Só agora me deparei com os ataques coléricos e levianos do ex-prefeito Alexandre Arraes à minha pessoa e à minha gestão, numa tentativa torpe de desviar a atenção da opinião pública.
Ele não tem mais como se defender, uma vez que teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado e confirmado por decisão da ampla maioria da Câmara dos Vereadores. Isso é fato que. Não tendo como justificar, recorre com agressões. Não sou conselheiro do TCE e, portanto, nada tenho a ver com a decisão.
Certamente, a inveja e o recalque de ver a cidade de Araripina transformada por nossas mãos, comparada ao governo catastrófico que ele fez, deve ter lhe afetado a sanidade mental. Só isso seria capaz de explicar as acusações infundadas.
Mas vamos aos fatos:
1- Sobre a aquisição dos notebooks, já foram prestados todos os esclarecimentos e continuaremos prestando quando necessárias, até que fique devidamente comprovado toda a licitude do processo licitatório, que no caso da instituição que ele se apega, sequer chegou a analisar;
2 – Em relação às demais “denúncias”, trata-se de um pobre repertório de mentiras e acusações vazias. Todas já arquivadas pelo TCE.
Por fim, quando faz referências às prisões, as únicas que se têm notícia em Araripina foram, na verdade, as de seus irmãos, cunhada e assessores no curso da Operação Paradise, em 2015, que constatou desvios de cerca de R$ 8 milhões, recursos federais destinados para escolas, creches e quadras de nossas crianças.
A “organização criminosa familiar” do ex-prefeito Alexandre Arraes, é assim que o Ministério Público Federal os denomina, pois viraram réus em cinco processos na Justiça Federal (0800643-13.2021.4.05.8309T / 0800641-43.2021.4.05.8309S / 0800640-58.2021.4.05.8309T / 0800639-73.2021.4.05.8309T / 0800636-21.2021.4.05.8309T).
Lamento ter que fazer esses esclarecimentos, de amplo conhecimento da população do município, que já fazia de Alexandre Arraes inelegível pelo voto. Agora, se torna também inelegível por força da lei.
O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), deu o pontapé inicial à campanha de rua da Frente Popular de Pernambuco neste domingo (16), em Ponte dos Carvalhos, no Cabo de Santo Agostinho. O ato reuniu também o candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), os candidatos ao Senado Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PT) e a candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (UB). A mobilização foi liderada pelo candidato a deputado estadual Batista Cabral (PSB) e pelo prefeito Lula Cabral (PDT).
A caminhada saiu do antigo CSU, atualmente em obras para a construção do Convive Eduardo Campos, e seguiu pelas ruas até a Praça Marcos Freire. Segundo a organização, mais de 15 mil pessoas participaram do percurso, que reuniu lideranças políticas, militantes e moradores da região.
Batista destacou a responsabilidade de sediar o primeiro grande evento de rua da chapa. “O Cabo é a locomotiva de Pernambuco. E é exatamente aqui, com a força e a tradição de luta de nossa gente que estamos começando a escrever um novo capítulo na história de Pernambuco. Fico muito feliz em receber aqui, ao lado do prefeito Lula Cabral, um homem que já fez tanto pelo estado, toda a majoritária da Frente Popular, que não é só uma união de partidos e sim a soma de um projeto coletivo que vai trazer de volta o protagonismo que Pernambuco merece”, afirmou.
Em prisão domiciliar, Jair Bolsonaro não foi a única ausência ilustre no lançamento da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro neste domingo (16), no Rio.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador paulista Tarcísio de Freitas também não apareceram no trio elétrico montado na Praia de Copacabana.
O pastor Silas Malafaia, que organizou as últimas grandes manifestações bolsonaristas, tampouco deu as caras. Enviou um áudio curto em que jurou “apoio irrestrito” a Flávio.
O senador Romário, reeleito em 2022 pelo PL, foi mais uma ausência notada no trio elétrico. Na sexta-feira, ele pediu desfiliação do partido para apoiar Eduardo Paes na disputa pelo governo do Rio.
Sem aliados de peso no plano nacional, Flávio teve a companhia do vice, Alfredo Gaspar, do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e de políticos bolsonaristas do Rio.
Foram convidados a discursar o deputado Douglas Ruas, presidente da Assembleia Legislativa e candidato a governador, o senador Carlos Portinho e o deputado Carlos Jordy.
O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), associou os temas soberania e segurança pública em seu primeiro ato de campanha, realizado no Rio de Janeiro, para criticar seu principal adversário nas urnas, o presidente Lula (PT).
Flávio disse que o governo petista briga com um país a 10 mil quilômetros de distância, em referência aos EUA, mas que não briga com traficante. A soberania nacional é um dos principais motes da campanha de Lula, que tem enfrentado dificuldades na relação com o governo de Donald Trump. “Nós perdemos a soberania. Não temos mais soberania sobre nosso celular, nosso carro, sua bolsa, nossa casa”. As informações são do UOL.
A campanha para as eleições de 2026 começou oficialmente hoje, e Flávio escolheu a praia de Copacabana, no Rio, para lançar sua candidatura à Presidência. O local é simbólico para o movimento bolsonarista, já que o RJ é o principal reduto eleitoral da família Bolsonaro.
Candidato do PL disse que vai classificar milícias como organizações terroristas. Sanção atual dos EUA contra o Brasil classifica atualmente apenas PCC e CV como organizações terroristas, resultado dos pedidos feitos por Flávio a Trump, ao vice-presidente, JD Vance, e ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, com quem ele esteve reunido na Casa Branca. O governo Lula é contrário à designação das facções brasileiras por ver riscos à soberania brasileira sobre seu território e potencial impacto na economia e no setor financeiro.
Campanha de Flávio Bolsonaro tem o slogan “O Brasil vai vencer”. Tema da campanha evoca o discurso nacionalista que, em 2018, elegeu o ex-presidente Jair Bolsonaro. Seu filho mais velho foi anunciado como candidato ainda no início do ano, e seu vice, Alfredo Gaspar, foi oficializado no início de agosto.
Flávio pediu para apoiadores cantarem “volta, Bolsonaro”. “Hoje o presidente Bolsonaro não pode estar aqui com a gente, mas como a televisão está aqui transmitindo, eu quero junto com vocês mandar um recado: imaginem que o presidente Bolsonaro está nos vendo nesse momento, vamos homenageá-lo. Um homem de bem, honesto, incorruptível, que deu seu melhor para o Brasil e foi injustiçado, cantando assim: volta, Bolsonaro”.
O RJ é um palanque forte para a campanha de Flávio. O PL tenta eleger, no estado, Douglas Ruas para o governo — ele está atrás do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) nas pesquisas — e Carlos Jordy e Carlos Portinho para as duas vagas ao Senado, além de investir na reeleição de Sóstenes Cavalcante na Câmara dos Deputados.
Flávio defendeu o seu candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), da acusação de estupro de vulnerável. O tema ganhou espaço desde que Gaspar foi anunciado vice.
Flávio afirmou que Gaspar foi alvo da denúncia por causa de seu trabalho na CPMI do INSS, uma vez que ele estava investigando o filho do presidente Lula. Gaspar diz que é inocente e alvo de uma armação. Ele afirma estar disposto a fazer teste de DNA e se colocou à disposição das autoridades para responder a questionamentos.
A governadora Raquel Lyra (PSD) não se furtou de responder a questionamentos sobre a tentativa de retirar a candidatura do ex-vereador Ivan Moraes (Psol) da disputa pelo governo estadual, atribuída à cúpula do PSB.
Ao comentar o assunto, Raquel Lyra afirmou que a defesa da democracia deve ir além do discurso e que é preciso valorizar a representação democrática. “Aqueles que têm legitimidade para disputar o mandato podem fazê-lo. Nunca é sobre tirar alguém da frente, é sobre fazer uma disputa de ideias, de trajetórias e sobretudo um compromisso com o futuro. Às vezes a democracia está no discurso, mas não está na prática”, disse Raquel Lyra.
A candidata à reeleição lembrou ainda o tio, o ex-ministro Fernando Lyra, e disse não ter medo de sombra, colocando “pessoas fortes ao lado para ajudar”. A gestora enfatizou que o povo, de forma soberana é quem deve decidir, nas urnas.
Um assunto que tem sido muito comentado em todo o Estado, mas sobretudo no Sertão, mais especificamente no São Francisco e em Petrolina, é o impacto que a candidatura de Miguel Coelho a deputado federal poderá provocar dentro da própria família.
Os Coelhos já viveram momentos semelhantes no passado, quando o ex-senador Fernando Bezerra, pai de Miguel, rompeu com Oswaldo Coelho, o tio, e os dois seguiram caminhos políticos opostos. A partir dali, foram anos de disputas e de uma divisão que marcou profundamente a política de Petrolina.
Agora, porém, a situação é diferente, e talvez ainda mais delicada. Petrolina já tem um deputado federal reconhecido pelo trabalho que realiza: Fernando Filho. A candidatura de Miguel, sem dúvida alguma, não apenas coloca em risco a reeleição do irmão, como pode tirar dele todo o protagonismo político que construiu ao longo dos anos.
É como se Fernando Filho passasse a ser apenas uma espécie de “mamulengo”, um brinquedo de conveniência política nas mãos de Miguel. O mesmo raciocínio vale para Antônio Coelho.
E é justamente aí que a história começa a fazer uma conexão incômoda com o passado e com uma velha tradição política que remonta ao próprio coronelismo. Quem não lembra do coronel Quelê, considerado o grande líder do clã dos Coelhos, em um tempo em que todos tinham que trabalhar, obedecer e se sujeitar àquilo que ele determinasse.
O que se vê agora guarda alguma semelhança com aquela lógica de poder familiar: um projeto político que parece se sobrepor aos espaços e às trajetórias construídas pelos próprios irmãos ou familiares.
A situação fica ainda mais curiosa quando se olha para a trajetória recente de Miguel. Ele tentou disputar o Governo de Pernambuco e terminou em último lugar. Depois, tentou viabilizar uma candidatura ao Senado ao lado de João Campos e recebeu uma negativa. Na sequência, veio outra negativa, desta vez da governadora.
Agora, resta a candidatura a deputado federal, justamente no espaço onde o irmão já exerce mandato e tem sua própria trajetória. Mas uma coisa parece certa: se a disputa familiar realmente caminhar nessa direção e os três forem eleitos, o clã ganha status relevante na política estadual. Do contrário, pode ser o castelo de areia.
No primeiro dia oficial da campanha, neste domingo (16), o candidato da Frente Popular ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), visitou o Hospital da Criança do Recife (HCR), acompanhado do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), o candidato ao senado, Humberto Costa (PT) e a senadora Teresa Leitão (PT).
À ocasião, Campos afirmou que pretende construir quatro novos hospitais. Entre eles, aquela que, segundo o candidato, será a maior unidade hospitalar pública do Nordeste: o Hospital Geral Metropolitano (HGM). Com 900 leitos e cinco mil profissionais de saúde (700 médicos, dois mil enfermeiros e técnicos, além das equipes de apoio), o hospital ficará localizado entre as BRs 232 e 101, entre o Recife e Jaboatão dos Guararapes, com a promessa de zerar filas de leitos e cirurgias na Região Metropolitana do Recife. O investimento será de R$ 750 milhões, em parceria com o governo federal.
João Campos também reafirmou sua proposta, feita durante pré-campanha, de construção de três outras novas unidades de saúde: o Hospital da Criança do Agreste, em Caruaru; o Hospital Geral de Araripina; e o Hospital Geral do Vale do São Francisco, em Petrolina. “Será um movimento firme no sentido de aproximar a saúde pública do povo pernambucano, abrindo 500 novos leitos no interior do estado, com investimento de 500 milhões. Nosso objetivo é que todo cidadão do estado, principalmente no interior, tenha acesso a uma grande unidade hospitalar a pelo menos duas horas de distância de onde mora”, disse o candidato.
O Hospital Geral Metropolitano (HGM) terá, segundo proposta, capacidade instalada superior, inclusive, à do Hospital da Restauração (HR), atualmente a maior emergência do estado. “O que a gente pretende com isso é desafogar os hospitais existentes na Região Metropolitana, que serão requalificados para funcionar de acordo com suas especialidades de origem. O HR, por exemplo, sempre teve uma grande vocação para o atendimento de trauma, e é como vamos requalificá-lo”, explica Campos.
Segundo o candidato, o HGM será estruturado para atender casos de alta complexidade, com emergência, centro de trauma, UTIs, centro cirúrgico, diagnóstico por imagem e serviços especializados. A unidade deverá concentrar atendimentos em áreas como traumatologia e ortopedia, neurologia e neurocirurgia, cirurgia geral e cirurgia vascular, que hoje pressionam a rede de saúde. O projeto prevê ainda a instalação de um centro de pesquisa voltado a diferentes especialidades e o intercâmbio com profissionais de outros países.
A proposta de João Campos prevê a expansão da rede pública de saúde no interior com novos hospitais em Caruaru, Araripina e Petrolina. Em Caruaru, o Hospital da Criança do Agreste terá 100 leitos, enquanto o candidato também promete reformar e reabrir o Hospital Jesus Nazareno e reestruturar o Hospital Geral do Agreste. Já em Araripina e Petrolina, a previsão é de unidades de alta e média complexidade, ambas com 200 leitos. Segundo João, o objetivo é reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para outras regiões. O candidato também afirmou que pretende recuperar hospitais regionais, com destaque para o Hospital Ruy de Barros Correia, em Arcoverde.
O vereador Gabriel Menezes (PSD) reuniu apoiadores neste domingo (16), em Petrolina, durante a inauguração do comitê 4011, e reforçou o apoio à candidatura de Lucas Ramos (PSB) à Câmara dos Deputados. No ato, o vereador também declarou apoio ao projeto de Elismar Gonçalves (Podemos) para deputado estadual. “O meu governador é João Campos (PSB), o meu federal é Lucas Ramos e agora o meu estadual é Elismar Gonçalves!”, afirmou.
O evento contou ainda com a presença do ex-deputado Nilton Mota (PSDB), que representou a chapa majoritária de João Campos, e do próprio Lucas Ramos. Durante o discurso, o deputado federal destacou a relação política com Elismar. “Em Petrolina, eu tenho um irmão e esse irmão se chama Elismar Gonçalves, e esse recado Gabriel Menezes entendeu. Em 2014 você me ajudou, em 2016 eu retribuí, em 2018 novamente você me ajudou, em 2020 eu retribuí, em 2022 você mais uma vez caminhou comigo. Em 2024 eu queria você prefeito, mas naquela ocasião o povo de Petrolina não quis porque queria você deputado estadual de Pernambuco”, disse Lucas. Com informações do Blog do Finfa.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) iniciou a campanha eleitoral neste domingo (16) no Rio de Janeiro. O 1º compromisso foi um comício na Praia de Copacabana, na Zona Sul da cidade. Pelas regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), somente a partir de agora os candidatos podem pedir votos explicitamente.
Flávio subiu em um trio elétrico por volta das 11h30. Ele estava acompanhado do seu vice na chapa, Alfredo Gaspar, e do candidato a governador Douglas Ruas, além da mãe, Rogéria, e da esposa, Fernanda.
A campanha eleitoral começou oficialmente neste domingo. Com isso, os candidatos estão autorizados a pedir votos explicitamente e a realizar atos como comícios, carreatas e passeatas. A propaganda eleitoral na internet também está liberada. As informações são do g1.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, foi vaiado durante uma cerimônia realizada em 15 de maio, no QG do Bope, no Rio de Janeiro, segundo informação publicada neste domingo (16) pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. O episódio ocorreu em meio às primeiras repercussões da relação entre Flávio e Daniel Vorcaro, que veio a público naquele período a partir das negociações para o financiamento do filme “Dark Horse”.
Flávio participou da entrega de equipamentos à unidade de elite da Polícia Militar fluminense. Parte do material foi comprada com recursos de uma emenda parlamentar destinada pelo próprio senador. Ao chegar ao local, foi recebido com gritos de “Pega, ladrão!” e “Bandido”.
A reação ocorreu quando o filho mais velho de Jair Bolsonaro, conhecido como Zero Um, decidiu fazer um breve discurso para a tropa. Os policiais presentes responderam com vaias, surpreendendo o parlamentar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abre sua campanha à reeleição neste domingo (16) em um evento no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, local dos primeiros comícios do presidente na década de 1970. Ele está ao lado de Fernando Haddad (PT), que tenta derrotar o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na corrida pelo governo do estado de São Paulo.
Lula subiu ao palco após uma contagem regressiva de 13 minutos, em referência ao número de urna do PT. Ele assistiu a depoimentos de colegas do movimento sindical, com relatos sobre a repressão da greve na ditadura. Na sequência, recebeu o grupo presencialmente com uma versão instrumental do jingle “Lula Lá”, de 1989.
Em seguida, foram chamados o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), novamente companheiro de chapa de Lula na tentativa de reeleição, ao lado da esposa, Lu Alckmin, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e o ex-ministro da Fazenda e candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), acompanhado da esposa Ana Estela. Fafá de Belém, anunciada como a “voz das Diretas Já”, cantou o hino brasileiro.
Segundo a discursar, Haddad comparou Lula ao governo Bolsonaro e criticou o rival. “Eu poderia falar dos últimos feitos: da retomada do crescimento, do emprego, de como pela segunda vez Lula coloca a inflação de joelhos. Poderia falar do apoio a universidades, à educação, ao SUS, depois do completo descalabro do governo anterior. O presidente Lula herdou aquilo que ninguém imaginava ser possível corrigir em 3 anos. E deu condições de retomarmos o nosso sonho de uma nação soberana, democrática e justa.”
Ao final, exaltou o presidente: “Essa estrela chamada Lula. Essa estrela que nasceu na Vila Euclides, uma estrela que muita gente anseia apagar, o sonho de muita gente no Brasil é ver essa estrela apagar. Mas essas imagens estão correndo o mundo e eles vão saber que nossa estrela vai ficar acesa pra subir o Palácio do Planalto e mostrar que quem manda no Brasil não é o dinheiro, mas o suor de cada trabalhador e trabalhadora”, afirmou Haddad.
O primeiro discurso ficou por conta de Benedita da Silva, candidata do PT ao senado pelo Rio de Janeiro. Na sequência, a primeira dama Janja da Silva começou a discursar e reclamou do som — fez uma brincadeira com ser “Tim Maia”. Janja fez um discurso direcionado às mulheres e homenageou Marisa Letícia, ex-esposa de Lula morta em 2017 após um AVC. “Foi ela quem bordou a primeira do PT, e a ela dedico toda a minha admiração”, disse. Recentemente, Janja declarou numa entrevista que o Brasil nunca teve uma primeira-dama tão ativa. Ela convidou o cantor gospel Kleber Lucas para uma das músicas de campanha.
Primeiro ato da campanha da reeleição do presidente Lula no estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo — Foto: Edilson Dantas / O Globo
O campo e as arquibancadas do Estádio 1° de Maio começaram a ser preenchidos a partir das primeiras horas da manhã, com caravanas de militantes. A área principal, com paletes no gramado, era dividida em dois setores. Candidatos ficaram perto do telão, no setor VIP, onde o esquenta do evento teve entrevistas.
Foram colocados bandeirões nas arquibancadas, que eram retirados à medida que o público extrapolava o espaço disponível. Fotos históricas e backdrops com pôsteres de eventos antigos incentivavam selfies e barulho nas redes sociais.
Um enorme telão foi montado ao fundo para transmitir os discursos e filmes preparados para o evento. Dele se estendia uma passarela de vários metros, com o chão revestido de vermelho, que tinha na extremidade uma pequena mesa com seis cadeiras e dois guarda-sóis.
Antes do palco principal, o evento começou com discursos de aliados de vários estados, como Santa Catarina e Paraná. As candidatas da chapa da esquerda ao Senado, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), também empunharam o microfone e falaram nos primeiros momentos do ato. Outros que discursaram foram representantes de movimentos sindicais de trabalhadores.
O encontro foi divulgado pelo PT como o mote “Onde tudo começou”, em referência às greves lideradas por Lula no ABC quando era diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, em 1979, antes da fundação do partido. A ideia é destacar a “biografia” do petista e a conexão com os trabalhadores. A assessoria de Lula estima o público esperado em 20 mil pessoas.
Geraldo Alckimin, Lula e Haddad em evento em São Bernardo — Foto: Reprodução/PT/YouTube
Às 18h51 de ontem (15) o empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) teve sua candidatura a presidente registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O empresário havia recebido ainda ontem uma liminar da Justiça que o autorizou a deixar o União Brasil para voltar a seu antigo partido, o PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro).
A regularização provisória da filiação do influenciador à sigla teve efeitos retroativos a 4 de abril, permitindo que Marçal disputasse a Presidência pela sigla pois, segundo a legislação eleitoral, o candidato precisa estar filiado ao partido em que concorrerá ao pleito até seis meses antes. As informações são da CNN Brasil.
O antigo pré-candidato do PRTB à Presidência, Leonardo Avalanche, foi cadastrado como candidato a vice-presidente da chapa Brasil Próspero. Marçal será o primeiro candidato do PRTB ao Palácio do Planalto desde a campanha de Levy Fidelix em 2014. “Recuperamos o partido quando tentaram tirá-lo de nós”, disse Avalanche.
Marçal foi condenado e tornado inelegível por irregularidades constatadas quando disputou a prefeitura de São Paulo em 2024. Segundo o processo, o empresário promoveu a publicação massiva de vídeos curtos nas redes sociais “mediante a promessa de prêmios em dinheiro aos produtores de conteúdo com maior número de visualizações”, o que configura “uso indevido dos meios de comunicação social, abuso de poder econômico e captação e gastos ilícitos de recursos de campanha”.
A governadora Raquel Lyra (PSD) inicia oficialmente, neste domingo (16), a campanha à reeleição ao Governo de Pernambuco pela coligação Pernambuco de Coração, com agenda que percorre o Recife, o Agreste e o Sertão. A candidata começa o dia na capital, com dois adesivaços, antes de seguir para Caruaru e Petrolina.
No Recife, os primeiros compromissos ocorrem nesta manhã nos comitês da Zona Sul, no Pina, e da área central, na Avenida João de Barros, no bairro da Soledade. Em seguida, no início da tarde, Raquel viaja para Caruaru, onde participa de um novo adesivaço, e depois segue para Petrolina.
A agenda no Sertão inclui outro adesivaço, marcado para 16h55, e termina à noite em um ato político promovido pelo presidente estadual do União Brasil e candidato a deputado federal, Miguel Coelho (UB).
Na largada da campanha, Raquel deve apostar na comparação entre sua gestão e os governos anteriores do PSB, partido do adversário João Campos. “Vamos comparar, mostrar como Pernambuco estava quando assumimos, quando era governada pelo PSB, e como está agora, voltando a liderar nosso Nordeste. O futuro que a gente sempre sonhou já começou a ser construído com muito trabalho.”