Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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O superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Francisco Ferreira Alexandre, afirma que a conclusão da etapa da ferrovia Transnordestina em Pernambuco está estimada em R$ 5 bilhões. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o dirigente revelou que o cenário é diferente da década passada e os recursos iniciais sairão dos cofres públicos – ou seja, do Orçamento Geral da União (OGU).
“Eu não tenho os valores dos demais trechos, mas a gente tem uma dimensão do trecho que falta para Pernambuco, que seria entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões. Achamos que ele dá para trabalhar com essa variável. Nesse momento, são recursos do OGU. Agora, nós trabalhamos com a ideia de que, na medida em que você começa a construir a estrada e que ela ande, a gente também faria parcerias para trazer dinheiro privado. O processo agora é diferente, porque o governo recebeu a estrada de volta. Então o conceito de o governo fazer a estrada a partir do OGU e ter a perspectiva de a partir de determinado número de quilômetros construídos, em que se tem a perspectiva de finalização, fazer a concessão”, revelou Francisco.
Leia maisSegundo o superintendente, o foco agora é destravar as questões com o Tribunal de Contas da União (TCU). “Estamos trabalhando com as questões técnicas apresentadas, o governo trabalha com isso. Todos nós da Sudene temos a missão de fornecer os dados, as informações que sejam necessárias e temos feito isso, porque há uma decisão de fazer a estrada. O entrave é técnico, então apresentando os dados que eles pedem, a natureza é destravar. Porque a leitura é que o TCU não pode dizer se quem faz a administração do Estado faz ou não uma obra. Ele tem que analisar a parte técnica. Quem decide se faz é quem está na gestão executiva, e, nesse sentido, nós temos trabalhado e temos tido ajuda de todo mundo, em especial do ministro José Múcio Monteiro, a quem agradeço publicamente”, completou.
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O ex-ministro do Turismo Gilson Machado participou, em João Pessoa, do lançamento da biografia do ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga, intitulada “Eu venho lá do sertão – o sertanejo que nasceu na praia”. Gilson assina o prefácio da obra e esteve acompanhado do ex-ministro do Turismo Carlos Brito, que assumiu a pasta em 2022, após sua saída do governo para disputar as eleições em Pernambuco.
O livro aborda a trajetória pessoal e profissional de Marcelo Queiroga, incluindo sua atuação à frente do Ministério da Saúde durante a pandemia. “Como colegas de ministério, a gente construiu uma amizade baseada no compromisso com o Brasil, no respeito mútuo e na dedicação ao serviço público, compartilhando diversas agendas em diferentes regiões do país”, afirmou Gilson Machado durante o evento.
Por Edson Mota – Blog da Folha
O diretório estadual do Partido Novo oficializou nesta terça-feira (21) os nomes que estarão participando das eleições de outubro. A organização da convenção partidária se deu no Clube Internacional do Recife, na área central da capital pernambucana, e serviu ainda para ratificar apoio ao nome da governadora Raquel Lyra (PSD) para a reeleição.
Na ocasião, foram confirmadas as candidaturas de Carlos Sant’Anna ao Senado Federal, além das chapas para deputados federal e estadual. O partido não deverá indicar outro nome para a Casa Alta.
Leia maisAo todo, serão 76 postulantes da sigla no pleito de outubro, de acordo com o presidente estadual Tecio Teles. “É um momento de consideração do partido nesta eleição e eu não tenho dúvidas de que o Novo fará história, ofendendo ao povo opções para o povo votar de forma consciente”, disse Teles.
“Estamos oficializando aqui o apoio à governadora Raquel Lyra. (…) Nós precisamos nos livrar do PT, do PSB e de João Campos, que tanto mal faz ao povo de Pernambuco”, prosseguiu Tecio.
Nome do partido ao Senado, Carlos Sant’Anna disse que o seu nome representa uma mudança nos nomes apresentados.
“Na política, não dá pra votar nos mesmos políticos e esperar um resultado diferente. Nossa candidatura vem alicerçando uma novidade na política com valores e princípios”, disse Carlos.
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Por Yuri Costa – Blog da Folha
O Republicanos oficializou, nesta terça-feira (21), em convenção partidária, o apoio ao pré-candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) e a confirmação da candidatura de Carlos Costa à vice-governador da chapa da Frente Popular.
“João (Campos) tem a obrigação de ser um grande governador, porque você pode liderar um novo ciclo em Pernambuco e resgatar a autoestima do povo pernambucano”, disse o presidente do Republicanos em Pernambuco, o deputado federal Silvio Costa Filho.
João Campos agradeceu a oficialização do apoio do Republicanos e demonstrou confiança na aliança construída com a legenda.
Leia mais“Eu estou muito animado e certo de que a gente vai construir uma grande vitória junto do povo, respeitando as pessoas e tendo o interesse de fazer o nosso estado protagonista”, declarou.
Críticas
Além das homologações de candidaturas e oficialização dos apoios, o tom dos discursos dos correligionários do Republicanos foi de críticas à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD).
Para Carlos Costa, a gestão da chefe do Executivo estadual é semelhante a práticas do bolsonarismo. “O jeito bolsonarista de governar fez o quê na educação do Brasil? Eu não conheço nada que fez. A atual gestão (da governadora) prometeu 250 creches, mas não entregou dez. O IPA é fundamental para Pernambuco, e hoje está sucateado. Esse é o jeito Bolsonarista de governar”, disparou.
O deputado estadual e candidato à reeleição na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) Júnior Matuto também teceu críticas à governadora Raquel Lyra.
“Nós estamos vendo um estado tomado de tapumes. São falsas promessas. Cadê aqueles 30, 20 milhões que foram prometidos, com adesão dos prefeitos, para transformar a vida das pessoas. Nem o dinheiro chegou e nem transformou a vida das pessoas”, criticou
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que “ninguém diz” o que o Brasil deve fazer. A declaração ocorreu na véspera das novas tarifas de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
“Hoje nada é mais sagrado do que a defesa da soberania nacional. Precisamos fazer com que o povo brasileiro sinta orgulho. Aqui nós erramos por nós. Acertamos por nós. E aqui ninguém diz o que vamos fazer. O Brasil não se entrega”, escreveu em publicação nas redes sociais. As informações são da CNN.
As novas tarifas entram em vigor nesta quarta-feira (22), às 00h01 no horário da Costa Leste americana, o que equivale a 01h01 no horário de Brasília.
Leia maisCom a medida, o Brasil passará a figurar entre os países mais taxados pelos Estados Unidos, ficando atrás apenas da China no ranking de nações mais afetadas pelas tarifas americanas.
Também é mencionado o desmatamento brasileiro, que, na visão americana, permitiria que os fazendeiros brasileiros operassem com custos menores do que os produtores americanos, que precisam seguir uma legislação ambiental mais rigorosa.
O governo brasileiro rebateu todas essas acusações, inclusive com dados: apontou que o desmatamento na Amazônia e no Cerrado vem diminuindo nos últimos anos, que as bandeiras americanas continuaram crescendo no Brasil durante o período de implementação do PIX, e que os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil.
O setor produtivo brasileiro acompanha a situação com grande preocupação. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), 20 dos 27 estados brasileiros já registraram queda nas exportações para os Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano, e a tendência é de piora com a entrada em vigor da tarifa de 25%.
A entidade que representa a Câmara Americana de Comércio para o Brasil, a Amcham Brasil, estima que mais de US$ 11 bilhões em exportações brasileiras para os Estados Unidos podem ser afetadas — o equivalente a 26% de tudo que o Brasil vende ao mercado norte-americano.
A Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) alertou que o impacto vai além da venda direta para os americanos.
Segundo a entidade, a nova tarifa aumenta a insegurança no comércio internacional, desestimula o planejamento de investimentos, reduz a competitividade das empresas e pode gerar consequências negativas sobre a produção e os empregos no Brasil.
Desde a confirmação das tarifas, na madrugada de quarta-feira (15) para quinta-feira (16) da semana passada, o governo brasileiro mudou de postura. Inicialmente, ainda durante a madrugada, chegou a falar em acionar imediatamente os mecanismos previstos na lei da reciprocidade econômica.
Ao longo do mesmo dia, o discurso foi sendo suavizado, com o governo passando a defender que a resposta seria estudada com cautela. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, chegou a afirmar que não se deve falar em retaliação, mas sim em reciprocidade, e que o assunto seria avaliado com calma.
O setor produtivo é contrário a qualquer tipo de medida retaliatória por parte do governo brasileiro, temendo que isso faça a situação escalonar ainda mais.
O próprio resultado da investigação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) indica que, se o Brasil retaliasse com tarifas contra produtos americanos, isso seria interpretado como sinal de que a tarifa extra de 25% não teria sido suficiente para fazer o país abandonar o que os americanos chamam de práticas comerciais abusivas.
Para os próximos dias, aguarda-se o início de novas reuniões entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e o setor produtivo, com o objetivo de definir tanto uma possível resposta do governo brasileiro quanto formas de apoio aos setores mais afetados pela nova tarifa.
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), participou, na segunda-feira (20), de um ato político em Jaboatão dos Guararapes, reunindo vereadores, suplentes, conselheiros tutelares e lideranças comunitárias em uma casa de eventos no bairro de Piedade.
Durante o encontro, o socialista apresentou compromissos para áreas como saúde, educação, segurança pública, abastecimento de água e infraestrutura, além de defender uma gestão próxima da população. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Quero ser um governador que vai arregaçar as mangas e estar nas ruas. A partir de janeiro de 2027, quem vai entrar no Palácio é o povo de Pernambuco”, afirmou. Entre as propostas citadas, João Campos destacou a isenção da tarifa básica de água para famílias sem abastecimento regular e o fortalecimento das forças de segurança na Região Metropolitana do Recife.
O evento contou com manifestações de apoio de lideranças políticas de Jaboatão, entre elas o ex-prefeito Elias Gomes, os vereadores Márcio do Curado, Henrique Metalúrgico, Eládio Rangel e Marcelo Adriano, o conselheiro tutelar Cristiano Carvalho e o ex-deputado federal Betinho Gomes.
Também participaram o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa, o senador Humberto Costa, o deputado estadual Eriberto Filho, o vereador do Recife Aderaldo Pinto e o pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto.
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O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, é o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre. Na pauta, a ferrovia Transnordestina, que avança no Ceará e travou em Pernambuco e os investimentos via FNE para 2026, que somam R$ 52 bilhões.
Também os incentivos fiscais de R$ 2,3 bilhões, além dos programas de incentivos às energias alternativas. Na pauta ainda os questionamentos sobre a atual estrutura de poder da Sudene e a grande questão: o esvaziamento da instituição, que já não atrai a atenção dos governadores do Nordeste para reuniões do seu Conselho Deliberativo.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) classificou como “imatura” a decisão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro de divulgar um vídeo com críticas ao senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista ao portal Metrópoles nesta terça-feira, Eduardo afirmou que a madrasta “jamais” deveria ter tornado público o conflito e defendeu que divergências familiares sejam resolvidas internamente.
— Essas disputas internas infelizmente vieram a público. Acho que demonstra até uma imaturidade (da Michelle). (…) Foi uma imaturidade da Michelle. Ela jamais poderia ter feito aquele vídeo. Esses assuntos eu não vou mais comentar para não dar pano para a manga. É internamente que a gente resolve esse tipo de coisa — disse. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisO vídeo publicado por Michelle há cerca de um mês, em que ela disse ter sido maltratada pelo enteado mais velho, abriu um novo flanco de desgaste para a pré-campanha presidencial do senador ao expor publicamente uma disputa interna do bolsonarismo.
A crise teve início durante as negociações em torno da candidatura do PL ao Senado no Ceará. Michelle defendia a vereadora Priscila Costa (PL-CE), uma de suas principais aliadas e vice-presidente nacional do PL Mulher, enquanto Flávio conduziu as articulações que resultaram no apoio do partido à candidatura de Alcides Fernandes (PL-CE), pai do deputado federal André Fernandes (PL-CE).
Inconformada com o desfecho das negociações, Michelle publicou um vídeo acusando aliados de Flávio de trabalharem para retirar Priscila da disputa e questionou diretamente a condução política do enteado.
Dias depois, a ex-primeira-dama anunciou sua saída da presidência do PL Mulher. Embora tenha atribuído a decisão à necessidade de dedicar mais tempo ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar, e à filha Laura, aliados dos dois lados reconhecem que a crise acelerou seu afastamento do comando do segmento feminino do partido e aprofundou o racha dentro do bolsonarismo.
Na entrevista, Eduardo também buscou minimizar os impactos políticos do episódio sobre a candidatura presidencial de Flávio. Segundo ele, a principal oscilação enfrentada pelo senador ocorreu em razão do caso envolvendo o filme “Dark horse” e o banqueiro Daniel Vorcaro, e não por causa do embate com Michelle.
— O Flávio já se recupera daquela oscilação que ele teve para baixo com relação ao “Dark horse”, não com relação à Michelle. E eu acho que vamos chegar com cada vez mais gente apoiando o Flávio.
O deputado também afirmou que a candidatura do irmão vem atraindo legendas de centro e disse acreditar que o campo da direita chegará mais unido à disputa eleitoral, embora tanto a federação União-PP quanto o Republicanos, principais legendas do centro, não tenham embarcado na candidatura.
— Acho que todo mundo tem esperança que essa eleição seja mais à direita. Inclusive os partidos de centro têm se aproximado de Flávio Bolsonaro.
As declarações de Eduardo ocorrem em meio aos esforços do PL para reduzir a temperatura da crise. O presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, chegou a fazer um apelo público por unidade ao afirmar que a direita precisa “se entender melhor” para vencer as eleições e pediu “paciência” aos aliados diante das divergências internas.
Também nos últimos dias, a campanha de Flávio passou a orientar o senador a evitar referências públicas ao conflito. Em agenda realizada no Ceará, estado onde teve início o racha, aliados recomendaram que o presidenciável concentrasse seus discursos em temas como segurança pública, economia e propostas voltadas ao eleitorado feminino, deixando a disputa com Michelle fora dos holofotes.
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O presidente estadual do Podemos, Marcelo Gouveia, e o ex-deputado Ricardo Teobaldo, me ligaram, há pouco, para negar que a governadora Raquel Lyra tenha deixado de ir à convenção do partido, ontem, para não se encontrar com Miguel Coelho, que tenta sair candidato ao Senado na sua chapa, e Mendonça Filho, que deixa vazar que pode disputar o Senado pelo PL, caso Raquel escolha Eduardo da Fonte.
“A governadora até viria, mas me ligou informando que sua agenda havia se estendido e que a vice-governadora Priscila Krause a representaria, como de fato ocorreu”, disse Gouveia. Já o ex-deputado Ricardo Teobaldo estranhou a versão de que a governadora teria reclamado do Podemos quanto a qualquer estresse no impasse para o Senado. “Isso nunca existiu”, garantiu.
O Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco (CRCPE), em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), realiza, amanhã, das 9h às 17h30, o Seminário Regional de Contabilidade Eleitoral, iniciativa voltada à atualização técnica e ao aperfeiçoamento de profissionais da contabilidade que atuam ou pretendem atuar na prestação de contas eleitorais. O encontro acontece no auditório do CRCPE, no bairro do Prado, no Recife.
Em um cenário de constantes mudanças na legislação e de crescente rigor na fiscalização das campanhas, o seminário busca preparar os participantes para os desafios do processo eleitoral, promovendo o debate sobre as normas que disciplinam a arrecadação e a aplicação de recursos, além das responsabilidades dos profissionais da contabilidade na garantia da transparência e da conformidade das prestações de contas.
Leia maisA programação será aberta com uma palestra sobre atualizações legislativas e normativas eleitorais, abordando os principais aspectos jurídicos relacionados ao financiamento de campanhas e às recentes mudanças nas regras que orientam candidatos, partidos políticos e profissionais da área.
Na sequência, o coordenador de Contas Eleitorais e Partidárias do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TER-PE) e conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade em Pernambuco (CRCPE), Marcos Andrade, conduzirá a palestra “Arrecadação de Recursos de Campanha”, apresentando as regras para captação de recursos, as fontes permitidas de financiamento e os cuidados necessários para assegurar o cumprimento da legislação eleitoral.
Ainda durante o evento, Andrade participa do painel “Aplicação de Recursos e Gastos Eleitorais”, que contará com a mediação do conselheiro do CRCPE, Jorge Luiz. O debate tratará das despesas autorizadas durante as campanhas, dos critérios para utilização dos recursos arrecadados e das boas práticas que contribuem para uma gestão financeira eficiente e transparente.
Outro destaque da programação será a palestra “A Atual Era da Contabilidade Eleitoral e o Novo Sistema de Prestação de Contas”, na qual serão apresentadas as principais inovações nos procedimentos adotados pela Justiça Eleitoral, bem como os impactos das novas ferramentas tecnológicas na rotina dos profissionais responsáveis pela elaboração e envio das prestações de contas.
O seminário será encerrado com uma exposição sobre as principais causas de rejeição de contas eleitorais, momento dedicado à análise das inconsistências mais frequentes identificadas pela Justiça Eleitoral e à apresentação de orientações que auxiliem os profissionais na prevenção de erros e no cumprimento das exigências legais.
Para o presidente do CRCPE, Roberto Nascimento, a iniciativa reforça o compromisso da entidade com a educação continuada e a valorização da profissão contábil, promovendo a qualificação técnica dos profissionais diante das demandas do processo eleitoral. A parceria com o TRE-PE fortalece a integração entre as instituições e contribui para a propagação de conhecimento especializado, essencial para assegurar a regularidade das prestações de contas e a transparência na gestão dos recursos de campanha.
Além de proporcionar atualização sobre as normas e procedimentos eleitorais, o seminário representa um espaço de troca de experiências entre profissionais da contabilidade, representantes da Justiça Eleitoral, estudantes e demais interessados na temática. A expectativa é de que o encontro contribua para uma atuação cada vez mais técnica, ética e alinhada às exigências legais, fortalecendo a confiança da sociedade na integridade do processo democrático.
SERVIÇO:
Evento: Seminário Regional de Contabilidade Eleitoral
Data: Quarta-feira, 22 de julho
Horário: 9h às 17h30
Local: Auditório na sede do CRCPE
Público-alvo: Profissionais da contabilidade, estudantes, representantes de partidos políticos, assessores de campanhas e demais interessados na prestação de contas eleitorais.
Realização: Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco (CRCPE) e Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE)
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Uma fonte bem próxima ao presidente estadual da federação União Progressista, Eduardo da Fonte, informou que, ao contrário do que foi postado neste blog, há pouco, não existe reunião convocada por ele para tratar de composição na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD).
Também negou que a relação de Eduardo com Raquel, em razão dos desencontros na escolha do candidato a senador pela federação, tenha azedado. “Pelo contrário, nunca houve um momento de maior harmonia entre eles”, declarou essa mesma fonte.
Acrescentou que o que existe, na verdade, são segmentos contrariados tentando fomentar um clima de discórdia entre a governadora e Eduardo, o que não existe. “Eduardo, inclusive, está em Brasília, chamado para uma reunião com a executiva da federação”, assinalou.
O senador e pré-candidato à reeleição, Fernando Dueire (PSD), intensificou as articulações nos bastidores em meio à disputa fratricida entre Miguel Coelho (UB) e Eduardo da Fonte (PP) pela vaga ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD).
Segundo fontes ouvidas pelo blog, as conversas envolvem, inclusive, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, que deverá entrar em contato com a governadora ainda esta semana. O movimento busca viabilizar o nome de Dueire como alternativa de consenso.
Nos bastidores, a construção política é amplamente apoiada pelo senador Humberto Costa e pelo ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa. A avaliação entre os articuladores é de que uma eventual candidatura de Dueire reduziria o risco de eleger um senador que, no futuro, pudesse criar dificuldades em votações estratégicas ou em cenários de instabilidade na relação do Governo Federal com o Senado.
