Se o leitor não conseguiu assistir a exibição ao vivo do podcast ‘Direto de Brasília’ com o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, clique no link abaixo e confira. Está imperdível!
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A saída do ex-deputado pernambucano Danilo Cabral (PSB) da superintendência da Sudene, em agosto do ano passado, gerou ruído no meio político. Na época, foi apontada interferência do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), que queria expandir sua influência no governo Lula (PT), aliado ao então ministro da Educação, Camilo Santana (PT). Ainda assim, o atual superintendente da Sudene, Francisco Ferreira Alexandre, nega que essa interferência cearense ocorra no órgão.
“Quem administra a Sudene hoje é um pernambucano. Eu sou de Bom Conselho. Eu não tenho as minúcias da saída do Danilo. O fato é que o mandato que me foi dado foi para fazer a execução da política de governo, e tenho feito essa execução. As influências, como você diz, na verdade não existem. O que existe são os compromissos que foram traçados, travados e assinados. Quando a gente faz uma liberação de recursos para uma obra como o eixo que vai até o Porto de Pecém, no Ceará, é porque é uma obrigação de fazer. Há um contrato que diz que nós temos que cumprir. Então não tem nenhuma influência, tem a execução contratual, que tem que ser feita”, afirmou o superintendente, em entrevista ao podcast Direto de Brasília.
“Temos feito vários estudos demonstrando a necessidade e a importância de se fazer o eixo de Salgueiro a Suape. Estamos convencidos, apresentamos documentos, estudos e levamos para o Tribunal de Contas da União (TCU), para o Ministério dos Transportes. Esses estudos mostram a importância de ter a estrada também chegando ao Porto de Suape. E o que temos recebido como retorno é que esta é uma obra de importância também para o governo, como uma obra estratégica. Tanto é que vamos assinar contrato para fazer todos os estudos da estrada, que deverão estar concluídos durante esse segundo semestre. A ideia é que, terminando até dezembro, a gente destrave tudo isso, que é o que pede o TCU. A gente tem a leitura de que a estrada deverá ter seu início logo logo”, completou Francisco.
Ele também disse desconhecer um possível lobby contra Pernambuco a favor do Ceará. “Se há um lobby ou não, a gente não pode fazer essa discussão, na minha compreensão. Como eu tenho uma obrigação de fazer e tem que haver, do ponto de vista técnico, um estudo, o que temos que fazer em Pernambuco é a unidade de todos em defesa da estrada. Temos conversado com as forças políticas, com os setores econômicos do Estado, todos são conscientes disso. Tão logo a gente passe o período eleitoral, onde há certa dispersão, precisamos continuar isso”, ressaltou o superintendente. Todavia, indagado se as forças políticas do Ceará – mesmo tão antagônicas – teriam mais força e unidade que as de Pernambuco, ponderou que “é possível”.
A advogada Mariana Carvalho, que atuou na defesa do padre Airton Freire, da Fundação Terra, em Arcoverde, e que ganhou liberdade hoje, após três anos de prisão, disse, há pouco, ao blog, que o religioso voltará ainda esta semana para Arcoverde. Vai ficar recluso por algum tempo, segundo ela, no Sítio Malhada.
Mas não reassume suas funções na Fundação. O regresso à sua terra depende apenas, segundo Mariana, dos trâmites da Justiça, já que ele estava em prisão domiciliar, usando tornozeleira.
Padre Airton foi preso preventivamente em julho de 2023, no âmbito das investigações sobre denúncias de crimes sexuais envolvendo o fundador da Fundação Terra. A primeira acusação foi feita por uma personal stylist, que afirmou ter sido vítima de estupro durante um retiro espiritual em uma propriedade da instituição. Ao longo das investigações, outras denúncias também passaram a ser apuradas. O religioso sempre negou as acusações.
A Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) está criando um novo fundo de investimentos para pequenas e médias empresas. A informação foi revelada pelo superintendente do órgão, Francisco Ferreira Alexandre, em entrevista ao podcast Direto de Brasília. Segundo ele, a iniciativa está em estudos finais para ser validada junto ao Conselho Deliberativo (ConDel).
“Nós já estamos em estudos finais de um fundo, que eu chamo de Novo Fundo. Eu já estou falando nele, a gente ainda não tem certeza, mas é bom falar que estamos estudando, estamos em busca de atender a pequenas e médias empresas. A gente basicamente atende a empresas que façam, nos fundos, declaração pelo lucro real. E nós estamos buscando uma forma onde a gente possa atender a um segmento de 70% da economia. Isso seria também nesse novo fundo, o qual também estamos pensando um pouco para a infraestrutura para os Estados”, revelou Francisco.
Segundo o superintendente, o impacto do novo fundo poderia alavancar a imagem do órgão, que foi reduzido nas últimas décadas, e trazer de volta a figura dos governadores para a reunião do ConDel. “Se a gente consegue chegar a uma equação para fazer isso aqui, a gente traz para a Sudene novamente o poder dos governadores decidirem. Eu sou do tempo em que a avenida em frente à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) fechava para chegarem os carros, e às vezes helicópteros, trazendo governadores para as reuniões do ConDel. Mesmo sem esse glamour, nós continuamos fazendo bastante. Nós temos R$ 52 bilhões de orçamento para administrar, mais R$ 17 bilhões do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDN), então estamos falando de R$ 70 bilhões em orçamentos que a gente administra anualmente. Isso é decidido pelos governadores dos estados. Não tem todo o glamour, mas precisamos ter uma reunião para definir para onde vão esses recursos”, concluiu.
A Justiça de Pernambuco revogou a prisão domiciliar do padre Airton Freire, investigado por acusações de estupro, e determinou sua liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares. A decisão foi proferida nesta terça-feira (21) pelo juiz Guilherme Oliveira da Silva Gonçalves, que entendeu haver excesso de prazo na instrução processual.
O religioso estava em prisão domiciliar desde julho de 2023, após ter sido preso preventivamente no âmbito das investigações. A decisão ocorre cerca de quatro meses depois de Airton ser absolvido em uma das ações penais que responde. As informações são do Diario de Pernambuco.
Ao analisar o caso, o magistrado concluiu que a demora na tramitação do processo não pode ser atribuída à defesa. Na decisão, destacou ainda que o padre permaneceu submetido à medida cautelar por aproximadamente dois anos e 11 meses sem descumprir nenhuma das condições impostas pela Justiça.
Leia maisPara o juiz, embora a fase de instrução ainda não tenha sido encerrada, a manutenção da prisão preventiva deixou de ser proporcional ao estágio atual do processo e poderia ser substituída por medidas cautelares menos gravosas.
Entre os motivos apontados estão a complexidade da ação, a ausência de testemunhas da acusação em algumas audiências e a necessidade de repetir um depoimento. Segundo o magistrado, esses fatores provocaram adiamentos que não podem ser imputados aos réus.
Com a decisão, Airton deixa a prisão domiciliar, mas continuará sujeito a restrições determinadas pela Justiça. Entre elas estão a proibição de manter contato com a denunciante, exercer atividades religiosas e fazer publicações sobre o processo nas redes sociais.
O sacerdote também permanece com as funções eclesiásticas suspensas e privado do uso de ordem pela Diocese de Pesqueira.
A advogada Mariana Carvalho, que integra a defesa do religioso, afirmou que a manutenção da prisão já não se justificava. “Depois da primeira absolvição em março, começava a ficar claro que a manutenção da prisão domiciliar era uma medida extrema.”
A defesa também afirmou que seguirá buscando a absolvição do padre nas ações ainda em andamento. “Seguimos confiantes de que a análise técnica das provas continuará demonstrando a inocência do padre Airton. A decisão de hoje restabelece a proporcionalidade das medidas cautelares, sem qualquer prejuízo ao prosseguimento do processo”, disse Mariana Carvalho, que atuou na defesa ao lado de Eduardo Trindade e Marcelo Leal.
O padre Airton Freire foi denunciado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) sob a acusação de participar do estupro de Silvia Tavares de Souza, em agosto de 2022, na Fazenda Malhada, em Buíque, no Agreste.
Segundo a denúncia, o motorista e segurança Jailson Leonardo da Silva teria cometido a violência sexual a mando do religioso, durante um período em que a mulher participava de um acompanhamento espiritual.
De acordo com a acusação, Silvia foi levada até um imóvel conhecido como “Casinha”, onde ocorriam atendimentos espirituais. O MPPE sustenta que, no local, o padre teria pedido que a mulher lhe fizesse uma massagem e, em seguida, ordenado que o motorista a estuprasse.
Durante a investigação, o Ministério Público apontou elementos como um áudio atribuído ao padre convidando a vítima para o encontro, registros fotográficos da presença de Jailson na fazenda no horário indicado pela denunciante, indícios de exclusão de dados de localização do celular do sacerdote e um laudo que identificou vestígios de sêmen em um colchão do imóvel.
Ao analisar o pedido de recebimento da denúncia, o juiz Felipe Marinho dos Santos observou que o conjunto probatório apresentava elementos favoráveis e contrários à acusação, classificando o acervo como de “caráter quase paradoxal”.
Em março deste ano, Airton Freire e o motorista Jailson Leonardo da Silva foram absolvidos em uma das ações penais relacionadas ao caso.
Na sentença, o juiz Felipe Marinho dos Santos concluiu que as provas periciais produzidas durante a investigação contrariavam pontos centrais da versão apresentada pela denunciante, afastando a possibilidade de condenação naquele processo.
No entanto, a absolvição não encerrou todos os processos envolvendo o religioso, que continua respondendo a outras ações judiciais decorrentes das denúncias.
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BRASIL 247
Um funcionário e uma ex-funcionária da fiscalização do transporte intermunicipal de Pernambuco afirmam que foram impedidos de fiscalizar os ônibus da Viação Logo Caruaruense, empresa pertencente à família da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). Os depoimentos reforçam as suspeitas de tratamento privilegiado à transportadora, que atualmente é investigada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, por supostas irregularidades na prestação do serviço.
As declarações surgem após a abertura de investigação pela Senacon, noticiada anteriormente pelo Brasil 247, com base em informações publicadas pelo Metrópoles, que revelou que a empresa da família Lyra operava, segundo relatórios técnicos, com uma frota de aproximadamente 50 ônibus sem as vistorias obrigatórias em dia e sem documentação considerada essencial para a prestação do serviço de transporte intermunicipal.
Leia maisSegundo um dos depoimentos, a orientação para não fiscalizar a empresa teria sido estabelecida logo no início da atual gestão estadual. “Desde que a governadora Raquel Lyra assumiu o governo do estado, a ordem foi bem clara: não fiscalizar a rota da Logo Caruaruense. Essa determinação, ela foi exposta desde o início do governo da governadora Raquel Lyra”, afirmou.
Relatos apontam suposta blindagem da empresa
O funcionário explicou que os procedimentos de fiscalização exigiam a realização de vistorias para verificar se os veículos apresentavam condições de segurança para transportar passageiros. Segundo ele, esse protocolo não era aplicado à empresa da família da governadora.
“Tem que ser feita uma vistoria no veículo para que esse veículo esteja apto a rodar nas ruas para passar segurança para a população. Era o que de fato não acontecia com a Lotaroense”, declarou.
Ele acrescentou que a situação já era conhecida internamente por meio de documentos produzidos pelos próprios órgãos responsáveis pela fiscalização. “Inclusive era uma situação que era evidenciada por relatórios existentes, que mostravam tanto débitos na parte cadastral da Lotaroense como na parte operacional.”
Condições da frota e tratamento diferenciado
Ainda de acordo com o depoimento, havia conhecimento sobre o estado de conservação dos veículos, mas os fiscais deixariam de atuar por receio de consequências administrativas.
“A gente sabia das condições dos veículos, que estavam em péssimas condições, mas por medo de retaliação por parte da governadora, a gente não fiscalizava.”
O servidor afirmou ainda que a postura adotada em relação à Logo Caruaruense contrastava com o tratamento dispensado às demais empresas do setor.
“Com relação às outras empresas, a fiscalização era feita de forma correta. Todas as empresas pagavam suas taxas, eram fiscalizadas nas estradas. Havia um privilégio.”
Depoimento cita familiares da governadora
No relato, o funcionário também menciona a existência de vínculos familiares entre integrantes da administração estadual e pessoas ligadas à empresa de transportes.
Segundo ele, “o secretário da pasta de transporte na época, André Teixeira, primo da governadora Raquel Lyra. A mãe dele, inclusive, trabalhou muitos anos na Lotaroense como gerente da empresa”. O depoente também cita a procuradora-geral do Estado: “Bianca Teixeira, também prima da governadora”, além de mencionar que “os pais e a irmã” da governadora seriam os proprietários da empresa.
Ao final do depoimento, o funcionário critica a forma como se deu o encerramento das atividades da transportadora. “E a empresa fecha sem ter tomado nenhuma responsabilidade para si, né? Não pagou os débitos que deveriam ter sido pagos e continua da mesma forma, como se a governadora fosse blindada. É como se ela estivesse acima da lei e acima do bem e do mal”.
Investigação da Senacon continua
As declarações se somam às informações que motivaram a investigação da Secretaria Nacional do Consumidor. Conforme revelou o Brasil 247, com base em reportagem do Metrópoles, relatórios da Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI) indicaram que a Viação Logo Caruaruense operava havia cerca de três anos com todas as vistorias obrigatórias vencidas, muitas delas expiradas desde 2022, além de atuar sem o Certificado de Registro Cadastral exigido para a prestação do serviço.
Os levantamentos também apontaram que a empresa raramente era alvo de autuações ou abordagens em blitze rodoviárias, apesar das supostas irregularidades, enquanto imagens obtidas durante a fiscalização mostravam veículos em condições consideradas precárias.
Empresa anunciou encerramento das atividades
Após a repercussão do caso, que provocou forte desgaste político e levou à apresentação de um pedido de impeachment contra Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), a governadora anunciou o encerramento das atividades da empresa da família. Na ocasião, declarou: “A Caruaruense vai encerrar as operações e entregar as linhas à EPTI”.
Apesar da interrupção das atividades da transportadora, a investigação da Senacon permanece em andamento. O objetivo é apurar a extensão das possíveis irregularidades, os danos eventualmente causados aos consumidores e as responsabilidades decorrentes da operação da empresa durante o período em que prestou o serviço de transporte intermunicipal.
Outro lado
O Brasil 247 entrou em contato com o governo de Pernambuco para ouvi-lo sobre as denúncias apresentadas, mas não recebeu um posicionamento até o fechamento da reportagem. O espaço seguirá aberto para manifestação.
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O superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Francisco Ferreira Alexandre, afirma que a conclusão da etapa da ferrovia Transnordestina em Pernambuco está estimada em R$ 5 bilhões. Em entrevista ao podcast Direto de Brasília, o dirigente revelou que o cenário é diferente da década passada e os recursos iniciais sairão dos cofres públicos – ou seja, do Orçamento Geral da União (OGU).
“Eu não tenho os valores dos demais trechos, mas a gente tem uma dimensão do trecho que falta para Pernambuco, que seria entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões. Achamos que ele dá para trabalhar com essa variável. Nesse momento, são recursos do OGU. Agora, nós trabalhamos com a ideia de que, na medida em que você começa a construir a estrada e que ela ande, a gente também faria parcerias para trazer dinheiro privado. O processo agora é diferente, porque o governo recebeu a estrada de volta. Então o conceito de o governo fazer a estrada a partir do OGU e ter a perspectiva de a partir de determinado número de quilômetros construídos, em que se tem a perspectiva de finalização, fazer a concessão”, revelou Francisco.
Leia maisSegundo o superintendente, o foco agora é destravar as questões com o Tribunal de Contas da União (TCU). “Estamos trabalhando com as questões técnicas apresentadas, o governo trabalha com isso. Todos nós da Sudene temos a missão de fornecer os dados, as informações que sejam necessárias e temos feito isso, porque há uma decisão de fazer a estrada. O entrave é técnico, então apresentando os dados que eles pedem, a natureza é destravar. Porque a leitura é que o TCU não pode dizer se quem faz a administração do Estado faz ou não uma obra. Ele tem que analisar a parte técnica. Quem decide se faz é quem está na gestão executiva, e, nesse sentido, nós temos trabalhado e temos tido ajuda de todo mundo, em especial do ministro José Múcio Monteiro, a quem agradeço publicamente”, completou.
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O ex-ministro do Turismo Gilson Machado participou, em João Pessoa, do lançamento da biografia do ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga, intitulada “Eu venho lá do sertão – o sertanejo que nasceu na praia”. Gilson assina o prefácio da obra e esteve acompanhado do ex-ministro do Turismo Carlos Brito, que assumiu a pasta em 2022, após sua saída do governo para disputar as eleições em Pernambuco.
O livro aborda a trajetória pessoal e profissional de Marcelo Queiroga, incluindo sua atuação à frente do Ministério da Saúde durante a pandemia. “Como colegas de ministério, a gente construiu uma amizade baseada no compromisso com o Brasil, no respeito mútuo e na dedicação ao serviço público, compartilhando diversas agendas em diferentes regiões do país”, afirmou Gilson Machado durante o evento.
Por Edson Mota – Blog da Folha
O diretório estadual do Partido Novo oficializou nesta terça-feira (21) os nomes que estarão participando das eleições de outubro. A organização da convenção partidária se deu no Clube Internacional do Recife, na área central da capital pernambucana, e serviu ainda para ratificar apoio ao nome da governadora Raquel Lyra (PSD) para a reeleição.
Na ocasião, foram confirmadas as candidaturas de Carlos Sant’Anna ao Senado Federal, além das chapas para deputados federal e estadual. O partido não deverá indicar outro nome para a Casa Alta.
Leia maisAo todo, serão 76 postulantes da sigla no pleito de outubro, de acordo com o presidente estadual Tecio Teles. “É um momento de consideração do partido nesta eleição e eu não tenho dúvidas de que o Novo fará história, ofendendo ao povo opções para o povo votar de forma consciente”, disse Teles.
“Estamos oficializando aqui o apoio à governadora Raquel Lyra. (…) Nós precisamos nos livrar do PT, do PSB e de João Campos, que tanto mal faz ao povo de Pernambuco”, prosseguiu Tecio.
Nome do partido ao Senado, Carlos Sant’Anna disse que o seu nome representa uma mudança nos nomes apresentados.
“Na política, não dá pra votar nos mesmos políticos e esperar um resultado diferente. Nossa candidatura vem alicerçando uma novidade na política com valores e princípios”, disse Carlos.
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Por Yuri Costa – Blog da Folha
O Republicanos oficializou, nesta terça-feira (21), em convenção partidária, o apoio ao pré-candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) e a confirmação da candidatura de Carlos Costa à vice-governador da chapa da Frente Popular.
“João (Campos) tem a obrigação de ser um grande governador, porque você pode liderar um novo ciclo em Pernambuco e resgatar a autoestima do povo pernambucano”, disse o presidente do Republicanos em Pernambuco, o deputado federal Silvio Costa Filho.
João Campos agradeceu a oficialização do apoio do Republicanos e demonstrou confiança na aliança construída com a legenda.
Leia mais“Eu estou muito animado e certo de que a gente vai construir uma grande vitória junto do povo, respeitando as pessoas e tendo o interesse de fazer o nosso estado protagonista”, declarou.
Críticas
Além das homologações de candidaturas e oficialização dos apoios, o tom dos discursos dos correligionários do Republicanos foi de críticas à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD).
Para Carlos Costa, a gestão da chefe do Executivo estadual é semelhante a práticas do bolsonarismo. “O jeito bolsonarista de governar fez o quê na educação do Brasil? Eu não conheço nada que fez. A atual gestão (da governadora) prometeu 250 creches, mas não entregou dez. O IPA é fundamental para Pernambuco, e hoje está sucateado. Esse é o jeito Bolsonarista de governar”, disparou.
O deputado estadual e candidato à reeleição na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) Júnior Matuto também teceu críticas à governadora Raquel Lyra.
“Nós estamos vendo um estado tomado de tapumes. São falsas promessas. Cadê aqueles 30, 20 milhões que foram prometidos, com adesão dos prefeitos, para transformar a vida das pessoas. Nem o dinheiro chegou e nem transformou a vida das pessoas”, criticou
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (21) que “ninguém diz” o que o Brasil deve fazer. A declaração ocorreu na véspera das novas tarifas de 25% dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.
“Hoje nada é mais sagrado do que a defesa da soberania nacional. Precisamos fazer com que o povo brasileiro sinta orgulho. Aqui nós erramos por nós. Acertamos por nós. E aqui ninguém diz o que vamos fazer. O Brasil não se entrega”, escreveu em publicação nas redes sociais. As informações são da CNN.
As novas tarifas entram em vigor nesta quarta-feira (22), às 00h01 no horário da Costa Leste americana, o que equivale a 01h01 no horário de Brasília.
Leia maisCom a medida, o Brasil passará a figurar entre os países mais taxados pelos Estados Unidos, ficando atrás apenas da China no ranking de nações mais afetadas pelas tarifas americanas.
Também é mencionado o desmatamento brasileiro, que, na visão americana, permitiria que os fazendeiros brasileiros operassem com custos menores do que os produtores americanos, que precisam seguir uma legislação ambiental mais rigorosa.
O governo brasileiro rebateu todas essas acusações, inclusive com dados: apontou que o desmatamento na Amazônia e no Cerrado vem diminuindo nos últimos anos, que as bandeiras americanas continuaram crescendo no Brasil durante o período de implementação do PIX, e que os Estados Unidos têm superávit na balança comercial com o Brasil.
O setor produtivo brasileiro acompanha a situação com grande preocupação. Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), 20 dos 27 estados brasileiros já registraram queda nas exportações para os Estados Unidos no primeiro trimestre deste ano, e a tendência é de piora com a entrada em vigor da tarifa de 25%.
A entidade que representa a Câmara Americana de Comércio para o Brasil, a Amcham Brasil, estima que mais de US$ 11 bilhões em exportações brasileiras para os Estados Unidos podem ser afetadas — o equivalente a 26% de tudo que o Brasil vende ao mercado norte-americano.
A Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) alertou que o impacto vai além da venda direta para os americanos.
Segundo a entidade, a nova tarifa aumenta a insegurança no comércio internacional, desestimula o planejamento de investimentos, reduz a competitividade das empresas e pode gerar consequências negativas sobre a produção e os empregos no Brasil.
Desde a confirmação das tarifas, na madrugada de quarta-feira (15) para quinta-feira (16) da semana passada, o governo brasileiro mudou de postura. Inicialmente, ainda durante a madrugada, chegou a falar em acionar imediatamente os mecanismos previstos na lei da reciprocidade econômica.
Ao longo do mesmo dia, o discurso foi sendo suavizado, com o governo passando a defender que a resposta seria estudada com cautela. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, chegou a afirmar que não se deve falar em retaliação, mas sim em reciprocidade, e que o assunto seria avaliado com calma.
O setor produtivo é contrário a qualquer tipo de medida retaliatória por parte do governo brasileiro, temendo que isso faça a situação escalonar ainda mais.
O próprio resultado da investigação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) indica que, se o Brasil retaliasse com tarifas contra produtos americanos, isso seria interpretado como sinal de que a tarifa extra de 25% não teria sido suficiente para fazer o país abandonar o que os americanos chamam de práticas comerciais abusivas.
Para os próximos dias, aguarda-se o início de novas reuniões entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e o setor produtivo, com o objetivo de definir tanto uma possível resposta do governo brasileiro quanto formas de apoio aos setores mais afetados pela nova tarifa.
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O pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), participou, na segunda-feira (20), de um ato político em Jaboatão dos Guararapes, reunindo vereadores, suplentes, conselheiros tutelares e lideranças comunitárias em uma casa de eventos no bairro de Piedade.
Durante o encontro, o socialista apresentou compromissos para áreas como saúde, educação, segurança pública, abastecimento de água e infraestrutura, além de defender uma gestão próxima da população. As informações são do Blog da Folha.
Leia mais“Quero ser um governador que vai arregaçar as mangas e estar nas ruas. A partir de janeiro de 2027, quem vai entrar no Palácio é o povo de Pernambuco”, afirmou. Entre as propostas citadas, João Campos destacou a isenção da tarifa básica de água para famílias sem abastecimento regular e o fortalecimento das forças de segurança na Região Metropolitana do Recife.
O evento contou com manifestações de apoio de lideranças políticas de Jaboatão, entre elas o ex-prefeito Elias Gomes, os vereadores Márcio do Curado, Henrique Metalúrgico, Eládio Rangel e Marcelo Adriano, o conselheiro tutelar Cristiano Carvalho e o ex-deputado federal Betinho Gomes.
Também participaram o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa, o senador Humberto Costa, o deputado estadual Eriberto Filho, o vereador do Recife Aderaldo Pinto e o pré-candidato a deputado federal Gabriel Porto.
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O entrevistado do podcast ‘Direto de Brasília’ de hoje, meu projeto em parceria com a Folha de Pernambuco, é o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre. Na pauta, a ferrovia Transnordestina, que avança no Ceará e travou em Pernambuco e os investimentos via FNE para 2026, que somam R$ 52 bilhões.
Também os incentivos fiscais de R$ 2,3 bilhões, além dos programas de incentivos às energias alternativas. Na pauta ainda os questionamentos sobre a atual estrutura de poder da Sudene e a grande questão: o esvaziamento da instituição, que já não atrai a atenção dos governadores do Nordeste para reuniões do seu Conselho Deliberativo.
O Direto de Brasília vai ao ar das 18h às 19h, com transmissão pelo YouTube da Folha de Pernambuco e do meu blog, incluindo também cerca de 165 emissoras de rádio no Nordeste.
Retransmitem o programa a Gazeta News, do Grupo Collor, em Alagoas, a Rede Mais Rádios, com 25 emissoras, na Paraíba, e a Mais-TV, do mesmo grupo, sob o comando do jornalista Heron Cid. Ainda a Rede ANC, do Ceará, formada por mais de 50 emissoras naquele Estado, além da LW TV, de Arcoverde.
Os parceiros neste projeto são o Grupo Ferreira de Santa Cruz do Capibaribe, a Autoviação Progresso, o Grupo Antonio Ferreira Souza, a Água Santa Joana, a Faculdade Vale do Pajeú e o grupo Grau Técnico.
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