Mulher denuncia retirada de rim e bexiga perfurada após cirurgia no Getúlio Vargas

Uma moradora de São Benedito do Sul, na Mata Sul do Estado, Nilza Vieira de Moura Oliveira, de 58 anos, afirma viver um drama que já dura dois anos após uma cirurgia realizada no Hospital Getúlio Vargas (HGV), no Recife. Segundo a família, ela procurou atendimento para retirada de pedras nos rins, mas saiu do procedimento sem um dos rins e com a bexiga perfurada.

De acordo com o relato dos familiares, durante a cirurgia foi retirado um rim que, segundo a equipe médica, apresentava atrofia. A família também sustenta que houve perfuração da bexiga durante o procedimento. Desde então, Nilza convive com perda involuntária de urina, necessita do uso constante de fraldas e enfrenta gastos com medicamentos e pomadas para assaduras.

“Retiraram meu rim, perfuraram minha bexiga e hoje eu não consigo nem sair de casa porque fico me urinando. Eu não saio de casa mais pra nada”, relata a paciente.

O marido, Francisco, afirma que a família enfrenta dificuldades para obter respostas sobre o caso. Segundo ele, durante o período de internação chegou a ser retirado da sala onde buscava esclarecimentos junto à equipe médica. Desde então, o casal passou a buscar apoio para tentar garantir tratamento e reparação pelos danos.

O caso chegou ao Ministério Público de Pernambuco. Em documento encaminhado pela direção do Hospital Getúlio Vargas à 11ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital (Saúde), em agosto de 2025, o hospital informou que a paciente já possuía programação cirúrgica agendada e seria chamada para internação para complementação de exames pré-operatórios e programação do procedimento. O ofício foi encaminhado à promotora de Justiça Eleonora Marlise Silva Rodrigues e integra procedimento acompanhado pelo Ministério Público.

Apesar dessa informação encaminhada por parte da direção do hospital, a família afirma que continua aguardando a solução. Enquanto isso, Nilza Nilza convive diariamente com as sequelas e aguarda um procedimento para reparar a perfuração feita na bexiga e tentar retomar suas atividades.

Jaboatão dos Guararapes - Refis 2026

Neste fim de semana, mais uma estrutura do Hospital da Restauração desabou. Desta vez, foi o forro da área de alimentação da unidade que veio abaixo. Junto com os destroços, surgiu um timbu. A cena gerou susto, comentários e até certo desconforto cômico, mas acabou se transformando em um símbolo das fragilidades estruturais do hospital.

O episódio reacendeu questionamentos sobre as condições de conservação do HR, que já acumulava registros de problemas em sua infraestrutura. Embora ninguém tenha ficado ferido, as imagens rapidamente circularam nas redes sociais e reforçaram críticas à situação da unidade.

Petrolina - São João 2026
Ipojuca - Na palma da sua mão

Apresentador do 1º Forró do Magno, Micael Lima, radialista e âncora da Rádio Itapuama FM, de Arcoverde, postou há pouco nos stories do Instagram um relato emocionante sobre as lembranças do avô, a influência do programa Frente a Frente e a inspiração para seguir a carreira jornalística.

“Tive a honra de apresentar a 1º edição do Forró do Magno. Participar desse momento me trouxe boas lembranças do meu avô, que, quando eu ainda era adolescente, parava comigo todas as noites para ouvir o Frente a Frente. Sem dúvida, Magno foi uma das grandes inspirações para que eu seguisse o caminho do jornalismo. Em Arcoverde, ele celebrou os 20 anos do blog e os 40 anos de carreira — uma trajetória que continua sendo escrita diariamente. Que venham as próximas edições desse grande evento!”, escreveu.

Caruaru - São João que o mundo reconhece
Olinda - Trabalhando para superar desafios
Palmares 146 anos
Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias
Camaragibe - Forró da Vila

Meu amigo Elaque, múltiplo artista e instrumentista, herdeiro de Beto no comando da Super Oara, deu, mais uma vez, como na festa dos 18 anos do blog no Recife, há dois anos, uma aula de harmonia, reviveu grandes sucessos da orquestra e ainda deu suporte no acompanhamento dos shows dos artistas convidados, como Silvério Pessoa, Paulinho Leite e Sebá Rossi.

Conhecida como “A Orquestra do Brasil”, a Super Oara é um dos conjuntos musicais mais tradicionais e renomados do País. Criada em 1958 em Arcoverde pelo Maestro Beto, pai de Elaque, a banda se destaca pela versatilidade em ritmos, repertório atualizado, qualidade sonora e apresentação profissional.

Conta com estrutura própria de som, iluminação e transporte, apresentando-se em eventos de diversos portes em todo o território nacional. Especialista em grandes bailes, casamentos, formaturas, festas juninas e eventos corporativos, oferece um show de alta qualidade. Atualmente, a Super Oara & Elaque Amaral (o/a oficial) mantém sua tradição, com o contato direto realizado por Elaque Amaral (WhatsApp: (87) 99991-1488).

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