Com 97,32% das urnas apuradas, Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco com 53,26% dos votos validos. O principal adversário da governadora, João Campos (PSB), recebeu 44,80% dos votos.
Com 97,32% das urnas apuradas, Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco com 53,26% dos votos validos. O principal adversário da governadora, João Campos (PSB), recebeu 44,80% dos votos.
O Globo
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou, há pouco, após passar ao segundo turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o resultado mostra que o país quer “mudança”.
“Estou muito feliz pelo voto de confiança. São quase 56 milhões de brasileiros. Não poderia estar mais realizado de identificar que o Brasil quer mudança. Fiquei feliz com o resultado em todas as regiões”, disse Flávio.
Leia maisO candidato do PL afirmou que a vitória em primeiro turno não ocorreu por “muito pouco” e disse que o resultado decretou o “fim da era do PT”.
Há a possibilidade real de daqui a três semanas o Brasil dar a resposta de que quer um governo moderno, com menos ministérios, que vai indicar ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que não vai interferir em eleições”, completou o presidenciável.
É a primeira declaração concedida pelo senador após a confirmação da disputa do segundo turno contra Lula. Com 99,55% das urnas apuradas, o senador tinha 47,12% dos votos, enquanto o atual presidente ficou com 45,05%.
Flávio acompanhou a apuração com a família em uma casa em Brasília, no Lago Sul, após votar pela manhã no Rio de Janeiro.
A estratégia para o segundo turno
Flávio vai buscar o apoio de concorrentes que foram derrotados na primeira etapa, reforçar a presença no Nordeste e conta com a atuação mais frequente do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), já reeleito, na segunda etapa da disputa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O senador espera o apoio dos candidatos do PSD, Ronaldo Caiado, do Novo, Romeu Zema, e do Avante, Augusto Cury. Lula, por sua vez, tenta neutralizar parte do movimento e vai tentar conter um apoio em bloco do PSD.
Essa frente de negociação partidária envolve a negociação com partidos que hesitaram a aderir à candidatura de Flávio no primeiro turno, como União Brasil, PP e Republicanos. A coordenação política já vinha se movimentando para conversar com caciques do Centrão, entre eles o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do PP, e Antonio Rueda, que comanda o União Brasil. Esses dirigentes são próximos de Flávio, mas liberaram os integrantes dos partidos para as composições que se encaixassem melhor nos planos estaduais.
Outro foco da segunda etapa será o Nordeste, região onde Flávio enfrenta sua principal desvantagem em relação a Lula. Integrantes da campanha avaliam que será necessário intensificar as agendas pelos estados da região e tentar reduzir a vantagem do petista.
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O neo-direitista Túlio Gadêlha (PSD), que até então era deputado federal, mas se arvorou a ser candidato a senador com o apoio da governadora Raquel Lyra (PSD), se prestou ao papel de virar o articulador da direita na campanha da governadora.
Na realidade, ela usou todos, inclusive ele, um inocente que não percebeu. O resultado disso é prático: ele começou a eleição com 7% e terminou com 6%. A partir de janeiro, ou Raquel Lyra arruma um emprego para ele, ou ele estará literalmente desempregado.
João Henrique Caldas, o JHC, será o novo governador de Alagoas. Com 95,56% das urnas apuradas, o candidato do PSDB, ex-prefeito de Maceió, recebeu 51,80% (843.067 votos) dos votos válidos no primeiro turno neste domingo 4.
Renan Filho (MDB), ex-governador e ex-ministro dos Transportes de Lula (PT), terminou em segundo lugar, com 47,77% (777.419 votos). Lenilda Luna, da Unidade Popular (UP), ficou em terceiro, com 0,38%, enquanto Márcio Jambo, do Democrata, somou 0,05% e acabou em quarto.
Natural da capital alagoana, JHC tem 39 anos, é formado em Direito e também construiu sua carreira política entre cargos no Legislativo e no Executivo. Foi deputado estadual entre 2011 e 2014, deputado federal de 2015 a 2018 e prefeito da capital por dois mandatos, em 2021 e 2025. A vice-governadora eleita é a também tucana Célia Rocha
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) se tornou, neste domingo (4), a mulher mais votada da história em uma eleição para a Câmara dos Deputados. Às 20h24, com 94,88% das seções apuradas em São Paulo, ela somava 1.512.468 votos.
A parlamentar superou o recorde de Joice Hasselmann, que recebeu 1.078.666 votos em 2018, quando foi eleita deputada federal por São Paulo pelo PSL. Mesmo antes do fim da apuração, Erika já tinha ultrapassado essa marca em mais de 433 mil votos. As informações são do g1.
Leia maisNa parcial das 20h24, com 94,88% das seções apuradas, os candidatos a deputado federal com mais votos no estado, que tem 70 cadeiras em disputa, eram:
A votação de Erika já correspondia a quase seis vezes o resultado obtido por ela própria em 2022. Naquela disputa, a parlamentar eleita para seu primeiro mandato na Câmara com 256.903 votos.
Quem é Erika Hilton
Erika, de 33 anos, nasceu em Franco da Rocha, na Grande São Paulo. Antes de chegar ao Congresso, foi vereadora da capital paulista. Em 2020, recebeu 50.508 votos e foi a mulher mais votada do país para uma Câmara Municipal naquela eleição.
Em 2022, tornou-se a primeira mulher negra e trans eleita para a Câmara dos Deputados. Sua atuação política inclui a defesa dos direitos das mulheres, da população negra e da comunidade LGBTQIA+.
Durante o primeiro mandato, Erika também esteve à frente da proposta de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1, na qual o trabalhador tem seis dias de trabalho para um de descanso.
Em fevereiro de 2025, apresentou uma proposta de emenda à Constituição que previa quatro dias de trabalho por semana, três de descanso e limite de 36 horas semanais.
Em março de 2026, tornou-se a primeira mulher trans a presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. Entre as prioridades anunciadas ao assumir estavam o enfrentamento à violência política de gênero, a fiscalização da rede de proteção e políticas de saúde integral para as mulheres.
O candidato do Podemos, Dr. Daniel, foi eleito governador do Pará neste domingo. O candidato alcançou um total de 51,67% dos votos válidos e pôs fim à disputa no primeiro turno. Hana Ghassan (MDB) ficou na segunda posição, com 46,20%.
Também disputaram o Governo Araceli (PSOL), Gal Leite (UP), Ruth Reis (Democrata) e Well Macedo (PSTU). Ruth Reis estava com o registro indeferido sob recurso na atualização de 1º de outubro.
Ao votar neste domingo, na Escola Dom Alberto Gaudêncio Ramos, em Ananindeua, o médico de 40 anos disse que “o eleitor paraense vai decidir se quer saúde perto de casa, se ele quer parar de pagar pedágio para andar em estrada esburacada, se quer água na sua torneira”. As informações são do jornal O GLOBO.
Leia maisA candidatura do agora governador integrou a coligação “O Pará é do Povo!”, composta pelos partidos Podemos, PL, DC, NOVO, PRD e Solidariedade.
Daniel Barbosa Santos, natural de Açailândia, no estado do Maranhão, se formou em Medicina pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), com especialização em ginecologia e obstetrícia.
Na política, foi eleito vereador de Ananindeua em 2012 e 2016 e deputado estadual do Pará em 2018, quando também passou a presidir a Assembleia Legislativa do Estado. Em 2020, foi eleito prefeito de Ananindeua e reeleito em 2024. Em 2026, deixou o cargo para disputar o governo do Pará pelo Podemos.
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Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB) foram eleitos senadores por Alagoas neste domingo (4), nas Eleições 2026.
Os dois terminaram entre os candidatos mais votados na disputa pelas duas cadeiras do estado no Senado Federal e garantiram mandatos de oito anos, que começam em 2027.
Com 84,71% das seções totalizadas, Marina teve 27,68% dos votos, enquanto Arthur Lira registrou 29,23%. As informações são da Revista Fórum.
Leia maisA eleição para o Senado em Alagoas teve ainda Renan Calheiros (MDB), Davi Davino Filho (Republicanos), Dr. Wanderley (MDB), Alexandre Fleming (UP) e Mariedson (Democrata) entre os candidatos.
A eleição representa uma mudança na trajetória política de Arthur Lira, que exerce mandato de deputado federal desde 2011 e presidiu a Câmara dos Deputados entre 2021 e 2025. Antes de chegar ao Congresso, ele também foi vereador de Maceió e deputado estadual.
Marina JHC, por sua vez, disputou uma das vagas depois de atuar como primeira-dama de Maceió. Ela é casada com JHC (PSDB), que deixou a prefeitura da capital alagoana para concorrer ao governo do estado.
As pesquisas divulgadas na reta final mostravam os três primeiros colocados próximos. Na última Quaest, Marina aparecia com 29% dos votos válidos, Arthur Lira com 27% e Renan Calheiros com 25%, em situação de empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
Diferentemente das eleições para governador e presidente, não existe segundo turno para o Senado. Como Alagoas renovou duas cadeiras neste ano, os dois candidatos mais votados ficam com as vagas.
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Na noite de hoje, o candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, acompanhou a apuração da votação de maneira reservada, no Hotel Luzeiros, no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. Com mais de 97,32% das urnas apuradas, a governadora Raquel Lyra (PSD) foi reeleita ao Executivo de Pernambuco pelos próximos quatro anos no 1° turno.
João inicia, em breve, coletiva de imprensa para avaliar o resultado das urnas e comentar os próximos passos de sua trajetória política.
Em uma eleição presidencial marcada pela consolidação da polarização entre bolsonarismo e petismo, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais no próximo dia 25.
A confirmação de que haverá segundo turno foi anunciada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite deste domingo (4). As informações são do g1.
Leia maisDaqui a três semanas, os eleitores voltam às urnas para definir se Flávio Bolsonaro governará o país pelos próximos quatro anos ou se Lula terá um quarto mandato presidencial .
Se Flávio for eleito, tomará posse, aos 45 anos, no dia 5 de janeiro de 2027, na cadeira ocupada por seu pai, Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Se vencer, Lula assumirá o quarto mandato aos 81 anos e será o primeiro brasileiro a presidir o país quatro vezes.
Flávio e Lula deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO).
Flávio começou liderando assim que o TSE iniciou a apuração nas primeiras urnas. O candidato do PL chegou a ficar acima dos 50% votos nas primeiras horas da apuração.
Por volta de 19h15, com 64% das urnas apuradas, Flávio voltou a ficar abaixo dos 50%, mas com cerca de cinco milhões de votos de diferença para o segundo colocado Lula.
Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado ficaram boa parte do tempo da apuração nas terceira, quarta e quinta posições, respectivamente.
Flávio votou no início da manhã deste domingo no Rio de Janeiro. Ele chegou pouco depois das 8h, logo após a abertura dos portões da Escola Municipal Barão Homem de Mello, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio.
Ele estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro. Após votar, Flávio disse estar preparado para presidir o país.
“É um dia muito importante, onde eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso que apostou tudo, que vale tudo. Que perdeu a linha de usar dinheiro público, a máquina pública, para tentar interferir nas eleições”, disse.
Flávio Bolsonaro retornou a Brasília, onde acompanhou a apuração ao lado de aliados, depois de votar no Rio.
Já Lula votou, por volta das 9h10, na escola estadual João Firmino, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
Ele estava acompanhado de Alckmin, Fernando Haddad, candidato derrotado ao governo de São Paulo, e das candidatas ao Senado pelo estado Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), que também perderam as eleições. Após votar, Lula defendeu mudanças na escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não é possível continuar com a promiscuidade em que o país está. Eu, sinceramente, vamos ter que pensar, chamar juristas, pessoas do mundo do Direito, para [definir] quem vai para a Suprema Corte”, disse.
Lula votou e acompanhou a apuração em São Paulo, com aliados e familiares.
Com 99,72% das urnas apuradas, Sergio Moro (PL) é eleito para o governo do Paraná, no primeiro turno, com 50,13% dos votos. Atrás dele, Sandro Alex (PSD), candidato apoiado pelo atual governador Ratinho Jr., fez 25,34% e Requião Filho (PDT), candidato do campo progressista, 23,47%.
Embora o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não tenha concluído as apurações, o ex-juiz foi matematicamente eleito. A disputa quase foi para o segundo turno. Quem assume o cargo no Senado de Moro é o primeiro suplente, o advogado Luis Felipe Cunha. Ele fica no cargo até fevereiro de 2031. Cunha nunca exerceu um cargo eletivo.
Para o Senado, foram eleitos os candidatos Filipe Barros (PL), com 27% dos votos válidos, e Deltan Dallagnol (Novo), com 25%. O mandato no Senado é de 8 anos no legislativo federal. O TSE ainda não encerrou a contagem de votos. As informações são do Brasil de Fato.
Hoje, os pernambucanos reelegeram o senador Humberto Costa (PT), com 30% dos votos e elegeram para o Senado Federal a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT), com 25% dos votos. As informações são do portal Brasil de Fato.
Os dois foram candidatos pela mesma aliança, a Frente Popular de Pernambuco, e realizaram uma campanha firme de “voto casado”. Deu certo. Eles se somam à senadora Teresa Leitão (PT) em Brasília, formando um trio de senadores alinhados com o presidente Lula.
Leia maisA lista de candidatos derrotados tem três deputados federais: Mendonça Filho (PL) ficou com 19%; Eduardo da Fonte (PP) recebeu 13,5% dos votos; e Túlio Gadêlha (PSD) obteve 7%, que ficou na sexta colocação.
Quem se despede
Este ano, com duas vagas em renovação, a população escolheu manter o atual senador Humberto Costa (PT), ex-ministro da saúde do governo Lula; enquanto o outro senador pernambucano, Fernando Dueire (PSD), sequer disputou a reeleição. Ele era suplente do ex-senador Jarbas Vasconcelos (MDB), que se afastou da vida pública por questões de saúde.
Dueire tem bom trânsito entre lideranças políticas pernambucanas, mas não conseguia superar a marca de 1% nas pesquisas de intenção de voto, o que levou sua aliada Raquel Lyra (PSD) a preterir do seu nome, levando para a disputa do Senado os deputados federais Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD), ambos derrotados neste domingo.
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João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foram eleitos senadores pela Paraíba neste domingo (4). Até às 20h17, com 98,90% das urnas apuradas, o ex-governador Azevêdo recebeu 32,53% dos votos válidos, enquanto Veneziano teve 22,71% e conseguiu mais oito anos no Senado.
Em terceiro lugar ficou o ex-prefeito de Patos Nabor Wanderley (Republicanos), pai do presidente da Câmara, Hugo Motta. Nabor recebeu 20,90% dos votos válidos. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) teve 12,49%. As informações são do SBT News.
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Dr. Furlan (PSD) foi eleito governador do Amapá neste domingo (4). Às 20h40, com 93,68% das urnas apuradas, o candidato tinha 62% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Luciana Gurgel (PL).
Segundo colocado, Clécio Luís (União Brasil) tinha 37%. As informações são do g1.
Leia maisA disputa foi concentrada principalmente em Dr. Furlan (PSD) e Clécio Luís (União Brasil), que protagonizaram a campanha.
Ex-prefeito de Macapá por dois mandatos, Furlan entrou na corrida eleitoral com alta popularidade na capital. Clécio, por sua vez, buscou a reeleição com base na experiência como governador. Os demais candidatos também participaram da disputa, mas a principal disputa política ocorreu entre os dois concorrentes ao Palácio do Setentrião, sede do governo estadual.
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