Pela primeira vez desde o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, em 2009, o governo federal celebrou a redução no déficit habitacional no Brasil. O feito foi celebrado pelo presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, em entrevista ao podcast Direto de Brasília. Ele reforçou que ainda há muito a ser feito, mas que é preciso destacar os feitos da gestão.
“O déficit habitacional sempre se estabeleceu em torno de 6,2 milhões de famílias. Com essa terceira versão do Minha Casa, Minha Vida, houve uma redução efetiva da quantidade de moradias ou de famílias sem assistência de moradia no Brasil. O déficit habitacional não é um processo que se resolve da noite para o dia, mas hoje você tem todas as classes sociais atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida, com quatro faixas de financiamento. A classe média, que não era atendida, passou a ser. Hoje o Brasil é um país que tem uma política habitacional muito estruturada, inclusive é um dos grandes programas do governo Lula, mundialmente reconhecido, e que tem feito seu papel”, destacou Vieira.
O presidente celebrou os aperfeiçoamentos feitos especialmente para as regiões Norte e Nordeste, historicamente prejudicadas na questão habitacional. “No Norte, nós tínhamos o problema do transporte de materiais. Elevamos o teto da possibilidade de acesso ao financiamento, e isso teve um efeito muito positivo. No Nordeste, da mesma forma. Elas foram as duas regiões que mais cresceram o PIB nacional, acima da média do PIB nacional de 2024 e 2025. Então a gente tem Norte e Nordeste, que eram conhecidos como áreas de dificuldade de desenvolvimento socioeconômico neste país, mudando de patamar em função dessas realidades. Isso se reflete também no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)”, completou.




















