Deputados são barrados em evento de Raquel Lyra com prefeitos

As imagens que circulam nas redes sociais sobre a reunião da governadora Raquel Lyra (PSD) com prefeitos em um hotel na Zona Sul do Recife não mostram a participação de nenhum deputado federal ou estadual. Os únicos parlamentares presentes são Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), por conta da condição de candidatos ao Senado na chapa governista.

Diante da estranheza das imagens, o blog foi em busca de informações e apurou que deputados que tentaram participar do encontro foram barrados pela organização, o que gerou muita insatisfação dos aliados. O gesto repete a postura de Raquel ao longo dos quase quatro anos de mandato, quando foi alvo de queixas de deputados por querer se relacionar diretamente com os prefeitos sem recorrer aos parlamentares como interlocutores de suas bases, como manda a cartilha da política.

Neste sábado (12), mais uma vez, Raquel quis falar só com prefeitos, ignorando que a própria governabilidade dela depende da liga dos deputados com os municípios, considerando que são eles que podem fazer andar ou travar um governo na Assembleia Legislativa. Foi uma bola fora dos articuladores políticos da governadora, que já não haviam acertado ao convocar a reunião no dia seguinte à divulgação de uma pesquisa em que Raquel aparece empatada com seu principal adversário, João Campos (PSB), o que deu ao evento ares de um encontro de emergência para socorrer a campanha.

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O jornalista José Nivaldo Júnior, do jornal O Poder, afirmou que a governadora Raquel Lyra (PSD) não conseguiu responder à acusação de que teria ultrapassado o teto constitucional com seus vencimentos durante debate realizado ontem (11), em Caruaru, pela rádio Cidade 99,7. Segundo ele, Raquel justificou os pagamentos com base em uma lei estadual, mas a argumentação não se sustenta porque uma norma estadual não pode se sobrepor a uma federal. “Sinceramente, um estagiário de direito não engole essa”, afirmou.

Sebrae - Fazer dar certo

Por Leonardo Sakamoto
Do UOL

Apesar de as quebras de sigilo até aqui sugerirem que o ministro André Mendonça gastou mais sua energia para buscar informações sobre o adversário Alexandre de Moraes do que para investigar o aliado Flávio Bolsonaro por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o pouco revelado até agora reforça as suspeitas de que milhões transferidos por Daniel Vorcaro a pedido do senador tiveram um fim ainda menos nobre do que o filme Dark Horse. E pode ter bancado traição à pátria.

Flávio solicitou (e cobrou, e cobrou, e cobrou…) R$ 134 milhões do dono do Master em tese para a obra sobre a vida de seu pai — dinheiro que até um suricato desatento sabe que não pode ser chamado de “privado”, uma vez que o Master usou fundos de aposentadorias de servidores públicos e no Banco de Brasília. É dinheiro público — e sem a necessidade chata de prestação de contas da Lei Rouanet.

Jaboatão dos Guararapes - Saúde nas escolas 2026

A PF (Polícia Federal) encontrou uma lista com “nomes” de deputados e anotações que seriam “provavelmente” valores entre documentos localizados na churrasqueira da casa do senador Ciro Nogueira (PP-PI), em Brasília.

O material foi encontrado durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em maio deste ano, na 5ª fase da Operação Compliance Zero, que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal). O relatório da diligência foi tornado público ontem (11), após o ministro André Mendonça ampliar a retirada de sigilo de processos relacionados ao caso Master. As informações são da CNN Brasil.

Caruaru - Minha rua nova

Do jornal O Globo

Oito em cada dez eleitores afirmam que a crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF) não altera a sua intenção de voto para presidente. É o que aponta uma pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12). Entrevistadores do instituto saíram às ruas entre terça-feira (8) e quinta (10) para captar a percepção do eleitorado sobre diferentes temas — incluindo a parte até então divulgada sobre o embate público entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça pelo Caso Master.

Segundo a sondagem, as mensagens que implicam Moraes no caso Master não mudaram a preferência eleitoral de 85%, assim como o pedido de investigação contra Mendonça não afetou 86%.

Ipojuca - Na palma da sua mão

Depois da denúncia do Metrópoles sobre pagamentos via Pix para estimular comentários favoráveis a Raquel Lyra e ataques a João Campos nas redes sociais, algo chama atenção: de uma hora para outra, os comentários que inundavam blogs, portais e redes sociais simplesmente evaporaram. Vale destacar que os comentários, segundo a denúncia, eram pagos por uma bet.

A reportagem do Metrópoles revelou mensagens, grupos de WhatsApp e comprovantes de pagamentos semanais a pessoas encarregadas de produzir esse tipo de engajamento. A campanha de Raquel nega qualquer vínculo com a estrutura denunciada e afirma que o apoio recebido nas redes é espontâneo.

Mas fica a pergunta: se era tudo espontâneo, por que o movimento desapareceu justamente depois que o esquema veio a público?

Será que a denúncia acendeu um sinal de alerta? E mais: será que existe preocupação de que as informações reveladas possam chegar a órgãos de investigação, inclusive à Polícia Federal? Já pensaram a PF atrás de uma ex-delegada da PF? Há quem aposte que essa possibilidade existe. Coincidência ou não, depois que os Pix apareceram, os comentários desapareceram.

Olinda - Trabalhando para superar desafios

Raquel e seus coordenadores sempre fazem questão de falar o número de prefeitos que apoiam sua campanha. Enchem o peito para soltar a voz falando em mais de 140 prefeitos.

Pois bem, na reunião de hoje, não foram vistos 30 prefeitos. O que será que aconteceu? São mais de 100 ausências. Será que o clima de desânimo pegou a campanha de Raquel?

As últimas pesquisas e os últimos atos esvaziados acenderam um sinal de alerta na campanha dela. A reunião de emergência, idealizada pelos coordenadores e convocada pessoalmente por ela, foi um fiasco.

Vamos ver a reação da coordenação da campanha. Seu primo André e os outros coordenadores terão dias longos pela frente.

Palmares - Forró Mares 2026

Por Anthony Santana
Do Blog da Folha

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), reúne, na tarde deste sábado (12), prefeitos aliados de diversas regiões do estado no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem.

Estão presentes prefeitos da Região Metropolitana do Recife, como o de Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros (PSD), de Olinda, Mirella Almeida (PSD), e Camaragibe, Diego Cabral (PSD).

Cabo de Santo Agostinho - Hospital das praias

Do g1

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (12) mostra como está a disputa para a Presidência da República em Minas Gerais. O levantamento foi contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior em MG, do dia 22 de agosto.

Camaragibe - IPTU Verde 2026

Da Folha de S.Paulo

A Go Up Entertainment, produtora de “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro, gastou R$ 10 mil com o aluguel de uma peruca para Jim Caviezel, intérprete do ex-presidente, e teve ao menos R$ 700 mil em despesas de hospedagem dele, de seu agente e de seguranças no hotel Unique, em São Paulo.

Os valores constam de comprovantes bancários e notas fiscais apresentados pela defesa da empresa e de sua representante legal, Karina Ferreira da Gama, à PF (Polícia Federal). O material integra a documentação do inquérito que apura o financiamento do longa no âmbito do caso Banco Master.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), candidato à Presidência da República, fez pedidos ao Supremo Tribunal Federal (STF) para redirecionar uma investigação sobre o caso ‘Dark Horse’ do ministro Flávio Dino para o ministro André Mendonça. A Polícia Federal investiga se a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu recursos de Daniel Vorcaro, do Banco Master, e qual foi a origem do dinheiro repassado pelo banqueiro, que provocou rombo nos fundos de previdências estaduais e municipais país afora.

Em um dos pedidos, feito no fim de julho, a defesa de Flávio diz ao ministro Edson Fachin, presidente da Corte, que há um equívoco na distribuição de uma petição que caiu com o ministro Flávio Dino por ter relação com emenda parlamentar. Dino tem em seu gabinete as investigações sobre o mau uso desse tipo de recurso enviado por parlamentares, e há suspeita que o filme tenha recebido recursos de emendas federais. As informações são do jornal O Globo.

Por Beatriz Santana
Do Blog da Folha

O candidato ao Senado Mendonça Filho (PL) afirmou, em agenda de campanha da governadora Raquel Lyra (PSD), na manhã deste sábado (12), que, embora não componha oficialmente a chapa da candidata à reeleição, é o verdadeiro senador dela. “Eu sou o senador do coração de Raquel e o povo me quer como senador”, defendeu.

A afirmação foi feita após ser perguntado sobre a primeira participação em um evento público de Raquel após o Tribunal Superior Eleitoral (TRE-PE) suspender, na quarta-feira (9), a liminar que proibia o candidato de divulgar peças de propaganda que o associavam à candidatura da pessedista.

Segundo o candidato, tanto a liminar como a suspensão não foram capazes de abalar a relação dele com a governadora. “Não mudou nada. Bote um identificador no coração de Raquel e você vai ver que eu sou o senador dela”, garantiu. O deputado federal, antes da suspensão, já havia afirmado, em entrevista à Folha, que manteria o alinhamento e a agenda ao lado da governadora, pois, segundo ele, sempre apoiou a pessedista.

Mendonça Filho, apesar disso, não subiu ao trio elétrico junto com a governadora no momento em que discursou para a militância presente. Permaneceu, pelo contrário, durante todo o evento, caminhando nas ruas junto com os apoiadores. Raquel Lyra, no discurso, também não mencionou o nome de Mendonça. Relembrou, porém, os dois candidatos ao Senado da Coligação Pernambucano de Coração, Túlio Gâdelha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP).

Após as cobranças apresentadas na reunião da executiva do PT de quinta-feira, a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudará, a partir deste sábado (12), a linha da propaganda eleitoral gratuita exibida na televisão. A ideia é apostar em programas mais dinâmicos e diretos, com ataques intensos à família Bolsonaro e abordagem de temas vistos como cruciais pelos eleitores, mesmo que sejam incômodos para os petistas. O assunto central da propaganda deste sábado, por exemplo, será a segurança pública.

Convocado pelo presidente do partido, Edinho Silva, o encontro de quinta-feira da cúpula petista aconteceu em momento de tensão interna, com queixas por parte de membros da executiva sobre os rumos da campanha e reclamações sobre falta de participação da própria sigla nas definições de estratégias eleitorais. As informações são do jornal O Globo.