O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, nesta quinta-feira (1º), de uma entrevista ao vivo no Flow Podcast, com início previsto para as 20h45.
Assista à entrevista ao vivo:
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, nesta quinta-feira (1º), de uma entrevista ao vivo no Flow Podcast, com início previsto para as 20h45.
Assista à entrevista ao vivo:
O deputado federal e candidato à reeleição Coronel Meira (PL) intensificou, na reta final da campanha em Pernambuco, a aproximação com o eleitorado de direita e as agendas voltadas à segurança pública. Durante ato de campanha no Recife, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu votos para Meira e o chamou de “zero um de Pernambuco”, reforçando o vínculo do parlamentar com o bolsonarismo no estado.
Na campanha, Meira também tem concentrado o discurso no enfrentamento às facções criminosas e realizado agendas em áreas como Ibura e Camaragibe, em Pernambuco, além do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. O deputado busca renovar o mandato pela chapa do PL e tem participado de atos em apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro em diferentes municípios pernambucanos.
O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, contestou, em publicação no Instagram, uma fala da governadora Raquel Lyra sobre investimentos na segurança pública. Segundo ele, é falsa a afirmação de que os policiais civis de Pernambuco só agora passaram a receber coletes individuais.
“Desde o Pacto pela Vida (2008), os profissionais recebem coletes, pistolas, distintivo e algemas individuais”, escreveu.
Áureo afirmou que o debate sobre investimentos também precisa considerar a remuneração e as condições de trabalho da categoria. Segundo o dirigente, os policiais civis de Pernambuco recebem o pior salário entre as polícias civis do Brasil e aguardam, há quase quatro anos, um reajuste do PJES.
Leia maisEle também apontou o déficit de efetivo e relatou que, em várias delegacias, os servidores precisam fazer cotas para pagar internet, água mineral e material de expediente. Ao final da publicação, criticou a falta de diálogo do governo com os policiais civis.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na noite de quinta-feira, 1º de outubro, que a TV Globo inclua o candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, no debate presidencial a ser realizado a partir das 21h30.
Às 19h24 após a Folha de S.Paulo ter antecipado a decisão de Mendes e de o próprio Renan Santos ter afirmado que estava no Rio de Janeiro a postos para ir ao debate, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato do PL, afirmou em suas redes sociais que não iria mais ao evento. As informações são da Revista Exame.
Leia maisEm sua postagem, Flávio justificou a mudança de ideia por uma decisão da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou que a TV Globo não exibisse o púlpito vazio de Lula no debate.
No caso de Renan Santos, Gilmar concedeu uma tutela de urgência e reverteu uma decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, que havia negado a participação de Renan com o argumento de que a emissora não era obrigada, pela legislação eleitoral, a convidá-lo (o Missão não tem os cinco deputados necessários para garantir presença obrigatória em debates).
O ministro Gilmar Mendes determinou que o candidato do Missão ocupe a vaga aberta pela desistência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nas mesmas condições de tempo, perguntas e posição dos demais participantes.
A controvérsia surgiu porque as regras apresentadas pela Globo previam que, em caso de desistência, a emissora poderia convidar o candidato mais bem colocado na pesquisa Quaest de 28 de setembro que não tivesse participação assegurada pela legislação eleitoral. Renan tinha 3% no levantamento e era o mais bem colocado nessa situação.
Para Gilmar, embora a emissora tenha autonomia para organizar o debate, essa prerrogativa não representa um poder “discricionário absoluto”.
O ministro afirmou que os critérios para participação precisam respeitar a imparcialidade, a isonomia, o pluralismo político e o direito dos eleitores à informação.
Na decisão, Gilmar afirmou que, uma vez estabelecido pela própria Globo um critério objetivo para substituir candidatos que desistissem, Renan preenchia o requisito e não poderia ser excluído “ao talante da emissora”. O ministro também lembrou que Romeu Zema, que tinha 1% na mesma pesquisa Quaest, já havia obtido do TSE o direito de participar do debate com base no critério de representação parlamentar.
Gilmar determinou que a Globo e o TSE fossem comunicados imediatamente, “pelo meio mais célere e eficaz disponível”, para que a ordem fosse cumprida antes do início do debate.
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Por Andréia Sadi – G1
A Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou nesta quinta (1), junto à Polícia Federal e ao Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, um pedido de investigação sobre o eventual uso de dinheiro público dos EUA no financiamento de organizações e grupos que operam em território brasileiro.
O requerimento tem como base uma matéria do jornal britânico The Guardian, publicada na quarta (30), segundo a qual o Departamento de Estado dos EUA teria repassado US$ 1 milhão a entidades e grupos envolvidos na mobilização de ações contra instituições do país — em especial o Supremo Tribunal Federal (STF) — sob a justificativa de combater supostos excessos judiciais e práticas de censura.
Leia maisSegundo consta na notícia-crime apresentada pela AGU, com base na reportagem, a verba repassada pelo governo dos EUA teria como “objetivo explícito o financiamento e a sustentação financeira de entidades e grupos da sociedade civil focados em desestabilizar e atentar contra a institucionalidade do Poder Judiciário brasileiro”.
Os repasses do Departamento de Estado norte-americano teriam sido feitos pelo ‘Human Rights and Democracy Fund’ (HRDF) ao programa “Countering Lawfare and Censorship in Brazil”, que supostamente combateria supostos excessos judiciais e práticas de censura no país.
Ao final do documento, a AGU pede a imediata apuração dos fatos narrados na reportagem, ressaltando a gravidade das informações apresentadas pelo jornal britânico. O documento é assinado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e outros três membros da instituição.
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Por Andreza Matais – Metrópoles
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, desistiu de ir ao debate da TV Globo na noite desta quinta-feira (1º/10).
Segundo a coluna apurou, Flávio não se sujeitaria a participar de um debate onde as regras são ditadas pelo Poder Judiciário. O entendimento da campanha é de que a interferência do Judiciário equivale à censura.
Leia maisNa tarde desta quinta-feira, uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, determinou que a TV Globo não mostre um púlpito vazio com o nome do presidente Lula. Já no STF, o ministro Gilmar Mendes deve atender a um pedido de Renan Santos e obrigar a TV Globo a incluí-lo no debate, como revelou a coluna.
As duas decisões pioraram o cenário do debate da Globo para Flávio Bolsonaro. Renan Santos deve ser mais agressivo que os outros participantes com relação a Flávio. Ao mesmo tempo, sem o púlpito vazio de Lula, o candidato do PL perde uma oportunidade de criticar seu concorrente do PT.
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O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 49% dos votos válidos na disputa ao Governo de Minas Gerais, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º).
Por esse critério, o ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias (PT) registra 20% dos votos válidos, enquanto Alexandre Kalil (PDT), que também já governou a capital mineira, marca 13%. As informações são da Folha de S. Paulo.
Os votos válidos são calculados excluindo brancos, nulos e indecisos. O procedimento é comparável ao utilizado pela Justiça Eleitoral para contabilizar e divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer em primeiro turno, o candidato precisa de 50% dos válidos mais um voto.
Leia maisO Datafolha ouviu presencialmente 1.204 eleitores com 16 anos ou mais em 55 municípios do estado de Minas Gerais de segunda (28) até esta quinta. A margem de erro máxima para é de três pontos percentuais. O nível de confiança é de 95%.
Flávio Roscoe (PL) e Mateus Simões (PSD) têm 5% cada um. Gabriel Azevedo (MDB) marca 3%, e Ben Mendes (Missão), 2% —também no cálculo de votos válidos.
Têm 1% cada Tulio Lopes (PCB), Rafael Duda (PSTU), Indira Xavier (UP) e Henrique Áreas (PCO).
O levantamento foi contratado pela pela Folha e pela Globo e protocolado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob os números MG-09729/2026.
Em votos totais, Cleitinho mantém a liderança, com 40%. Patrus tem 16%, e Kalil, 11%.
Há uma semana, Cleitinho apresentava 40% das intenções de voto totais no primeiro turno na pesquisa Datafolha, ante 15% de Patrus e 9% de Kalil.
Flávio Roscoe e Simões registram cada um 4% em votos totais, e Gabriel, 2%, enquanto Ben Mendes, Túlio Lopes, Rafael Duda, Indira Xavier e Henrique Áreas aparecem com 1% cada um.
Brancos e nulos são 9%; indecisos, 8%.
Na simulação de segundo turno entre Cleitinho e Patrus, o senador venceria o petista por 60% a 24%. Já se o adversário fosse Kalil, o candidato do Republicanos marcaria 56%, ante 27% do pedetista.
Na pesquisa de voto espontânea, quando os nomes dos candidatos não são previamente a presentados aos eleitores, Cleitinho marca 27%, ante 10% de Patrus e 5% de Kalil.
Aparecem com 1% cada um Simões, o ex-governador do estado e presidenciável, Romeu Zema (Novo), Flávio Roscoe, Gabriel e menções ao “candidato do PT”.
Outras respostas somam 7%. Brancos ou nulos são 5%, e indecisos, 41%.
No quesito rejeição, 32% dizem que não votariam de jeito nenhum no primeiro turno em Patrus. Na sequência, aparecem Kalil, com 23% das menções, Flávio Roscoe, com 19%, e Simões, com 16%.
Cleitinho tem 15% de rejeição, Ben Mendes, 14%, e Gabriel e Rafael Duda, 12% cada um. Marcam 11% cada Henrique Áreas, Indira Xavier e Túlio Lopes.
Outros 5% votariam em qualquer um, 4% rejeitam todos os candidatos e 15% não opinam.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 48% das intenções de voto, e Flávio Bolsonaro (PL), 45%, em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial.
Os que pretendem votar em branco ou anular somam 6%, enquanto 1% está indeciso. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. As informações são do g1.
Leia maisNa pesquisa anterior, de uma semana atrás, havia empate técnico no cená: Lula (PT) tinha 47%, contra 45% de Flávio Bolsonaro (PL).
O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 29 e 1 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR- BR-08039/2026.
Veja os números da simulação de segundo turno:
A pesquisa é estimulada, ou seja, os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra Eduardo Paes (PSD) na liderança da disputa pelo governo estadual com 42% das intenções de voto no 1º turno.
O candidato Douglas Ruas (PL) aparece na segunda colocação, registrando 31% da preferência do eleitorado fluminense. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. As informações são da CNN.
Leia maisAinda no cenário estimulado medido pelo instituto, o candidato Garotinho (Republicanos) atinge 7%, seguido por William Siri (PSOL), que aparece com 3%. Cyro Garcia (PSTU) soma 2%.
Os nomes de Juliete (UP), André Marinho (Novo), Coronel Busnello (Missão) e Luan Monteiro (PCO) marcam 1% das intenções cada. Entre os entrevistados, os votos em branco, nulos ou que declaram não escolher nenhum somam 8%, enquanto os indecisos representam 4% da amostra total.
Garotinho teve o registro de candidatura indeferido pelo TRE-RJ, no dia 11 de setembro, mas recorreu no TSE. Neste levantamento, o Datafolha apresentou uma lista sem o nome de Garotinho.
Em comparação com a rodada anterior do instituto, divulgada no dia 24 de setembro, Eduardo Paes oscilou negativamente, passando de 43% para 42%. No mesmo período, Douglas Ruas oscilou positivamente, indo de 30% para 31% das intenções de voto. Ambas as movimentações ocorreram dentro da margem de erro.
Com as variações nos números, a vantagem de Paes sobre o adversário do PL caiu de 13 para 11 pontos percentuais. Em relação aos demais concorrentes, Garotinho oscilou de 8% para 7%, ao passo que William Siri passou de 2% para 3%. Luan Monteiro, que não havia pontuado antes, agora atinge 1%.
O índice de eleitores que afirmam votar em branco ou anular apresentou oscilação de dois pontos, passando de 6% para 8%. A fatia do eleitorado que ainda não sabe em quem votar permaneceu estável em 4% entre as duas medições.
A pesquisa também mostra o candidato Paes com 52% das intenções de voto em um eventual segundo turno para o governo do Rio de Janeiro. Ruas aparece com 38% da preferência do eleitorado fluminense, segundo os dados estimulados pelo instituto.
Na comparação com a rodada anterior da pesquisa, divulgada no dia 24 de setembro, Eduardo Paes passou de 54% para 52%, oscilando negativamente dentro da margem de erro do levantamento.
Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou nenhum somam 7%, um aumento em relação aos 5% anteriores. A parcela de indecisos se manteve em 2% no estado.
A pesquisa Datafolha entrevistou 1.204 eleitores, entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo RJ-02070/2026.
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º), a três dias do primeiro turno da eleição, mostra Lula (PT) com 42% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro (PL) com 38%. No levantamento anterior, ambos tinham dois pontos a menos: 40% e 36%, respectivamente.
Na comparação com o levantamento anterior, realizado na semana passada, Lula avançou com mais intensidade entre os eleitores com 60 anos ou mais (de 42% para 49%), no Sudeste (de 35% para 40%) e entre os católicos (de 45% para 50%). As informações são do g1.
O candidato do PL, por sua vez, avançou mais entre os eleitores com renda de 2 a 5 salários mínimos (de 40% para 47%) e entre os evangélicos (de 47% para 52%).
Leia mais*O candidato Leonardo Avalanche (PRTB) renunciou à candidatura na quarta-feira (30).
Na pesquisa anterior, de uma semana atrás, Lula (PT) tinha 40% e Flávio Bolsonaro (PL), 36% no cenário de 1º turno. No 2º turno, havia empate técnico: Lula tinha 47%, contra 45% de Flávio.
O Datafolha ouviu 2.506 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 28 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR- BR-08039/2026.
O instituto divulgou também os votos válidos. Para chegar a esse número, são excluídos os votos nulos, em branco e os indecisos.
O Datafolha mostra também que 78% dos eleitores estão totalmente decididos sobre a escolha do candidato a presidente, e que 19% ainda podem mudar o voto.
Entre os eleitores de Lula, 88% estão totalmente decididos. Esse índice é de 85% entre os eleitores de Flávio.
Veja abaixo os números da pesquisa espontânea, em que o instituto não mostra os nomes dos candidatos aos eleitores entrevistados. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior.
O Datafolha perguntou aos eleitores em quem eles não votariam de jeito nenhum no 1º turno. Os números:
Veja abaixo os números das quatro simulações de 2º turno.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem 56% dos votos válidos na disputa pelo Governo de São Paulo, contra 37% de Fernando Haddad (PT), mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1).
Com isso, Tarcísio poderia conquistar a reeleição já no primeiro turno, no próximo domingo (4).
Para calcular os votos válidos, são excluídos os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é comparável ao utilizado pela Justiça Eleitoral para contabilizar e divulgar o resultado oficial da eleição. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia maisConsiderados os votos totais, o governador lidera o levantamento com 50%, seguido por Haddad, com 33%. Brancos, nulos e os que afirmam que não votarão em ninguém somaram 7%, e 3% dos entrevistados se declararam indecisos.
Em um cenário de eventual segundo turno entre Tarcísio e o petista, de acordo com o levantamento, o governador também venceria o petista, por 55% a 38%.
O Datafolha ouviu 1.610 eleitores em cidades paulistas de 28 a 30 de setembro. A margem de erro geral é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o índice de confiança, de 95%. No caso dos votos válidos, a margem é de três pontos. A pesquisa está registrada no TSE sob os códigos SP-01367/2026 e BR-02676/2026 e foi contratada pela Folha e pela TV Globo.
No levantamento, Carlos Machado (PCB), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP) têm, cada um, 2% das intenções de votos válidos no primeiro turno. Izadora Dias (PCO) aparece com 1%. Policial Edjane (Agir) não pontuou.
No Datafolha anterior, divulgado em 24 de setembro, Tarcísio liderava a disputa com 50% em votos totais no primeiro turno, contra 30% de Haddad.
Na pesquisa espontânea, ou seja, quando o entrevistador questiona em quem o eleitor irá votar, mas não lista as opções de candidatos, 34% citaram Tarcísio, 33% se disseram indecisos e 18% mencionaram Haddad. Outros 7% sinalizaram voto em branco, 5% afirmaram que votarão no atual governador e 1% disse que vota no PT. Outras respostas somaram 5%.
Entre os entrevistados, 75% afirmaram que estão totalmente decididos e 25%, que o voto ainda pode mudar. Quando questionados sobre o número que vão digitar na urna, 45% não souberam responder e outros 7% mencionaram um número incorreto. As menções corretas somaram 48%.
Haddad é o candidato mais rejeitado pelos eleitores —45% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Outros 29% afirmaram o mesmo sobre Tarcísio.
O ex-ministro da Fazenda de Lula (PT) entrou na eleição com a missão de consolidar um palanque forte para o presidente no maior colégio eleitoral do país. Já o governador de São Paulo apoia Flávio Bolsonaro (PL), com quem cumpriu poucas agendas públicas desde o início da campanha.
Na última semana, em transmissão ao vivo com o filho de Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio disse que quer ver o ex-presidente, preso pela tentativa de golpe de 2022, subir a rampa do Planalto ao lado de Flávio.
A gestão estadual é avaliada como boa ou ótima por 47% dos eleitores paulistas, como regular por 29% e como ruim ou péssima por 21%. O levantamento desta quinta também mostra que 62% dos eleitores afirmaram aprovar o governo, frente a 32% que disseram desaprovar.
A pesquisa Datafolha para o Senado em São Paulo mostrou que o empate técnico quádruplo se mantém na reta final.
O levantamento traz Marina Silva (Rede) numericamente à frente, com 16% das intenções de voto. André do Prado (PL) e Simone Tebet (PSB) têm 15% cada. Já Guilherme Derrite (PP) aparece com 14%. Com a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, todos estão empatados tecnicamente.
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O ex-prefeito do Recife e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) percorreu cerca de 12 quilômetros de Jaboatão dos Guararapes, nesta quinta-feira (1º), em uma carreata da Frente Popular que saiu de Prazeres e passou por Cajueiro Seco, Piedade e Candeias até Barra de Jangada. Ao longo do trajeto, esteve acompanhado do candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), do senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT), além de candidatos proporcionais e lideranças locais.
Durante a agenda, João voltou a defender a triplicação de aproximadamente 30 quilômetros da BR-101, entre Jaboatão e Abreu e Lima. “A gente precisa cuidar da BR-101 como uma grande avenida metropolitana. Vamos triplicar o trecho entre Abreu e Lima e Jaboatão, construir viadutos e passarelas e melhorar as conexões entre os bairros”, afirmou.
Na saúde, o ex-prefeito reforçou a proposta de construir o Hospital Geral Metropolitano, com 900 leitos destinados a atendimentos de média e alta complexidade, em uma área entre Jaboatão e o Recife. “Jaboatão precisa voltar a receber grandes investimentos do Governo do Estado. É uma das maiores cidades de Pernambuco e não pode ser tratada como se estivesse à margem das grandes decisões”, disse.
Por Marcelo Damasceno*
No seu primeiro mandato, o deputado federal Lucas Ramos (PSB-PE) integrou a bancada governista do presidente Lula, mantendo sua identidade pernambucana e realizando uma extensa folha de atividades na direção das pessoas em suas atividades mais diferentes, em seus direitos os mais urgentes, os mais pétreos, na cidade, no campo.
Como deputado federal, Lucas Ramos contribuiu com as ações lideradas pelo presidente Lula desde os investimentos tecnológicos e científicos através da Embrapa, junto aos pequenos produtores da agricultura familiar com emendas que possibilitaram equipamentos e linhas de crédito para essa gente, numa completa extensão dos propósitos do presidente Lula, convergindo para a emancipação e prosperidade dos trabalhadores brasileiros e, em especial, pernambucanos.
Leia maisLucas Ramos votou pela isenção do imposto de renda até 5 mil reais dos brasileiros e tem sido uma voz diária pelo fim da jornada 6 por 1. Todas as matérias enviadas pelo governo Lula para a Câmara Federal, Lucas Ramos contribuiu para discussão, debate e votação para execução de medidas racionais sem prejuízo da população. Lucas Ramos tem tido esse comportamento leal, de caminhar junto com o ideário de um governo que busca inserção social e emancipação das camadas sociais menos favorecidas pelo contexto socioeconômico.
Por isso, Lucas Ramos está buscando neste domingo, 04/10, sua reeleição, ampliando sua atuação e consolidando sua liderança natural entre seus pares. Lucas Ramos demonstrou muita capacidade de diálogo, muito conhecimento do mandato e toda extensão da confiança estabelecida com seus milhares de eleitores. O Prouni, o Fies, recursos de acesso do estudante universitário também integram sua luta em favor da juventude de seu país. O fortalecimento da escola integral, os programas sociais para os pobres também integram esse combo parlamentar de Lucas Ramos.
*Jornalista
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que a TV Globo não poderá exibir o púlpito destinado a Lula (PT), candidato à reeleição, durante o debate entre os presidenciáveis na noite desta quinta-feira (1º/10).
A decisão foi tomada pela ministra Estela Aranha, atendendo a um pedido do próprio PT para que o espaço destinado ao atual presidente da República, vazio, não pudesse ser exibido pela emissora. As informações são do Metrópoles.
Leia mais“Ante o exposto, defiro o pedido liminar para suspender a eficácia do item 7 da “Ata Debate Presidencial 2026”, determinando à Globo Comunicação e Participações S.A. que se abstenha de aplicar referido dispositivo no debate presidencial a ser realizado em 1º.10.2026, inclusive quanto à exibição destacada da cadeira vazia identificada e quanto à dinâmica de formulação de perguntas dirigidas ao candidato ausente, sob pena de multa a ser oportunamente fixada em caso de descumprimento”, afirmou a ministra na decisão.
Lula foi convidado ao debate da Globo, mas decidiu não comparecer. No mesmo horário, ele estará dando uma entrevista para o podcast Flow. Estão confirmados Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (1º) mostra como está a disputa para o governo do Distrito Federal nas eleições de outubro. As informações são do g1.
Veja abaixo os números da pesquisa estimulada, em que o Datafolha mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos:
Leia maisA pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 910 pessoas entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Os números de registro da pesquisa são DF-00905/2026.
O Datafolha divulgou também os votos válidos. Para chegar a esse número, o Datafolha exclui os votos em branco, nulos e os eleitores indecisos.
Veja como fica o cenário considerando apenas os votos válidos:
O Datafolha também perguntou a intenção de voto dos eleitores de forma espontânea – ou seja, sem apresentar a lista com os candidatos. Nesse formato, 30% dos eleitores se disseram indecisos.
Veja os números:
O Datafolha quis saber dos eleitores em qual dos candidatos ao governo do DF eles “não votariam de jeito nenhum”.
Veja as respostas:
O prefeito de São José do Belmonte, Vinícius Marques (PSB), irmão do prefeito do Recife, Victor Marques, criticou nas redes sociais as mudanças no abastecimento de água após a concessão dos serviços da Compesa e responsabilizou o governo de Raquel Lyra pela forma como o processo foi conduzido. Segundo ele, a partir de 26 de outubro, a VITA Sertão assumirá a distribuição na cidade e em localidades hoje atendidas pela Prefeitura.
Vinícius afirmou que moradores que atualmente não pagam pelo serviço passarão a ser cobrados e que a tarifa de esgoto também deverá aumentar os gastos de parte da população. A VITA Sertão é responsável pela distribuição de água tratada, coleta e tratamento de esgoto e gestão comercial em 24 municípios do Sertão pernambucano, dentro de uma concessão de 35 anos.
A relação da família Bolsonaro com a política brasileira é destaque de uma reportagem na revista alemã Der Stern publicada nesta semana, antes do primeiro turno das eleições presidenciais que têm Flávio Bolsonaro (PL), filho de Jair Bolsonaro, e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como principais concorrentes.
“Os Trumps parecem uma família boazinha do subúrbio perto do clã Bolsonaro”, é o título da matéria, que aborda o grande número de membros da família do ex-presidente que resolveram fazer carreira na política. As informações são da Folha de S. Paulo.
Leia mais“Neste 4 de outubro, um total de 18 Bolsonaros vão se candidatar nas eleições brasileiras, entre eles oito pessoas do núcleo da família”, diz o texto, apontando as candidaturas de Michelle Bolsonaro para o Senado; do irmão de Jair, Renato Bolsonaro, para deputado federal; de primos e, claro, dos filhos: Flávio (para presidente), Carlos Bolsonaro (Senado) e Renan Bolsonaro (deputado federal).
Eduardo Bolsonaro, deputado federal cassado, foi condenado à prisão por tentar coagir a Justiça e vive foragido nos Estados Unidos, mantendo contato com aliados do presidente Trump.
“Não existe nenhum Bolsonaro que não está na política. A não ser a filha Laura, 15. Sobre o nascimento de uma menina após quatro filhos homens, Jair, conhecido pela postura machista, disse uma vez: ‘Da quinta vez, eu fraquejei, e nasceu uma menina'”, acrescenta a Stern.
A revista alemã também lembra que outros dez candidatos nas eleições deste ano levam o nome de Bolsonaro, mesmo sem relações de parentesco, para tentar ter mais visibilidade.
“Entrar na política brasileira é altamente lucrativo. Isso ocorre, por um lado, por causa dos altos salários, mas mais ainda por causa do dinheiro que os políticos podem colocar no bolso durante os mandatos. Não é incomum que eles virem milionários enquanto estão no cargo”, afirma a revista.
“Na política brasileira há um citado que diz: ‘todos os políticos são ladrões’. Soa como puro cinismo contra a política. No entanto, é bem próximo da verdade”, diz a matéria.
Uma dinastia do tamanho do clã Bolsonaro não tem precedentes na política mundial, acrescenta ainda a Stern. A publicação compara a presença da família do ex-presidente com outras linhagens, como os ultradireitistas Le Pen, na França, e o republicano George W. Bush.
No entanto, diz a socióloga Débora Messenberg Guimarães, da Universidade de Brasília, ouvida para a matéria, essas dinastias existem apenas em “amplitude regional e em menor número”. “Oito membros de uma família se candidatarem para uma eleição de uma só vez é um possivelmente um recorde mundial”, aponta Messenberg, citada no texto.
A revista alemã também destaca a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e a prisão domiciliar do ex-presidente, além das investigações sobre corrupção que rondam Flávio Bolsonaro e as suspeitas de ligações com crime organizado do candidato do PL e de outros membros do clã, o que rendeu a alcunha de “Familícia” aos Bolsonaro.
Outro aspecto abordado é o papel de outsider e antissistema de Flávio, que a Stern compara com outros políticos ultradireitistas como Donald Trump nos EUA e Javier Milei na Argentina.
“Mas, no caso de Flávio Bolsonaro, isso é especialmente grotesco. O senador, 45, é a personificação do establishment. Ele nunca mostrou nada politicamente, além do sobrenome. Ele é o filho de Jair e, por isso, virou senador. Ele nunca fez nada por conta própria”, ressalta a revista.
“Lula conseguiu ir de trabalhador de fábrica a presidente. Flávio, de filho de presidente a pretendente à presidência”, diz ainda a Stern.
Por fim, a matéria ainda analisa a predileção da família Bolsonaro por Flávio em detrimento de Michelle, que, segundo o texto, teria mais chances na corrida eleitoral, mas ficou em segundo plano —por causa da postura sexista da família, conclui o texto.
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