Clique no link disponível e ouça o Frente a Frente de hoje. Programa ancorado por este blogueiro e transmitido pela Rede Nordeste de Rádio. Ao clicar no link, o leitor deve selecionar a opção “ouvir pelo navegador”.
Clique no link disponível e ouça o Frente a Frente de hoje. Programa ancorado por este blogueiro e transmitido pela Rede Nordeste de Rádio. Ao clicar no link, o leitor deve selecionar a opção “ouvir pelo navegador”.
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a operação contra nomes ligados ao financiamento do filme Dark Horse no dia 3 de setembro, antes do afastamento do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues.
A decisão do ministro, assinada na semana passada, foi divulgada nesta quinta-feira (10). A operação foi realizada nesta manhã e mirou 29 alvos de mandados de busca e apreensão, entre eles o deputado Mario Frias (PL-SP) e a empresária Karina Gama, responsável pela produção do filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da CNN Brasil.
O bairro Cavalete 1, em Araripina, recebeu uma multidão durante uma caminhada política realizada na noite de ontem (9), liderada pelo prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT). O ato contou com a participação do deputado federal Fernando Filho (União Brasil) e da deputada estadual Roberta Arraes (PP).

Moradores acompanharam o percurso pelas ruas do bairro, saindo de suas casas e participando da mobilização. Durante o encontro, Evilásio Mateus falou sobre as obras realizadas no Cavalete 1. “É muito emocionante voltar ao Cavalete 1 e ver esse bairro transformado. São várias ruas asfaltadas, uma escola que entregamos e tantas outras ações que melhoraram a vida das pessoas. E nós sabemos que essas conquistas também tiveram a participação dos nossos parceiros. Fernando Filho e Roberta Arraes estiveram ao nosso lado, ajudando Araripina a buscar recursos e investimentos”, disse.
“Hoje é dia de agradecer. Agradecer ao povo do Cavalete 1 por todo esse carinho e por acreditar no nosso trabalho. Cada rua asfaltada, cada obra entregue representa uma conquista de vocês. E quando temos parceiros como Fernando Filho e Roberta Arraes, que têm compromisso com Araripina, conseguimos fazer ainda mais”, continuou.
Alvo de operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (10), Karina Gama, produtora do filme Dark Horse, tem sido pressionada a fechar acordo de delação premiada. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.
Produtora da cinebiografia de Jair Bolsonaro, Karina é proprietária do Instituto Conhecer Brasil (ICB) e da Academia Nacional de Cultura (ANC), também alvos da PF.
Segundo apurou a coluna, Karina já teria sido procurada até mesmo por lideranças religiosas, que sugeriram que ela fechasse acordo de delação premiada no caso Dark Horse.
A produtora, contudo, resiste à ideia. A quem a procurou sugerindo o acordo, Karina tem argumentado que não teria o que delatar, uma vez que não teria feito nada errado.
Hoje foi realizado o primeiro debate entre candidatos ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. Promovido pelo Simpol, Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, o encontro reuniu os candidatos convidados para discutir segurança pública e as demandas dos profissionais da área.
Todos foram convidados. João Campos confirmou presença e participou. Raquel Lyra, mais uma vez, preferiu não encarar o debate. A ausência virou meme nas redes sociais e a cadeira vazia acabou sendo a protagonista do encontro.
Do g1 – Blog da Camila Bonfim
A Polícia Federal (PF) apreendeu sete armas de fogo durante a operação deflagrada nesta quinta-feira (10), que apura suspeitas de desvios de recursos de emendas parlamentares e mira o deputado federal Mario Frias (PL-RJ).
A ação autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem como objetivo investigar o repasse de R$ 2 milhões em dinheiro público pelo deputado federal Mario Frias para organizações ligadas à proprietária da produtora do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Leia maisSegundo informações obtidas pelo blog, as armas estariam em nome de Mario Frias, mas foram apreendidas em endereço que não é do parlamentar. Por isso será investigada a posse ilegal de arma de fogo.
Entre os alvos da operação desta quinta estão o deputado federal e duas ONGs de Karina Ferreira da Gama, produtora do filme “Dark Horse”: Instituto Conhecer Brasil (ICB) e Academia Nacional de Cultura (ANC). A empresa produtora do filme, Go Up, não está na mira dos mandados.
Segundo a PF, levantamentos financeiros identificaram movimentação da ordem de centenas de milhões de reais entre as empresas que integram o esquema investigado.
São investigados os crimes de peculato (crime praticado por um funcionário público que se apropria de valores ou bens públicos em razão do cargo), falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios.
Segundo informações obtidas pela reportagem, o celular de Mario Frias foi apreendido durante o cumprimento dos mandados. A TV Globo entrou em contato com Mario Frias e com a defesa de Karina Ferreira da Gama, mas ainda não obteve resposta.
Em maio, o parlamentar enviou uma manifestação ao STF, na qual negou que as emendas enviadas para ONGs ligadas à produtora do filme de Bolsonaro tenham sido enviadas a “qualquer produção cinematográfica”.
Leia menos
Depois de semanas de notícias negativas com a crise no Supremo Tribunal Federal (STF), que respinga na imagem do presidente da República, o governo Lula torce para que agora a operação desta quinta-feira (10) da Polícia Federal passe a atrair as atenções sobre o possível uso de recursos públicos no financiamento do filme Dark Horse. A produção é uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, bancada em boa parte com recursos de Daniel Vorcaro.
A equipe de campanha de Lula está orientando petistas e influenciadores ligados ao PT a explorarem a operação de hoje, na linha de que o candidato do PL, Flávio Bolsonaro, precisa explicar suas relações com Vorcaro. O senador do PL do Rio foi quem pediu ao banqueiro recursos para bancar a produção do filme sobre o pai. Agora, há a suspeita de recursos de emendas parlamentares também poderiam ter financiado as filmagens.
Leia maisOs aliados de Flávio Bolsonaro também temem revelações do empresário Antônio Carlos Freixo, o Mineiro, operador financeiro de Daniel Vorcaro e responsável por enviar cerca de R$ 70 milhões para o fundo Havengate, responsável pelo gerenciamento dos recursos para as filmagens de Dark Horse.
Freixo fez um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República, homologado nesta quarta-feira (9) pelo ministro André Mendonça. Criticado por petistas de segurar as investigações sobre o financiamento do filme Dark Horse, o relator do caso Master homologou a delação, dando aval para que a PGR e a PF comecem a fase de depoimentos.
Segundo auxiliares de André Mendonça, isso mostraria que o ministro não está beneficiando nenhum dos dois lados da eleição nos casos que estão no seu gabinete. A operação desta quinta-feira foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, que comanda o inquérito responsável por investigar desvio de recursos de emendas parlamentares. Dino, nessa quarta-feira (9), havia reintegrado o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, ao cargo, depois de André Mendonça ter determinado seu afastamento.
No final do dia, o presidente do STF, Edson Fachin, cancelou as decisões de Flávio Dino e André Mendonça, e confirmou o retorno do diretor-geral da PF ao posto.
Leia menos
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a aplicação de medidas cautelares contra o deputado federal Mario Frias (PL-SP), proibindo o parlamentar de deixar o país e de manter qualquer contato com os demais investigados no inquérito que apura desvios de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares.
As medidas foram determinadas hoje, no âmbito da Operação Make Up, realizada conjuntamente pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU). A ação cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e no Distrito Federal. As informações são do portal G1.
Leia maisAlém de Frias, a produtora Karina Gama é um dos principais alvos da operação. Duas entidades de propriedade dela — o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Academia Nacional de Cultura (ANC) — também foram alvo de buscas pelos agentes da corporação. A proibição de contato e de sair do país recai também sobre todos os 29 alvos da operação desta quinta-feira.
Segundo a Polícia Federal, uma organização criminosa formada por agentes públicos e privados teria direcionado recursos repassados a uma organização da sociedade civil para empresas subcontratadas irregularmente, sem comprovação de que os serviços foram efetivamente prestados.
Os investigadores apontam que foram identificadas movimentações financeiras de centenas de milhões de reais e tentativas de ocultação dos desvios que perduraram até julho deste ano. São investigados os seguintes crimes:
Uma auditoria realizada pela CGU identificou indícios de irregularidades no direcionamento de uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões indicada por Mario Frias para entidades ligadas a Karina Gama.
Frias figura como roteirista e produtor-executivo do longa-metragem “Dark Horse”, filme ainda não lançado que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem o ator norte-americano Jim Caviezel no papel principal.
Leia menos
Uma corrente de solidariedade está sendo mobilizada para ajudar Daniele, moradora de Petrolina, mãe de João Guilherme, uma criança acamada que teve o seu Benefício de Prestação Continuada (BPC) cortado. Mesmo com o laudo médico e as receitas atualizadas, ela briga na justiça pela manutenção do benefício, mas sem sucesso.
Quem puder colaborar para a compra de fraldas e suplementos, pode contribuir com qualquer valor ou entrar em contato diretamente com a família. As doações podem ser feitas via Pix pelo número (87) 9.9102-8701. Informações e outras formas de ajuda também podem ser obtidas pelo WhatsApp: (87) 9.9139-4056. Qualquer contribuição será de grande importância.
Por João Batista Rodrigues*
Nesta quinta-feira, 10 de setembro, ingressam nos cofres das prefeituras, sob a forma de parcela adicional do FPM, recursos correspondentes a 1% do produto da arrecadação federal do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, do Imposto sobre Produtos Industrializados e, na redação constitucional atual, do Imposto Seletivo.
O repasse constitui importante conquista municipalista, incorporada ao texto constitucional pela Emenda Constitucional nº 112/2021, que acrescentou a alínea “f” ao inciso I do art. 159 da Constituição Federal. A parcela deve ser entregue no primeiro decêndio de setembro de cada ano.
Leia maisOs prefeitos e secretários de Finanças não devem tratar essa receita extraordinária como fonte permanente para a criação de novas despesas correntes. O ideal é utilizá-la com planejamento, inclusive para compensar eventual queda de arrecadação no mês de setembro e contribuir para o encerramento equilibrado do exercício.
Sempre que possível, recomenda-se preservar parte dos recursos em reserva financeira. Afinal, dezembro se aproxima, e o pagamento do 13º salário representa significativa pressão sobre o fluxo de caixa, somando-se às despesas patronais, inclusive aquelas relativas ao Regime Próprio de Previdência Social, bem como às eventuais contribuições extraordinárias destinadas a equacionar déficits previdenciários.
Os valores desse adicional não devem sofrer retenção para a formação do Fundeb e também não devem compor a base de cálculo dos valores mínimos destinados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino. Entretanto, devem ser considerados na apuração da base de cálculo do limite de despesas do Poder Legislativo municipal para o exercício de 2027, pois o art. 29-A da Constituição considera as transferências dos arts. 158 e 159 efetivamente realizadas no exercício anterior.
Também é importante observar que, segundo a redação atual do art. 198, § 2º, III, da Constituição, a base municipal do mínimo constitucional em ações e serviços públicos de saúde compreende os recursos dos arts. 158 e 159, I, “b”, e § 3º, não mencionando expressamente o adicional previsto no art. 159, I, “f”.
A destinação voluntária de parcela desses recursos à saúde, embora não deva ser automaticamente apresentada como obrigação constitucional de aplicação mínima, pode constituir uma decisão de bom planejamento municipal. Isso porque, segundo levantamento da própria Confederação Nacional de Municípios (CNM), as prefeituras são obrigadas a gastar acima do mínimo constitucional exigido, aplicando, em média, 22,2% de suas receitas resultantes de impostos e transferências constitucionais no funcionamento do SUS no âmbito municipal — 7,2% acima do percentual obrigatório.
Por fim, é preciso lembrar que essa não é uma receita permanente: o adicional de setembro não se repete mensalmente nem constitui ingresso ordinário previsto para novembro. Sua utilização sem planejamento poderá fazer falta no fechamento das contas, especialmente em dezembro.
*Advogado municipalista, ex-prefeito de Triunfo e ex-presidente da União dos Vereadores de Pernambuco (UVP).
Leia menos
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), anunciou e cancelou em seguida um pronunciamento que faria, às 11h de hoje, um dia após o presidente da corte, Edson Fachin, tirar dele a relatoria do inquérito das fake news.
Moraes controlou o inquérito, cercado de controvérsias, durante mais de sete anos. As informações são da Folha de São Paulo.
A manifestação do ministro não seria transmitida, como costuma ocorrer em outros pronunciamentos e nas sessões do Supremo. Ele não divulgou o teor da sua fala, que seria a primeira após a divulgação de mensagens trocadas com Daniel Vorcaro pouco antes da prisão do então dono do Banco Master.
Pouco depois do anúncio do pronunciamento, a assessoria do STF informou que ele foi cancelado e que será “remarcado para data oportuna”.
O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, em proposta de delação, que os dirigentes do União Brasil ACM Neto e Antônio Rueda atuaram em favor do Banco Master em institutos de previdência dos estados em troca de 10% dos valores investidos na instituição. As informações são do portal UOL.
A investigação sobre os dois políticos veio à tona após o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes divulgar um relatório de inteligência da Polícia Federal que cita a suposta demora do ministro André Mendonça em autorizar uma operação contra Rueda.
As propostas de delação de Vorcaro foram negadas pela PF e pela PGR (Procuradoria-Geral da República) por falta de informações inéditas e ausência de garantias para a devolução dos valores oriundos das fraudes. O banqueiro tenta reabrir as negociações por uma colaboração premiada, sem sucesso.
Procurado, Rueda, candidato a deputado federal no Rio de Janeiro e presidente do União Brasil, disse ter “dificuldade em se pronunciar sobre documento ao qual não teve acesso” e negou irregularidades.
ACM Neto, que é candidato a governador na Bahia pelo União Brasil, afirmou que as “insinuações são absurdas, completamente fantasiosas e mentirosas”.
A governadora Raquel Lyra (PSD) fala muito em segurança pública e em diálogo com os profissionais da área. No entanto, o Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Pernambuco realiza logo mais, às 9 horas da manhã, um debate sobre segurança pública e as demandas da categoria.
João Campos (PSB) confirmou sua presença. Raquel, por sua vez, arrumou uma agenda no interior para não participar do debate e evitar um confronto de ideias sobre as reivindicações dos policiais civis, mas, sobretudo, sobre as políticas públicas para a segurança pública de Pernambuco.
Para quem fala tanto em diálogo e demonstra tanta preocupação com a segurança, fugir justamente do debate com os profissionais que vivem diariamente essa realidade é sem dúvida uma contradição.
