Vermelhos preconizam assalto aos céus, mas o céu não é perto

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Eu fico tremendo nos cascos quando vejo algum inocente datilografar a expressão “decadência dos Estados Unidos”. São infecções ideológicas, tipo urticárias. Eu sou formado em Ciências Humanas e Sociais pelo Mobral, e frequentei o curso de Humanitismo de Brás Cubas/Machado de Assis, modéstia à parte. Daí aprendi algumas lições. Lição número um: números são números, como diria o Conselheiro Acácio. A saber:  

Os Estados Unidos ostentam um PIB de 32,3 trilhões de dólares. A China vem em segundo lugar, com 19,4 trilhões. A longo prazo será inevitável que o Império Chinês, com uma população de 1,4 bilhão de almas, ultrapasse o império ianque, habitado por 350 milhões de imperialistas. A América ocupa a vanguarda mundial em todos os campos de atividade onde voam os falcões, na indústria aeroespacial, na informática, nas pesquisas científicas, nos tapetes vermelhos da indústria do entretenimento, da costa leste à costa oeste.

Lição número dois: não existe cavalo de pau na economia, nem as revoluções conseguem dar cavalo de pau. 

O domínio do Império Romano se prolongou durante cinco séculos e a decadência se arrastou durante dois séculos, porque naquela época a Internet era muito lenta. Depois de guerras e golpe de Estado, o império só desmoronou no ano 476 depois de Jesus de Nazaré.

Direi aos vermelhos e infravermelhos que esta minha prosopopeia não tem nada a ver com proselitismo ideológico. Estou apenas garimpando algumas lições de história.

Delirar é preciso. O que aconteceria se a caterva vermelha fosse dotada de premonição e os Estados Unidos estivessem em decadência? O exército de Brancaleone invadiria o Império capitalista e derrotaria as tropas do cowboy Donald Tramp. Existe uma proverbial sentença socialista-comunista de que “toda propriedade é um roubo”. Esta sentença faz a cabeça e o couro cabeludo da mundiça vermelha.

Haveria o “assalto aos céus” preconizado pela Comuna de Paris em 1871 para implantar o paraíso igualitário neste vale de lágrimas, de sonhos, pecados e ilusões.

O prefeito comunista de Nova York, Zohran Mamdani, mandaria prender Donald Tramp, chamado de algoz, e inocentar o facínora Nicolas Maduro, para ser libertado e ser glorificado como ditador da Venezuela.

A fortuna de Elon Musk seria confiscada para ser distribuída com o lúmpen proletariado e todos os pobrezinhos das Américas, a começar pela família de Fidel Castro e Raul Castro e a caterva vermelha de Pindorama. Para não serem acusados de desfeitas, os economistas vermelhos e infravermelhos inscreveriam Elon Musk e Bill Gates no cadastro do Bolsa Família para receberam uma mesada de 600 denários, mais o Vale-Gás e o programa Pé-de-Meia. Musk será um trans-pobre num corpo de rico. A mundiça do Cordão Encarnado vai adorar.

Os inocentes que datilografam a expressão “decadência dos Estados Unidos” torcem pela decadência do Ocidente, pelos terroristas do Hamas e pela ditadura de Ortega na Nicarágua. Falam em assalto aos céus. Mas o céu não é perto.

*Periodista, escritor e quase poeta

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Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram um embate durante o julgamento da petição. Após o voto de Menonça, Moraes afirmou que os argumentos do ministro “reforçam a necessidade de um julgamento conjunto”. Os magistrados, então, passaram a debater sobre relatório de inteligência que baseou a investigação. Mendonça reagiu às declarações de Moraes: “Meu Deus do céu”, afirmou.

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Ao ser citado por André Mendonça, o procurador-geral da República (PGR) Paulo Gonet pediu a palavra e iniciou sua manifestação. “Não existe nem tive relacionamento de proximidade com Daniel Vorcaro”, afirmou Gonet.

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O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu que Gilmar Mendes “não coloque palavras na boca” dele durante julgamento nesta terça-feira (15).

“Eu me lembro do debate que tive lá atrás sobre delação, em que o ministro André [Mendonça] dizia que estava recebendo advogados para conduzir as delações”, disse Gilmar, logo interrompido por Mendonça.

“Eu nunca disse isso, não, ministro Gilmar”, rebateu Mendonça. ”Não ponha palavras na minha boca, eu não disse.” As informações são da CNN.

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O ministro Alexandre de Moraes afirmou nesta terça-feira (15) que não há pedido de investigação contra ele e questionou ao presidente do tribunal, Edson Fachin: “Vossa Excelência, vai votar o quê?”.

O magistrado disse que foi intimado a prestar informações a respeito do que consta na petição que o aponta como interlocutor de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Segundo ele, o que existe no documento é um pedido de nulidade e arquivamento.

“Consta pedido de investigação feito pela Polícia Federal? Não. Consta pedido de investigação feito pelo Ministério Público? Não. Consta pedido de investigação feito pelo ministro André Mendonça? Não. Consta algum pedido de investigação em relação a mim?”, disse.

Moraes também reclamou de prazos diferentes dados a ele e ao ministro André Mendonça, que, em outro processo, pode ser investigado por possíveis irregularidades. “Temos um miscelânia procedimental”, declarou. (Isadora Albernaz e Anna Júlia Lopes)

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Até agora são três votos a favor de juntar os procedimentos, e o voto do Fachin para se manter separadamente. Os ministros Mendonça e Fux devem votar por analisar separadamente. Moraes, por óbvio, será a favor de discutir juntos. Teremos quatro a três e ficará faltando o voto da ministra Cármen Lúcia.

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Os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), defenderam nesta terça-feira (15) a análise conjunta dos casos envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. O voto dos ministros divergiu do presidente da Corte, Edson Fachin, que defendeu manter a análise separada dos dois casos.

Dino e Zanin foram favoráveis a uma questão de ordem apresentada pelo ministro Gilmar Mendes que pedia, além da junção dos casos, o adiamento da análise para o dia 23 de setembro e um novo sorteio da relatoria. As informações são da CNN.

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A proposta do ministro Gilmar Mendes para o adiamento da sessão desta terça-feira tem quatro pontos. O decano quer que o plenário volte a debater o relatório com as mensagens de Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes em outro momento.

Caso aprovada, o presidente do STF, Edson Fachin, pautaria novo julgamento em outra data.

São os seguintes: reunir os processos com os relatórios contra Moraes e aquele de Moraes contra Mendonça para que tramitem juntos;
sortear novo relator para os casos; citar todos os ministros mencionados no âmbito do caso Master com indícios de recebimento de valores indevidos; abrir prazo para a manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República).

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Do Metrópoles

Conversas extraídas do celular do banqueiro Daniel Vorcaro mostram que uma mulher identificada como Rayanna tratou com ele de um encontro com mulheres e, dias depois, afirmou que uma delas “ficou com o kassio”.

O contexto das mensagens aponta que seria uma menção ao ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo. O ministro negou à coluna encontro com essa mulher.

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O presidente do STF, ministro Edson Fachin, votou para manter a sessão da corte que analisa relatório da PF sobre o ministro Alexandre de Moraes nesta terça-feira. O voto do presidente do tribunal vai contra o entendimento defendido pelos ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino, que defendem o adiamento da sessão para o dia 23, quando relatório sobre o ministro André Mendonça também será analisado.

Do jornal O Globo

Mencionado 24 vezes no relatório da Polícia Federal sobre as mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, provocou incômodo e constrangimento entre colegas do Ministério Público Federal (MPF) ao decidir comparecer pessoalmente à sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15) que pode resultar na abertura de uma investigação contra o ministro.

No início do mês, Gonet defendeu a nulidade do relatório em que é citado, posição que deve ser reforçada ao longo do julgamento. Para o chefe do MPF, o relator do caso Master, André Mendonça, excedeu os limites de sua competência, ao pedir a confecção do relatório sem obter antes um aval do plenário do STF.

O candidato a deputado estadual Professor Lupércio (PSD) anunciou apoio, nesta terça-feira (15), a Mendonça Filho (PL) nas eleições para o Senado. Durante o encontro realizado em Olinda, o postulante à Casa Alta afirmou que o ex-gestor da Marim dos Caetés representará Pernambuco na Assembleia Legislativa.

Lupércio reforçou a parceria com o candidato. “Pernambuco será bem representado por Mendonça no Senado, a governadora Raquel Lyra e, se Deus quiser, Professor Lupércio na Assembleia Legislativa”, afirmou.

“Ele foi prefeito e será deputado, um dos mais votados de Pernambuco. Para mim, é um privilégio, esse homem que é um homem do povo, me apoiar para o Senado da República”, comentou Mendonça.