ao Engenho Água Doce, da família Andrade Lima. O local funcionava há mais de um século como engenho de açúcar e rapadura, mas parou as atividades em 1958.
A produção foi retomada em 2003 com foco em cachaças artesanais de alto padrão. O engenho destaca-se por não queimar a cana durante a colheita, utilizando cana crua cultivada sem agrotóxicos. O portfólio inclui cachaças (branca e envelhecida), mel de engenho, rapadura (em barras e cubinhos) e licores em diversos sabores.
A aula prática se encerra na Capela de São Joaquim, patrimônio histórico do século XIX, localizado nas terras da antiga Usina Laranjeiras, em Vicência. Construída no início do século XIX (por volta de 1808), possui traços e características marcantes do estilo barroco. Representa a forte tradição religiosa e o ciclo econômico dos antigos engenhos de açúcar da região.
Uma programação que certamente deixará todos os participantes da escola Saber Viver muito mais ricos em conhecimento!
Presente no encontro “Por um Pernambuco com Propósito”, promovido pelo deputado estadual e candidato à reeleição Pastor Cleiton Collins e por sua esposa e candidata a deputada federal Michele Collins, a governadora Raquel Lyra (PSD) rasgou elogios ao casal símbolo do bolsonarismo no Estado. Mesmo querendo desvincular a sua imagem do conservadorismo, fica cada vez mais difícil para Raquel se manter neutra em relação a disputa presidencial quando aparece em eventos conservadores, promovidos por aliados do clã Bolsonaro.
Soube, há pouco, por filhos e irmãos do meu amigo Geraldinho Cisneiros, ex-vereador de Jaboatão, que seu estado é gravíssimo. Sofreu um AVC de enorme extensão e se encontra num quadro clínico irreversível, segundo os familiares.
Prezado Magno, bom dia!
“Os irmãos e filhos de Geraldinho Cisneiros têm a tristeza de lhe informar sobre o quadro clínico de Geraldo. Geraldinho sofreu um AVC de enorme extensão e se encontra em um estado clínico irreversível. Foi encontrado no sábado passado em seu apartamento já inconsciente, e foi levado a uma das unidades do Hapvida”, diz a mensagem dos familiares.
E acrescenta: “Acontece que entre o tempo em que ele sofreu o AVC e o atendimento, levou esse quadro a uma situação irreversível e sem a menor perspectiva de uma recuperação. Diante do relato de vários médicos da área neurológica, os filhos de Geraldinho decidiram usar a prerrogativa, que lhes é de direito, de autorizar a extubação de Gera e suspender qualquer medicação que o mantenha vivo em uma situação indigna, triste e sem a menor perspectiva desse quadro retroceder, para que a natureza faça a sua parte e ele possa descansar”.
“Resolvemos comunicar a todos através do seu blog, cientes do carinho amizade que você tem por ele, o que é recíproco, e pelo profissionalismo e ética que você exerce a sua profissão. É isso. Um abraço forte e que Deus provenha”.
Novos trechos de áudios de Amisadai Andrade, divulgados hoje, pelo portal R7, indicam que ele teria se reunido diretamente com a governadora Raquel Lyra (PSD), em 2024, para tratar de uma operação política contra João Campos (PSB). As novas gravações, somadas a registros oficiais da presença de Amisadai no Palácio do Campo das Princesas, colocam em xeque o desafio público feito pela própria governadora, que negou qualquer conversa com ele e cobrou que fossem apresentadas provas de uma ligação entre os dois.
Nos áudios, Amisadai relata em detalhes um suposto encontro ocorrido depois das eleições municipais de 2024, quando João Campos acabara de ser reeleito prefeito do Recife com votação recorde. Segundo ele, teria sido a própria Raquel quem o chamou para conversar sobre uma “parceria”. O então servidor da Caixa Econômica Federal afirma ainda que condicionou sua participação à transferência para a estrutura do Governo de Pernambuco.
“Em novembro [de 2024, após a reeleição de João Campos], depois da campanha, ela me chamou, o pessoal, a gente foi. Eu conversei com ela, com o pessoal e disse: ‘Olhe, tem uma coisa: você vai ter que fazer essa questão com a gente, essa parceria aí, mas, ao mesmo tempo, vai ter que me puxar para o seu governo, porque, se eu ficar lá no Governo Federal, capaz de o pessoal me botar lá para a Cochinchina’. Eu estou lá com ela, tem essa paciência para você fazer as coisas”, afirma Amisadai na gravação.
O relato ganha uma nova dimensão diante dos documentos divulgados pelo Metrópoles. Registros oficiais de acesso mostram que Amisadai esteve no Palácio do Campo das Princesas pelo menos duas vezes no segundo semestre de 2024. Em uma dessas ocasiões, no dia 30 de setembro, ele foi registrado como servidor da Caixa Econômica Federal e teve como destino a Casa Civil, justamente o núcleo responsável pela articulação institucional e política do Governo de Pernambuco.
Os registros, por si só, não comprovam que Raquel tenha participado pessoalmente dessas reuniões nem revelam o conteúdo dos encontros. Mas confirmam um ponto central da narrativa apresentada nos áudios: Amisadai efetivamente frequentou a sede do governo no período citado por ele e esteve na Casa Civil. A documentação oficial, portanto, acrescenta um elemento objetivo ao caso e torna ainda mais necessária a explicação sobre quem o recebeu, a convite de quem, para tratar de qual assunto e quais registros existem dessas reuniões.
Nos áudios, Amisadai também descreve uma atuação com objetivo político e eleitoral explícito. Ele afirma integrar a equipe de marketing do governo e atribui à rede de páginas e perfis a tarefa de produzir e disseminar conteúdos contra João Campos, chegando a relacionar esse trabalho à queda do adversário nas pesquisas.
“Sou servidor federal, estou cedido ao Governo Raquel. Estou na equipe de Marketing para também fazer essa coisa dela também. A gente acaba sabendo de coisas. Quem faz os conteúdos dele aqui tudo é eu, saio pegando. [Quando] A gente começou a fazer esse trabalho para ela, ele tinha acabado de ser eleito com 78% no Recife. Existem as pesquisas internas. Hoje, ele já está com 52%, alguma coisa assim. Ele já caiu muito. A gente faz sim [um papel central], a gente solta muita coisa”, declarou.
Amisadai acabou exonerado na quarta-feira (26), após o caso ganhar repercussão nacional com reportagem da TV Record. A emissora revelou gravações nas quais ele descreve uma engrenagem de páginas e perfis voltada a atacar adversários e afirma que o objetivo do trabalho seria “desidratar” politicamente João Campos.
A combinação entre os novos áudios e os registros oficiais do próprio Palácio muda o patamar do episódio. Depois de Raquel Lyra desafiar publicamente que fossem apresentadas provas de qualquer ligação com Amisadai, surgem documentos que comprovam a presença dele dentro da sede do governo e gravações nas quais o próprio ex-integrante da gestão descreve uma reunião com a governadora e os termos da suposta missão que teria recebido. Agora, mais do que negar, o Governo de Pernambuco terá de explicar quem recebeu Amisadai no Palácio, o que ele fazia na Casa Civil e qual era a natureza de sua relação com o núcleo político da gestão.
Aos 19 anos e ainda cursando Gastronomia, a pernambucana Clara Mendonça desponta como uma das jovens revelações da confeitaria no Estado. A relação com a cozinha, porém, vem de muito antes da faculdade. Aos três anos, ela já dividia o espaço com a avó paterna, Rosa, responsável por uma de suas primeiras memórias afetivas à mesa: o bolo de maracujá preparado todas as quartas-feiras. Foi com ela que Clara aprendeu os primeiros cortes, usando uma faca especialmente escolhida para sua pouca idade, de forma que pudesse manusear legumes sem se machucar. Ainda criança, passou a fazer massas, pizzas e doces naquele ambiente e descobriu o gosto por mexer nas receitas. “Minha avó falava que eu era uma alquimista na cozinha, porque eu sempre queria mudar alguma coisinha”, recorda.
A curiosidade ganhou contornos profissionais ainda na adolescência. Aos 12 anos, durante uma temporada nos Estados Unidos em que, a princípio, faria um curso de inglês, Clara escolheu outro caminho: matriculou-se em um curso de culinária na Flórida. Ali entrou pela primeira vez em uma cozinha profissional e participou da preparação de jantares para cerca de 100 pessoas. Em um deles, ficou responsável, ao lado de um chef francês, por produzir uma centena de pequenos bolos. Quatro anos depois, decidiu concluir os estudos antecipadamente por meio de supletivo e ingressou, aos 16, na faculdade de Gastronomia. Passou por duas instituições que encerraram seus cursos na área até chegar ao Senac, onde estuda atualmente.
Foi também por volta dos 16 anos que a confeitaria deixou de ser apenas um hobby e virou negócio. Fascinada por bolos de grandes dimensões e pela possibilidade de unir cozinha e artes plásticas, Clara começou com encomendas mais simples e avançou para projetos autorais, desenhados individualmente para cada cliente. “Eu não tenho cardápio de bolo. A gente faz um orçamento personalizado porque cada pessoa quer uma coisa diferente”, explica. O ofício abriu, ainda, espaço para uma inclinação artística que Clara cultiva desde cedo. Desde pequena, ela se interessa por pintura, desenho e trabalhos manuais, referências que também alimentaram o interesse pelos bolos decorados e pela confeitaria criativa.
O bolo de 10 andares que rendeu a Clara o primeiro lugar no concurso do Senac
A projeção aumentou depois de um concurso promovido durante uma feira de confeitaria do Senac. Clara aproveitou a oportunidade para executar um projeto que dificilmente receberia como encomenda: um bolo cenográfico de dez andares e mais de 1,5 metro de altura, produzido ao longo de 15 dias, com pasta americana, glacê, trabalho de bico e balões de açúcar. A criação conquistou o primeiro lugar e lhe rendeu uma viagem para a Mara Cakes, feira de confeitaria realizada em São Paulo. O trabalho também a aproximou de nomes do setor, entre os quais está a confeiteira pernambucana Cris Barros, que posteriormente a convidou para expor outra criação em uma edição da Mara Cakes no Recife. “A partir desse bolo, as pessoas começaram a me ver como artista também, não só confeiteira”, conta.
Mais recentemente, Clara Mendonça levou suas criações para o cardápio de um restaurante. Depois de preparar um bolo para a família dos proprietários do Tooka Sushi, restaurante japonês com unidades em Maceió e no Recife, recebeu o convite para desenvolver sobremesas para a casa e apresentou cinco opções em uma degustação. Entre elas está um combinado criado a partir da lógica dos próprios combinados de sushi: três sobremesas com diferentes intensidades de chocolate, servidas em uma sequência que vai do sabor mais suave ao mais amargo. “Eu gosto muito de pensar no especial, na experiência”, resume Clara.
O vice-prefeito de Belém de Maria, Genivaldo da Trilha (PT), assumiu interinamente a Prefeitura após o afastamento do prefeito Beto do Sargento (PSD), determinado pelo Tribunal Regional Federal em desdobramento da Operação Mamon, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (26).
A decisão, assinada pelo desembargador Rodrigo Antonio Tenorio Correia, também proíbe Beto de acessar órgãos municipais e se estende a Cristina Casale, Leonardo de Oliveira, Nathali Ribeiro e Maria Jessica. O Tribunal comunicou a medida ao presidente da Câmara, Jairo do Timbó (PT), para a posse do vice-prefeito, realizada há pouco.
Genivaldo afirmou que dará continuidade aos trabalhos da gestão e às ações voltadas ao desenvolvimento do município.
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) recusou a ação judicial apresentada pela Frente Popular e decidiu pela permanência da Federação PSDB/Cidadania na coligação Pernambuco de Coração, da governadora Raquel Lyra (PSD).
Por 4 votos a 3, o pleno acompanhou o voto do relator, desembargador eleitoral Paulo Machado Cordeiro, e deferiu o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da coligação em sua composição original. O voto de desempate da matéria foi dado pelo presidente do TRE-PE, Fernando Cerqueira.
Com a decisão do pleno, o tempo da coligação da governadora no guia eleitoral permanece com 4 minutos e 3 segundos, assim como foi definido pelo TRE-PE, na última sexta-feira (21).
A controvérsia envolvia decisões diferentes tomadas no âmbito da federação em Pernambuco. No dia 31 de julho, os diretórios estaduais do PSDB e do Cidadania em Pernambuco decidiram apoiar a reeleição de Raquel Lyra, em convenção conjunta. Em 5 de agosto, uma comissão interventora do diretório nacional da federação, presidida por Aécio Neves (PSDB), votou pela anulação da convenção e aprovou a neutralidade nas eleições para o governo do estado.
Apesar da decisão nacional, a federação estadual manteve o apoio a Raquel. A permanência na chapa da atual governadora foi questionada pela coligação Frente Popular de Pernambuco, do candidato a governador João Campos (PSB), que entrou com uma ação na Justiça Eleitoral.
Posteriormente, a campanha da governadora protocolou uma defesa contra a ação e apresentou ao TRE-PE uma nova manifestação para assegurar a permanência da federação na coligação de reeleição.
Repercussão Após a decisão do TRE-PE desta quarta, o advogado Lêucio Lemos, que realizou a defesa da coligação Pernambuco de Coração, argumentou que o resultado foi o esperado e que o caso poderia ser alinhado internamento pela federação.
“Era o que nós esperávamos (a decisão). Achávamos que não iria ter tanta discussão, porque, no fundo, a matéria que mais despertou o sentimento do Tribunal foi uma matéria que, ao nosso ver, pode ser discutida exclusivamente no âmbito interno da federação, que é a questão do alinhamento nacional”, afirmou.
O advogado Tomás Alencar, que representou a Frente Popular no julgamento, também comentou o caso e afirmou que a defesa da coligação entrará com um recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Nós sempre tivemos otimistas, confiamos no nosso direito, entendemos que a ata do dia 31 ela não poderia ter validade sob hipótese alguma porque ela não foi aprovada pelo órgão nacional, isso é um requisito obrigatório estabelecido pelo estatuto da federaçãoo. Estamos muito convictos do nosso direito, vamos recorrer de todas as formas possíveis e, certamente, a questão será submetida ao TSE nos próximos dias”, disse.
A Frente Popular de Pernambuco, coligação liderada pelo candidato ao Governo do Estado João Campos (PSB), anuncia, nesta quinta-feira (27), as medidas que pretende adotar contra um suposto “gabinete do ódio” que atuaria na produção e disseminação de ataques ao pessebista nas redes sociais. Segundo denúncias divulgadas pela imprensa, páginas envolvidas na ação teriam recebido recursos oriundos de contratos de publicidade do Governo de Pernambuco. As providências serão apresentadas pelo departamento jurídico da coligação, às 10h30, no Hotel Luzeiros, no Recife.